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quarta-feira, 10 de abril de 2013

RELATO COMPLETO DE INTOLERÂNCIA EM ESCOLA DE RIO BONITO quarta-feira, abril 10, 2013


RELATO COMPLETO DE INTOLERÂNCIA EM ESCOLA DE RIO BONITO

quarta-feira, abril 10, 2013

A MOEDA TEM SEMPRE DOIS LADOS


    Na matéria de Flávio Azevedo ele escreveu: “Depois de ver uma professora ser agredida em sala de aula (pelo responsável de uma aluna), os profissionais de Educação do Colégio Municipal Dr. Kingston de Souza Motta, no Parque Andréa (2º Distrito) fizeram, nessa segunda-feira (08/04), uma paralisação. ..”

Quem viu esta agressão ? Quem se importou de apurar realmente os fatos?

A mídia está como sempre execrando mãe e filha por um fato mal contado, mentiroso, sem ninguém ter se dado o trabalho de verificar os dois lados da história. Parece que os vinte e quatro anos de profissão da Professora Rita do citado colégio, funcionaram como rolo compressor para ela achincalhar com a vida de duas pessoas, sem que a contraparte não tivesse a menor oportunidade de defesa.
   
Pois eu fui lá ver e ouvir o outro lado, mas vi e ouvi pessoalmente, não este alegado “Depois de ver uma professora ser agredida em sala de aula (pelo responsável de uma aluna), os profissionais de Educação do Colégio Municipal Dr. Kingston de Souza Motta, no Parque Andréa (2º Distrito) fizeram, nessa segunda-feira (08/04), uma paralisação. “     Então eu lhes digo: Tudo isso È MENTIRA.!!!

    Trago a réplica da mãe acusada como agressora. Tenho o depoimento gravado dela que de modo algum houve agressão física.. Venho explicar passo a passo, segundo palavras dela, avalizadas pela pessoa que a acompanhou até a escola e o que ocorreu foi o seguinte.

    A filha da Rosana, de 10 anos e que se chama Maria Eduarda, relatou em casa que a Professora de 24 anos de profissão pedagógica, sempre puxa pelo braço e sacode os alunos. Se eles estão mais agitados, ela os manda bater com a cabeça na parede para diminuir o “nervosismo”. Voces estão chocados? Acham que é mentira?
Mais de uma mãe está admitindo este comportamento desta senhora, mas tem MEDO, como todos os que são colocados à margem da sociedade pela pobreza e falta de estudo. Quem sabe com a divulgação da VERDADE, estas mães criem coragem de fazer uma movimentação mostrando como é a pedagogia aplicada nesta escola.  A começar do absurdo de suspender um dia de aula de toda uma escola por causa de uma menina de 10 anos, isto é ganharem uma bela 2ª feira de folga, quem não quer aderir a uma facilidade destas?

     Pois bem, esta mãe, dirigiu-se à escola acompanhada de seu Irmão no Santo - sim, amigos e amigas, ela e sua filha são da religião do Candomblé, e se vocês se lembram, o Brasil é um país LAICO, onde religião não se intromete  nem deve ser intrometida com qualquer outra situação. Pois bem ao chegar à escola, solicitou a entrada, que foi permitida por alguém na portaria, que não lhe tomou o nome, não perguntou o assunto, não exigiu qualquer identificação. Enorme erro. E se não fossem eles pessoas de bem? E se tivessem entrado por motivos escusos, com intenções ruins? Que tipo de segurança esta escola está fornecendo? Que tipo de segurança todas as escolas públicas de Rio Bonito estão fornecendo?

    Sem ninguém para lhes recepcionar ou orientar, entraram pelas dependências da escola procurando a 2ª série, foram de uma sala a outra, e o mesmo comportamento. Nenhuma professora estranhou, ou conduziu a mãe e seu acompanhante à secretaria, ninguém lhe indicou a Diretora para uma reunião particular. A mãe encontrou finalmente a sala da filha, e dirigindo-se ali mesmo à porta da sala, não teve alternativa senão esclarecer em público o motivo de sua visita. Queria saber  se era verdade o modo brusco e agressivo da professora com sua filha. A professora Rita com 24 anos de profissão,  mais uma vez em erro crasso, ainda não desta vez conduziu aquela mãe aflita a um ambiente reservado, junto à Diretora. Começou a falar alto e ironicamente, e coincidindo da menina estar entrando na classe, mostrou como fazia usualmente, pegou o braço da mesma e a sacudiu. Aquela mãe, plena de direito e revolta, perguntou à professora: “Você está maluca? Como faz uma coisa destas com minha filha?”  Está aí, meus amigos e amigas a tal grande agressão que alastrou-se como fogo por toda parte, crucificando uma mãe que até então nem estava acreditando na gravidade das agressões, mas viu pessoalmente que não havia exagero nas reclamações da filha.

