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terça-feira, 9 de outubro de 2012

AIDS E PREVENÇÃO / PROMOÇÃO


Material do Curso de Multiplicadores Surdos
para Prevenção HIV, Aids, DST.
O material produzido pela AJA VideoEscola durante o curso de Multiplicadores Surdos para Prevenção de HIV, Aids e DST tem o objetivo de fornecer informação sobre o sistema imunológico, HIV, AIDS, doenças sexualmente transmissíveis, higiene pessoal e educação sexual para jovens surdos e/ou com deficiência auditiva, de ambos os sexos, visando o aumento da consciência dos jovens surdos quanto a prevenção do HIV e DST, e o combate a discriminação das pessoas vivendo com Aids.

As atividades do curso de multiplicadores: preparação de material, aulas, vivências, dramatização, etc, foram documentadas em vídeo a fim de auxiliar no processo de replicação do projeto. Instituições interessadas em promover atividades similares poderão encontrar abaixo todo o material e links para: assistir amostra do vídeo, adquirir o DVD com o vídeo completo. Podem fazer download, utilizar e distribuir gratutitamente os materiais produzidos para o curso de multiplicadores: documentos para elaboração de projeto, apostila do curso, avaliações e pesquisas com os multiplicadores surdos.

Assista abaixo a versão editada do vídeo:
Atividades dos Multiplicadores Surdos - Prevenção HIV, Aids, DST.
Aguarde o vídeo ser carregado e clique na seta para tocar.

Download material, modelos e pesquisas do Curso de Multiplicadores Surdos - Prevenção HIV, Aids, DST
Para ler os arquivos acima, em PDF, você precisa do Acrobat Reader:Faça Download PDF ReaderFazer Download Acrobat Reader

Impressos para prevenção de HIV e Aids para Pessoas Surdas
Clique sobre as imagens abaixo para abrir o arquivo maior, salve, imprima e distribua entre a Comunidade Surda de sua cidade.

Assista, agora, ao vídeo "Aninha do Beto" (BRASIL, 2006i) no qual está sendo negociado o uso da camisinha e reflita sobre o tema....



Assista, agora, ao vídeo "Aninha do Beto" (BRASIL, 2006i) no qual está sendo negociado o uso da camisinha e reflita sobre o tema.

A SACANAGEM JA COMEÇOU Vereadores de Natal faltam trabalho pós-eleições... ELEIÇÃO JA PASSOU AGORA MUNICIPES QUE EXPLODAM-SE... SO DAQUI A DOIS ANOS BEIJOS, ABRAÇOS, E MUITA COVARDIA E MAIS MUITO ESTOU PREPARADO " NA VERDADE PARA RECEBER O SALARIO E AS VANTAGENS"...


RESSACA ELEITORAL »Vereadores de Natal faltam trabalho pós-eleições

Sérgio Vilar, do DN Online

Você aí tem direito a folga do trabalho após um dia cansativo? Os vereadores se dão a este luxo. Pós-eleição, nenhum dos 24 parlamentares compareceu nesta segunda-feira (08) ao expediente normal na Câmara Municipal de Natal. O regimento interno da Casa não prevê esta folga ou desconto na folha salarial dos parlamentares em razão do não comparecimento ao trabalho no dia de hoje, pós-eleição, visto que não houve sessão. 
 
Funcionários da Casa cumpriram expediente normal. E apesar da diferença de tratamento, o tom era de concordância. Sob pedido de anonimato, comentaram que era “justo” a folga porque o dia da eleição é sempre desgastante e era prática comum na Câmara o vazio pós-campanha. “Se você vier aqui amanhã (terça) à tarde, vai ser diferente. Hoje nem sessão foi marcada”, disse um dos funcionários.

Os extremos da educação pública RN E NO BRASIL... FILHOS DE POLITICOS OBRIGADOS A ESTUDAR EM ESCOLA PUBLICA - LEI OBRIGATORIA...

Um quilômetro de distância e 2,9 pontos separam a melhor e a pior escola da rede pública classificada no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica de 2011, em Natal. Os números analisados são referentes à avaliação da qualidade do ensino nos anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano, as antigas 5ª e 8ª séries do primeiro grau), e destacam a municipal 4º Centenário e a estadual Alberto Torres - que, respectivamente, obtiveram notas 4,5 e 1,6 no Ideb. A média no interior é superior à da capital, e a melhor posicionada no Ideb 2011 é a Escola Municipal Rotary, de Mossoró, com nota 5,4. As avaliações são bienais, abordam as disciplinas de Português e Matemática e são aplicadas no encerramento de cada ciclo: fundamental 1 e 2 e ensino médio.

