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terça-feira, 4 de junho de 2013

Chi Wara - na máscara Chi Wara masculina iremos encontrar um antílope com chifres curvados e um falo apontando para baixo, ou seja, simbolizando que esta fertilizando a terra, já na máscara feminina os chifres serão retos e terá um bebê antílope nas costas. As suas roupas são feitas de ráfia e gramíneas que representam tanto a água corrente quanto uma colheita abundante.

Chi Wara

Resolvi escrever este texto para esclarecer em relação à divindade de nome Chiwara (ou Tyi Wara, Chi Wara, Ci wara), pois já vi página no facebook dizendo que esta divindade era um Nkisi e em outra dizendo ser Omolu, pois bem, não é nem um e nem outro, Chi Wara é a divindade do grupo étnico Bambara, pertencente ao país de Mali.

Chi Wara é tido como um antílope mítico (ou meio antílope e meio humano, depende da região), filho da deusa do céu Mousso Koroni e um espírito da terra na forma de uma cobra, sendo ele aquele quem ensinou os homens a cultivar a terra com sucesso, para assim terem boas colheitas. Sua presença é sempre invocada na semeadura e nos rituais de colheita.

Apresentam-se mascarados e no mínimo em par, sendo um masculino e outro feminino e assim estabelecem a representatividade da fertilidade humana em relação à fertilidade do solo. A figura masculina sempre vem na frente saltando como um antílope (normalmente é o antílope Roan quem o representa) e raspando os seus chifres no solo, mostrando assim a forma como que Chi Wara ensinou os homens a arar a terra, e logo atrás vem à figura feminina se abanando e distribuindo os seus poderes sobre a comunidade.

De forma geral, na máscara Chi Wara masculina iremos encontrar um antílope com chifres curvados e um falo apontando para baixo, ou seja, simbolizando que esta fertilizando a terra, já na máscara feminina os chifres serão retos e terá um bebê antílope nas costas. As suas roupas são feitas de ráfia e gramíneas que representam tanto a água corrente quanto uma colheita abundante.

Além das informações a respeito desta divindade, é bom também aprendermos que nem tudo que parece é, todos aqueles que têm páginas na internet tem que ter o cuidado para não sair distribuindo inverdades a respeito da cultura africana, que é tão rica e plural.

• Referência: Dominique Zahan and Allen F. Roberts. The Two Worlds of Ciwara. In African Arts, Vol. 33, No. 2. (Summer, 2000), pp. 34–45+90-91].
Chi Wara

Resolvi escrever este texto para esclarecer em relação à divindade de nome Chiwara (ou Tyi Wara, Chi Wara, Ci wara), pois já vi página no facebook dizendo que esta divindade era um Nkisi e em outra dizendo ser Omolu, pois bem, não é nem um e nem outro, Chi Wara é a divindade do grupo étnico Bambara, pertencente ao país de Mali.

Chi Wara é tido como um antílope mítico (ou meio antílope e meio humano, depende da região), filho da deusa do céu Mousso Koroni e um espírito da terra na forma de uma cobra, sendo ele aquele quem ensinou os homens a cultivar a terra com sucesso, para assim terem boas colheitas. Sua presença é sempre invocada na semeadura e nos rituais de colheita.

Apresentam-se mascarados e no mínimo em par, sendo um masculino e outro feminino e assim estabelecem a representatividade da fertilidade humana em relação à fertilidade do solo. A figura masculina sempre vem na frente saltando como um antílope (normalmente é o antílope Roan quem o representa) e raspando os seus chifres no solo, mostrando assim a forma como que Chi Wara ensinou os homens a arar a terra, e logo atrás vem à figura feminina se abanando e distribuindo os seus poderes sobre a comunidade. 

De forma geral, na máscara Chi Wara masculina iremos encontrar um antílope com chifres curvados e um falo apontando para baixo, ou seja, simbolizando que esta fertilizando a terra, já na máscara feminina os chifres serão retos e terá um bebê antílope nas costas. As suas roupas são feitas de ráfia e gramíneas que representam tanto a água corrente quanto uma colheita abundante.

Além das informações a respeito desta divindade, é bom também aprendermos que nem tudo que parece é, todos aqueles que têm páginas na internet tem que ter o cuidado para não sair distribuindo inverdades a respeito da cultura africana, que é tão rica e plural. 

• Referência: Dominique Zahan and Allen F. Roberts. The Two Worlds of Ciwara. In African Arts, Vol. 33, No. 2. (Summer, 2000), pp. 34–45+90-91].

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