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domingo, 26 de maio de 2013

Obra desvenda a construção e o funcionamento do racismo no Brasil; leia capítulo




Obra desvenda a construção e o funcionamento do racismo no Brasil; leia capítulo

da Folha Online
O Brasil não é um país racista, mas é um país onde existe racismo. Em uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), 97% dos entrevistados afirmaram não ter preconceito, mas 98% disseram conhecer pessoas que manifestavam algum tipo de discriminação racial.
Reprodução
Livro esclarece as origens e o funcionamento do racismo no Brasil
Livro esclarece as origens e o funcionamento do racismo no Brasil
A questão é um tema ainda difícil para o último país das Américas a abolir a escravidão, em 1888. Aqui, o debate sobre racismo é sempre atual, com todos os seus paradoxos e mitos, como o da democracia racial.
O estudo é citado no livro "Racismo no Brasil", da coleção "Folha Explica" da "Publifolha", que revela a maneira como se construiu, historicamente, o racismo à brasileira. Leia a introdução do livro, reproduzida abaixo, que leva o título de "Da Cor do Bronze Novo".
A autora é a antropóloga Lilia Moritz Schwarcz, da USP. Ela explica quais os principais debates das teorias raciais no século 19, como teorias justificaram a miscigenação, os efeitos da escravidão no imaginário racial brasileiro, o "apartheid" social", a questão da identidade e confusão e a raça projetada no outro. Ela também explica a formação do conceito de raça no país.
O livro também traz explicações, em comparação ao Brasil, de alguns aspectos do sistema de classificação racial dos Estados Unidos. A autora discute o mito da democracia racial e toca em uma questão vizinha ao racismo, a discriminação racial.
*
Introdução: "Da Cor do Bronze Novo"
"Uma feita o Sol cobrira os três manos de uma escaminha de suor e Macunaíma se lembrou de tomar banho. Porém no rio era impossível por causa das piranhas vorazes que de quando em quando na luta pra pegar um naco da irmã espedaçada pulavam aos cachos para fora d"água metro e mais. Então Macunaíma enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia d"água. E a cova era que nem a marca dum pé de gigante. Abicaram. O herói depois de muitos gritos por causa do frio da água entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a água era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezão de Sumé, do tempo que andava pregando o Evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o herói saiu do banho estava branco louro de olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele [à]. Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão de Sumé. Porém a água já estava muito suja do pretume do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco atirando água para todos os lados só conseguia ficar da cor do bronze novo [à]. Maanape então é que foi se lavar, mas Jiguê esborrifara toda a água encantada para fora da cova. Tinha só um bocado lá no fundo e Maanape conseguiu molhar só a palma dos pés e das mãos. Por isso ficou negro bem filho dos Tapanhumas. Só que as palmas das mãos e dos pés dele são vermelhas por terem se limpado na água santa [à]. E estava lindíssimo no Sol da lapa os três manos um louro, um vermelho, outro negro, de pé bem erguidos e nus [à]."1
Nos idos de 1928, Mário de Andrade recontou, à sua maneira, a famosa fábula das três raças. Depois de terem sido tão iguais, os irmãos acabavam ganhando as cores das "gentes locais", por conta de um milagre da natureza ou de um atributo de não se sabe quem. Nesse caso, porém, a narrativa surgia em meio a uma série de outras aventuras e desventuras de Macunaíma, esse herói "sem nenhum caráter". De toda maneira, no conjunto do livro, destacava-se uma intenção de incorporar culturas não-letradas indígenas, caipiras, sertanejos, negros, mulatos, cafuzos e brancos, cujo resultado era menos uma análise das raças e mais uma síntese das culturas locais. Afinal, a fórmula "herói de nossa gente" veio substituir expressão anterior "herói de nossa raça", numa clara demonstração de como o romance dialogava com o pensamento social de sua época e buscava se contrapor à versão pessimista, de finais do século 19, que entendeu a miscigenação como uma espécie de mácula nacional.
Mas, se essa é uma história famosa e dileta, não deixa de ser, também, uma "versão". Uma versão que remete a outra estrutura maior, que, de alguma maneira, vem repensando a nação a partir da raça, às vezes nomeada em função da cor. Pode-se afirmar, sem medo de errar, que, na maioria das vezes em que oficialmente se falou sobre esse país, o critério racial foi acionado: ora como elogio, ora como demérito e vergonha. No entanto, assim como se sabe que o nacionalismo é, no limite, uma invenção, é preciso deixar claro, também, que não se trata de um discurso meramente aleatório.
O fato é que não se manipula no vazio e que, apesar de muitas vezes pragmáticos, os rituais, ícones e representações nacionais dificilmente se impõem de forma apenas exterior. Entender as marcas simbólicas do poder político significa perceber como é possível descobrir intencionalidade na cultura política, mas também atentar para o fortalecimento de um imaginário nacional, que buscou raízes nos ditos populares e em certa maneira particular de entender a cor e a raça. Estamos diante, portanto, de representações que, além de estarem ancoradas na estrutura socioeconômica mais imediata, são partilhadas coletivamente, mesmo que reapropriadas segundo padrões nem sempre idênticos. E mais: nesse processo, a composição mestiçada da população sempre pareceu chamar atenção.
É por isso mesmo que este livro procurará acompanhar a trajetória do conceito "raça" em nossa história particular, sem abrir mão de pensar o momento presente e seus desafios.2 No primeiro capítulo, "Raça Como Negociação", o leitor será convidado a viajar pelos diferentes caminhos que o termo percorreu entre nós: desde meados do século 16 até os anos 1930 e depois até o contexto atual, o conceito ganhou visões variadas, que oscilaram entre as leituras mais românticas e as teorias detratoras. Na seqüência "Falando de História: Ser Peça, Ser Coisa", vai-se procurar analisar o impacto da escravidão brasileira na estrutura local e o perfil basicamente conservador do movimento abolicionista brasileiro.
Não se pretende, porém, limitar o problema ao passado. Ao contrário, a forma atual e particular que a questão racial assume aqui será o tema de dois outros capítulos. Em "Frágil Democracia: na Dança dos Números",interpretaremos os dados da demografia censitária, que vêm comprovando a existência de um apartheid social velado no país. Já em "Nomes, Cores e Confusão", a idéia é lidar com cenários paralelos: a "raça social" (que faz com que as pessoas "embranqueçam ou empreteçam", conforme a situação social e mesmo econômica) e o uso escorregadio da cor, que transforma raça em efeito passageiro, ou tema para a exclusiva nomeação. Para complicar ainda mais, no capítulo 5, "Raça Como Outro", estaremos diante dessa modalidade original de preconceito; um preconceito alterativo que localiza no próximo, ou no vizinho ao lado, a discriminação.
Concluímos com "Fechando ou Abrindo Essa História", já que "ninguém é de ferro". Questões desse tipo são melhores para pensar do que para resolver: vale mais incomodar e provocar do que estar à cata de receitas fáceis e prontas, ou poções mágicas que anunciem o final derradeiro do problema. No que se refere ao tema racial, estamos bem longe de um "E viveram felizes para sempre".
1 Mário de Andrade, p. 37-8.
2 Este texto guarda uma formulação original, mas representa, em alguns pontos delimitados, uma nova investida na discussão iniciada no ensaio de minha autoria "Nem Preto, Nem Branco, Muito Pelo Contrário", publicado no livro História da Vida Privada no Brasil, v. 4 (São Paulo: Companhia das Letras, 1998).