Mas o que há de tão diferente entre essas escolas? Basicamente, segundo a secretária Estadual de Educação, Betânia Ramalho, "o empenho em ensinar", ou o compromisso dos educadores com seus alunos. Entre outros fatores que também interferem nos resultados está o tempo de permanência do diretor no cargo: a melhor média é registrada nas escolas onde o gestor passa pelo menos três anos à frente da instituição. O incentivo à leitura e o acompanhamento familiar são outros pontos considerados.

Longe de ser punitivo, o Ideb nada mais é que uma maneira do Ministério da Educação e das secretarias Estadual e Municipal monitorar a qualidade do ensino básico, cujo resultado pode nortear ações e investimentos.

Perspectiva

Rosane Luz, diretora da Escola Estadual Alberto Torres, falou da falta de perspectiva dos alunos quanto ao futuro acadêmico: "Bem que poderiam desejar cursar o ensino médio no IFRN, almejar um vestibular, mas são poucos os que pensam assim.

A aluna Lavínia Tayná Nascimento Araújo, 14, estuda na turma do 8º ano no Alberto Torres, e disse que vai se esforçar para melhorar o índice da escola. "Quero seguir carreira de enfermagem", declarou a garota que gosta de Ciências, Geografia, Português e "um pouco de Matemática" apesar da dificuldade com a disciplina, mas não cogita cursar o IFRN.

Situação bem diferente dos alunos da escola municipal 4º Centenário, onde praticamente toda a turma do 9º ano quer ingressar no ensino médio do Instituto Federal. Essa é a meta do estudante Igor Vinícius Pereira Justino, 13 anos. "Quero fazer Geologia", garante. Igor tem boa notas em Português e revelou que prefere Matemática, Ciências e Inglês. "Vou bastante à biblioteca, a escola incentiva muito a leitura, e uma vez por semana temos um horário a mais para leitura e interpretação de textos", lembrou.

Escola com pior índice não consegue melhorar 

Com 76 anos de tradição, a Escola Estadual Alberto Torres, em Petrópolis, tem 463 alunos - entre 9 e 16 anos - divididos em 14 turmas do 4º ao 9º ano. De 2007 para cá, a escola caiu de 2,6 para 1,6, e a diretora Rosane Batista Luz, há dois anos no cargo, adiantou que sua gestão só será avaliada na próxima edição do Ideb. Sobre o fraco desempenho da escola em 2011, ela chama atenção para uma série de fatores que podem justificar a nota baixa. 

"No dia da prova caiu um temporal aqui em Natal, e dos 28 alunos 
Magnus NascimentoEscola Estadual Alberto Torres obteve índice 1,6 no último IdebEscola Estadual Alberto Torres obteve índice 1,6 no último Ideb
aptos para fazer a prova apenas 11 compareceram. Isso prejudicou bastante o resultado", justificou. Ela também atribuiu a performance negativa à ausência de uma coordenação pedagógica desde que assumiu a direção. "O quadro de professores ficou desfalcado de abril ao mês de outubro, e isso interfere no desempenho final dos alunos", acrescentou Rosane. Devido o índice, o Alberto Torres recebeu R$ 20 mil do MEC para investir em melhorias pontuais.

"Temos biblioteca, sala multimídia, laboratório de informática e o Programa Mais Educação, que oferece atividades extracurriculares como oficinas de música, capoeira, leitura e interpretação de textos, xadrez, karatê e informática", enumera a diretora, lembrando que "o perfil dos alunos" deve entrar na contabilidade do baixo resultado. Quase que a totalidade das crianças e adolescentes que estudam no Alberto Torres são de Mãe Luiza, "acredito que uns 98%", bairro onde as discrepâncias sociais, econômicas e culturais refletem diretamente no rendimento escolar. Para Rosane, "diante da realidade social vulnerável", os estudantes acabam "amadurecendo muito cedo e o ambiente escolar nem sempre oferece o que eles querem". 

Ela reclama por maior presença dos pais, mas ressalta que o principal elo da corrente são mesmo os professores: "Todos precisam ter compromisso, do porteiro à direção, e a necessidade da escola em ter um profissional para cuidar da coordenação pedagógica também pesa. Precisamos de alguém que possa enfrentar conosco os novos desafios da educação".

