
A FLOR DO SERTAO E CANGAÇO - Organização que atua na defesa social da vida ambiente da diversidade etinico racial de todas as formas e maneiras, a missão de servir ao outro com toda a nossas forças e sinergia "Ti Oluwa Ni Ile", Domine, quo vadis? Senhor, aonde ides? Ab initio: desde o começo. Ab aeterno: desde a eternidade. In perpetuum: para sempre. TRANSFORME SEU GESTO EM AÇÃO DEPOSITE: 9314 ITAU NATAL-RN-BRASIL 08341 2 Ilê Ilê Axé àrà-àiyé Omim ofa Orum fum fum Bara Lona...
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domingo, 10 de setembro de 2017
sábado, 9 de setembro de 2017
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Seminário em São Paulo reunirá líderes de matriz africana bantu
Seminário em São Paulo reunirá líderes de matriz africana bantu
* Nayme Lourreine Bizaio
No dia 12 de outubro será realizado, das 9 às 20h00, o III Seminário de Comunidades Tradicionais Bantu, que oferecerá um dia inteiro de atividades e painéis de debates no Ilabantu com o objetivo de promover, valorizar e dar visibilidade à cultura bantu e tradições afro-brasileiras em todo Brasil.

O evento, que será uma prévia para o IV Encontro Internacional das Tradições Bantu (Ecobantu), abordará temáticas como a atual conjuntura e o retrocesso das políticas públicas de promoção da igualdade racial; combate a intolerância religiosa; patrimônio histórico e cultural dos Bantu; organização e articulações das Comunidades Tradicionais de Terreiros visando o seu fortalecimento político e institucional etc.
Além da participação de líderes de importantes terreiros de candomblé congo angola da Bahia, Rio de Janeiro, Espirito Santo, São Paulo e de outros lugares do Brasil, o evento tem presença confirmada da cientista social Fabya Reis, Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Governo do estado da Bahia, e contará com um ilustre convidado, o mais cortejado colecionador de arte contemporânea africana, empresário congolês-angolano Sindika Dokolo – presidente da Fundação que leva seu nome e esposo da mulher mais influente do continente africano, Isabel dos Santos, filha do atual presidente de Angola, José Eduardo dos Santos.
Cultura Bantu
Os bantu constituem uma civilização etnolinguístico localizado principalmente na África subsaariana, que engloba cerca de 400 subgrupos étnicos diferentes. A palavra bantu foi usada primeiramente com o significado de povo como é refletido em muitos dos idiomas deste grupo – em muitas destas línguas, usa-se a palavra ntu ou dela derivada referindo-se a um ser humano; o ba– é um prefixo que indica o plural para seres humanos em muitas destas línguas.
“Quase todas as populações da África Subsaariana, abaixo do Equador, descendem desta etnia”, que para lá migrou há cinco mil anos, o que equivale a “um curto espaço de tempo na escala evolutiva humana”, mostrando assim ser uma migração “muito bem sucedida”, indicou o coordenador geral do Instituto Latino Americano de Tradições Bantu (ILABANTU), Taata Nkisi Katuvanjesi (Walmir Damasceno).
Sobre o Seminário de Comunidades Tradicionais Bantu
O III Seminário está sendo organizado em parceria com diversas e variadas entidades: Associação Beneficente de Manutenção e Defesa do Terreiro Tumba Junsara (Abentumba), Salvador, Ba; Instituto de Educação e Cultura Mwana Zambe (Inzo Mutakalambo); CEB – Centro de Estudos Bantu/Casa Raíz do Benguê Ngola Djanga Ria Matamba (Nova Iguaçú, RJ); Terreiro de Candomblé Santa Barbara (Raiz Manaundê, São Paulo); Associação de Candomblé Nzo Jindanji Lunda Kioko(Belo Horizonte, MG); Associação de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana Katina da Silva(São Paulo); Federação Nacional do Culto Afro Brasileiro (Fenacab, Salvador Bahia); Nzo Musambu Mutakalambo (Itapevi, SP); Nzo Nganga Kilumino Nkisi Nzazi (Cariacica/ES); Nzo Tumbansi Kwa Ndanda – Nlunda Ye Nkosi (Guarujá, SP); Nzo Tumbansi Mundele Ia Nkosi Anga Nlemba (Maricá, RJ); Nzo Mavile Kongo (São Paulo). O evento conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Itapecerica da Serra, através da Secretaria de Governo, e Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Governo do Estado da Bahia (Sepromi), AD Júnior – Liga Afrobrasileira, Nzo Kavunguoxi – (Duque de Caxias/RJ), Nzo de Nkosi Mavambu, Campo Limpo Paulista/SP, Nzo Matamba Candomblé Angola e Cultura Afro-Brasileira/São Paulo.
