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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

QUESTIONÁRIO PARA AVALIAR COMO SUA ESCOLA ABORDA O RACISMO Postado por A Cor da Cultura ...

QUESTIONÁRIO PARA AVALIAR COMO SUA ESCOLA ABORDA O RACISMO

Uma proposta de educação de direitos humanos
No início do ano letivo, cada professor/a deve fazer uma "lista de desejos" que inclua suas propostas de como poderá ajudar a mudar o mundo, entendendo que é instituído a este trabalho a disseminação do saber e do conhecimento que são ingredientes necessários para a construção e garantia da Paz, da valorização da Diversidade, da efetivação da Igualdade e pelo respeito aos Direitos de cada pessoa que está na escola. 
Sabemos que os pais, o poder públicos e toda a sociedade também tem responsabilidades na garantia deste trabalho, mas a sociedade cobra da escola o papel de indutor de um posicionamento mais firme no exercício de garantia dos direitos e deveres, formando em grande escala cidadãos e cidadãs conscientes, responsáveis e que respeitem os Direitos e a Diversidade
Aliado a este propósito, o Projeto a Cor da Cultura apresenta um questionário para debatermos os nossos posicionamentos e os nossos questionamentos sobre questões de como tratamos as diferenças, a diversidade, o racismo, a discriminação, o sexismo e as violações de direitos humanos no nosso cotidiano e no espaço escolar. 
Nosso objetivo com este questionário é debater sobre as diversas discriminações existentes no ambiente escolar, pensarmos formas de proteção e integração dos/das alunos/as que são discriminados/as, promover mudanças de posturas de alunos/as que oprimem ou discriminam colegas, além de avaliarmos as dificuldades e desafios que estão colocados para professores/as e sociedade de maneira geral de forma a construirmos um ambiente escolar livre de preconceitos.
**********************
Adaptadas do modelo da CMEB Mário Leal da Silva, as perguntas abaixo auxiliam você a fazer um diagnóstico, junto aos professores e à equipe, de como as questões raciais são tratadas na sua instituição
Assinale a alternativa que corresponde à realidade do seu ambiente escolar
1. A trajetória histórica do negro é estudada: 
A- No Dia da Abolição da Escravatura, em agosto, mês do folclore, e no Dia da Consciência Negra. 
B- Como conteúdo, nas várias áreas que possibilitam tratar o assunto. 
C- Não é estudada.
2. Acredita-se que o racismo deve ser tratado:
A- Pedagogicamente pela escola. 
B- Pelos movimentos sociais. 
C- Quando acontecer algum caso evidente na escola.
3. A cultura negra é estudada: 
A- Como parte do rico folclore do Brasil. 
B- Como um instrumento da prática pedagógica. 
C- Quando é assunto da mídia.
4. O currículo: 
A- Baseia-se nas contribuições das culturas europeias representadas nos livros didáticos. 
B- Constrói-se baseado em metodologia que trata positivamente a diversidade racial, visualizando e estudando as verdadeiras contribuições de todos os povos. 
C- Procura apresentar aos alunos informações sobre os indígenas e negros brasileiros.
5. O professor: 
A- Posiciona-se de forma neutra quanto às questões sociais. É o transmissor de conteúdos dos livros didáticos e manuais pedagógicos. 
B- Reavalia sua prática refletindo sobre valores e conceitos que traz introjetados sobre o povo negro e sua cultura, repensando suas ações cotidianas. 
C- Tem procurado investir em sua formação quanto às questões raciais.
6. O trato das questões raciais: 
A- É feito de forma generalizada, pois a escola não tem possibilidade de incidir muito sobre ele. 
B- É contextualizado na realidade do aluno, levando-o a fazer uma análise crítica dessa realidade, a fim de conhecê-la melhor, e comprometendo-se com sua transformação. 
C- Não é considerado assunto para a escola.
7. As diferenças entre grupos etnoculturais: 
A- Não são tratadas, pois podem levar a conflitos. 
B- Servem como reflexão para rever posturas etnocêntricas e comparações hierarquizantes. 
C- São mostradas como diversidade cultural brasileira.
8. As situações de desigualdade e discriminação presentes na sociedade são: 
A- Pontos para reflexão para todos os alunos. 
B- Pontos para reflexão para os alunos discriminados. 
C- Instrumentos pedagógicos para a conscientização dos alunos quanto à luta contra todas as formas de injustiça social.