Iniciativa privada ajuda escola alcançar melhor nota

Melhor posicionada no Ideb em Natal, com 4,5 pontos registrados na avaliação de 2011 (em 2007 esse índice era um pouco melhor: 4,9), a Escola Municipal 4º Centenário tem apenas 12 anos desde que foi criada, e até agora teve apenas uma única diretora, Uyara Olímpio Mesquita. Com 710 alunos e 18 turmas do 6º ao 9º ano, a escola está focada em preparar os estudantes para ingressar no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN. "Oferecemos aulas de reforço em português e matemática, cursinho para o IFRN e atividades extracurriculares. Tivemos 32 alunos aprovados no IF em 2011", orgulha-se a diretora.

Magnus NascimentoEscola Municipal 4º Centenário lidera as melhores notasEscola Municipal 4º Centenário lidera as melhores notas
Para Uyara Mesquita, o grande diferencial "é o compromisso da equipe". "Trabalhamos com uma gestão descentralizada, é aí que está a diferença: cada um sabe qual seu papel dentro da estrutura", comemora. "Os alunos são constantemente motivados, há uma boa integração entre professores e pais, e a evasão escolar é nula". A escola, que tem duas coordenadoras pedagógicas pela manhã e outras duas à tarde, ainda acumula alunos destacados nas olimpíadas nacionais de português e matemática.

A diretora disse que contorna as dificuldades inerentes à gestão municipal com jogo de cintura. "A Secretaria Municipal de Educação tem dado apoio na medida do possível. Não falta merenda e não há atrasos nos repasses. Se falta alguma coisa, damos um jeito com a verba que temos para a manutenção da escola, e assim vamos seguindo". Ela acredita que a Prefeitura precisa criar outras escolas com o perfil da 4º Centenário.

A vice-diretora Janny Costa, lembrou que o fato da escola funcionar dentro das instalações da UnP Floriano Peixoto "ajuda bastante" na hora de suprir alguma deficiência do Município, mas reforça que o planejamento anual da escola "prioriza a melhoria do ensino". "Temos as mesmas dificuldades das outras escolas municipais e felizmente não dependemos única e exclusivamente da Prefeitura". Janny disse que a escola supre "a carência dos alunos com aulas de reforço" e que o diferencial "é a equipe de professores extremamente compromissada".

O que é Ideb

Aplicado a cada dois anos, as provas do Índice permitem um mapeamento detalhado da educação brasileira. Os dados são tabulados por escolas, municípios e estados, e identificam as escolas que mais precisam de investimentos para obter resultados mais positivos.

Como usar  

O Índice orienta os pais na hora de escolher em qual escola matricular seus filhos, e estimula a sociedade cobrar por melhorias no ensino junto aos gestores públicos e diretores das instituições. Paralelamente, o Ideb também alerta professores e responsáveis pelas escolas, e aponta bons exemplos que merecem ser seguidos; e ajuda prefeitos e governadores identificar problemas e potencialidades dentro da rede de ensino.

Bate-papo: Betânia Ramalho - secretária estadual de Educação

Qual a importância do Ideb dentro do planejamento da Secretaria?
Em primeiro lugar é importante ressaltar que o Ideb trata-se de uma avaliação externa utilizada como referência. Serve para traçar metas de aprendizado e avaliar o conhecimento do estudante ao final de cada ciclo. Durante nossas jornadas pedagógicas, discutimos com as escolas esse resultado, identificamos as necessidades, planejamos a qualificação dos profissionais e orientamos a gestão de acordo com o desempenho de cada uma das 698 escolas espalhadas pelo RN. Queremos que os gestores se apropriem desses dados e avaliem a própria atuação. É interessante que os pais também tomem conhecimento desses índices para cobrar melhorias no aprendizado.

A senhora falou sobre a "mania de transferir responsabilidade"...?
Exato. A Secretaria procura dar o suporte às escolas para não haver essa transferência de responsabilidade. Não adianta dizer que o resultado foi insatisfatório por causa da família, do Governo, da Secretaria. A gestão das escolas é autônoma.

E por que as escolas do interior obtêm resultados superiores aos da capital?
É um fenômeno nacional: nas capitais a situação é muito mais complexa, e incluem disparidades sociais, econômicas e culturais. Essas diferenças são bem maiores em Natal. Nas cidades do interior, a família acompanha mais de perto o rendimento escolar, a adesão da sociedade quanto as escolas públicas é maior. Tudo isso torna a gestão mais simples. 

Qual a avaliação que a Secretaria faz do resultado do Ideb no RN?
O resultado não é bom, assim como em todo o país. Há uma melhora mais significativa nos anos iniciais (do 1º ao 5º ano), mas mesmo assim ainda é insuficiente. Não são resultados que possamos comemorar, há muito trabalho a ser feito ainda. Lembro que o RN estava na laterna nível Brasil no início de 2011, talvez no próximo Ideb (2012/2013) possamos ter um novo quadro.