Serviço:
III Seminário de Comunidades Tradicionais Bantu
Dia 12 de outubro de 2017
Horário: das 09:00 às 20:00 horas
Rodovia Armando Salles, 5205 – Recreio Campestre – Itapecerica da Serra/SP
Telefones: 11 4321.6572 – 4165.4333 – 11 9 933.91977
Participação gratuita
* Nayme Lourreine Bizaio – Ascom/ILABANTU/Nzo Tumbansi
Beatriz Nascimento - "a história do Brasil é uma história escrita por mã...
fonte : as minas e a historia .......
A HISTÓRIA DO BRASIL É UMA HISTÓRIA ESCRITA POR MÃOS BRANCAS"
Maria Beatriz Nascimento nasceu em Aracaju em 1942, filha de uma dona de casa e de um pedreiro, ela teve dez irmãos. Aos sete anos, ela e sua família migraram para a cidade do Rio de Janeiro.
Formou-se em História, em 1971, pela Universidade Federal do Rio de
Janeiro. Durante sua graduação, fez estágio no Arquivo Nacional. Após a
formatura, começou a dar aulas na rede estadual. Foi nesse período que
ela iniciou sua militância negra participando e propondo discussões
sobre a temática racial no ambiente acadêmico. Participou da Quinzena do
Negro como conferencista e nela falou sobre seus incômodos quanto ao
espaço universitário falar do negro apenas como escravo, como se as
pessoas negras tivessem participado da história apenas como mão-de-obra.
Também ajudou a criar o grupo de trabalho André Rebouças. Em 1981,
terminou sua pós graduação lato sensu na Universidade Federal
Fluminense.
Havia iniciado um mestrado em comunicação social, na UFRJ, quando foi assassinada ao defender uma amiga da violência doméstica.
Beatriz Nascimento foi uma estudiosa sobre a temática racial, abordou
em suas pesquisas os quilombos e toda experiência de resistência dos
africanos e de seus descendentes em terras brasileiras, incluindo as
religiões de matriz africana. A voz de Beatriz dentro do mundo acadêmico
representa ainda hoje um grito de resistência, já que a universidade
sempre foi um espaço excludente para pessoas negras, especialmente
mulheres.
Além da trajetória de ativista intelectual que tanto
inspira ainda hoje o Movimento Negro e feminismo, Beatriz também
escrevia poesias. Em sua obra, ela fala com sensibilidade sobre a
existência dela como mulher e negra.
Seu trabalho mais conhecido é
o filme Ori, escrito e narrado por ela. Nele ela conta sua trajetória
pessoal de mulher, negra e nordestina como uma forma de abordar a
comunidade e identidade negra. Esse filme foi dirigido pela socióloga e
cineasta, Raquel Gerber.
“A terra é o meu quilombo,
o meu espaço é o meu quilombo.
Onde eu estou,
eu estou,
quando estou eu sou”
– Beatriz Nascimento
Retirado do documentário "O negro da senzala ao soul", Beatriz Nascimento
O que o Brasil poderia fazer com R$ 51 milhões que seriam de Geddel?
PARA VOCÊ BRASILEIRO QUE RECLAMA DAS COTAS E DO BOLSA FAMILIA E DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES A UM SALARIO MINIMO QUANDO POBRES E MISERAVEIS NA FORMA DA LEI... COM AJUDA DA POLICIA FEDERAL E CRIADO A NIVEL MUNDIAL O PROGRAMA MALA POLITICO E AGORA BRASIL E AGORA ELEITORES.... UMA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR....

Polícia
Federal encontrou R$ 51 milhões de reais em um imóvel que seria usado
pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima em uma área nobre de Salvador. A PF
usou sete máquinas e levou o dia inteiro para finalizar a contagem da
notas.
