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segunda-feira, 12 de março de 2012

Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia- Seja um doador! Contribua para que vários pacientes voltem a sorrir! Divulgue essa ideia!

595
 
pessoas aguardam,
hoje, por cirurgias
de transplante ósseo. 
 
 
Seja um doador!
Contribua para que
vários pacientes
voltem a sorrir!
Divulgue essa ideia!
 
 
Institucional
 


Hístória

Em 1943, com a finalidade de atender aos funcionários e segurados da companhia de navegação LLOYD BRASILEIRO, foi criado o Hospital Central de Acidentados, que logo adquiriu grande importância pela excelência de seu atendimento.

Desativado, o Hospital Central de Acidentados foi adquirido pelo INPS em 1973 para prestar atendimento em Traumatologia e Ortopedia e passou a se chamar Hospital de Tráumato Ortopedia - HTO, com a coordenação de uma equipe do Hospital de Bonsucesso.

Naquele momento, o Into começava a desenhar sua trajetória, através da implantação de técnicas inovadoras, próprias de países do primeiro mundo. Em setembro de 1984, foi acrescentado à sua denominação o nome Dr. Mário Jorge, uma homenagem ao primeiro chefe do serviço de ortopedia. Em 1986, sob nova direção, o Hospital passou a dar ênfase ao aperfeiçoamento dos profissionais e a ações comunitárias. A demanda de pacientes cresceu e o resultado do trabalho desenvolvido fez com que assumisse uma posição de destaque no Brasil.

O Hospital foi estadualizado em 1991 e passou por uma fase difícil, devido à escassez de recursos, mas nem por isso deixou de continuar prestando atendimento de qualidade. Uma nova direção assumiu o Hospital em 1992. O objetivo maior dessa diretoria era retornar o Hospital para a esfera federal, o que aconteceu em 1993, quando o HTO voltou a ser subordinado diretamente ao Ministério da Saúde.

No final de 1994, foi criado o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, sob coordenação da Secretaria de Assistência à Saúde do Ministério da Saúde.

Em julho de 2011, o Into, como membro integrante da estrutura organizacional do Ministério da Saúde, passa a se chamar Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad de acordo com publicação do Diário Oficial. O novo nome é uma homenagem ao político e médico ortopedista. Em agosto do mesmo ano, inicia suas atividades na sede da Avenida Brasil, onde funcionava o antigo e tradicional prédio do Jornal do Brasil.

vale a pena dar uma conferida caderno de enfermagem em ortopedia.:

http://www.into.saude.gov.br/upload/arquivos/publicacoes/CadernoEnfermagem/cadernoenfermagem_v_2.pdf


direitos  adquiridos vale a pena da uma olhada:


http://www.into.saude.gov.br/upload/arquivos/publicacoes/folhetos/folder_ass_social.pdf

Banco de Tecidos Musculoesqueléticos


Profissional

O Banco de Tecidos Músculoesqueléticos do Into é o responsável pela captação, processamento e distribuição de osso, tendões e meniscos para utilização em cirurgias de transplantes na área da ortopedia e odontologia. Possui equipes preparadas para realizar captações 24 horas por dia, 365 dias do ano.

O desenvolvimento tecnológico e a pesquisa na área de bancos de tecidos fazem parte de suas atividades, com o objetivo de aprimorar constantemente o processamento e a utilização desses tecidos.

Atua em campanhas de divulgação com o intuito de chamar a atenção da sociedade para os problemas enfrentados pelos bancos de ossos brasileiros, que necessitam urgentemente de doadores.

 QUEM PODE SER CANDIDATO À DOAÇÃO DE TECIDO?
Existem dois tipos de doadores de tecidos: o doador vivo e o doador cadáver. O doador vivo é o paciente que será submetido à cirurgia para colocação de prótese em quadril, na qual é retirada, durante o procedimento, a cabeça femoral. Para ser doador neste caso, deverá o paciente autorizar a utilização da cabeça femoral pelo banco através de consentimento informado. O doador cadáver é o paciente que evoluiu com morte encefálica ou parada cardíaca durante a sua internação hospitalar. A vontade de ser doador deve ser comunicada em vida à família, pois a doação ocorrerá após o óbito e a retirada do tecido só poderá ser feita mediante autorização, por escrito, do parente mais próximo ou responsável legal.

 COMO OCORRE O PROCESSO DA DOAÇÃO DE TECIDOS?

