xta-feira, 21 de maio de 2010
Os impactos da violência doméstica infantil
Agressões físicas comprometem a formação da personalidade e provocam danos à saúde mental da criança
Desde o dia 13 de maio, a procuradora de Justiça aposentada Vera Lucia de Sant'Anna Gomes está presa no complexo penitenciário de Bangu, zona norte do Rio de Janeiro, acusada de torturar uma menina de dois anos que pretendia adotar e estava sob sua guarda provisória.
A Vara de Infância, Juventude e Idoso da Comarca do Rio de Janeiro acolheu um dos pedidos feitos pelo Ministério Público (MP) do Estado na ação civil pública contra a procuradora. O órgão pede que 10% do rendimento mensal de Vera Lucia sejam destinados ao tratamento psicológico até que a criança complete 18 anos de idade.
A ação sustenta que o tratamento seja iniciado imediatamente para atenuar o sofrimento e dar oportunidade da menina crescer sem traumas profundos. A indenização proposta pelo MP, na opinião de especialistas, é apenas o primeiro passo para ajudá-la a superar o trauma, mas não trata um problema maior: a falta de referências positivas na vida da criança.
Para o psicanalista do Hospital Nove de Julho de São Paulo, Catulo César Barros, a terapia é paliativa, não estabelece a relação de vínculo e não oferece o afeto necessário para o desenvolvimento da criança. “Um especialista poderá ajudar a superar a agressão física, perder o medo e criar uma relação de confiança, mas em nada resolverá se essa menina não for inserida em uma família que realmente a ame, cuide dela. Se apenas o tratamento resolvesse os problemas da infância, a Fundação Casa (Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente), antiga FEBEM, funcionaria muito bem”, assevera.
Catulo explica que a criança pode ser imatura, mas é uma esponja emocional. Na visão do médico, essa capacidade dá a ela um entendimento agudo do que ocorre a sua volta e provoca desdobramentos na fase adulta.
“Se estiver inserida em um ambiente de carinho e acolhimento, a criança tem totais condições de entender que uma palmada não é agressão, é repressão a uma atitude errada, correção. Agora, quando vive em uma realidade crua, os danos de uma agressão física desmedida podem desenvolver um adulto violento, depressivo e medroso.”
A coordenadora do Programa de Proteção à Infância do Unicef no Brasil, Helena Oliveira, evita estabelecer relações entre o trauma e a formação da personalidade da criança. “Não se pode afirmar que os maus tratos serão diretamente responsáveis por formar um adulto violento, agressivo. Cada criança tem uma forma natural de lidar com as adversidades que o mundo impõe. É claro que o trauma tem um impacto profundo na saúde mental, mas não a faz reagir da mesma maneira com a qual foi tratada.”
O Unicef acredita no tratamento e acompanhamento das necessidades reais, dentro do contexto social que a criança está inserida. “Superar os problemas, encarar a violência são essenciais para a formação do caráter.”
Helena pondera que a violência doméstica está diretamente relacionada a uma questão cultural. Para ela, existe uma crença antiga não apenas no Brasil, de que para educar é preciso repreender com punições corporais. “A supremacia do adulto dá a ele o direito de educar da forma que convém. Para impor suas leis, a agressão torna-se uma forma de ensino, que é totalmente equivocada.”
Uma educação bem feita, criteriosa exige que o adulto se coloque diante da criança, se abaixe para escutá-la, compreender seus dilemas e desejos. Não implica em concordar ou permitir, apenas ouvir. "Esse é o papel do terapeuta no tratamento dos traumas e é também a premissa básica de uma relação saudável entre pais e filhos", defende a psicóloga do ambulatório de pediatria social do Hospital paulista Sírio Libanês, Harumi Kaihami.
A especialista explica que os dois primeiros anos de vida estabelecem a relação entre a criança e os pais. Nessa época, segundo ela, o afeto, o carinho e até maneira como a criança é carregada durante a amamentação, são determinantes. “A referência do amor dá segurança. As marcas da agressão física passam, mas rejeição ganha contornos maiores no futuro.”
Segundo ela, os impactos são variáveis e dependem da personalidade da criança, da forma como ela se comporta. “A insistência na violência pode gerar um adulto agressivo. Repetimos a forma como fomos criados. O impacto inicial da agressão é generalizar a figura do agressor. O adulto fica estigmatizado, ela não sabe em quem confiar, que vai tratá-la bem, quem pode agredi-la.”
Dados da violência no Brasil
O caso da procuradora Vera Lucia apenas ilustra um crime recorrente no Pais. Segundo dados da Sociedade Internacional de Prevenção ao Abuso e Negligência na Infância (Sipani), 18 mil crianças são vítimas de violência doméstica por dia no Brasil. Harumi revela que a estatística é aproximada, pois ainda não há um senso nacional preciso.
Na visão da médica, os números são alarmantes e refletem múltiplos fatores. Condições sociais, emprego, acesso à informação e qualidade de vida, inseridos em um contexto, podem desencadear agressões físicas ou negligência. “Um pai que perde o emprego, não está bem emocionalmente, não tem controle para lidar com as birras típicas de criança, dispara a agressão como escape. Podemos coibir esse tipo de problema na medida em que existe informação. As pessoas podem entender melhor e agir de uma forma diferente.”
Dados fornecidos pelo Unicef analisam quase 45 mil casos de violência doméstica contra crianças e adolescentes atendidos pelos Centros de Referencia Especializados de Assistência Social (CREAS) em 904 municípios brasileiros, durante o ano de 2006.
Nos índices de violência doméstica, a diferença de gênero não aparece fortemente na violência física, psicológica ou de negligência, mas sim na violência sexual : 4,5 vezes mais meninas foram vítimas de abuso sexual do que meninos, e 3,5 vezes mais meninas foram vítimas de exploração sexual do que meninos.
Também segundo os CREAS, crianças e adolescentes entre 7 e 14 anos de idade são os mais vulneráveis à violência doméstica. Os meninos e meninas dessa faixa etária são vítimas em 59% dos casos de violência doméstica atendidos.
A FLOR DO SERTAO E CANGAÇO - Organização que atua na defesa social da vida ambiente da diversidade etinico racial de todas as formas e maneiras, a missão de servir ao outro com toda a nossas forças e sinergia "Ti Oluwa Ni Ile", Domine, quo vadis? Senhor, aonde ides? Ab initio: desde o começo. Ab aeterno: desde a eternidade. In perpetuum: para sempre. TRANSFORME SEU GESTO EM AÇÃO DEPOSITE: 9314 ITAU NATAL-RN-BRASIL 08341 2 Ilê Ilê Axé àrà-àiyé Omim ofa Orum fum fum Bara Lona...
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
jovens e as mudanças
Transformações da Mente e do Corpo
A Adolescência, período de vida compreendido entre 10 e 20 anos, é uma fase bastante conturbada. Ocorrem transformações físicas e emocionais importantes, preparando a criança para assumir um novo papel perante a família e a sociedade. A criança desenvolve-se, amadurece e fica apta para usufruir sua sexualidade, firmando sua identidade sexual e buscando um par, já com a possibilidade de gerar filhos.
A fase onde há modificações no corpo chama-se de Puberdade. Ocorre a primeira menstruação nas meninas (menarca), as poluções masculinas (ejaculações espontâneas sem coito), o crescimento de pêlos no corpo, a mudança de voz nos rapazes, o amadurecimento da genitália, com aumento do tamanho do pênis e dos seios, entre outros.
SEXO NA ADOLESCÊNCIAMas nem sempre esta fase vem acompanhada das transformações emocionais e sociais que são o marco da adolescência. Dependendo da cultura de cada povo, a adolescência pode chegar mais tarde, independente da criança estar já bem desenvolvida fisicamente. É o caso dos países ocidentais, como os Estados Unidos e a Inglaterra ou França. O processo de educação continuada e a grande soma de informações, por exemplo, acabam por retardar a necessidade, por parte dos jovens, da busca de uma vida separada de seus pais. Muitos ainda moram com a família depois dos 20 anos. Já em sociedades mais simples, como em algumas regiões do Brasil, da África ou da Ásia, a necessidade de força braçal, desde muito cedo, antecipa a entrada da criança na adolescência e nas responsabilidades que lhe são devidas.
A Adolescência, período de vida compreendido entre 10 e 20 anos, é uma fase bastante conturbada. Ocorrem transformações físicas e emocionais importantes, preparando a criança para assumir um novo papel perante a família e a sociedade. A criança desenvolve-se, amadurece e fica apta para usufruir sua sexualidade, firmando sua identidade sexual e buscando um par, já com a possibilidade de gerar filhos.
A fase onde há modificações no corpo chama-se de Puberdade. Ocorre a primeira menstruação nas meninas (menarca), as poluções masculinas (ejaculações espontâneas sem coito), o crescimento de pêlos no corpo, a mudança de voz nos rapazes, o amadurecimento da genitália, com aumento do tamanho do pênis e dos seios, entre outros.
SEXO NA ADOLESCÊNCIAMas nem sempre esta fase vem acompanhada das transformações emocionais e sociais que são o marco da adolescência. Dependendo da cultura de cada povo, a adolescência pode chegar mais tarde, independente da criança estar já bem desenvolvida fisicamente. É o caso dos países ocidentais, como os Estados Unidos e a Inglaterra ou França. O processo de educação continuada e a grande soma de informações, por exemplo, acabam por retardar a necessidade, por parte dos jovens, da busca de uma vida separada de seus pais. Muitos ainda moram com a família depois dos 20 anos. Já em sociedades mais simples, como em algumas regiões do Brasil, da África ou da Ásia, a necessidade de força braçal, desde muito cedo, antecipa a entrada da criança na adolescência e nas responsabilidades que lhe são devidas.
sexo e jovens
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
SEXO: CONVERSANDO COM OS JOVENS
Uma dúvida freqüente: qual a idade mais propícia para iniciar o sexo?
Na verdade, começamos a nossa vida sexual já muito crianças. Você sabia que já se observou bebês ainda na barriga da mãe se auto-estimulando? Sim, descobrindo sensações agradáveis. A masturbação (auto-estimulação sexual) é praticada por pessoas de todas as idades. E é na infância, entre três e cinco anos que se intensifica a descoberta dos genitais e de como são agradáveis de serem tocados.
Isso já é sexo.
O sexo compartilhado com outra pessoa ocorre normalmente mais tarde. Você pode notar que o seu corpo começa a mudar. Crescem mais pêlos, os seios aumentam de tamanho, tal como acontece com o pênis. O corpo fica mais arredondado, mais cheio de formas se você é mulher, e ocorre a primeira menstruação. E se você é homem, a voz muda. Você fica mais forte, com a musculatura mais desenvolvida e surgem as primeiras ejaculações espontâneas (poluções). Essa fase de mudanças físicas chama-se Puberdade e vai de 10 a 14 anos aproximadamente. Você passa a notar os amigos do sexo oposto ao seu, interessando-se por eles. Você vai se comparar com os amigos de mesmo sexo que você para se certificar que tudo que está ocorrendo com você é parecido com eles.
A primeira "transa" (relação sexual) geralmente ocorre depois da puberdade, quando o corpo já está preparado para funcionar sexualmente. Em média, nos Estados Unidos da América, a idade de início de atividade sexual com um parceiro é de aproximadamente 14 a 15 anos para ambos os sexos. Em trabalhos feitos no Brasil, a respeito desse tema, a média é parecida.
E como é que a gente sabe que está na hora?
Não existe um momento exato, tipo manual. É mais uma questão pessoal, varia de pessoa para pessoa. Sabe-se que as sensações sexuais, tão prazerosas, podem ser ainda mais agradáveis se compartilhadas com alguém.
No entanto, há algumas conseqüências, como a gravidez indesejada e o contágio de doenças via contato sexual.
É importante você estar informado a respeito de métodos contraceptivos (maneiras de como evitar uma gravidez), como a pílula, e métodos contra doenças, como a camisa-de-vênus (condom) para poder iniciar sua vida sexual sem medo e sem riscos.
Aí, a influência da sua educação, tradição familiar e da sociedade onde você vive vai ser importante.
Lidar com a perda da virgindade para as garotas ainda é um pouco mais complicado que para os rapazes. Na década de 70, ainda era vergonhoso se dizer que já tinha transado. Hoje, muitos jovens ficam com vergonha de dizer que são virgens e partem numa corrida louca para poder se livrar logo dessa situação, sentida como embaraçosa. Acabam transando sem estar preparados, só para mostrar aos outros e fazer parte do grupo.
Mas o legal mesmo é poder ter a primeira transa com alguém que a gente se sente bem e que nos atraia. Legal é transar sem medo de ser pego, sem medo de pegar doença e sem o risco de engravidar sem se ter vontade ou estar preparado para isso.
A primeira transa tem que ser especial, mas não espere sentir todas as sensações assim da primeira vez. Sexo é um aprendizado. A gente começa meio desajeitado, mas vai se aperfeiçoando, aprendendo com nossas reações e com as de nosso parceiro. Se você está com dúvidas, procure orientação e não deixe de aprender sobre você mesmo. Usufrua sua sexualidade com saúde e tranqüilidade.
SEXO: CONVERSANDO COM OS JOVENS
Uma dúvida freqüente: qual a idade mais propícia para iniciar o sexo?
Na verdade, começamos a nossa vida sexual já muito crianças. Você sabia que já se observou bebês ainda na barriga da mãe se auto-estimulando? Sim, descobrindo sensações agradáveis. A masturbação (auto-estimulação sexual) é praticada por pessoas de todas as idades. E é na infância, entre três e cinco anos que se intensifica a descoberta dos genitais e de como são agradáveis de serem tocados.
Isso já é sexo.
O sexo compartilhado com outra pessoa ocorre normalmente mais tarde. Você pode notar que o seu corpo começa a mudar. Crescem mais pêlos, os seios aumentam de tamanho, tal como acontece com o pênis. O corpo fica mais arredondado, mais cheio de formas se você é mulher, e ocorre a primeira menstruação. E se você é homem, a voz muda. Você fica mais forte, com a musculatura mais desenvolvida e surgem as primeiras ejaculações espontâneas (poluções). Essa fase de mudanças físicas chama-se Puberdade e vai de 10 a 14 anos aproximadamente. Você passa a notar os amigos do sexo oposto ao seu, interessando-se por eles. Você vai se comparar com os amigos de mesmo sexo que você para se certificar que tudo que está ocorrendo com você é parecido com eles.
A primeira "transa" (relação sexual) geralmente ocorre depois da puberdade, quando o corpo já está preparado para funcionar sexualmente. Em média, nos Estados Unidos da América, a idade de início de atividade sexual com um parceiro é de aproximadamente 14 a 15 anos para ambos os sexos. Em trabalhos feitos no Brasil, a respeito desse tema, a média é parecida.
E como é que a gente sabe que está na hora?
Não existe um momento exato, tipo manual. É mais uma questão pessoal, varia de pessoa para pessoa. Sabe-se que as sensações sexuais, tão prazerosas, podem ser ainda mais agradáveis se compartilhadas com alguém.
No entanto, há algumas conseqüências, como a gravidez indesejada e o contágio de doenças via contato sexual.
É importante você estar informado a respeito de métodos contraceptivos (maneiras de como evitar uma gravidez), como a pílula, e métodos contra doenças, como a camisa-de-vênus (condom) para poder iniciar sua vida sexual sem medo e sem riscos.
Aí, a influência da sua educação, tradição familiar e da sociedade onde você vive vai ser importante.
Lidar com a perda da virgindade para as garotas ainda é um pouco mais complicado que para os rapazes. Na década de 70, ainda era vergonhoso se dizer que já tinha transado. Hoje, muitos jovens ficam com vergonha de dizer que são virgens e partem numa corrida louca para poder se livrar logo dessa situação, sentida como embaraçosa. Acabam transando sem estar preparados, só para mostrar aos outros e fazer parte do grupo.
Mas o legal mesmo é poder ter a primeira transa com alguém que a gente se sente bem e que nos atraia. Legal é transar sem medo de ser pego, sem medo de pegar doença e sem o risco de engravidar sem se ter vontade ou estar preparado para isso.
A primeira transa tem que ser especial, mas não espere sentir todas as sensações assim da primeira vez. Sexo é um aprendizado. A gente começa meio desajeitado, mas vai se aperfeiçoando, aprendendo com nossas reações e com as de nosso parceiro. Se você está com dúvidas, procure orientação e não deixe de aprender sobre você mesmo. Usufrua sua sexualidade com saúde e tranqüilidade.
combate e estigma
ta-feira, 1 de dezembro de 2010
1º DE DEZEMBRO - DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDS
“Combate ao Preconceito e ao Estigma”
Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988.
O preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/Aids são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da Aids e ao seu diagnóstico. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Ao discutir preconceito e discriminação, o Ministério da Saúde espera aliviar o impacto da Aids no País. O principal objetivo é prevenir, reduzir e eliminar o preconceito e a discriminação associados à Aids. O Brasil já encontrou um modelo de tratamento para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, que hoje é considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma referência para o mundo. Agora nós, brasileiros, precisamos encontrar uma forma de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores e sermos mais solidários do que somos por natureza. Acabar com o preconceito e aumentar a prevenção devem se tornar hábitos diários de nossas vidas.
O que é Aids
Uma deficiência no sistema imunológico, associada com a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana HIV – (Human Immunodeficiency Virus), provocando aumento na susceptibilidade a infecções oportunísticas e câncer.
Transmissão:
- o vírus HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, leite materno;
- relações sexuais homo ou heterossexuais, com penetração vaginal, oral ou anal, sem proteção da camisinha, transmitem a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e alguns tipos de hepatite;
- compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis;
- transfusão de sangue contaminado;
- instrumentos que cortam ou furam, não esterilizados;
- da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação.
Tratamento:
Atualmente a terapia com os chamados “anti-retrovirais” proporciona melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunísticas, redução da mortalidade e aumento da sobrevida dos pacientes. (Os anti-retrovirais são medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV).
Fique sabendo:
A Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.
Fontes:
Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde.
Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal
1º DE DEZEMBRO - DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDS
“Combate ao Preconceito e ao Estigma”
Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988.
O preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/Aids são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da Aids e ao seu diagnóstico. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Ao discutir preconceito e discriminação, o Ministério da Saúde espera aliviar o impacto da Aids no País. O principal objetivo é prevenir, reduzir e eliminar o preconceito e a discriminação associados à Aids. O Brasil já encontrou um modelo de tratamento para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, que hoje é considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma referência para o mundo. Agora nós, brasileiros, precisamos encontrar uma forma de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores e sermos mais solidários do que somos por natureza. Acabar com o preconceito e aumentar a prevenção devem se tornar hábitos diários de nossas vidas.
O que é Aids
Uma deficiência no sistema imunológico, associada com a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana HIV – (Human Immunodeficiency Virus), provocando aumento na susceptibilidade a infecções oportunísticas e câncer.
Transmissão:
- o vírus HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, leite materno;
- relações sexuais homo ou heterossexuais, com penetração vaginal, oral ou anal, sem proteção da camisinha, transmitem a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e alguns tipos de hepatite;
- compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis;
- transfusão de sangue contaminado;
- instrumentos que cortam ou furam, não esterilizados;
- da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação.
Tratamento:
Atualmente a terapia com os chamados “anti-retrovirais” proporciona melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunísticas, redução da mortalidade e aumento da sobrevida dos pacientes. (Os anti-retrovirais são medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV).
Fique sabendo:
A Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.
Fontes:
Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde.
Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal
CENERAB E O BRASIL
Em Outubro de 1991, no Estado do Rio de Janeiro, por ocasião do I Encontro Nacional de Entidades Negras, religiosos de matriz africana de todos os Estados da Federação reúnem e cria o CENARAB – Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-brasileira, entidade sem fins lucrativos, que tem como objetivo congregar e organizar religiosos de matriz africana, organizando as nossas casas para o embate à intolerância religiosa.
A história do CENARAB se confunde com a história da militância negra brasileira, na busca de um país livre de toda e qualquer forma de racismo, o CENARAB vem ao longo destes anos se pautando em uma agenda comprometida com a liberdade, com a ética e a participação organizada dos setores que representa, apresentando propostas políticas públicas, organizativas e inclusivas deste setor historicamente excluído da agenda política do país. A história do Brasil é marcada pelo racismo, a discriminação racial e o CENARAB é reconhecidamente uma entidade aguerrida na construção de um país democrático, que respeite sua pluralidade de formação.