Este valor é equivalente a:
- PAGAR A 54 mil TRABALHADORES o valor de um salário mínimo em vigor neste ano, de R$ 937;
- ¼ do que a União desembolsou neste ano para subsídios e financiamentos do Minha Casa Minha Vida;
- Estimativa do último prêmio da Mega-Sena, sorteado no sábado (2), porém ninguém acertou as dezenas sorteadas e levou a bolada.
E o que daria para fazer com 51 milhões?
- Pagar 1/6 da dívida da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) que está de portas fechadas por conta da crise financeira;
- Cobrir as despesas de 680 mil alunos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), levando em conta o custo do ano passado, de R$ 75 por aluno, que foi o exame mais caro da história;
- Pagar a vida escolar de 89 filhos, considerando que eles estudem em escola particular de elite, com mensalidade de R$ 2,5 mil, desde a infância até o ensino médio. E depois ainda sejam aprovados em faculdade privada, com o mesmo valor mensal, em um curso superior de 4 anos de duração;
- Custear o benefício do bolsa família de 600 mil pessoas de um mês, levando em conta o subsídio de valor mais baixo;
- Garantir a manutenção de um mês de 170 mil tornozeleiras eletrônicas, levando em conta um custo médio de R$ 300 de cada;
- Pagar o salário de 22.174 professores com formação de nível médio e atuação em escolas públicas por um mês, considerando o piso de R$ 2.300 definido pelo Ministério da Educação que não é cumprido por todos os estados;
- Adquirir 1.458 carros populares;
- Arcar com a despesa mensal de 21.250 presidiários, incluindo alimentação e manutenção, considerando um custo de R$ 2.400 como média nacional.
OUTRAS PROPOÇÕES......
Para entender quanto é realmente a quantia encontrada em malas e caixotes no apartamento e que
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Encontro Territorial sobre o Diagnóstico de Segurança Alimentar e Nutricional do Território de Terras Potiguaras - Segurança Alimentar e Nutricional
Encontro Territorial sobre o Diagnóstico de Segurança Alimentar e Nutricional do Território de Terras Potiguaras.
A Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social - SETHAS, a Câmara Governamental de Segurança Alimentar e Nutricional – (CGSAN) e o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA/RN) convidam para participar dos Encontros Territoriais sobre o Diagnóstico de Segurança Alimentar e Nutricional, etapa inicial de construção do Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do Rio Grande do Norte, PLANSAN/RN.
Os encontros têm como objetivo levantar informações e prioridades para o PLANSAN/RN visando à melhoria nas ações desenvolvidas pelos diversos atores envolvidos na área de segurança alimentar e nutricional, na gestão e no controle social do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN.
O Encontro do Território de Terras Potiguaras acontecerá no dia 18 de setembro de 2017 em Natal, das 8h30 às 17h . Os municípios que compõe este território são: Extremoz, Macaíba, Natal, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante.
Público:
gestores e servidores públicos, conselheiros(as) e representantes da
Sociedade Civil, membros das Caisans e Conseas, participantes das
últimas Conferências Territoriais de SAN e convidados(as) de
instituições de atuação estadual e federal.
Alimentação: Todos os convidados contarão com almoço no local do evento.
Transporte: As despesas com deslocamento são de responsabilidade dos participantes e de suas respectivas organizações.
Com o intuito de promover a oferta de alimentos saudáveis para a população brasileira, o governo federal aprovou o segundo Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan), com ações estruturadas até 2019.
Atualmente, 57% da população brasileira adulta estão com excesso de peso e 21,3% dos brasileiros são obesos. O plano elaborado pelo governo tem 121 metas e 99 ações que visam combater o crescente aumento do sobrepeso, da obesidade e das doenças crônicas não transmissíveis, além de promover a qualidade de vida da população.
O documento apresenta nove desafios e reúne ações que envolvem a produção, o abastecimento e o consumo de alimentos, o que totaliza um orçamento de R$ 98,6 bilhões.
Além disso, o plano destaca a importância de fortalecer sistemas de produção de alimentos de bases mais sustentáveis e de reduzir a insegurança alimentar e nutricional de populações tradicionais.
O estudo foi elaborado pela Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) e coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA).
Desafios do Plansan: Desafio 1 - Promover o acesso universal à alimentação adequada e saudável, com prioridade para as famílias e pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.
