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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A JORNALISTA DA SECRETARIA DE SAUDE DO ESTADO DO RN - EUFRASIA NOSSA PARCEIRA HISTORICA ... PARABENS... ORGULHO DE DIZER VC É REDE MANDACARU BRASIL...

A JORNALISTA DA SECRETARIA DE SAUDE DO ESTADO DO RN - EUFRASIA NOSSA PARCEIRA HISTORICA ... PARABENS... ORGULHO DE DIZER VC É REDE MANDACARU BRASIL...
Eufrásia Ribeiro adicionou 4 novas fotos.
No Dia Mundial de Luta contra a Aids, participamos de um seminário organizado pelo hospital Rafael Fernandes em Mossoró. Na ocasião proferimos uma palestra sobre Aids e Mídia.

MAIS UMA VITORIA AGORA RUMO A 27 ANOS DE LUTA NO RN NO BRASIL E NO MUNDO... REDE MANDACARU BRASIL... PEDINDO ESMOLAS TODOS OS DIAS EM TODOS OS LUGARES PARA TOCAR A VIDA E AS NOSSA OBRAS...

MAIS UMA VITORIA AGORA RUMO A 27 ANOS DE LUTA NO RN NO BRASIL E NO MUNDO...  REDE MANDACARU BRASIL... PEDINDO ESMOLAS TODOS OS DIAS EM TODOS OS LUGARES PARA TOCAR A VIDA E AS NOSSAS OBRAS...


Audiência pública homenagem 27anos de luta rede mandacaru Brasil e demais personalidades serviços prestados na luta aids e hepatites e do Rio Grande do Norte e no Brasil... merito reconhecido pela autoridades do RN e pela articulação aids do RN que promoveram comendas... agradecimento a Sergio Cabral pelo reconhecimento publico na cerimonia onde esta personalidade da luta tambem foi condecorado... Movimento nacional e estadual RN na luta Viver e viver viva a vida...

A TODOS OS QUE ME CHAMAM "LOUCO" PELA NOSSA LUTA COMPARTILHO MAIS UM VITORIA CONQUISTADA ,..
COM OU SEM RECURSOS TODOS OS DIAS NA LUTA PELA DIVERSIDADES E CONTRA AS INTOLERANCIAS E TODAS AS FOBIAS,,,

COMO NÃO COM NOSSOS SAQUINHOS DE PORTA EM PORTA MUITAS VEZES COM OS PRESERVATIVOS E OUTROS ENCARTES QUANDO TEMOS FAZEMOS A NOSSA PROMOÇÃO E PREVENÇÃO,,, COM PALESTRAS NAS ESCOLAS, EMPRESAS E NAS RUAS E NOS NOSSOS TERREIROS DO RN E DO BRASIL AGRADECO A CADA UM DE VOCÊS NOSSOS MILITANTES EDUCADORES E EDUCADORAS QUE LUTAM CONOSCO NESTA LOUCURA DE TODOS OS DIAS PELAS RUAS E VIELAS, BECOS, PONTOS DE PEGACÃO,,, PERIFERIAS, ESCOLAS, EMPRESAS, BARES E CABARES E NAS PORTAS DAS IGREJAS,,, E DENTRO DOS TERREIROS ACOLHIDOS PELOS NOSSOS PAIS E MÃES SEMPRE DE PORTA ABERTAS A PREVENÇÃO VOCÊS FAZEM PARTE DE NOSSA HISTORIA REDE MANDACARU BRASIL 27 ANOS DE LUTA UM SONHO DE DOIS DOIDOS NA ZONA NORTE DE NATAL UM JA FOI EMBORA E OUTRO TEIMA EM FUGIR DO JOÃO MACHADO TODOS OS DIAS ATE O DIA QUE A VELHA SENHORA E O ETERNO SENHOR DE NOSSAS EXISTÊNCIA ME LEVAR...

PEDINDO ESMOLAS TODOS OS DIAS EM TODOS OS LUGARES PARA TOCAR A VIDA E AS NOSSAS  OBRAS...


Foto de Fernandes José Josimar Rocha.
Foto de Fernandes José Josimar Rocha.
Foto de Fernandes José Josimar Rocha.
Foto de Fernandes José Josimar Rocha.

Foto de Fernandes José Josimar Rocha.