    Ocorre que, mesmo havendo um porteiro presente na escola neste momento, não impediu que outras pessoas, da rua, fossem entrando na escola, o que depois configurou-se como se todos estivessem no mesmo grupo provocando baderna.. OUTRA MENTIRA. As outras pessoas nada tinham a ver com Rosana e seu  Irmão no Santo.Não houve em momento algum qualquer violência por parte destes. Ou qualquer envolvimento com outras pessoas. Tanto, que havia um policial na escola, pois há boatos de drogas na porta da mesma, em momento nenhum sequer ele tomou interveio, nem houve exame de corpo de delito na professora “agredida”. Vocês  estão acompanhando e refletindo sobre isso? Vocês já aprenderam que sempre há dois lados da mesma moeda?

    Mas a história não termina aqui. A senhora Prefeita Solange depois compareceu à escola, com escolta de carro com cinco policiais, ostentando força, como se ali um bando de delinquentes fossem cometer algum confronto. Mesmo sabendo que a Rosana estava presente, começou a discursar, dizendo que não iria mais admitir qualquer tipo de violência, blá, blá, blá. Indignada por estar presente e a prefeita não se dirigir a ela, Rosana se apresentou em começou a falar em sua defesa. Qual não foi a enorme surpresa, de ouvir da prefeita, que sua filha iria ser transferida para outra escola na Praça Cruzeiro. A prefeita estranhamente também começou a falar da vida pessoal de Rosana, perguntando-lhe se ela morava numa das casas doadas (das quais parecem que vão ser despejados 51 familias...), e que ela havia escutado que sua casa estava se transformando em um Barracão (termo utilizado para templo de Candomblé), e que  os vizinhos haviam reclamado que em sua casa pessoas entravam e saiam com roupas estranhas (a roupa branca consagrada aos adeptos candomblecistas). Só que, a casa dela não é  Barracão, e a prefeita misturando alhos com bugalhos, neste momento cometeu TORTURA PSICOLÒGICA, podendo responder judicialmente por isso.

    E então, sociedade Riobonitense, que adora cravar as unhas nas mais frescas fofocas, vocês estão vendo o TAMANHO da situação? A Senhora Prefeita disse que o “Município está incomodado” com esta situação! Mas qual situação mesmo, dona Prefeita? Que a professora de 24 anos de profissão se mostra inadequada e inepta para tratar com as crianças de hoje? Que a moça seja de uma religião ultrajada por adeptos de outra religião, numa prova diária de INTOLERÂNCIA RELIGIOSA?  E o suprassumo da inconveniência, a senhora Prefeita perguntou várias vezes se a Rosana era casada,se tinha marido!!!! Onde nós estamos???? Que tipo de atitude coerciva é esta?

    Vamos lembrar  algumas coisas:

A Constituição da República apesar do disposto em seu artigo 19, inciso I protege a liberdade de crença, o livre exercício dos cultos religiosos e o faz da seguinte forma:
Art. 5. VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;


Vale também colocar que, de acordo com o artigo 19, inciso I da Constituição,  é vedado ao Estado embaraçar o funcionamento dos cultos religiosos.

Deixo aqui ainda transcrição de parte do depoimento de Pai Raimundo Ribeiro em seu perfil no Facebook:

“Bom dia amigos, estou chegando do colégio Kingston Mota, aonde fui recebido no portão, não sei se é porque estava vestido a caráter, como sacerdote do candomblé que sou, será que um padre seria atendido no portão? Um pastor seria atendido no portão? Mas a direta adjunta Leticia , que foi muito educada, apesar de ter me recibo no portão do lado de fora da escola.conversamos, e pedi que pedisse aos funcionários para não estimular a intolerância religiosa, pois sei que a maioria é evangélica, e ficam apontando a Maria Eduarda, a aluna, como "aquela do candomblé, que serve ao demônio". Convido a todos para visitarem o blog http://raimundomiranda.blogspot.com.br/, no qual tem vários rezas e louvores que usamos, se acharem alguma menção ao demônio... E segundo relatos da mãe, que todos estão dizendo que agrediu a professora Rita, não foi bem assim, eu pediria ao Flávio Azevedo,um jornalista imparcial que o é, convidasse a mãe, Rosana Martins dos Santos, para falar no seu programa e desse a sua versão dos fatos.”

Aí está, tudo poderia ser diferente, mas por descaso, preconceito, soberba e arrogância de alguns, e porque muitos acreditam sem ver e só sabem copiar e repetir, em vez de raciocinar e ver os dois lados da moeda, isto aí parece que vai dar panos para mangas, num já tão desastrado, mal ajambrado e incorreto (des)governo.

