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quarta-feira, 14 de março de 2012

O DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO ADEQUADA E O SISTEMA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

ESTAMOS FAZENDO ESTE CURSO A NIVEL NACIONAL EM BREVE PODEREMOS REPLICA EM SUA COMUNIDADE CASO QUEIRA ENTRAR EM CONTATO CONOS SERA UM PRAZER REPASSAR O QUE APRENDEMOS ....

O DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO ADEQUADA E O SISTEMA NACIONAL DE SEGURANÇA
ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Objetivo do curso
Capacitar cerca de 2.000 atores sociais (do governo e da sociedade civil) que atuam no campo
da Segurança Alimentar e Nutricional, buscando contribuir com a construção de competências
individuais e coletivas para impulsionar a implementação do SISAN nos estados, Distrito Federal e
municípios.
Sobre o curso
O curso de formação em Direito Humano à Alimentação Adequada – DHAA e o Sistema Nacional
de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN é resultado de uma parceria firmada entre uma
organização não governamental sem fins lucrativos, a ABRANDH, e o Governo Federal, representado
pela Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SESAN e pela Câmara Interministerial
de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN, ambas do Ministério do Desenvolvimento Social e
Combate à Fome – MDS.
A ABRANDH já teve a oportunidade de oferecer dois cursos a distância em anos anteriores (em
2007 e 2009) que tiveram como foco a formação em Direito Humano à Alimentação Adequada –
DHAA no contexto da Segurança Alimentar e Nutricional – SAN. Nestas duas oportunidades, foram
capacitadas quase cinco mil pessoas em diversas localidades do País e as avaliações finais feitas
pelos(as) alunos(as) concluintes apontaram para resultados bem positivos. A partir dessa experiência
bem-sucedida, a ABRANDH elaborou o presente curso com a expectativa de promover mais uma vez
oportunidades para o debate crítico e para a geração de novos conhecimentos entre todos os que
defendem e militam pela Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional e pelo DHAA. Hoje você
está iniciando o curso, com conteúdos atualizados e adequados ao contexto político e social que
vivemos no País.
A quem se destina
Os conteúdos do curso foram desenvolvidos para construir competências individuais e coletivas
entre lideranças da sociedade civil, dos movimentos sociais, dos povos indígenas e de comunidades
tradicionais, gestores governamentais, conselheiros dos Conselhos Estaduais, Municipais e Nacional
de Segurança Alimentar e Nutricional – CONSEAs, dos Conselhos de Direitos Humanos, Conselhos de
Controle Social de Políticas Públicas Setoriais e outros conselhos estaduais, municipais e nacionais,
procuradores e promotores do Ministério Público, entre outros atores sociais relevantes para a
promoção do DHAA e a implementação do SISAN.
O curso deverá permitir ao/à participante uma imersão nos conceitos e dimensões dos direitos
humanos, com ênfase no DHAA, para facilitar o conhecimento sobre os marcos legais que protegem
este direito e orientar sobre como deve ser feita a adesão e a implementação do SISAN. O curso tem
forte conteúdo ideológico, pois pretende motivar o/a participante a construir uma identidade crítica
e ativa como promotor do DHAA e do SISAN, como estratégia política para garantir este direito.
Conteúdos
A elaboração do conteúdo é de responsabilidade da Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos
Humanos – ABRANDH. O curso está dividido em duas unidades compostas por nove módulos, assim
distribuídos:
Unidade I: A SOBERANIA E A SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL E O DIREITO
HUMANO À ALIMENTAÇÃO ADEQUADA
Módulo 1: A Segurança Alimentar e Nutricional e o Direito Humano à Alimentação Adequada –
DHAA
Módulo 2: Direitos e as obrigações do DHAA
Módulo 3: As violações e a exigibilidade do DHAA
Módulo 4: Colocando em prática o DHAA
Unidade II: CONSTRUINDO COMPETÊNCIAS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO SISAN
Módulo 5: Os marcos e os instrumentos legais da PNSAN e do SISAN no Brasil
Módulo 6: O planejamento no SISAN
Módulo 7: A gestão do SISAN
Módulo 8: Participação e controle social no SISAN
Módulo 9: Avaliação final do curso
Facilitadores estaduais
O curso tem abrangência nacional com participantes de todas as unidades federadas inscritos. Assim,
considerando a extensão e a diversidade do nosso País, o curso terá um(a) facilitador(a) para cada
Unidade Federada (estado) escolhido(a) entre lideranças da sociedade civil que atuam no campo da
promoção do DHAA e da SAN.
O(a) facilitador(a) deverá acompanhar todo o curso e durante esse tempo eles(elas) poderão atuar
como mediadores entre os(as) participantes e os organizadores do curso. Contudo, é importante
deixar claro que o(a) facilitador(a) estadual não é o responsável pelo conteúdo apresentado,
nem estará disponível para solução de problemas operacionais do curso, como erros de conexão,
dificuldade de acesso etc. O(a) facilitador(a) estadual será um elemento de convergência no seu
estado para a intermediação entre os(as) participantes e a equipe nacional responsável pelo curso.

Leitura recomendada
Declaração final da 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
Bobbio, N. A era dos direitos. Trad. Coutinho. CN. 9. ed. Campus Elsevier. Rio de Janeiro, 2004.

Parceria e financiamento
Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SESAN
Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome – MDS

A facada nossa de cada dia!!! É brinquedo não!!!!!!!!

A facada nossa de cada dia!!! É brinquedo não!!!!!!!!

e essa moda pega, estamos lascados!!!! Agente penitenciário usa estilingue para cuidar de presos em São Paulo do Potengi-RN

e essa moda pega, estamos lascados!!!! Agente penitenciário usa estilingue para cuidar de presos em São Paulo do Potengi-RN