E sobre as observações apontadas pela direção do Alberto Torres para a nota baixa: lá não há uma pessoa responsável pela coordenação pedagógica, a participação dos pais na vida escolar dos filhos é pequena, tem a questão social também?
Tudo isso que foi dito influencia, mas a direção precisa saber lidar com a realidade local e criar maneiras de envolver a família, incentivar os alunos. É um trabalho que exige muito do profissional, que precisa tomar para si as responsabilidades para contornar situações complexas. Tem que haver um olhar diferenciado. Claro que a falta de coordenação pedagógica interfere, prejudica, mas o gestor pode acionar a Secretaria quanto a orientação.

Dono de pizzaria mata cliente no interior achando que era bandido - VIOLENCIA GRATUITA NO RN...


Dono de pizzaria mata cliente no interior achando que era bandido



Um homicídio, apontado inicialmente como acidental, foi registrado por volta das 19h30 dessa segunda-feira (8), em uma pizzaria no centro de Brejinho, situado a 48 km de distância de Natal. Segundo o soldado Roberto, policial militar local, a vítima de 19 anos, identificada até o momento como Luan, foi baleada quando tentava entrar no estabelecimento na companhia de sua namorada e amigo. Na ocasião, o proprietário identificado como Antônio de Oliveira Melo, de 45 anos, que estava na companhia do filho e um funcionário, realizou um disparo espingarda calibre 28, atingindo a região do peito do jovem.

O soldado Roberto revelou que a vítima não percebeu que o estabelecimento estava fechado, e foi surpreendido enquanto abriu o portão e se dirigia até a entrada. “Existe uma vidraça onde o proprietário visualizou toda a movimentação. Assustado, achando que era assalto, o disparo foi efetuado”, contou o PM. 

O jovem foi socorrido para o hospital local, porém, diante do estado grave, foi encaminhado para o pronto-socorro Clóvis Sarinho, não resistindo ao ferimento. O dono do estabelecimento se encontra foragido até o momento.

Um homicídio, apontado inicialmente como acidental, foi registrado por volta das 19h30 dessa segunda-feira (8), em uma pizzaria no centro de Brejinho, situado a 48 km de distância de Natal. Segundo o soldado Roberto, policial militar local, a vítima de 19 anos, identificada até o momento como Luan, foi baleada quando tentava entrar no estabelecimento na companhia de sua namorada e amigo. Na ocasião, o proprietário identificado como Antônio de Oliveira Melo, de 45 anos, que estava na companhia do filho e um funcionário, realizou um disparo espingarda calibre 28, atingindo a região do peito do jovem.

O soldado Roberto revelou que a vítima não percebeu que o estabelecimento estava fechado, e foi surpreendido enquanto abriu o portão e se dirigia até a entrada. “Existe uma vidraça onde o proprietário visualizou toda a movimentação. Assustado, achando que era assalto, o disparo foi efetuado”, contou o PM. 

O jovem foi socorrido para o hospital local, porém, diante do estado grave, foi encaminhado para o pronto-socorro Clóvis Sarinho, não resistindo ao ferimento. O dono do estabelecimento se encontra foragido até o momento.

Publicação: 09/10/2012 08:40 Atualização: 09/10/2012 08:44
De Rodrigo Matoso para o DN Online

Diante da inércia da Prefeitura, o juiz deferiu o bloqueio do valor total requerido pelo MP, ou seja, R$ 1.961.681,33. Em pouco mais de um mês, portanto, foram necessárias quatro interferências judiciais para que o município cumpra com as obrigações financeiras da UPA de Pajuçara e das AMEs de Brasília Teimosa, Planalto e Nova Natal. Prevendo novos bloqueios...

Maria da Guia Dantas - repórter

Alberto LeandroUPA de Pajuçara é administrada pela Marca, que está sob intervençãoUPA de Pajuçara é administrada pela Marca, que está sob intervenção
O juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal, Airton Pinheiro, determinou pela quarta vez este ano o bloqueio de recursos do município de Natal para garantir os serviços da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Pajuçara e dos Ambulatórios Médicos Especializados ( AME's) de Brasília Teimosa, Planalto e Nova Natal. A última decisão, proferida na sexta-feira (5), ordenou a expedição de alvarás para repasses de quase R$ 2 milhões da conta única da Prefeitura para a Associação Marca Promoção de Serviços, gerenciadora das unidades hospitalares, atualmente sob intervenção  judicial. O Ministério Público, autor dos sucessivos pedidos junto ao Poder Judiciário, argumentou que o município até agora não repassou nenhum dos valores referentes ao mês de outubro, o que pode resultar na paralisação completa das atividades.