A história do CENARAB se confunde com a história da militância negra brasileira, na busca de um país livre de toda e qualquer forma de racismo, o CENARAB vem ao longo destes anos se pautando em uma agenda comprometida com a liberdade, com a ética e a participação organizada dos setores que representa, apresentando propostas políticas públicas, organizativas e inclusivas deste setor historicamente excluído da agenda política do país. A história do Brasil é marcada pelo racismo, a discriminação racial e o CENARAB é reconhecidamente uma entidade aguerrida na construção de um país democrático, que respeite sua pluralidade de formação.
livre orientação e DH
exta-feira, 17 de dezembro de 2010
Nova ministra dos Direitos Humanos diz que vai trabalhar pela "livre orientação sexual"
Foi anunciado ontem à noite, quarta-feira (08), o nome da nova ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). Para quem não sabe, a SEDH é responsável pela pasta LGBT no Governo Federal.
Maria do Rosário tem a sua trajetória política ligada à questão da juventude e dos direitos universais. Já ocupou os cargos legislativos de vereadora, deputada estadual e deputada federal. Em comunicado oficial, a nova ministra disse que é preciso "pensar os Direitos Humanos inseridos no conjunto de questões que dizem respeito ao direito à liberdade, mas também aos direitos sociais, econômicos e culturais de cada cidadão brasileiro".
Maria do Rosário também afirmou a importância de trabalhar por uma cultura de tolerância, para que a diversidade e a pluralidade sejam respeitadas. "O Brasil vive amplas contradições nos Direitos Humanos. Somos uma sociedade que está trabalhando de forma célere a inclusão, mas vivemos preconceitos muito fortes na sociedade brasileira e isso precisa ser enfrentado".
A futura ministra dos Direitos Humanos também reforçou que irá trabalhar com "empenho" pelos direitos das "crianças e adolescentes, idosos, pessoas com deficiência, povos indígenas e pela livre orientação sexual".
Nova ministra dos Direitos Humanos diz que vai trabalhar pela "livre orientação sexual"
Foi anunciado ontem à noite, quarta-feira (08), o nome da nova ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). Para quem não sabe, a SEDH é responsável pela pasta LGBT no Governo Federal.
Maria do Rosário tem a sua trajetória política ligada à questão da juventude e dos direitos universais. Já ocupou os cargos legislativos de vereadora, deputada estadual e deputada federal. Em comunicado oficial, a nova ministra disse que é preciso "pensar os Direitos Humanos inseridos no conjunto de questões que dizem respeito ao direito à liberdade, mas também aos direitos sociais, econômicos e culturais de cada cidadão brasileiro".
Maria do Rosário também afirmou a importância de trabalhar por uma cultura de tolerância, para que a diversidade e a pluralidade sejam respeitadas. "O Brasil vive amplas contradições nos Direitos Humanos. Somos uma sociedade que está trabalhando de forma célere a inclusão, mas vivemos preconceitos muito fortes na sociedade brasileira e isso precisa ser enfrentado".
A futura ministra dos Direitos Humanos também reforçou que irá trabalhar com "empenho" pelos direitos das "crianças e adolescentes, idosos, pessoas com deficiência, povos indígenas e pela livre orientação sexual".
SID/MinC divulga Planos Setoriais para as culturas populares e indígenas
Publicado em janeiro 5, 2011 por HC
[Envie este texto por Email]
O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), divulgou nesta terça-feira, 28 de dezembro, o Plano Setorial para as Culturas Populares e o Plano Setorial para as Culturas Indígenas. Os instrumentos integram o primeiro Plano Nacional de Cultura, sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2 de dezembro de 2010.
“Estes Planos são frutos da decisão do Ministério da Cultura de valorizar as culturas populares e indígenas brasileiras como pilares para a formação da identidade e diversidade cultural do país”, declarou o secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, Américo Córdula.
Para Américo, o Plano Setorial para as Culturas Indígenas estabelece uma política de Estado decenal que contribuirá para a “proteção e promoção das culturas indígenas, por meio de programas, entre outras ações, que permitam fomentar a transmissão de saberes, a manutenção da cultura e a difusão para a sociedade”.
Já o Plano Setorial para as Culturas Populares trará, segundo o secretário da SID, as diretrizes priorizadas e sistematizadas nestas duas gestões do governo Lula. “Mapear as manifestações, cadeias produtivas das festas, fomentar a manutenção das manifestações e incluir os mestres da tradição nos processos de ensino formais e informais”.
Os Planos Setoriais são resultado de compromissos pactuados com estes dois segmentos em diversos momentos de diálogo com o Ministério da Cultura, como os dois Seminários Nacionais de Políticas Públicas para as Culturas Populares (2005 e 2006) e as duas Conferências Nacionais de Cultura (2005 e 2010).
O Ministério da Cultura trabalhou com a dimensão cidadã da cultura – além das dimensões simbólica e econômica – e chamou para si uma tarefa que vai além do simples reconhecimento dos direitos cidadãos dos mestres, mestras e demais praticantes de culturas populares, bem como dos povos indígenas. Promoveu o protagonismo destes setores no que diz respeito à discussão, elaboração e acompanhamento das políticas públicas de cultura, permitindo a organização e amadurecimento dos segmentos.
Atualmente, representantes dos povos indígenas e das culturas populares possuem lugar no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) e um Colegiado Setorial específico, encarregado de subsidiar a participação dos segmentos no Conselho, bem como de elaborar e acompanhar a implementação destes Planos Setoriais.
Plano Nacional de Cultura
O Plano Nacional de Cultura (PNC) é o primeiro planejamento de longo prazo do Estado para a área cultural na história do país. Sua elaboração como projeto de lei é obrigatória por determinação da Constituição desde que o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 48, em 2005.
As prioridades e os conceitos trazidos por ele constituem um referencial de compartilhamento de recursos coletivos que norteará as políticas públicas da área num horizonte de dez anos, inclusive com metas. Seu texto foi aperfeiçoado pela realização de 27 seminários, em cada unidade da federação, resultantes de um acordo entre MinC e Comissão de Educação e Cultura da Câmara.
Pelo projeto, o governo federal terá 180 dias para definir metas para atingir esses objetivos, que serão medidas pelo Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), já em implantação no Ministério da Cultura.
Os estados e municípios que quiserem aderir às diretrizes e metas do Plano Nacional de Cultura terão um ano para elaborar seu respectivo plano decenal, a partir da data de adesão voluntária ao PNC. Para isso poderão contar com assistência do MinC.
Nos links abaixo é possível acessar, na íntegra, os planos:
Plano Setorial para as Culturas Populares
Plano Setorial para as Culturas Indígenas
Os arquivos podem ser vistos, ainda, em iPaper na página eletrônica da SID/MinC.
(Texto: Sheila Rezende, SID/MinC)
(Fotos: Juvenal Pereira e Rafael Cavalcante)
Informe da Secretaria da Identidade e da Divrsidade Cultural do Ministério da Cultura – SID/MinC, publicado pela rede mandacaru RN 2011.
Publicado em janeiro 5, 2011 por HC
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O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), divulgou nesta terça-feira, 28 de dezembro, o Plano Setorial para as Culturas Populares e o Plano Setorial para as Culturas Indígenas. Os instrumentos integram o primeiro Plano Nacional de Cultura, sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2 de dezembro de 2010.
“Estes Planos são frutos da decisão do Ministério da Cultura de valorizar as culturas populares e indígenas brasileiras como pilares para a formação da identidade e diversidade cultural do país”, declarou o secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, Américo Córdula.
Para Américo, o Plano Setorial para as Culturas Indígenas estabelece uma política de Estado decenal que contribuirá para a “proteção e promoção das culturas indígenas, por meio de programas, entre outras ações, que permitam fomentar a transmissão de saberes, a manutenção da cultura e a difusão para a sociedade”.
Já o Plano Setorial para as Culturas Populares trará, segundo o secretário da SID, as diretrizes priorizadas e sistematizadas nestas duas gestões do governo Lula. “Mapear as manifestações, cadeias produtivas das festas, fomentar a manutenção das manifestações e incluir os mestres da tradição nos processos de ensino formais e informais”.
Os Planos Setoriais são resultado de compromissos pactuados com estes dois segmentos em diversos momentos de diálogo com o Ministério da Cultura, como os dois Seminários Nacionais de Políticas Públicas para as Culturas Populares (2005 e 2006) e as duas Conferências Nacionais de Cultura (2005 e 2010).
O Ministério da Cultura trabalhou com a dimensão cidadã da cultura – além das dimensões simbólica e econômica – e chamou para si uma tarefa que vai além do simples reconhecimento dos direitos cidadãos dos mestres, mestras e demais praticantes de culturas populares, bem como dos povos indígenas. Promoveu o protagonismo destes setores no que diz respeito à discussão, elaboração e acompanhamento das políticas públicas de cultura, permitindo a organização e amadurecimento dos segmentos.
Atualmente, representantes dos povos indígenas e das culturas populares possuem lugar no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) e um Colegiado Setorial específico, encarregado de subsidiar a participação dos segmentos no Conselho, bem como de elaborar e acompanhar a implementação destes Planos Setoriais.
Plano Nacional de Cultura
O Plano Nacional de Cultura (PNC) é o primeiro planejamento de longo prazo do Estado para a área cultural na história do país. Sua elaboração como projeto de lei é obrigatória por determinação da Constituição desde que o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 48, em 2005.
As prioridades e os conceitos trazidos por ele constituem um referencial de compartilhamento de recursos coletivos que norteará as políticas públicas da área num horizonte de dez anos, inclusive com metas. Seu texto foi aperfeiçoado pela realização de 27 seminários, em cada unidade da federação, resultantes de um acordo entre MinC e Comissão de Educação e Cultura da Câmara.
Pelo projeto, o governo federal terá 180 dias para definir metas para atingir esses objetivos, que serão medidas pelo Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), já em implantação no Ministério da Cultura.
Os estados e municípios que quiserem aderir às diretrizes e metas do Plano Nacional de Cultura terão um ano para elaborar seu respectivo plano decenal, a partir da data de adesão voluntária ao PNC. Para isso poderão contar com assistência do MinC.
Nos links abaixo é possível acessar, na íntegra, os planos:
Plano Setorial para as Culturas Populares
Plano Setorial para as Culturas Indígenas
Os arquivos podem ser vistos, ainda, em iPaper na página eletrônica da SID/MinC.
(Texto: Sheila Rezende, SID/MinC)
(Fotos: Juvenal Pereira e Rafael Cavalcante)
Informe da Secretaria da Identidade e da Divrsidade Cultural do Ministério da Cultura – SID/MinC, publicado pela rede mandacaru RN 2011.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
dia nacional combate a intolerancia religiosa...
Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa
hoje é o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
O 21 de janeiro é também o Dia Mundial da Religião.
A Lei 11.635 que institui a data foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 27 de dezembro de 2007.
Art. 1o Fica instituído o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa a ser comemorado anualmente em todo o território nacional no dia 21 de janeiro.
Art. 2o A data fica incluída no Calendário Cívico da União para efeitos de comemoração oficial.
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 27 de dezembro de 2007; 186o da Independência e 119o da República.
hoje é o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
O 21 de janeiro é também o Dia Mundial da Religião.
A Lei 11.635 que institui a data foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 27 de dezembro de 2007.
Art. 1o Fica instituído o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa a ser comemorado anualmente em todo o território nacional no dia 21 de janeiro.
Art. 2o A data fica incluída no Calendário Cívico da União para efeitos de comemoração oficial.
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 27 de dezembro de 2007; 186o da Independência e 119o da República.
dia nacional combate a intolerancia religiosa...
Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa
Hoje é o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
O 21 de janeiro é também o Dia Mundial da Religião.
A Lei 11.635 que institui a data foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 27 de dezembro de 2007.
Art. 1o Fica instituído o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa a ser comemorado anualmente em todo o território nacional no dia 21 de janeiro.
Art. 2o A data fica incluída no Calendário Cívico da União para efeitos de comemoração oficial.
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 27 de dezembro de 2007; 186o da Independência e 119o da República.
Hoje é o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
O 21 de janeiro é também o Dia Mundial da Religião.
A Lei 11.635 que institui a data foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 27 de dezembro de 2007.
Art. 1o Fica instituído o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa a ser comemorado anualmente em todo o território nacional no dia 21 de janeiro.
Art. 2o A data fica incluída no Calendário Cívico da União para efeitos de comemoração oficial.
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 27 de dezembro de 2007; 186o da Independência e 119o da República.
formaçao em diversidade...
UFRN oferece formação em gênero e diversidade
para professores da rede pública
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) abrirá, em janeiro de 2011,
as inscrições para a formação continuada em Gênero e Diversidade na Escola
(GDE). O público-alvo são professores da Educação Básica da rede pública
interessados em conhecer e discutir questões que envolvam gênero, sexualidades,
orientação sexual e relações étnicorraciais. Integrando a Rede de Educação para
a Diversidade do Ministério da Educação (MEC), a formação será oferecida na
modalidade semipresencial para seis Polos de Apoio Presencial do Programa
Universidade Aberta (UAB) no Estado do RN: Grossos, Guamaré, Luiz Gomes,
Martins, Natal e Parnamirim. As inscrições serão gratuitas e realizadas por meio
da Plataforma Freire, ferramenta vinculada ao Plano Nacional de Formação de
Professores da Educação Básica (Parfor), que visa qualificar os docentes da rede
pública em exercício. Há 540 vagas, 90 para cada polo.
A formação é coordenada pelo grupo de pesquisa Gênero, Corpo e Sexualidade
(GCS/o departamento de Antropologia/UFRN, o proponente do curso junto ao MEC, em
parceria com a Secretaria de Educação a Distância (Sedis) da Universidade.
A formação em Gênero e Diversidade na Escola está prevista para iniciar em março
e se entender até agosto de 2011, totalizando 200 horas de carga horária. As
aulas serão ministradas por meio de um Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem
(AVEA) por professores vinculados à UFRN, com fornação nas áreas afins à
temática do curso. Tutores presenciais e a distância integram a equipe
pedagógica. Além das aulas online, haverá três encontros presenciais, em que
serão discutidos as temáticas do curso e realizadas oficinas que possibilitem
aos professores-cursistas construir um novo olhar sobre a escola, desconstruindo
preconceitos.
São cinco os módulos da formação: (1) orientações metodológicas e diversidade;
(2) gênero; (3) sexualidade e orientação sexual; 4) relações étnico-raciais; e
(5) avaliação. Os conteúdos contemplarão conceitos fundamentais como o de gênero
e sua importância para o conhecimento do mundo social, questões sobre saúde,
sexualidade e desigualdade racial, entre outros A articulação entre as temáticas
e o cotidiano escolar está presente em cada unidade.
MAIS INFORMAÇÕES, no site da Sedis ou e-mail
.
COORDENAÇÃO: professoras Elisete Schwade e Carla Cabral.
para professores da rede pública
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) abrirá, em janeiro de 2011,
as inscrições para a formação continuada em Gênero e Diversidade na Escola
(GDE). O público-alvo são professores da Educação Básica da rede pública
interessados em conhecer e discutir questões que envolvam gênero, sexualidades,
orientação sexual e relações étnicorraciais. Integrando a Rede de Educação para
a Diversidade do Ministério da Educação (MEC), a formação será oferecida na
modalidade semipresencial para seis Polos de Apoio Presencial do Programa
Universidade Aberta (UAB) no Estado do RN: Grossos, Guamaré, Luiz Gomes,
Martins, Natal e Parnamirim. As inscrições serão gratuitas e realizadas por meio
da Plataforma Freire, ferramenta vinculada ao Plano Nacional de Formação de
Professores da Educação Básica (Parfor), que visa qualificar os docentes da rede
pública em exercício. Há 540 vagas, 90 para cada polo.
A formação é coordenada pelo grupo de pesquisa Gênero, Corpo e Sexualidade
(GCS/o departamento de Antropologia/UFRN, o proponente do curso junto ao MEC, em
parceria com a Secretaria de Educação a Distância (Sedis) da Universidade.
A formação em Gênero e Diversidade na Escola está prevista para iniciar em março
e se entender até agosto de 2011, totalizando 200 horas de carga horária. As
aulas serão ministradas por meio de um Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem
(AVEA) por professores vinculados à UFRN, com fornação nas áreas afins à
temática do curso. Tutores presenciais e a distância integram a equipe
pedagógica. Além das aulas online, haverá três encontros presenciais, em que
serão discutidos as temáticas do curso e realizadas oficinas que possibilitem
aos professores-cursistas construir um novo olhar sobre a escola, desconstruindo
preconceitos.
São cinco os módulos da formação: (1) orientações metodológicas e diversidade;
(2) gênero; (3) sexualidade e orientação sexual; 4) relações étnico-raciais; e
(5) avaliação. Os conteúdos contemplarão conceitos fundamentais como o de gênero
e sua importância para o conhecimento do mundo social, questões sobre saúde,
sexualidade e desigualdade racial, entre outros A articulação entre as temáticas
e o cotidiano escolar está presente em cada unidade.
MAIS INFORMAÇÕES, no site da Sedis
COORDENAÇÃO: professoras Elisete Schwade e Carla Cabral.
domingo, 2 de janeiro de 2011
História Geral da África
Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora
também disponível em português. A edição completa da
coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada
está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa,
peul e swahili. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das
mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico
Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram
africanos.
Download gratuito (somente na versão em português):
http://www.letraviva.net/index.php/dowloald/122-colecao-historia-geral-da-africa\
-em-portugues
|-------------------------------------------|
| Grupos.com.br - A vida acontece em grupos |
| http://www.grupos.com.br |
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Ms. Fr. Marcello J.Rocha Fernandes, Mobosj - Olufam
kiumba Exu Akirijèbó
http://groups.yahoo.com/group/fpeern
twiter: @MANDACARURN
facebook manadacaru
http://mandacarurn.arteblog.com.br
http://mandacarurn.blogspot.com/
REDE MANDACARURN SEGUINDO COM EFICACIA A 20 ANOS DE RESISTÊNCIA NO NORDESTE
NO BRASIL E NO MUNDO...
PRECISAMOS DE VOCE RECEBEMOS TODO TIPO DE DOAÇÃO INCLUISVE SE VOCE DESEJA
DIGITAR CUPONS FISCAIS NA SUA PROPRIA CASA DOE UM POUCO DE SEU TEMPO
PRECIOSO AJUDE-NOS NESTA OBRA VENHA NOS CONHECER....
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55 84 88035580/ 55 84 94053604
55 84 30880305
Tudo podemos na Misericordia e na Perseverança...
Amor aos pobres e dedicação eterna aos missão... e aos não incluidos...
Epie Baba...
"Comunidade dos Brasileiros Cristãos e Independentes do Natal-RN "MABOSJ
"Creio, alguém lembrará de nós no futuro".(Safo de Lesbos - 640 a.c)
" Liberdade é pouco. o que eu desejo, ainda não tem nome" (Clarice
Lispector)
"É pela paz que eu não quero seguir admitido", (Marcelo Yuka- O Rappa)
“ O amor é essencial o sexo um acidente pode ser igual pode ser diferente” (
fernando pessoa).
PRECISAMOS DE VOCÊ PARA CONTINUAR ESTA OBRA...
REDE MANDACARURN - LIXO E CIDADANIA - EDUCAÇÃO E
CULTURA
RMRN/RECOSOL
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Fórum ÈTico Racial Diretrizes
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Fórum ÈTico Racial Diretrizes
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
MAIS ALUNOS VAO PARA UNIVERSIDADE
A classe D já passou a classe A no número total de estudantes nas universidades brasileiras públicas e privadas. Em 2002, havia 180 mil alunos da classe D no ensino superior. Sete anos depois, em 2009, eles eram quase cinco vezes mais e somavam 887,4 mil. Em contrapartida, o total de estudantes do estrato mais rico caiu pela metade no período, de 885,6 mil para 423,4 mil. Os dados fazem parte de um estudo do instituto Data Popular.
“Cerca de 100 mil estudantes da classe D ingressaram a cada ano nas faculdades brasileiras entre 2002 e 2009, e hoje temos a primeira geração de universitários desse estrato social”, observa Renato Meirelles, sócio diretor do instituto e responsável pelo estudo.
Arquivo TNCom maior nível de escolaridade, classe D deve se tornar mais exigente na hora de ir às comprasCom maior nível de escolaridade, classe D deve se tornar mais exigente na hora de ir às compras
Essa mudança de perfil deve, segundo ele, ter impactos no mercado de consumo a médio prazo. Com maior nível de escolaridade, essa população, que é a grande massa consumidora do País, deve se tornar mais exigente na hora de ir às compras.
O estudo, feito a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela também que as classes C e D respondem atualmente por 72,4% dos estudantes universitários. Em 2002, a participação dos estudantes desses dois estratos sociais somavam 45,3%.
São considerados estudantes de classe D aqueles com renda mensal familiar entre um e três salários mínimos (de R$ 510 a R$ 1.530). Os estudantes da classe C têm rendimento familiar entre três e dez salários mínimos. Já na classe A, a renda é acima de 20 salário mínimos (R$ 10.200).