Natal - Na pequena cidade de São Paulo do Potengi (RN), um agente penitenciário tomava conta de 33 presos do Centro de Detenção Provisória (CDP) utilizando apenas um estilingue. O fato inusitado foi constatado na semana passada pelo juiz Peterson Fernandes Braga, da comarca de São Paulo do Potengi, a 89 km de Natal. Braga na última segunda-feira denunciou o descaso para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O estilingue do agente penitenciário de nome Azevedo era feito de galho de árvore e dois elásticos para arremessar o objeto. A forquilha (formato em V) tinha cobertura de elástico preto fino, provavelmente de câmara de pneu de bicicleta, para dar maior empunhadura a esta arma primitiva muito utilizada no interior para abater pássaros. Já os dois elásticos utilizados para o arremesso eram vermelhos.
O agente Marcos Moura, da 1º. Delegacia de Policia Civil de São Paulo do Potengi, que fica na parte de cima do prédio que abriga também o presídio, disse nesta segunda-feira que "graças as Deus" até agora não houve nenhuma fuga e assim o agente penitenciário não foi obrigado a utilizar o estilingue. Segundo ele, a situação no presídio é critica, onde o espaço ocupado por duas celas não comporta o número de 36 presos atualmente recolhidos no CDP.
- Os presos dormem em redes uma em cima da outra nas celas, chegando a forma até três andares, e os quatro agentes que dão plantão no presídio não têm armas suficientes para reagir no caso de uma fuga - disse o agente civil.
Marcos reclama que a delegacia só tem um viatura Gol para atender o município com cerca de 15 mil habitantes.
- Está viatura está quase quebrando e a governadora disse que não tem dinheiro para investir em segurança - disse o policial, numa referência a Rosalba Ciarline (DEM), que tem declarado constantemente que assumiu o estado com dívidas deixadas pela sua antecessora, Wilma de Farias. A ex-governadora nega ter deixado o estado quebrado para sua sucessora.
O secretário de Justiça e Cidadania (Sejuc), Fábio Holanda, foi procurado nesta segunda-feira para falar do caso, mas sua assessoria informou que ele se encontrava em Brasília. A Coordenação da Administração Penitenciária (Coape), da Sejuc, em entrevista ao jornal A Tribuna do Norte, de Natal, disse que "o estilingue é o que existe disponível para garantir a defesa do agente e intimidar os detentos que superlotam as celas do local".
O juiz Peterson Fernandes Braga na semana passada esteve no presídio de São Paulo do Potengi para preencher um formulário sobre a situação da unidade para encaminhar ao CNJ e constatou o inusitado da baladeira como arma de defesa do agente penitenciário.
Segundo Braga, uma das perguntas era sobre o armamento disponível na unidade prisional para a manutenção da segurança e o único agente de plantão respondeu que não dispunha de armas, mas sim de um "estilingue".
O juiz que visitou o presídio e constatou a situação de superlotação disse que só não foge dali que não quer. Segundo ele, o espaço da garagem é utilizado como solário e falta agentes penitenciários para guardar os presos. "Com a deficiência de agentes, a qualquer momento pode acontecer uma fuga", afirmou o juiz Peterson Fernandes à Tribuna do Norte.
Atualmente, o presídio conta com quatro agentes penitenciários que se dividem em turnos de 24 horas, sendo que dois possuem armas particulares. Um não tem nada e o agente Azevedo tem o estilingue para enfrentar os presos em caso de uma fuga. A equipe de reportagem da Tribuna do Norte esteve no presídio e flagrou a baladeira.
O juiz disse que já comunicou a situação para a Corregedoria do Tribunal de Justiça e à Coape.
- A estrutura do local é frágil e os agentes ficam à mercê da sorte - disse Peterson.
O presídio de São Paulo do Potengi deveria ser apenas uma unidade de recolhimento provisório de presos, mas tem detento que já está ali há mais de dois anos e deveria ter sido levado para uma penitenciária para cumprir sua pena de nove anos e quatro meses por tráfico de drogas.
O coordenador da Administração Penitenciária, coronel Severino Reis, em entrevista para o jornal natalense, depois de não acreditar que a baladeira poderia existir no presídio, disse que está sendo planejado um remanejamento de armas à disposição da Sejuc.
O Rio Grande do Norte dispõe um total de 26 CDPs, sendo 10 na capital e 16 no interior. E o coronel reconhece os problemas enfrentados por estas unidades.
- Os CDPs enfrentam problemas similares, como superlotação e estrutura. O que você imaginar aqui em Natal, também ocorre no interior. São as mesmas condições - explicou o coronel.

DICIONÁRIO YORUBA - PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBA - PORTUGUÊS

Os iorubás ou iorubas (em iorubá: Yorùbá), também conhecidos como ou yorubá (io•ru•bá) ou yoruba, são um dos maiores grupo étno-linguístico ou grupo étnico na África Ocidental, composto por 30 milhões de pessoas em toda a região. Constituem o segundo maior grupo étnico na Nigéria, com aproximadamente 21% da sua população total.

A maioria dos iorubás falam a língua iorubá (iorubá: èdèe Yorùbá ou èdè). Vivem em grande parte no sudoeste do continente; também há comunidades de iorubás significativas no Benin. Togo, Serra Leoa, Cuba, República Dominicana e Brasil.



Clique na letra que deseja consultar:
 
W






A língua Yoruba possui 25 letras em seu Alfabeto.
São elas:
A a  B b  D d  E e É é

 

F f G g  GBgb H h I i 

J j  K k  L l M m N n

O o  Ó ó P p  R r  S s

S s(sh)  T t  U u W w Y y




 
Cinco letras que não fazem parte do alfabeto yoruba:

  C  V  Q  X  Z

São 7 as vogais Yorubas:

a   e   é   i   o   ó   u


As Saudações para as estações do dia são:
Bom dia = É Kaaró o!
Boa Tarde = É Kaasan o!
Boa Noite = É Kaalé o!
Para agradecer podem ser usadas as seguintes expressões:
Obrigada(o) : Mo dupé ! / Adupé ! / É séun ! / É sé o !

 


 
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Fonte: Baradojolu 

*A imagem da capa do dicionário exposta no blog é de uma máscara yoruba do Museu de Artes de Indianapolis/EUA.

Presos armam fuga durante culto evangélico em presídio

Enquanto uns presos do pavilhão semiaberto do Complexo Penal João Chaves diziam amém durante um culto evangélico, outros serravam as estruturas de concreto das entradas de ar do corredor para mais uma tentativa de fuga. Além da parte que liga o corredor de celas da Ala A, à parte externa do presídio, os apenados tiveram a mesma ideia com as entradas de ar posicionadas na parede das celas. Caso a fuga não tivesse sido abortada, 12 homens da cela quatro poderiam ter retornado às ruas na noite de ontem de forma ilícita. Eles esperam por julgamento ou cumprem pena na unidade pois não há vagas em presídios de regime exclusivamente fechado.
Buraco feito pelos presos deverá ser fechado agora com tijolos e cimento, segundo determinaçãoBuraco feito pelos presos deverá ser fechado agora com tijolos e cimento, segundo determinação

 Para camuflar o serviço e não despertar a desconfiança dos agentes penitenciários e policiais militares de plantão, os detentos criaram uma espécie de pasta com papel higiênico, creme dental, cola branca e raspas da própria parede do presídio para ter a mesma coloração das celas. Com a química pronta, eles reencaixavam os pedaços que iam sendo quebrados, como se montassem um quebra-cabeças. Os presos aproveitaram a pregação de um pastor evangélico para concluir o buraco que ligava o corredor à parte externa do pavilhão, no início da tarde de ontem. Enquanto os cânticos e louvores eram entoados, as serras artesanais nas mãos dos apenados, trabalhavam com fervor.