Em todos os casos serão realizados alguns exames sorológicos, um questionário epidemiológico e verificação de prontuário para minimizar a possível transmissão de doenças infecto-contagiosas transmitidas pelo sangue (como hepatites B e C, AIDS, malária e outras). A doação também poderá ser excluída se o doador for portador, entre outros fatores, de alguns tipos de câncer, osteoporose, doenças infecciosas ou tiver utilizado, recentemente e por tempo prolongado, corticóide (substância usada em tratamentos de doenças inflamatórias reumáticas, renais e neurológicas).

No caso do doador vivo, durante a cirurgia de colocação da prótese no quadril, onde a cabeça femoral normalmente seria descartada, é realizada a captação da mesma para o banco.

No caso do doador cadáver, o processo começa com a notificação do óbito, pelo estabelecimento de saúde onde se encontra o doador, à Central Estadual de Transplantes, que irá averiguar as possibilidades deste paciente tornar-se doador. A Central de Transplantes entrará em contato com a família e, caso haja a disponibilidade da doação, a equipe de captação do Into irá ao hospital onde se encontra o doador e realizará a cirurgia de retirada. O maior empecilho à doação de ossos é o desconhecimento da população de que o cadáver é reconstituído com material sintético, mantendo a aparência do doador preservada ao final do procedimento. Em nenhuma hipótese, são retirados ossos da face do doador.

 COMO OCORRE O PROCESSAMENTO DO TECIDO?

O tecido levado para o banco de tecidos é armazenado em ultra-congeladores, que preservam o tecido captado em até 80 graus negativos. O processamento é realizado em área com rigoroso controle de qualidade. Neste momento, são realizados mais testes para comprovar a qualidade do material e do procedimento de processamento do tecido. Exames bacteriológicos, fúngicos, radiológicos e histopatológicos vão minimizar os riscos para a saúde do receptor. Os resultados dos novos exames, juntamente com os resultados dos exames realizados durante a retirada do tecido, vão determinar a aprovação ou não do mesmo para o transplante.

 COMO SOLICITAR UM TECIDO PARA TRANSPLANTE?

Os tecidos, após liberação para uso, atendem a cirurgias realizadas no Into e também em outros hospitais que sejam cadastrados pelo SNT (Sistema Nacional de Transplantes). Somente o médico ou cirurgião-dentista responsável pelo paciente pode solicitar enxertos ao banco, desde que esteja cadastrado no SNT. Para tal, o banco disponibiliza formulários específicos para requisição de tecidos. O enxerto ósseo disponibilizado pelo Banco de Tecidos do Into é totalmente gratuito, sendo financiado pelo Ministério da Saúde.

 QUEM SÃO OS BENEFICIADOS COM A DOAÇÃO DE OSSOS?

Pacientes que precisam realizar cirurgias odontológicas para correção de falhas ósseas relacionadas aos dentes (entre outras) e pacientes que necessitem de cirurgias ortopédicas, como: revisão de artroplastias (cirurgias de revisão de próteses de quadril e joelho), ressecção de tumores ósseos, correção de falhas de consolidação óssea, cirurgias da coluna vertebral, correção de deformidades congênitas em crianças, correção de lesões meniscais ou ligamentares.

 FUTURO BANCO DE TECIDOS DO INTO

A proposta do novo Into, em consenso com o Ministério da Saúde, é de estabelecer um banco de multitecidos, onde serão captados, processados, armazenados e distribuídos alguns tipos de tecidos como: válvula cardíaca, córnea e tecido ósteo-condral, além do tecido músculo-esquelético já disponibilizado atualmente.

Público Geral
Osso: é possível doar?
O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Rio de Janeiro, tem uma fila que atende a pacientes do Brasil que necessitam de Tecido Ósseo.

Você sabe que o osso pode ser transplantado?
Com certeza você já ouviu falar em transplante de medula, coração, córnea, rins, fígado. Existe também o transplante de ossos. Mas ainda há muita desinformação e preconceito da população.

Como funciona o processo de doação?
Visando a aumentar o número de doações, quem estiver com parente hospitalizado e que venha a falecer, deve solicitar ao profissional de saúde que acompanha o caso que comunique à Central de Transplante do Rio de Janeiro.  O Into, então, será acionado. Os telefones do programa são: 2333-7550 ou 2333-7544.  Feita a notificação, um funcionário do programa vai até o hospital e faz uma avaliação sobre a possibilidade da doação, que inclui a realização de um questionário de triagem sobre o possível doador. Após aprovação, o Banco de Tecidos é informado e desloca sua equipe para a unidade de saúde.