Alex Hudson
Rio Bonito - RJ



Áudio encontra-se com o autor para ser utilizado para dirimir qualquer dúvida.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Ponto de Exú - Eu amei alguém


HOJE SOFREMOS MAIS UMA AGRESSÃO PELA LUTA DE TODOS OS DIAS...

No auge de nossos 42 anos muita luta e agua ja passaram na nossa vida e como todos os que me conhecem por onde passei a luta pela igualdade e pelo ação colegiada contra disumulações e a ascenção a qualquer jeito e feito nos sempre desde cedo lutamos apredemos dentro da ditadura e dentro das escolas publicas por onde passamos como nao a formação de dois nordestinos e sertanejos que por aqui ja passaram e cumpriram a sua missão a um ano atras hoje lutando pela igualdade e pela consolidação dos direitos coisa que tomei para minha vida apesar dos preços que por pagamos sempre vivemos a pao e agua com recursos mininmos e muita fe o boa vontade mais a nossa luta as vezes parece desigual quando por acreditar e querer um brasil melhor somos agredidos caluniados e acima de tudo nossa missão e conurbada com os imediatistas e muitos aproveitadores e aproveitadoras que permeiam nossas vidas, emfim a luta e uma constante diversas vezes somos passados para tras, roubados e serciados em nossos pensamentos e ações, atos e palavras e bem como nas nossas omissões e faltas acreditando sempre num brasil melhor e numa estadia melhorada continuaremos a nossa luta contra o individualismo e contra os abusos ora cometidos preço muitas vezes alto que pagamos seja na vida secular, religiosa e espiritual também espero entao que um dia possamos nos passar desta para outra ou mesmo continuar aqui como ente querido ou não mais com uma acertiva lutamos cotidianamente contra os arvoreios da vida em todas as suas nuances e devaneios emfim agradecemos a todos os que nos cercam os que passaram por nois e todos os que ainda passaram nossas preces, bençãos nosso sempre kolofe olorun
"a todos sabendo de uma coisa mesmo com ameças a nossa luta vai continuar ardorosa e continua emfim a vida que nao vale um luta com consciencia nunca sera uma vida plena e integralizada com plenitude"
emfim mais um dia mais uma agressão sofrida por luta pelos ideiais de nossas vidas;;;;

O esquema de supostas fraudes investigado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte aponta que apenas uma empresa lucrou R$ 1,1 milhão no ano de 2012 apenas em contratos firmados com a Prefeitura de Guamaré. - vejam MIAS UMA ONDE NAO FALTA DINHEIRO PUBLICO NO RN...

A Operação Máscara Negra, sob apoio da Polícia Militar do RN, prendeu nove pessoas. A maioria ocupa ou já ocupou cargos públicos. De um total de dez mandados de prisão, apenas o ex-prefeito de Guamaré, Emílson de Borba Cunha, conhecido como Lula, agora considerado foragido. O valor do superfaturamento, de acordo com o Gaeco, chegava a ser até quatro vezes superior ao normal.

O esquema de supostas fraudes investigado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte aponta que apenas uma empresa lucrou R$ 1,1 milhão no ano de 2012 apenas em contratos firmados com a Prefeitura de Guamaré.
De acordo com a promotora Patrícia Antunes, parte das fraudes ocorria principalmente através de superfaturamento na contratação de bandas, estruturas de som e palco feitos na modalidade "inexigibilidade de licitação". Esses contratos, ainda de acordo com a coordenadora do Gaeco, chegavam a custar até 400% acima do preço cobrado pelos mesmos serviços e/ou estruturas em outros municípios.

Em alguns casos, ocorria a emissão de cheques em nomes das bandas, mas que na verdade seriam eram sacados por servidores das duas prefeituras, e em seguida faziam o rateio entre eles.

Além das prisões, o MP conseguiu cumprir os 59 mandados de busca de apreensão nos municípios de Macau [23], Natal [12], Guamaré [12], Mossoró [2], Caraúbas e Parelhas [um mandado em cada cidade]. Houve mandados de busca e apreensão também nos estados da Paraíba, Ceará, Pernambuco, Bahia e São Paulo.

Confira íntegras das ações de Macau e Guamaré.

De acordo com a promotora e coordenadora do Gaeco, Patrícia Antunes, os presos nesta operação são:

>> Katiúscia Miranda de Fonseca [chefe de gabinete da Prefeitura de Guamaré];
>> Kaliny Karen de Fonseca [filha do ex-prefeito de Guamaré, Auricélio dos Santos Teixeira, e que ocupa o cargo de Secretária de Turismo naquele município];
>> Kelley Margareth Miranda de Fonseca [ex-secretária de Turismo de Guamaré, e mulher de Auricélio Teixeira];
>> Gelsa Morais, tesoureira da Prefeitura de Guamaré;
>> Tércia Raquel, secretária de Administração e Finanças de Guamaré;
>> Francinilson Nunes Cabral;
>> Fábio Alves de Miranda;
>> Rosângela de Morais Freire;
>> Clodualdo Bahia, empresário do ramo de decoração.