9. Acredita-se que, para fortalecer o relacionamento, a aceitação da diversidade étnica e o respeito, a escola deve: 
A- Promover o orgulho ao pertencimento racial de seus alunos. 
B- Procurar não dar atenção para as visões estereotipadas sobre o negro nos livros, nas produções e nos textos do material didático. 
C- Promover maior conhecimento sobre as heranças culturais brasileiras.
10. Quanto à expressão verbal: 
A- Acredita-se que a linguagem usada no cotidiano escolar tem o poder de influir nas questões de racismo e discriminação. 
B- Usam-se eufemismos para se referir a etnia dos alunos, para não ofendê-los. 
C- A linguagem não tem influência direta nas questões raciais.
11. Quanto ao trabalho escolar: 
A- Alguns professores falam da questão racial em determinadas etapas do ano letivo. 
B- Existe resistência dos professores para tratar a questão racial com relação à luta contra todas as formas de injustiça social.
C- Existe um trabalho coletivo sobre a questão racial com a participação de todos, inclusive da direção e dos funcionários. 
12. Quanto à biblioteca: 
A- Existem muitos e variados livros sobre a questão racial que contemplam alunos e professores. 
B- Existem alguns tipos de livros (dois ou três) que contemplam a questão racial. 
C- Não existem livros sobre o tema.
13. Quanto à capacidade dos professores sobre a questão racial: 
A- Algumas vezes no ano fazemos cursos ou grupos de estudo sobre a questão racial. 
B- Ainda não tivemos a oportunidade de estudar a questão. 
C- Procuramos incorporar o assunto nas discussões de reuniões pedagógicas, grupos de estudo e momentos de formação.
14. No trato das questões de gênero: 
A- A homossexualidade é percebida e discutida no espaço escolar. 
B- Há um trabalho efetivo de combate à homossexualidade na escola. 
C- Não se considera a homossexualidade um assunto a ser discutido na escola.
15. As discussões sobre a questão da mulher: 
A- Não se discute com os alunos a história da discriminação das mulheres na sociedade. 
B- A situação feminina é tratada em momentos pontuais, como no Dia Internacional da Mulher. 
C- A questão da mulher é amplamente discutida e incorporada aos conteúdos curriculares.
16. Quanto à abordagem sobre populações indígenas: 
A- A temática é tratada considerando as informações de livros didáticos e no Dia do Índio. B- Existe resistência dos professores para trabalhar criticamente essa temática. 
C- A escola procura romper com os estereótipos que inferiorizam a cultura destes povos.
Gabarito
Resultado:
Até 06 pontos
1- Fase da individualidade A questão racial ainda é tabu na escola, que se mantém silenciosa quando o assunto é discriminação. A diversidade étnica é desconsiderada, mesmo que tenha muitos alunos de diferentes origens em sua escola. Enquanto isso, as crianças perdem a oportunidade de formar valores essenciais para uma convivência harmônica em sociedade. Que pena.
De 07 a 18 pontos 2- Fase da negação
Embora a maioria dos professores negue a existência do racismo na sociedade e no ambiente escolar, o assunto começa a ser discutido na sua escola. No currículo, a cultura negra é considerada folclore e a história do povo negro não é exemplo de luta pela cidadania. Na tentativa de amenizar a situação, alguns professores apenas comentam a questão no Dia da Abolição da Escravatura e no Dia da Consciência Negra, não é mesmo?
De 19 a 24 pontos 3- Fase do reconhecimento
Muito bem! Sua escola está no caminho correto, pois reconhece a necessidade urgente de transformar o ambiente em um espaço de luta contra o racismo e a discriminação. Os alunos aprenderam conceitos sobre os diferentes grupos presentes na sociedade e a realidade de cada um é reconhecida e trabalhada. Continue a enfrentar esse belo desafio.
26 pontos ou mais
4- Fase do avanço
Parabéns! Sua escola progrediu bastante para construir-se verdadeiramente democrática. Visualiza com dignidade os diversos grupos étnicos e usa suas contribuições como ferramentas pedagógicas no trato da diversidade. Certamente, os alunos negros de sua escola têm a autoestima elevada e orgulho de sua origem. Todos os alunos reconhecem a necessidade de respeitar as diferenças e sabem que elas não significam superioridade nem inferioridade.

