PARTICIPE DE NOSSAS AÇÕES TRANFORME E SUA CONTRIBUIÇÃO EM UMA AÇÃO SOCIAL - DOE QUALQUER VALOR

CONTRIBUA: 9314 ITAU - 08341 2 NUMERO DA CONTA CORRENTE - deposite qualquer valor

FAÇA UM GESTO DE CARINHO E GENEROSIDADE DEPOSITE EM NOSSA CONTA CORRENTE ITAU AG; 9314 C/C 08341 2

CONTRIBUA QUALQUER VALOR PAG SEGURO UOL OU PELA AG: 9314 CONTA 08341 2 BANCO ITAU

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE SOCIOLOGIA

Conteúdo de Sociologia - 1º, 2º e 3º anos




CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE SOCIOLOGIA
1º ANO – DO ENSINO MÉDIO

EIXO TEMÁTICO: SOCIOLOGIA E SOCIEDADE
I BIMESTRE
COMPETÊNCIA
HABILIDADES
1. UNIDADE I:
1. PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO HUMANO E FORMAÇÃO DO PENSAMENTO SOCIOLÓGICO.
1.1. A Revolução Industrial, formação das Ciências Sociais e o Surgimento da Sociologia como Ciência.


·         Compreender o conhecimento humano em particular aquele voltado para o estudo da realidade social, a partir do campo de atuação da sociologia e das demais Ciências Sociais na modernidade.
·         Conhecer os fundamentos da Sociologia relacionando com o surgimento do capitalismo.
·         Compreender a Sociologia como proposta de interferência na realidade social.
II BIMESTRE


2. A QUESTÃO DO MÉTODO SOCIOLÓGICO E AS PRINCIPAIS CORRENTES SOCIOLÓGICAS.
2.1. Augusto Comte e o pensamento positivista.
2.2. Émile Durkheim: O Fato Social, Coisa, Solidariedades e O Suicídio.
2.3. Max Weber: Ação Social, dominação
2.4. Karl Marx: Materialismo Histórico, mais-valia, lutas de classes, fetiche da mercadoria, desigualdade social.   
·         Identificar a realidade social como objeto de estudo científico, através dos princípios sociológicos como subsídio teórico-prático, para a interpretação das sociedades humanas.
·         Diferenciar as Ciências Humanas e Ciências Naturais. (Métodos Objeto e Tecnologia)







3. UNIDADE III:
3. Conceitos fundamentais de Sociologia
3.1. Entender o processo de socialização como fator de humanização.
3.2. A formação dos grupos humanos, suas inter-relações e transformações.
3.3. Contatos sociais, interação social, grupos sociais.
3.4. Comunidade, sociedades e controle social. (Diferenciar os significados de comunidade e sociedade a partir da noção de territorialidade, temporalidade, das relações interpessoais, da estrutura de poder e produção).
3.5. Instituições sociais e controle social - significado de instituição, o papel das instituições, principais instituições.
3.6. O controle social como princípio de normatização das relações interpessoais (moral e ética) e a crise dos valores na sociedade atual.

·         Compreender os principais conceitos sociológicos para a interpretação das relações entre os diferentes grupos humanos e suas sociedades e processos de socialização.
·         Identificar o processo de desenvolvimento das sociedades, segundo as relações de produção estabelecidas.
·         Analisar a função das principais instituições sociais e sua influência sobre o comportamento social dos indivíduos.
·         Compreender a Sociologia como uma produção do pensamento pelo qual se apreende e se interfere sua realidade social.
IV. BIMESTRE
CULTURA E IDEOLOGIA

1. DIVERSIDADE CULTURAL E IDEOLOGIA
1.1. A questão da diversidade e o direito à diferença.
1.2. Unidade humana e a identidade: o etnocentrismo.
1.3. Indústria Cultural e os Meios de Comunicação de Massa.
1.4. As várias concepções do conceito de ideologia.

·         Identificar as diversidades étnico-culturais e suas projeções no meio social.
·         Interpretar os impactos tecnológicos e suas conseqüências no mundo globalizado, evidenciando em especial os problemas e os desafios no contexto amazônico.
·         Compreender o conceito de cultura e ideologia e seu desenvolvimento, para a análise crítica da indústria cultural e suas implicações.
·         Identificar os conceitos e significados de alienação mediante uma concepção crítica do meio social.







REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
·     TOMAZI, Nelson. Sociologia para o Ensino Médio. 1 ed. SP. Atual, 2007
·     COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. SP. Moderna. 1997
·     SANTOS, Pérsio. Introdução à Sociologia. Ed. Ática.
·     MEKSENAS. Paulo. Aprendendo Sociologia: A paixão de conhecer a vida. São Paulo. Ed. Loyola, 2001.
·     COSTA. Maria José Jackson. Sociologia na Amazônia: Debates Teóricos e Experiência de Pesquisa. Ed. 1ª. Ed. Edufpa(PA), 2001.



SUGESTÃO DE LEITURAS
·     COMTE. Augusto. Criador da Física Social. Lelita Oliveira Benoit, 144 pgs Ed. Moderna.
·     COMTE, Auguste. Discurso sobre o Espírito Positivo. Ed. Martins Fontes
·     Marx, Karl e ENGELS, Friedrich, Manifesto do Partido Comunista. 1848. Ed. Vozes.
·     Durkheim, Émile. As Regras do Método Sociológico, Editora: MARTINS FONTES
·     Durkheim, Emile. O SUICIDIO. Ed. Martins Pontes. 2007.
·     Weber, Max. Economia e Sociedade, Ed. Vozes. 1998.
·     SANTOS, Joel Rufino. O que é racismo? São Paulo. Brasiliense. 1996.
·     MARTINS. Carlos, B. O que é Sociologia? São Paulo. Ed. Brasiliense.
·     CHAUI, Marilena. O que é ideologia? São Paulo. Ed. Brasiliense.
·     IANNI, OCTÁVIO. Sociologia e Sociedade no Brasil. São Paulo. Alfa-ômega, 1978.
·     FERNANDES, Florestan. A Revolução Burguesa no Brasil: Ensaios de Interpretação Sociológica. SP. LTC. 1987
·     WEBER, Max. A Ética Protestante e Espírito do Capitalismo.
·     LARAIA, Rocque Barros. Cultura: um conceito antropológico. Ed. Vozes.
·     FREIRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala, 47ª Ed. RJ: Global Editora
·     QUINTANEIRO, Tânia. (ORG) UM TOQUE DE CLASSE. UFMG, 2007

PERIÓDICOS:
Revista: Sociologia Ciência & Vida. Editora: Escala.



CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE SOCIOLOGIA
2º ANO – DO ENSINO MÉDIO

EIXO TEMÁTICO: CULTURA E IDEOLOGIA
I BIMESTRE
COMPETÊNCIA
HABILIDADES
·     Cultura e dominação
     1.1. A questão do gênero.
     1.2. Ética, cidadania e as relações interpessoais.
     1.3. O multiculturalismo.


·         Compreender os aspectos sócio-culturais entre os diferentes grupos de indivíduos (a condição do homem, da mulher, do negro, do índio, etc. na sociedade)
·         Diferenciar o processo de construção das manifestações culturais na organização dos grupos humanos.
EIXO TEMÁTICO: SOCIOLOGIA, POLÍTICA E CIDADANIA
II BIMESTRE


Concepções de Estado e poder Político.
     2.1. O papel do Estado na formação da cidadania.
     2.2. Tipos de Estado (ditatorial, democrático e social-democrático, socialismo real).
     2.3. Modelo de Estados modernos e de economia contemporânea: Estado Liberal, Bem-Estar Social, neoliberalismo e socialismo.
     2.4. Globalização, neoliberal e neo-solidária.

·         Compreender a reestruturação do Estado dentro da economia e da política mundial.
·         Compreender as funções do Estado Moderno em relação as exigências do mercado Neoliberal.
·         Analisar as relações humanas sob as perspectivas do poder (micro e macro) e suas implementações na ordem política e econômica.



III  BIMESTRE


3. Organização social do trabalho, emprego, desemprego, subemprego e tempo livro.
·         Compreender as mudanças no mundo do trabalho, considerando a participação política dos indivíduos e dos grupos sociais na construção da plena cidadania.
·         Analisar as novas situações e impactos tecnológicos no cotidiano, discutindo a condição de homens e de mulheres e suas possibilidades de vida e de trabalho na sociedade atual



IV BIMESTRE


  1. Movimentos Sociais
4.1  Questões e Problemas Sociais da Contemporaneidade
      4.2. Violência: (física e simbólica)
      4.3. Marginalidade.
      4.4. Pedofilia.
      4.5. Massificação das drogas.

·         Compreender o processo de mobilização entre os indivíduos a partir da identificação de suas necessidades, problemas, interesses e conflitos.
·         Reconhecer os problemas sociais presentes na sociedade causados pelas novas relações sociais.

·         Explicar os avanços e as conquistas sociais alcançados através da conscientização e transformação da sociedade.
·         Analisar as conseqüências advindas da violência criando possibilidade de enfrentamento e prevenção.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
·     TOMAZI, Nelson. Sociologia para o Ensino Médio. 1 ed. SP. Atual, 2007
·     COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. SP. Moderna. 1997
·     SANTOS, Pérsio. Introdução à Sociologia. Ed. Ática.
·     MEKSENAS. Paulo. Aprendendo Sociologia: A paixão de conhecer a vida. São Paulo. Ed. Loyola, 2001.
·     COSTA. Maria José Jackson. Sociologia na Amazônia: Debates Teóricos e Experiência de Pesquisa. Ed. 1ª. Ed. Edufpa(PA), 2001.




SUGESTÃO DE LEITURAS
·     COMTE. Augusto. Criador da Física Social. Lelita Oliveira Benoit, 144 pgs Ed. Moderna.
·     COMTE, Auguste. Discurso sobre o Espírito Positivo. Ed. Martins Fontes
·     Marx, Karl e ENGELS, Friedrich, Manifesto do Partido Comunista. 1848. Ed. Vozes.
·     Durkheim, Émile. As Regras do Método Sociológico, Editora: MARTINS FONTES
·     Durkheim, Emile. O SUICIDIO. Ed. Martins Pontes. 2007.
·     Weber, Max. Economia e Sociedade, Ed. Vozes. 1998.
·     SANTOS, Joel Rufino. O que é racismo? São Paulo. Brasiliense. 1996.
·     MARTINS. Carlos, B. O que é Sociologia? São Paulo. Ed. Brasiliense.
·     CHAUI, Marilena. O que é ideologia? São Paulo. Ed. Brasiliense.
·     IANNI, OCTÁVIO. Sociologia e Sociedade no Brasil. São Paulo. Alfa-ômega, 1978.
·     FERNANDES, Florestan. A Revolução Burguesa no Brasil: Ensaios de Interpretação Sociológica. SP. LTC. 1987
·     WEBER, Max. A Ética Protestante e Espírito do Capitalismo.
·     LARAIA, Rocque Barros. Cultura: um conceito antropológico. Ed. Vozes.
·     FREIRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala, 47ª Ed. RJ: Global Editora
·     QUINTANEIRO, Tânia. (ORG) UM TOQUE DE CLASSE. UFMG, 2007

PERIÓDICOS:
Revista: Sociologia Ciência & Vida. Editora: Escala.




CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DE SOCIOLOGIA
3º ANO – DO ENSINO MÉDIO

EIXO TEMÁTICO: SOCIOLOGIA E SOCIEDADE
I BIMESTRE
COMPETÊNCIA
HABILIDADES
1. A história da formação do pensamento sociológico brasileiro
1.1. A década de 30 e o surgimento da análise sociológica brasileira.
1.2. A contribuição dos teóricos brasileiros.



·         Compreender a realidade brasileira a partir da investigação sociológica dos aspectos sociais, políticas,  econômicas e culturais, resgatando a contribuição dos sociólogos brasileiros.
·         Analisar a atuação dos principais sociólogos brasileiros nas problematizações sociais e o seu papel como agentes de mudança social.
EIXO TEMÁTICO: CULTURA E IDEOLOGIA
II BIMESTRE


 2. A questão do método de investigação científica e a pesquisa social.
2.1. Os valores sociais enquanto instrumento de manutenção ou transformação da sociedade.
2.2. A questão religiosa.
2.3. O problema étnico-racial.

·         Identificar através do estudo da sociologia as questões humanas como objeto de pesquisa científica.
·         Explicar através da metodologia científica os procedimentos utilizados pela pesquisa sociológica na investigação dos fenômenos sociais.
·         Estabelecer as relações entre conhecimentos teóricos e as práticas sociais.






EIXO TEMÁTICO: SOCIOLOGIA, POLÍTICA E CIDADANIA
III  BIMESTRE


3. Problemática da dependência versus desenvolvimento
3.1. A questão da Amazônia: soberania, internacionalização e sustentabilidade.
3.1.2. Ecologia, biodiversidade e bioética.


·         Interpretar os aspectos sócio-ambientais na região amazônica e suas implicações nas atuais demandas internacionais.
·         Analisar criticamente o papel da Amazônia enquanto fronteiro de capital.
·         Buscar novas formas de intervenção na relação homem versus natureza.



