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quinta-feira, 11 de abril de 2013

É o TAC o melhor instrumento para salvar obstetrícia do Rio Grande do Norte? O fim de 2012 mostrou o rosto do caos na obstetrícia - morte e ABANDONO CAOS NAS MATERNIDADES DE NATAL - MUNICIPIO DO RN SEM MATERNIDADES LOTAM A CAPITAL -....

É o TAC o melhor instrumento para salvar obstetrícia do Rio Grande do Norte? O fim de 2012 mostrou o rosto do caos na obstetrícia que anunciamos neste blog em agosto de 2011, (http://falariogrande.com.br/2011/08/03/da-necessidadeuma-nova-maternidade-na-regiao-sudeste-do-estado/ ). Dizíamos naquela época que sem a introdução de uma nova maternidade na região sudeste do Estado a redução de leitos de obstetrícia da Maternidade do Divino Amor de Parnamirim produziria uma sobrecarga do sistema instalado em Natal. A crise foi pior do que antevimos, pois o sistema municipal de Natal mergulhou numa situação de não funcionamento o que sobrecarregou dramaticamente a Maternidade Januário Cicco e o Hospital Santa Catarina. A redução do número de leitos de obstetrícia da maternidade do Divino Amor foi recomendada, segundo informou a SMS de Parnamirim à época, pelo próprio Ministério Público que queria ver ali um hospital geral. Em fevereiro deste ano a atual gestão da SMS Natal, comandada pelo Dr. Cipriano Maia, reabriu as três maternidades municipais, inclusive com a realização de cesáreas, num movimento que envolveu além da solução de diversos problemas de logística, também a atualização dos contratos com as cooperativas médicas. Com isto o município deu também cumprimento ao que exigia o Ministério Público de que pelo menos uma maternidade funcionasse com cesáreas das três do município. Hoje, as duas que podem fazer estão fazendo, mas o fez em nome do interesse público e não pela demanda do Ministério Público. Com seus 3.230.000 habitantes o nosso estado deve estar fazendo algo como 47.000 (47.668 em 2010, SINASC) partos por ano. Em 2012 o sistema implantado em Natal realizou 54% destes procedimentos em gravidez, parto e puerpério de todo o Estado (SIH/SUS 2012), mas a sua população corresponde a apenas 817.590 ou 25,3% do total. Como vemos o problema da sobrecarga acontece em Natal, mas decorre de uma falência generalizada da obstetrícia em todo o Estado. A pressão (com ou sem TAC), para que medidas sejam tomadas deve ser feita sobre os grandes municípios do Rio Grande do Norte que estão descuidando da sua obstetrícia. Natal não carece de TACs e isto poderá ser demonstrado em números ao judiciário de forma muito convincente. Corroborando isto, 70% dos leitos da MEJC estão hoje ocupados não por parturientes munícipes de Natal, mas por munícipes de outros municípios, sobretudo do sudeste do Estado… Em lugar de TAC consideramos que a posição mais adequada ao Ministério Público constatando que a sua exigência de 2012 foi cumprida, seria o de 1) reconhecer, (por honestidade matemática), que o problema maior é externo a Natal e 2) Acompanhar e monitorar os esforços da gestão atual da Saúde Municipal ao longo do ano, para aferir o verdadeiro compromisso de implantar a rede cegonha e as melhorias na obstetrícia

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