 "Um policial militar que estava como sentinela percebeu o barulho das serras e chamou os agentes penitenciários que logo confirmaram que o buraco estava sendo feito. Mas daqui eles não fogem. Isso eu garanto", confirmou o diretor do complexo, Sidcley Barros. Logo após a descoberta do esquema, o diretor determinou que a abertura fosse fechada com cimento e tijolos.

 Numa revista feita após os presos serem recolhidos para outra ala do presídio, foram encontradas três facas artesanais no ralo do banheiro da cela quatro, cobertas por areia. Segundo os agentes, os presos possivelmente usariam as armas para cometerem crimes logo após ganharem as ruas. 

 De janeiro até ontem, os agentes penitenciários do presídio recolheram cerca de 30 aparelhos de telefonia celular, 6 chips, mais de uma dezena de facas e furadores artesanais, 6 maricas (cachimbos artesanais para consumo de crack), 6 carregadores de celular, 3 martelos artesanais e pelo menos quatro baterias de celular. Segundo o diretor, as revistas na unidade são constantes. 

VERGONHA PARA O ESTADO DO RN EMBRAGO COLETIVO NO CENTRO EDUCAÇÃO DE MENORES INFRATORES... ENQUANTO ISSO O DESVIO DE VERBAS ROLA A SOLTO NA GESTAO PUBLICA NAS TRES ESFERAS DE GOVERNO SO MP. TCU, CGU PARA NO SALVAR,,,,


Juíza impede que Ceduc receba novos internos

Publicação: 14 de Março de 2012 às 00:00

O Centro Educacional Pitimbu - Ceduc, foi interditado ontem pela determinação da juíza da Vara de Infância e Juventude e do Idoso de Parnamirim, Ilná Rosado Motta. A decisão impedde o Centro de receber novos internos e foi tomada com base no resultado de relatórios feitos pela Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária do Estado (Suvisa), Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, os quais apontam problemas graves que vão desde a alimentação à falta de segurança do local.
Adriano AbreuMuros são considerados baixos e não oferecem segurançaMuros são considerados baixos e não oferecem segurança

Essas deficiências apontadas no Ceduc comprometem o objetivo da execução da medida, o da ressocialização dos adolescentes por estarem em condições totalmente inadequadas, bem como a dignidade e até a segurança das pessoas lá internadas, conforme os laudos. O artigo 97 do Estatuto da Criança e do Adolescente que, em situações como essa, as entidades de atendimento estão sujeitas à aplicação de várias medidas, dentre elas a de fechamento ou interdição.

O relatório da Suvisa datado de 16 de agosto de 2011, aponta problemas no serviço de alimentação e nutrição, limpeza inadequada da despensa, a existência de fiação exposta em várias localidades da unidade, inadequação das instalações hidrossanitárias para uso dos internos, inexistência de registro de limpeza e desinfecção do reservatório de água, etc.

O relatório da Diretoria de Engenharia e Operações do Corpo de Bombeiros Militar, finalizado no último dia 06 de fevereiro, aponta a existência de infiltrações em várias paredes e no teto sobre instalações elétricas (o que pode provocar choque elétrico, curto circuito), quadro elétrico sem proteção (o que pode provocar descarga elétrica em caso de contato), inexistência de atestado de vistoria do Corpo de Bombeiros nem projeto aprovado, etc.

A inspeção da Polícia Militar, em2011, concluiu que os muros do Ceduc não oferecem segurança, tanto no aspecto de invasão quanto no aspecto de evasão em função da sua altura que varia entre 3 metros e 3,5 metros, o que não atinge nem a altura mínima.  Diante dessa situação precária, a juíza Ilná Rosado Motta visita hoje às 10h numa inspeção no Ceduc Pitimbu para verificar 'in loco' as condições relatadas sobre a unidade.

"ILE AXE OBETOGUNDA" ALEGRA-SE COM O ORI DE OYATOGUM SENDO ELEVADO POR SUA FILHA SIMPLESMENTE FRANCISCA LUCIENE DA SILVA... "YALORIXA TEMI OYA TOGUN"... MULHER, NEGRA,AGRICULTORA, YALORIOXA, EDUCADORA SOCIAL E POPULAR E A AGORA FUTURA ASSISTENTE SOCIAL....

"ILE AXE OBETOGUNDA" ALEGRA-SE COM O ORI DE OYATOGUM SENDO ELEVADO POR SUA FILHA SIMPLESMENTE FRANCISCA LUCIENE DA SILVA... "YALORIXA TEMI OYA TOGUN"...

MULHER, NEGRA,AGRICULTORA, YALORIOXA, EDUCADORA SOCIAL E POPULAR E A AGORA FUTURA ASSISTENTE SOCIAL....

ATENÇÃO E COM MUITO ORGHULHO QUE TODOS OS SEUS AMIGOS E FILHOS, PARABENIZAMOS A NOSSA YALORIXA LUCIENE DE OYATOGUN A MAIS NOVA UNIVERSITARIA E FUTURA ASSISTENTE SOCIAL PARABENS PELA APROVAÇÃO NO VESTIBULAR ABCOS FORÇA E MUITA...
LUTA A ESTA MULHER, NEGRA, VINDA DO INTERIOR DO RN - FOI AGRICULTORA CONCLUI SEUS ESTUDOS ANO PASSADO E AGORA UNIVERSITARIA FICAMOS RADIANTE COM SUA PERSERVERANÇA E LUTA YALORIXA TEMI LUCIENE DE OYA AGORA E UNIVERSITARIA E QUE É POUCOS PARA MUITOS PARA NOS SEUS AMIGOS É DE UMA GRANDEZA QUE NAO TEM TAMANHO ABCOS E SEMPRE A LUTA O ORUM SERA SEU LIMETE YA...

REDE MANDACARU RN
COMISSÃO DE TERREIROS E POVOS RELIGIOSOS DE TERREIRO E MATRIZ AFRICANA DO RN

ILE AXE OBETOGUNDA" ALEGRA-SE COM O ORI DE OYATOGUM SENDO ELEVADO POR SUA FILHA SIMPLESMENTE FRANCISCA LUCIENE DA SILVA... "YALORIXA TEMI OYA TOGUN"...

RN terá incentivos para montar Rede Cegonha

RN terá incentivos para montar Rede Cegonha

A inclusão do Hospital da Mulher no programa de proteção às gestantes e aos bebês criado pelo governo federal para reduzir as altas taxas de mortalidade materna e infantil foi tema de audiência do líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Alves com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, segundo compromisso assumido pelo parlamentar na semana passada em Mossoró. Na audiência com  Padilha e a governadora Rosalba Ciarlini foram definidos os detalhes do programa do governo federal que no Rio Grande do Norte será chamado de Mãe Potiguar. A Rede Cegonha no RN será lançada pelo ministro em abril.