Audiência pública aids em consonancia com unaids. Ministério da saúde. Sésamo RN. SMS natal. Fórum ONG aids RN. Articulação aids do RN. Rede MANDACARU BRASIL... nos recebemos comenda por duas décadas de luta Viva ViDa... sempre reconhecimento público por nossas lutas desabei gente não sabíamos dessa homenagem


NOSSO OBRIGADO A ESSA GUERREIRA INCANSAVEL NA LUTA PELA DIVERSIDADES E INTOLERANCIAS E PRECONCEITOS NO RN... SGT ‪#‎maryregina...

NOSSO OBRIGADO A ESSA GUERREIRA INCANSAVEL NA LUTA PELA DIVERSIDADES E INTOLERANCIAS E PRECONCEITOS NO RN...
SGT ‪#‎maryregina‬ compartilhou:...
Precisamos Refletir melhor na aplicação das politicas públicas, parabens a Rede Mandacaru na pessoa do Babalorixa Fernandes José Josimar Rocha, excelente trabalho.

AS SENHORAS SÃO VERDADEIRAS YAGBA ORIS EM NOSSAS VIDAS... YALORIXA LUCIENE DE OYA E YALORIXA ELAINE DE OYA... AMPARO DE NOSSAS VIDAS...

DUAS OYAS DUAS GUERREIRAS UMA COM OGUN E OUTRA COM OXOSSI A CAÇA E O PÃO E AS MATAS E FORÇA DO AÇO E DO FERRO NOS PUNHOS E NA VIDA DESTAS DUAS SENHORAS AOS QUAIS EU TENHO ORGULHO DE CHAMAR YA - MÃE... A LUTA E UM SINAL VIVO DA RESILIÊNCIA DA ROÇA OYA GITALOSI NOVO AMARANTE - SAO GONÇALO E DA ROÇA OBETOGUNDA - JARDIM PROGRESSO - NATAL - RN ... SUA BENÇÃOS E SEUS AXES EM NOSSAS VIDAS ORGULHO DE SER AMPARADO POR DUAS OYAS EXEMPLO DE LUTA, MULHER, NEGRAS YALORIXAS... O RN E A NOSSA REDE MANDACARU BRASIL SE ORGULHA DE VOCÊS EXISTIREM SAUDANDO TODAS AS MULHERES DE TERREIRO DO RN NA PERSONALIDADE E NO ARQUETIPO DESTAS DUAS MULHERES DE AXE... AS SENHORAS SÃO VERDADEIRAS YAGBA ORIS EM NOSSAS VIDAS... YALORIXA LUCIENE DE OYA E YALORIXA ELAINE DE OYA...
Ile Axe com Elaine Cristina e Fernandes José Josimar Rocha, #franciscaluciene....

Em quatro anos, 71 escolas desativadas

O crescimento do número de escolas técnicas e a ascensão social da população são alguns dos motivos apontados pela Secretaria Estadual de Educação para a diminuição de alunos na rede pública do estado. O fato resultou na desativação de 71 escolas nos últimos quatro anos, duas delas em Natal. O número também inclui a municipalização de unidades do Ensino Fundamental. Nesse caso, trata-se de uma orientação do Ministério da Educação.
Humberto SalesPoucos alunos em salas de aula: essa é uma realidade cada vez mais presente em escolas de Natal e interiorPoucos alunos em salas de aula: essa é uma realidade cada vez mais presente em escolas de Natal e interior

Dezessete mil estudantes saíram da rede estadual entre os anos de 2013 e 2014, entre alunos do ensino regular e do EJA (Educação de Jovens e Adultos), onde a evasão é de cerca de 50%.

“Há algum tempo tínhamos dois IFRNs. Hoje temos 19, oferecendo ensino médio e profissionalizante. Isso faz com que muitos alunos saiam da rede estadual, que também oferece o Ensino Médio. Com a inauguração do Instituto em Parnamirim saíram 1500. A escola técnica em Pitimbu também puxou mais 1500”, disse o secretário adjunto da Educação do estado, Joaquim Oliveira, ao lembrar que 10 novos centros profissionalizantes serão inaugurados até o final do primeiro semestre de 2015. Os três primeiros serão em Nova Parnamirim, Extremoz e Ceará-Mirim.

