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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Então por que os espasmos musculares acontecem?

espasmos musculares causas
Espasmos musculares costumam causar incômodos bem chatos e a gente simplesmente não consegue fazê-los parar. O que será que os causa?
Uma pálpebra que parece ter vida própria, uma perna que te abandona quando você mais precisa… Contrações musculares involuntárias são extremamente comuns – mais de 90% de nós as experimentamos. Elas nos atrapalham um pouco, mas são temporárias e não parecem causar nenhum mal.

Então por que os espasmos musculares acontecem?

A ciência ainda não tem certeza.
“Elas ocorrem espontaneamente nas pessoas, em um momento ou outro”, explica o Dr. Daniel Drachman, professor de neurologia e neurociência da Universidade Johns Hopkins (EUA). “O tipo mais comum de contrações musculares são as ‘fasciculações’”.
Fasciculações podem ocorrer em qualquer músculo do corpo, mas tendem a ocorrer mais notavelmente nos membros e nas pálpebras. São o resultado de algum tipo de irritabilidade das fibras nervosas. Como são benignas, não têm sido estudadas profundamente.
Sendo assim, os pesquisadores nem sequer sabem onde no nervo a irritação é captada – pode ser no corpo celular, pode ser nas fibras, ninguém sabe. Pensa-se também que a localização exata da fasciculação é aleatória, o que significa que você vai sentir um puxão no seu braço, perna ou pálpebra sem ter necessariamente irritado um nervo perto do lugar que experimentou a contração.
O que causa tais contrações involuntárias também não é bem compreendido. O que se sabe é que existem certos comportamentos que podem desencadear fasciculações, incluindo sono insuficiente, exercício em demasia, falta de magnésio e utilização de estimulantes (especialmente cafeína).
Porém, nenhum estudo ligou concretamente esses fatores à fasciculação, de forma que essas causas presumíveis são apenas correlações. Diminuir estresse, aumentar magnésio, cortar cafeína, dormir bem e manter uma rotina de exercícios adequada podem ajudar a diminuir a frequência de fasciculações, mas não necessariamente evitá-las de uma vez por todas.
A boa notícia é que não precisamos evitá-las. Apesar de irritantes, um estudo da Clínica Mayo (EUA) concluiu que, além de benignas, fasciculações provavelmente também não indicam nenhum tipo de doença mais perigosa subjacente.

A contração que é má notícia

Nem todas as contrações musculares involuntárias são fasciculações, entretanto – e, neste caso, quase certamente é um mau sinal.
Fibrilação, por exemplo, pode ser confundida com fasciculação, mas indica que as fibras musculares vizinhas perderam completamente a sua inervação. Fibrilações são notícias muito ruins, e podem indicar um distúrbio nervoso grave, como doença de Lou Gehrig.
Como diferenciar uma coisa da outra, então? É fácil. Fasciculação, por exemplo, é visível. Dê uma olhada no espelho. Consegue ver sua pálpebra tremer? Isso é fasciculação.
Fibrilação não pode ser vista através da pele. Um exame de eletromiografia (EMG), que mede a atividade elétrica dos músculos esqueléticos, pode mostrar qual contração você está tendo.
Ambas fibrilação e fasciculação aparecem em um EMG, mas fibrilações mostram um impulso elétrico muito pequeno, enquanto a fasciculação mostra um impulso muito grande. Isso porque fasciculações envolvem unidades motoras (que consistem de um neurônio motor, bem como os músculos esqueléticos, que são controlados por esse neurônio).
Basicamente, fasciculações desencadeiam a contração de todo (embora muitas vezes pequeno) um grupo de fibras musculares. Fibrilação, por outro lado, afeta apenas uma única fibra muscular. Então, você vai sentir como se fosse uma fasciculação pequena, mas não será capaz de vê-la, e o EMG mal poderá identificá-la.

Há uma cura?

Se você estiver tendo fibrilações, consulte um médico para ter certeza se não é um sinal de uma outra doença – neste caso, é o especialista que vai determinar qual o melhor tratamento.
Já se você estiver tendo fasciculações com muita frequência, você pode ter síndrome de fasciculação benigna. Ou seja, não vai te fazer mal, mas pode incomodar e atrapalhar sua visão ou movimentação.
Nesse caso, você pode experimentar certos tratamentos, mas nenhum existente atualmente é à prova de falhas. De acordo com o Dr. Drachman, medicamentos usados para convulsões e epilepsia podem ajudar a reduzir fasciculações, como gabapentina e tegretol.
Se suas fasciculações forem causadas por uma deficiência de magnésio, então você pode apenas tomar suplementos de magnésio (alguns sinais dessa deficiência podem ser hiperexcitabilidade, fraqueza muscular e sonolência, além de fasciculações), e comer alimentos ricos em magnésio, como verduras verdes, nozes e farelo de trigo.[POPSCI]