O MP informou ainda que as buscas e apreensões ocorreram nos seguintes locais:

>> Escritórias das bandas Cavaleiros do Forró, Forró da Pegação e Deixe de Brincadeira;
>> Designer Brasil, de propriedade do empresário Clodualdo Bahia;
>> Rafa Produções;
>> Escritório da banda Aviões do Forró;
>> KN Produções, em Mossoró;
>> Residência do artista e atualmente vereador de Natal, Christiano, conhecido como Junior Grafith, localizado em Nova Parnamirim.

Juiz decreta intervenção no Hospital da Mulher - vejam para onde vao recursos roubados da saude publica do RN governo do estado agora confirmado intervenção...


Juiz decreta intervenção no Hospital da Mulher

O juiz Luiz Alberto Dantas Filho, da 5ª Vara da Fazenda Pública da comarca de Natal decretou intervenção do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, em Mossoró. A decisão foi proferida na sexta-feira (5) e publicada no site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte nessa segunda-feira (8).
rodrigo sena- 07/11/2012O Inase gerencia o hospital desde outubro do ano passadoO Inase gerencia o hospital desde outubro do ano passado

De acordo com o juiz, a decisão sobre o decreto de intervenção foi tomada a pedido do Ministério Público Estadual, por meio da Promotoria do Patrimônio Público, que questionou a legalidade da parceria entre o Governo do Estado e o Instituto Nacional de Assistência à Saúde e à Educação (Inase), organização social responsável pela atual administração do hospital. Em fevereiro, o MP questionou a legalidade do processo de qualificação e contratação do Inase.

Dois pedidos de qualificação com a proposta do instituto foram encaminhados à governadora nos dias 27 de junho e 26 de julho de 2012. Porém, de acordo com o os argumentos dos promotores do Patrimônio Público, o edital para a contratação da organização social só foi publicado no dia 4 de agosto. “O Inase não é uma organização social, mas uma empresa de fato, cujos sócios se reúnem às vésperas e modificam o seu ato constitutivo com o fim de viabilizarem os interesses mercantis”, disseram.

Segundo o juiz Luiz Alberto Dantas Filho, os problemas envolvendo o Hospital da Mulher de Mossoró teriam começado no começo de 2012, com a contratação da Associação MARCA como gestora do hospital, que saiu “acusada de gestão irregular que causou danos financeiros ao erário”. O contrato com o Inase aconteceu com a saída da MARCA, em outubro de 2012 e é de R$ 28.592.078,21. Em janeiro e março deste ano, o instituto pediu rescisão de contrato alegando falta de repasse do pagamento. Para o juiz “não há mais como essa entidade continuar gerenciando a unidade de saúde em decorrência do embaraço caracterizado”.

Com a decisão, o Hospital da Mulher passará a ser administrado pelo advogado Marcondes de Souza Diógenes Paiva, que também foi o interventor, em 2012, de quatro unidades públicas de saúde de Natal que eram administradas pela Associação Marca. Ele será responsável, durante 90 dias, da gestão do contrato, de relatórios mensais sobre todas as atividades executadas no hospital e da viabilização administrativa e financeira para que o serviço funcione.

Em contato com a reportagem da Tribuna do Norte, a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) afirmou que o órgão ainda não havia sido notificado da decisão e ainda não poderia se posicionar sobre o assunto.

Reunião na Secretaria de Justiça do RN juntamente com representante da SEPPIR (Secretaria Nacional de Promoção de Politicas de Igualdade Racial) de Brasilia


  Representantes da Comissão de  Comunidades de Terreiros Povos e  Religiosos  de Matriz Africana do RN em Reunião na Secretaria de Justiça do RN,  com representante da  SEPPIR (Secretaria Nacional de Promoção de Politicas de Igualdade Racial) de Brasilia e a" posterior ministerio publico"...





Com o proposito do controle social e cidadania assuntos diversos foram tratados com vinda de tecnico da seppir para o rio grande do norte entre eles articulação entre entes federados, destruição das instalações da coordenadoria estadual e abandono pelo governo do estado do RN, comissão gestora de articulção de distribuição de cestas como fomento a comunidades tradicionais e bloqueio pela sepir devido a desvios  a serem carcaterizados e não coadunação com programa e legislação propria a este fim,  inicio da conferencia nacional de igualdade racial, lei 10639 e 11645 no estado e alimento como direito sagrado e segurança alimentar para povos de terreiro do RN e comunidades tradicionais e articulações diversas e formalização e outras pautas....





































domingo, 7 de abril de 2013

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Se você quer somar forças para aumentar o número de leitores/as e compartilhar conhecimentos sobre história e cultura afro-brasileiras, afro-diaspóricas e africanas, está no lugar certo.