IV BIMESTRE


4. Tecnologia e sociedade
4.1. Como a tecnologia está transformando as relações sociais.
4.2. Internet e outros meios de comunicação de massa.
4.3. Tecnologia estético-corporal e o consumismo

·         Compreender a utilização das novas tecnológicas e sua interferência no cotidiano.
·         Diferenciar as várias formas de tecnologia e suas influências na dinâmica social.



5 Modernidade e Sociedade
(sugestão de conteúdo)

v   A modernidade enquanto projeto civilizatório (a ruptura com o saber teológico: o humanismo do século XVI e o Iluminismo do século XVIII como momentos iniciais de construção de uma nova proposta civilizatória).
v   A modernidade social: os direitos civis, políticos, sociais, solidários e a questão da cidadania; a racionalidade do Estado e o Direito; a secularização dos valores, costumes, concepções de mundo e o desenvolvimento da ciência.
v   A modernidade como emancipação subjetiva e histórica do ser humano.
v   A razão instrumental: o homem pensado na dimensão econômica e material.
v   A razão emancipadora:.o homem pensado na dimensão da sua liberdade e cidadania.
·          





REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
·     TOMAZI, Nelson. Sociologia para o Ensino Médio. 1 ed. SP. Atual, 2007
·     COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. SP. Moderna. 1997
·     SANTOS, Pérsio. Introdução à Sociologia. Ed. Ática.
·     MEKSENAS. Paulo. Aprendendo Sociologia: A paixão de conhecer a vida. São Paulo. Ed. Loyola, 2001.
·     COSTA. Maria José Jackson. Sociologia na Amazônia: Debates Teóricos e Experiência de Pesquisa. Ed. 1ª. Ed. Edufpa(PA), 2001.



SUGESTÃO DE LEITURAS
·     COMTE. Augusto. Criador da Física Social. Lelita Oliveira Benoit, 144 pgs Ed. Moderna.
·     COMTE, Auguste. Discurso sobre o Espírito Positivo. Ed. Martins Fontes
·     Marx, Karl e ENGELS, Friedrich, Manifesto do Partido Comunista. 1848. Ed. Vozes.
·     Durkheim, Émile. As Regras do Método Sociológico, Editora: MARTINS FONTES
·     Durkheim, Emile. O SUICIDIO. Ed. Martins Pontes. 2007.
·     Weber, Max. Economia e Sociedade, Ed. Vozes. 1998.
·     SANTOS, Joel Rufino. O que é racismo? São Paulo. Brasiliense. 1996.
·     MARTINS. Carlos, B. O que é Sociologia? São Paulo. Ed. Brasiliense.
·     CHAUI, Marilena. O que é ideologia? São Paulo. Ed. Brasiliense.
·     IANNI, OCTÁVIO. Sociologia e Sociedade no Brasil. São Paulo. Alfa-ômega, 1978.
·     FERNANDES, Florestan. A Revolução Burguesa no Brasil: Ensaios de Interpretação Sociológica. SP. LTC. 1987
·     WEBER, Max. A Ética Protestante e Espírito do Capitalismo.
·     LARAIA, Rocque Barros. Cultura: um conceito antropológico. Ed. Vozes.
·     FREIRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala, 47ª Ed. RJ: Global Editora
·     QUINTANEIRO, Tânia. (ORG) UM TOQUE DE CLASSE. UFMG, 2007

PERIÓDICOS:
Revista: Sociologia Ciência & Vida. Editora: Escala.

Inscrições abertas para o II Encontro de Colaboração Pedagógica entre IFRN e Escolas Públicas Estaduais

Inscrições abertas para o II Encontro de Colaboração Pedagógica entre IFRN e Escolas Públicas Estaduais

Encontro (destaque)


O Campus de Educação a Distância do IFRN realizará, no dia 8 de dezembro, o II Encontro de Colaboração Pedagógica entre IFRN e Escolas Públicas Estaduais. As inscrições são direcionadas preferencialmente para alunos de licenciatura, e poderão ser realizadas, online, até o dia 7 de dezembro. O evento é a atividade de culminância do projeto de extensão Colaboração pedagógica entre o Campus EaD/IFRN e escolas públicas do RN, desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Multireferencialidade, Educação e Linguagem (GPMEL).
O projeto vem sendo desenvolvido há dois anos, em parceria com professores do Campus Natal Central, e tem como finalidade oferecer oficinas em escolas públicas de Ensino Médio do estado, de acordo com a necessidade das instituições, e com a formação dos docentes que se engajam no projeto. Este ano, foram ministradas oficinas de Educação Ambiental, Língua Portuguesa, Novas Tecnologias aplicadas à educação, Matemática, Geografia, Espanhol.
Segundo uma das organizadoras, Ilane Cavalcante, o evento tem como objetivo reunir os professores e estudantes do IFRN e da comunidade escolar parceira, que estiveram envolvidos com o projeto. “O evento vai reunir os responsáveis pelas oficinas para apresentar o resultado do projeto, além de haver uma palestra de abertura. Este ano, as duas escolas parceiras foram o Centro de Educação de Jovens e Adultos de Lagoa Nova, de Natal, e a Escola Estadual Presidente Roosevelt, de Parnamirim”.
Para fazer a inscrição para o evento, clique aqui.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

PUBLICANDO NOTA DO GRANDE MESTRE CULTURAL DE BOI DE REIS - ALEXANDRE S.CAMPESTRE BOI DE REIS 7 ESTRELAS...





NOSSOS AGRADECIMENTOS AO NOSSO DELEGADO CONSELHO NACIONAL POLITICAS CULTURAIS - CNPC MINISTERIO DA CULTURA
— com Fernandes José Josimar Rocha.


PUBLICANDO NOTA DO GRANDE MESTRE CULTURAL DE BOI DE REIS - ALEXANDRE S.CAMPESTRE BOI DE REIS 7 ESTRELAS...

PARCERIA E ACOLHIMENTO SEMPRE BOI RESILIENTE DESDE DE 1964...

NOSSO CARINHO EM ECONTRO NACIONAL DE CULTURAS DO MINISTERIO DA CULTURA EM SERRA TALHADA - PERNANBUCO... CNPC MINC.

VERGONHA E DESCASO COM CASAS LARES PARA IDOSOS NO RN...

Moradores em situação de rua atendidos no HMWG sofrem com desassistência social em Natal...







Moradores situação rua atendidos no HMWG sofrem com desassistência social em Natal



Pacientes moradores situação rua atendidos pelo Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG), tem sido vítimas da desassistência social e da violência na capital potiguar. Somente este ano, 20% das internações registradas de pacientes sem identificação eram de moradores de rua violentados, dependentes químicos ou alcóolatras, com estado grave de saúde. Na grande maioria das vezes, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) é o responsável pelos primeiros socorros, remoção e transporte destes pacientes para o Walfredo Gurgel. Em algumas situações, contudo, não é possível salvar a vida da vítima, tamanha a gravidade do caso.



