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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Líderes africanos querem reforma do Conselho de Segurança da ONU


Líderes africanos querem reforma do Conselho de Segurança da ONU

quarta-feira by Daiane Souza
UN Photo/Devra BerkowitzUN Photo/Devra Berkowitz
Elliot Ohin, Ministro de Relações Exteriores do Togo durante pronunciamento
Por Daiane Souza
No último dia de debates da 67ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), ocorrido em Nova York, líderes de países africanos expressaram sua preocupação com os graves problemas que afligem seus povos. Eles solicitaram ajuda para o combate às guerras e à extrema pobreza, além de maior representação para a África no Conselho de Segurança da Organização.
O Representante Permanente de Angola junto às Nações Unidas, Embaixador Ismael Gaspar Martins, lembrou os principais conflitos pelo mundo e as consequências da crise econômica mundial. Em seguida, ressaltou a importância de reforma do Conselho de Segurança. “O tema central de nosso debate é a necessidade de uma representação equitativa de todas as regiões do mundo adaptando-a a realidade contemporânea”, disse.
Ele destacou o caso de Mali que sofreu um golpe de estado, em março deste ano. Junto a outros líderes, Martins convidou a comunidade internacional a ajudar o país na recuperação de sua integridade territorial. Eles advertem para os grupos terroristas no norte do país que ameaçam a paz, a segurança e a estabilidade dos civis em toda a Subsaariana, região do Sahel.
Alerta – O ministro de Relações Exteriores de Togo, Elliot Ohin, reforça a solicitação de mudanças afirmando que, desde 1945, as regras essenciais ao funcionamento do Conselho estão literalmente congeladas. “É uma paralisia que está se tornando cada vez mais repulsiva”, explicou. Basile Ikouebe, ministro das Relações Exteriores da República do Congo, sublinhou a vulnerabilidade a que a África está exposta no que diz respeito à crise econômica global, como consequencia da falta de cooperação.
Já o ministro das Relações Exteriores de Djibuti, Mahamoud Ali Youssouf, observou que a situação econômica e financeira global continua a ser mais preocupante do que nunca.    “Portanto, é importante que o destino dos países menos desenvolvidos sejam examinados com atenção renovada”, disse. “É preciso ajudá-los a diminuir o peso, melhorar as suas capacidades de produção e facilitar o acesso de seus produtos aos mercados mundiais, em condições favoráveis”, completou.   
O presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremic, disse que o entendimento comum dos debates é que as estratégias de integração são a melhor solução para a prevenção de conflitos e manutenção da paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável. Ele reforçou aos países membros da ONU a necessidade de que se unam a fim de aumentar a confiança mútua, especialmente, nas questões divergentes.
Jeremic ressaltou ainda, que a crise econômica mundial exige mais esforço dos países nas ações de combate à pobreza e influencia o processo das Metas de Desenvolvimento do Milênio. Os debates da Assembleia Geral da ONU começaram no dia 25 de setembro com o objetivo de resolver de maneira pacífica os confrontos e questões internacionais.

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