A melhoria da condição financeira que permitiu inicialmente a compra do primeiro carro zero e do celular aos brasileiros de menor renda também abriu caminho para que eles tivesse acesso ao ensino superior. Pesquisa do Programa de Administração de Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), que mede a intenção de compra dos consumidores por classe social, revela que subiu de 15%, no terceiro trimestre, para 17%, neste trimestre, a capacidade de gasto com educação em relação à renda da classe C.
Além da renda maior, Meirelles ressalta outros fatores que provocaram essa mudança de perfil socioeconômico dos universitários. Um deles é a universalização do ensino de segundo grau. Também contribuíram as bolsas de estudo do Programa Universidade para Todos (ProUni) e a proliferação de universidades particulares.
“Cerca de 100 mil estudantes da classe D ingressaram a cada ano nas faculdades brasileiras entre 2002 e 2009, e hoje temos a primeira geração de universitários desse estrato social”, observa Renato Meirelles, sócio diretor do instituto e responsável pelo estudo.
Arquivo TNCom maior nível de escolaridade, classe D deve se tornar mais exigente na hora de ir às comprasCom maior nível de escolaridade, classe D deve se tornar mais exigente na hora de ir às compras
Essa mudança de perfil deve, segundo ele, ter impactos no mercado de consumo a médio prazo. Com maior nível de escolaridade, essa população, que é a grande massa consumidora do País, deve se tornar mais exigente na hora de ir às compras.
O estudo, feito a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela também que as classes C e D respondem atualmente por 72,4% dos estudantes universitários. Em 2002, a participação dos estudantes desses dois estratos sociais somavam 45,3%.
São considerados estudantes de classe D aqueles com renda mensal familiar entre um e três salários mínimos (de R$ 510 a R$ 1.530). Os estudantes da classe C têm rendimento familiar entre três e dez salários mínimos. Já na classe A, a renda é acima de 20 salário mínimos (R$ 10.200).
A melhoria da condição financeira que permitiu inicialmente a compra do primeiro carro zero e do celular aos brasileiros de menor renda também abriu caminho para que eles tivesse acesso ao ensino superior. Pesquisa do Programa de Administração de Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), que mede a intenção de compra dos consumidores por classe social, revela que subiu de 15%, no terceiro trimestre, para 17%, neste trimestre, a capacidade de gasto com educação em relação à renda da classe C.
Além da renda maior, Meirelles ressalta outros fatores que provocaram essa mudança de perfil socioeconômico dos universitários. Um deles é a universalização do ensino de segundo grau. Também contribuíram as bolsas de estudo do Programa Universidade para Todos (ProUni) e a proliferação de universidades particulares.
medicos e enfermeiros cubanos envergonham o mundo!!!
Médicos cubanos no Haiti deixam o mundo envergonhado
Números divulgados na semana passada mostram que o pessoal médico cubano, trabalhando em 40 centros em todo o Haiti, tem tratado mais de 30.000 doentes de cólera desde outubro. Eles são o maior contingente estrangeiro, tratando cerca de 40% de todos os doentes de cólera. Um outro grupo de médicos da brigada cubana Henry Reeve, uma equipe especializada em desastre e em emergência, chegou recentemente. Uma brigada de 1.200 médicos cubanos está operando em todo o Haiti, destroçado pelo terremoto e pela cólera. Enquanto isso, a ajuda prometida pelos EUA e outros países...O artigo é de Nina Lakhani, do The Independent
Nina Lakhani - The Independent
Eles são os verdadeiros heróis do desastre do terremoto no Haiti, a catástrofe humana na porta da América, a qual Barack Obama prometeu uma monumental missão humanitária dos EUA para aliviar. Esses heróis são da nação arqui-inimiga dos Estados Unidos, Cuba, cujos médicos e enfermeiros deixaram os esforços dos EUA envergonhados.
Uma brigada de 1.200 médicos cubanos está operando em todo o Haiti, rasgado por terremotos e infectado com cólera, como parte da missão médica internacional de Fidel Castro, que ganhou muitos amigos para o Estado socialista, mas pouco reconhecimento internacional.
Observadores do terremoto no Haiti poderiam ser perdoados por pensar operações de agências de ajuda internacional e por os deixarem sozinhos na luta contra a devastação que matou 250.000 pessoas e deixou cerca de 1,5 milhões de desabrigados. De fato, trabalhadores da saúde cubanos estão no Haiti desde 1998, quando um forte terremoto atingiu o país. E em meio a fanfarra e publicidade em torno da chegada de ajuda dos EUA e do Reino Unido, centenas de médicos, enfermeiros e terapeutas cubanos chegaram discretamente. A maioria dos países foi embora em dois meses, novamente deixando os cubanos e os Médicos Sem Fronteiras como os principais prestadores de cuidados para a ilha caribenha.
Números divulgados na semana passada mostram que o pessoal médico cubano, trabalhando em 40 centros em todo o Haiti, tem tratado mais de 30.000 doentes de cólera desde outubro. Eles são o maior contingente estrangeiro, tratando cerca de 40% de todos os doentes de cólera. Um outro grupo de médicos da brigada cubana Henry Reeve, uma equipe especializada em desastre e em emergência, chegou recentemente, deixando claro que o Haiti está se esforçando para lidar com a epidemia que já matou centenas de pessoas.
Desde 1998, Cuba treinou 550 médicos haitianos gratuitamente na Escola Latinoamericana de Medicina em Cuba (Elam), um dos programas médicos mais radicais do país. Outros 400 estão sendo treinados na escola, que oferece ensino gratuito - incluindo livros gratuitos e um pouco de dinheiro para gastar - para qualquer pessoa suficientemente qualificada e que não pode pagar para estudar Medicina em seu próprio país.
John Kirk é um professor de Estudos Latino-Americanos na Universidade Dalhousie, no Canadá, que pesquisa equipes médicas internacionais de Cuba. Ele disse: "A contribuição de Cuba, como ocorre agora no Haiti, é o maior segredo do mundo. Eles são pouco mencionados, mesmo fazendo muito do trabalho pesado.".
Esta tradição remonta a 1960, quando Cuba enviou um punhado de médicos para o Chile, atingido por um forte terremoto, seguido por uma equipe de 50 a Argélia em 1963. Isso foi apenas quatro anos depois da Revolução.
Os médicos itinerantes têm servido como uma arma extremamente útil da política externa e econômica do governo, gahando amigos e favores em todo o globo. O programa mais conhecido é a "Operação Milagre", que começou com os oftalmologistas tratando os portadores de catarata em aldeias pobres venezuelanos em troca de petróleo. Esta iniciativa tem restaurado a visão de 1,8 milhões de pessoas em 35 países, incluindo o de Mario Terán, o sargento boliviano que matou Che Guevara em 1967.
A Brigada Henry Reeve, rejeitada pelos norteamericanos após o furacão Katrina, foi a primeira equipe a chegar ao Paquistão após o terremoto de 2005, e a última a sair seis meses depois.
A Constituição de Cuba estabelece a obrigação de ajudar os países em pior situação, quando possível, mas a solidariedade internacional não é a única razão, segundo o professor Kirk. "Isso permite que os médicos cubanos, que são terrivelmente mal pagos, possam ganhar dinheiro extra no estrangeiro e aprender mais sobre as doenças e condições que apenas estudaram. É também uma obsessão de Fidel e ele ganha votos na ONU."
Um terço dos 75 mil médicos de Cuba, juntamente com 10.000 trabalhadores de saúde, estão atualmente trabalhando em 77 países pobres, incluindo El Salvador, Mali e Timor Leste. Isso ainda deixa um médico para cada 220 pessoas em casa, uma das mais altas taxas do mundo, em comparação com um para cada 370 na Inglaterra.
Onde quer que sejam convidados, os cubanos implementam o seu modelo de prevenção com foco global, visitando famílias em casa, com monitoração proativa de saúde materna e infantil. Isso produziu "resultados impressionantes" em partes de El Salvador, Honduras e Guatemala, e redução das taxas de mortalidade infantil e materna, redução de doenças infecciosas e deixando para trás uma melhor formação dos trabalhadores de saúde locais, de acordo com a pesquisa do professor Kirk.
A formação médica em Cuba dura seis anos - um ano mais do que no Reino Unido - após o qual todos trabalham após a graduação como um médico de família por três anos no mínimo. Trabalhando ao lado de uma enfermeira, o médico de família cuida de 150 a 200 famílias na comunidade em que vive.
Este modelo ajudou Cuba a alcançar alguns índices invejáveis de melhoria em saúde no mundo, apesar de gastar apenas $ 400 (£ 260) por pessoa no ano passado em comparação com $ 3.000 (£ 1.950) no Reino Unido e $ 7.500 (£ 4,900) nos EUA, de acordo com Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento.
A taxa de mortalidade infantil, um dos índices mais confiáveis da saúde de uma nação, é de 4,8 por mil nascidos vivos - comparável com a Grã-Bretanha e menor do que os EUA. Apenas 5% dos bebês nascem com baixo peso ao nascer, um fator crucial para a saúde a longo prazo, e a mortalidade materna é a mais baixa da América Latina, mostram os números da Organização Mundial de Saúde.
As policlínicas de Cuba, abertas 24 horas por dia para emergências e cuidados especializados, é um degrau a partir do médico de família. Cada uma prevê 15.000 a 35.000 pacientes por meio de um grupo de consultores em tempo integral, assim como os médicos de visita, garantindo que a maioria dos cuidados médicos são prestados na comunidade.
Imti Choonara, um pediatra de Derby, lidera uma delegação de profissionais de saúde internacionais, em oficinas anuais na terceira maior cidade de Cuba, Camagüey. "A saúde em Cuba é fenomenal, e a chave é o médico de família, que é muito mais pró-ativo, e cujo foco é a prevenção. A ironia é que os cubanos vieram ao Reino Unido após a revolução para ver como o HNS [Serviço Nacional de Saúde] funcionava. Eles levaram de volta o que viram, refinaram e desenvolveram ainda mais, enquanto isso estamos nos movendo em direção ao modelo dos EUA ", disse o professor Choonara.
A política, inevitavelmente, penetra muitos aspectos da saúde cubana. Todos os anos os hospitais produzem uma lista de medicamentos e equipamentos que têm sido incapazes de acesso por causa do embargo americano, o qual que muitas empresas dos EUA de negociar com Cuba, e convence outros países a seguir o exemplo. O relatório 2009/10 inclui medicamentos para o câncer infantil, HIV e artrite, alguns anestésicos, bem como produtos químicos necessários para o diagnóstico de infecções e órgãos da loja. Farmácias em Cuba são caracterizados por longas filas e estantes com muitos vazios. Em parte, isso se deve ao fato de que eles estocam apenas marcas genéricas.
Antonio Fernandez, do Ministério da Saúde Pública, disse: "Nós fazemos 80% dos medicamentos que usamos. O resto nós importamos da China, da antiga União Soviética, da Europa - de quem vender para nós - mas isso é muito caro por causa das distâncias."
Em geral, os cubanos são imensamente orgulhosos e apóiam a contribuição no Haiti e outros países pobres, encantados por conquistar mais espaço no cenário internacional. No entanto, algumas pessoas queixam-se da espera para ver o seu médico, pois muitos estão trabalhando no exterior. E, como todas as commodities em Cuba, os medicamentos estão disponíveis no mercado negro para aqueles dispostos a arriscar grandes multas se forem pegos comprando ou vendendo.
As viagens internacionais estão além do alcance da maioria dos cubanos, mas os médicos e enfermeiros qualificados estão entre os proibidos de deixar o país por cinco anos após a graduação, salvo como parte de uma equipe médica oficial.
Como todo mundo, os profissionais de saúde ganham salários miseráveis em torno de 20 dólares (£ 13) por mês. Assim, contrariamente às contas oficiais, a corrupção existe no sistema hospitalar, o que significa que alguns médicos e até hospitais, estão fora dos limites a menos que o paciente possa oferecer alguma coisa, talvez almoçar ou alguns pesos, para tratamento preferencial.
Empresas internacionais de Cuba na área da saúde estão se tornando cada vez mais estratégicas. No mês passado, funcionários mantiveram conversações com o Brasil sobre o desenvolvimento do sistema de saúde pública no Haiti, que o Brasil e a Venezuela concordaram em ajudar a financiar.
A formação médica é outro exemplo. Existem atualmente 8.281 alunos de mais de 30 países matriculados na Elam, que no mês passado comemorou o seu 11 º aniversário. O governo espera transmitir um senso de responsabilidade social para os alunos, na esperança de que eles vão trabalhar dentro de suas próprias comunidades pobres pelo menos cinco anos.
Damien Joel Soares, 27 anos, estudante de segundo ano de New Jersey, é um dos 171 estudantes norte-americanos; 47 já se formaram. Ele rejeita as alegações de que Elam é parte da máquina de propaganda cubana. "É claro que Che é um herói, mas aqui isso não é forçado garganta abaixo."
Outros 49.000 alunos estão matriculados no "Novo Programa de Formação de Médicos Latino-americanos", a ideia de Fidel Castro e Hugo Chávez, que prometeu em 2005 formar 100 mil médicos para o continente. O curso é muito mais prático, e os críticos questionam a qualidade da formação.
O professor Kirk discorda: "A abordagem high-tech para as necessidades de saúde em Londres e Toronto é irrelevante para milhões de pessoas no Terceiro Mundo que estão vivendo na pobreza. É fácil ficar de fora e criticar a qualidade, mas se você está vivendo em algum lugar sem médicos, ficaria feliz quando chegasse algum."
Há nove milhões de haitianos que provavelmente concordariam.
Cuban medics in Haiti put the world to shame
Números divulgados na semana passada mostram que o pessoal médico cubano, trabalhando em 40 centros em todo o Haiti, tem tratado mais de 30.000 doentes de cólera desde outubro. Eles são o maior contingente estrangeiro, tratando cerca de 40% de todos os doentes de cólera. Um outro grupo de médicos da brigada cubana Henry Reeve, uma equipe especializada em desastre e em emergência, chegou recentemente. Uma brigada de 1.200 médicos cubanos está operando em todo o Haiti, destroçado pelo terremoto e pela cólera. Enquanto isso, a ajuda prometida pelos EUA e outros países...O artigo é de Nina Lakhani, do The Independent
Nina Lakhani - The Independent
Eles são os verdadeiros heróis do desastre do terremoto no Haiti, a catástrofe humana na porta da América, a qual Barack Obama prometeu uma monumental missão humanitária dos EUA para aliviar. Esses heróis são da nação arqui-inimiga dos Estados Unidos, Cuba, cujos médicos e enfermeiros deixaram os esforços dos EUA envergonhados.
Uma brigada de 1.200 médicos cubanos está operando em todo o Haiti, rasgado por terremotos e infectado com cólera, como parte da missão médica internacional de Fidel Castro, que ganhou muitos amigos para o Estado socialista, mas pouco reconhecimento internacional.
Observadores do terremoto no Haiti poderiam ser perdoados por pensar operações de agências de ajuda internacional e por os deixarem sozinhos na luta contra a devastação que matou 250.000 pessoas e deixou cerca de 1,5 milhões de desabrigados. De fato, trabalhadores da saúde cubanos estão no Haiti desde 1998, quando um forte terremoto atingiu o país. E em meio a fanfarra e publicidade em torno da chegada de ajuda dos EUA e do Reino Unido, centenas de médicos, enfermeiros e terapeutas cubanos chegaram discretamente. A maioria dos países foi embora em dois meses, novamente deixando os cubanos e os Médicos Sem Fronteiras como os principais prestadores de cuidados para a ilha caribenha.
Números divulgados na semana passada mostram que o pessoal médico cubano, trabalhando em 40 centros em todo o Haiti, tem tratado mais de 30.000 doentes de cólera desde outubro. Eles são o maior contingente estrangeiro, tratando cerca de 40% de todos os doentes de cólera. Um outro grupo de médicos da brigada cubana Henry Reeve, uma equipe especializada em desastre e em emergência, chegou recentemente, deixando claro que o Haiti está se esforçando para lidar com a epidemia que já matou centenas de pessoas.
Desde 1998, Cuba treinou 550 médicos haitianos gratuitamente na Escola Latinoamericana de Medicina em Cuba (Elam), um dos programas médicos mais radicais do país. Outros 400 estão sendo treinados na escola, que oferece ensino gratuito - incluindo livros gratuitos e um pouco de dinheiro para gastar - para qualquer pessoa suficientemente qualificada e que não pode pagar para estudar Medicina em seu próprio país.
John Kirk é um professor de Estudos Latino-Americanos na Universidade Dalhousie, no Canadá, que pesquisa equipes médicas internacionais de Cuba. Ele disse: "A contribuição de Cuba, como ocorre agora no Haiti, é o maior segredo do mundo. Eles são pouco mencionados, mesmo fazendo muito do trabalho pesado.".
Esta tradição remonta a 1960, quando Cuba enviou um punhado de médicos para o Chile, atingido por um forte terremoto, seguido por uma equipe de 50 a Argélia em 1963. Isso foi apenas quatro anos depois da Revolução.
Os médicos itinerantes têm servido como uma arma extremamente útil da política externa e econômica do governo, gahando amigos e favores em todo o globo. O programa mais conhecido é a "Operação Milagre", que começou com os oftalmologistas tratando os portadores de catarata em aldeias pobres venezuelanos em troca de petróleo. Esta iniciativa tem restaurado a visão de 1,8 milhões de pessoas em 35 países, incluindo o de Mario Terán, o sargento boliviano que matou Che Guevara em 1967.
A Brigada Henry Reeve, rejeitada pelos norteamericanos após o furacão Katrina, foi a primeira equipe a chegar ao Paquistão após o terremoto de 2005, e a última a sair seis meses depois.
A Constituição de Cuba estabelece a obrigação de ajudar os países em pior situação, quando possível, mas a solidariedade internacional não é a única razão, segundo o professor Kirk. "Isso permite que os médicos cubanos, que são terrivelmente mal pagos, possam ganhar dinheiro extra no estrangeiro e aprender mais sobre as doenças e condições que apenas estudaram. É também uma obsessão de Fidel e ele ganha votos na ONU."
Um terço dos 75 mil médicos de Cuba, juntamente com 10.000 trabalhadores de saúde, estão atualmente trabalhando em 77 países pobres, incluindo El Salvador, Mali e Timor Leste. Isso ainda deixa um médico para cada 220 pessoas em casa, uma das mais altas taxas do mundo, em comparação com um para cada 370 na Inglaterra.
Onde quer que sejam convidados, os cubanos implementam o seu modelo de prevenção com foco global, visitando famílias em casa, com monitoração proativa de saúde materna e infantil. Isso produziu "resultados impressionantes" em partes de El Salvador, Honduras e Guatemala, e redução das taxas de mortalidade infantil e materna, redução de doenças infecciosas e deixando para trás uma melhor formação dos trabalhadores de saúde locais, de acordo com a pesquisa do professor Kirk.
A formação médica em Cuba dura seis anos - um ano mais do que no Reino Unido - após o qual todos trabalham após a graduação como um médico de família por três anos no mínimo. Trabalhando ao lado de uma enfermeira, o médico de família cuida de 150 a 200 famílias na comunidade em que vive.
Este modelo ajudou Cuba a alcançar alguns índices invejáveis de melhoria em saúde no mundo, apesar de gastar apenas $ 400 (£ 260) por pessoa no ano passado em comparação com $ 3.000 (£ 1.950) no Reino Unido e $ 7.500 (£ 4,900) nos EUA, de acordo com Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento.
A taxa de mortalidade infantil, um dos índices mais confiáveis da saúde de uma nação, é de 4,8 por mil nascidos vivos - comparável com a Grã-Bretanha e menor do que os EUA. Apenas 5% dos bebês nascem com baixo peso ao nascer, um fator crucial para a saúde a longo prazo, e a mortalidade materna é a mais baixa da América Latina, mostram os números da Organização Mundial de Saúde.
As policlínicas de Cuba, abertas 24 horas por dia para emergências e cuidados especializados, é um degrau a partir do médico de família. Cada uma prevê 15.000 a 35.000 pacientes por meio de um grupo de consultores em tempo integral, assim como os médicos de visita, garantindo que a maioria dos cuidados médicos são prestados na comunidade.
Imti Choonara, um pediatra de Derby, lidera uma delegação de profissionais de saúde internacionais, em oficinas anuais na terceira maior cidade de Cuba, Camagüey. "A saúde em Cuba é fenomenal, e a chave é o médico de família, que é muito mais pró-ativo, e cujo foco é a prevenção. A ironia é que os cubanos vieram ao Reino Unido após a revolução para ver como o HNS [Serviço Nacional de Saúde] funcionava. Eles levaram de volta o que viram, refinaram e desenvolveram ainda mais, enquanto isso estamos nos movendo em direção ao modelo dos EUA ", disse o professor Choonara.