Fenut enfatiza segurança alimentar nas refeições coletivas... Lares potiguares desperdiçam 25% do que consomem,,,,

Uma banana machucada, alface com as folhas escurecidas, um restinho de feijão e lá se vão quilos e quilos de alimentos direto para o lixo. A taxa de desperdício de alimentos no Rio Grande do Norte é alta. 25% de tudo o que é consumido nos lares potiguares é desperdiçado, rejeito que daria para alimentar cerca de 500 mil pessoas, mais da metade da população de Natal. Somente na Central de Abastecimento do Estado (Ceasa), para cada tonelada, são desperdiçados 300 quilos de alimentos. Os dados fazem parte de uma pesquisa realizada por acadêmicas do curso de Nutrição do Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN).
Júnior SantosEstudo revela que 80% do desperdício da Ceasa vai para o aterro e 20% serve de ração animalEstudo revela que 80% do desperdício da Ceasa vai para o aterro e 20% serve de ração animal

As hortaliças estão entre os gêneros que corriqueiramente vão parar no cesto de lixo e grande parte desse desperdício é provocada pelos próprios comerciantes, segundo o grupo de estudantes. “Como as hortaliças duram apenas dois dias, o armazenamento inadequado contribui para o estrago”, explica Kathiene Lima, uma das integrantes do grupo.

Esse quadro, no entanto, não está restrito apenas ao Rio Grande do Norte e se repete em outros estados. Apesar de ser um grande produtor mundial, o Brasil está entre os países que mais desperdiçam alimento, ocupando a décima colocação no ranking. Um paradoxo frente a mais de 870 milhões de pessoas que passam fome em todo planeta, de acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

A pesquisa foi realizada pelas estudantes Marília Clementino, Géssica Teixeira, Jéssica Pontes, Raiane Medeiros, Clara de França, Júlia Bay, Thalita Félix, Kathiene Lima, Valessa Moura, Lyzandra Pereira, Vandeíza Medeiros e Larissa Gomes. Durante um mês, as alunas de Nutrição levantaram dados e informações sobre o assunto, como parte da disciplina Economia, disponibilizada no primeiro ano da grade curricular da graduação.

Elas constataram que 80% do desperdício da Ceasa vai para o aterro sanitário e 20% são utilizados como ração animal. Quando o assunto é cereal, os restaurantes, refeitórios e similares são os campeões em desperdício, sobretudo de arroz e feijão.

Fenut vai expor dicas para reverter desperdício


Os resultados finais da pesquisa serão apresentados na Feira de Nutrição do UNI-RN (Fenut), que será realizada na próxima terça-feira (28). Além dos resultados, o grupo pretende expor algumas propostas para reverter o alto índice de desperdício e ensinar os consumidores a aproveitar melhor os alimentos. São dicas como fazer a feira de frutas e legumes separada dos demais gêneros e, em vez de mensal, quinzenalmente, já que são mais perecíveis. 
Júnior SantosO desperdício é diário e constante e não há programa para aproveitamento das sobrasO desperdício é diário e constante e não há programa para aproveitamento das sobras

“Quando as frutas e hortaliças são colocadas no mesmo carrinho junto com os outros itens, a probabilidade de que amassem é muito maior. E se estiverem muito maduras, o atrito pode facilitar a entrada de bactérias nocivas à saúde”, explica Kathiene Lima.
Outra recomendação tem a ver com a forma de armazenar os itens na geladeira. Frutas devem ser guardadas integralmente, sem cortes, evitando a oxidação. Alguns podem aumentar a vida útil mesmo após cortados. É caso do abacate se armazenado com o caroço.  O abacaxi, após descascados, deve ser guardado com o talo.

Os ovos devem ser armazenados em uma vasilha e colocados na segunda ou terceira prateleira da geladeira. Nunca na porta. Nesse local há trepidação e variações bruscas de temperatura que alteram o estado do ovo, aumentando chances de estragar. Se não for servida na hora, a alface não precisa ser cortada, já que perde rapidamente as propriedades nutricionais. É bom ficar atento às promoções e não comprar por impulso. Normalmente, esses produtos entram em promoção quando se aproximam do prazo de validade. 

Fenut enfatiza segurança alimentar nas refeições coletivas













Os cuidados para elaborar um cardápio que atenda às necessidades nutricionais diárias e a higienização adequada de alimentos e utensílios em estabelecimentos que servem grandes quantidades de refeições serão o tema central da Feira de Nutrição do Centro Universitário do Rio Grande do Norte (Fenut). O evento chega à nona edição com a proposta de chamar a atenção para a importância da qualidade e segurança na produção de alimentação coletiva. Isso porque os restaurantes, refeitórios e similares são hoje o principal campo de trabalho do nutricionista no Rio Grande do Norte.

A Fenut será realizada na próxima terça-feira (28), no Centro de Convivências Clara Camarão, e deve reunir cerca de 200 acadêmicos do curso de Nutrição do UNI-RN. A principal novidade deste ano será a abertura da feira no turno matutino. Tradicionalmente, o evento era realizado apenas no período noturno. Assim, a exposição temática ocorre nos horários das 8h ao 12h e das 19h às 21h30. De acordo com a coordenadora da Fenut, a professora Carina Leite, a expansão visa ampliar o público visitante e expandir os conhecimentos repassados pelos estudantes a um maior número de pessoas.

Serão 16 estandes que repassarão de forma clara e prática aspectos importantes da nutrição e com direito a degustações. Para tornar o tema, que é empírico, em algo visual, os alunos planejaram um projeto de restaurante universitário com capacidade para servir até mil refeições. A estrutura envolve desde a planta baixa e equipamentos até a montagem do cardápio. No evento, eles vão expor apenas uma parte desse estabelecimento, uma minicozinha, onde serão demonstradas técnicas corretas para a elaboração de um cardápio de almoço.

