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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Moradores em situação de rua atendidos no HMWG sofrem com desassistência social em Natal...







Moradores situação rua atendidos no HMWG sofrem com desassistência social em Natal



Pacientes moradores situação rua atendidos pelo Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG), tem sido vítimas da desassistência social e da violência na capital potiguar. Somente este ano, 20% das internações registradas de pacientes sem identificação eram de moradores de rua violentados, dependentes químicos ou alcóolatras, com estado grave de saúde. Na grande maioria das vezes, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) é o responsável pelos primeiros socorros, remoção e transporte destes pacientes para o Walfredo Gurgel. Em algumas situações, contudo, não é possível salvar a vida da vítima, tamanha a gravidade do caso.



O mais recente paciente atendido pelo HMWG a se enquadrar nesse perfil foi admitido no último dia 23 e segue internado na sala de observação I. Transportado ao Walfredo Gurgel pelo Samu, o paciente foi socorrido com sinais claros de embriaguez, aparentando 50 anos, cerca de 64 kg, aproximadamente 1,61 m de altura, pele de cor branca e cabelos pretos lisos. Ao Walfredo Gurgel o Serviço de Atendimento disse que a vítima era moradora de rua e que possui histórico de insuficiência respiratória e alcoolismo.
“É uma situação muito preocupante. Estas pessoas vivem geralmente marginalizadas, em condições impróprias de vida, abusando de drogas e de bebidas alcóolicas. Ou seja, estão se autodestruindo, sem que haja alguém que as ajude a sair desse caminho, quase sempre, sem volta”, diz a diretora geral do HMWG, Maria de Fátima Pereira Pinheiro.
Quando não vão a óbito, estes pacientes necessitam de longos períodos de internação para a total recuperação de seu bom estado de saúde. Nestas situações, um mesmo leito pode permanecer meses sem rotatividade, contribuindo para o inchaço dos corredores no PSCS. Devido ao perfil de desassistência social, a alta médica, para estas pessoas, nem sempre é a solução. Como não possuem residência fixa, trabalho ou familiares, o hospital não pode liberar o doente sem que, antes, ele tenha um abrigo para moradia e alimentação.
“Este é outro problema que temos de enfrentar. Não podemos simplesmente devolver o paciente para a rua. É preciso encontrar algum serviço que o acolha e o proteja. Não seria correto, em pleno século XX, encaminhar este cidadão que não possui a menor condição social de sobrevivência, de volta para a rua, uma vez que é garantido pela Constituição de nosso país, o direito a todo o amparo social (habitação, alimentação, saúde e lazer)”, afirma a chefe do Serviço Social do HMWG, Sandra Moura.

“No município de Natal há uma carência no número de abrigos que recebem moradores situação de  rua. E, mesmo estando de alta, enquanto não conseguimos para onde levar esse paciente, ele fica internado. O serviço social tem como rotina, o encaminhamento desses pacientes para a secretaria do município de Natal responsável por estes casos, porém, o período de aguardo para alguma solução é sempre muito longo, incompatível com a realidade do hospital”, diz Sandra.

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