O programa de assistência materno-infantil do governo federal vai destinar mais recursos do Sistema Único para os hospitais infantis e maternidades. O Hospital da Mulher de Mossoró, inaugurado na semana passada, também terá os leitos de UTI incluídos na rede do Ministério da Saúde.

Durante a audiência, com a presença do ministro Garibaldi Filho, da Previdência Social e do deputado estadual, Leonardo Nogueira, o ministro Alexandre Padilha ainda se comprometeu em equipar a Unidade de Ponto Atendimento do bairro Belo Horizonte, em Mossoró, no valor de R$ 2 milhões. O município já investiu R$ 3 milhões na obra.

O líder do PMDB  também tratou da liberação de um convênio de R$ 400 mil para reforma do Centro de Controle de Zoonozes de Natal. Outros R$ 4 milhões serão liberados para a prefeitura construir  a UPA da Cidade da Esperança, na zona Oeste da Capital.

 Na mesma audiência a reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ângela Cruz e o diretor do Nuplam, Carlos Lima, apresentaram ao ministro a disponibilidade para produção do medicamento Olanzanpina. O genérico, desenvolvido na ilha de Malta, usado no tratamento da esquizofrenia será industrializado através de um programa de transferência de tecnologia.

A Rede Cegonha é uma estratégia inovadora do Ministério da Saúde que visa implementar uma rede de cuidados para assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério e às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e ao desenvolvimento saudáveis. 

terça-feira, 13 de março de 2012

citamos o ilustre educador paulo freire "ensinar o povo a ver criticamente o mundo e sempre um pratica incomoda para os que fundam os seus poderes sobre a inocencia dos explorados..." professor Paulo Freire...





anemia falciforme - rede cegonha e pren natal

(Paula Laboissière, da Agência Brasil) O Ministério da Saúde anunciou hoje (8) a inclusão do exame de eletroforese de hemoglobina na lista de procedimentos pré-natais realizados no Sistema Único de Saúde (SUS).
O exame serve para detectar a anemia falciforme, doença mais prevalente em mulheres negras. “Esses são um dos casos importantes que aumentam o risco de mortalidade materna entre mulheres negras. E as gestantes só descobrem durante o pré-natal ou já no momento do parto e não tomam alguns cuidados”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A incorporação do exame, de acordo com a pasta, deve gerar um impacto de R$ 12 milhões ao ano em investimentos do programa Rede Cegonha.
Outra medida anunciada pelo ministério trata da definição de gestante de alto risco. Segundo Padilha, até então, os profissionais de saúde consideravam apenas condições clínicas apresentadas pelas mulheres durante a gravidez.
“Estamos incorporando o conceito de risco social, exatamente por causa de experiências que construímos em outros municípios”, disse, ao ressaltar, por exemplo, que mulheres negras, adolescentes grávidas, mulheres dependentes químicas e extremamente pobres devem ser consideradas com um alto risco de mortalidade materna.
Acesse em pdf: Ministério inclui exame que detecta anemia falciforme na lista de procedimentos pré-natais (Agência Brasil - 08/03/2012)

segunda-feira, 12 de março de 2012

Semana de Mobilização Saúde na Escola termina nesta sexta-feira NO RN...


Semana de Mobilização Saúde na Escola termina nesta sexta-feira

  Aumentar fonte

A primeira Semana de Mobilização Saúde na Escola, promovida pelos Ministérios da Saúde e Educação, termina nesta sexta-feira (09) em todo o Brasil. A obesidade em crianças e adolescentes é o tema tratado pelos profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF), que fazem avaliações nutricionais em alunos com idade entre 5 e 19 anos de idade.

No Rio Grande do Norte 124 municípios aderiram à Mobilização que, segundo o Ministério da Saúde, acontecerá todos os anos sempre na semana do início das aulas. As ações envolvem cerca de 2.500 escolas em todo o Estado.

Entre as atividades desenvolvidas estão a verificação do peso e altura - com o cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC) - orientações nutricionais e encaminhamento dos estudantes com excesso de peso para as Unidades Básicas de Saúde.

De acordo com Jacyane Santos, do Grupo Auxiliar de Saúde da Criança e do Adolescente (GASCA) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), desde o mês de janeiro a equipe do Programa Saúde na Escola iniciou o trabalho de incentivo aos municípios para adesão à mobilização. Jacyane informou ainda que a Sesap está acompanhando e monitorando as ações da Semana. "A previsão é que no mês de abril a gente dê início à capacitação com os municípios para preenchimento do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (SIMEC), quando teremos dados concretos das ações desenvolvidas durante a mobilização"

FONTE SESAP RN

III Assembléia Mundial de Saúde, Cidade do Cabo - Àfrica do Sul

PHM

O Movimento Popular de Saúde (PHM)
PHM é uma rede global que reúne ativistas de saúde de todo o mundo para o intercâmbio e trabalha no sentido de um mundo onde "Saúde para Todos" é uma realidade
Equidade, desenvolvimento ecologicamente sustentável e da paz estão no centro da nossa visão de um mundo melhor - uma mundo em que uma vida saudável para todos é uma realidade, um mundo que respeita, valoriza e celebra a vida ea diversidade, um mundo que permite o florescimento de talentos das pessoas e habilidades para enriquecer-se mutuamente; um mundo no qual as vozes das pessoas orientar as decisões que forma as nossas vidas.
PHM significa união, Ubuntu, comunidade e solidariedade. PHM é sobre encontrar soluções em conjunto e partilhar histórias, experiências e idéias para alcançar saúde para todos.

III Assembléia Mundial de Saúde, Cidade do Cabo - Àfrica do Sul 
Data: 6 a 10 de Julho de 2012



Chamada de Propostas  auto-sugestionadas -  Workshops

Inscrições até o dia 31/03/2012
 
Estrutura

A estrutura do programa PHA3 proporcionará um espaço para atividades auto-sugestionadas. Nas tardes da PHA3, organizações e redes são oferecidos a oportunidade de organizar um workshop / sessão. As organizações parceiras e redes são convidados a apresentar propostas.
Temas propostos para tais sessões, terão de estar em sintonia com os objetivos gerais da PHM e de PHA3. As atividades podem incluir apresentações culturais, testemunhos, etc, ou uma combinação de diferentes formatos.
 