Turmas

Cada um dos aspectos do tema “Qualidade e Segurança na Produção de Alimentação Coletiva” será abordado pelas turmas do segundo e terceiro anos. “Escolhemos trabalhar este ano com essa temática porque o mercado de trabalho no estado está muito centrado nesse ramo da alimentação coletiva e há uma preocupação com as políticas públicas nutricionais. Além disso, é uma forma de valorizar o profissional nutricionista”, alega Carina Leite.

Já as turmas do primeiro ano vão demonstrar nos estandes a importância das ciências sociais e biológicas para a formação do nutricionista. Em síntese, eles colocarão em prática o que aprenderam nas disciplinas do curso. Um dos grupos abordará o desperdício como parte integrante da disciplina Economia.

Os acadêmicos ensinarão como aproveitar integralmente alguns tipos de alimentos, evitando sobras, ou como aproveitá-los de acordo com o estágio de maturação. O tomate, por exemplo, pode ser usado em saladas ou melhor aproveitados em molhos. O uso vai depender do grau de maturação. Se mais verde, a indicação e a salada. Quando mais maduro, quando pode conter alguns fungos, o melhor é utilizá-lo em molhos, que são cozidos.

Outro grupo demonstrará como a herança indígena foi determinante para os hábitos alimentares do potiguar, como parte integrante da disciplina Sociologia.

No Rio Grande do Norte, 20 procedimentos investigatórios tramitam no Ministério Público Federal (MPF/RN), que apura desde a irregularidade na construção dos imóveis às denúncias de favorecimento político no cadastro dos beneficiados. Pedra Preta, Lagoa de Pedras, Parnamirim, Mossoró, Upanema, Rafael Fernandes, Marcelino Vieira, São Rafael, Santana do Matos, Angicos, Extremoz, Caicó, Currais Novos e Arês.

Ricardo Araújo - repórter

O sonho de conquistar uma casa própria é comum a quase todos os brasileiros. Muitos deles tornaram a utopia em realidade com o advento do Programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pela União em abril de 2009. Quatro anos depois, porém, com mais de um milhão de moradias entregues em quase mil municípios brasileiros, os primeiros indícios de irregularidades começam a surgir neste que é um dos programas sociais que mais movimenta recursos públicos e privados atualmente em todo o país. 
Júnior SantosAté o fim de abril deste ano, a CEF analisava 74 empreendimentos em construção. Desde que foi criada, em março deste ano, a Central Telefônica da Caixa para o Programa já recebeu 7.907 reclamaçõesAté o fim de abril deste ano, a CEF analisava 74 empreendimentos em construção. Desde que foi criada, em março deste ano, a Central Telefônica da Caixa para o Programa já recebeu 7.907 reclamações

No Rio Grande do Norte, 20 procedimentos investigatórios tramitam no Ministério Público Federal (MPF/RN), que apura desde a irregularidade na construção dos imóveis às denúncias de favorecimento político no cadastro dos beneficiados. 

 As irregularidades analisadas pelo MPF/RN incluem, ainda, relatos de más condições de imóveis entregues pelo Programa Minha Casa, Minha Vida em Mossoró, além da ineficiência da Caixa Econômica Federal (CEF), financiadora do Programa, em resolver o problema em tempo hábil. 



Até agora, quatorze cidades tem empreendimentos investigados pelo Minsitério Público Federal no Estado, são elas: Pedra Preta, Lagoa de Pedras, Parnamirim, Mossoró, Upanema, Rafael Fernandes, Marcelino Vieira, São Rafael, Santana do Matos, Angicos, Extremoz, Caicó, Currais Novos e Arês. 

 Além dos processos que tramitam na MPF/RN, cujo primeiro tramita desde 2010, a assessoria de imprensa da Controladoria Geral da União (CGU), confirma que estão em desenvolvimento dois  trabalhos sobre o Programa  envolvendo cidades potiguares. Um deles discorre sobre uma ‘Avaliação da Execução de Programa de Governo’ e outro é uma ‘Auditoria Especial’. Entretanto, conforme exposto pela assessoria do órgão, “ambos procedimentos ainda estão em andamento e, portanto, não podem ser divulgados. Não é possível apontar falhas e suas decorrentes responsabilizações”.

DivulgaçãoProcurador Kleber Araújo explica investigações em curso no MPFProcurador Kleber Araújo explica investigações em curso no MPF

Com as mesmas ressalvas, o procurador da República que coordena o Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal no RN, Kleber Martins de Araújo, confirma as investigações. “Estamos atentos e atuantes para evitar o desperdício e a má aplicação da verba pública federal. Vale destacar, entretanto, que alguns dos procedimentos estão em fase inicial e ainda carecem de investigações, não havendo elementos suficientes para afirmar que há irregularidades em todos os casos investigados. Temos um longo trabalho pela frente”, afirmou o procurador do MPF Kleber Araújo. 

Nenhum dos órgãos informou quantas unidades habitacionais estão sob análise, tampouco o volume de recursos nelas empregado.  A TRIBUNA DO NORTE procurou o superintendente da Caixa Ecônica Federal no RN, Roberto Linhares  para comentar as investigações do Ministério Público Federal, mas não obteve retorno nas ligações feitas.

sábado, 25 de maio de 2013

RELIGIOSOS E RELIGIOSAS DE MATRIZ AFRICANA SE REUNEM PARA DELIBERAR NOTA OFICIAL DE REPUDIO A AÇÕES E ATOS COMETIDOS EM NOME DE RELIGIOSOS E CASAS DE TERREIRO E ROCAS E CENTROS DAS DIVERSAS NAÇÕES E FORMA DE CULTO AFRO BRASILEIRA NO RN....