 Quem pode doar?
Pessoas com idade entre 18 e 70 anos, que não tenham sido vítimas de câncer ósseo, osteoporose ou doenças infecciosas transmitidas através do sangue (como hepatite, AIDS, malária). Também não é permitido doar quem, há menos de um ano, possui tatuagem, fez uso prolongado de corticóides, acupuntura ou recebeu transfusão sanguínea. É muito importante que os futuros doadores expressem, em vida, sua vontade de doar ossos já que, após confirmação do falecimento, a autorização é dada pela família.

Existe risco da retirada de ossos, estando o paciente ainda vivo?
Não. A doação só pode ser feita depois de confirmada a morte do doador, sendo ela encefálica ou cardíaca, com o consentimento da família.

Quais pacientes podem precisar de um transplante ósseo?
Aqueles que apresentem perdas ósseas decorrentes de tumores, trocas de próteses e traumatismo, além de pacientes portadores de deformidades congênitas e de coluna, problemas odontológicos, etc.

Você sabe quantas pessoas podem ser beneficiadas em uma doação de ossos?
Os ossos retirados de um doador, após seu falecimento, podem beneficiar aproximadamente 30 pessoas.

Autorizada a doação, o cadáver ficará mutilado ou deformado?
Não. O cadáver do doador passa por uma cuidadosa reconstrução. Retiram-se os ossos dos braços e das pernas e, em substituição, colocam-se outros de material sintético. Sendo assim, a aparência do doador permanece preservada.

Em quanto tempo pós-morte, com coração parado, é possível a retirada dos ossos?
A equipe tem até 12 horas pós-morte para captar o tecido e armazená-lo no Banco de Tecidos.

Após a retirada dos ossos, como é realizada sua preparação para o transplante?
Os ossos são encaminhados para o Banco de Tecidos do Into, onde são processados em uma área especial, com ar totalmente puro para evitar contaminação por bactérias e vírus. Depois disso, são armazenados a uma temperatura de -80ºC, podendo ser guardados por até cinco anos. O Banco de Tecidos do Into possui capacidade de armazenar ossos de mais de 50 doadores - com nível de segurança semelhante ao dos principais bancos de ossos do mundo -, e controle de qualidade em todos os estágios do processo.

Como os ossos são disponibilizados para os pacientes que precisam de transplante?
Quando um paciente precisa de transplante ósseo, seu médico preenche uma solicitação para que o Banco de Tecidos o inclua em sua fila. A disponibilização dos ossos para transplante segue a ordem cronológica dessa fila. Portanto, a doação não pode ser feita para um paciente específico, a menos que este seja o próximo da fila a receber o transplante.

Existe algum custo para o doador ou para o receptor?
Não. Todo o processo realizado pelo Banco de Tecidos do Into é gratuito, incluindo a captação, o processamento e a distribuição dos ossos. Não há custo para as famílias do doador e do receptor.

CIHDOT - Comissão Intrahospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante





Voluntariado
 
O que é ser voluntário?

Voluntário é um ator social e agente de transformação que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade. Ele doa seu tempo, seus conhecimentos e realiza um trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário - atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, quanto às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político ou emocional.


Objetivos do serviço voluntário:

Execução de tarefas destinadas à melhoria da qualidade de vida dos pacientes internados e em atendimento ambulatorial, com consequente redução dos seus níveis de ansiedade.
Proporcionar uma melhor interação entre os usuários, elevando a autoestima e ajudando a minimizar os quadros de dor dos pacientes assistidos pelo programa. Os voluntários dividem-se no desenvolvimento e execução de atividades lúdicas e recreativas.

Quem pode ser voluntário?


Para ser um voluntário do INTO é necessário:

Idade superior a 18 anos;
Documentação civil regularizada;
Condições de saúdes física e mental;
Não ser portador de qualquer dependência química;
Capacidade de enfrentamento de situações, como adoecimento e morte;
Disponibilidade de tempo de até 3 horas semanais, de 2ª a 6ª feira, das 8 às 17h.

Entrevista
O voluntário interessado em prestar serviços no INTO terá uma entrevista agendada com a Coordenação do Voluntariado. A entrevista terá como preocupação a verificação dos dados pessoais, a discussão dos interesses do entrevistado e da instituição, o esclarecimento das condições reais de execução de cada atividade e as normas institucionais.

Treinamento

Uma vez selecionado na entrevista, o voluntário será convidado a participar de um treinamento multiprofissional, que proporcione uma imersão na realidade da instituição, incluindo o perfil dos pacientes (etiológico, sócio-econômico, entre outros), prevenção da infecção hospitalar e noções de ética no ambiente hospitalar.

No treinamento, os voluntários assinam o Termo de Adesão, além de receberem apostila, uniforme e crachá.