O mais recente paciente atendido pelo HMWG a se enquadrar nesse perfil foi admitido no último dia 23 e segue internado na sala de observação I. Transportado ao Walfredo Gurgel pelo Samu, o paciente foi socorrido com sinais claros de embriaguez, aparentando 50 anos, cerca de 64 kg, aproximadamente 1,61 m de altura, pele de cor branca e cabelos pretos lisos. Ao Walfredo Gurgel o Serviço de Atendimento disse que a vítima era moradora de rua e que possui histórico de insuficiência respiratória e alcoolismo.
“É uma situação muito preocupante. Estas pessoas vivem geralmente marginalizadas, em condições impróprias de vida, abusando de drogas e de bebidas alcóolicas. Ou seja, estão se autodestruindo, sem que haja alguém que as ajude a sair desse caminho, quase sempre, sem volta”, diz a diretora geral do HMWG, Maria de Fátima Pereira Pinheiro.
Quando não vão a óbito, estes pacientes necessitam de longos períodos de internação para a total recuperação de seu bom estado de saúde. Nestas situações, um mesmo leito pode permanecer meses sem rotatividade, contribuindo para o inchaço dos corredores no PSCS. Devido ao perfil de desassistência social, a alta médica, para estas pessoas, nem sempre é a solução. Como não possuem residência fixa, trabalho ou familiares, o hospital não pode liberar o doente sem que, antes, ele tenha um abrigo para moradia e alimentação.
“Este é outro problema que temos de enfrentar. Não podemos simplesmente devolver o paciente para a rua. É preciso encontrar algum serviço que o acolha e o proteja. Não seria correto, em pleno século XX, encaminhar este cidadão que não possui a menor condição social de sobrevivência, de volta para a rua, uma vez que é garantido pela Constituição de nosso país, o direito a todo o amparo social (habitação, alimentação, saúde e lazer)”, afirma a chefe do Serviço Social do HMWG, Sandra Moura.

“No município de Natal há uma carência no número de abrigos que recebem moradores situação de  rua. E, mesmo estando de alta, enquanto não conseguimos para onde levar esse paciente, ele fica internado. O serviço social tem como rotina, o encaminhamento desses pacientes para a secretaria do município de Natal responsável por estes casos, porém, o período de aguardo para alguma solução é sempre muito longo, incompatível com a realidade do hospital”, diz Sandra.

VIHDA - Histórias reais do HIV/Aids

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Estresse emocional crônico O homossexual já sofre desse mal desde cedo. Saiba como minimizar esse problema.

Estresse emocional crônico
O homossexual já sofre desse mal desde cedo. Saiba como minimizar esse problema.

João Pedrosa
SÃO PAULO 20.05.2004 - Estresse é a reação do organismo a uma tensão física ou psicológica. É uma palavra de origem inglesa (stress), que significa tensão ou pressão. No século 19, os engenheiros ingleses passaram a usar o termo “stress” para designar a tensão resultante de uma força que, aplicada a um corpo, pode quebrá-lo quando chega ao no seu ponto de ruptura. Este conceito migrou da física à medicina quando o biólogo canadense Hans Seyler passou a utilizá-lo para explicar o desequilíbrio químico que acontece no organismo humano, diante de uma agressão física ou psicológica.

Hoje o tema estresse é largamente explorado pela mídia. Fala-se do estresse no trabalho, nas grandes cidades etc., mas esquecem de falar do estresse que a pessoa homossexual sofre desde muito cedo na sua vida.

O estresse agudo é aquele que se manifesta no cotidiano. Ele é necessário para a existência da vida. Nele, ocorrem mudanças psicofisiológicas rápidas no organismo, preparando-o para enfrentar as situações do dia-a-dia, por exemplo: conflitos no ambiente de trabalho, trânsito etc. Já o estresse crônico permanece por um período prolongado na pessoa, desencadeando a ansiedade, e tem um estressor bem definido. Estressor é a força que produz a tensão e gera o estresse. No caso da pessoa gay, o estressor é a reprovação sociofamiliar por ele ser homossexual.

Desde sua infância, o homossexual recebe mensagens explícitas e implícitas da sociedade e da família reprovando a homossexualidade. Instala-se um grande conflito naquele pequeno ser, entre sua orientação sexual e a pressão sociofamiliar. Este conflito, eu chamo de estresse emocional crônico. É um tipo de estresse que pode acompanhar a pessoa gay para o resto da sua vida.

O estresse emocional crônico leva a um desequilíbrio psicofisiológico no homossexual, podendo desencadear problemas emocionais e físicos, como: distúrbio de ansiedade, depressão, baixa auto-estima, irritabilidade, falta de concentração, transtorno de personalidade, disfunções sexuais, hipertensão, cardiopatia, dificuldades gastrointestinais etc..

A prática clínica vem demonstrando que, na esfera psicológica, o sintoma ansiedade está sempre presente. Por conta da pressão social e de uma rejeição familiar muito severa, alguns homossexuais poderão desenvolver algum transtorno de personalidade. Será uma pessoa desequilibrada.

O homossexual que não sofreu severa violência física ou emocional quando criança, poderá ter um bom nível de equilíbrio emocional quando adulto. Ele ficará livre de desenvolver algum transtorno de personalidade e não reforçará o modelo incorreto de que todo gay é problemático.

O homossexual saudável e equilibrado existe. Nele, o estressor ansiedade também se manifestará com um grau elevado, pelo motivo da haver a reprovação sociofamiliar pelo fato de ele ser gay. Para que ele possa manipular este estressor de forma correta, é necessário que desenvolva mecanismo para não se deixar consumir pela ansiedade gerada pelo fato de ser gay e ter uma vida saudável.
O estresse emocional crônico na pessoa homossexual diminui a sua expectativa de vida, fazendo que tenha uma sobrevida menor do que o restante da população. A ansiedade e o estresse debilitam o sistema imunológico, potencializando doenças.