Use Camisinha | Filme oficial 2014 - Festa





Doença silenciosa
O Ministério da Saúde estima que 150 mil brasileiros são portadores do vírus HIV e não tem conhecimento de sua condição. "Se a pessoa sabe da infecção, ela já começa o tratamento imediatamente, melhorando sua qualidade de vida. Quanto mais cedo começa, a chance de transmissão se reduz muito", afirmou o Secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Mais de 190 mil homens e 75 mil mulheres já morreram no Brasil por conta da Aids. Cerca de 340 mil pessoas estão em tratamento no País – dados do final de 2013 .
Investimento
Só neste ano, serão investidos R$ 1,2 bilhão para combater à Aids e demais DSTs, sendo R$ 770 milhões em medicamentos. São 518 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) por todo o País, com mais de 8 milhões de testes feitos em 2013, que é realizado em apenas 30 minutos.
O Brasil é o primeiro no mundo a oferecer o tratamento, logo após a descoberta do vírus no teste rápido.
A doença
A Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é causada pelo vírus HIV – e pode ou não (fase assintomática) se manifestar no organismo do portador. A doença, quando desenvolvida, ataca o sistema imunológico, comprometendo seu funcionamento e deixando-o vulnerável a outros males. A relação sexual sem camisinha com alguém infectado, o compartilhamento de seringas e a reutilização de objetos perfurocortantes contaminados pelo HIV são as principais formas de contágio.
O tratamento deve ser iniciado imediatamente após a descoberta, com medicamentos antirretrovirais. Mulheres grávidas contaminadas com o HIV têm 20% de chance de transmissão para o bebê quando não há tratamento, mas este número cai para menos de 1% caso a mãe siga as medidas preventivas e recomendações médicas. 
Fonte: 

Campanha Carnaval 2014 60"

Manifesto pelo fim do Racismo e do Genocídio da Juventude Negra. A injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo o lugar. (Martin Luther King)

Geovan Bantu SOCIALIZANDO AÇÃO COLETIVA E DIFUSA...

Manifesto pelo fim do Racismo e do Genocídio da Juventude Negra.

A injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo o lugar. (Martin Luther King)