“Não é ruim para o aluno ir para o IF. Pelo contrário. Ele passa a ter uma escola maior, melhor, mais adequada. O estado é que perde receita com isso, porque o cálculo da verba para a Educação é feito a partir do número de matriculados. O que fizemos foi uma correção para o bom uso dos recursos”. 

A medida do trancamento de escolas, de acordo com o gestor, reduziu o custo-aluno e recebeu reconhecimento e elogio do MEC. Ele ressalta a importância da continuidade desse trabalho nas próximas gestões, porque modificações na estrutura da Educação continuarão acontecendo.

Baixo rendimento
Além dos recursos financeiros reduzidos, essas instituições enfrentavam o problema do baixo rendimento escolar, notas de até 2 no Ideb, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. O palpite do secretário adjunto para a deficiência na nota é o desestímulo dos professores com salas cada vez menores.  

Há ainda mais duas questões que influenciam na redução de demanda em determinadas escolas. Uma delas é a mudança do cenário sociogeográfico. Alguns bairros, ao longo de décadas, tornaram-se comerciais ou de alto padrão econômico. São os casos da Cidade Alta e de Candelária, respectivamente. 

Joaquim Oliveira acredita que a Escola Walfredo Gurgel merece atenção. “A maioria dos alunos vai de lugares distantes. A população de Candelário envelheceu”, constata. 

O outro motivo diz respeito a problemas administrativos. “Íamos fechar a Isabel Godim, mas a população se reuniu e explicou que o que estava acontecendo lá era má gestão. Descobrimos que gangues tinham as chaves de lá com a conivência do gestor. Desligamos o diretor e hoje temos uma interventora. Na época precisamos contar com a polícia para garantir o trabalho dela”, conta.

http://tribunadonorte.com.br/noticia/em-quatro-anos-71-escolas-desativadas/299697

Isabela Santos
Repórter 

domingo, 30 de novembro de 2014

VIZINHOS DE BAIRROS MAIS DE SERVIÇOS ESSENCIAIS... DIFERENÇA GRITANTE EM NATAL DESIGUALDADES DA CAPITAL DO RN,,,

Mundos diferentes dentro do mesmo espaço geográfico. O que os olhos dos natalenses já constatam todos os dias, foi comprovado pelos números do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, divulgado na última terça-feira (25). Dados do  Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) revelam que, em Natal, uma simples avenida divide realidades  díspares e mostra a dicotomia social existente. De um lado, bairros com  taxas equivalentes a países europeus. Do outro, o cenário lembra países subdesenvolvidos.
Emanuel AmaralDiferenças sociais e urbanas são confirmadas em númerosDiferenças sociais e urbanas são confirmadas em números

Da cobertura de um hotel localizado na esquina da avenida Getúlio Vargas com a avenida Desembargador Dionísio Filgueira – endereço de alguns apartamentos mais caros da cidade –, é possível observar as diferenças que compõem o cenário urbano de Natal. No alto, o “paredão” de prédios imponentes do bairro nobre de Petrópolis promovem aos moradores abastados o privilégio de ter o Oceano Atlântico enquadrado nas janelas de vidro. Lá embaixo, são os tetos alaranjados das residências dos bairros de Santos Reis e Brasília Teimosa que chamam atenção.

Chegando mais perto e caminhando nas ruas de ambos locais, as diferenças ficam mais perceptíveis e exemplificam os números divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) após estudo do  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Fundação João Pinheiro. De acordo com o Atlas, os bairros de Petrópolis, Tirol e Areia Preta lideram a lista de unidades de desenvolvimento humano com melhor IDHM em Natal. Santos Reis, Brasília Teimosa e Vietnã estão na outra extremidade, ocupando posições preocupantes. 

No primeiro grupo de bairros, o IDHM é de 0.948 – a melhor pontuação registrada na capital potiguar. O valor é maior que o registrado na Noruega (0.944), país com o mais alto IDH no mundo. O mesmo número registrado em Petrópolis, Tirol e Areia Preta também é apontado em outros bairros como Capim Macio, Neópolis, Lagoa Nova e Parque das Dunas.