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Por que meu blog precisa de parceria?
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Igualdade racial na agenda governamental: trajetória e desafios Tatiana Dias Silva

Igualdade racial na agenda governamental: trajetória e desafios Imprimir
Tatiana Dias Silva
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Marcada pela escravidão e alimentada pela subordinação e invisibilidade dos negros após a Abolição, a desigualdade racial permanece como um dos mais perversos traços da desigualdade social no País.

A questão racial, na primeira metade do século XX, foi objeto de discurso fundado em teorias racistas e no ideal de branqueamento da população, em que se baseavam políticas de incentivo à imigração europeia e de elogio à miscigenação, como perspectiva da dissolução do componente negro na sociedade brasileira. Apenas em 1951 o racismo foi alvo de intervenção governamental, por meio da Lei Afonso Arinos, ainda assim motivada pelo impacto internacional de atos discriminatórios sofridos por estrangeiros no País.

O tema passaria boa parte da segunda metade do século constrangido pelo discurso da democracia racial, que não apenas afirmava a inexistência da discriminação como fenômeno ativo na sociedade brasileira, como ainda exaltava sua dinâmica, que permitia convivência harmônica entre os grupos raciais.

Diante desse contexto, a atuação de organizações do movimento negro foi intensa, denunciando as desigualdades raciais e o racismo, preservando a cultura afrodescendente e oferecendo alternativas para o projeto nacional de desenvolvimento.

Na década de 1960, embora tenham sido ratificados importantes tratados internacionais (por exemplo, a Convenção 111, concernente à discriminação em matéria de emprego e profissão, em 1968, e a Convenção Internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação, em 1969), negava-se a desigualdade e a discriminação racial a ponto de se eliminar a pergunta sobre cor no Censo de 1970.

Com a redemocratização e a Constituinte de 1988, ampliou-se a mobilização em torno do combate ao racismo e às desigualdades raciais. Nesse ano, assistiu-se a mobilizações críticas acerca dos 100 anos da Abolição e à criação da Fundação Cultural Palmares, primeiro órgão federal dedicado à questão racial.

Por sua vez, a Constituição de 1988 promoveu significativos avanços: o racismo foi disciplinado como crime inafiançável e imprescritível (Art. 5); e foi reconhecida a propriedade definitiva das terras quilombolas (Art. 68 ADCT) e a diversidade cultural, como patrimônio a ser preservado e valorizado (Art. 215 e 216).

Em seguida, destacam-se as leis 7.716/1989 e 9.459/2007, respectivamente conhecidas como Lei Caó e Lei Paim, dedicadas ao combate à discriminação racial. Com a Marcha Zumbi dos Palmares contra o Racismo, pela Cidadania e a Vida, em 1995, o tema ganha novo impulso e mais espaço na agenda governamental. Em resposta, é instituído o Grupo de Trabalho Interministerial de Valorização da População Negra, no âmbito do Ministério da Justiça.

Outro marco na trajetória pela igualdade racial no país foi a III Conferência Mundial contra Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata (Durban, África do Sul, 2001), que promoveu uma evolução nas respostas governamentais ao tema. Desde então, o governo tem avançado na consolidação do combate às desigualdades raciais, à discriminação e ao racismo como área de intervenção estatal, apresentando, como alternativa de enfrentamento, uma série de ações que têm como ponto central a criação da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, em 2003. Todavia, permanece o desafio de compreender o racismo como estruturante das relações sociais, o que se reflete no ainda insuficiente tratamento do tema pelas políticas públicas.

Desse modo, apesar de inegáveis conquistas, a política de promoção da igualdade racial ainda precisa alcançar centralidade nas estratégias de desenvolvimento nacional. Os negros permanecem como os menos beneficiados pelos progressos usufruídos pelo conjunto da população: são as principais vítimas de violência e estão sobrerrepresentados entre os analfabetos, entre os desempregados, entre os trabalhadores com ocupações precárias e entre os mais pobres – em que pese a redução desses indicadores no período em voga.

Aliado à urgência para reposicionamento estratégico do tema, outro importante desafio refere-se à condução setorial e operacional da política. Para tanto, é preciso avançar no desenvolvimento de uma gestão transversal que, nesse caso, deve envolver um modelo que incorpore, aos diversos campos da política pública, o combate ao racismo e a promoção da igualdade racial, por meio de abordagem multidimensional e integrada, atravessando vários campos de atuação e “ressignificando” suas respectivas atividades.