A política, inevitavelmente, penetra muitos aspectos da saúde cubana. Todos os anos os hospitais produzem uma lista de medicamentos e equipamentos que têm sido incapazes de acesso por causa do embargo americano, o qual que muitas empresas dos EUA de negociar com Cuba, e convence outros países a seguir o exemplo. O relatório 2009/10 inclui medicamentos para o câncer infantil, HIV e artrite, alguns anestésicos, bem como produtos químicos necessários para o diagnóstico de infecções e órgãos da loja. Farmácias em Cuba são caracterizados por longas filas e estantes com muitos vazios. Em parte, isso se deve ao fato de que eles estocam apenas marcas genéricas.
Antonio Fernandez, do Ministério da Saúde Pública, disse: "Nós fazemos 80% dos medicamentos que usamos. O resto nós importamos da China, da antiga União Soviética, da Europa - de quem vender para nós - mas isso é muito caro por causa das distâncias."
Em geral, os cubanos são imensamente orgulhosos e apóiam a contribuição no Haiti e outros países pobres, encantados por conquistar mais espaço no cenário internacional. No entanto, algumas pessoas queixam-se da espera para ver o seu médico, pois muitos estão trabalhando no exterior. E, como todas as commodities em Cuba, os medicamentos estão disponíveis no mercado negro para aqueles dispostos a arriscar grandes multas se forem pegos comprando ou vendendo.
As viagens internacionais estão além do alcance da maioria dos cubanos, mas os médicos e enfermeiros qualificados estão entre os proibidos de deixar o país por cinco anos após a graduação, salvo como parte de uma equipe médica oficial.
Como todo mundo, os profissionais de saúde ganham salários miseráveis em torno de 20 dólares (£ 13) por mês. Assim, contrariamente às contas oficiais, a corrupção existe no sistema hospitalar, o que significa que alguns médicos e até hospitais, estão fora dos limites a menos que o paciente possa oferecer alguma coisa, talvez almoçar ou alguns pesos, para tratamento preferencial.
Empresas internacionais de Cuba na área da saúde estão se tornando cada vez mais estratégicas. No mês passado, funcionários mantiveram conversações com o Brasil sobre o desenvolvimento do sistema de saúde pública no Haiti, que o Brasil e a Venezuela concordaram em ajudar a financiar.
A formação médica é outro exemplo. Existem atualmente 8.281 alunos de mais de 30 países matriculados na Elam, que no mês passado comemorou o seu 11 º aniversário. O governo espera transmitir um senso de responsabilidade social para os alunos, na esperança de que eles vão trabalhar dentro de suas próprias comunidades pobres pelo menos cinco anos.
Damien Joel Soares, 27 anos, estudante de segundo ano de New Jersey, é um dos 171 estudantes norte-americanos; 47 já se formaram. Ele rejeita as alegações de que Elam é parte da máquina de propaganda cubana. "É claro que Che é um herói, mas aqui isso não é forçado garganta abaixo."
Outros 49.000 alunos estão matriculados no "Novo Programa de Formação de Médicos Latino-americanos", a ideia de Fidel Castro e Hugo Chávez, que prometeu em 2005 formar 100 mil médicos para o continente. O curso é muito mais prático, e os críticos questionam a qualidade da formação.
O professor Kirk discorda: "A abordagem high-tech para as necessidades de saúde em Londres e Toronto é irrelevante para milhões de pessoas no Terceiro Mundo que estão vivendo na pobreza. É fácil ficar de fora e criticar a qualidade, mas se você está vivendo em algum lugar sem médicos, ficaria feliz quando chegasse algum."
Há nove milhões de haitianos que provavelmente concordariam.
Cuban medics in Haiti put the world to shame
sábado, 25 de dezembro de 2010
realizamos oficinas e palestras
ECONOMIA SOLIDARIA E FORMAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS ATENDEMOS ASSOCIAÇÕES, EMPRESAS, ESCOLAS E COMUNIDADES...
TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR:
A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV
TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR
Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.
TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR:
A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV
TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR
Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.
o que são dst aids????
MAS AFINAL, O QUE SÃO DST’S?
As doenças sexualmente transmissíveis – DST são conhecidas também como:
Doenças venéreas;
Doenças sexuais;
Doenças de rua;
Doenças do mundo.
E são transmitidas principalmente durante a relação sexual. Qualquer pessoa pode pegar ou passar DST.
SEGUNDO OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE) EXISTEM 26 TIPOS DE DST´S (DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISÍVES) QUE PODEM SER CLASIFICADAS EM TRÊS:
1- doenças que causam corrimentos.
2- doenças que causam feridas.
3- doenças que causam verugas.
DOENÇAS QUE CAUSAM CORRIMENTOS NA MULHER.
Tricomaniase vaginal
Candidiase
Clamídia
Vaginose
Gonorréia
SINAIS E SINTOMAS (MULHER)
Corrimento vaginal de varias cores: branco, amarelado, esverdeado, com o cheiro ruim (peixe podre) ou não;
Dor, coceira ou irritação nos órgãos genitais principalmente depois do ato sexual;
Infecções nas trompas e ovários (DIP)
DOENÇAS QUE CAUSAM CORRIMENTOS NO HOMEM.
Gonorréia
Clamídia
SINAIS E SINTOMAS (HOMEM)
Corrimento claro (esbranquiçados) ou amarelado saindo pelo canal da urina em pequena ou grande quantidade;
Ardência ao urinar;
Ardência no globo ocular.
DOENÇAS QUE CAUSAM FERIDAS NA MULHER.
Herpes genital
Cancro mole
Donovanose
Linfogranuloma venéreo
Sífilis
SINAIS E SINTOMAS (MULHER)
Ardência e vermelhidão, bolhas que rompem e formam feridas dolorosas que podem durar de 1 a 3 semanas;
Feridas ou caroços na virilha que se rompem e soltam pus.
DOENÇAS QUE CAUSAM FERIDAS NO HOMEM.
Sífilis
Linfogranuloma venéreo
Cancro mole
Herpes genital
SINAIS E SINTOMAS (HOMEM)
Ardência e vermelhidão, bolhas que rompem e formam feridas.
Feridas dolorosas ou não, caroços na virilha que se rompem e soltam pus.
Dor, pontada ou inchaço no testículo.
Manchas pelo corpo, principalmente nas mãos e nos pés.
Feridas indolor acompanhadas de íngua, que pode afetar: Coração, ossos e cérebro, podendo levar a morte.
DOENÇAS QUE CAUSAM VERUGAS NA MULHER.
Condiloma acuminado
Hpv
SINAIS E SINTOMAS (MULHER)
Verrugas não dolorosas, isoladas ou agrupada, que aparecem na vagina, períneo ou no ânus.
A falta de tratamento pode predispor ao câncer .
Alguma pessoas podem estar infectadas e não apresentar as verrugas
DOENÇAS QUE CAUSAM VERUGAS NO HOMEM.
Condiloma acuminado
Hpv
SINAIS E SINTOMAS (HOMEM)
Verrugas não dolorosas, isoladas ou agrupada, que aparecem no pênis ou no ânus.
A falta de tratamento pode predispor ao câncer do pênis .
Algumas pessoas podem estar infectadas e não apresentar as verrugas
QUAIS AS CONSEQÜÊNCIAS DAS DST?
Quando não tratadas adequadamente, as DST podem causar sérias complicações, além do risco de pegar outras DST, inclusive o vírus da aids. Essas complicações podem ser:
Esterilidade no homem e na mulher
(a pessoa não pode ter mais filhos);
Inflamação nos órgãos genitais do homem podendo causar impotência;
Inflamação no útero, nas trompas e ovários da mulher, podendo complicar para uma infecção em todo o corpo, o que pode causar morte;
Mais chance de ter câncer no colo do útero e no pênis;
Nascimento do bebê antes do tempo ou com defeito no corpo ou até mesmo a sua morte na barriga da mãe ou depois do nascimento.
COMO FAZER O TRATAMENTO DAS DST?
Cada DST tem um tipo de tratamento e só o profissional de saúde poderá avaliar e fazer essa indicação corretamente. Fazer o tratamento certo é:
Só tomar remédio indicado pelo serviço de saúde;
Tomar o remédio na quantidade certa, nas horas certas e até o fim, mesmo que os sintomas e sinais tenham desaparecido;
Evitar relação sexual nesse período e, se não der para evitar, só manter relações usando camisinha;
Voltar ao serviço de saúde quando terminar o tratamento, para fazer a revisão (controle de cura). E as mulheres, para fazerem também o exame preventivo do câncer de colo do útero ( o médico dirá se essa exame pode ser realizado).
Levar o parceiro sexual para ser tratado também.
COMO FAZER A PREVENÇÃO DAS DST E DO HIV?
A melhor forma de prevenir a transmissão das DST é usar sempre e corretamente a camisinha em todas as relações sexuais;
Não compartilhar agulhas e seringas com outras pessoas;
No caso de necessitar receber uma transfusão de sangue, exija que ele seja testado para todas as doenças que podem ser transmitidas pelo sangue.
Evite banho em banheiras;
Não use toalhas e roupas de outras pessoas;
Lave as roupas intima com água fervente e sabão;
Passe as roupas íntimas com ferro a vapor.
HIGIENE INTIMA MASCULINA
Higiene nada mais é que cuidar da saúde. Além como:
Evitar relações quando enfermo, tratar das doenças;
Lavar os genitais com água corrente antes e depois do sexo oral e também após urinar ou defecar.
Apesar de ser anti-romântico, após qualquer tipo de contato sexual, devem-se lavar os genitais com água corrente, mesmo tendo usado preservativo.
Usar um sabonete neutro e massageá-los levemente. Incluir a glande, prepúcio, corpo de pênis, região pubiana, região anal e perianal.
Há homens em que a produção e acúmulo de esmegma (o popular sebo do pênis), são mais exuberantes. Nestes casos, a higiene deve ser feita com a freqüência adequada a cada indivíduo: tantas vezes quantas forem necessárias para manter o pênis limpo.
Os pelos pubianos, escrotais, perianais e das virilhas, possuem uma função pouco conhecida e relegada ao segundo plano: reduzir o atrito entre duas superfícies cutâneas que se tocam. Portanto, não se deve raspar tais pelos sob pena de ocorrer reações locais tais como infecções, irritações e escoriações da pele. Os que assim preferirem, devem evitar raspá-los com lâminas, fazendo apenas a "poda" dos pelos com tesoura.
HIGIENE INTIMA FEMININA
A flora vaginal é composta de lactobacilos que produzem ácidos naturais, que impedem o acúmulo de fungos e bactérias na mucosa vaginal.
Use sempre sabonetes neutros.
Jamais use desodorantes íntimos.
Mantenha os pelos pubianos aparados.
Após urinar, seque a vulva encostando o papel higiênico, sem fazer movimentos bruscos, para evitar que o papel esfarele e deixe pequenos pedaços grudados; nunca traga o papel de trás para frente, pois poderá contaminar a vagina com bactérias que habitam normalmente a região perianal.
No banho, procure afastar os lábios vaginais para fazer a higiene dos sulcos interlabiais.
Não é necessário lavar ou fazer "chuveirinho" dentro da vagina.
Evite o uso habitual de absorvente fora do período menstrual.
Durante a menstruação troque o absorvente externo ou interno com freqüência.
Dê preferência às roupas íntimas de tecido natural como o algodão. As calcinhas de "lycra" ou renda aumentam a temperatura e são irritantes das mucosas.
Evite usar roupas apertadas no dia-a-dia. Durma com roupas soltas, e dispense a calcinha sempre que possível.
Procure urinar após a relação sexual. Esse hábito ajuda a evitar a cistite já que o jato urinário lava a uretra, que em algumas mulheres se contamina com muita facilidade no coito.
Use preservativo, esse também é um bom hábito de higiene.
IMPORTANTE
As dst aumentam em até 18 vezes o risco de pegar aids!
Se não forem tratadas no começo as dst podem piorar e causar muitos problemas.
Se você tem algum sintoma de dst, não procure uma farmácia. Vá direto ao serviço de saúde.
Qualquer dúvida, não pense duas vezes: procure logo um profissional de saúde. Só ele tem condições de tratar as dst.
PARA REFLETIR
“Saúde sexual é mais que a ausência de doenças. Vai muito além da ausência de gravidez indesejada, DSTs e coerção sexual. Ter saúde sexual é ter a capacidade de obter prazer a partir da atividade sexual e das relações íntimas. Envolve respeito a si mesmo e aos outros, não-exploração, gratificação e alegria. Depende do bem-estar do indivíduo e de seu senso de auto-estima. Requer confiança, honestidade e comunicação entre os parceiros."
As doenças sexualmente transmissíveis – DST são conhecidas também como:
Doenças venéreas;
Doenças sexuais;
Doenças de rua;
Doenças do mundo.
E são transmitidas principalmente durante a relação sexual. Qualquer pessoa pode pegar ou passar DST.
SEGUNDO OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE) EXISTEM 26 TIPOS DE DST´S (DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISÍVES) QUE PODEM SER CLASIFICADAS EM TRÊS:
1- doenças que causam corrimentos.
2- doenças que causam feridas.
3- doenças que causam verugas.
DOENÇAS QUE CAUSAM CORRIMENTOS NA MULHER.
Tricomaniase vaginal
Candidiase
Clamídia
Vaginose
Gonorréia
SINAIS E SINTOMAS (MULHER)
Corrimento vaginal de varias cores: branco, amarelado, esverdeado, com o cheiro ruim (peixe podre) ou não;
Dor, coceira ou irritação nos órgãos genitais principalmente depois do ato sexual;
Infecções nas trompas e ovários (DIP)
DOENÇAS QUE CAUSAM CORRIMENTOS NO HOMEM.
Gonorréia
Clamídia
SINAIS E SINTOMAS (HOMEM)
Corrimento claro (esbranquiçados) ou amarelado saindo pelo canal da urina em pequena ou grande quantidade;
Ardência ao urinar;
Ardência no globo ocular.
DOENÇAS QUE CAUSAM FERIDAS NA MULHER.
Herpes genital
Cancro mole
Donovanose
Linfogranuloma venéreo
Sífilis
SINAIS E SINTOMAS (MULHER)
Ardência e vermelhidão, bolhas que rompem e formam feridas dolorosas que podem durar de 1 a 3 semanas;
Feridas ou caroços na virilha que se rompem e soltam pus.
DOENÇAS QUE CAUSAM FERIDAS NO HOMEM.
Sífilis
Linfogranuloma venéreo
Cancro mole
Herpes genital
SINAIS E SINTOMAS (HOMEM)
Ardência e vermelhidão, bolhas que rompem e formam feridas.
Feridas dolorosas ou não, caroços na virilha que se rompem e soltam pus.
Dor, pontada ou inchaço no testículo.
Manchas pelo corpo, principalmente nas mãos e nos pés.
Feridas indolor acompanhadas de íngua, que pode afetar: Coração, ossos e cérebro, podendo levar a morte.
DOENÇAS QUE CAUSAM VERUGAS NA MULHER.
Condiloma acuminado
Hpv
SINAIS E SINTOMAS (MULHER)
Verrugas não dolorosas, isoladas ou agrupada, que aparecem na vagina, períneo ou no ânus.
A falta de tratamento pode predispor ao câncer .
Alguma pessoas podem estar infectadas e não apresentar as verrugas
DOENÇAS QUE CAUSAM VERUGAS NO HOMEM.
Condiloma acuminado
Hpv
SINAIS E SINTOMAS (HOMEM)
Verrugas não dolorosas, isoladas ou agrupada, que aparecem no pênis ou no ânus.
A falta de tratamento pode predispor ao câncer do pênis .
Algumas pessoas podem estar infectadas e não apresentar as verrugas
QUAIS AS CONSEQÜÊNCIAS DAS DST?
Quando não tratadas adequadamente, as DST podem causar sérias complicações, além do risco de pegar outras DST, inclusive o vírus da aids. Essas complicações podem ser:
Esterilidade no homem e na mulher
(a pessoa não pode ter mais filhos);
Inflamação nos órgãos genitais do homem podendo causar impotência;
Inflamação no útero, nas trompas e ovários da mulher, podendo complicar para uma infecção em todo o corpo, o que pode causar morte;
Mais chance de ter câncer no colo do útero e no pênis;
Nascimento do bebê antes do tempo ou com defeito no corpo ou até mesmo a sua morte na barriga da mãe ou depois do nascimento.
COMO FAZER O TRATAMENTO DAS DST?
Cada DST tem um tipo de tratamento e só o profissional de saúde poderá avaliar e fazer essa indicação corretamente. Fazer o tratamento certo é:
Só tomar remédio indicado pelo serviço de saúde;
Tomar o remédio na quantidade certa, nas horas certas e até o fim, mesmo que os sintomas e sinais tenham desaparecido;
Evitar relação sexual nesse período e, se não der para evitar, só manter relações usando camisinha;
Voltar ao serviço de saúde quando terminar o tratamento, para fazer a revisão (controle de cura). E as mulheres, para fazerem também o exame preventivo do câncer de colo do útero ( o médico dirá se essa exame pode ser realizado).
Levar o parceiro sexual para ser tratado também.
COMO FAZER A PREVENÇÃO DAS DST E DO HIV?
A melhor forma de prevenir a transmissão das DST é usar sempre e corretamente a camisinha em todas as relações sexuais;
Não compartilhar agulhas e seringas com outras pessoas;
No caso de necessitar receber uma transfusão de sangue, exija que ele seja testado para todas as doenças que podem ser transmitidas pelo sangue.
Evite banho em banheiras;
Não use toalhas e roupas de outras pessoas;
Lave as roupas intima com água fervente e sabão;
Passe as roupas íntimas com ferro a vapor.
HIGIENE INTIMA MASCULINA
Higiene nada mais é que cuidar da saúde. Além como:
Evitar relações quando enfermo, tratar das doenças;
Lavar os genitais com água corrente antes e depois do sexo oral e também após urinar ou defecar.
Apesar de ser anti-romântico, após qualquer tipo de contato sexual, devem-se lavar os genitais com água corrente, mesmo tendo usado preservativo.
Usar um sabonete neutro e massageá-los levemente. Incluir a glande, prepúcio, corpo de pênis, região pubiana, região anal e perianal.
Há homens em que a produção e acúmulo de esmegma (o popular sebo do pênis), são mais exuberantes. Nestes casos, a higiene deve ser feita com a freqüência adequada a cada indivíduo: tantas vezes quantas forem necessárias para manter o pênis limpo.
Os pelos pubianos, escrotais, perianais e das virilhas, possuem uma função pouco conhecida e relegada ao segundo plano: reduzir o atrito entre duas superfícies cutâneas que se tocam. Portanto, não se deve raspar tais pelos sob pena de ocorrer reações locais tais como infecções, irritações e escoriações da pele. Os que assim preferirem, devem evitar raspá-los com lâminas, fazendo apenas a "poda" dos pelos com tesoura.
HIGIENE INTIMA FEMININA
A flora vaginal é composta de lactobacilos que produzem ácidos naturais, que impedem o acúmulo de fungos e bactérias na mucosa vaginal.
Use sempre sabonetes neutros.
Jamais use desodorantes íntimos.
Mantenha os pelos pubianos aparados.
Após urinar, seque a vulva encostando o papel higiênico, sem fazer movimentos bruscos, para evitar que o papel esfarele e deixe pequenos pedaços grudados; nunca traga o papel de trás para frente, pois poderá contaminar a vagina com bactérias que habitam normalmente a região perianal.
No banho, procure afastar os lábios vaginais para fazer a higiene dos sulcos interlabiais.
Não é necessário lavar ou fazer "chuveirinho" dentro da vagina.
Evite o uso habitual de absorvente fora do período menstrual.
Durante a menstruação troque o absorvente externo ou interno com freqüência.
Dê preferência às roupas íntimas de tecido natural como o algodão. As calcinhas de "lycra" ou renda aumentam a temperatura e são irritantes das mucosas.
Evite usar roupas apertadas no dia-a-dia. Durma com roupas soltas, e dispense a calcinha sempre que possível.
Procure urinar após a relação sexual. Esse hábito ajuda a evitar a cistite já que o jato urinário lava a uretra, que em algumas mulheres se contamina com muita facilidade no coito.
Use preservativo, esse também é um bom hábito de higiene.
IMPORTANTE
As dst aumentam em até 18 vezes o risco de pegar aids!
Se não forem tratadas no começo as dst podem piorar e causar muitos problemas.
Se você tem algum sintoma de dst, não procure uma farmácia. Vá direto ao serviço de saúde.
Qualquer dúvida, não pense duas vezes: procure logo um profissional de saúde. Só ele tem condições de tratar as dst.