Já os bairros de Santos Reis, Brasília Teimosa e comunidade do Vietnã – com IDHM de 0.605 –  ocupam a posição 111º no ranking de unidades em Natal. O índice é parecido com o registado em países como Tajiquistão (país montanhoso encravado na Ásia Central) e Quiribati (uma pequena ilha no Oceano Pacífico). Redinha, Planalto e Dix-Sept Rosado também apresentam IDHM de 0.605.

O IDHM é um índice composto que agrega três das mais importantes dimensões do desenvolvimento humano: a oportunidade de viver uma vida longa e saudável, de ter acesso ao conhecimento e ter um padrão de vida que garanta as necessidades básicas, representadas pela saúde, educação e renda. O índice varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano.

É fácil perceber porque há disparidade entre os números de bairros que estão separados por poucos quilômetros de distância. Outros aspectos como infraestrutura e serviços públicos, apesar de não configurarem como variáveis no estudo, estão diretamente associados às necessidades básicas.

No primeiro grupo de bairros, as ruas são limpas, arborizadas e o trânsito tem o mínimo de organização. No segundo grupo, as mazelas sociais estão escancaradas e vão desde ao lixo espalhado nas ruas aos índices de violência que geram reclamação entre a população.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Queremos ver os jovens vivos!

Queremos ver os jovens vivos!

©Daniel Kucera
©Daniel Kucera
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AÇÕES

O Brasil é o país onde mais se mata no mundo, superando muitos países em situação de guerra. Em 2012, 56.000 pessoas foram assassinadas. Destas, 30.000 são jovens entre 15 a 29 anos e, desse total, 77% são negros. A maioria dos homicídios é praticado por armas de fogo, e menos de 8% dos casos chegam a ser julgados.
Mais absurdo que estes números, só a indiferença.
A morte não pode ser o destino de tantos jovens, especialmente quando falamos de jovens negros. As consequências do preconceito e dos estereótipos negativos associados a estes jovens e aos territórios das favelas e das periferias devem ser amplamente debatidas e repudiadas.
O destino de todos os jovens é viver.
Você se importa?

Eu me importo !
Quero que as autoridades brasileiras assegurem aos jovens negros seu direito a uma vida livre de preconceito e de violência. E priorizem políticas públicas integradas de segurança pública, educação, cultura, trabalho, mobilidade urbana, entre outras.
Eu quero ver os jovens vivos!
Chega de homicídios!


Em 2012, 56.000 pessoas foram assassinadas no Brasil. Destas, 30.000 são jovens entre 15 a 29 anos e, desse total, 77% são negros. A maioria dos homicídios é praticado por armas de fogo, e menos de 8% dos casos chegam a ser julgados.
Apesar dos altíssimos índices de homicídio de jovens negros, o tema é em geral tratado com indiferença na agenda pública nacional. As consequências do preconceito e dos estereótipos negativos associados a estes jovens e aos territórios das favelas e das periferias devem ser amplamente debatidas e repudiadas.
Com o objetivo de mobilizar a sociedade e romper com a indiferença, a Anistia Internacional Brasil lança a campanha Jovem Negro Vivo.



O destino de todos os jovens é viver!
Todos os jovens têm direito a uma vida livre de violência e preconceito. Vamos lutar por isso, e exigir políticas públicas de segurança, educação, saúde, trabalho, cultura, mobilidade urbana, entre outras, que possam contribuir para transformar esta realidade.
Confira os dados da campanha no infográfico animado e veja de que realidade estamos falando:


Mostre que você se importa. Junte-se a nós na campanha Jovem Negro Vivo!

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Conheça 10 filmes que trazem reflexões sobre o racismo

No mês da Consciência Negra, Brasil de Fato seleciona filmes sobre o negro no Brasil e no mundo