Desse modo, avançar na promoção da igualdade racial implica tanto redirecionamento do tema em nível estratégico, como o aperfeiçoamento do entendimento sobre a gestão da transversalidade e seus requisitos operacionais, seus instrumentos de ação e sua inter-relação com o ciclo das políticas públicas, desafios inadiáveis para uma gestão pública que tenha como meta o fortalecimento da democracia e da justiça social.
___________________________________________________________________________________
Tatiana Dias Silva é coordenadora de Igualdade Racial do Ipea e da Coordenação de Igualdade Racial da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais.

Avanços e desafios da igualdade racial é tema do NBR Entrevista


sábado, 6 de abril de 2013

Conhecendo o CENERAB - REDE MANDACARU BRASIL EM PARCERIA NACIONAL COM CENERAB - Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-brasileira



Em Outubro de 1991, no Estado do Rio de Janeiro, por ocasião do I Encontro Nacional de Entidades Negras, religiosos de matriz africana de todos os Estados da Federação reúnem e cria o CENARAB – Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-brasileira, entidade sem fins lucrativos, que tem como objetivo congregar e organizar religiosos de matriz africana, organizando as nossas casas para o embate à intolerância religiosa. 

A história do CENARAB se confunde com a história da militância negra brasileira, na busca de um país livre de toda e qualquer forma de racismo, o CENARAB vem ao longo destes anos se pautando em uma agenda comprometida com a liberdade, com a ética e a participação organizada dos setores que representa, apresentando propostas políticas públicas, organizativas e inclusivas deste setor historicamente excluído da agenda política do país. A história do Brasil é marcada pelo racismo, a discriminação racial e o CENARAB é reconhecidamente uma entidade aguerrida na construção de um país democrático, que respeite sua pluralidade de formação. 

A intolerância religiosa é uma das formas mais cruéis para a expressão do racismo, pois lida diretamente com a expropriação dos direitos inalienáveis do cidadão, busca retirar deste sua humanidade e projetar em sua realidade confissões e dogmas religiosos que não pertencem às tradições de matriz africana.

O CENARAB tem como papel organizar os/as sacerdotes, sacerdotisas de matriz africana investindo em sua formação, preparando-os para lidar com a realidade de uma sociedade que não os reconhece em sua plenitude. Organizar o CENARAB é assegurar aos milhares de religiosos e simpatizantes das religiões de matriz africana, uma representatividade expressiva na luta contra a intolerância religiosa.

Nos 15 anos que nos separam da data de criação do CENARAB, uma história muito bonita foi construída, uma história que mistura emoção, gratidão e desejo de ver nossas casas/templos reconhecidas por sua importância e papel social. Hoje, nos encontramos com problemas concretos no que diz respeito a nossa legalidade, mas não tem sido este fato impedimento para que continuemos a propor ações concretas que de fato visem colocar nossos templos no seu devido lugar junto à sociedade.

Somos milhares de sacerdotes e sacerdotisas de matriz africana espalhados por este país continente, cujos direitos constitucionais não são considerados, nossos templos são de propriedade privada para uso coletivo e ainda assim sofremos toda sorte de discriminação e intolerância religiosa. A nossa história é a história da resistência, é a história de uma gente que busca a cidadania plena independente de seu credo e de sua fé. E o CENARAB tem um papel histórico nesta política de afirmação e de auto estima.


As diversidades e a realidade brasileira em muito contribuiu para o desmantelamento da direção nacional do CENARAB, visto ser esta diversificada e representada por militantes nas diversas regiões brasileiras. As últimas tentativas de reunir a direção nas                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          esferas e propiciar um momento para a troca de experiências assegurando a organização e fortalecimento do CENARAB, significa assegurar a continuidade de nossa atuação independente do cenário político que se desenhará a partir das eleições de outubro.

Hoje somos reconhecidos pelo Estado brasileiro enquanto espaços públicos para a implementação de políticas públicas, o que significa um avanço. Somos milhares de templos espalhados pelo país, cuja existência depende exclusivamente da vontade individual, onde estes são de propriedade privada para uso coletivo, contrastando com uma realidade totalmente diferente dos templos das demais religiões que se estruturaram em nosso país. Aliás, é sabido por todos que o Estado brasileiro em vários momentos de sua história se confundiu com religiões, tendo assimilado dogmas e paradigmas das religiões cristãs, tendo inclusive patrocinado o tráfico transatlântico e a escravidão de milhões de negros brasileiros, sob a bandeira desta fé. 
Os negros são mais de 50% da população.                                                                                                                                                                                                                                           Assim estaremos preparando os sacerdotes de matriz africana dos diversos Estados brasileiros para o embate diário, aprofundando o debate sobre as diversas formas como a intolerância religiosa no país vem afetando nossa prática religiosa.

