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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

10.639/03 e 11.645/08 um desafio étnico racial reafirmando o compromisso com a formação na educação.

10.639/03 e 11.645/08 um desafio étnico racial reafirmando o compromisso com a formação na educação.
            Elencando o processo formativo por meio da formação “Educação, Relações étnicos Raciais e Direitos Humanos” – a promoção de uma roda de conversa aberta e pública sobre os 10 anos da lei 10.639 de 2003 e 11.645/08, que instituiu a obrigatoriedade do ensino de História da África e dos/as africanos/as bem como da História e saberes e valores dos povos indígenas no currículo escolar do ensino fundamental e médio e como não nas IES (instituições de ensino superior), públicas e privadas de todo o Brasil.
            Reconhecendo as leis como grandes avanços para o processo de democratização do ensino, evidenciando assim a sua força simbólica para organizações que lutam pela valorização e respeito às pessoas negras, indígenas e populações étnicas e toda a sua história. “Nós do movimento negro, povos Tradicionais de Matriz Africana e das diversas frentes de luta reafirmando o compromisso e reparação necessária que a de se construir ainda, vamos repetir por muito tempo: a lei 10.639/03 e 11.645/08 são símbolos dos vários resultados e lutas e reafirmações politicas necessárias de uma luta, ainda parcial, mas de uma luta de muitas gerações que passaram um século insistindo que os brasileiros conheçam a cultura os saberes e fazeres dos africanos e afro-brasileiros e indígenas e de todas as etnias e povos tradicionais no Brasil. Não podemos nos esquecer, uma forma de desvalorizar é desconhecer. Daí a importância de incorporação do debate da diversidade etnicorracial nas práticas escolares.”, destacamos assim.
            De acordo com diversos baluartes da desta luta as leis 10.639/03 e 11645/08 não defendem outra abordagem etnocêntrica, como apenas uma troca de lugares entre um enfoque europeu por um africano e ou indígenas e outras etnias. O objetivo é ampliar a base dos currículos escolares, dos planos pedagógicos e formativos continuados para a diversidade cultural, racial, social e econômica brasileira. Neste sentido, é necessário incluir no contexto dos estudos cotidianos em todas as series e módulos educacionais, também as contribuições dos povos indígenas, dos descendentes de asiáticos, dos povos e etnias ciganas entre outros. “As leis 10.639/03 e 11.645/08, “sobretudo o seu artigo 26 A” – 10.639/03,  exige, na verdade, que repensemos as relações étnico-raciais. Ela propõe uma ampliação do que é central, agora, todos/as tem o direito a fala, todos/as tem o direito ao centro”, enfatizamos
            Neste ponto, destacamos a real necessidade e atenção para as políticas de formação dos docentes e discentes e demais profissionais da educação por entendermos que os diversos profissionais que compõem a comunidade escolar também são participes desta formação cada um na sua realidade especifica de atuação abrangendo assim essa formação continua e permanente que se fazem necessárias, que também estas devem ser capazes de contemplar à compreensão da dinâmica sociocultural e plural e como não poli, multi, culturais da sociedade brasileira. “As educadoras e educadores devem conseguir lidar com as tensas relações produzidas pelo racismo, esse é o nosso grande desafio. Precisamos conduzir a reeducação das relações entre diferentes grupos étnico-raciais, sem isto é impossível pensar em uma educação de qualidade”.
             Como marco fundamental na história das lutas anti-racismo e pela democratização do ensino, a lei 10.639/03 completou 10 anos em 2013 e a lei 11.645/08 completou cinco anos, pensando nisto, a formação Educação das  Relações étnicos Raciais e Direitos Humanos ERER E DH dedica e propõe uma roda de conversa, oficina temática para debater e refletir sobre as realidades aplicações e desafios que ainda pairam sobre a efetividade da Lei em consonância com as varias frente de luta e mais ainda com a perspectiva do dialogo e da construção afirmativa e que são eternamente necessárias a estas afirmações reparadoras.
            Embora hoje saibamos que o ambiente escolar é muitas vezes corresponsável pela manutenção das desigualdades e da discriminação, A história começa a mudar quando acontece a percepção de que a educação euro-centrista, amplamente praticada nas escolas, inferiorizava racialmente negros/as e indígenas, ciganos e outras populações étnicas .É então preciso romper, e preciso resignificar a África”, e os povos tradicionais étnicos sejam estes africanos, afro-brasileiros, indígenas e ciganos e todo a majestática pluralidade étnica do nosso Brasil pujante e continental. Rompendo assim com o “racismo”, o preconceito e as intolerâncias que ainda persistem apesar de muitas e belas e atuantes construções em muitos espaços entre eles o educacional através de profissionais comprometidos com essa diversidade nas adversidades.
            Proposta esta que será conduzida na forma da alteridade e da construção coletiva entre os entes comissão de povos religiosos e religiosas,  afro-ameríndios e afro-brasileiros de terreiros do RN, também pelo Fórum permanente de educação e diversidade étnico racial do MEC/SECADI no RN e também  Pela organização não governamental REDE MANDACARU BRASIL.

http://fpedern.blogspot.com.br/2015/01/oficio-00115-forum-permanente-de.html

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