Escrito por: Brasil de Fato • Publicado em: 26/11/2014 - 09:17
DivulgaçãoCena do filme Hotel Ruanda (2004)
Na última quinta-feira (20), no Dia Nacional da Consciência Negra, o Brasil de Fato selecionou dez filmes que trazem reflexões sobre o problema do racismo no Brasil e no mundo. Entre eles, está “A Outra História Americana”, de Tony Kaye, que retrata a violência e o ódio ao mostrar os crimes de uma gangue racista de skin heads, formada por integrantes neonazistas, nos Estados Unidos.
Outro escolhido é “A Negação do Brasil”, de Joel Zito Araújo. O documentário é uma viagem na história da telenovela no Brasil e particularmente uma análise do papel nelas atribuído aos atores negros, que sempre representam personagens mais estereotipados e negativos.
Acompanhe abaixo o trailer dos dez filmes selecionados:
1.Faça a Coisa Certa (Spike Lee – 1989)
Sal (Danny Aiello), um ítalo-americano, é dono de uma pizzaria em Bedford-Stuyvesant, Brooklyn. Com predominância de negros e latinos, é uma das áreas mais pobres de Nova York. Ele é um cara boa praça, que comanda a pizzaria juntamente com Vito (Richard Edson) e Pino (John Turturro), seus filhos, além de ser ajudado por Mookie (Spike Lee). Sal decora seu estabelecimento com fotografias de ídolos ítalo-americanos dos esportes e do cinema, o que desagrada sua freguesia. No dia mais quente do ano, Buggin’ Out (Giancarlo Esposito), o ativista local, vai até lá para comer uma fatia de pizza e reclama por não existirem negros na “Parede da Fama”. Este incidente trivial é o ponto de partida para um efeito dominó, que não terminará bem.
2. Hotel Ruanda (Terry George - 2004)
O filme Hotel Ruanda, do diretor Terry George, lembra uma das maiores e mais brutais chacinas já perpetradas na história: o assassinato de 800 mil ruandeses da etnia tutsi pela etnia rival, os hutus. Com diferenças mínimas de “raça”, as duas populações têm séculos de ódio acumulado, que explodiram em 1994, com a morte do ditador Juvenal Habyarimana. Armados de facões e paus, os tutsis eliminaram 20% da população do pequeno país africano, durante 100 dias ignorados pela comunidade internacional. Observado pelos olhos de Paul Rusesabagina (Don Cheadle, indicado ao Oscar), gerente de um hotel que ajudou a esconder e salvar 1.200 tutsis e se tornou um herói humanitário, o massacre eternizado no filme é tão ilustrativo do ódio racial no passado recente quanto A Lista de Schindler, de Steven Spielberg, ajudou a iluminar o genocídio nazista para as novas gerações.
3. A Outra História Americana (Tony Kaye – 1998)
Um dos melhores filmes sobre o tema racial da década de 1990, não poupa o espectador da violência e do ódio ao mostrar os crimes de uma gangue racista de skin heads, formada por integrantes neonazistas, nos Estados Unidos. O filme tem o poder de mostrar como o ódio racial acaba com a vida tanto de agressores quanto de agredidos, e é contundente, principalmente pela mensagem e pela ótima interpretação de Edward Norton.
4. Malcolm X (1992)
No país “civilizado” onde o racismo se tornou política explícita, também surgiram notáveis líderes humanitários, como Martin Luther King e o que dá nome a este filme. Malcolm X é a biografia do carismático (e brilhante) missionário do Islã, que propunha a emancipação dos negros americanos numa comunidade separada dos brancos, nos anos 1960, antes de ser brutalmente assassinado. É também a obra-prima do mais ruidoso opositor do racismo no cinema, o diretor Spike Lee. Se, em filmes como Faça a Coisa Certa e A Hora do Show, ele produz obras panfletárias, didáticas, ainda que carregadas de ironia, em Malcolm X ele aposta na dimensão humana e trágica do racismo, o que, somado ao escopo épico e à fluidez narrativa, dignos de grandes mestres americanos (Scorsese, Coppola, Kubrick), mais o melhor desempenho da carreira de Denzel Washington, só poderia dar nisso: Um filme essencial sobre a questão racial e uma das obras essenciais do cinema.