, Objetivou de PHA3:
  -  Para aumentar a capacidade de ativistas da saúde da sociedade civil para se envolver com e intervir no processo de decisão política, para acompanhar e conduzir a implementação de políticas e para assegurar a responsabilidade no funcionamento dos sistemas de saúde;
-  Criar oportunidades para o diálogo construtivo, planejamento e mobilização em torno da saúde e os determinantes sociais mais amplos de saúde, envolvendo uma ampla gama de interessados, e
-  Para criar estruturas sustentáveis ​​e dinâmicas, tanto dentro como fora do sector da saúde, que vai continuar a impulsionar a acção coordenada para garantir o acesso universal e equitativo a cuidados de saúde e de saúde.
-  Para fortalecer e construir um Movimento Popular pela Saúde globais, refletindo sobre as actividades e os progressos e planejar e consolidar os programas e actividades futuras de PHM assegurar estes são um reflexo das necessidades (progredindo nossos próprios projectos emblemáticos)
 
Princípios para atividades autogestionadas

Atividades autogestionadas devem estar em conformidade com a Carta de Saúde dos Povos (em termos de posições gerais / objetivos propostos para a atividade).

  • Cada actividade será durante 2 horas. As organizações podem propor, até um máximo de 4 atividades, que podem ser executados em seqüência ou em paralelo.
  • Várias organizações podem se unir para propor uma atividade.
  • As propostas podem pedir tamanhos variados de local - desde aqueles que acomodam 50 pessoas para aqueles que acomodar 200 pessoas.
  • Os proponentes de atividades autogestionadas serão convidados a contribuir para os custos do PHA3 de duas maneiras:
a) fazendo uma contribuição para os custos de infra-estrutura;
b) apoiando a participação de delegados em PHA3.
 
__._,_.___
 

NDE edita resoluções sobre o Programa Saúde na Escola e o apoio para a promoção da educação em direitos humanos

NDE edita resoluções sobre o Programa Saúde na Escola e o apoio para a promoção da educação em direitos humanos

As Resoluções do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação CD/FNDE nº 47 e nº 48, de 1º de setembro de 2011, respectivamente: estabelece os critérios e os procedimentos para a participação dos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, bem como instituições de ensino superior e instituições federais de pesquisas na implementação do Programa Saúde na Escola - PSE, da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (DOU de 2/9/11, MEC, pág. 8); e dispõe sobre a prestação de apoio financeiro a projetos de formação continuada de profissionais da educação básica e de elaboração e produção de materiais didáticos voltados para a promoção, no contexto escolar, da educação em direitos humanos (DOU de 2/9/11, MEC, pág. 9).

PSE - PROGRAMA DE SAUDE NA ESCOLA

rograma Saúde na Escola - PSE  

Clique aqui para visualizar o Folder

O Programa Saúde na Escola - PSE instituído pelo Decreto Presidencial nº 6.286/2007, surgiu como uma política intersetorial entre os Ministérios da Saúde e da Educação, na perspectiva da atenção integral (prevenção, promoção e atenção) à saúde de crianças, adolescentes e jovens do ensino público básico, no âmbito das escolas e unidades básicas de saúde, realizadas pelas Equipes de Saúde e educação de forma integrada.

De acordo com o decreto as diretrizes e objetivos do PSE evidenciam que, mais do que uma estratégia de integração das políticas setoriais, ele se propõe a ser um novo desenho da política de educação em saúde que:


• trata a saúde e educação de forma integral e como parte de uma formação ampla para a cidadania e o usufruto pleno dos direitos humanos;
• permite a progressiva ampliação das ações executadas pelos sistemas de saúde e educação com vistas à atenção integral à saúde de crianças, adolescentes e jovens e à educação em saúde;
• promove a articulação de saberes, a participação de alunos, pais, comunidade escolar e sociedade em geral na construção e controle social da política.

A implementação do Programa Saúde na Escola prevê a realização de diversas ações articuladas pelas equipes de saúde e de educação com o objetivo de garantir atenção à saúde e educação integral para os estudantes da rede básica de ensino. Para facilitar a execução das ações, o programa foi organizado em cinco componentes.

A seguir serão detalhados os componentes e o elenco mínimos de suas ações, o que possibilita a inclusão de novas ações, de acordo com a realidade de cada município.

É importante lembrar que cada uma das ações deve ser desenvolvida na escola de modo mais articulado possível, aproximando e integrando os profissionais entre si, com os estudantes e a comunidade.

COMPONENTES DO PROGRAMA

COMPONENTE I - Avaliação clínica e psicossocial.

Onde se organizam as ações de atenção integral á saúde dos estudantes, através da avaliação das condições de saúde de crianças, adolescentes, jovens e adultos que estão matriculados na rede básica de ensino, São três atividades conjuntas: a avaliação clínica e psicossocial; a avaliação nutricional; e a avaliação da saúde bucal. Estas são ações estratégicas a serem desenvolvidas pelos profissionais das Equipes de Saúde da Família (ESF) juntamente com a equipe escolar.

COMPONENTE II - Ações de promoção da saúde e prevenção das doenças e agravos.

A escola é um espaço social importante para construção de uma sociedade democrática. Logo, as crianças, adolescentes e jovens devem participar das decisões que ocorrem no cotidiano da escola, como por exemplo, na elaboração de um plano de ação em saúde, que pode ser incluído no Projeto Político-Pedagógico das escolas.

As ações estratégicas para a promoção da saúde na escola são: Ações de Promoção da Saúde e Prevenção de doenças e agravos; Promoção da Alimentação Saudável; Promoção da atividade física; Educação para a saúde sexual e reprodutiva; Prevenção ao uso do álcool, tabaco e outras drogas.

COMPONENTE III - Educação permanente e capacitação de profissionais da Educação e Saúde e de jovens para o PSE;

Neste componente está prevista a realização de educação permanente de Jovens para Promoção da Saúde e Educação permanente e capacitação de profissionais da educação nos temas da saúde e constituição das equipes de saúde que atuarão nos territórios do PSE. O projeto de Formação Permanente tem sido elaborado a partir de três eixos: gestão da formação, operacionalização e organização dos diferentes formatos de formação.

COMPONENTE IV - Monitoramento e avaliação da saúde dos estudantes

O monitoramento e avaliação da saúde dos estudantes são fundamentais para a o direcionamento das ações de saúde e educação. Com os resultados do monitoramento é possível a reorganização das ações e atividades com foco maior nas necessidades reais dos estudantes, adequando ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, além de orientar o redirecionamento de investimentos e projetos. Para isso, é necessário realizar periodicamente inquéritos e pesquisas nacionais e regionais sobre fatores de riscos e proteção à saúde dos estudantes.

Uma série de ações já está sendo desenvolvida: Encarte Saúde no Censo Escolar (INEP/MEC); Pesquisa Nacional Saúde do Escolar (PeNSE/MS); Sistema de Monitoramento do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (PN DST/Aids e Unesco), e Pesquisa Nacional do Perfil Nutricional e Consumo Alimentar dos Escolares (FNDE).