NO DIA DA AFRICA RELIGIOSOS  E RELIGIOSAS DE DIVERSAS NAÇOES E CULTOS SE REUNEM NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE  PARA REPUDIAR ATOS E AÇÕES COMETIDAS EM NOME DA RELIGIAO FALSAMENTE ACUSADA E DEMONIZADA,  EM VITIMIZAÇÃO E CRIMES CONTRA PESSOAS CAUSANDO ASSIM TERRORISMOS E VANDALISMO EM DIVERSAS CASAS DE TERREIRO PRINCIPALMENTE DA ZONA NORTE DE NATAL INCLUSIVE TAMBEM VARIAS REGIÕES DO ESTADO COMO A CIDADE DE CAICO REPERCUSSÃO DOS CRIMES ACONTECIDOS EM NATAL E DIVULGADOS EM TODA A IMPRESSA, RADIALISTA LOCAL DA CIDADE DE CAICO FAZ ACUSAÇÕES E APOLOGIA A VIOLENCIA A CASAS E RELIGIOSOS DE MATRIZ AFRICANA DA REGIAO COMO SE ESTES FOSSEM CO-AUTORES DE CRIMES ACONTECIDOS EM NATAL E ONDE CRIMINOSOS DIZEM QUE SAO RELIGIOSOS... É ENTAO QUE RELIGIOSOS DE MATRIZ AFRICANA REUNIDOS EM NATAL REPUDIAM E SE UNEM CONTRA GENERALIZAÇÃO E VIOLENCIAS QUE JA ESTAO ACONTECENDO A RELIGIOSOS E ATAQUE A CASAS EM DIVERSAS REGIOES DO ESTADO E PRINCIPALMENTE EM NATAL  NA ZONA NORTE,  DIREITOS HUMANOS, OAB E MINISTERIO PUBLICO E OUTRAS AUTORIDADES JA FORAM ACIONADAS PARA DEVIDAS PROVIDENCIAS,  BEM COMO DENUNCIA-SE MEIOS DE COMUNICAÇÃO E VARIOS PROFISSIONAIS DA MIDIA LOCAL QUE ESTAO PROMOVENDO VIOLENCIA RACISMO E GENERALIZAÇÃO DA AÇÃO DOS CRIMINOSOS INCENTIVANDO ASSIM MAIS CRIMES E AGRESSOES... ESPERAMOS QUE A JUSTIÇA SEJA FEITA PELA JUSTIÇA E PELAS AUTORIDADES COMPETENTES E NAO ABUSOS COMETIDOS POR CRIMINOSOS  PSEUDOS JUSTICEIROS QUE ESTAO PROMOVENDO QUEBRADEIRAS, ESPACAMENTOS E VIOLENCIAS A RELIGIOSOS  E ATERREIROS EM TODO O ESTADO DO RN....

A COMISSAO DE TERREIROS E RELIGIOSOS E POVOS DE MATRIZ AFRICANA DO RIO GRANDE DO NORTE
COORDENAÇÃO COLEGIADA DA CONEN   RN
COORDENAÇÃO COLEGIADA DO CENERAB RN
REDE MANDACARU
REPUDIAM ESSAS AÇÕES E SUBSCREVEM ATO ICOLUME DOS DIVERSOS RELIGIOSOS QUE SE REUNIRAM HOJE A TARDE NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RN CAMPUS ZONA NORTE.....







sexta-feira, 24 de maio de 2013

repassamos convite que recebemos: A CONVOCAÇÃO DO TJ Eis a íntegra do convite do Tribunal de Justiça do RN:

repassamos convite que recebemos:

A CONVOCAÇÃO DO TJ 

Eis a íntegra do convite do Tribunal de Justiça do RN: 

"Prezado(a) Senhor, 
De ordem do Juiz Gustavo Marinho, Coordenador do Programa Novos Rumos na Execução Penal-TJRN, e aproveitando a oportunidade da presença de representante da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados - FBAC (Inspetor de Metodologia, Sr. Wellington Silva) em nossa cidade, convidamos todos os interessados na temática da ampliação do método APAC no RN para uma reunião a ser realizada na próxima sexta feira, dia 24 de maio, às 19h, na sede do SAPIENS 
Atenciosamente, 
Guiomar Veras
Programa Novos Rumos na Execução Penal

Dispõe sobre as Garantias e Direitos Fundamentais ao Livre Exercício da Crença e dos Cultos Religiosos, estabelecidos nos incisos VI, VII e VIII do art. 5º e no § 1º do art. 210 da Constituição da República Federativa do Brasil.


http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=65283&tp=1


PLC - PROJETO DE LEI DA CÂMARA, Nº 160 de 2009
Autor:DEPUTADO - George Hilton
  Ver imagem das assinaturas   Download do documento em PDF
Ementa:Dispõe sobre as Garantias e Direitos Fundamentais ao Livre Exercício da Crença e dos Cultos Religiosos, estabelecidos nos incisos VI, VII e VIII do art. 5º e no § 1º do art. 210 da Constituição da República Federativa do Brasil.
Assunto:Social - Direitos humanos e minorias
Data de apresentação:02/09/2009
Situação atual:
Local: 
17/04/2013 - Comissão de Assuntos Sociais

Situação: 
17/04/2013 - AUDIÊNCIA PÚBLICA
Matérias relacionadas:RQS - REQUERIMENTO 848 de 2010 (Senador Flávio Arns)
RAS - REQUERIMENTO DA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS 38 de 2012 (Senador Eduardo Suplicy)
RQS - REQUERIMENTO 331 de 2013 (Líderes Partidários)
RQS - REQUERIMENTO 335 de 2013 (Líderes Partidários)
Outros números:
Origem no Legislativo:
CD  PL.  05598 / 2009
Indexação da matéria:

Quilombo dos Palmares

Marinha impede entrega de 500 kg de alimentos arrecadados pelo Akofena para Quilombo Rio dos Macacos

Na construção do Decreto 4887/2003, que regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos



Marinha impede entrega de 500 kg de alimentos arrecadados pelo Akofena para Quilombo Rio dos Macacos


Os alimentos que a Marinha impediu fossem entregues ao Quilombo
Os alimentos que a Marinha impediu fossem entregues ao Quilombo
Nós, militantes do Núcleo Akofena – Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, no dia 17 de maio de 2013, fomos impedidos pela Marinha de Guerra do Brasil de entregar alimentos para o Quilombo Rio dos Macacos. Junto com a comunidade tentamos negociar a entrada dos alimentos, entretanto, a Marinha permaneceu irredutível.
Durante os meses de fevereiro, março e abril de 2013, o Núcleo Akofena realizou uma série de ações em solidariedade real e concreta à comunidade Quilombo Rio dos Macacos , em parceria/articulação com as comunidades periféricas de cachoeira, terreiros de candomblés, artistas locais, Griôs, a tradicional Lavagem da Pechincha e o Movimento Estudantil da UFRB.
Os alimentos foram frutos desta jornada de lutas Pró-Quilombo Rio dos Macacos. Um sargento da Marinha, sob orientação de seu superior, afirmou que os alimentos poderiam entrar na Comunidade, mas o carro não. Foi arrecadado mais de 500 kg de alimentos e não haveria possibilidades de levar para a Comunidade sem o transporte, bem como não havia condições de acesso por via alternativa, tendo em vista a condição da estrada em períodos chuvosos, ou seja, a única via seria pela Vila Naval da Marinha de Guerra.
Nesse embate, A Marinha do Brasil inviabiliza que os quilombolas tenham acesso a saneamento básico, atendimento de saúde, ações educativas e alimentação básica.
Como somos também irredutíveis, articulamos outro meio para o repasse dos alimentos. Ainda que a Marinha do Brasil tenha nos inviabilizado realizar a atividade programada junto a comunidade, quando nos foi vetada a entrada de carro ou a pé, mantivemos o compromisso político e reafirmamos entre os irmãos: Somos Quilombo Rio dos Macacos 365 dias ao ano, na solidariedade total a luta quilombola.
Núcleo Akofena – Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto!