5. A Negação do Brasil (Joel Zito Araújo – 2001)
O documentário é uma viagem na história da telenovela no Brasil e particularmente uma análise do papel nelas atribuído aos atores negros, que sempre representam personagens mais estereotipados e negativos. Baseado em suas memórias e em fortes evidências de pesquisas, o diretor aponta as influências das telenovelas nos processos de identidade étnica dos afro-brasileiros e faz um manifesto pela incorporação positiva do negro nas imagens televisivas do país.
6. Quanto Vale Ou É Por Quilo? (Sergio Bianchi – 2005)
Adaptação livre do diretor Sérgio Bianchi para o conto “Pai contra Mãe”, de Machado de Assis, Quanto Vale ou É Por Quilo? desenha um painel de duas épocas aparentemente distintas, mas, no fundo, semelhantes na manutenção de uma perversa dinâmica sócio-econômica, embalada pela corrupção impune, pela violência e pelas enormes diferenças sociais. No século XVIII, época da escravidão explícita, os capitães do mato caçavam negros para vendê-los aos senhores de terra com um único objetivo: o lucro. Nos dias atuais, o chamado Terceiro Setor explora a miséria, preenchendo a ausência do Estado em atividades assistenciais, que na verdade também são fontes de muito lucro. Com humor afinado e um elenco poucas vezes reunido pelo cinema nacional, Quanto Vale ou É Por Quilo? mostra que o tempo passa e nada muda. O Brasil é um país em permanente crise de valores.
7. Ao Mestre Com Carinho (1967)
Possivelmente o mais adorado filme que trata da relação professor versus aluno. O longa mostra Sidney Poitier - no auge da carreira - como um professor negro em uma escola de alunos predominantemente brancos. O maior desafio do professor Mark, porém, não é lidar com as diferenças raciais - embora elas existam - e sim com a falta de disciplina de boa parte dos estudantes.
8. Agosto Negro (Samm Styles – 2007)
A curta vida do ativista condenado George Lester Jackson (Gary Dourdan, da série CSI) se torna o estopim para uma revolução, dando início a mais sangrenta rebelião ocorrida em toda a história do presídio de San Quentin. Agosto Negro narra a jornada espiritual e a violenta fé de Jackson, desde sua condenação por roubar 71 dólares de um posto de gasolina até galvanizar a Família Black Guerrilla com seu incendiário livro, criado a partir de cartas, Soledad Brother, ou espalhar ferocidade nos corredores de San Quentin em um dia de agosto, quando seu irmão mais novo, Jonathan, chocou o país ao fazer refém toda uma corte de justiça na Califórnia, em protesto pelo julgamento de Jackson. Para o militante George Jackson, a revolução não era uma escolha, mas uma necessidade.
9. Bróder (Jeferson De – 2011)
Capão Redondo, bairro de São Paulo. Macu (Caio Blat), Jaiminho (Jonathan Haagensen) e Pibe (Sílvio Guindane) são amigos desde a infância e seguiram caminhos distintos ao crescer. Jaiminho tornou-se jogador de futebol, alcançando a fama. Pibe vive com Cláudia e tem um filho com ela, precisando trabalhar muito para pagar as contas de casa. Já Macu entrou para o mundo do crime e está envolvido com os preparativos de um sequestro. Uma festa surpresa organizada por dona Sonia (Cássia Kiss), mãe de Macu, faz com que os três amigos se reencontrem. Em meio à alegria pelo reencontro, a sombra do mundo do crime ameaça a amizade do trio.
10. Histórias Cruzadas (Tate Taylor – 2012)
Jackson, pequena cidade no estado do Mississipi, anos 60. Skeeter (Emma Stone) é uma garota da sociedade que retorna determinada a se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark (Viola Davis), a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo.Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões.