PARA REFLETIR
“Saúde sexual é mais que a ausência de doenças. Vai muito além da ausência de gravidez indesejada, DSTs e coerção sexual. Ter saúde sexual é ter a capacidade de obter prazer a partir da atividade sexual e das relações íntimas. Envolve respeito a si mesmo e aos outros, não-exploração, gratificação e alegria. Depende do bem-estar do indivíduo e de seu senso de auto-estima. Requer confiança, honestidade e comunicação entre os parceiros."
residuos solidos
Resíduos são o resultado de processos de diversas atividades da comunidade de origem: industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e ainda da varrição pública. Os resíduos apresentam-se nos estados sólido, gasoso e líquido.
Fica incluído nesta definição tudo o que resta dos sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d'água, ou aqueles líquidos que exijam para isto soluções técnicas e economicamente viáveis de acordo com a melhor tecnologia disponível.
Classificação, Origem e Características
Classificação do lixo:
Quanto às características físicas:
Seco: papéis, plásticos, metais, couros tratados, tecidos, vidros, madeiras, guardanapos e tolhas de papel, pontas de cigarro, isopor, lâmpadas, parafina, cerâmicas, porcelana, espumas, cortiças.
Molhado: restos de comida, cascas e bagaços de frutas e verduras, ovos, legumes, alimentos estragados, etc...
Quanto à composição química:
Orgânico: é composto por pó de café e chá, cabelos, restos de alimentos, cascas e bagaços de frutas e verduras, ovos, legumes, alimentos estragados, ossos, aparas e podas de jardim.
Inorgânico: composto por produtos manufaturados como plásticos, vidros, borrachas, tecidos, metais (alumínio, ferro, etc.), tecidos, isopor, lâmpadas, velas, parafina, cerâmicas, porcelana, espumas, cortiças, etc.
Quanto à origem:
Domiciliar: originado da vida diária das residências, constituído por restos de alimentos (tais como cascas de frutas, verduras, etc.), produtos deteriorados, jornais, revistas, garrafas, embalagens em geral, papel higiênico, fraldas descartáveis e uma grande diversidade de outros ítens. Pode conter alguns resíduos tóxicos.
Comercial: originado dos diversos estabelecimentos comerciais e de serviços, tais como supermercados, estabelecimentos bancários, lojas, bares, restaurantes, etc.
Serviços Públicos: originados dos serviços de limpeza urbana, incluindo todos os resíduos de varrição das vias públicas, limpeza de praias, galerias, córregos, restos de podas de plantas, limpeza de feiras livres, etc, constituído por restos de vegetais diversos, embalagens, etc.
Hospitalar: descartados por hospitais, farmácias, clínicas veterinárias (algodão, seringas, agulhas, restos de remédios, luvas, curativos, sangue coagulado, órgãos e tecidos removidos, meios de cultura e animais utilizados em testes, resina sintética, filmes fotográficos de raios X). Em função de suas características, merece um cuidado especial em seu acondicionamento, manipulação e disposição final. Deve ser incinerado e os resíduos levados para aterro sanitário.
Portos, Aeroportos, Terminais Rodoviários e Ferroviários: resíduos sépticos, ou seja, que contém ou potencialmente podem conter germes patogênicos. Basicamente originam-se de material de higiene pessoal e restos de alimentos, que podem hospedar doenças provenientes de outras cidades, estados e países.
Industrial: originado nas atividades dos diversos ramos da indústria, tais como: o metalúrgico, o químico, o petroquímico, o de papelaria, da indústria alimentícia, etc.
O lixo industrial é bastante variado, podendo ser representado por cinzas, lodos, óleos, resíduos alcalinos ou ácidos, plásticos, papel, madeira, fibras, borracha, metal, escórias, vidros, cerâmicas. Nesta categoria, inclui-se grande quantidade de lixo tóxico. Esse tipo de lixo necessita de tratamento especial pelo seu potencial de envenenamento.
Radioativo: resíduos provenientes da atividade nuclear (resíduos de atividades com urânio, césio, tório, radônio, cobalto), que devem ser manuseados apenas com equipamentos e técnicos adequados.
Agrícola: resíduos sólidos das atividades agrícola e pecuária, como embalagens de adubos, defensivos agrícolas, ração, restos de colheita, etc. O lixo proveniente de pesticidas é considerado tóxico e necessita de tratamento especial.
Entulho: resíduos da construção civil: demolições e restos de obras, solos de escavações. O entulho é geralmente um material inerte, passível de reaproveitamento.
Características físicas do lixo
Composição gravimétrica: traduz o percentual de cada componente em relação ao peso total do lixo.
Peso específico: é o peso dos resíduos em função do volume por eles ocupado, expresso em kg/m³. Sua determinação é fundamental para o dimensionamento de equipamentos e instalações.
Teor de umidade: esta característica tem influência decisiva, principalmente nos processos de tratamento e destinação do lixo. Varia muito em função das estações do ano e da incidência de chuvas.
Compressividade: também conhecida como grau de compactação, indica a redução de volume que uma massa de lixo pode sofrer, quando submetida a uma pressão determinada. A compressividade do lixo situa-se entre 1:3 e 1:4 para uma pressão equivalente a 4 kg/cm2. Tais valores são utilizados para dimensionamento de equipamentos compactadores.
Chorume: substância líquida decorrente da decomposição de material orgânico.
Resíduos Sólidos
Resíduos sólidos são materiais heterogêneos, (inertes, minerais e orgânicos) resultantes das atividades humanas e da natureza, os quais podem ser parcialmente utilizados, gerando, entre outros aspectos, proteção à saúde pública e economia de recursos naturais. Os resíduos sólidos constituem problemas sanitário, ambiental, econômico e estético.
Os Resíduos sólidos podem ser divididos em grupos, como:
1. Lixo Doméstico: é aquele produzido nos domicílios residenciais. Compreende papel, jornais velhos, embalagens de plástico e papelão, vidros, latas e resíduos orgânicos, como restos de alimentos, trapos, folhas de plantas ornamentais e outros.
2. Lixo Comercial e Industrial: é aquele produzido em estabelecimentos comerciais e industriais, variando de acordo com a natureza da atividade.
Restaurantes e hotéis produzem, principalmente, restos de comida, enquanto supermercados e lojas produzem embalagens.
Os escritórios produzem, sobretudo, grandes quantidades de papel.
O lixo das indústrias apresenta uma fração que é praticamente comum aos demais: o lixo dos escritórios e os resíduos de limpeza de pátios e jardins; a parte principal, no entanto, compreende aparas de fabricação, rejeitos, resíduos de processamentos e outros que variam para cada tipo de indústria. Há os resíduos industriais especiais, como explosivos, inflamáveis e outros que são tóxicos e perigosos à saúde, mas estes constituem uma categoria à parte.
3. Lixo Público: são os resíduos de varrição, capina, raspagem, entre outros, provenientes dos logradouros públicos (ruas e praças), bem como móveis velhos, galhos grandes, aparelhos de cerâmica, entulhos de obras e outros materiais inúteis, deixados pela população, indevidamente, nas ruas ou retirados das residências através de serviço de remoção especial.
4. Lixo de Fontes Especiais: é aquele que, em função de determinadas características peculiares que apresenta, passa a merecer cuidados especiais em seu acondicionamento, manipulação e disposição final, como é o caso de alguns resíduos industriais antes mencionados, do lixo hospitalar e do radioativo.
Com o crescimento acelerado das metrópoles, do consumo de produtos industrializados, e mais recentemente com o surgimento de produtos descartáveis, o aumento excessivo do lixo tornou-se um dos maiores problemas da sociedade moderna. Isso é agravado pela escassez de áreas para o destino final do lixo.
A sujeira despejada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas, do ar e agravou as condições de saúde da população mundial. O volume de lixo tem crescido assustadoramente. E uma das soluções imediatas seria reduzir ao máximo o seu volume e o consumo de produtos descartáveis, reutilizá-los e reciclá-los.
Felizmente, para a Natureza e para o homem, os resíduos podem ser, em geral, reciclados e parcialmente utilizados, o que traz grandes benefícios à comunidade, como a proteção da saúde pública e a economia de divisas e de recursos naturais.
O aterro sanitário é um processo de eliminação de resíduos sólidos bastante utilizado. Consiste na deposição controlada de resíduos sólidos no solo e sua posterior cobertura diária.
Uma vez depositados, os resíduos sólidos se degradam naturalmente por via biológica até à mineralização da matéria biodegradável, em condições fundamentalmente anaeróbias.
O aterro sanitário é uma obra de engenharia que deve ser orientada por quatro objetivos:
* Diminuição dos riscos de poluição provocados por cheiros, fogos, insetos.
* Utilização futura do terreno disponível, através de uma boa compactação e cobertura.
* Minimização dos problemas de poluição da água, provocados por lixiviação.
* Controle da emissão de gases (liberados durante os processos de degradação).
Esse processo tem as seguintes vantagens e desvantagens:
Vantagens
Desvantagens
Processo de baixo custo
Longa imobilização do terreno
Recuperação de áreas degradadas
Necessidade de grandes áreas
Flexibilidade de operação
Necessidade de material de cobertura
Não requer pessoal altamente especializado
Dependência das condições climáticas
Um aterro sanitário é um reator biológico em evolução, que produz:
Resíduos gasosos: CO2, metano, vapor d’água, O2, N2, ácido sulfúrico e sulfuretos
Resíduos sólidos: resíduos mineralizados.
Resíduos líquidos: águas lexiviadas.
Resíduos Gasosos
Os resíduos gasosos resultam das reações de fermentação aeróbia (desenvolvidos na superfície) e anaeróbia (nas camadas mais profundas); a fermentação anaeróbia dá origem a CO2e a CH4(metano), o qual pode ser aproveitado para a produção de biogás.
Resíduos Líquidos
Os resíduos líquidos, também chamados lexiviados, variam de local para local e dependem de:
* Teor em água dos resíduos
* Isolamento dos sistemas de drenagem
* Clima (temperatura, pluviosidade, evaporação)
* Permeabilidade do substrato geológico
* Grau de compactaçãodos resíduos
* Idade dos resíduos
* Os lexiviados têm elevada concentração de matéria orgânica, de azoto e de materiais tóxicos, pelo que deve ser feita a sua recolha e tratamento, de modo a impedir a sua infiltração no solo.
Devido a grande distância que normalmente os aterros sanitários se encontram, tornam muitas vezes inviável o acesso a esse tipo de destino final. A prática mais generalizada é o enterramento de resíduos em terrenos adjacentes, muitas vezes sem preparação, em solos inadequados e perto de espécies faunísticas e florística de elevada fragilidade, o que dá origem a focos de poluição e de contaminação localizados.
Uma forma de minimizar esses efeitos é a seleção cuidadosa do local (tipo de solo, coberto vegetal, regime hidrológico), sua impermeabilização e seu recobrimento sistemático com terra.
A incineração é um processo de combustão controlada (em instalação própria), que permite a redução em volume e em peso dos resíduos sólidos, em cerca de 90 a 60%. Os resíduos são transformados em, gases, calor e materiais inertes (cinza e escórias de metal).
Os grandes inconvenientes desse sistema são a:
* Poluição do solo por cinzas e escórias
* A poluição da água pelas águas de arrefecimento das escórias e de lavagem de fumos e pelas escorrências de solos contaminados
* Poluição do ar por cinzas voláteis e dioxinas; estas últimas têm um elevado teor tóxico e são agentes de doenças, nomeadamente hiperpigmentação da pele, danos no fígado, alterações enzimáticas, alterações no metabolismo dos lipídios, nos sistemas endócrinos e imunológicos e feitos cancerígenos.
O reaproveitamento consiste na utilização dos resíduos para subsidiar outras atividades
* Alimentação de animais domésticos (restos de alimentos)
* Produção de fertilizantes - compostagem (resíduos sólidos orgânicos)
Resíduos Tóxicos
São considerados resíduos tóxicos as pilhas não-alcalinas, baterias, tintas e solventes, remédios vencidos, lâmpadas fluorescentes, inseticidas, embalagens de agrotóxicos e produtos químicos, as substâncias não biodegradáveis estão presentes nos plásticos, produtos de limpeza, em pesticidas e produtos eletroeletrônicos, e na radioatividade desprendida pelo urânio e outros metais atômicos, como o césio, utilizados em usinas, armas nucleares e equipamentos médicos. O cádmio, níquel, mercúrio e chumbo são os principais contaminantes. A separação adequada desses materiais é muito importante para evitar a contaminação do solo e dos lençóis freáticos. As pessoas devem tomar alguns cuidados básicos para embalar este tipo de resíduo: acondicionar em sacos plásticos bem fechados, guardá-los em local arejado e protegido do sol, das crianças e dos animais. Os materiais que podem ser reciclados são encaminhados a Centrais de Tratamento específicas. Os medicamentos vencidos, restos de tinta e verniz, e embalagens de inseticidas, que ainda não podem ser reciclados, ficam armazenados no aterro industrial em condições adequadas, para evitar a contaminação do meio ambiente. Esses resíduos são tratados por meio de encapsulamento.
Os principais contaminantes que conferem periculosidade aos resíduos são os seguintes:
Organo-halogenados
A combinação de fenômenos de evaporação e adsorção no seio do aterro previne de forma substancial o deslocamento dos compostos organo-halogenados para as águas subterrâneas. Na presença de óleos no lixo, os solventes halogenados tendem a ser associados a esta fase.
Cianetos
Foram identificados vários mecanismos de decomposição e eliminação. Por exemplo, a conversão para ácido cianídrico volátil, a formação de cianetos complexos, hidrólise de formiato de amônia, formação de tiocianatos e biodegradação poderão ocorrer. Um pré-tratamento de resíduos com cianetos é fortemente recomendado.
Metais pesados
Resíduos galvânicos foram co-dispostos em aterros e exumados sem modificações após 2 a 3 anos. O cromo, quando presente em forma solúvel, hexavalente, cromato ou dicromato, pode também representar um risco ambiental. Normalmente, em aterros, estes compostos são reduzidos, na presença de matéria orgânica, para a forma trivalente de maneira a precipitar como hidróxido em pH neutro, comumente existente nos aterros. O mercúrio poderá ser originário de baterias, tubos fluorescentes, entulhos. Há evidências de que o Mercúrio é mobilizado como sulfato sob as condições anaeróbicas reinantes no aterro. Havendo frações argilosas presentes, o mercúrio poderá ser firmemente ligado por adsorção ou por troca iônica.
Ácidos
Deveria ser prática normal a neutralização de resíduos ácidos, antes da sua disposição em trincheiras ou lagoas rasas, no aterro. Será essencial que a capacidade de neutralização inerente ao lixo doméstico não seja excedida. Caso contrário, os metais pesados serão ressolubilizados e a atividade microbiana será inibida. Foi determinado que 1kg de lixo fresco poderá neutralizar 22g de ácido sulfúrico e 1kg de lixo decomposto será preciso para neutralizar 33g desse mesmo ácido.
Óleos
A adsorção em componentes do lixo é um mecanismo de atenuação importante. Estudos demonstraram que não acontecia drenagem livre quando a concentração do óleo não superava os 5% em peso.
PCB's (Policloreto de bifenila)
Estas substâncias foram encontradas em aterros industriais, provenientes de capacitores, resíduos de destilação e tortas de filtro. Em face de sua baixa solubilidade e degradabilidade, admite-se que elas sejam retidas nos aterros. Não há evidência de que a presença de outras substâncias orgânicas afete a mobilidade dos PCB's, porém, a presença de solventes deveria ter efeitos significativos. Alguns ensaios mostraram a presença de PCB's no chorume em concentrações entre 0,01 e 0,05 mg/l.
Fenóis
Pode-se constituir em problema grave, uma vez que o limite da WHO - World Health Organization para fenol é de 0,022 mg/l; e muitos resíduos industriais contêm este produto em proporção superior a estes valores.
Solventes
Durante a deposição em aterro, os solventes poderão perder-se por evaporação para a atmosfera ou podem ser absorvidos pelo lixo, onde poderão ser submetidos à biodegradação. Testes de laboratório mostram a grande dificuldade de se prognosticar à extensão de cada um destes processos.
Resíduos Hospitalares
Introdução
Os Resíduos Sólidos Hospitalares ou como é mais comumente denominado "lixo hospitalarou resíduo séptico", sempre constituiu-se um problema bastante sério para os Administradores Hospitalares, devido principalmente a falta de informações a seu respeito, gerando mitos e fantasias entre funcionários, pacientes, familiares e principalmente a comunidade vizinha as edificações hospitalares e aos aterros sanitários. A atividade hospitalar é por si só uma fantástica geradora de resíduos, inerente a diversidade de atividades que desenvolvem-se dentro destas empresas.
O desconhecimento e a falta de informações sobre o assunto faz com que, em muitos casos, os resíduos, ou sejam ignorados, ou recebam um tratamento com excesso de cuidado, onerando ainda mais os já combalidos recursos das instituições hospitalares. Não raro lhe são atribuídas a culpa por casos de infecção hospitalar e outros tantos males.
Contaminação
O maior problema é o chamado “lixo infectante - classe A”, que representa um grande risco de contaminação, além de poluir o meio ambiente. A maior parte dos estabelecimentos não faz a separação deste material, que acaba indo para os aterros junto com o lixo normal ou para a fossa.
Outro problema é o chamado “lixo perigoso - clase B”, cuja destinação final, atualmente, fica sob responsabilidade dos hospitais.
O material recolhido nos hospitais, acondicionado segundo normas que variam em função do grau de periculosidade dos produtos, geralmente é levado a um aterro próprio.
Já o "lixo classe C" dos hospitais – também devidamente separado - fica sujeito ao mesmo sistema de recolhimento do restante da cidade, indo parte para reciclagem e parte para a coleta normal, que inclui apenas o material orgânico destinado ao aterro sanitário.
Separação do Lixo
O treinamento para a separação desse tipo de resíduo é uma exigência do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e oferecerá subsídios para que os hospitais e clínicas elaborem planos de gerenciamento de resíduos do serviço de saúde. O objetivo é adequar a estrutura das unidades para o tratamento correto dos resíduos.
Segundo as normas sanitárias, o lixo hospitalar deve ser rigorosamente seperado e cada classe deve ter um tipo de coleta e destinação. De acordo com as normas, devem ser separadas conforme um sistema de classificação que inclui os resíduos infectantes - lixo classe A, como restos de material de laboratório, seringas, agulhas, hemoderivados, entre outros, perigosos - classe B, que são os produtos quimioterápicos, radioativos e medicamentos com validade vencida - e o lixo classe C, o mesmo produzido nas residências, que pode ser subdividido em material orgânico e reciclável.
O treinamento visa adequar os estabelecimentos às novas normas de tratamento do lixo hospitalar, estabelecidas na Lei Federal nº 237, de dezembro do ano passado. Os hospitais têm prazo para apresentar um plano de gerenciamento dos resíduos e, com isso, obter um licenciamento ambiental e adaptar-se às exigências legais. Caso não consigam o licenciamento, ficam sujeitos à aplicação de multas diárias de R$ 140,00 pelo sistema de vigilância sanitária.
Lixos Infectantes
Resíduos do grupo A (apresentam risco devido à presença de agentes biológicos):
- Sangue hemoderivados
- Excreções, secreções e líquidos orgânicos
- Meios de cultura
- Tecidos, órgãos, fetos e peças anatômicas
- Filtros de gases aspirados de áreas contaminadas
- Resíduos advindos de área de isolamento
- Resíduos alimentares de área de isolamento
- Resíduos de laboratório de análises clínicas
- Resíduos de unidade de atendimento ambiental
- Resíduos de sanitário de unidades de internação
- Objetos perfurocortantes provenientes de estabelecimentos prestadores de serviços de saúde. Os estabelecimentos deverão ter um responsável técnico, devidamente registrado em conselho profissional, para o gerenciamento de seus resíduos.
Processos de Destino
*Incineração: a incineração do lixo hospitalar é um típico exemplo de excesso de cuidados, trata-se da queima o lixo infectante transformando-o em cinzas, uma atitude politicamente incorreta devido aos subprodutos lançados na atmosfera como dioxinas e metais pesados.
*Auto-Clave: esteriliza o lixo infectante, mas por ser muito caro não é muito utilizado. Como alternativa, o lixo infectante pode ser colocado em valas assépticas, mas o espaço para todo o lixo produzido ainda é um problema em muitas cidades.
A maioria dos hospitais toma pouco ou quase nenhuma providência com relação às toneladas de resíduos gerados diariamente nas mais diversas atividades desenvolvidas dentro de um hospital. Muitos se limitam ou a encaminhar a totalidade de seu lixo para sistemas de coleta especial dos Departamentos de Limpeza Municipais, quando estes existem, ou lançam diretamente em lixões ou simplesmente queimam os resíduos.