Os espasmos musculares são convulsões involuntárias que dão lugar a uns movimentos rápidos chamados tiques. Estes movimentos têm lugar nos músculos que geralmente se acham sob o controle da vontade. Tratam-se de piscadas ou caretas, torções da boca em um determinado momento ou a presença de um piscar constante, entre outros tipos de espasmos. Também existem as cãibras, que são um tipo de espasmos que são acompanhados de dor e não apresentam tiques. Estas costumam atacar as coxas, os braços e as panturrilhas. Devem-se a uma má circulação do sangue, motivo pelo qual costumam acontecer em pessoas de certa idade. Neste artigo de umComo.com.br contamos como tratar os espasmos musculares.
Também lhe pode interessar: Como prevenir as cãibras musculares
Instruções
  1. Quando a causa dos espasmos é uma má circulação sanguínea, é preciso tratar a causa. Geralmente deve-se a alguma doença do aparelho circulatório e o mais recomendável é que consulte um especialista o quanto antes para que lhe receite o melhor tratamento.
  2. No geral, tanto os espasmos musculares como as convulsões podem ser reduzidos em adultos através de massagens de água morna feitas com as mãos e posteriormente envolvendo o local. Consulte o nosso artigo para saber como aplicar um envoltório corporal.
  3. Outro remédio para o tratamento dos espasmos para que acabem consiste em aplicar uma compressa úmida e quente em cima da zona afetada. Deverá deixar cerca de 10 minutos e alterná-la com outra compressa fria, deixando-a também, durante 10 minutos sobre a zona afetada. Desta forma consegue-se estimular a circulação sanguínea e relaxar o músculo afetado. Neste sentido, é importante manter um período de repouso de 2 ou 3 dias. A realização de esforços podem produzir um aumento dos espasmos musculares.
  4. Quanto às cãibras, que acontecem nas coxas, braços e panturrilha, elas devem ser acalmadas com a aplicação de massagens feitas com muito vigor e sempre na direção do coração. Se quer saber como aliviar as cãibras com remédios caseiros, não perca este artigo e coloque em prática os conselhos.
  5. Além disso, se os espasmos persistirem e, inclusive, aumentarem, não hesite em consultar o seu médico para que o examine e determine se são sintoma de alguma anomalia nos músculos, ossos ou tecidos. Em alguns casos, é necessário recorrer à cirurgia para por fim às cãibras, pelo que o especialista deverá determinar o melhor a fazer em cada caso.
  6. Este artigo é meramente informativo, em umComo.com.br não temos a capacidade para receitar nenhum tratamento médico nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Convidamo-lo a recorrer a um médico no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.

    Se deseja ler mais artigos parecidos a como tratar os espasmos musculares , recomendamos que entre na nossa categoria de Os músculos e os tendões ou que se inscreva no nosso boletim de novidades.
Necessita
  • Vegetais.
  • Verduras.
  • Frutas frescas.
  • Compressas.
  • Água.






Apesar de serem duas lesões musculares similares, na verdade existem diferenças entre as características básicas de cada uma. Tanto a contratura como a distensão são produzidas nos músculos, e ambas originam dor forte e mal-estar geral em quem as sofre. Mas para diferenciá-las entre si e poder atuar corretamente, leia este artigo. Em umComo.com.br lhe ensinamos a diferenciar e a tratar tanto a contratura muscular como a distensão.
Imagem: 7dni.com
Também lhe pode interessar: Como curar uma contratura muscular
Instruções
  1. A contratura muscular, como seu nome indica, é uma lesão que se produz nos músculos. Consiste em uma contração que permanece com o tempo, uma contração que não provoca outro tipo de mal-estar no músculo.
  2. Com a contratura muscular, o processo natural dos músculos baseado no relaxamento-contração dos mesmos é alterado. O músculo permanece em uma contração constante, que se mantém.
  3. Com a contratura muscular produz-se a inflamação e rigidez do músculo, criando a sensação de ter uma bola dentro dele. Isso provoca uma dor constante em quem o padece, além da rigidez total da zona afetada. Você pode ver no nosso artigo como curar uma contratura muscular.
  4. A distensão muscular é bem mais severa que a contratura, pois provoca a ruptura das fibras que compõem os músculos. Em função do tamanho das fibras, a distensão pode ocasionar mais ou menos dano.
  5. As fibras dos músculos encontram-se agrupadas em pacotes envolvidos por uma capa fina envolvente. Dependendo do que se rompe, se esta capa ou alguma das fibras musculares, assim será caracterizada a distensão.
  6. A distensão costuma ser provocada por movimentos muito fortes e bruscos. Geralmente, ela acontece em atletas pelo esforço muscular constante que realizam. Este tipo de lesão é bem mais severa que uma contratura e nos exames realizados pelo especialista é fácil de ser detectado.
  7. A distensão costuma ter um desenvolvimento de aproximadamente 21 dias, processo durante o qual se passa por fases muito diferentes. A distensão produz muita dor e a imobilidade total da zona afetada. Aconselha-se colocar muito gelo na zona para acalmar a dor provocada pela ruptura da fibra muscular.
  8. Este artigo é meramente informativo, em umComo.com.br não temos a capacidade para receitar nenhum tratamento médico nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Convidamo-lo a recorrer a um médico no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.

    Se deseja ler mais artigos parecidos a como diferenciar uma contratura muscular de uma distensão muscular, recomendamos que entre na nossa categoria de Os músculos e os tendões ou que se inscreva no nosso boletim de novidades.
Conselhos
  • Consulte sempre um especialista.
  • Não deixe de fazer exames para detectar que problema você tem.
  • Não se automedique e siga sempre os conselhos do médico.


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