Apesar das religiões e do pensamento social conservador insistir em afirmar que todo homossexual é desajustado e infeliz, a vida tem demonstrado o contrário: a homossexualidade pode dar certo, vai depender muito da cabeça do homossexual.
Abaixo, relaciono pontos relevantes para minimizar o estresse emocional crônico, para que o gay possa vivenciar sua homossexualidade de forma saudável e com a auto-estima elevada:
1. Harmonizar-se com sua orientação sexual homo, passando do estágio de rejeição para aceitação. Viver a vida sem culpa ou vergonha. Necessitando, procurar ajuda de um psicólogo que tenha visão progressista da homossexualidade.
2. Ter independência financeira e emprego, não dependendo de ninguém.
3. Construir uma rede social de amigos gays e héteros que não sejam homofóbicos.
4. Caso continue sendo rejeitado pelos pais, estabelecer ligações com as pessoas que lhe sejam importantes e aceitem a homossexualidade. Com estas pessoas, constituir uma nova família, estabelecendo relações afetivas em substituição à família biológica.
5. Ter uma vida social ativa.
6. Reunir periodicamente os amigos para festas e viagens.
7. Praticar algum tipo de lazer.
8. Praticar algum tipo de esporte ou atividade física.
9. Cuidar da alimentação, evitando excessos de gorduras e doces. Ter uma dieta balanceada. Se possível, buscar ajuda de um profissional da área alimentar
10. Ligar-se afetivamente a outro homem gay e construir uma relação.

 
 
  __________________________________________________________________________________________________________
  Grupo Gay da Bahia - GGB
Rua Frei Vicente, 24 - Pelourinho - Caixa Postal 2552
CEP 40.022-260. Salvador / Bahia / Brasil 
Tel.: (71) 321-1848 / 322-2552 / 322-2176
Fax: 322-3782
 
____________________________________

Silvana Veríssimo, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e do Fórum Nacional das Mulheres Negras...

Silvana Verissimo  4CNPM.
Silvana Veríssimo, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e do Fórum Nacional das Mulheres Negras, acredita que a questão da violência contra a mulher no Brasil deve ser discutida e refletida nas escolas. ‪#‎SomosTodasSilvana‬ ‪#‎JuntasSomosMais‬
Descrição da imagem ‪#‎PraCegoVer‬: Silvana, ao microfone, com a frase: "O problema da violência tem que ser combatido na raiz. Temos que começar a falar sobre o assunto já na educação infantil."

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Viviane Mosé - Café Filosófico - Educação parte 2

Café Filosófico - Desafios Contemporâneos - A Educação - Viviane Mosé 01

POUCOS DITOS HUMANOS SAO MEUS EXEMPLOS DE VIDA E VIDAS...

descontracao marcam integracao de ricantes de boi sete estrelas e velha guarda da mangueira
























RN tem 2º maior índice de mortes violentas entre jovens



RN tem 2º maior índice de mortes violentas entre jovens

Dados apresentados pelo IBGE nesta segunda-feira (30), através da pesquisa Estatísticas de Registro Civil, indicam que o Rio Grande do Norte é o segundo estado do Nordeste que registrou elevação no número de mortes violentas contra jovens do sexo masculino de 20 a 24 anos ao longo da última década. Foram 268 mortes por 100.000 pessoas compreendidas na faixa etária estabelecida pela pesquisa. Há 10 anos atrás, a taxa era de 113,5 no estado. Alagoas é o estado nordestino que possui a maior proporção de mortes violentas entre jovens, 332 a cada 100.000.

Humberto SalesSomente Alagoas tem taxa de mortes maior que o RNSomente Alagoas tem taxa de mortes maior que o RN

No Brasil, essa taxa cresceu 5%. Somente em 2014, 179 de cada 100.000 pessoas de 20 a 24 anos foram vítimas de mortes por causas violentas - homicídios e acidentes de trânsito são as principais.

Os números reforçam uma preocupante constatação em relação aos índices de violência no RN, já endossado por outras pesquisas. Dados referentes à 2014 divulgados pelo 9º Anuário de Segurança Pública, mostram que o estado registrou média de 50 mortes a cada 100.000 habitantes (crescimento de 3,9% em relação à 2013). Somente em Natal, segundo o mesmo anuário, a taxa é de 65,9 a cada grupo de 100.000. Compreende-se como mortes no anuário homicídio doloso, lesão seguida por morte, latrocínio ou confrontos com a polícia.

Já o Mapa da violência divulgado neste ano, com dados referentes a homicídios praticados com arma de fogo entre 2010 e 2012, destaca cinco cidades potiguares dentre as 250 mais violentas do Brasil. São elas:

Mossoró - 54,7 mortes a cada 100.000 habitantes (50º no país)
Natal - 37,2 mortes a cada 100.000 habitantes (154º no país)
Extremoz - 35,5 mortes a cada 100.000 habitantes (173º no país)
São Gonçalo - 34,3 mortes a cada 100.000 habitantes (190º no país)
Macaíba - 31,6 mortes a cada 100.000 habitantes (222º no país)

Homicídios registram queda em 2015

Dados divulgados no último dia 6 pela Câmara Técnica de Mapeamento de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), ligada à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), mostram que, nos últimos 10 meses, os índices de violência no estado têm apresentado redução. No acumulado de 2015, foram registrados 1.338 assassinatos, queda de 9,96% em relação ao mesmo período do ano passado. Somente em outubro deste ano, a redução foi 8,39% em relação à 2014, em que foram registrados 142 mortes ante 155.

Dentre os CLVI's mais recorrentes, está o homicídio, com 1.174 casos registrados até o último mês. Os crimes de latrocínio (roubo seguido de morte) registraram queda de 26,92% em relação aos dez primeiros meses do ano passado. Já os crimes de feminicídio passaram de 48 casos em 2014 para 29 até outubro de 2015.

Em Natal, segundo o levantamento, os índices de homicídios apresentaram baixa. De 480 mortes, entre janeiro e outubro de 2014, para 407 no mesmo período, redução de 15,21%. Já em Mossoró, foi registrado redução de 17,90%, passando de 162 no ano passado para 133.

RN tem 2º maior índice de mortes violentas entre jovens

RN chega a 3º lugar no número de casos de microcefalia/Ministério da Saúde confirma relação entre vírus Zika e microcefalia

RN chega a 3º lugar no número de casos de microcefalia

Em sete dias, o número de casos de microcefalia notificados ao Ministério da Saúde subiu de 739 notificações de casos suspeitos para 1.248 casos até a noite da última sexta-feira (27). De acordo com boletim do Ministério da Saúde, divulgado em coletiva de imprensa na manhã de hoje (30), o Rio Grande do Norte ultrapassou Sergipe no número de casos, alcançando o terceiro lugar com 79 notificações. Até o dia 21 de novembro, eram 47 notificações. Pernambuco e Paraíba ainda lideram o ranking.

Reprodução/Blog da BronteéMicrocefalia é pouco conhecida pela populaçãoMicrocefalia é pouco conhecida pela população

De acordo com o boletim, os casos suspeitos foram identificados, até agora, em 13 estados, mais o Distrito Federal, com notificações em 311 municípios brasileiros. Até o momento, sete óbitos foram registrados, mas apenas em um deles foi confirmada a presença do vírus de Zika Vírus na criança. O caso, registrado no Ceará, embasou a confirmação de que o vírus, transmitido pelo Aedes Aegypt, pode causar a microcefalia.