Desafio 2 - Combater a Insegurança Alimentar e Nutricional e promover a inclusão produtiva rural em grupos populacionais específicos, com ênfase em Povos e Comunidades Tradicionais e outros grupos sociais vulneráveis no meio rural.
Desafio 3 - Promover a produção de alimentos saudáveis e sustentáveis, a estruturação da agricultura familiar e o fortalecimento de sistemas de produção de base agroecológica.
Desafio 4 - Promover o abastecimento e o acesso regular e permanente da população brasileira à alimentação adequada e saudável.
Desafio 5 - Promover e proteger a alimentação adequada e saudável da população brasileira, com estratégias de educação alimentar e nutricional e medidas regulatórias.
Desafio 6 - Controlar e prevenir as doenças decorrentes da má alimentação.
Desafio 7 - Ampliar a disponibilidade hídrica e o acesso à água para a população, em especial a população pobre no meio rural.
Desafio 8 - Consolidar a implementação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), aperfeiçoando a gestão federativa, a intersetorialidade e a participação social.
Desafio 9 - Apoio a iniciativas de promoção da soberania, segurança alimentar e nutricional, do direito humano à alimentação adequada.
.
Fonte: Portal Brasil, com informações do MDSA
Atualmente, 57% da população brasileira adulta estão com excesso de peso e 21,3% dos brasileiros são obesos. O plano elaborado pelo governo tem 121 metas e 99 ações que visam combater o crescente aumento do sobrepeso, da obesidade e das doenças crônicas não transmissíveis, além de promover a qualidade de vida da população.
O documento apresenta nove desafios e reúne ações que envolvem a produção, o abastecimento e o consumo de alimentos, o que totaliza um orçamento de R$ 98,6 bilhões.
Além disso, o plano destaca a importância de fortalecer sistemas de produção de alimentos de bases mais sustentáveis e de reduzir a insegurança alimentar e nutricional de populações tradicionais.
O estudo foi elaborado pela Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) e coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA).
Desafios do Plansan: Desafio 1 - Promover o acesso universal à alimentação adequada e saudável, com prioridade para as famílias e pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.
Desafio 2 - Combater a Insegurança Alimentar e Nutricional e promover a inclusão produtiva rural em grupos populacionais específicos, com ênfase em Povos e Comunidades Tradicionais e outros grupos sociais vulneráveis no meio rural.
Desafio 3 - Promover a produção de alimentos saudáveis e sustentáveis, a estruturação da agricultura familiar e o fortalecimento de sistemas de produção de base agroecológica.
Desafio 4 - Promover o abastecimento e o acesso regular e permanente da população brasileira à alimentação adequada e saudável.
Desafio 5 - Promover e proteger a alimentação adequada e saudável da população brasileira, com estratégias de educação alimentar e nutricional e medidas regulatórias.
Desafio 6 - Controlar e prevenir as doenças decorrentes da má alimentação.
Desafio 7 - Ampliar a disponibilidade hídrica e o acesso à água para a população, em especial a população pobre no meio rural.
Desafio 8 - Consolidar a implementação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), aperfeiçoando a gestão federativa, a intersetorialidade e a participação social.
Desafio 9 - Apoio a iniciativas de promoção da soberania, segurança alimentar e nutricional, do direito humano à alimentação adequada.
.
Fonte: Portal Brasil, com informações do MDSA
A sociedade civil organizada,
que atua no campo da Segurança Alimentar e Nutricional, propôs a
criação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional -
SISAN[1], por reconhecer que a realização do Direito Humano à
Alimentação Adequada - DHAA requer ações públicas que devem ser
participativas, articuladas e intersetoriais.
A garantia do DHAA relaciona-se com a capacidade de superar as dificuldades de acesso, físico e econômico, ao alimento adequado. Dessa forma, cada grupo, família ou indivíduo vai exercer o seu direito de se alimentar, com dignidade, na medida em que forem superadas as dificuldades para produzir, armazenar, distribuir, adquirir e consumir alimentos adequados e saudáveis. Assim, os diferentes segmentos, grupos e indivíduos têm demandas diversas para a garantia desse direito.
O SISAN, portanto, surge de demanda da sociedade civil é instituído por meio da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional, Lei nº 11.346, em 2006 com o objetivo primordial de garantir, através de ações intersetoriais, o DHAA, para todas as pessoas que se encontram no Brasil, através da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – PNSAN (art. 1ª e 3ª da LOSAN), cujo instrumento é o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - PLANSAN.
