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quinta-feira, 11 de abril de 2013

SESAP RN REÚNE POPULAÇÕES VULNERÁVEIS PARA CORRIGIR DESIGUALDADES NO ATENDIMENTO

SESAP  RN REÚNE POPULAÇÕES VULNERÁVEIS PARA
CORRIGIR DESIGUALDADES NO ATENDIMENTO



A Secretaria de Estado da Saúde Pública está implantando no Rio Grande do Norte a Política Estadual de Promoção da Equidade em Saúde com o objetivo de reverter situações de desigualdades verificadas em determinados segmentos sociais.

Para isso, a Subcoordenadoria de Informação, Educação e Comunicação, realiza nesta sexta-feira (12), no Hotel Praiamar, no período das 8h30  às 17h, o Encontro de Avaliação e Planejamento da Política de Promoção da Equidade e Saúde. O encontro reunirá representantes de diversas populações que vivem em situação de vulnerabilidade com relação ao atendimento à saúde, como população em situação de rua, pescadores, populações de campo, comunidades negras, quilombolas, povos de terreiros, LGBT, ciganos e circenses.

Segundo a subcoordenadora da SIEC, Aparecida Cunha, o encontro será o grande fórum de discussão sobre as desigualdades enfrentadas por estas comunidades para, a partir daí, poder reverter a situação a curto e a longo prazos. “Através dessa reunião vamos planejar a agenda de compromissos do exercício de 2013, porque existem problemas que podem ser solucionados rapidamente com uma simples adequação, mas há outros que necessitam de mudanças radicais que só podem acontecer com a construção de uma política  estadual de promoção da equidade em saúde”, esclarece Aparecida Cunha.

Iniciadas em 2012, as atividades voltadas ao fortalecimento dos segmentos sociais que têm apresentado maiores situações de vulnerabilidade tem o foco na criação de Comitês Gestores que ampliarão a discussão e a levarão para o interior do estado.   Os comitês Gestores serão uma porta para conhecermos  a realidade dessas populações porque, a partir deles, será possível fazer encontros regulares para discutir as situações de iniquidade em cada grupo social e intermediar soluções”, explica Aparecida Cunha.

Cada um desses grupos tem características específicas. Um exemplo são as populações nômades que não possuem o Cartão SUS porque não têm endereço fixo, como é o caso de ciganos e as pessoas que moram na rua. Outro exemplo são as populações que vivem no campo e, devido às dificuldades de acesso, não têm o alcance da Estratégia Saúde da Família. Outro caso ainda vem das ciganas que não fazem exames preventivos quando o profissional médico tratar-se de um homem.
“Buscamos ouvir as necessidades específicas desses segmentos para que as políticas públicas sejam construídas conforme a realidade de cada população”, completou  a subcoordenadora.

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