"As orientações não mudam. A confirmação apenas só retifica a necessidade do combate ao vetor e as medidas de proteção individual, que são os instrumentos de prevenção possíveis de serem utilizados agora", reiterou Claudio Maierovitch, diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde.

Nesta tarde, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, bem como representantes do Conselho Nacional de Saúde participam de lançamento de um plano de combate ao mosquito em Pernambuco, primeiro estado a decretar estado de emergência por causa da doença.

Comparação
O número em casos sob investigação, na terça-feira (24), era de 739 e vários estados não tinham nenhuma suspeita. Alagoas, Bahia, Ceará e Paraíba, respectivamente, foram as unidades que já tinham casos registrados e que tiveram maior acréscimo no número de suspeitas, proporcionalmente.

Veja a comparação:

PE - 646 (487)
PB - 248 (96)
RN - 79 (47)
SE - 77 (54)
AL - 59 (10)
BA - 37 (8)
PI - 36 (27)
CE - 25 (9)
RJ - 13 (0)
MA - 12 (0)
TO - 12 (0)
GO - 2 (1)
DF - 1 (0)
MS - 1 (0)


Ministério da Saúde confirma relação entre vírus Zika e microcefalia

Publicação: 2015-11-29 08:28:00O Ministério da Saúde confirmou no sábado (28) que existe relação entre o vírus Zika e os casos de microcefalia na Região Nordeste do país. Segundo nota divulgada pela pasta, exames feitos em um bebê nascido no Ceará com microcefalia e outras malformações congênitas revelaram a presença do vírus em amostras de sangue e tecidos.

O resultado enviado pelo Instituto Evandro Chagas revelou, segundo o ministério, “uma situação inédita na pesquisa científica mundial”. O governo assegurou que vai dar continuidade às investigações para descobrir quais as formas de transmissão, como o vírus atua no organismo e qual período de maior vulnerabilidade para a gestante. “Em análise inicial, o risco está associado aos três primeiros meses de gravidez”, complementou.

Na sexta-feira (27), o instituto de pesquisa notificou o governo sobre outros dois óbitos relacionados ao vírus Zika. As análises indicaram que o vírus pode ter contribuído para agravar estes casos. “Esta foi a primeira ligação de morte relacionada ao vírus zika no mundo, o que demonstra uma semelhança com a dengue”.

O primeiro caso confirmado foi o de um homem com histórico de lúpus e de uso crônico de medicamentos corticoides, no Maranhão, e o segundo é o de uma menina de 16 anos, no Pará, que morreu no final de outubro, depois de relatar sintomas semelhantes ao de dengue, como dor de cabeça e náuseas.

Diante dessa declaração, a expectativa é que sejam redobradas ações nacionais para combater o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, responsável pela disseminação da dengue, Zika e chikungunya. “O momento agora é de unir esforços para intensificar ainda mais as ações e mobilização”, alertou o ministério.

Número de uniões homoafetivas cresceu 31% em 2014, diz IBGE e aumentou 37% em 40 anos...


Casamento entre pessoas do sexo feminino e masculino aumentou 37% em 40 anos

 

 

Júlio PinheiroNúmero de casamentos de pessoas do mesmo sexo cresceu

O Brasil registrou 1,1 milhão de casamentos entre cônjuges dos gêneros masculino e feminino em 2014. O dado faz parte da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2014, divulgada hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número é 37,1% superior ao total de casamentos registrados em 1974, data da primeira pesquisa feita pelo IBGE. Na época, o país teve 818,9 mil casamentos registrados entre pessoas do sexo masculino e feminino. Já os casamentos entre cônjuges do mesmo sexo totalizaram 4.854.

Ao longo da série histórica da pesquisa (1974 a 2014), a idade média dos homens ao se casar passou de 27 para 30 anos, enquanto a das mulheres passou de 23 para 27 anos. Já nos casamentos homoafetivos, em 2014, a idade média observada foi de 34 anos tanto para homens quanto  mulheres.

A pesquisa do IBGE indica que, entre 2013 e 2014, a variação no número de uniões civis foi 5,1%, o que, em termos absolutos, representou 53,9 mil casamentos a mais. A relação de uniões civis por mil habitantes de 15 anos ou mais de idade, ficou em 7,14 no ano passado, uma relação que se mantém estável desde 2006.

O levantamento indica que, nos últimos 40 anos de levantamento de registros de casamentos civis realizados no país – depois das altas taxas de nupcialidade legal observadas na década de 70, quando se registravam, em média, 13 casamentos por grupo de mil habitantes – há uma tendência de queda na taxa de nupcialidade desde a década de 80, quando este indicador passou a apresentar valores em torno de 11 casamentos por grupo de mil habitantes.

Na década de 1990, segundo o IBGE, ocorreu a redução mais acentuada da série, com a taxa passando de 7,96 por grupo de mil habitantes para algo próximo de 7 uniões civis por grupo de mil habitantes no fim do período.

Os registros de casamentos entre os cônjuges masculino e feminino ocorreram em maior número na Região Sudeste, onde foram contabilizados 533 mil casamentos, o equivalente a 48,4% do total do país, seguido das regiões Nordeste, com 23,5%; Sul, com 12,5%; Centro-Oeste, com 8,4%; e Norte, com 7,2%.

Já no que diz respeito às unidades da federação, São Paulo apresentou o maior percentual de registros de casamentos (55,4%) e, em proporções ligeiramente menores, o destaque ficou com o Paraná (46,6%), Goiás (46,5%) e Pará (40,6%). No outro extremo, as menores proporções foram constatadas no Amapá (2,6%), Roraima (3,2%) e Sergipe (3,4%).

Agência Brasil

 

 Número de uniões homoafetivas cresceu 31% em 2014, diz IBGE

Publicação: 2015-11-30 11:36:00 
 
Dados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2014, divulgados hoje (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que foram realizados no ano passado 4.854 casamentos entre cônjuges do mesmo sexo, o que representa aumento de 31,2%.
Júlio PinheiroNúmero de casamentos de pessoas do mesmo sexo cresceuNúmero de casamentos de pessoas do mesmo sexo cresceu

Foram 1.153 uniões homoafetivas a mais que em 2013. No total, em 2014, os casamentos homoafetivos representaram 0,4% do total de casamentos efetuados no país. Os dados sobre casamentos entre pessoas do mesmo sexo vêm sendo levantados pelo IBGE há apenas dois anos.

Dentre os casamentos entre cônjuges do mesmo sexo, verificou-se que 50,3% eram entre cônjuges femininos e 49,7%, entre cônjuges masculinos.