Torna-se importante destacar os muitos casos de acidentes com funcionários, envolvendo perfurações com agulhas, lâminas de bisturi e outros materiais denominados perfuro-cortantes. O desconhecimento faz com que o chamado "lixo hospitalar", cresça e amedronte os colaboradores e clientes das instituições de saúde.
Lixos Não-Infectantes
- Especiais
Radioativos: compostos por materiais diversos, expostos à radiação; resíduos farmacêuticos, como medicamentos vencidos e contaminados; e resíduos químicos perigosos (tóxicos, corrosivos, inflamáveis, mercúrio).
- Comuns
Lixo administrativo, limpeza de jardins e pátios e resto de preparo de alimentos, estes não poderão ser encaminhados para alimentação de animais.
Algumas Soluções
Os constantes problemas, o desconhecimento, o medo, mas principalmente o desejo de que o assunto fosse tratado de uma forma técnica, profissional, levou-se a desenvolver um projeto que resolvesse definitivamente o problema.
Objetivos do projeto:
- Elevar a qualidade da atenção dispensada ao assunto "resíduos sólidos dos serviços de saúde";
- Permitir o conhecimento das fontes geradoras dos resíduos. A atividade hospitalar gera uma grande variedade de tipos de resíduos distribuídos em dezenas de setores com atividades diversas;
- Estimular a decisão por métodos de coleta, embalagem, transporte e destino adequados;
- Reduzir ou se possível eliminar os riscos a saúde dos funcionários, clientes e comunidade;
- Eliminar o manuseio para fins de seleção dos resíduos, fora da fonte geradora;
- Permitir o reprocessamento de resíduos cujas matérias primas possam ser reutilizadas sem riscos à saúde de pacientes e funcionários;
- Reduzir o volume de resíduos para incineração e coleta especial;
- Colaborar para reduzir a poluição ambiental, gerando , incinerando e encaminhando aos órgãos públicos a menor quantidade possível de resíduos.
-Resíduos sólidos do grupo A deverão ser acondicionados em sacos plásticos grossos, brancos leitosos e resistentes com simbologia de substância infectante. Devem ser esterilizados ou incinerados.
-Os restos alimentares in natura não poderão ser encaminhados para a alimentação de animais.
Classes dos Resíduos
Classe 1 - Resíduos Perigosos: são aqueles que apresentam riscos à saúde pública e ao meio ambiente, exigindo tratamento e disposição especiais em função de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.
Classe 2 - Resíduos Não-inertes: são os resíduos que não apresentam periculosidade, porém não são inertes; podem ter propriedades tais como: combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água. São basicamente os resíduos com as características do lixo doméstico.
Classe 3 - Resíduos Inertes: são aqueles que, ao serem submetidos aos testes de solubilização (NBR-10.007 da ABNT), não têm nenhum de seus constituintes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água. Isto significa que a água permanecerá potável quando em contato com o resíduo. Muitos destes resíduos são recicláveis. Estes resíduos não se degradam ou não se decompõem quando dispostos no solo (se degradam muito lentamente). Estão nesta classificação, por exemplo, os entulhos de demolição, pedras e areias retirados de escavações.
Fonte: www.ambientebrasil.com.br
Fica incluído nesta definição tudo o que resta dos sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d'água, ou aqueles líquidos que exijam para isto soluções técnicas e economicamente viáveis de acordo com a melhor tecnologia disponível.
Classificação, Origem e Características
Classificação do lixo:
Quanto às características físicas:
Seco: papéis, plásticos, metais, couros tratados, tecidos, vidros, madeiras, guardanapos e tolhas de papel, pontas de cigarro, isopor, lâmpadas, parafina, cerâmicas, porcelana, espumas, cortiças.
Molhado: restos de comida, cascas e bagaços de frutas e verduras, ovos, legumes, alimentos estragados, etc...
Quanto à composição química:
Orgânico: é composto por pó de café e chá, cabelos, restos de alimentos, cascas e bagaços de frutas e verduras, ovos, legumes, alimentos estragados, ossos, aparas e podas de jardim.
Inorgânico: composto por produtos manufaturados como plásticos, vidros, borrachas, tecidos, metais (alumínio, ferro, etc.), tecidos, isopor, lâmpadas, velas, parafina, cerâmicas, porcelana, espumas, cortiças, etc.
Quanto à origem:
Domiciliar: originado da vida diária das residências, constituído por restos de alimentos (tais como cascas de frutas, verduras, etc.), produtos deteriorados, jornais, revistas, garrafas, embalagens em geral, papel higiênico, fraldas descartáveis e uma grande diversidade de outros ítens. Pode conter alguns resíduos tóxicos.
Comercial: originado dos diversos estabelecimentos comerciais e de serviços, tais como supermercados, estabelecimentos bancários, lojas, bares, restaurantes, etc.
Serviços Públicos: originados dos serviços de limpeza urbana, incluindo todos os resíduos de varrição das vias públicas, limpeza de praias, galerias, córregos, restos de podas de plantas, limpeza de feiras livres, etc, constituído por restos de vegetais diversos, embalagens, etc.
Hospitalar: descartados por hospitais, farmácias, clínicas veterinárias (algodão, seringas, agulhas, restos de remédios, luvas, curativos, sangue coagulado, órgãos e tecidos removidos, meios de cultura e animais utilizados em testes, resina sintética, filmes fotográficos de raios X). Em função de suas características, merece um cuidado especial em seu acondicionamento, manipulação e disposição final. Deve ser incinerado e os resíduos levados para aterro sanitário.
Portos, Aeroportos, Terminais Rodoviários e Ferroviários: resíduos sépticos, ou seja, que contém ou potencialmente podem conter germes patogênicos. Basicamente originam-se de material de higiene pessoal e restos de alimentos, que podem hospedar doenças provenientes de outras cidades, estados e países.
Industrial: originado nas atividades dos diversos ramos da indústria, tais como: o metalúrgico, o químico, o petroquímico, o de papelaria, da indústria alimentícia, etc.
O lixo industrial é bastante variado, podendo ser representado por cinzas, lodos, óleos, resíduos alcalinos ou ácidos, plásticos, papel, madeira, fibras, borracha, metal, escórias, vidros, cerâmicas. Nesta categoria, inclui-se grande quantidade de lixo tóxico. Esse tipo de lixo necessita de tratamento especial pelo seu potencial de envenenamento.
Radioativo: resíduos provenientes da atividade nuclear (resíduos de atividades com urânio, césio, tório, radônio, cobalto), que devem ser manuseados apenas com equipamentos e técnicos adequados.
Agrícola: resíduos sólidos das atividades agrícola e pecuária, como embalagens de adubos, defensivos agrícolas, ração, restos de colheita, etc. O lixo proveniente de pesticidas é considerado tóxico e necessita de tratamento especial.
Entulho: resíduos da construção civil: demolições e restos de obras, solos de escavações. O entulho é geralmente um material inerte, passível de reaproveitamento.
Características físicas do lixo
Composição gravimétrica: traduz o percentual de cada componente em relação ao peso total do lixo.
Peso específico: é o peso dos resíduos em função do volume por eles ocupado, expresso em kg/m³. Sua determinação é fundamental para o dimensionamento de equipamentos e instalações.
Teor de umidade: esta característica tem influência decisiva, principalmente nos processos de tratamento e destinação do lixo. Varia muito em função das estações do ano e da incidência de chuvas.
Compressividade: também conhecida como grau de compactação, indica a redução de volume que uma massa de lixo pode sofrer, quando submetida a uma pressão determinada. A compressividade do lixo situa-se entre 1:3 e 1:4 para uma pressão equivalente a 4 kg/cm2. Tais valores são utilizados para dimensionamento de equipamentos compactadores.
Chorume: substância líquida decorrente da decomposição de material orgânico.
Resíduos Sólidos
Resíduos sólidos são materiais heterogêneos, (inertes, minerais e orgânicos) resultantes das atividades humanas e da natureza, os quais podem ser parcialmente utilizados, gerando, entre outros aspectos, proteção à saúde pública e economia de recursos naturais. Os resíduos sólidos constituem problemas sanitário, ambiental, econômico e estético.
Os Resíduos sólidos podem ser divididos em grupos, como:
1. Lixo Doméstico: é aquele produzido nos domicílios residenciais. Compreende papel, jornais velhos, embalagens de plástico e papelão, vidros, latas e resíduos orgânicos, como restos de alimentos, trapos, folhas de plantas ornamentais e outros.
2. Lixo Comercial e Industrial: é aquele produzido em estabelecimentos comerciais e industriais, variando de acordo com a natureza da atividade.
Restaurantes e hotéis produzem, principalmente, restos de comida, enquanto supermercados e lojas produzem embalagens.
Os escritórios produzem, sobretudo, grandes quantidades de papel.
O lixo das indústrias apresenta uma fração que é praticamente comum aos demais: o lixo dos escritórios e os resíduos de limpeza de pátios e jardins; a parte principal, no entanto, compreende aparas de fabricação, rejeitos, resíduos de processamentos e outros que variam para cada tipo de indústria. Há os resíduos industriais especiais, como explosivos, inflamáveis e outros que são tóxicos e perigosos à saúde, mas estes constituem uma categoria à parte.
3. Lixo Público: são os resíduos de varrição, capina, raspagem, entre outros, provenientes dos logradouros públicos (ruas e praças), bem como móveis velhos, galhos grandes, aparelhos de cerâmica, entulhos de obras e outros materiais inúteis, deixados pela população, indevidamente, nas ruas ou retirados das residências através de serviço de remoção especial.
4. Lixo de Fontes Especiais: é aquele que, em função de determinadas características peculiares que apresenta, passa a merecer cuidados especiais em seu acondicionamento, manipulação e disposição final, como é o caso de alguns resíduos industriais antes mencionados, do lixo hospitalar e do radioativo.
Com o crescimento acelerado das metrópoles, do consumo de produtos industrializados, e mais recentemente com o surgimento de produtos descartáveis, o aumento excessivo do lixo tornou-se um dos maiores problemas da sociedade moderna. Isso é agravado pela escassez de áreas para o destino final do lixo.
A sujeira despejada no ambiente aumentou a poluição do solo, das águas, do ar e agravou as condições de saúde da população mundial. O volume de lixo tem crescido assustadoramente. E uma das soluções imediatas seria reduzir ao máximo o seu volume e o consumo de produtos descartáveis, reutilizá-los e reciclá-los.
Felizmente, para a Natureza e para o homem, os resíduos podem ser, em geral, reciclados e parcialmente utilizados, o que traz grandes benefícios à comunidade, como a proteção da saúde pública e a economia de divisas e de recursos naturais.
O aterro sanitário é um processo de eliminação de resíduos sólidos bastante utilizado. Consiste na deposição controlada de resíduos sólidos no solo e sua posterior cobertura diária.
Uma vez depositados, os resíduos sólidos se degradam naturalmente por via biológica até à mineralização da matéria biodegradável, em condições fundamentalmente anaeróbias.
O aterro sanitário é uma obra de engenharia que deve ser orientada por quatro objetivos:
* Diminuição dos riscos de poluição provocados por cheiros, fogos, insetos.
* Utilização futura do terreno disponível, através de uma boa compactação e cobertura.
* Minimização dos problemas de poluição da água, provocados por lixiviação.
* Controle da emissão de gases (liberados durante os processos de degradação).
Esse processo tem as seguintes vantagens e desvantagens:
Vantagens
Desvantagens
Processo de baixo custo
Longa imobilização do terreno
Recuperação de áreas degradadas
Necessidade de grandes áreas
Flexibilidade de operação
Necessidade de material de cobertura
Não requer pessoal altamente especializado
Dependência das condições climáticas
Um aterro sanitário é um reator biológico em evolução, que produz:
Resíduos gasosos: CO2, metano, vapor d’água, O2, N2, ácido sulfúrico e sulfuretos
Resíduos sólidos: resíduos mineralizados.
Resíduos líquidos: águas lexiviadas.
Resíduos Gasosos
Os resíduos gasosos resultam das reações de fermentação aeróbia (desenvolvidos na superfície) e anaeróbia (nas camadas mais profundas); a fermentação anaeróbia dá origem a CO2e a CH4(metano), o qual pode ser aproveitado para a produção de biogás.
Resíduos Líquidos
Os resíduos líquidos, também chamados lexiviados, variam de local para local e dependem de:
* Teor em água dos resíduos
* Isolamento dos sistemas de drenagem
* Clima (temperatura, pluviosidade, evaporação)
* Permeabilidade do substrato geológico
* Grau de compactaçãodos resíduos
* Idade dos resíduos
* Os lexiviados têm elevada concentração de matéria orgânica, de azoto e de materiais tóxicos, pelo que deve ser feita a sua recolha e tratamento, de modo a impedir a sua infiltração no solo.
Devido a grande distância que normalmente os aterros sanitários se encontram, tornam muitas vezes inviável o acesso a esse tipo de destino final. A prática mais generalizada é o enterramento de resíduos em terrenos adjacentes, muitas vezes sem preparação, em solos inadequados e perto de espécies faunísticas e florística de elevada fragilidade, o que dá origem a focos de poluição e de contaminação localizados.
Uma forma de minimizar esses efeitos é a seleção cuidadosa do local (tipo de solo, coberto vegetal, regime hidrológico), sua impermeabilização e seu recobrimento sistemático com terra.
A incineração é um processo de combustão controlada (em instalação própria), que permite a redução em volume e em peso dos resíduos sólidos, em cerca de 90 a 60%. Os resíduos são transformados em, gases, calor e materiais inertes (cinza e escórias de metal).
Os grandes inconvenientes desse sistema são a:
* Poluição do solo por cinzas e escórias
* A poluição da água pelas águas de arrefecimento das escórias e de lavagem de fumos e pelas escorrências de solos contaminados
* Poluição do ar por cinzas voláteis e dioxinas; estas últimas têm um elevado teor tóxico e são agentes de doenças, nomeadamente hiperpigmentação da pele, danos no fígado, alterações enzimáticas, alterações no metabolismo dos lipídios, nos sistemas endócrinos e imunológicos e feitos cancerígenos.
O reaproveitamento consiste na utilização dos resíduos para subsidiar outras atividades
* Alimentação de animais domésticos (restos de alimentos)
* Produção de fertilizantes - compostagem (resíduos sólidos orgânicos)
Resíduos Tóxicos
São considerados resíduos tóxicos as pilhas não-alcalinas, baterias, tintas e solventes, remédios vencidos, lâmpadas fluorescentes, inseticidas, embalagens de agrotóxicos e produtos químicos, as substâncias não biodegradáveis estão presentes nos plásticos, produtos de limpeza, em pesticidas e produtos eletroeletrônicos, e na radioatividade desprendida pelo urânio e outros metais atômicos, como o césio, utilizados em usinas, armas nucleares e equipamentos médicos. O cádmio, níquel, mercúrio e chumbo são os principais contaminantes. A separação adequada desses materiais é muito importante para evitar a contaminação do solo e dos lençóis freáticos. As pessoas devem tomar alguns cuidados básicos para embalar este tipo de resíduo: acondicionar em sacos plásticos bem fechados, guardá-los em local arejado e protegido do sol, das crianças e dos animais. Os materiais que podem ser reciclados são encaminhados a Centrais de Tratamento específicas. Os medicamentos vencidos, restos de tinta e verniz, e embalagens de inseticidas, que ainda não podem ser reciclados, ficam armazenados no aterro industrial em condições adequadas, para evitar a contaminação do meio ambiente. Esses resíduos são tratados por meio de encapsulamento.
Os principais contaminantes que conferem periculosidade aos resíduos são os seguintes:
Organo-halogenados
A combinação de fenômenos de evaporação e adsorção no seio do aterro previne de forma substancial o deslocamento dos compostos organo-halogenados para as águas subterrâneas. Na presença de óleos no lixo, os solventes halogenados tendem a ser associados a esta fase.
Cianetos
Foram identificados vários mecanismos de decomposição e eliminação. Por exemplo, a conversão para ácido cianídrico volátil, a formação de cianetos complexos, hidrólise de formiato de amônia, formação de tiocianatos e biodegradação poderão ocorrer. Um pré-tratamento de resíduos com cianetos é fortemente recomendado.
Metais pesados
Resíduos galvânicos foram co-dispostos em aterros e exumados sem modificações após 2 a 3 anos. O cromo, quando presente em forma solúvel, hexavalente, cromato ou dicromato, pode também representar um risco ambiental. Normalmente, em aterros, estes compostos são reduzidos, na presença de matéria orgânica, para a forma trivalente de maneira a precipitar como hidróxido em pH neutro, comumente existente nos aterros. O mercúrio poderá ser originário de baterias, tubos fluorescentes, entulhos. Há evidências de que o Mercúrio é mobilizado como sulfato sob as condições anaeróbicas reinantes no aterro. Havendo frações argilosas presentes, o mercúrio poderá ser firmemente ligado por adsorção ou por troca iônica.
Ácidos
Deveria ser prática normal a neutralização de resíduos ácidos, antes da sua disposição em trincheiras ou lagoas rasas, no aterro. Será essencial que a capacidade de neutralização inerente ao lixo doméstico não seja excedida. Caso contrário, os metais pesados serão ressolubilizados e a atividade microbiana será inibida. Foi determinado que 1kg de lixo fresco poderá neutralizar 22g de ácido sulfúrico e 1kg de lixo decomposto será preciso para neutralizar 33g desse mesmo ácido.
Óleos
A adsorção em componentes do lixo é um mecanismo de atenuação importante. Estudos demonstraram que não acontecia drenagem livre quando a concentração do óleo não superava os 5% em peso.
PCB's (Policloreto de bifenila)
Estas substâncias foram encontradas em aterros industriais, provenientes de capacitores, resíduos de destilação e tortas de filtro. Em face de sua baixa solubilidade e degradabilidade, admite-se que elas sejam retidas nos aterros. Não há evidência de que a presença de outras substâncias orgânicas afete a mobilidade dos PCB's, porém, a presença de solventes deveria ter efeitos significativos. Alguns ensaios mostraram a presença de PCB's no chorume em concentrações entre 0,01 e 0,05 mg/l.
Fenóis
Pode-se constituir em problema grave, uma vez que o limite da WHO - World Health Organization para fenol é de 0,022 mg/l; e muitos resíduos industriais contêm este produto em proporção superior a estes valores.
Solventes
Durante a deposição em aterro, os solventes poderão perder-se por evaporação para a atmosfera ou podem ser absorvidos pelo lixo, onde poderão ser submetidos à biodegradação. Testes de laboratório mostram a grande dificuldade de se prognosticar à extensão de cada um destes processos.
Resíduos Hospitalares
Introdução
Os Resíduos Sólidos Hospitalares ou como é mais comumente denominado "lixo hospitalarou resíduo séptico", sempre constituiu-se um problema bastante sério para os Administradores Hospitalares, devido principalmente a falta de informações a seu respeito, gerando mitos e fantasias entre funcionários, pacientes, familiares e principalmente a comunidade vizinha as edificações hospitalares e aos aterros sanitários. A atividade hospitalar é por si só uma fantástica geradora de resíduos, inerente a diversidade de atividades que desenvolvem-se dentro destas empresas.
O desconhecimento e a falta de informações sobre o assunto faz com que, em muitos casos, os resíduos, ou sejam ignorados, ou recebam um tratamento com excesso de cuidado, onerando ainda mais os já combalidos recursos das instituições hospitalares. Não raro lhe são atribuídas a culpa por casos de infecção hospitalar e outros tantos males.
Contaminação
O maior problema é o chamado “lixo infectante - classe A”, que representa um grande risco de contaminação, além de poluir o meio ambiente. A maior parte dos estabelecimentos não faz a separação deste material, que acaba indo para os aterros junto com o lixo normal ou para a fossa.
Outro problema é o chamado “lixo perigoso - clase B”, cuja destinação final, atualmente, fica sob responsabilidade dos hospitais.
O material recolhido nos hospitais, acondicionado segundo normas que variam em função do grau de periculosidade dos produtos, geralmente é levado a um aterro próprio.
Já o "lixo classe C" dos hospitais – também devidamente separado - fica sujeito ao mesmo sistema de recolhimento do restante da cidade, indo parte para reciclagem e parte para a coleta normal, que inclui apenas o material orgânico destinado ao aterro sanitário.
Separação do Lixo
O treinamento para a separação desse tipo de resíduo é uma exigência do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e oferecerá subsídios para que os hospitais e clínicas elaborem planos de gerenciamento de resíduos do serviço de saúde. O objetivo é adequar a estrutura das unidades para o tratamento correto dos resíduos.
