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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Violência no país atinge principalmente os jovens negros


Principais vítimas 
Violência no país atinge principalmente os jovens negros
Discriminação e racismo fazem aumentar a violência contra o negro, tornando-o a principal vítima da violência no país 

Discriminação e racismo faz dos jovens da periferia, em especial os negros, a principal vítima da violência urbana, exercida muitas vezes sobre os punhos do Estado através da repressora polícia militar.
Os negros são de longe as principais vítimas de homicídios no país. Segundo estimativas da Disoc/IPEA, a partir de dados do Data SUS, mostrou que a taxa de vítimas de homicídios de jovens negros é de 74,8 para cada 100 mil habitantes, um número muito superior comparado com jovens brancos da mesma idade, que é de 41,8 para cada 100 mil habitantes.
“Principais vítimas da violência urbana, alvos prediletos dos homicidas e dos excessos policiais, os jovens negros lideram o ranking dos que vivem em famílias consideradas pobres e dos que recebem os salários mais baixos do mercado. Eles encabeçam, também, a lista dos desempregados, dos analfabetos, dos que abandonam a escola antes de tempo e dos que têm maior defasagem escolar”, diz o site do IPEA.
Segundo o IPEA, existem hoje cerca de sete milhões de pessoas morando em vilas e favelas no país, sendo 65,6 que se declaram negros. Elas estão concentradas principalmente nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo, além de cerca de 500 mil pessoas em Belo Horizonte.
A ausência de políticas públicas tornou essas áreas muito sucessíveis a tráficos de drogas e atuação de milícias paramilitares.
A violência contra os negros é reconhecida e aceita pelo Estado, que em uma tentativa de diminuir o racismo nas abordagem policiais, criou um plano racista aonde os policiais e agente penitenciários seriam treinados para realizarem a abordagem a pessoas negras.
Tais medidas só aumentam o racismo e a discriminação contra a população negra. É portanto necessário que os negros se organizem de forma independente para poder acabar com o racismo e a opressão capitalista.


continuando o tema:


http://www.scielo.br/pdf/tce/v14n4/a19v14n4.pdf

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