O maior número de uniões homoafetivas deu-se na Região Sudeste, com 60,7% do total; seguida, em proporções bem menores, pelas regiões Sul (15,4%); Nordeste (13,6%); Centro-Oeste (6,9%); e Norte (3,4%).

Entre as unidades da Federação, de acordo com a distribuição percentual regional, São Paulo evidenciou a maior concentração percentual de uniões homoafetivas, registrando 69,6% do total da Região Sudeste, seguido de Santa Catarina, com 45,7%; Goiás registrou 39,0% das uniões homoafetivas da Região Centro-Oeste, seguido do Distrito Federal, com 38,7%. Na Região Norte, o maior número desse tipo de união foi registrado no Pará, com 34,7%.

O número de casamento entre homens e mulheres também cresceu nos últimos dez anos.


Júlio PinheiroNúmero de casamentos de pessoas do mesmo sexo cresceu

Saúde: deficiência na reabilitação/“O que estava difícil, ficou pior”

“O que estava difícil, ficou pior”

Publicação: 2015-11-29 00:00:00 |A diretora técnica do CER, Marilene Soares, que atua na instituição há mais de uma década, demonstra preocupação com as novas demandas que deverão ser atendidas pelo Centro. Ela faz referência aos bebês nascidos com microcefalia no Rio Grande do Norte, que somente este ano chegaram a 60 até a semana passada. “Nós temos pacientes com microcefalia, mas são casos raros. Com essa quantidade, nunca tivemos. Vai ser um problema por causa da falta de profissionais. Alguns desses pacientes terão que ser acompanhados pro resto da vida”, apontou.

Atualmente, 17 mil pacientes de todo o estado possuem cadastro no CER. Além das crianças, jovens e adultos ostomizados recebem atendimento no local. Destes, sete mil estão ativos e, pelo menos uma vez ao ano, são atendidos na unidade. Por mês, o número de atendimentos chegam a 3,5 mil e 12 mil procedimentos. “Nossa procura é muito grande. As mães ainda querem vir para cá. Ainda há, mesmo diante de tantos problemas, credibilidade”, destacou Marilene Soares. Entre os principais problemas listados pela diretora técnica está a obra inacabada e a entrega das órteses, próteses e cadeiras de rodas.
Ana SilvaAlém da precária estrutura física, pacientes sofrem com a falta de profissionais especializados, como pediatras e neurologistasAlém da precária estrutura física, pacientes sofrem com a falta de profissionais especializados, como pediatras e neurologistas

“A empresa não é idônea, abandonou a obra e nos deixou numa situação crítica. Só veio bagunçar a instituição. O que estava difícil, ficou pior. Tivemos que fazer uma força-tarefa para concluir pelo menos os banheiros”, relembrou. Marilene Soares destacou que qualquer processo licitatório é lento e um novo para a retomada das intervenções, seque começou. Há dificuldades na readequação de projetos e planilhas de custos. Nas visitas que fez ao Centro, o governador Robinson Faria se comprometeu a ajudar na recuperação da unidade.

Sobre a entrega das cadeiras de rodas, órteses e próteses, Marilene Soares esclareceu que, os pacientes que requereram os equipamentos até junho de 2014, deverão recebê-los em breve. Estão previstas 3,1 mil entregas até o primeiro semestre do ano que vem. Quem protocolou pedido depois de junho do ano passado, deverá ter ainda mais paciência. Não há prazo nem para a abertura de uma nova licitação. O Tribunal de Contas do Estado (TCE), inclusive, abriu uma tomada de contas especial para acompanhar a aquisição desses equipamentos.

A vice-presidente da Associação Neurinho, Juliana Andrade, destacou que o CER é de extrema importância para os pais de crianças com necessidades especiais, principalmente os mais carentes, e precisa de uma atenção melhor do Executivo Estadual. “A gente esperava uma atenção maior, pelo fato do governador ser pai de uma criança especial. É uma triste realidade que enfrentamos todos os dias e só sabe quem passa por ela”, destacou.

Memória


Em 13 de julho de 1990, o então governador Geraldo Melo inaugurou o Centro de Reabilitação Infantil (CRI). A primeira diretora do Centro foi Ana Lúcia de Souza Carvalho, que no discurso de inauguração agradeceu a iniciativa do Governo do Estado. O secretário estadual de Saúde à época, Pedro Melo, disse na ocasião que a obra possibilitaria a cidadãos diferentemente capacitados a progredir e avançar em sua própria história.

As obras do CRI consumiram 90 milhões de cruzeiros velhos, financiados pelo Ministério da Previdência Social e Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). No dia da inauguração, Geraldo Melo  discorreu sobre as dificuldades iniciais em se conseguir verbas para a construção do Centro de Reabilitação Infantil, mas declarou ser um "grande presente de Deus" a oportunidade de entregá- lo.

Ainda em seu discurso o governador Geraldo Melo lembrou o abandono em que foi encontrado o Centro de Reabilitação Infantil, no início de seu governo, acrescentando que as poucas construções estavam em ruínas, sendo necessário reiniciá-las. O Centro de Reabilitação teve sua construção paralisada no governo do ex-governador José Agripino Maia.

Sua concepção original contemplava  atendimentos nas áreas de Atividades de Vida Diária (AVD), estimulação precoce, prótese e órtese, neurologia e musicoterapia. E tudo isso com a participação de equipe especializada que poderá atender, inclusive, crianças do interior do Estado e outras capitais. No Centro de Reabilitação Infantil serão atendidas crianças de zero a 18 anos e atenderia deficientes de todo o Rio Grande do Norte e de algumas cidades da Paraíba e Ceará.

 

 

Saúde: deficiência na reabilitação

Publicação: 2015-11-29 00:00:00 
  •  
Ricardo Araújo
Repórter

Aos doze anos de idade, Lázaro (nome fictício), não entende as dificuldades que sua mãe, a dona de casa Francisca Auzenira, enfrenta para levá-lo semanalmente ao Centro Especializado em Reabilitação, o antigo CRI, em Natal. Acometido por paralisia cerebral, teve o desenvolvimento intelectual e motor tolhido pela patologia. Seu corpo franzino e comprido não cabe mais na mesma cadeira de rodas que usa há pelo menos uma década. Enquanto o novo equipamento locomotor não chega, numa espera que se arrasta por quase três anos, sua mãe lamenta o descaso e afirma que quem “precisa de uma severa reabilitação é o próprio Centro”. O drama de Francisca e do filho, porém, não é exclusivo. É o reflexo de como hoje funciona o primeiro Centro Especializado em Reabilitação do estado, inaugurado em 1990, cuja escassez de profissionais coloca tratamentos  em xeque, numa estrutura física sucateada, para onde serão levados os bebês com microcefalia recentemente nascidos no estado.
Ana SilvaPacientes que precisam de atendimento sofrem com a espera por equipamentos e estruturaPacientes que precisam de atendimento sofrem com a espera por equipamentos e estrutura

