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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

VIVA AO PAIS LAICO E NAO INTOLERANTE E PRECONCEITUOSO.. VIVA A TEOCRACIA QUE ALGUNS PSEUDOS LIDERES EXIGEM DE SEUS DISCIPULOS...



Ataques aos Terreiros de Matrizes Africanas no Entorno de Brasília

terça-feira, by Felipe Santos
De acordo com suas diretrizes, a Fundação Cultural Palmares ao tomar conhecimento das agressões sofridas por casas de Matrizes Africanas a sua Presidenta Cida Abreu, incumbiu uma equipe do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro Brasileiro (DPA), junto com a Procuradoria  para assisti-las e tomarem as providências cabíveis, no que tange a responsabilidade desta Fundação.
Além dos danos religiosos, culturais e materiais, tais atos de vandalismo, agride o povo de terreiro como um todo, provocando a insegurança e temor aos afro religiosos e o sentimento de terem a garantia de suas vidas em risco, colocando em cheque também o estado laico. A equipe da Fundação Cultural Palmares, fez as visitas aos Ilês (Templos de Matrizes Africanas) que sofreram os ataques em série na madrugada do dia 12 de setembro e tomaram depoimentos de seus dirigentes, bem como tomaram conhecimento do andamento das investigações.  Em todos os depoimentos ficou claro a dificuldade das vítimas em serem atendidas, no Ilê de Pai Ricardo de Omolú no Bairro Sucupira de Valparaíso de Goiás, após três meses da denuncia do ocorrido até hoje não recebeu a visita dos investigadores ou mesmo a perícia para fazer o levantamento no local.
No Ilê Axé Queiroz, dirigido por Babazinho, apesar de ter sofrido dois ataques, um primeiro com atos de vandalismo onde se quebraram igbás ( representações dos Oríxás), roubados freezeres, no segundo ataque  todo o interior do salão e do rundeme (quarto onde ficam as representações do sagrado), foram queimados dando perda total em todo imóvel, até hoje também não aconteceu a esperada visita dos peritos criminais da Policia Civil do Estado de Goiás. Repetindo tal fato no Ilê de Babá Djair de Logun Edé em Águas Lindas de Goiás, devido a tal fato a equipe se dirigiu à Delegacia de Santo Antonio do Descoberto que fica no Bairro Queiroz para saber das autoridades policiais o andamento da ocorrência e o porque da dificuldade nos atendimentos e andamentos nos processos, o que fora alegado falta de contigente profissional.
Sendo assim a Fundação Cultural Palmares está tomando as devidas providências para que o processo seja realizado na forma da lei e que a garantia de vida, segurança e também liberdade de culto seja assegurada às pessoas vitimadas por mais este ato de violência que indica ser motivado por  Intolerância Religiosa.
Na íntegra, vídeo com o depoimento de Babazinho e Iyá Nani de Òyá sobre o ataque sofrido: Babazinho e Iyá Nani de Òyá


http://www.palmares.gov.br/?p=38708

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