  • O que é Racismo Ambiental

    “Chamamos de Racismo Ambiental às injustiças sociais e ambientais que recaem de forma implacável sobre grupos étnicos vulnerabilizados e sobre outras comunidades, discriminadas por sua 'raça', origem ou cor”. /// "Llamamos Racismo Ambiental a las injusticias sociales y ambientales que recaen de forma implacable sobre grupos étnicos tornados vulnerables y sobre otras comunidades, discriminadas por su 'raza', origen o color".

III Seminário de Integração Universitária - Palestra de abertura;;;; "falta vontade de alguns gestores a aplicar em todos os níveis a educação etinico racial pois recursos e formação nos temos"... https://www.facebook.com/PovosdeTerreirodoRN



Professor Luis Assunção UFRN pesquisador e JUREMEIRO,  narra suas experiencias e faz valer tantos anos de serviços academicos num recorte de pesquisa que virou a sua vida a partir de suas experiencias e troca de saberes com mais velhos e mais novos em especial a africanidades do RN um relato etnografico faz valer alunos da uern no curso de ciencias da religião, trazendo a tonica do recorte etnico racial e suas diversidades no nordeste e em terras potiguaes... numa classica discussão onde varios estudantes perguntam  e trocam saberes com o pesquisador que se tornou juremeiro a partir de suas andanças... tambem outro ponto marcante fora a apresentação da primeira YALORIXA aluna regular da universidade do estado do RN. aprovada em vestibular outro ponto de vitoria e terceiro Yao aluno da uern que se apresenta Kleiton de  Yemanjar momento impar para comunidade e religiosos que neste momento de tristeza a todas as casas de terreiro do RN por fatos acontecidos... a alegria de esta na universidade e pautando o recorte etnico racial e diversidades POR FIM conlcue o professor pesquisador e juremeiro afirmando "falta vontade de alguns gestores a aplicar em todos os níveis a educação etinico racial pois recursos e formação nos temos"...

https://www.facebook.com/PovosdeTerreirodoRN

III Seminário de Integração Universitária - Palestra de abertura

A abertura do III Seminário de Integração contou com a apresentação da Cia Corpus Dançantes que apresentou a coreografia Coco de Roda e em seguida o poeta Paulo Varela prestigiou a todos os presentes com uma bela poesia sobre os costumes do sertão antigo.
Na palestra de abertura o prof. Dr. Luiz Assunção(UFRN) explorou a intrínseca ligação entre a formação teórico-acadêmica e as relações de aprendizagem e conhecimento que se processam com e entre os sujeitos no campo de pesquisa.
Em sua fala, o professor resgatou aspectos importantes de sua trajetória como pesquisador no campo das religiões afro-brasileiras no nordeste e, em especial, em Natal, registrando de forma enfática alguns dos pais e mães de santo que constituem personalidades de referência para a tradição das casas e terreiros na cidade.
Para Luiz Assunção, um dos grandes desafios ao se pesquisar as religiões é conseguir construir um diálogo profundo e autêntico entre os saberes teóricos da ciência e os conhecimentos tradicionais oriundos das experiências vividas no plano da cultura e das relações humanas.


 


terça-feira, 21 de maio de 2013

O corpo de uma mulher, identificada como Edilma Dantas de Souza, 41 anos, foi encontrado na tarde desta terça-feira (21) no conjunto Nova Natal, na zona norte. De acordo com o delegado Ben-Hur Cirino, responsável pelas investigações do caso, a morte aconteceu durante um ritual de magia negra.

O corpo de uma mulher, identificada como Edilma Dantas de Souza, 41 anos, foi encontrado na tarde desta terça-feira (21) no conjunto Nova Natal, na zona norte. De acordo com o delegado Ben-Hur Cirino, responsável pelas investigações do caso, a morte aconteceu durante um ritual de magia negra.

Edilma estava sendo procurada desde 3 de abril deste ano, quando seu irmão prestou queixa de desaparecimento na Delegacia de Capturas (Decap). Segundo ele, ela saiu de casa, no Bairro Nordeste, com destino ao Jardim Progresso, onde se encontraria com um homem identificado como João Maria Guedes, 32 anos, conhecido como “João Macumbeiro”, já conhecido da família e da vítima, e não foi mais vista.
Júnior SantosVala onde o corpo de Edilma foi encontrado em Nova NatalVala onde o corpo de Edilma foi encontrado em Nova Natal

Ben-Hur afirma que, durante as investigações, João Maria foi ouvido duas vezes e a polícia percebeu que ele tinha envolvimento com o desaparecimento. João foi preso temporariamente e acabou assumindo o crime, confessando ainda a participação de mais duas pessoas: , Gildázio da Cruz Gomes, 35 anos, o "Gil", e Jarbas Gomes de Menezes, 32 anos, conhecido como “Lilico”.

Presos, os três acusados acabaram relatando como o crime aconteceu. Segundo eles, Edilma procurou João para fazer um trabalho de magia negra com objetivo de aproximar uma pessoa dele e, quando Jarbas descobriu que ela era solteira e não tinha filhos, decidiu usá-la em outro ritual.

Em depoimento, eles afirmaram que embebedaram a vítima, amarraram seus braços e pernas e, em seguida, a estrangularam, jogaram sangue de bode nela e enterraram o corpo no quintal da casa de João Maria. “Ele dizia estar possuído por Lúcifer”, disse João em depoimento.

O corpo de Edilma foi levado para o Instituto Técnico Científico da Polícia e a perícia confirmou a morte por asfixia. De acordo com o delegado Ben-Hur, os vizinhos da casa onde o cadáver foi encontrado estavam bastante revoltados com o crime.

Atualizada às 19h02 com informações da Degepol

COMISSÃO DE RELIGIOSOS DO FORUM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DOS POVOS DE TERREIRO DO RN COM MUITA GARRA SE REUNEM AO AR LIVRE NO PATIO DO CENTRO ADMINISTRATIVO DO ESTADO DO RN PARA DEBATER E DISCUTIR SUAS AÇÕES....