Avaliação
A avaliação do desempenho dos voluntários será contínua, através da observação direta da equipe responsável, bem como entrevistas individuas e reuniões com o grupo de voluntários, levando em conta a assiduidade e o cumprimento das regras expressas no Termo de Adesão.

Além disso acompanharão à ficha de cadastro, a ficha de auto-avaliação do voluntário, bem como reclamações/elogios encaminhados pelos profissionais de saúde e pacientes. O desempenho dos Voluntários será avaliado também por pesquisas semanais junto aos pacientes das diversas enfermarias, realizadas pela própria Coordenação do Voluntariado.

Possíveis Atividades de um Voluntário
Cada atividade tem seus próprios pré-requisitos e exigências e tem de ser avaliada caso a caso.


Contador de Histórias e Leitor (para crianças e adultos);
Cabeleireiro (corte);
Artista Plástico (desenho, pintura, escultura, etc);
Elaborador de Material Gráfico (cartões de natal, aniversário, dia das crianças, festas comemorativas, entre outros);
Recreador (trabalho com jogos e brinquedos voltados para crianças);
Músico (para apresentações programadas, etc);
Coral com pequeno número de participantes (para apresentações curtas);
Mágico (para pediatria e adultos);
Artesão (crochê, tricô, cestaria, origami, bordado, etc.);
Comunicador (escrever cartas e cartões);
Distribuição de Kits Infantis no Ambulatório;
Recreação de adultos (jogos diversos e bingo);
Distribuição de Material de Leitura no ambulatório e nas enfermarias.


Deveres e Direitos do Voluntário

DEVERES
1 - APRESENTAR-SE ao paciente como VOLUNTÁRIO;
2 - Buscar ajuda dos profissionais de saúde sempre que o paciente demonstrar alguma necessidade;
3 - NÃO CAPTAR RECURSOS sem consentimento expresso do INTO;
4 - Cumprir a carga horária semanal definida no TERMO DE ADESÃO e assinar lista de frequência na sala do voluntariado. A ausência não justificada por mais de 4 semanas representará o desligamento automático;
5 - NÃO DAR informações às imprensas falada, escrita ou televisiva sobre a entidade sem o prévio consentimento da Direção;
6 - Escrever no livro de ocorrências do setor qualquer anormalidade ocorrida durante a execução da atividade;
7 - Ler com atenção a LEI FEDERAL 9.608 de 18 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre o serviço voluntário;
8 - Não emitir opinião para o paciente sobre o seu estado de saúde;
9 - Guardar sigilo quanto aos problemas dos assistidos, sejam eles diagnósticos médicos, problemas familiares ou outros;
10 - Permanecer nas dependências do INTO apenas pelo tempo declarado em seu TERMO DE ADESÃO;
11 - Permanecer no INTO apenas quando também estiver presente pelo menos um membro da equipe responsável pelo projeto;
12 - Realizar no INTO APENAS as atividades declaradas no termo de adesão;
13 - Realizar qualquer ação com o paciente APENAS APÓS O CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO do mesmo;
14 - Reportar-se APENAS à equipe profissional responsável pelo projeto, sempre que for desenvolver uma atividade;
15 - Ser cordial e usar linguagem adequada;
16 - Submeter o seu trabalho à avaliação da equipe responsável pelo projeto, sempre que solicitado;
17 - Submeter-se a um TREINAMENTO e às regras fixadas durante o mesmo;
18 - Comparecer ao INTO sempre uniformizado e com crachá;
19 - NÃO VENDER qualquer tipo de mercadoria dentro do INTO;
20 - Zelar pelo material que está sob sua responsabilidade.

DIREITOS



1 - Dispor dos recursos necessários à execução do seu trabalho, na medida das possibilidades do INTO;
2 - Ser tratado com cordialidade e respeito pela equipe de profissionais do INTO;
3 - Suspender a execução de suas atividades no INTO sempre que necessite. É desejável que comunique à equipe responsável oficialmente com, no mínimo, uma semana de antecedência;
4 - Obter esclarecimentos da equipe técnica que sejam importantes para a realização de sua atividade;
5 - Receber um uniforme e crachá de identificação;
6 - Receber reconhecimento e estímulo;
7 - Participar de reuniões semestrais com a equipe responsável, emitindo opiniões e sugestões para contínua melhoria do trabalho.

Como é feito o recrutamento?




Pessoalmente no setor;
Mediante prévio agendamento telefônico - telefone: (21) 2134-5000 Ramal: 4259 (Alexsandra, Isabela ou Alessandra Cabral);
Através do formulário disponível nesta página.


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