Nos últimos meses surgiram em diferentes localidades do país casos extremos de violações de direitos de jovens negros e moradores de periferia, repercutidas pela mídia com estímulo a sua reprodução. A imagem do jovem negro, torturado, mutilado, nu e acorrentado pelo pescoço a um poste em uma área nobre da zona sul do Rio de Janeiro, crime cometido por um grupo denominado de “Justiceiros do Flamengo” no dia 2 de fevereiro de 2014, no bairro do Flamengo, nos remete ao mais perverso crime que lesou a humanidade: a escravidão.
Somada a outras expressões públicas de racismo que se multiplicam nos shopping centers, salões de beleza, supermercados, bancos, estádios de futebol e nas ruas com linchamentos públicos justificados pela ausência ou demora das forças policiais, que por sua vez também são agentes de torturas e assassinatos nas periferias do país, estes fatos se conectam evidenciando o recrudescimento do racismo e da violência letal contra a juventude negra, que por suas proporções e desumanidade configuram no Brasil um quadro insustentável de genocídio.
Estigmatizada, subjugada e inferiorizada socialmente a juventude negra está em risco permanente, suspeito padrão num processo de acúmulo de desrespeito e discriminações. Ser jovem, negro e de periferia é quase um ato heróico evidenciado pela luta constante pelo direito a vida com dignidade, sobrevivendo a sistemáticas violações de direitos entre elas humilhações publicas, violência física e morte.
Com acesso precário à justiça oficial, os jovens negros e pobres, especialmente se estiverem em situação de rua, ou utilizando algum tipo de entorpecente, enfrentam tribunais populares ou o arbítrio de agentes policiais que os julgam sumariamente e aplicam as penalidades que avaliarem adequadas, ainda que desumanas e letais. Não se considera a inocência do acusado como possibilidade, tampouco se respeita o direito a julgamento justo assegurado pela Constituição Federal.
Mais do que a perpetuação da subalternização dos corpos negros, a naturalização da violência empregada como suposta justiça das ruas nos causa grande indignação e aponta, mais uma vez, para os desrespeitos físicos, materiais e subjetivos desses jovens. A justiça no Brasil é seletiva e diariamente, jovens negros são humilhados, agredidos, alijados de seus direitos enquanto seres humanos. No mais cruel ato racista, esses são assassinados por omissão ou ação muitas vezes praticada pelo Estado brasileiro atualizando as estatísticas assombrosas que indicam a morte de um jovem negro a cada duas horas.
Historicamente, o movimento social negro lutou pela liberdade e pela democracia no país. Especialmente os Movimentos Negros e de Direitos Humanos, travaram intensas lutas pela conquista e garantia de direitos para TODO o povo brasileiro.
Embora essa violência não seja recente, a juventude negra enfrenta hoje o recrudescimento de sua invisibilidade enquanto sujeitos de direito, tendo suas mortes naturalizadas e até justificadas por suspeitas de infração da lei ou descuidos na atuação de agentes policiais. Como podemos destacar em casos emblemáticos como o dos irmãos Ricardo e Ênio e o menino Joel em Salvador, a repressão aos “rolezinhos”, os casos de tortura e morte no complexo de Pedrinha no Maranhão, o assassinato de Gutenberg em Alagoas, as chacinas do Juramento no Rio de Janeiro e de Campinas em São Paulo, a tortura ao Quilombo Rio dos Macacos na Bahia, o assassinato de Amarildo no Rio de Janeiro, a remoção sumária das famílias negras nos territórios desapropriados para Copa do Mundo e como tantos outros episódios causados por ação ou omissão do Estado brasileiro. Os casos de violação dos Direitos Humanos desta população retratam a insuficiência e ineficiência do Estado.
Esses e outros eventos nos comprovam que para além de reconhecer o seu racismo, o país precisa combatê-lo diariamente e com urgência! E quando dizemos racismo, entendam que é impedir que os jovens executem ações corriqueiras como andar na rua, em Shopping e em outros locais pelo fato de ter a pele negra ou ter o cabelo crespo. As comparações entre como eram tratados os escravos e a população negra atual guardam similitudes que saltam aos nossos olhos sem que façamos esforço. A violação dos diretos humanos e de uso de poder físico e simbólico de um grupo sobre outro permanece em um formato não tão diferente, com contornos atualizados e readequados para a atual sociedade.
A construção de uma segurança pública eficiente e não discriminatória passa por outros processos, que se relacionam com a promoção de modificações nas condições reais de vida da população, não pela reprodução de violências, em pela compra de armas.
As ações existentes são importantes, porem insuficientes para parar o Genocídio da Juventude Negra. É preciso ações concretas, tais como: a aprovação do PL 4471/2012, que obriga a investigação nos casos de mortes registradas como Autos de Resistência; a aprovação do PL 6738/2013, que prevê a reserva de vagas para negras e negras no Serviço Público Federal; o combate à intolerância religiosa contra as religiões de matriz africana em suas diversas expressões, a garantia da titularização das terras quilombolas e indígenas; o acesso à justiça e amparo às famílias das vitimas de violência; o marco regulatório da mídia, que promova a inclusão positiva de artistas negros, assim como o combate as representações estereotipadas de pessoas negras nos programas jornalísticos e; principalmente, um novo modelo de segurança pública que permita a desmilitarização da Polícia, o desencarceramento da juventude negra e a discussão de uma política sobre drogas anti-proibicionista e casada com o sistema de saúde, na perspectiva da redução de danos.
A tradição de matriz africana nos ensina que a justiça é um machado afiado que humaniza ao cortar pra os dois lados. Não é cega e tem como maior compromisso o equilíbrio do coletivo, reconhecendo e lidando com equidade com diferentes e desiguais. Sem a garantia de direitos não há justiça.
Repudiamos toda forma de violência contra a população negra e sua juventude, bem como o descaso e a invisibilidade com que somos tratados diariamente e em todas as esferas institucionais. Reafirmamos nossa luta por um Brasil sem racismo em que nossos corpos negros não sejam mais submetidos às históricas violências físicas e simbólicas, como nesse inaceitável caso do jovem negro que teve não apenas suas roupas arrancadas e seu corpo agredido, mas sua dignidade ceifada por ditos “justiceiros”.
Que o machado de Xangô inspire a sociedade Brasileira a construir uma justiça não racista.