Destacamos duas iniciativas: a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), que é amostral e tem como foco os jovens estudantes de 13 a 15 anos, e aborda: o perfil socioeconômico, alimentação, atividade física, cigarro, álcool e outras drogas, situações em casa e na escola, saúde sexual, segurança, saúde bucal, e imagem corporal. Esta pesquisa foi realizada em parceria com o IBGE e aplicada nas 27 capitais, em escolas públicas e privadas. A segunda é o Encarte Saúde no Censo Escolar (Censo da Educação Básica) elaborado e aplicado no contexto do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) desde 2005; consiste em cinco questões ligadas mais diretamente ao tema de DST/Aids. Os municípios e estados podem e devem organizar-se para apropriar-se dessas informações e organizar inquéritos e pesquisas locais.

COMPONENTE V - Monitoramento e avaliação do PSE.

E o quinto componente se refere ao Monitoramento e avaliação do programa, que será realizada por meio de coleta de informações diretamente com as equipes, através de um formulário eletrônico, que será disponibilizado periodicamente para preenchimento.

Outro processo desse monitoramento se dá através do sistema SIMEC/PSE, que é direcionado para as ações realizadas nas escolas, desenvolvido pelo Ministério da Educação.

Atualmente participam do Programa cerca de 1.253 municípios, o que corresponde a um total de 8 mil Equipes de Saúde desenvolvendo as ações do programa, em parceria com as equipes de 36.892 mil escolas, o que representa a ampliação da cobertura para cerca de 8.502.412 de estudantes em todo Brasil.

Até 2011, cerca de 26 milhões de alunos brasileiros terão atenção integral à saúde por meio do PSE.

Foi instituída a Comissão Intersetorial de Educação e Saúde na Escola - CIESE para acompanhamento do Programa e da temática de Educação e Saúde nas políticas intersetoriais.

Para apoiar as ações do programa os Ministérios da Saúde e da Educação têm se responsabilizados pelos os seguintes incentivos:

Ministério da Saúde

Repasse anual fundo-a-fundo de uma parcela extra do PAB Variável (incentivo financeiro as equipes da Estratégia da Saúde da Família) para os municípios que aderiram ao PSE.

* O recurso do PSE deve ser executado de acordo com as normas de uso do recurso da saúde (PT nº 204/2007 – Bloco de Financiamento da Atenção Básica) e deve financiar as ações previstas no Projeto Municipal enviado ao Ministério da Saúde, no momento da Adesão.

Ministério da Educação

Aquisição e distribuição de materiais impressos e equipamentos clínicos para o desenvolvimento das ações previstas no Programa:

1) Publicação e distribuição de Materiais do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas, cujo material está sendo distribuído para as secretarias estaduais de educação, com indicação para priorizarem a distribuição aos municípios do PSE; secretarias municipais de educação dos maiores municípios do país e para os grupos gestores estaduais do Projeto;

2) Aquisição e distribuição de Equipamentos de saúde , que contemplam os insumos para atuação das equipes de saúde da família nas escolas;

Ação conjunta

Além dos custeios específicos para o PSE, os Ministérios da Saúde e Educação disponibiliza um método de formação para ser aplicado às equipes dos GTI dos municípios. Além disso, os Estados e Municípios podem contar com o apoio de técnicos dos ministérios para fortalecer o processo de implantação e implementação do Programa.

Para saber mais entre em contato com nossa equipe:

Contatos Equipe PSE/MS: 61 3306-8505 / pse@saude.gov.br

Contatos Equipe PSE/MEC: 61 2022-9216 / 9209 ou pse@mec.gov.br



DÚVIDAS MAIS FREQUENTES

O PSE – Informações gerais

1. O que é o Programa Saúde na Escola - PSE?

R.: O PSE constitui estratégia para a integração e a articulação permanente entre as políticas e ações de educação e de saúde, com a participação da comunidade escolar, envolvendo intersetorialmente as equipes de saúde da família e da educação básica. Nesse contexto, as políticas de saúde e educação voltadas a crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira, estão unindo-se para promover o desenvolvimento pleno dos escolares.

2. Como Funciona o PSE?

R.: O PSE funciona via Grupo de Trabalho Intersetorial- GTI que tem como missão promover articulação permanente entre as políticas e ações de educação e de saúde, com a participação da comunidade escolar, envolvendo intersetorialmente as equipes saúde da família e da educação básica.

Para o êxito dessa articulação caberá a todos os autores/atores envolvidos, desenvolver suas atribuições pautadas na implementação de ações de educação, de promoção da saúde e prevenção de riscos, com base em ações pré-existentes ou em implantação, reorientadas pelos objetivos de articulação intersetorial e atenção integral.

COMO ADERIR

3. O que é necessário para o Município participar do Programa Saúde na Escola - PSE?

R.: É necessário que o Município atenda aos critérios de adesão. Anualmente o Ministério da Saúde publica uma portaria que define os critérios e identifica os municípios que podem aderir.

4. Quais são os critérios para adesão dos municípios?

R.: O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB e porcentagem de cobertura da Estratégia Saúde da Família.
Também podem aderir os municípios que possuem escolas que participam do Programa Mais Educação. Estes critérios são repactuados a cada ano pela Comissão Intersetorial de Saúde e Educação na Escola – CIESE e publicados em Portaria.

5. Como fico sabendo se meu município atende aos critérios de adesão ao PSE?

R.: Como já foi dito, a cada ano é publicada portaria contendo listagem dos municípios que atendem aos critérios de adesão.

6. Os municípios que foram contemplados nos anos anteriores e que não aderiram ao PSE têm como reverter a situação?

R.: Sim, podem aderir em outro momento desde que atendam aos critérios de adesão.

COMUNICAÇÃO/DIFUSÃO

7. Como divulgar as ações que estão sendo desenvolvidas no Município em nível nacional?

R.: Participando/enviando as noticias para o informe PSE através do e-mail: pse@mec.gov.br e ou pse@saude.gov.br.

RECURSOS FINANCEIROS E MATERIAIS

8. Como funciona o incentivo financeiro do PSE?

R.: para apoiar o desenvolvimento das ações do programa nos municípios o Ministério da Saúde repassa fundo a fundo, uma parcela anual, como incentivo financeiro. O valor corresponde a uma parcela extra do incentivo mensal às Equipes de Saúde da Família que atuam no Programa. Além do repasse financeiro, o Ministério da Educação disponibiliza kit composto de materiais clínicos e pedagógicos que serão encaminhados às Secretarias Municipais da Saúde e da Educação.