Dois importantes princípios desse sistema e da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional são: a participação social e a intersetorialidade. O SISAN abriga institucionalidades que visam garantir esses princípios. Assim, a Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional são institucionalidades para garantia da participação social na Política Nacional de SAN e a Câmara Interministerial de SAN e suas congêneres visam garantir o princípio da intersetorialidade. Essas instituições deverão ser reproduzidas nos estados e municípios como forma de dar concretude a estes princípios do SISAN.
São integrantes do SISAN:
Antecedem as conferências processos preparatórios nos municípios e/ou em regiões que reúnem diferentes municípios e nos estados/DF.
Assim, os documentos que saem das conferências têm o olhar dos sujeitos de direitos que vivem em diferentes contextos do Estado brasileiro, contendo demandas específicas para cada território, para cada povo e para cada grupo, bem como, contendo demandas universais. O documento final de cada conferência, portanto, é importante subsídio para construção da Política Nacional de SAN.
As principais atribuições do CONSEA são: a) Propor diretrizes e prioridades da política e do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, considerando as deliberações das conferências nacionais de SAN; b) monitorar e acompanhar a implementação e a convergência das ações inerentes à política e ao plano de SAN; e, c) mobilizar e apoiar entidades da sociedade civil na discussão e implementação de ações públicas de Segurança Alimentar e Nutricional.
O Decreto nº 7272/2010 faz menção à instituição do fórum tripartite (constituído por representantes dos governos Federal, Estadual e Municipal) e bipartites (composto pelos representantes governamentais dos estados e municípios) para a interlocução e pactuação das políticas e planos de segurança alimentar e nutricional, como proposto no seu art. 9.
A garantia do DHAA relaciona-se com a capacidade de superar as dificuldades de acesso, físico e econômico, ao alimento adequado. Dessa forma, cada grupo, família ou indivíduo vai exercer o seu direito de se alimentar, com dignidade, na medida em que forem superadas as dificuldades para produzir, armazenar, distribuir, adquirir e consumir alimentos adequados e saudáveis. Assim, os diferentes segmentos, grupos e indivíduos têm demandas diversas para a garantia desse direito.
O SISAN, portanto, surge de demanda da sociedade civil é instituído por meio da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional, Lei nº 11.346, em 2006 com o objetivo primordial de garantir, através de ações intersetoriais, o DHAA, para todas as pessoas que se encontram no Brasil, através da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – PNSAN (art. 1ª e 3ª da LOSAN), cujo instrumento é o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - PLANSAN.
Dois importantes princípios desse sistema e da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional são: a participação social e a intersetorialidade. O SISAN abriga institucionalidades que visam garantir esses princípios. Assim, a Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional são institucionalidades para garantia da participação social na Política Nacional de SAN e a Câmara Interministerial de SAN e suas congêneres visam garantir o princípio da intersetorialidade. Essas instituições deverão ser reproduzidas nos estados e municípios como forma de dar concretude a estes princípios do SISAN.
São integrantes do SISAN:
- Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CNSAN)
Antecedem as conferências processos preparatórios nos municípios e/ou em regiões que reúnem diferentes municípios e nos estados/DF.
Assim, os documentos que saem das conferências têm o olhar dos sujeitos de direitos que vivem em diferentes contextos do Estado brasileiro, contendo demandas específicas para cada território, para cada povo e para cada grupo, bem como, contendo demandas universais. O documento final de cada conferência, portanto, é importante subsídio para construção da Política Nacional de SAN.
- Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
As principais atribuições do CONSEA são: a) Propor diretrizes e prioridades da política e do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, considerando as deliberações das conferências nacionais de SAN; b) monitorar e acompanhar a implementação e a convergência das ações inerentes à política e ao plano de SAN; e, c) mobilizar e apoiar entidades da sociedade civil na discussão e implementação de ações públicas de Segurança Alimentar e Nutricional.
- Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN
- Órgãos e entidades de segurança alimentar e nutricional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
- Instituições privadas, com ou sem fins lucrativos, que manifestem interesse na adesão e que respeitem os critérios, princípios e diretrizes do SISAN
O Decreto nº 7272/2010 faz menção à instituição do fórum tripartite (constituído por representantes dos governos Federal, Estadual e Municipal) e bipartites (composto pelos representantes governamentais dos estados e municípios) para a interlocução e pactuação das políticas e planos de segurança alimentar e nutricional, como proposto no seu art. 9.