Discutir sobre o papel do Estado e a necessidade de implementação de políticas públicas que nos assegure os direitos constitucionais é uma necessidade emergencial, pois, o Estado brasileiro sempre nos negou a importância de nossa contribuição e participação na construção da sociedade brasileira. A partir deste debate estaremos estabelecendo um cronograma de atuação das lideranças religiosas na luta contra a intolerância religiosa.

Garantir a reunião destas lideranças, buscando organizar esta entidade que historicamente tem se destacado na organização dos religiosos de matriz africana, é fundamental para a existência de um Estado e um país mais justo e democrático. Estas lideranças têm muito a contribuir para a formatação de uma sociedade que respeite a pluralidade e diversidade de sua formação.






Natal - Rio Grande do Norte , Julho de 2006




Makota Célia Gonçalves Souza
Coordenação Nacional do CENARAB

Omo Orixa Fernandes Jose Olufon
Coordenação Colegiada do CENERAB RN














sexta-feira, 5 de abril de 2013

oficina nacional dos povos terreiros e matriz africana do brasil MARANHA...


LEIS SONORIDADE DENTRO DE INSTIUIÇOES RELIGIOSAS/Lei nº 4.100/02 (Código do Meio Ambiente do Município do Natal) / Lei nº 8.052/02 (Altera a Lei nº 6.621, de 12 de julho de 1994).

Natal:
Lei nº 4.100/02 (Código do Meio Ambiente do Município do Natal)
Art. 84 – Fica proibida a emissão de ruídos e vibrações em zonas predominante ou exclusivamente residenciais após as vinte e duas horas até seis horas do dia seguinte.
Parágrafo único – Ficam ressalvadas dessa restrição as emissões sonoras produzidas em obras públicas necessárias para a continuidade de serviços de interesse geral e aquelas produzidas por manifestações tradicionais e populares, desde que devidamente autorizadas pela autoridade competente.
Rio Grande do Norte:
Lei nº 8.052/02 (Altera a Lei nº 6.621, de 12 de julho de 1994).
Art. 4º: São permitidos os ruídos que provenham:
I – de sinos de igrejas ou templos e, bem assim, de instrumentos litúrgicos utilizados no exercício de culto ou cerimônia religiosa, celebrados no recinto dos respectivos templos das associações religiosas, no período das 7 às 22 horas, exceto nos sábados e na véspera dos feriados e de datas religiosas de expressão popular, quando então será livre o horário;
Art. 5º: Às festas tradicionais, folclóricas e populares, bem como as manifestações culturais religiosas, não será aplicado o limite do art. 6º desta Lei, assegurando-se a sua realização, mediante prévio comunicado a autoridade competente.
Art. 6º: Para os efeitos desta Lei, consideram-se prejudiciais à saúde, à segurança ou ao sossego públicos quaisquer ruídos que atinjam, no exterior ao recinto em que tem origem, nível sonoro superior a 85 (oitenta e cinco) decibéis.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Mãe de Santo é Executada enquanto estava Manifestada


Fortaleza, Ceará - Terça-feira 27 de abril de 1999 Acusado de matar mãe-de-santo vai a júri Tribunal do Júri de Maracanaú se reúne para segundo julgamento de autor material O homicida Francisco Claudecir Uchoa Vieira, o ‘Meio Pão’, processado como autor material da morte da mãe-de-santo Maria Francisca da Justa, a ‘Mãe Francy’, será julgado na manhã de hoje, pelo Tribunal do Júri de Maracanaú. Ele está sendo responsabilizado por homicídio duplamente qualificado por vingança e surpresa, por não permitir à vítima nenhuma chance de defesa. ‘Mãe Francy’ foi assassinada com um tiro de revólver na cabeça. O pai-de-santo Luiz Barbosa Veras, ‘Luiz de Xangô’, denunciado como autor intelectual (mandante) do crime morreu recentemente. Com relação a ele, o processo, ainda em grau de recurso, será extinto, tão logo seja devolvido à comarca de Maracanaú Julgado no dia 04 de dezembro de 1997, mesmo dizendo-se inocente, ele foi condenado a 14 anos de reclusão. Os jurados, por unanimidade de votos, não aceitaram a tese de negativa de autoria sustentada em seu favor, pelo advogado José Renato Ferreira Torrano. Primário e de bons antecedentes, ele estava em liberdade. O crime aconteceu no dia 22 de dezembro de 1996, durante um ritual de candoblé, na casa da vítima, na Rua da Conceição, no Planalto Cidade Nova, em Maracanaú. As primeiras investigações visando identificar os autores e conhecer suas causas, foram realizadas pelo delegado Domingos de Sousa, do 29 DP, de plantão. Pela maneira como o crime aconteceu, a Polícia não teve muita dificuldade para em desvendá-lo. Como havia muita gente no ritual de camboblé na casa de ‘Mãe Francy’ e esse está sendo filmado, o delegado de plantão fez um levantamento completo de quantos pai-de-santo participaram daquela comemoração interrompida de maneira estúpida, com a morte da dona da casa. Embora fosse amigo de ‘Mãe Francy’, ‘Luiz- de-Xangô’ foi sem ser convidado, ao barraco da conhecida ‘Mãe-de-Santo’. Porque o ritual era exclusivamente para mulheres, o conhecido Pai-de-Santo, não pôde entrar, foi barrado. Os seguranças renovaram o convite e, como não foram atendidos, o fizeram sair aos empurrões. O ritual continuou. Sentindo-se ofendido pai-de-santo, prometendo voltar, disse: “Isso não vai ficar assim”. O camdoblé foi interrompido com um disparo que atingiu ‘Mãe Francy’. © COPYRIGHT 1998 Diário do Nordeste.