OLHO DE BOI




Queridos amigos, em função de um problema técnico do Site do FINC - VFINC - Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa, vimos pedir mais uma vez o voto de nossos queridos e amados amigos para votarem novamente em nosso filme, "OLHO DE BOI" que conta a historia de‪#‎Noriel‬, um cavalo de seu 7 Flechas que vai procurar um tipo de semente conhecida como olho de boi na Mata Estrela. Por um episodio de encantamento com os seres da floresta, se perde... angustiado vendo ocair da noite chegar, clama pelo seu guia da Umbanda,o caboclo 7 flechas.
É um belíssimo trabalho feito com muita dedicação e fé, QUE TRANSMITE UM POUCO DA FORÇA E MAGIA DO UNIVERSO MISTICO DOS SENHORES MESTRES, GUIAS E CABOCLOS DA UMBANDA!!! É UMA SIMPLES, MAS INSTIGANTE HISTÓRIA DE 1 MINUTO.... ASSISTAM E DEEM SEU VOTO!
Agradeço amigos! Axé!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Campanha de enfrentamento ao Racismo no SUS DIGA ALÔ PARA O TEL 136 CONTRA RACISMO NO SUS...



SAÚDE

Ligação para o Disque Saúde (136) é gratuita e funciona 24 horas

Atendimento ao cidadão

Serviço de apoio ao cidadão que procura o Sistema Único de Saúde (SUS) funciona de segunda a sexta-feira (exceto feriados), de 7 às 22h




Hoje, 25 de novembro, foi lançada pelo Ministério da Saúde e Secretaria de Direitos Humanos a campanha publicitária inédita de combate ao racismo no Sistema Único de Saúde (SUS), com o slogan Racismo faz mal à saúde. Denuncie!. A ação é mais um marco para a promoção da saúde do negro no Brasil e tem como objetivo conscientizar a população e profissionais da área sobre a existência do racismo no SUS e a importância de enfrentá-lo.
Por meio do Disque Saúde 136 é possível denunciar qualquer situação de racismo ou obter informações sobre doenças mais comuns entre a população negra e que exigem um maior acompanhamento. A página oficial da campanha já está no ar. Saiba como participar e, não fique em silêncio, compartilhe nas redes sociais.
O evento de lançamento foi iniciado com o pronunciamento de três representantes de religiões de matrizes africanas, em referência à diversidade da população negra. Entre eles, Doralina Fernandes Barreto Régis, a Mãe Dora de Oyá, que ressaltou a necessidade da mudança do comportamento dos profissionais de saúde em relação à população preta e parda. “Acho que essa campanha é o início da preparação diferenciada dos profissionais para atenderem um público que tem as suas especificidades, que é o negro. Hoje é um marco para as políticas públicas de saúde da população negra e é uma questão de direitos humanos que tem que mudar mesmo”, defende.
Com a fala, Mãe Dora de Oyá. Crédito: Erasmo SalomãoCom a fala, Mãe Dora de Oyá. Crédito: Erasmo SalomãoO Ministro da Saúde, Arthur Chioro, salientou os dados que atestam a existência do racismo institucional no SUS e a necessidade de reconhecer a realidade para que esta seja modificada. “Apenas 62,5% das mulheres negras receberam informações sobre a importância do aleitamento materno, enquanto 77,7% das mulheres brancas foram orientadas. O que justifica este dado se não o preconceito e o racismo institucional?”, indagou.
A campanha traz ainda dados sobre doenças que atingem com maior incidência a população negra, como a Hipertensão, Diabetes Melitus tipo II, cuja taxa de mortalidade, a cada 100 mil habitantes, afeta na população negra 34,1 habitantes e entre a branca, 22,7. Além da Anemia Falciforme, que pode ser encontrada em frequências que variam de 2% a 6% na população brasileira em geral, e de 6% a 10% na população negra. A doença é grave e deve ser diagnosticada precocemente por meio do teste do pezinho.
Maria Zenó Soares, presidente da Federação Nacional das Associações de Pessoas com Doença Falciforme (FENAFAL), participou do evento como representante da população negra. “O que nós esperamos é sermos respeitados como seres humanos. Temos os mesmos deveres e, portanto, os mesmos direitos. Às vezes a pessoa está sofrendo racismo e não sabe. Por isto essa campanha é importante. Se o negro não for atendido como deve ser por questões de pele, ele tem que denunciar”, incentiva.
A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, apontou, que mesmo com os avanços recentes de inclusão e acesso à saúde, educação e economia da população negra, ainda há necessidade da mudança e reconhecimento do racismo, além do SUS, em outras esferas de gestão. “Nenhum país que tem 300 anos de escravidão supera com rapidez os malefícios na economia, saúde, cultura e no imaginário social. A escravatura socioeconômica permaneceu e permanece até hoje”, afirma.
Este ano, além do lançamento da campanha, o Ministério da Saúde publicou o II Plano Operativo da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e lançou o Módulo da UnaSUS Saúde Integral da População Negra, disponível aqui.
Não deixe de curtir SUS sem Racismo.

Fonte: Bia Magalhães / Blog da Saúde
Esse post faz parte de #destaques e possui as seguintes tags: Doença Falciforme,  população negra,  #destaques,  #SUSsemRacismo,  Racismo faz mal à saúde. Denuncie!.

Há ainda uma linha direta com a Central de Atendimento à Mulher (Disque 180) que oferece orientação de enfrentamento à violência contra a mulher.






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