O Consea lançou nesta sexta-feira (30/11) o jogo Comida
de Verdade. Trata-se de um Quiz, destinado a adolescentes e adultos,
que pode ser respondido de forma bastante visual. As perguntas e
respostas foram criadas no contexto de uma alimentação adequada e
saudável, além da garantia de direito à alimentação. A prática lúdica
chama a atenção para hábitos alimentares saudáveis.
O jogo, que foi criado no contexto da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, reforça que uma alimentação adequada é aquela com gostinho de infância: longe de lanchonetes, longe da industrialização, comida típica, comida feita pela vó. Comida saudável é aquela próxima de ser in natura, com pouco ou nenhum processamento. É comida produzida com responsabilidade e com justiça social.
Cada fase possui apenas uma resposta correta. Você deve conquistar três estrelas para avançar para a próxima fase. Para jogar do seu computador, tablet ou celular, acesse www.consea.com.br/jogo
Fonte: Ascom/Consea
O jogo, que foi criado no contexto da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, reforça que uma alimentação adequada é aquela com gostinho de infância: longe de lanchonetes, longe da industrialização, comida típica, comida feita pela vó. Comida saudável é aquela próxima de ser in natura, com pouco ou nenhum processamento. É comida produzida com responsabilidade e com justiça social.
O leiaute do jogo ‘Comida
de verdade’ contou com a colaboração da Câmara Interministerial de
Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan). Já o som e os efeitos
sonoros do jogo foram criados e produzidos pelos músicos brasilienses Fernando Jatobá e Esdras Nogueira, da banda Móveis Coloniais de Acaju.
A ideia de criar o jogo surgiu
na equipe de comunicação do Consea. O trabalho levou cerca de três
meses para ser concluído e contou com o auxílio de uma nutricionista.
O jogo é de código livre, ou seja, com licenciamento aberto para que qualquer pessoa possa criar seu próprio jogo a partir deste disponível, desde que citada sua origem.
Para o secretário executivo do Consea, Marcelo Gonçalves, “estamos oferecendo um jogodivertido
para a população, mas de um assunto bastante sério. Alimentação é
saúde, é patrimônio cultural, é estilo de vida. Enquanto nosso jogo fala de comida de verdade, há jogos
famosos que tratam de guloseimas, o que estimula, de forma sutil, o
público a adotar hábitos alimentares não saudáveis. Estamos começando a
entender esse tipo de comunicação”.
De acordo com Michelle Andrade, coordenadora de comunicação do
Consea Nacional, “quisemos oferecer produtos de comunicação que vão
além do lugar-comum. Nossa intenção, afinal, é produzir decisões de
consumo adequadas, saudáveis e responsáveis. Acreditamos que, com o jogo,
conseguiremos atingir o público mais jovem, tão vulnerável diante de
estratégias de comunicação da indústria de alimentos ultraprocessados”.Cada fase possui apenas uma resposta correta. Você deve conquistar três estrelas para avançar para a próxima fase. Para jogar do seu computador, tablet ou celular, acesse www.consea.com.br/jogo
Fonte: Ascom/Consea
Casa Benguê Ngola Djanga Ria Lembaranganga. Em consonância com as leis 10.639/03 e 11.645/08. realiza aula Magna...
CASA REAL DE ANGOLA NO ESTADO DO RN... ..... Casa Benguê Ngola Djanga Ria Lembaranganga. Em consonância com as leis 10.639/03 e 11.645/08. realiza aula Magna... Sobre Africanidades e cultura Banto/Angola e raízes africanas em terras potiguares e no Brasil e no mundo na faculdade Estacio de Sá...

a Prof. Dra. Elaine Cristina e Tata Ria Inkice Kassulupongo e Alesandro CBNDL...
Alessandro Cbndl


Tata Ria Inkice Kassulupongo
Agradecemos a Prof. Dra. Elaine Cristina, por ter indicado nossa Inzo (Casa) ao seus alunos do 4ª período de Pedagogia para que pudéssemos compartilhar a nossa cultura com seus alunos.

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