 COMISSÃO DE RELIGIOSOS  DO FORUM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DOS POVOS DE TERREIRO DO RN COM MUITA GARRA SE REUNEM AO AR LIVRE NO PATIO DO CENTRO ADMINISTRATIVO DO ESTADO DO RN PARA DEBATER E DISCUTIR SUAS AÇÕES....

MOTIVO DO USO ECOLOGICO NAO TEVE ESPAÇO DENTRO DAS INSTALAÇÕES PARA ACOLHER RELIGIOSOS.......  REFORÇANDO ASSIM A IDENTIDADE PROTAGONISTA E DA RESISTENCIA NAO ABATEU MENBROS E MESMO ASSIM DISCUSSOES E DEMANDAS FORAM DEFINIDAS ENTRE A COMISSAO COLEGIADA PARTICIPAÇÃO NAS CONFERENCIAS, INTERIORIZAÇÃO DO MOVIMENTO COALIZAO DE NAÇÕES E CULTOS E AFINS....

















É muito importante que denunciemos o que está acontecendo hoje aqui em Natal, pois trata-se de um precedente perigosíssimo para os movimentos sociais do Brasil inteiro, ainda mais às vésperas da Copa do Mundo e com a possibilidade de um "Estado de Exceção" por ordem da FIFA.





É muito importante que denunciemos o que está acontecendo hoje aqui em Natal, pois trata-se de um precedente perigosíssimo para os movimentos sociais do Brasil inteiro, ainda mais às vésperas da Copa do Mundo e com a possibilidade de um "Estado de Exceção" por ordem da FIFA.
Amanhã, dia 21 de maio, está marcado um grande ato construído pelo FOCAMPO (Fórum do Campo), que congrega todos os movimentos e federações rurais (MST, MLST, FETARN, FETRAF, CPT,etc), assim como vários movimentos urbanos (CSP-Conlutas, CUT, INTERSINDICAL, MMM, Comitê Popular da Copa, etc). O documento de convocação e divulgação do ato está logo abaixo.
Também se juntou ao ato o movimento auto-intitulado REVOLTA DO BUSÃO, que ganhou visibilidade nos noticiários nacionais nos últimos dias quando colocou mais de 3 mil pessoas nas ruas de natal contra o aumento da passagem de ônibus.
O fato é que, atendendo ao lobby e pressão das empresas de ônibus (SETURN) e das polícias estadual e federal, o juiz Magnus Delgado expediu a decisão em documento anexo, proibindo que a BR-101 (que dá acesso à entrada da cidade) seja ocupada total ou parcialmente por quaisquer manifestações no dia de amanhã.
O ato está mantido, com concentração a partir das 07 horas da manhã no viaduto de Ponta Negra (próximo ao relógio da Copa) e os movimentos irão decidir de que forma proceder. Em todo caso, várias caravanas do interior e de outros estados já estão a caminho e, independente do local, o ato do GRITO DA SECA, com adesão da REVOLTA DO BUSÃO, irá acontecer!!
Leiam e denunciem essa decisão arbitrária e INCONSTITUCIONAL expedida por esse juiz.
No último ato da REVOLTA DO BUSÃO, no dia 14 de maio, a polícia (o BOPE, o BPCHOQUE, a Polícia Rodoviária federal) atacou violentamente e machucou muitos/as estudantes, inclusive menores secundaristas, e tivemos que ir soltar vári@s deles nas delegacias. A Igreja Universal do Reino de Deus permitiu que o BOPE subisse até o telhado da igreja para jogar bombas de gás lacrimogênio lá de cima, o que criou uma nuvem desse gás em todo o quarteirão por onde a manifestação passava, atingindo transeuntes que nada tinham a ver com a manifestação, inclusive crianças que saiam da escola. Vári@s estudantes foram fazer exame de corpo delito no ITEP, pois tinham cortes e sangramento na cabeça por causa dos tiros de bala de borracha e de ferimentos provocados por cacetetes. Uma barbárie assustadora, truculenta, contra estudantes desarmados e muitos até rendidos, que foram chutados no chão pelos policiais. Registramos tudo isso me vídeos. Jornalistas tiveram suas câmeras de fotografia e filmagem confiscadas pela polícia para que as imagens não fossem divulgadas. Professoras universitárias que acompanhavam a manifestação foram agredidas verbalmente pelos policiais, que as chamou de "vadias". 
Vamos ver o que nos espera amanhã. Já estamos sendo acompanhados pela comissão de direitos humanos da OAB, que expediu uma nota denunciando e criticando a ação da polícia. 

Saudações e enviaremos mais notícias posteriormente.

Tárzia Medeiros 
Coordenação do GRITO DA SECA em Natal
Coordenação estadual da ASA Potiguar

segunda-feira, 20 de maio de 2013

relaçoes etnico racial e educação...

a cidadania a partir dos direitos humanos....

po que significa cidadania....

contribuiçao de pai freitas a diversidade

contribuiçao de baba marconi- tata kuiazambi a diversidade

contribuição de mae nem de ceara mirim

contribuição de mae maria de Obá..

contribuição de yalorixa temi luciene de oya a diversidade e raizes

contribuição Baba Marcelo sobre raizes e diversdades...

Por causa de um falso boato, pessoas que vivem deste Programa, desesperadas e sem o menor controle emocional e "Educação", chegam a depredar caixas, inclusive aqui em Natal que até o presente momento encontra-se com enorme filas nos terminais da C.E.F. - ministério confirma falso o boato e confirma continuidade e aumento do programa com aumento real chegando a 24 bilhões de investimentos....





Por causa de um falso boato, pessoas que vivem deste Programa, desesperadas e sem o menor controle emocional e "Educação", chegam a depredar caixas, inclusive aqui em Natal que até o presente momento encontra-se com enorme filas nos terminais da C.E.F. - ministério confirma falso o boato e confirma continuidade e aumento do programa com aumento real chegando a 24 bilhões de investimentos....


fonte: diana da ASPORN entidade parceira


sábado, 18 de maio de 2013

ESTA SENDO REALIZADO NO BRASIL UMA CONSULTA DA SOCIEDADE CIVIL SOBRE O MUNDO QUE QUEREMOS APÓS 2015 TENDO COMO REFERÊNCIA OS OBJETIVOS DO MILÊNIO .- CONEN NACIONAL

ESTA SENDO REALIZADO NO BRASIL UMA CONSULTA DA SOCIEDADE CIVIL SOBRE O MUNDO QUE QUEREMOS APÓS 2015 TENDO COMO REFERÊNCIA OS OBJETIVOS DO MILÊNIO .
SÃO VARIAS OFICINAS A SEREM REALIZADS NO BRASIL SENDO UM TEMA EM CADA ESTADO AQUI NA BAHIA FICAMOS COM O TEMA DIVERSIDADE E IGUALDADE RACIAL .
A ABONG É A RESPONSAVEL POR ORGANIZAR ESTAS OFICINAS EM TODO PAÍS E FEZ PARCERIA CONOSCO DA CONEN PARA SERMOS COORDENA DORES DESTE PROCESSO ALEM DE PARTICIPANTE.
ESTA OFICINA FOI REALIZADA PARA TODAS ORGANIZAÇÕES DO MOVIMENTO NEGRO.
ASSIM SENDO, ESTAMOS ENVIANDO PARA CONHECIMENTO AS PROPOSTAS APRESENTADAS PELO FORUM CONEN - BAHIA EM NOME DA CONEN NACIONAL.