9. Existe algum critério para recebimento do recurso financeiro?

R.: Sim. Os Municípios após serem credenciados deverão encaminhar o Termo de Adesão e o Projeto, homologados pela CIB, bem como informar no CNES suas equipes que atendem ao PSE.

10. Como informar no CNES as equipes que atendem ao PSE?

R.: A informação no CNES deve ser feita pela Secretaria Municipal de Saúde. O GTI deve solicitar ao técnico que opera o SCNES que faça a atualização, da seguinte forma: na base de dado local, deve acessar o cadastro da ESF e no campo “População Atendida” assinalar também a opção PSE. Faça isso nos cadastros de todas as equipes que atendem ao PSE.

UTILIZAção DOS RECURSOS FINANCEIROS

11. Pode-se adquirir material permanente?

R.: Sim. Desde que o material seja utilizado para realização das ações previstas no plano de ação do projeto municipal, e que serão desenvolvidas pelas Equipes da Saúde e da Educação. Deve ser utilizado para a implantação e desenvolvimento do Programa.

12. Pagamento de horas técnicas para profissionais?

R.: Não. Esses profissionais são funcionários/servidores públicos - já recebem salários por meio de rubrica especifica. Sugerimos que seja adequado/negociado o horário/turno).

13. Despesas com alimentação e transporte?

R.: Sim. Desde que a ação esteja relacionada ao PSE e esteja prevista no Plano de Ações do Projeto Municipal.

14. Gastos com melhorias em estruturas físicas?

R.: Sim. Desde que seja para adaptar alguma ação exclusivamente do PSE, como por exemplo, construção de escovódromo.

15. Compra de veículo afim de, viabilizar o trabalho das ESF e profissionais da educação?

R.: Sim. Desde que a compra do veículo não impossibilite as outras ações do Programa. Pois além da despesa com a aquisição, deve se pensar nos gastos com a manutenção do bem.

PRESTAÇÃO DE CONTAS

16. A prestação de Contas deve ser apresentada ao Ministério da Saúde e da Educação?

R.: Não. A prestação de contas segue a legislação do SUS/Recursos da Atenção Básica (Plano Municipal, Programação Anual de Saúde, Relatório de Gestão) e deve ser apresentada ao Tribunal de Contas do Estado e ao Conselho Municipal e Poder Legislativo.

MONITORAMENTO

17. Como será feito o monitoramento do PSE pelas equipes de saúde da família?

R.: É importante que as equipes registrem as avaliações realizadas para que estes dados possam ser analisados e permitam o monitoramento da situação de saúde dos estudantes. O conhecimento da situação de saúde é importante elemento para o planejamento das ações pelo GTI.



LEGISLAÇÃO

CONHEÇA A LEGISLAÇÃO DO PSE

Para facilitar a implantação e implementação do PSE nos municípios, apresentamos os principais documentos que organizam o programa:

Decreto Presidencial

  Decreto presidencial 6.286, de 05 de dezembro de 2007

Portarias Interministeriais

  Portaria Nº 1.911, de 09 de agosto de 2011

  Portaria Nº 1.910, de 08 de agosto de 2011

  Portaria Nº 3.696, de 25 de dezembro de 2010 - REPUBLICAÇÃO

  Portaria Nº 3.696, de 25 de novembro de 2010

  Portaria Nº 675, de 04 de junho de 2008

  Portaria Nº 1.399, de 14 de novembro de 2008

Portarias de Adesão

  Portaria Nº 790, de 12 de abril de 2010

  Portaria Nº 3.146, de 17 de dezembro de 2009

  Portaria Nº 1.861, de 04 de setembro de 2008

Portarias de Credenciamento

  Portaria Nº 1.537, de 15 de junho de 2010

  Portaria Nº 2.931, de 04 de dezembro de 2008

Instrutivo

  Passo a Passo - PSE



SITUAÇão ATUAL DO PSE

Desde a criação do Programa a adesão dos municípios está sendo gradativa e atualmente já são 1253 municípios desenvolvendo ações de saúde e cidadania nas escolas em todas as regiões do país.





COBERTURA DO PSE

O Programa Saúde na Escola – PSE avança para a universalidade a medida que percebemos o aumento gradual do número de municípios no programa, o que tem levado a garantia da atenção à saúde dos escolares de forma inclusiva, dando conta das necessidades de saúde das diversas faixas etárias atendidas pelos programas que o integram nas suas distintas expressões e dimensões, oportunizando acesso a serviços de saúde de maneira resolutiva e de qualidade.

A seguir podemos verificar a distribuição georeferenciada do PSE e o total de municípios que desenvolve as ações do programa em cada estado.



PROGRAMA SÁUDE NA ESCOLA - PSE SEGUNDO ESTADOS, TOTAL DE MUNCIPIOS, EQUIPES E ALUNOS – 2008 e 2009



* Nº pela competência junho/2010 - CNS

**Fonte: MEC/INEP/DEED (Censo Escolar 2009)






PSE acontecendo: MOSTRA PSE

Primeira Mostra do PSE

Os Ministérios da Saúde e da Educação em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (OPAS), promoveram no período de 13 a 15 de junho de 2010 a I Mostra Nacional do Programa Saúde na Escola (PSE) e a IV Mostra Nacional do programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE).



O evento teve o objetivo de fortalecer redes, parcerias e a integração das ações do programa, além de proporcionar aos profissionais de saúde, professores, estudantes e movimentos sociais a oportunidade de discutir questões fundamentais para promoção de saúde integral e educação integral e qualidade de vida.



No evento, profissionais de saúde, professores, estudantes e movimentos sociais que atuam na área de educação e saúde tiveram a oportunidade de discutir questões relacionadas à atenção e cuidado a saúde dos escolares, promoção da saúde, monitoramento da situação de saúde e processo de formação para profissionais e jovens do programa, com ênfase na troca de experiências relacionadas à atenção e promoção da saúde.

Aguarde a chamada da próxima Mostra e prepare-se para partilhar as suas experiências na promoção da saúde e educação integral dos estudantes.


ALIMENTAÇÃO, LAZER E SAUDE: O QUE E DST ADIS

Alimentação

Comer é bom. Mas, quando ingerimos muita porcaria, o nosso corpo avisa: engordamos, surge o cansaço, aparecem as espinhas, bate um desânimo e surge a danada da preguiça. Por isso todo mundo insiste na alimentação saudável. E é muito simples. Quer ver?
Regras básicas:
• Evitar os doces em excesso. Açúcar vicia. Quanto mais comemos, mais temos vontade de comer. Substituir por frutas é uma saída.
• Comer arroz, feijão, legumes ou verduras e algum tipo de proteína (carne, ovos, frango ou peixe), ainda é a maneira mais saudável de se alimentar. Sem fome, é mais difícil comer besteira durante o dia. Além de tudo, pode ser uma delícia.
• Preste atenção no lanche da escola. Refrigerantes, coxinhas, balas, sorvetes podem fazer mal para o seu estômago e bem para os pneuzinhos, que vão aumentar. Tente lanches leves como sanduíches naturais, salada de frutas, sucos e salgadinhos assados.
• Evitar comer frituras e sanduíches todos os dias.
• Ah! E não fuja das aulas de educação física!