Assinam o Manifesto:
Fórum Nacional de Juventude Negra - FONAJUNE
Coordenação Nacional de Entidades Negras - CONEN
Fórum Estadual de Juventude Negra do Espírito Santo – FEJUNES
Coletivo de Mulheres Negras Aqualtune
Levante Popular da Juventude
JCONEN
Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional de Matriz Africana
Mona Bantu
União de Negros e Negras pela Igualdade - UNEGRO
Fórum de Juventudes - RJ
Fórum Social de Manguinhos
Coletivo Casa de Pretas
Grupo de Jovens Comunicadores Mídia Periférica
CMA HIPHOP - Comunicação, Militância e Atitude HipHop
Articulação Interredes de Jovens do Nordeste
Orooni - Articulação de Jovens de Candomblé
PCE HipHop
REDE MANDACARU BRASIL

EMANOEL LAILSON, É com orgulho nosso que o jovem religioso de terreiros e Matriz Africana, membro da REDE MANDACARU BRASIL e coordenador colegiado do grupo de afirmação AFROLGBTTS do RN em articulação nacional /regional, construindo a sua formação pessoal como militante social, participa da segunda formação promovida pelo ministério da saúde e ARTICULAÇÃO AIDS E LGBTT DO RN, a formação em DIREITOS HUMANOS...





 É com orgulho  nosso que o  jovem religioso de terreiros e  Matriz Africana,  membro da REDE MANDACARU BRASIL  e  coordenador colegiado do grupo de afirmação AFROLGBTTS do RN em articulação nacional /regional, EMANOEL LAILSON,  construindo a sua formação pessoal como militante social, participa da segunda formação promovida pelo ministério da saúde/ PROGRAMA ESTADUAL DE DST/HEPAIDS DO RN e  a ARTICULAÇÃO  E FÓRUM AIDS E LGBTT DO RN,  a formação em DIREITOS HUMANOS, aconteceu em dois dias nas dependências do IFRN da cidade alta contagiada pela formação  e pela diversidade entre os participantes de varias cidades do RN e de varias outras instituições EM TEMPO ENALTECEMOS A PRESENÇA DO RELIGIOSO matriz africana ERIDELSON (LADEANDO LAILSON)   E COORDENADOR DO "CPS" DE CAMPO REDONDO/RN,  ENTIDADE PARCEIRA NOSSA E OUTRO GRANDE ÍCONE DA LUTA HISTORICA E AFIRMATIVA LGBTT NO RN  e da politica afirmativa das diversidades.
 O jovem EMANOEL Lailsom que atualmente e religioso membro da casa de Oyagitalosi com sede no município de são Gonçalo do Amarante - RN e  repassara  a formação em breve a outros religiosos e jovens. aproveitamos para convidar a comunidade  LBGTTS AFRO  PARA PARTICIPAÇÃO EFETIVA E CONSTRUÇÃO DE POLITICAS AFIRMATIVAS junto a diversas entidades e bem como CASO QUEIRAM ESPERAMOS POR TODAS E TODOS NESTE LUTA 
GRUPO DE AFIRMAÇÃO  AFRO LGBTTS DO RN...

A REDE MANDACARU BRASIL APOSTA EM NOVAS LIDERANÇAS E SEMPRE NO PROTAGONISMO JUVENIL " A FORMAÇÃO CONTINUA E PARTICIPATIVA E UM DOS NOSSOS EIXOS EXISTÊNCIAIS"

  GRUPO DE RESISTÊNCIA AFROLGBTTS DO NORDESTE - REDE MANDACARU BRASIL


CURSO DE FORMAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS MINISTÉRIO DA SAÚDE REALIZAÇÃO DA  ARTICULAÇÃO  E FORUM AIDS DO RN.
"O JOVEM EMANUEL LAILSON E O PRIMEIRO EM PÉ SENTIDO ESQUEDA DIREITA DE CAMISA AMARELA"...