SEMINÁRIO / OFICINA                                                               CONSULTA 



NACIONAL SOBRE OBJETIVOS DO MILÊNIO E A DIVERSIDADE  E 



IGUALDADE RACIAL



16 / MAIO / 2013 (QUINTA – FEIRA)



OBJETIVO



DEFINIR METAS E PRIORIDADES DA SOCIEDADE CIVIL PARA A AGENDA INTERNACIONAL DE



DESENVOLVIMENTO PÓS-2015



 RESULTADOS ESPERADOS



·        ACORDAR RECOMENDAÇÕES PARA O GOVERNO BRASILEIRO E PARA AS NAÇÕES



UNIDAS EM TEMAS RELATIVOS À DIVERSIDADE E IGUALDADE RACIAL;



·        DESENVOLVER PROPOSTAS DE MONITORAMENTO PARTICIPATIVO DAS METAS PÓS-



2015 RELATIVOS À DIVERSIDADE E IGUALDADE RACIAL;



·        SUGERIR MECANISMOS/POLÍTICAS DE FINANCIAMENTO DAS METAS PÓS-2015



RELACIONADAS À DIVERSIDADE E IGUALDADE RACIAL.



PROPOSTAS DA CONEN – COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIADES NEGRAS



CONCEPÇÃO NORTEADORA :



Consciência de que não existirá alcance de sucesso para qualquer programa que se pretenda



referenciado em desenvolvimento com justiça social e ambiental, se o mesmo não esta



ancorado no combate ao racismo e suas históricas e brutais atrocidades resultantes,



concepção esta que nos conduz a afirmar que a ausência da dimensão de desafios para



superação dos danos sócio-raciais entre os 8 Objetivos do Milênio, adotados pela Assembleia



Geral das Nações Unidas através da resolução 55/2, de 8 de Setembro de 2000,  com



anuência de 189 países signatários, é consequência de uma visão de mundo que alem de



não reconhecer a dívida histórica, também nega a importância deste ancoramento como



compromisso social preponderante ou o considera descartável.



Entendemos que as elaborações e consequente compartilhamento de convergência  com



as demais organizações nacionais e internacionais a serem apresentadas em forma de



proposições refletindo  expectativas e desejos enquanto desafios resultantes desta consulta



no contexto das organizações da sociedade civil comprometidas com o tema, deverão



ter como horizonte para seu cumprimento o período do Decênio Internacional Para as



Populações Afrodescendentes, estabelecido pela própria ONU,  



PROPOSTAS :



PARA O GOVERNO BRASILEIRO E PARA A ONU



v Ampliar para 50%  o percentual da presença de negros e negras nas universidades



públicas.



v Eliminar as disparidades salariais para uma mesma função entre a população negra e



branca, considerando as questões de gênero.



v Criar mecanismos para eliminar a  ausência da população negra no mercado de



trabalho.



v Estabelecer mecanismos para cessar  o extermínio da juventude negra.



v Estabelecer um plano de trabalho  que alcance a meta de 100% das titulações de terra



para as comunidades quilombolas em um período de 10 anos



v Estabelecer uma política de moradia digna que supere a existência de moradores(as)



de rua , realidade onde a população negra é maioria em alguns estados.



v Estabelecer como um dos referencias para a  implantação de políticas públicas o



cumprimento dos itens  contidos no Plano de Ação e  Declaração  aprovado na III



Conferência Mundial Contra o Racismo, a Xenofobia e Formas Conexas de Intolerância.



PARA A ONU



v Criar mecanismos que contribuam  com consolidação da democracia, erradicação da



pobreza e  impulsionamento do desenvolvimento sustentável no Continente Africano.



v Estabelecimento de fundo para promoção do desenvolvimento com justiça social e



ambiental no Haiti.



CONEN - COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS

Ouvidoria da SEPPIR considera expulsão dos estudantes de medicina insuficiente no combate ao racismo

Ouvidoria da SEPPIR considera expulsão dos estudantes de medicina insuficiente no combate ao racismo


Três estudantes de medicina de Ribeirão Preto (SP), acusados de agressão e suspeitos de cometerem crime de racismo em dezembro do ano passado, foram expulsos do Centro Universitário Barão de Mauá. A notificação aos alunos ocorreu nesta semana. Para o ouvidor da SEPPIR, Humberto Adami, a expulsão do grupo foi importante, porém insuficiente quando se trata de combater o racismo.
Ele lembrou que o crime de racismo é inafiançável. Os rapazes, entretanto, estão em liberdade. Os três foram pegos em flagrante no dia 12 de dezembro logo após um deles jogar, de dentro do carro em que estavam, um tapete nas costas de um senhor de 55 anos que andava de bicicleta e gritar “negro. A atitude teria sido comemorada por todo o grupo. Os estudantes foram soltos assim que cada um pagou a fiança no valor de R$ 5.580. O juiz de Ribeirão Preto que analisou o caso considerou que a situação era de injúria qualificada, e não de racismo. A injúria admite o pagamento de fiança. Além disso, acórdão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), com base na decisão do juiz paulista, entendeu que ofensas com conotações racistas não configuram crime de racismo e, sim, de injúria qualificada.
A SEPPIR, assim que recebeu a denúncia de suposto racismo praticado pelos estudantes de medicina, em 14 de dezembro, acionou todas as instituições com competência para agir em favor da Justiça, como o Ministério Público Federal em Ribeirão Preto (SP), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Procuradoria-Geral e o Tribunal de Justiça de São Paulo. “O combate ao racismo deve estar de acordo com os tratados internacionais assinados pelo Brasil e com a legislação antirracista do país. É preciso, pois, identificar a autoridade que não aplica corretamente os dispositivos e insistir na aplicação dessas leis, inclusive para que o Brasil não sofra sanções, como no caso Simone Diniz, disse o ouvidor.
Caso Simone Diniz – O relatório 66/2006, da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), responsabilizou a União no caso de discriminação contra a trabalhadora doméstica Simone Diniz. Em 1997, ela tentou se candidatar ao emprego de doméstica em uma casa de família, após ler anúncio em um jornal paulista. O texto deixava claro o interesse em contratar uma pessoa de cor branca. Ao declarar ser negra, a atendente disse que ela não preenchia os requisitos para o emprego. Simone procurou a Justiça, que não acolheu a reclamação. Ela recorreu então à OEA, que considerou que Simone deveria receber uma indenização do Estado.