"Sem os pagamentos mensais dos contratos firmados, os funcionários, prestadores de serviços e fornecedores deixarão de executar as atividades", alertou o promotor substituto que assinou a última peça do MP, José Roberto Torres.  Ele frisou  que a situação é no mínimo preocupante. Ainda mais quando o próprio interventor da Marca, Marcondes Diógenes, em contato pessoal com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), foi informado de que não existe qualquer posição do município para os repasses em atraso, inclusive os mais urgentes. 

Marcondes Diógenes foi orientado pelo Ministério Público, diante da falta de regularidade das transferências pelo município, a elaborar um cronograma de pagamentos dos serviços essenciais ao longo do prazo da intervenção judicial, ou seja, até 19 de outubro (ver retranca). De acordo com esse cronograma, R$ 772.300,00 deveriam - e não foram - ter sido repassados em 1º de outubro; outros R$ 397.950,00 se venceram - sem o devido ressarcimento - em 05 do mesmo mês; e para finalizar, R$ 791.431,33 são as despesas programadas para 10 de outubro, que também aguardam liquidação.

Diante da inércia da Prefeitura, o juiz deferiu o bloqueio do valor total requerido pelo MP, ou seja, R$ 1.961.681,33. Em pouco mais de um mês, portanto, foram necessárias quatro interferências judiciais para que o município cumpra com as obrigações financeiras da UPA de Pajuçara e das AMEs de Brasília Teimosa, Planalto e Nova Natal. Prevendo novos bloqueios, a Prefeitura requereu, ao magistrado, que estes se façam em conta específica da Secretaria de Saúde. "Embora tenha sido suscitada por este Juízo tal possibilidade, constato que não foi informado nem o CNPJ da SMS nem tampouco os dados bancários, razão pela qual determino a realização do bloqueio no CNPJ do município", decidiu Airton Pinheiro.

"Situação é alarmante", diz procurador-geral

"A situação financeira do município é bem delicada e até alarmante", respondeu o procurador-geral do município, Wilkie Rebouças, ao ser indagado sobre a disponibilidade de recursos para pagamento das despesas da Associação Marca, a administradora da UPA e das AMEs da capital. Wilkie enfatizou que a Prefeitura vai verificar se o bloqueio determinado pelo juiz Airton Pinheiro obstruiu verbas federais, cujos valores têm rubrica específica e não podem ser transferidos para fins diversos. Somente de posse desta informação, garantiu, definirá junto com a prefeita se recorre ou acata a decisão. "Estamos sensíveis com a situação, mas não podemos ser incoerentes e concordar com o repasse de recursos federais para locais não especificados", afirmou.

Ao ter bloqueados um total de quase R$ 800 mil para repasse à Marca em setembro, a Prefeitura requereu a devolução de R$ 500 mil alegando exatamente ser a verba federal. Mas o magistrado somente liberou o montante após comprovação de que houve quitação do mesmo valor pela Prefeitura. Com os bancos em greve, o recurso acabou não sendo devolvido em tempo hábil, o que motivou novo pedido de contingenciamento pelo MP, devido aos novos atrasos do mês de outubro. 

O juiz deferiu a solicitação do promotor do caso e manteve o bloqueio dos R$ 500 mil para que este se some aos demais valores a serem repassados à Marca. "Alguns juízes estão autorizando o bloqueio de verbas do Governo Federal, mas a gente entende que neste caso não é possível. Vamos analisar", finalizou Wilkie Rebouças.

Intervenção

O procurador  Wilkie Rebouças afirmou ontem que vai requerer ao juiz Airton Pinheiro a permanência da intervenção judicial da Associação Marca até o final do mandato da prefeita Micarla de Sousa (PV). Marcondes Diógenes permanece na condição de administrador da entidade até o final deste mês. "É uma intervenção bem sucedida, que tem resultado em uma economia de 50% nas despesas da UPA e das AMEs", afirmou.  O juiz ainda não recebeu o pedido. O município solicitou, inicialmente, a prorrogação da intervenção por 60 dias, mas resolveu requerer a ampliação do prazo, por entender, segundo Wilkie, que a medida contribuiu de maneira satisfatória com a situação delicada pela qual passa a Prefeitura.  "O tempo era curto para que contratássemos uma nova OS, que substituísse a Marca", assinalou ele.  Segundo o procurador, a ideia já foi discutida com o interventor e com o MP. Ambos se mostraram simpáticos à proposta. "Na pior das hipóteses vamos estender o prazo para contratar nova OS", enfatizou ele.

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