GRUPO DE RESISTÊNCIA AFROLGBTTS DO NORDESTE - REDE MANDACARU BRASIL

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

DECRETO Nº 35.192, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2014., Art. 1º A regularização urbanística e fundiária das unidades imobiliárias ocupadas por entidades religiosas de qualquer culto para celebrações públicas, entidades de assistência social e Povos e Comunidades Tradicionais no Distrito Federal será implementada de acordo a regulamentação

DECRETO Nº 35.192, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2014.
Regulamenta a Lei Complementar nº 806, de 12 de junho de 2009, e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe conferem os 
incisos VII e XXVI, do art. 100, da Lei Orgânica do Distrito Federal, DECRETA:
Art. 1º A regularização urbanística e fundiária das unidades imobiliárias ocupadas por entidades 
religiosas de qualquer culto para celebrações públicas, entidades de assistência social e Povos e 
Comunidades Tradicionais no Distrito Federal será implementada de acordo a regulamentação 
prevista neste






Decreto.http://www.buriti.df.gov.br/ftp/diariooficial/2014/02_Fevereiro/DODF%20N%C2%BA%2041%2024-02-2014/Se%C3%A7%C3%A3o%2001%20-%20041.pdf

domingo, 23 de fevereiro de 2014

E AGORA? Cisternas de plástico derretem diante do forte sol...

E AGORA? Cisternas de plástico derretem diante do forte sol

As imagens, divulgadas pela ASACOM (Assessoria de Comunicação da ASA), são impressionantes. As cisternas de plástico, para as quais o governo garantiu duração de 15 anos, não resistiram três meses sob o sol e as chuvas do sertão, particularmente em Cedro, Ceará.

O dinheiro público (cinco mil reais cada), os resíduos, a decepção das famílias, tudo faz parte do lixo despejado pelo governo federal no semiárido. Quem será responsabilizado?



Antes se dizia que no Brasil não há memória. Mas, hoje, cada celular é uma câmara fotográfica e a rede de internet põe no mundo o que se quer. Portanto, a vigilância será permanente . ...

É verdade que o governo recuou e se comprometeu a refazer o contrato com a ASA para continuar a convivência com o semiárido da sociedade civil. Recuou também de 300 mil cisternas de plástico para 60 mil.

Mesmo assim, diante do que salta aos olhos, ainda vai despejar 60 mil peças de lixo plástico na cabeça dos nordestinos.

Merecemos mais respeito.




Fonte: Roberto Malvezzi (Gogó) é assessor da CPT (Comissão Pastoral da Terra).

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Campanha alerta foliões sobre drogas, dengue e sexualidade no Carnaval REDE MANDACARU BRASIL ESTA CONFIRMADO NO CARNAVAL 2014 ... ação DIZ AI NO CARNAVAL 2014...



REDE  MANDACARU BRASIL ESTA CONFIRMADO NO CARNAVAL 2014 ...
 DIZ AI: “Se tem festa, festaço ou festinha, tem que ter camisinha”, a campanha visa o carnaval, Copa do Mundo e festas juninas" 



APOIO: MINISTÉRIO DA SAÚDE,  GRUPO CULTURAL PEDUBREU TECNOCO,  FORUN LGBTTS DO RN, PROGRAMA ESTADUAL DST HEPAIDS RN, SEJEL SAO GONÇALO DO AMARANTE, "SECRETARIA DE SAUDE E PREFEITURA DE BARRA MAXARANGUAPE RN





