Lazer

Está sem nada para fazer? Chame a turma e assista a um filme, jogue cartas, faça um campeonato de vôlei. Aqui tem uma lista de coisas interessantes.
SÉRIES E SERIADOS - Tem que saber o nome dos artistas, decorar as frases mais marcantes e saber as letras das músicas.
RPG - Febre entre os adolescentes, e entre alguns adultos também. Cuidado para não confundir a realidade com a história.
PIPAS - Vale fazer a sua própria pipa e colecionar as mais bonitas. Sem cerol, é claro!
CINEMA - Se a grana está curta, que tal alugar um filme meio “cabeça” e assistir com os amigos?
CARTAS - Baralho e card games.
MÚSICA - Os mais populares são o violão e a guitarra, mas qualquer instrumento vale.
SKATE E SURF - Com direito a personalizar a própria prancha. Aí é só surfar no asfalto ou no mar.
ESPORTES COLETIVOS - Futebol, vôlei, queimada, basquete... Com dedicação, dá até para  pensar em ser um futuro profissional.
COLEÇÕES - Papel de carta, selos, bonecas, latinhas e até insetos.
PASSEIOS DIGITAIS - Chats, blogs, flogs, MSN e e-mails.
Filmes
Além de nos divertir, filmes também podem nos levar a pensar e a refletir. E, ao contrário do que muita gente imagina, reflexão não dói e nem é frescura. Os filmes que indicamos a seguir trazem diversas questões à tona: homossexualidade, diversidade, relacionamento, aids, exclusão social e preconceito. Alguns são engraçados, outros são dramáticos – todos nos ensinam um pouco mais sobre nós mesmos e o mundo à nossa volta.
  • “A Cura”, de Peter Horton
  • “A Gaiola das Loucas”, de Mike Nichols
  • “Beijando Jessica Stein”, de Charles Herman-Wurmfeld
  • “Billy Elliot”, de Stephen Daldry
  • “Cazuza”, de Sandra Werneck e Walter Carvalho
  • “Diário de um Adolescente”, de Scott Kalvert
  • “Meu Amor de Verão”, de Pawel Pawlikowski
  • “Meu Querido Companheiro”, de Norman René
  • “Para o Resto de Nossas Vidas”, de Keneth Branagh
  • “Philadelphia”, de Jonathan Demme
  • “Priscilla, a Rainha do Deserto”, de Tephan Elliot
  • “Procura-se Amy”, de Kevin Smith
  • “Será que ele é?”, de Frank Oz
  • “Somente Elas”, de Herbert Ross
  • “Três Formas de Amar”, de Andrew Fleming

Livros
"Altos Papos Sobre Sexo: Dos 12 aos 80 Anos", de Laura Muller
Discussão leve sobre a sexualidade dividindo os medos e dúvidas recorrentes entre em todas as faixas etárias.
“Depois daquela viagem”, de Valéria Polizzi
Depoimento emocionante e emocionado de uma jovem com aids.
"Em tempos de Aids: Sexo seguro, prevenção e drogas", de Vera Paiva
Profissionais das mais diferentes áreas lançam olhares sobre este tema tão polêmico.
“Estação Carandiru”, de Dráuzio Varella
O filme é um bom começo, mas o livro tem mais detalhes dessa história impressionante.
“Guia dos Curiosos – Sexo”, de Jairo Bauer e Marcelo Duarte
Curiosidades sobre este assunto tão curioso – o sexo.
“O Jardineiro Fiel”, de John Le Carré
Levanta questões relativas aos duvidosos interesses e práticas de grandes empresas farmacêuticas.
“Sexo e cia”, de Jairo Bauer
É praticamente uma expansão de tudo o que você viu aqui. Mais detalhes e mais dúvidas esclarecidas.

O que é aids e DST

O que significa DST?
DST é a sigla para as Doenças Sexualmente Transmissíveis, que, como o nome já diz, são as doenças que contraímos nas relações sexuais. Antigamente, eram chamadas de doenças venéreas. Sífilis, gonorreia, cancro mole e herpes são as mais conhecidas.
Como saber se tenho uma DST?
Os sintomas mais comuns são coceira, vermelhidão ou feridas, verrugas, corrimentos (com cheiro forte ou não) e dor na hora de transar. Mas você não precisa ter todos esses sintomas para estar com uma DST. Se você tiver apenas um, já pode estar com a doença.
O que eu faço se aparecer um desses sintomas?
Procure um médico o mais rápido possível. Se você não tratar a DST, ela pode deixar consequências graves, como impotência, feridas mais visíveis, incapacidade de ter filhos e até câncer.
O que NÃO devo fazer?
Não aceite sugestões de amigos ou parentes sobre esse ou aquele remédio. Só o médico pode indicar o tratamento correto para a DST.
O que é aids?
A palavra aids é a sigla em inglês para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Ela ataca o nosso sistema imunológico, responsável pelas defesas naturais do organismo, deixando o nosso corpo vulnerável a outras doenças e infecções. A aids não tem cura, mas tem tratamento que, se seguido corretamente, aumenta a qualidade de vida do paciente.
Existe diferença entre aids e HIV?
Sim. HIV é o vírus que transmite a doença. Alguém pode ter o HIV, mas ainda não ter desenvolvido aids. Quando isso acontece, a pessoa pode não ter nenhum sintoma aparente, mas ainda assim pode transmitir o vírus.
Para maiores esclarecimentos, entre no site "www.aids.gov.br" ou ligue para o Disque Saúde - 0800 61 1997Como se pega?
Sangue contaminado, esperma, fluidos vaginais e leite materno podem passar o HIV. Transar sem camisinha e compartilhar seringas são as formas de transmissão do vírus mais comuns. Piercing, tattoo e manicure devem ser feitos somente com equipamentos descartáveis ou esterilizados.
ASSIM NÃO PEGA: picada de inseto, compartilhar talheres, dormir na mesma cama, beijos e abraços.
Como saber se tenho o HIV?
Se transou sem camisinha ou passou por outra situação de risco, você deve fazer o teste de aids. É gratuito e confidencial. Procure o serviço de saúde mais perto de sua casa ou busque mais informações no Disque Saúde (136).


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