Segundo as normas sanitárias, o lixo hospitalar deve ser rigorosamente seperado e cada classe deve ter um tipo de coleta e destinação. De acordo com as normas, devem ser separadas conforme um sistema de classificação que inclui os resíduos infectantes - lixo classe A, como restos de material de laboratório, seringas, agulhas, hemoderivados, entre outros, perigosos - classe B, que são os produtos quimioterápicos, radioativos e medicamentos com validade vencida - e o lixo classe C, o mesmo produzido nas residências, que pode ser subdividido em material orgânico e reciclável.
O treinamento visa adequar os estabelecimentos às novas normas de tratamento do lixo hospitalar, estabelecidas na Lei Federal nº 237, de dezembro do ano passado. Os hospitais têm prazo para apresentar um plano de gerenciamento dos resíduos e, com isso, obter um licenciamento ambiental e adaptar-se às exigências legais. Caso não consigam o licenciamento, ficam sujeitos à aplicação de multas diárias de R$ 140,00 pelo sistema de vigilância sanitária.
Lixos Infectantes
Resíduos do grupo A (apresentam risco devido à presença de agentes biológicos):
- Sangue hemoderivados
- Excreções, secreções e líquidos orgânicos
- Meios de cultura
- Tecidos, órgãos, fetos e peças anatômicas
- Filtros de gases aspirados de áreas contaminadas
- Resíduos advindos de área de isolamento
- Resíduos alimentares de área de isolamento
- Resíduos de laboratório de análises clínicas
- Resíduos de unidade de atendimento ambiental
- Resíduos de sanitário de unidades de internação
- Objetos perfurocortantes provenientes de estabelecimentos prestadores de serviços de saúde. Os estabelecimentos deverão ter um responsável técnico, devidamente registrado em conselho profissional, para o gerenciamento de seus resíduos.
Processos de Destino
*Incineração: a incineração do lixo hospitalar é um típico exemplo de excesso de cuidados, trata-se da queima o lixo infectante transformando-o em cinzas, uma atitude politicamente incorreta devido aos subprodutos lançados na atmosfera como dioxinas e metais pesados.
*Auto-Clave: esteriliza o lixo infectante, mas por ser muito caro não é muito utilizado. Como alternativa, o lixo infectante pode ser colocado em valas assépticas, mas o espaço para todo o lixo produzido ainda é um problema em muitas cidades.
A maioria dos hospitais toma pouco ou quase nenhuma providência com relação às toneladas de resíduos gerados diariamente nas mais diversas atividades desenvolvidas dentro de um hospital. Muitos se limitam ou a encaminhar a totalidade de seu lixo para sistemas de coleta especial dos Departamentos de Limpeza Municipais, quando estes existem, ou lançam diretamente em lixões ou simplesmente queimam os resíduos.
Torna-se importante destacar os muitos casos de acidentes com funcionários, envolvendo perfurações com agulhas, lâminas de bisturi e outros materiais denominados perfuro-cortantes. O desconhecimento faz com que o chamado "lixo hospitalar", cresça e amedronte os colaboradores e clientes das instituições de saúde.
Lixos Não-Infectantes
- Especiais
Radioativos: compostos por materiais diversos, expostos à radiação; resíduos farmacêuticos, como medicamentos vencidos e contaminados; e resíduos químicos perigosos (tóxicos, corrosivos, inflamáveis, mercúrio).
- Comuns
Lixo administrativo, limpeza de jardins e pátios e resto de preparo de alimentos, estes não poderão ser encaminhados para alimentação de animais.
Algumas Soluções
Os constantes problemas, o desconhecimento, o medo, mas principalmente o desejo de que o assunto fosse tratado de uma forma técnica, profissional, levou-se a desenvolver um projeto que resolvesse definitivamente o problema.
Objetivos do projeto:
- Elevar a qualidade da atenção dispensada ao assunto "resíduos sólidos dos serviços de saúde";
- Permitir o conhecimento das fontes geradoras dos resíduos. A atividade hospitalar gera uma grande variedade de tipos de resíduos distribuídos em dezenas de setores com atividades diversas;
- Estimular a decisão por métodos de coleta, embalagem, transporte e destino adequados;
- Reduzir ou se possível eliminar os riscos a saúde dos funcionários, clientes e comunidade;
- Eliminar o manuseio para fins de seleção dos resíduos, fora da fonte geradora;
- Permitir o reprocessamento de resíduos cujas matérias primas possam ser reutilizadas sem riscos à saúde de pacientes e funcionários;
- Reduzir o volume de resíduos para incineração e coleta especial;
- Colaborar para reduzir a poluição ambiental, gerando , incinerando e encaminhando aos órgãos públicos a menor quantidade possível de resíduos.
-Resíduos sólidos do grupo A deverão ser acondicionados em sacos plásticos grossos, brancos leitosos e resistentes com simbologia de substância infectante. Devem ser esterilizados ou incinerados.
-Os restos alimentares in natura não poderão ser encaminhados para a alimentação de animais.
Classes dos Resíduos
Classe 1 - Resíduos Perigosos: são aqueles que apresentam riscos à saúde pública e ao meio ambiente, exigindo tratamento e disposição especiais em função de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.
Classe 2 - Resíduos Não-inertes: são os resíduos que não apresentam periculosidade, porém não são inertes; podem ter propriedades tais como: combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água. São basicamente os resíduos com as características do lixo doméstico.
Classe 3 - Resíduos Inertes: são aqueles que, ao serem submetidos aos testes de solubilização (NBR-10.007 da ABNT), não têm nenhum de seus constituintes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água. Isto significa que a água permanecerá potável quando em contato com o resíduo. Muitos destes resíduos são recicláveis. Estes resíduos não se degradam ou não se decompõem quando dispostos no solo (se degradam muito lentamente). Estão nesta classificação, por exemplo, os entulhos de demolição, pedras e areias retirados de escavações.
Fonte: www.ambientebrasil.com.br
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
SAUDE E EDUCAÇAO POPULAR PRATICAS INTEGRATIVAS ...
REDE MANDACARU RN PARTICIPOU DE TRÊS ENCONTROS SIMULTANEOS III SEMINARIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO POPULAR EM SAUDE, VIII SEMINARIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM SAUDE E VII ENCONTRO ESTADUAL DA ANEPS/RN COM O TEMA SOCIALIZANDO PRATICAS E SABERES NA GESTAO PARTICIPATIVA DO SUS.
O EVENTO REUNIU VARIAS INSTITUIÇÕES E PRATICAS DE TODOS OS CREDOS E RAÇAS, BEM COMO SOCIALIZOU ENTRE GESTORES DA SESAP/RN E SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAUDE DE TODO OS ESTADO DO RN COM PRESENÇA MARCANTE DE DIVERSOS PROFISSIONAIS ENTRE ELES O PROFESSOR DOUTOR IVO DA UFPI QUE ABRILHANTOU O ENCONTRO NOS QUE FAZEMOS A REDE MANDACARU RN FOMOS CONVIDADOS PELA SESAP/RN REGIONAL URSAP TRAIRI E SIEC AO QUAL AGRADECEMOS A ESTES ORGÃOS NA PESSOA DO NOSSO PARCEIRO DA REDE MANDACARU RN O SANITARISTA IRAMIL DA URSAP DE SANTA CRUZ QUE VIABILIZOU NOSSA PARTICIPAÇÃO AO QUAL FOMOS SOCIALIZAR NOSSAS EXPERIENCIAS NA MALETA DA SAUDE CANAL FUTURA E FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO E NOSSAS PRATICAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS EM PRACERIA COMO MS/SESAP/RN E SMS NATAL/RN COM NOSSOS PROJETOS DEDO DE PROSA E TERREIROS BANCO DA PREVENÇÃO CASA DO AXE E DE SABERES. OUTRO PONTO FOI REENCONTRAR AS AMIGAS DOUTORANDA AUREA EMILIA MILITANTE DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, FRANCINETE GRANDE EXPOENTE DA PASTORAL DA JUVENTUDE E CEBES NO RN E NOSSA AMIGA SAO GONÇALENSE ANA VALCACIO MULHER NEGRA E MILITANTE AGORA COM SEU AXE ABERTO NA COMUNIDADE DE CAMPINAS VALEU A OPORTUNIDADE E A EXPERIENCIA APRENDIDAS OUTRO PONTO MARCANTE FOI A HOMENAGEM A SR LOURDES ROCHA (MINHA MÃE) QUE FOI LEMBRADA COMO GRANDE MILITANTE DAS COMUNIDADES ECLESIAS DE BASE E DIVULGADORA DAS ERVAS E RAIZES NA DECADA DE 1980 PELA AMIGA FRANCINETE BEM COMO FORMA HOMENAGEDAS DONA MAEZINA, TAZINHA E OUTRAS GRANDES MULHERES QUE LUTARAM E HOJE SAO RECONHECIDAS PELAS PRATICAS INTEGRATIVAS.
O objetivo do evento é contribuir com a descentralização da Política Nacional de Educação Popular em Saúde e fortalecer o debate pela implementação de uma Política Estadual e Municipal de Educação Popular e de Práticas Integrativas e Populares de Saúde.
O movimento de educação popular em saúde vem, historicamente, se afirmando como base de inclusão da perspectiva popular na dinâmica do Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo o compromisso com a qualidade de vida de todos os brasileiros e com a defesa do SUS como política de Estado.
Em 2009, a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa constituiu o Comitê Nacional de Educação Popular em Saúde (CNEPS), no âmbito do Ministério da Saúde. Esta formulação fomenta o diálogo entre educadores, profissionais de saúde, trabalhadores, gestores e estudantes, no contexto do SUS e da gestão participativa de fato.
Na Região Nordeste, os movimentos e práticas de educação popular em saúde são referências de articulação com a gestão, com os serviços, com as instituições acadêmicas e a população. Foi esta articulação que propôs à Gestão de Saúde de Fortaleza, em 2005, a criação do Programa Cirandas da Vida, ação de educação popular em saúde, que se pauta por uma pedagogia vivencial, fundamentada no educador Paulo Freire, promove as práticas integrativas e populares e considera as linguagens da arte como potência de promoção do cuidado humanizado em saúde.
O EVENTO REUNIU VARIAS INSTITUIÇÕES E PRATICAS DE TODOS OS CREDOS E RAÇAS, BEM COMO SOCIALIZOU ENTRE GESTORES DA SESAP/RN E SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAUDE DE TODO OS ESTADO DO RN COM PRESENÇA MARCANTE DE DIVERSOS PROFISSIONAIS ENTRE ELES O PROFESSOR DOUTOR IVO DA UFPI QUE ABRILHANTOU O ENCONTRO NOS QUE FAZEMOS A REDE MANDACARU RN FOMOS CONVIDADOS PELA SESAP/RN REGIONAL URSAP TRAIRI E SIEC AO QUAL AGRADECEMOS A ESTES ORGÃOS NA PESSOA DO NOSSO PARCEIRO DA REDE MANDACARU RN O SANITARISTA IRAMIL DA URSAP DE SANTA CRUZ QUE VIABILIZOU NOSSA PARTICIPAÇÃO AO QUAL FOMOS SOCIALIZAR NOSSAS EXPERIENCIAS NA MALETA DA SAUDE CANAL FUTURA E FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO E NOSSAS PRATICAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS EM PRACERIA COMO MS/SESAP/RN E SMS NATAL/RN COM NOSSOS PROJETOS DEDO DE PROSA E TERREIROS BANCO DA PREVENÇÃO CASA DO AXE E DE SABERES. OUTRO PONTO FOI REENCONTRAR AS AMIGAS DOUTORANDA AUREA EMILIA MILITANTE DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, FRANCINETE GRANDE EXPOENTE DA PASTORAL DA JUVENTUDE E CEBES NO RN E NOSSA AMIGA SAO GONÇALENSE ANA VALCACIO MULHER NEGRA E MILITANTE AGORA COM SEU AXE ABERTO NA COMUNIDADE DE CAMPINAS VALEU A OPORTUNIDADE E A EXPERIENCIA APRENDIDAS OUTRO PONTO MARCANTE FOI A HOMENAGEM A SR LOURDES ROCHA (MINHA MÃE) QUE FOI LEMBRADA COMO GRANDE MILITANTE DAS COMUNIDADES ECLESIAS DE BASE E DIVULGADORA DAS ERVAS E RAIZES NA DECADA DE 1980 PELA AMIGA FRANCINETE BEM COMO FORMA HOMENAGEDAS DONA MAEZINA, TAZINHA E OUTRAS GRANDES MULHERES QUE LUTARAM E HOJE SAO RECONHECIDAS PELAS PRATICAS INTEGRATIVAS.
O objetivo do evento é contribuir com a descentralização da Política Nacional de Educação Popular em Saúde e fortalecer o debate pela implementação de uma Política Estadual e Municipal de Educação Popular e de Práticas Integrativas e Populares de Saúde.
O movimento de educação popular em saúde vem, historicamente, se afirmando como base de inclusão da perspectiva popular na dinâmica do Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo o compromisso com a qualidade de vida de todos os brasileiros e com a defesa do SUS como política de Estado.
Em 2009, a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa constituiu o Comitê Nacional de Educação Popular em Saúde (CNEPS), no âmbito do Ministério da Saúde. Esta formulação fomenta o diálogo entre educadores, profissionais de saúde, trabalhadores, gestores e estudantes, no contexto do SUS e da gestão participativa de fato.
Na Região Nordeste, os movimentos e práticas de educação popular em saúde são referências de articulação com a gestão, com os serviços, com as instituições acadêmicas e a população. Foi esta articulação que propôs à Gestão de Saúde de Fortaleza, em 2005, a criação do Programa Cirandas da Vida, ação de educação popular em saúde, que se pauta por uma pedagogia vivencial, fundamentada no educador Paulo Freire, promove as práticas integrativas e populares e considera as linguagens da arte como potência de promoção do cuidado humanizado em saúde.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
UMA NOVA DESCOBERTA ONTEM CAMPO DE REFUGIADOS HOJE 300,00 MENOR ALUGUEL...
Dados Geográficos
Limites:
Norte: Tirol
Sul: Parque das Dunas / Lagoa Nova
Leste: Parque das Dunas
Oeste: Lagoa Nova
Localidades
Morro Branco, que oficialmente integra o bairro de Nova Descoberta mudou o seu perfil para um bairro de classe média alta a partir da década de 70, com a construção dos conjuntos habitacionais. A partir daí ganhou infra-estrutura urbana de água, energia e calçamento. A rua da Saudade divide Nova Descoberta e Morro Branco.Estão instalados neste bairro o Quartel do Exército e o Cemitério Parque.
Historia do Bairro
Em 1940, só existiam no bairro de Nova Descoberta, mato e um moinho instalado pelo então governador Alberto Maranhão, que servia pra dar água aos animais das redondezas. Aquelas terras pertenciam a viúva Machado e compreendia a área entre Morro Branco até o atual Campus Universitário.
Segundo antigos moradores, na Segunda Guerra Mundial, os veículos de combate passavam pelo bairro com destino a Ponta Negra, derrubando áreas e destruindo lavouras,o que contribuiu para a invasão das terras, dificultando o controle da proprietária. Retirantes que fugiam da seca no interior do estado, em 1953, construiram suas casa no local. Nova Descoberta já teve o nome de Coréia do Índios, Capim Macio e Mundo Novo. Foi oficializado bairro no dia 5 de abril de 1993.
OUTRA VERSAO DA HISTORIA:
O atual bairro Nova Descoberta compreendia uma área de terras pertencentes à viúva
Machado, que ia da localidade de Morro Branco até o atual Campus Universitário. Um dos
mais antigos moradores do lugar, Sr. Luiz Ferreira da Silva, conhecido como Luiz Timbu,
lembra que anterior a 1940, ali só existia mato e um moinho instalado pelo Governador
Alberto Maranhão, de onde se tirava água para dar de beber aos animais das redondezas.
Segundo ele, no período da II Guerra Mundial, veículos do 3º Batalhão de Carros de
Combate passavam por ali com destino a Ponta Negra, destruindo cercas e lavouras, o que
facilitou a invasão das terras fugindo ao controle da proprietária. Em 1953, quando a seca
assolou o interior do Estado, o local recebeu grande número de retirantes que ali
construíram suas casas, passando a ser chamado de Coréia dos Índios ou simplesmente
Coréia. Segundo moradores mais antigos, o bairro já se chamou Capim Macio e Mundo
Novo.
A atual denominação do bairro é controvertida. Uns afirmam ter sido um famoso
seresteiro da localidade, "Manoel do Óleo", o responsável pela denominação, enquanto
outros, como o Sr. Luiz Timbu, rejeitam esta versão. Ele assegura que teve a idéia de mudar
o nome de Coréia dos Índios para Nova Descoberta, já que, segundo afirma, "o bairro tinha
sido uma grande descoberta" para os miseráveis da seca que ali se alojaram em 1953.
Nova Descoberta teve seus limites definidos pela Lei nº. 4.328, de 05 de abril de 1993,
oficializada quando da sua publicação no Diário Oficial do Estado em 07 de setembro de
1994.
Limites:
Norte: Tirol
Sul: Parque das Dunas / Lagoa Nova
Leste: Parque das Dunas
Oeste: Lagoa Nova
Localidades
Morro Branco, que oficialmente integra o bairro de Nova Descoberta mudou o seu perfil para um bairro de classe média alta a partir da década de 70, com a construção dos conjuntos habitacionais. A partir daí ganhou infra-estrutura urbana de água, energia e calçamento. A rua da Saudade divide Nova Descoberta e Morro Branco.Estão instalados neste bairro o Quartel do Exército e o Cemitério Parque.
Historia do Bairro
Em 1940, só existiam no bairro de Nova Descoberta, mato e um moinho instalado pelo então governador Alberto Maranhão, que servia pra dar água aos animais das redondezas. Aquelas terras pertenciam a viúva Machado e compreendia a área entre Morro Branco até o atual Campus Universitário.
Segundo antigos moradores, na Segunda Guerra Mundial, os veículos de combate passavam pelo bairro com destino a Ponta Negra, derrubando áreas e destruindo lavouras,o que contribuiu para a invasão das terras, dificultando o controle da proprietária. Retirantes que fugiam da seca no interior do estado, em 1953, construiram suas casa no local. Nova Descoberta já teve o nome de Coréia do Índios, Capim Macio e Mundo Novo. Foi oficializado bairro no dia 5 de abril de 1993.
OUTRA VERSAO DA HISTORIA:
O atual bairro Nova Descoberta compreendia uma área de terras pertencentes à viúva
Machado, que ia da localidade de Morro Branco até o atual Campus Universitário. Um dos
mais antigos moradores do lugar, Sr. Luiz Ferreira da Silva, conhecido como Luiz Timbu,
lembra que anterior a 1940, ali só existia mato e um moinho instalado pelo Governador
Alberto Maranhão, de onde se tirava água para dar de beber aos animais das redondezas.
Segundo ele, no período da II Guerra Mundial, veículos do 3º Batalhão de Carros de
Combate passavam por ali com destino a Ponta Negra, destruindo cercas e lavouras, o que
facilitou a invasão das terras fugindo ao controle da proprietária. Em 1953, quando a seca
assolou o interior do Estado, o local recebeu grande número de retirantes que ali
construíram suas casas, passando a ser chamado de Coréia dos Índios ou simplesmente
Coréia. Segundo moradores mais antigos, o bairro já se chamou Capim Macio e Mundo
Novo.
A atual denominação do bairro é controvertida. Uns afirmam ter sido um famoso
seresteiro da localidade, "Manoel do Óleo", o responsável pela denominação, enquanto
outros, como o Sr. Luiz Timbu, rejeitam esta versão. Ele assegura que teve a idéia de mudar
o nome de Coréia dos Índios para Nova Descoberta, já que, segundo afirma, "o bairro tinha
sido uma grande descoberta" para os miseráveis da seca que ali se alojaram em 1953.
Nova Descoberta teve seus limites definidos pela Lei nº. 4.328, de 05 de abril de 1993,
oficializada quando da sua publicação no Diário Oficial do Estado em 07 de setembro de
1994.
domingo, 5 de dezembro de 2010
MAIS ALUNOS VAO PARA UNIVERSIDADE
Classe D: mais alunos em faculdades
Publicação: 05 de Dezembro de 2010 às 00:00
A classe D já passou a classe A no número total de estudantes nas universidades brasileiras públicas e privadas. Em 2002, havia 180 mil alunos da classe D no ensino superior. Sete anos depois, em 2009, eles eram quase cinco vezes mais e somavam 887,4 mil. Em contrapartida, o total de estudantes do estrato mais rico caiu pela metade no período, de 885,6 mil para 423,4 mil. Os dados fazem parte de um estudo do instituto Data Popular.
“Cerca de 100 mil estudantes da classe D ingressaram a cada ano nas faculdades brasileiras entre 2002 e 2009, e hoje temos a primeira geração de universitários desse estrato social”, observa Renato Meirelles, sócio diretor do instituto e responsável pelo estudo.