Comunicação Social da SEPPIR /PR
SEPPIR

MIDIA LOCAL PUBLICA ENCONTRO DE ARTICULÇAO, CANAL FUTURA, COEQ, CONAQ, REDE MANDACARU BRASIL, KILOMBO GAMELEIRA, E GESTORES MUNICIPAIS DE SAO TOME - RN PROJETO: MALETA INFANCIA - PROEJTO MALETAS DO CANAL FUTURA, RECORTE EDUCAÇÃO ETNICO RACIAL E SAUDE DA POPULAÇÃO NEGRA, E COMUNIDADES TRADICIONAIS, PREVENÇÃO DST HEPAIDS...

MIDIA LOCAL PUBLICA ENCONTRO DE ARTICULÇAO, CANAL FUTURA, COEQ, CONAQ, REDE MANDACARU BRASIL, KILOMBO GAMELEIRA, E GESTORES MUNICIPAIS DE SAO TOME - RN
PROJETO: MALETA INFANCIA - PROEJTO MALETAS DO CANAL FUTURA, RECORTE EDUCAÇÃO ETNICO RACIAL E SAUDE DA POPULAÇÃO NEGRA, E COMUNIDADES TRADICIONAIS, PREVENÇÃO DST HEPAIDS...

SÃO TOMÉ: NA SECRETARIA DE CULTURA HOUVE IMPORTANTE REUNIÃO COM A COORDENADORA DA TV FUTURACOM PRESENÇA PONTUADA DO SR. PREFEITO E DO VICE PRFEITO ALEM DE SECRETARIOS MUNICIPAIS. LIDERANÇAS KILOMBOLAS LOCAIS, DA EDUCADORA CIDA DA UVA, E DO COORDENADOR COLEGIADO DA REDE MANDACARU BRASIL....

   Hoje, 17/05, houve uma reunião eclética e de bom proveito na secretaria de Cultura, Juventude, Turismo e Lazer. A reunião envolveu vários segmentos da gestão municipal, da sociedade civil organizada, ONGS, associações e a coordenadora do nordeste da TV Futura e o coordenador da REDE MANDACARU  BRASIL. Em pauta, uma ampla discussão sobre vários projetos que podem vir beneficiar o município de São Tomé, financiado por uma rede de entidades, onde está inserida a TV Futura. Outros pontos evidenciados fora saude da população negra e das comunidades tradicionais, recorte etnico racial educação e diversidades,  polticas publicas com recorte etnico racial os PROJETOS FUTURA  MALETAS: DA SAUDE, A COR DA CULTURA, MALETA DEMOCRACIA AMBIENTE, BELEZA E COM MAXIMIAÇÃO NA MALETA INFANCIA NOVO PROJETO QUE JA INICIIO EM VARIAS COMUNIDADES DO BRASIL ENTRE ELAS JUNTO A CONERUC DO MARANHÃO E QUE AGORA ATRAVES DA PARCEIRA COM COEQ, CONAQ  COMUNIDADES KILOMBOLAS EM ESPECIAL GAMELEIRA SAO TOME E MOITA VERDE PARNAMIRIM BEM COMO CAPOEIRA E GROSSOS MACAIBA E BOM JESUS E A COMUNIDADE DE NOVA DESCOBERTA- IELMO MARIHO E DEMAIS COMUNIDADES PARTICIPARAM DE FORMAÇÃO JUNTO A MALETA INFANCIA JUNTO COM OUTRAS INSTITUIÇÕES DO ESTADO DO RN, ESTA ARTICULÇAO FORA POSSIVEL ATRAVES DAS KILOMBOLAS SILVANA E FRANCILEIDE BEM COMO  COEQ - COORDENAÇÃO ESTADUAL KILOMBOLA - CONAQ-COORDENAÇÃO NACIONAL KILOMBOLA E A REDE MANDACARU RN BRASIL ARTICULADAS PELA REGIONAL NORDESTE DO CANAL FUTURA NA PESSOA DA EDUCADORA ANA AMELIA  MELO, COM ARTICULAÇÃO COM GESTAO MUNICIPAL DA PREFEITURA DE SAO TOME, ASSESSORIA GABINETE PREFEITO, SECRETARIA DE JUVENTUDE, TURISMO E LAZER CULTURA DO MUNICIPIO E SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE SAO TOME BEM COMO A PRESENÇA DO SR. PREFEITO E VICE PREFEITO DE SAO TOME QUE PONTUARAM SUA PARTICIPAÇÃO NESTE MOMENTO GRANDIOSO DE ARTICULÇÃO NACIIONAL E MUNCIPAL SENDO SAO TOME A SEGUNDA CIDADE DO BRASIL A RECEBER A FORMAÇÃO MALETA INFANCIA COM ENFOQUE COMUNIDADES TRADICIONAIS E KILOMBOLAS NA PESSOA DA ARTICULÇAO NACIONAL FRANCILEIDE KILOMBOLA DA COMUNIDADE GAMELEIRA - SAO TOME - RN.
foi marcada para o dia 18/06/13, o encontro de formação que acontecera com 16 insitituições sendo varias comunidades kilomboas do estado e outras comunidades tradicionais bem como escolas locais que trabalharam na tematica onde via haver dinâmicas e treinamentos em terras são tomeenses. 




 ANA AMÉLIA - COORDENADORA DA TV FUTURA E MARIA APARECIDA -EDUCADORA - ARTISTA  E PRODUTOR CULTRAL LOCAL  FAZ PRESENÇA NA REUNIAO ARTICULAÇÃO...

SRS. SECRETARIA DE JUVENTUDE, TURISMO, SR PREFEITO E SR, VICE PRFEITO DOMUNICIPIO DE SAO TOME PARTICIPAM DO ENCONTRO COM COMISSÃO CANAL FUTURA E REDE MANDACARU BRASIL...

AGACHADO - REPRESENTANTE DA ONG REDE  MANDACARU.


EDIÇÃO: REDE MANDACARU BARSIL

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