Limpando o filho num dos corredores da unidade, pois a velha cadeira de rodas não passa na porta dos banheiros reformados há pouco mais de um ano, Francisca Auzenira resumiu, em poucas palavras, o que é depender do Centro. “Hoje, eu vejo o CRI num dilema. Faz três anos que eu luto para conseguir fisioterapia integral para o meu filho e não consigo. Você consegue entender o que é ver seu filho atrofiando?”, indagou emocionada.  Na quinta-feira passada, ele fez a última sessão de fisioterapia do ano. Os últimos 30 minutos de um tratamento que deveria ser quase que diário. “Só volta em fevereiro. Não tem profissional. Quando tem, falta o equipamento. Tudo aqui é dificuldade”, assegurou. Além da cadeira de rodas, Lázaro aguarda um par de órteses para que suas pernas não atrofiem ainda mais. A data de entrega dos equipamentos, porém, é uma incógnita.

As histórias dos pais que recorrem ao antigo Centro de Reabilitação Infantil parecem compor um único enredo. Pais e mães se emocionam ao falar do que julgam “humilhante”. “Fiz um cadastro em 2013 e ainda não recebi nada. A previsão que deram não foi cumprida”, disse Edilaine Cristina, mãe de uma menina de oito anos de idade, portadora de hidrocefalia e mielomeningocele, que também anseia por uma cadeira de rodas. Há pelo menos um ano, a filha de Edilaine espera por atendimento fisioterápico. “Não tem dentista, pediatra, neurologista. Não tem nada. Hoje, ela só faz acompanhamento com a fonoaudióloga. Uma vez por semana e por meia hora”, frisou. Por causa dos problemas causados pela falta de profissionais no Centro, Edilaine Cristina disse que a filha regrediu o quadro evolutivo e desaprendeu a deglutir.

Nomeado para a direção-geral do CER em março deste ano, o fisioterapeuta Sarcinelli Clemente Araújo Avelino, esclareceu que a licitação para a compra de mais cadeiras de rodas e para banho está em curso e, algumas da licitação antiga, começaram a ser entregues. Hoje, conforme dados do próprio CER, pelo menos dois mil pacientes aguardam equipamentos que devem ser doados pela instituição. Quanto à falta de profissionais, o diretor-geral argumentou que “o problema é gerado, infelizmente, pela não realização de concursos públicos”. Indagado se o remanejamento de especialistas de outras unidades estaduais não mitigaria a crise, ele foi taxativo: “A solução não é essa. A solução é concurso público”.

Diferente da concepção original, o CER hoje não é um centro de pesquisa científica, de treinamento e formação de especialistas. É um dos únicos do país financiado exclusivamente por recursos do Tesouro Estadual e União, mas não consegue ser uma instituição modelo.


Construído numa área de 5,7 mil metros quadrados, o Centro de Reabilitação dispõe de salas de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, psicomotricidade, pedagogia inicial (clínica), oficinas para trabalho de artesanato, pintura e cerâmica. Sem manutenção por anos a fio, as marcas da ação do tempo estão nas paredes, no teto e no piso. Uma licitação para uma ampla reforma da unidade, com recursos da ordem de R$ 1,1 milhão financiados pelo Ministério da Saúde foi deflagrada entre 2013 e 2014.

A construtora LMX Empreendimentos Eireli Ltda-ME foi a vencedora do certame e prometeu entregar, em três meses, os serviços concluídos. Entre eles estava a construção de uma nova piscina, adaptada para portadores de necessidades especiais e dependentes de cadeira de rodas. Sem justificativa plausível, a empresa abandonou o canteiro de obras e, passado um ano, a piscina que servia para práticas esportivas e fisioterapia se transformou num esqueleto de concreto sem nenhuma serventia. “Uma das nossas maiores perdas foi a não conclusão da piscina. Nela, nós fazíamos um trabalho incrível com os cadeirantes, que são os maiores prejudicados pela atrofia muscular”, lembrou emocionado o educador físico da unidade, Francisco Neto. Para a situação mudar, ele destacou que “é preciso um novo olhar sobre o CRI”.
Ana SilvaObra inacabada desativou piscina do Centro de Reabilitação, que era um importante equipamento no atendimento dos pacientes. Obra não tem data para ser retomadaObra inacabada desativou piscina do Centro de Reabilitação, que era um importante equipamento no atendimento dos pacientes. Obra não tem data para ser retomada

O Centro Especializado em Reabilitação vive uma realidade, no mínimo, antagônica. A empresa responsável pela reforma não adequou os banheiros às necessidades especiais dos seus usuários e, situações vivenciadas por Francisca Auzenira e o filho se tornaram comuns. Onde todos os ambientes deveriam ser adaptados, as portas de alguns banheiros não suportam a passagem de uma cadeira de rodas, enquanto outros estão interditados por problemas hidráulicos. Há, ainda, os problemas na rede elétrica, ainda do inícios da década de 1980, que não suporta a instalação de determinados equipamentos.

Sobre os problemas elencados, o diretor-geral da unidade, Sarcinelli Clemente Araújo Avelino, disse que “está tendo uma readequação do projeto e uma nova empresa será contratada”. Desde o dia 29 de setembro, porém, o Processo Nº 206328/2013-1-Sesap,  cuja descrição diz “solicitamos urgente providenciar licitação para reforma e manutenção nas instalações físicas e acessibilidade do nosso centro, informamos que os recursos são do convênio 772009/2012 - contrato de repasse 0389585-80/2012, s/anexo”, foi enviado à Secretaria de Estado da Infraestrutura (SIN), mas sem nenhuma movimentação posterior.

No que tange a retomada da obra, o diretor-geral do CER destacou que deverá ocorrer em fevereiro próximo e, indagado sobre os motivos pelos quais o Centro chegou ao ponto atual respondeu que “quando chegou, a realidade já era aquela e, apesar dos problemas estruturais, estamos dando o nosso melhor”. Representantes da LMX Empreendimentos Eireli LTDA-ME foram procurados para comentar o motivo do abandono da obra, mas não foram localizados. Recentemente, a mesma empresa venceu outra licitação aberta pela SIN, para a reforma das unidades prisionais, também não concluída. Somente este ano, o governador Robinson Faria visitou o CER em duas ocasiões. Em uma delas, anunciou a retomada das obras brevemente, o que não ocorreu.

MIDIAS SOCIAIS COMPARTILHA...

Gostou? Compartilhe !!!

Postagens populares

visitantes diariamente na REDE MANDACARURN