Estados e municípios receberam 104 milhões de preservativos na primeira remessa deste ano. A medida tem como objetivo estimular o uso da camisinha durante as principais festas realizadas no país.
A campanha de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e aids do carnaval deste ano, que começa a ser veiculada a partir desta terça-feira (25), será estendida a todos os grandes eventos e festas populares, como São João e a Copa do Mundo. Com o slogan “Se tem festa, festaço ou festinha, tem que ter camisinha”, a mobilização pretende alertar para a prevenção nos momentos de divertimento. A campanha, que é dirigida à população em geral - na faixa etária de 15 a 49 anos - foi apresentada nesta terça-feira (25) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, em Brasília.
O estímulo ao uso do preservativo durante as festas realizadas anualmente em todo o Brasil é um dos focos da campanha. São dois filmes: o primeiro fala de festas, mas não se restringe ao carnaval e será usado durante todo o ano. Este filme mostra imagens com os principais eventos que irão acontecer nas mais diversas regiões do Brasil, como a Copa do Mundo, o carnaval, festas juninas, parada gay, entre outros. O segundo filme é sobre o personagem Juca, que apresenta situações divertidas para todos os tipos de festas e ocasiões, com enfoque no uso da camisinha.
“Estamos reforçando a ideia de que a prevenção deve ser feita durante todo o ano, e não apenas no carnaval. Além disso, reafirmamos a necessidade de trabalhar com todos os grupos da sociedade, independente  de faixa etária ou gênero, ou seja, o alvo é população brasileira sexualmente ativa”, afirmou o ministro ao apresentar a campanha.
Segundo o ministro, além de chamar a atenção para o uso do preservativo, a campanha alerta sobre a importância da testagem. “O diagnóstico precoce da aids tem uma dimensão individual ao permitir o início do tratamento mais cedo, garantindo maior qualidade de vida ao paciente. A testagem também tem uma importância coletiva,  já que o uso dos medicamentos antirretrovirais interrompe a cadeia de transmissão do vírus”, ressaltou o ministro.
A ideia é dar continuidade às ações nas festas regionais. A meta é reafirmar a mensagem da campanha, “de que não importa a festa, tem que usar camisinha durante todo o ano”. A campanha conta ainda com anúncios em outdoor, taxidoor, abrigos de ônibus e blimps, com o tema principal e as frases de apoio: “Proteja-se. Use sempre a camisinha” e “Faça o teste de aids, sífilis e hepatites virais”. Cinco jingles de rádio também estão sendo veiculados, nos ritmos pop, axé, sertanejo, e carnaval. O Ministério da Saúde também confeccionou a arte gráfica para cartazes, folhetos, folderes, bandanas, mobiliário urbano, porta-trecos, todos disponíveis no site do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais para serem reproduzidos por estados e municípios.
Serão realizadas campanhas regionais em todo o país, organizadas pelas secretarias estaduais e municipais de saúde. Em cidades de maior concentração de pessoas - como o Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Olinda – estão previstas ações, com a distribuição de folhetos, acompanhados de porta-camisinhas, bandanas, camisetas e preservativos. Nestas cidades haverá ainda mobiliário urbano em locais de festas, com Blimp e balão show.
“O Brasil faz campanha de prevenção durante todo o ano, sempre em parceria com as secretarias municipais de saúde, organizações da sociedade civil e instituições da sociedade civil. Neste carnaval, estamos privilegiando os momentos de festas”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. O secretário também ressaltou a importância do diagnóstico precoce. “Qualquer pessoa que tiver vida sexual ativa deve fazer o teste. Desde o ano passado o protocolo para adultos, adotado pelo Brasil, já indica o início imediato do tratamento para as pessoas que descobrirem ser soropositivas”, observa Jarbas Barbosa.
Uma das ações do Ministério da Saúde para reforçar a prevenção é a distribuição de preservativos aos estados e municípios. Na primeira remessa deste ano, foram enviados 104 milhões de unidades para atender a demanda até o mês de março. O quantitativo é definido a partir do consumo médio mensal, da capacidade de armazenagem e do estoque do almoxarifado local nos estados. Em 2013, durante todo o ano, o Ministério da Saúde distribuiu 610 milhões de preservativos para todo o país.
TESTAGEM - Um das mais bem sucedidas estratégias do Ministério da Saúde no combate à epidemia é o Fique Sabendo, ação direcionada à ampliação do diagnóstico precoce da população. Lançados em 2005, os testes são oferecidos em Unidades Básicas de Saúde, Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), ambulatórios ou em locais como praças, feiras e eventos específicos como festas e shows.
Nestas ações são utilizados testes rápidos, que fica pronto em cerca de 30 minutos, sendo necessária apenas uma gota de sangue. Os testes rápidos começaram a ser utilizados, em larga escala em 2005, quando foram distribuídos 509 mil unidades em todo o país. Em oito anos, a oferta cresceu 800%, com 4,7 milhões de testes distribuídos em 2013. O diagnóstico precoce é importante para quebrar a cadeia de transmissão do vírus e promover o acompanhamento do paciente, evitando o desenvolvimento de aids, além de permitir que o paciente inicie o tratamento mais cedo.   
CENÁRIO DA INFECÇÃO - A epidemia de aids no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 20 casos de aids a cada 100 mil habitantes, o que representa cerca de 39 mil casos novos da doença ao ano. Estimativas indicam que, atualmente, cerca de 718 mil pessoas vivam com HIV, sendo que 150 mil desconhecem sua situação. O não conhecimento da sorologia é hoje um dos desafios a serem enfrentados no combate à doença no país. Atualmente, estão em tratamento com medicamentos antirretrovirais, ofertados pelo SUS, cerca de 340 mil pessoas.       
O coeficiente de mortalidade por aids vem caindo no Brasil nos últimos 10 anos. Em 2003, era de 6,4 casos por cada 100 mil habitantes, caindo para 5,5 por 100 mil habitantes em 2012. Do total de óbitos por aids no Brasil, até o ano passado, 190.215 (71,6%) ocorreram entre homens e 75.371 (28,4%) entre mulheres.
NOVO PROTOCOLO – O Ministério da Saúde lançou, no final do ano passado, um novo protocolo de tratamento para pessoas com HIV. Uma das principais inovações é possibilitar que o paciente inicie o tratamento logo após a confirmação da presença do vírus no organismo. A medida amplia a qualidade de vida da pessoa em tratamento e reduz a possibilidade de transmissão do vírus. Estudos internacionais apontam que o uso precoce de antirretrovirais diminui em 96% a taxa de transmissão do HIV.
O investimento federal no combate à aids e às demais doenças sexualmente transmissíveis chegou a R$ 1,2 bilhão em 2013, dos quais cerca de R$ 770 milhões custeiam a oferta dos medicamentos. Há 10 anos, a verba era quase metade disso: R$ 689 milhões, dos quais R$ 551 milhões usados em tratamento. Além disso, a rede de assistência conta hoje com 518 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), 712 Serviços de Assistência Especializada (SAE) e 724 Unidades de Distribuição de Medicamentos  (UDM).
Distribuição de preservativos por UF:

Rio Grande do Norte
486.360

Estado/Município
Qtd em mil
Acre
403.200
Rio Branco
278.082
Alagoas
972.720
Maceió
486.360
Amapá
403.200
Macapá
201.600
Amazonas
1.411.000
Manaus
604.800
Bahia
4.377.240
Salvador
1.765.440
Ceará
2.431.800
Fortaleza
1.459.080
Distrito Federal
1.459.080
Espirito Santo
972.720
Vitória
666.360
Goiás
972.720
Goiânia
486.360
Maranhão
3.890.880
São Luiz
1.459.080
Mato Grosso
989.856
Cuiabá
201.600
Mato Grosso do Sul
604.800
Campo Grande
202.176
Minas Gerais
5.349.960
Belo Horizonte
2.431.800
Pará
1.008.000
Belém
403.200
Paraíba
972.720
João Pessoa
972.720
Paraná
3.890.880
Curitiba
972.720
Pernambuco
7.295.400
Recife
972.720
Piauí
972.720
Teresina
486.360
Rio de Janeiro – Estado
9.547.920
RJ – Município
5.349.960
Rio Grande do Norte
486.360

Natal
486.360
Rio Grande do Sul
2.431.800
Porto Alegre
1.459.080
Rondônia
410.400
Porto Velho
201.600
Roraima
201.600
Boa Vista
201.600
São Paulo – ESTADO
15.966.000
São Paulo – Município
7.295.400
Santa Catarina
3.890.880
Sergipe
1.459.080
Aracaju
486.360
Tocantins
1.459.080
Palmas
486.360
Total Nacional
104.249.194





























































Por Nivaldo Coelho, da Agência Saúde 
Atendimento à Imprensa 
(61) 3315-2005












segunda fera de carnaval  o bloco da prevenção  visita o clube do palmeira  em santo antônio

domingo, 10 de fevereiro de 2013


mas uma vês o bloco da prevenção no quarto dia de carnaval sai as ruas conscientizando us foliões distribuindo preservativos vamos brinca com segurança  faça sua parte  que a volante da prevenção








  esta na rua  apoio REDE MANDACARU BRASIL  SECRETARIA DO ESTADO  RELIGIOSOS  DE  MATRIZ AFRICANA   CONSCIÊNCIA USE CAMISINHA E PREVINA SI // DST

sábado, 9 de fevereiro de 2013














hoje segundo dia de carnaval  com muita luta e determinação  a rede MANDACARU  E RELIGIOSOS DE MÁTRIS AFRICANA continua com seu trabalho  de combate e conscientização DAS   DST  e visita vários  pontos de  comsemtraçao   carnavalesca   siga nosso exemplo para um futuro  melhor  A VOLANTE  DA  PREVENÇÃO  ESTA NAS RUAS  OS EDUCADORES SOCIAL NÃO PARÃO  AQUI

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013














hoje primeiro dia de carnaval em são gonçalo do amarante a rede mandacaru junto com religiosos de mátris africana e secretaria de saudê promove pitstop de prevenção de doenças sexualmente transmissível

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