Arquivo TN Com maior nível de escolaridade, classe D deve se tornar mais exigente na hora de ir às comprasCom maior nível de escolaridade, classe D deve se tornar mais exigente na hora de ir às compras
Essa mudança de perfil deve, segundo ele, ter impactos no mercado de consumo a médio prazo. Com maior nível de escolaridade, essa população, que é a grande massa consumidora do País, deve se tornar mais exigente na hora de ir às compras.
O estudo, feito a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela também que as classes C e D respondem atualmente por 72,4% dos estudantes universitários. Em 2002, a participação dos estudantes desses dois estratos sociais somavam 45,3%.
São considerados estudantes de classe D aqueles com renda mensal familiar entre um e três salários mínimos (de R$ 510 a R$ 1.530). Os estudantes da classe C têm rendimento familiar entre três e dez salários mínimos. Já na classe A, a renda é acima de 20 salário mínimos (R$ 10.200).
A melhoria da condição financeira que permitiu inicialmente a compra do primeiro carro zero e do celular aos brasileiros de menor renda também abriu caminho para que eles tivesse acesso ao ensino superior. Pesquisa do Programa de Administração de Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), que mede a intenção de compra dos consumidores por classe social, revela que subiu de 15%, no terceiro trimestre, para 17%, neste trimestre, a capacidade de gasto com educação em relação à renda da classe C.
Além da renda maior, Meirelles ressalta outros fatores que provocaram essa mudança de perfil socioeconômico dos universitários. Um deles é a universalização do ensino de segundo grau. Também contribuíram as bolsas de estudo do Programa Universidade para Todos (ProUni) e a proliferação de universidades particulares.
Publicação: 05 de Dezembro de 2010 às 00:00
A classe D já passou a classe A no número total de estudantes nas universidades brasileiras públicas e privadas. Em 2002, havia 180 mil alunos da classe D no ensino superior. Sete anos depois, em 2009, eles eram quase cinco vezes mais e somavam 887,4 mil. Em contrapartida, o total de estudantes do estrato mais rico caiu pela metade no período, de 885,6 mil para 423,4 mil. Os dados fazem parte de um estudo do instituto Data Popular.
“Cerca de 100 mil estudantes da classe D ingressaram a cada ano nas faculdades brasileiras entre 2002 e 2009, e hoje temos a primeira geração de universitários desse estrato social”, observa Renato Meirelles, sócio diretor do instituto e responsável pelo estudo.
Arquivo TN Com maior nível de escolaridade, classe D deve se tornar mais exigente na hora de ir às comprasCom maior nível de escolaridade, classe D deve se tornar mais exigente na hora de ir às compras
Essa mudança de perfil deve, segundo ele, ter impactos no mercado de consumo a médio prazo. Com maior nível de escolaridade, essa população, que é a grande massa consumidora do País, deve se tornar mais exigente na hora de ir às compras.
O estudo, feito a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela também que as classes C e D respondem atualmente por 72,4% dos estudantes universitários. Em 2002, a participação dos estudantes desses dois estratos sociais somavam 45,3%.
São considerados estudantes de classe D aqueles com renda mensal familiar entre um e três salários mínimos (de R$ 510 a R$ 1.530). Os estudantes da classe C têm rendimento familiar entre três e dez salários mínimos. Já na classe A, a renda é acima de 20 salário mínimos (R$ 10.200).
A melhoria da condição financeira que permitiu inicialmente a compra do primeiro carro zero e do celular aos brasileiros de menor renda também abriu caminho para que eles tivesse acesso ao ensino superior. Pesquisa do Programa de Administração de Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), que mede a intenção de compra dos consumidores por classe social, revela que subiu de 15%, no terceiro trimestre, para 17%, neste trimestre, a capacidade de gasto com educação em relação à renda da classe C.
Além da renda maior, Meirelles ressalta outros fatores que provocaram essa mudança de perfil socioeconômico dos universitários. Um deles é a universalização do ensino de segundo grau. Também contribuíram as bolsas de estudo do Programa Universidade para Todos (ProUni) e a proliferação de universidades particulares.
FEMINIZAÇÃO DA AIDS
Aumentam os casos de Aids em mulheres, revela estudo
Publicação: 05 de Dezembro de 2010 às 00:00 tribuna do norte "texto retirado e editado"
Na década de 80 a proporção era de 40 homens infectados com o vírus do HIV para uma mulher. Nos anos 90 esse número era de 20 homens infectados para cada mulher. E hoje o levantamento divulgado, no último dia primeiro, pelo Ministério da Saúde, aponta que a proporção é que a cada dois homens uma mulher tem o vírus da doença.
Outro dado relevante diz respeito à faixa etária dos portadores da doença. No RN, observa-se uma maior concentração de casos (81%) entre pessoas de 20 a 49 anos. Justamente a faixa de idade de Jane e de outras tantas mulheres que já possuem relacionamentos maritais.
IDOSOS
Ainda de acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde, também houve um crescimento nos casos de AIDS em pessoas acima de 50 anos. Em 2000, o total de notificações para essa faixa etária era de 13 casos, passando para 55 em 2008 e 53 no ano passado. Para os especialistas, o aumento está relacionado ao fato dos idosos estarem fazendo mais sexo. Diferente do que acontecia há alguns anos, hoje muitos fazem uso de medicamentos que ajudam na ereção e têm a possibilidade de prolongar sua vida sexual.
JOVENS
A infectologista Marise Reis faz um alerta à população jovem do Rio Grande do Norte. “De acordo com uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde, em 2008, 90% dos nossos jovens sabiam que como se transmite a AIDS, mas 60% deles não usam camisinha nas sua relações sexuais. E mostra que falta empenho da sociedade, que não faz a sua parte nessa luta contra a doença”, diz a médica.
Por isso nunca é demais lembrar que é importante utilizar o preservativo nas relações sexuais, principais nas casuais. “Se você manteve relações sexuais sem camisinha deve esperar aproximadamente um mês e depois faça um teste de HIV”, alerta a infectologista.
Aumenta incidência de casos em menores de cinco anos
Mas um dado preocupante está relacionado com a incidência da AIDS em menores de cinco anos. De 2000 a 2009, no RN foram identificados 38 casos da doença nessa faixa etária, representando um aumento de 1,7% no período.
Para a infectologista Marise Ribeiro, o aumento dos casos nessa faixa etária reflete o problema da mulher jovem que não tem acesso ao sistema de saúde. “É inadmissível que os bebês nasçam com AIDS. Hoje todas as mulheres grávidas têm o direito de fazer o teste de HIV no pré-natal. E se ela for positiva, vai ter acesso ao medicamento antirretroviral, que possibilitará a não transmissão da doença para a criança. Com esse medicamento, a chance de transmitir é menor que 2%, já sem o remédio essa possibilidade passa para 40%”, explica Marise Reis.
Esse grupo – das criança menores de cinco anos – acaba prejudicado pela falta de responsabilidade ou de esclarecimento das mães, pois adquirem a doença intraútero, durante o parto ou amamentação.
Mesmo quando a gestante recebe o retroviral pouco tempo antes do parto, as chances de transmitir o vírus do HIV são menores. “O acesso ao tratamento da AIDS é universal e gratuito. Os medicamentos – o coquetel – é distribuído na rede pública de saúde a todos que precisem”, diz Marise.
“Nenhum portador do vírus leva uma vida normal” "esta opnião pode ser questionavel apesar dos desafios de todos os dias que são muito grandes"...
A popularização dos medicamentos antirretrovirais (coquetéis) – que surgiram na década de 1980 – percebe-se uma banalização da AIDS. É como se o ‘coquetel’ matasse o vírus do HIV, o que não acontecesse. O remédio ajuda a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico.
“As pessoas pensam que depois do coquetel da AIDS ficou mais fácil, mas nenhum portador do HIV leva uma vida normal. A gente fica preocupado com a hora de tomar o remédio, com a alimentação. É muito complicado”, conta a dona de casa Jane Nascimento. Ela toma 12 tipos de medicamentos diferentes todos os dias. A maioria deles provoca efeitos colaterais como diarréia, tontura, osteoporose, entre outros. Com tantos contratempos fica realmente difícil levar uma vida normal.
A dona de casa alerta ainda para que não haja uma banalização da doença e que as mulheres se imponham na relação sexual, exigindo o uso do preservativo. “Muita mulher pede ao parceiro para usar a camisinha, mas ele reclama e logo desconfia dela, quando na verdade, ela está querendo apenas se proteger. A única coisa que pode salvar você de pegar AIDS é a camisinha”, orienta Jane.
A infectologista Marise Reis explica que a mulher tem mais chances de se contaminar porque é ela quem entra em contato com o esperma. Dessa forma se tornam mais vulneráveis ao vírus.
“Mas todos, independente de sexo e orientação sexual estão sujeitos a adquirir a doença. No Brasil, cerca de 600 mil pessoas já adoeceram e no mundo, mais de 30 milhões já morreram vítimas da AIDS”, alerta a médica.
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" Liberdade é pouco. o que eu desejo, ainda não tem nome" (Clarice
Lispector)
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“ O amor é essencial o sexo um acidente pode ser igual pode ser diferente” (
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Publicação: 05 de Dezembro de 2010 às 00:00 tribuna do norte "texto retirado e editado"
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Outro dado relevante diz respeito à faixa etária dos portadores da doença. No RN, observa-se uma maior concentração de casos (81%) entre pessoas de 20 a 49 anos. Justamente a faixa de idade de Jane e de outras tantas mulheres que já possuem relacionamentos maritais.
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Ainda de acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde, também houve um crescimento nos casos de AIDS em pessoas acima de 50 anos. Em 2000, o total de notificações para essa faixa etária era de 13 casos, passando para 55 em 2008 e 53 no ano passado. Para os especialistas, o aumento está relacionado ao fato dos idosos estarem fazendo mais sexo. Diferente do que acontecia há alguns anos, hoje muitos fazem uso de medicamentos que ajudam na ereção e têm a possibilidade de prolongar sua vida sexual.
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A infectologista Marise Reis faz um alerta à população jovem do Rio Grande do Norte. “De acordo com uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde, em 2008, 90% dos nossos jovens sabiam que como se transmite a AIDS, mas 60% deles não usam camisinha nas sua relações sexuais. E mostra que falta empenho da sociedade, que não faz a sua parte nessa luta contra a doença”, diz a médica.
Por isso nunca é demais lembrar que é importante utilizar o preservativo nas relações sexuais, principais nas casuais. “Se você manteve relações sexuais sem camisinha deve esperar aproximadamente um mês e depois faça um teste de HIV”, alerta a infectologista.
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Mas um dado preocupante está relacionado com a incidência da AIDS em menores de cinco anos. De 2000 a 2009, no RN foram identificados 38 casos da doença nessa faixa etária, representando um aumento de 1,7% no período.
Para a infectologista Marise Ribeiro, o aumento dos casos nessa faixa etária reflete o problema da mulher jovem que não tem acesso ao sistema de saúde. “É inadmissível que os bebês nasçam com AIDS. Hoje todas as mulheres grávidas têm o direito de fazer o teste de HIV no pré-natal. E se ela for positiva, vai ter acesso ao medicamento antirretroviral, que possibilitará a não transmissão da doença para a criança. Com esse medicamento, a chance de transmitir é menor que 2%, já sem o remédio essa possibilidade passa para 40%”, explica Marise Reis.
Esse grupo – das criança menores de cinco anos – acaba prejudicado pela falta de responsabilidade ou de esclarecimento das mães, pois adquirem a doença intraútero, durante o parto ou amamentação.
Mesmo quando a gestante recebe o retroviral pouco tempo antes do parto, as chances de transmitir o vírus do HIV são menores. “O acesso ao tratamento da AIDS é universal e gratuito. Os medicamentos – o coquetel – é distribuído na rede pública de saúde a todos que precisem”, diz Marise.
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AUREA E A PEDAGOGIA VIVENCIAL DA HUMANESCENTE...
AUREA GRANDE EDUCADORA POPULAR DO RN E NOSSA AMIGA DE MUITAS ESTRADAS MULHER, MAE E POLITIZADA CAMINHANDO PARA DOUTORADO ORIUNDA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS TRAZ PARA NOS A VIVA REALIDADE DE VITORIA EM SUA VIDA E JUNTO COM BASE DE PESQUISA SINTETISAM SEUS PENSAMENTOS E EXPERIENCIAS EDUCACIONAIS NUM LIVRO CONSTRUIDO A VARIAS MÃOS DIANTE DO EXPOSTO NOS QUE FAZEMOS A REDE MANDACARU RN FICAMOS FELIZES COM ESTA GRANDE EDUCADORA POPULAR QUE TRILHA A EXPERIENCIA DA ACADEMIA E MELHOR AINDA COM UM OLHAR DAS BASES POPULARES...
Os pesquisadores da Pedagogia Vivencial Humanescente estamos lançando sementes de amor, de poesia, de generosidade por onde passamos... Acreditamos que conhecimento e sentimento são versos que compõem a mesma poesia da vida.
Nosso livro sobre a Pedagogia Vivencial Humanescente congrega uma coletânea de trabalhos que estão sendo produzidos em vários Laboratórios Vivenciais Humanescentes inseridos em diferentes instituições educativas. São projetos de pesquisa- ação vinculados à Base de Pesquisa Corporeidade e Educação (BACOR) que integra o Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) através de uma linha de pesquisa que desenvolve estudos com a mesma temática. Todas as autoras Doutoras e Doutorandas, Mestras e Mestrandas estão envolvidas com os desafios da corporeidade para reencantar a educação.
Este livro representa o início de uma longa jornada humanescente que pretende contribuir com a formação transdisciplinar de educadores, pesquisadores e profissionais de todas as áreas do conhecimento, incluindo os seus respectivos processos de autoformação humanescente. Procuramos tematizar a Pedagogia Vivencial Humanescente estabelecendo conexões com o Sentipensare com os Sete Saberes.
A Pedagogia Vivencial Humanescente se constitui numa declaração de amor e poesia ao mundo que vive em cada um de nós. Você é nosso convidado! Esperamos que venha dançar conosco as belas canções de amor que a Pedagogia Vivencial Humanescente está compondo. Dançando com os nossos textos humanescentes você sentirá o abraço generoso, acolhedor, que nos faz humanescer. Humanescendo somos capazes de humanescer a humanidade!
Áurea Emília da Silva Pinto - Natural de Natal/RN. Possui graduação em Pedagogia na Universidade Estadual Vale do Acaraú, Pólo Natal, Rio Grande do Norte. Especialização em Terapia Comunitária pela Universidade Federal do Ceará; em Formação Política para Cristãos Leigos pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; em Educação Holística e Qualidade de Vida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atualmente é aluna do Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Mestrado em Educação, em andamento (2010-2011). Integrante da Base de Pesquisa Corporeidade e Educação. Colaboradora da Pastoral da Criança na Arquidiocese de Natal e da Rede de Assessores do Centro Nacional Fé e Política “Dom Helder Câmara”, em Brasília, organismos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil; Facilitadora do Núcleo Estadual da Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular em Saúde; Atua no Conselho Estadual de Saúde, representando os usuários do Centro de Defesa do Consumidor do Estado do Rio Grande do Norte. Dedica-se aos estudos da Corporeidade e da ludopoiese, descrevendo e investigando o processo de desenvolvimento da humanescência das práticas educativas de educadores em saúde no Estado do Rio Grande do Norte. E-mail: natalaurea@yahoo.com.br
Os pesquisadores da Pedagogia Vivencial Humanescente estamos lançando sementes de amor, de poesia, de generosidade por onde passamos... Acreditamos que conhecimento e sentimento são versos que compõem a mesma poesia da vida.
Nosso livro sobre a Pedagogia Vivencial Humanescente congrega uma coletânea de trabalhos que estão sendo produzidos em vários Laboratórios Vivenciais Humanescentes inseridos em diferentes instituições educativas. São projetos de pesquisa- ação vinculados à Base de Pesquisa Corporeidade e Educação (BACOR) que integra o Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) através de uma linha de pesquisa que desenvolve estudos com a mesma temática. Todas as autoras Doutoras e Doutorandas, Mestras e Mestrandas estão envolvidas com os desafios da corporeidade para reencantar a educação.
Este livro representa o início de uma longa jornada humanescente que pretende contribuir com a formação transdisciplinar de educadores, pesquisadores e profissionais de todas as áreas do conhecimento, incluindo os seus respectivos processos de autoformação humanescente. Procuramos tematizar a Pedagogia Vivencial Humanescente estabelecendo conexões com o Sentipensare com os Sete Saberes.
A Pedagogia Vivencial Humanescente se constitui numa declaração de amor e poesia ao mundo que vive em cada um de nós. Você é nosso convidado! Esperamos que venha dançar conosco as belas canções de amor que a Pedagogia Vivencial Humanescente está compondo. Dançando com os nossos textos humanescentes você sentirá o abraço generoso, acolhedor, que nos faz humanescer. Humanescendo somos capazes de humanescer a humanidade!
Áurea Emília da Silva Pinto - Natural de Natal/RN. Possui graduação em Pedagogia na Universidade Estadual Vale do Acaraú, Pólo Natal, Rio Grande do Norte. Especialização em Terapia Comunitária pela Universidade Federal do Ceará; em Formação Política para Cristãos Leigos pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; em Educação Holística e Qualidade de Vida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Atualmente é aluna do Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Mestrado em Educação, em andamento (2010-2011). Integrante da Base de Pesquisa Corporeidade e Educação. Colaboradora da Pastoral da Criança na Arquidiocese de Natal e da Rede de Assessores do Centro Nacional Fé e Política “Dom Helder Câmara”, em Brasília, organismos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil; Facilitadora do Núcleo Estadual da Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular em Saúde; Atua no Conselho Estadual de Saúde, representando os usuários do Centro de Defesa do Consumidor do Estado do Rio Grande do Norte. Dedica-se aos estudos da Corporeidade e da ludopoiese, descrevendo e investigando o processo de desenvolvimento da humanescência das práticas educativas de educadores em saúde no Estado do Rio Grande do Norte. E-mail: natalaurea@yahoo.com.br
sábado, 4 de dezembro de 2010
CARNATAL FOLIA E PREVENÇÃO
ALIADAS A PREVENÇÃO E MUITA FOLIA SESAP/RN SECRETARIA DE SAUDE RN E SECRETARIA DO MUNICIPIO DE NATAL E MS EM PARCERIA COM DIVERSAS ENTIDADES PRINCIPALMENTE AS OSC PACTUDAS NA QUESTÃO AIDS RN E NATAL ATUAM NUMA FRENTE DE FOLIA E PREVENÇÃO TODOS OS DIAS DE FOLIA VARIOS AGENTES DE SAUDE EM TODOS OS LOCAIS DO CORREDOR DA FOLIA FAZEM PANFLETAGEM E ORIENTAÇÃO A TODOS OS FOLIÕES E PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO EVENTO EM TODOS OS LOCAIS LA ESTÃO ELES E ELAS COM SUAS CAMISAS LLUMINOSAS E SUAS BOLSAS E MAOS RECHEADAS DE MUITO ANIMAÇÃO E FOLIA E MUITOS PRESERVATIVOS E FILIPETAS EXPLICATIVAS COM NOTAS DE PREVENÇÃO A SAUDE, ALIDOS TAMBÉM EXISTEM DOIS PONTOS FIXOS O PIT STOP NA ESQUINA DA AMITAS BARROS COM ROMUALDO GALVÃO NO ESTACIONAMENTO DA AUTO BRAZ FIAT UMA MEGA ESTRUTURA COM PALCO LUMINOSIDADE E MUITA ANIMAÇÃO E MUITOS AGENTES DE PREVENÇÃO E CONVIDADOS ESTE ESPAÇO E CAPTANIADO PELA SECRETARIA MUNCIPAL DE SAUDE DO MUNICIPIO DO NATAL / RN E MAIS ACIMA JUNTO AO PREDIO DA CAERN ESTA O ESPAÇO FIQUE SABENDO QUE E CAPTANEADO PELO PROGRAMA ESATDUAL DE PREVENÇÃO DST/AIDS DA SESAP/RN TODOS OS DOIS ESPAÇOS TEM PARCERIAS COM AS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS E COM O MINISTERIO DA SAUDE E MUITA FORÇA DE VONTADE E ANIMAÇÃO TODOS OS DIAS DOS DIVERSOS PROFISSIONAIS QUE SAEM COM SEU SORRISO FACIL E SUAS SACOLAS RECHEADAS DE MUITA PREVENÇÃO VALEU SACOLEIROS DA SAUDE. O DESAFIO E UMA CONSTANTE VAMOS JUNTOS COM AS ESTRUTURAS
REDE MANDACARU RN PRESENTE A MAIS DE 10 ANOS NA PREVENÇÃO DST/AIDS E PROMOÇÃO A SAÚDE...
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