Xirê Todos os Orixás de Exú a Oxalá 2


Xirê Todos os Orixas ( De Exu a Oxalá )


seca no Brasil e Nordeste vergonha que desde dom Pedro ha promoessas de convivencias ate hoje so as promoessas POLTICOS SAFADOS E CORRUPTOS QUE O POVO ELEGE SEMPRE A CADA QUATRO ANO...

QUANTOS MILHOES JA GASTAMOS COM A COPA E COM A CONVIVENCIA COM A SECA QUANTO JA FORA GASTO ALEMD A CORRUPÇÃO INDUSTRIA DA SECA E OUTRA FORMA DE EXPLORAR E O VOTO DE CABRESTO CONTINUA EM CADA ESTADO DO NORDESTE EXISTE PELO MENOS UMA FAMILIA QUE ALTERNA-SE NO PODER A SECULOS ENTAO VERGINHA NA CARA NORDESTINOS NA HORA DO VOTO GENTE...
EU NORDESTINO - SERTANEJO COM MUITO ORGULHO DE NOSSA TERRA MAIS CONTINUO INDIGNADO GENTE MEMORIA PELO AMOR DE DEUS, OLORUN, JAVE, ALA, BUDA, SHIVA ALGUEM MEMORIA GENTE NORDESTINA.... QUANTOS MAIS PRECISAM MORRE E EMNDIGAR NAS RUAS DO BRASIL... PERGUNTEM SE SEUS POLITICOS ELEITOS ESTAO FAZENDO O QUE???

Protesto em frente ao banco do nordeste...
Os pequenos produtores sofrem com a seca e o banco tenta se aproveitar dos sofredores homens do campo, que na seca não tem o que fazer a nao ser chorar!
— em Guarabira/PB.





Moção de Repúdio do CNPIR 9CONSELHO NACIONAL DE POLITICAS PUBLICAS DA IGUALDADE RACIAL) pela indicação de Marcos Feliciano para a Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara

Moção de Repúdio do CNPIR pela indicação de Marcos Feliciano para a Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara

Data: 02/04/2013
MOÇÃO DE REPÚDIO N.º 008, DE 20 DE MARÇO DE 2013
Moção de Repúdio do CNPIR pela indicação de Marcos Feliciano para a Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Moção foi aprovada na 39a reunião do CNPIR em Brasília

O Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial – CNPIR, órgão vinculado à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República - SEPPIR-PR, reunido na sua Trigésima Nona Reunião Ordinária, realizada nos dias 19 e 20 de março de 2013, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei n.º 10.678, de 23 de maio de 2003, pelo Decreto n.º 4.885, de 20 de novembro de 2003 e pelo Decreto n.º 6.509, de 16 de julho de 2008, torna pública a sua indignação pela indicação do deputado pastor Marcos Feliciano para a Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

Tal indicação contraria os propósitos da referida Comissão, assim como os princípios básicos dos Direitos Humanos, uma vez que a trajetória e a postura do deputado em relação à população LGBT e à população negra se revelam preconceituosas e excludentes, causando insatisfação aos mais diversos segmentos sociais, com manifestações de repúdio à indicação do parlamentar, amplamente divulgadas nas redes sociais e nos mais diferentes canais de comunicação.

Considerando os avanços do Brasil no campo dos Direitos Humanos, o CNPIR entende como inaceitável a permanência do deputado Marcos Feliciano na Presidência da Comissão dos Direitos Humanos, visto que afronta os princípios de liberdade, respeito e dignidade da pessoa humana, que devem ser assegurados independentemente do pertencimento racial e da orientação sexual.

Plenário do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, em sua Trigésima Nona Reunião Ordinária.
Plenário do CNPIR

ogun onire a energia pura de todos os metais...


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