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domingo, 26 de novembro de 2017

Os 1001 usos para um “Keffiyeh” ou lenço árabe OU LENÇO "PALESTINO";;;






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Apesar de poucos conhecerem o seu verdadeiro nome, quase todos já viram um Keffiyeh, aquele lenço de origem árabe que se popularizou em alguns quadrantes do mundo ocidental em finais dos anos 70, quando uma onda de solidariedade para com a situação do povo palestiniano se espalhou sobre a Europa. Talvez tenha sido Yasser Arafat, lídel da Organização para a Lipertação da Palestina (OLP) o grande responsável pela transformação do Keffiyeh num símbolo político. O histórico dirigente palestiniano nunca surgia em público sem o seu Keffiyeh, e as pessoas habituaram-se a associar o objecto à causa.
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O actor norte-americano Collin Farrel envergando um Keffiyeh
Seja como for, desde há muito que se banalizou o uso desta peça de vestuário. Afinal de contas não é assim tão diferente do comum “lenço” ocidental e serve perfeitamente de alternativa com um toque exótico. As tradicionais cores e padrões  tribais já não têm o exlcusivo nos Keffiyehs. Até os militares ocidentais que combatem no Iraque e no Afeganistão os adoptaram, e há muito que as Forças Armadas Britânicas o têm vindo a usar, à revelia dos uniformes regulamentares. Mas é entre aqueles que viajam que se tornou mais popular. Talvez por uma associação no imaginário colectivo entre o Keffiyeh e um maravilhoso mundo de aventuras em terras distantes. Talvez pela utilidade práctica que tem. Ou provavelmente por uma conjugação de ambos.
Como não estou aqui hoje para escrever acerca dos mecanismos de construção de imaginários, será sobre as aplicações prácticas do Keffiyeh que vos quero falar. Não é que tenha nada de genial para vos dizer. Apenas algumas ideias resultantes de uma mão cheia de anos de experiência. Certamente muitas outras aplicações existirão, que nunca me terão ocorrido… porque os suiços têm a fama com o seu canivete, mas o Keffiyeh é muito mais versátil!

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  1. Emergência médica! Como torniquete para ajudar a estancar o sangue de um corte grave num membro.
  2. Repouso… é uma óptima fronnha de almofada. Basta enrolar umas quantas peças de roupa sem elementos de metal, envolvê-las com o Keffiyeh, e obté-se uma bela almofada. Se não houver peças de roupa disponíveis, o próprio Keffiyeh bem enroladinho dá para desenrascar.
  3. Conforto… ao pescoço, enroladinho, como é costume, serve de cachecol e aquece quando está vento e frio.
  4. Protecção… à boa maneira árabe, no topo da cabeça, ou atado “à pirata”, é excelente para proteger do sol inclemente.
  5. Desenrascanço… precisamos de um cinto improvisado? Crie-se uma faixa com o Keffiyeh bem enrolado, um nó em vez de fivela e já está!

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  1. Protecção… todo enrolado em volta da cabeça, estilo múmia, não há melhor para tempestades de areia e meios extremamente ventosos.
  2. Anonimato… de novo imitar a “múmia” e deixar só os olhos à vista. Fica garantido o anonimato de quem assim o enverga.
  3. Protecção… utilização optimizada se for possível usar mais do que um, mas se apenas um existir, servirá: o sol está quente e é preciso um toldo? Com a ajuda de estacas ou de vegetação natural, cada extremidade do Keffiyeh ata a uma estaca ou tronco e forma-se um toldo.
  4. Higiene. Toalha, pois claro! Sem mais complicações.
  5. Sobrevivência. Precisamos de água e encontramos um poço ou um lago. Sem esquecer a pastilhinha purificadora, é um óptimo filtro para reter impurezas de maior calibre.
  6. Desenrascanço… enrolado finamente serve de corda para muitas das possíveis utilizações de uma corda convencional; amarrar alguém (credo, parece um filme), puxar ou fixar algo, etc.
  7. Refresco… está calor, precisamos de prosseguir… arrefecimento extra é mandatório. Pronto… é questão de empapar o nosso Keffiyeh em água e de seguida envolvê-lo na cabeça ou no corpo (directamente sobre a pele). E que diferença faz!
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  1. Protecção… Mosquitos! São às centenas! Não há azar! O Keffiyeh resolve. Mãos dentro das mangas. e a cabeça totalmente envolta no nosso “canivete árabe”. Não há mosquito que pique!
  2. Higiene. Queremos comer qualquer coisa e hoje não nos apetece colocar a merenda directamente no chão. Pronto, o Keffiyeh servirá de toalha, directamente.
  3. Repouso… Queremos dormir mas há imensa luz. Faz-se do Keffiyeh uma venda. Um dos usos mais comuns que lhe dou.
  4. Desenrascanço… queremos transportar uma série de items pequenos e não temos bolsos. Como levar 15 obejctos em duas mãos? Simples… abre-se o  Keffiyeh no chão, colocam-se os objectos lá em cima, fecha-se o  Keffiyeh em forma de figo, dá-se um nó e tem-se uma espécie de saco com tudo lá dentro. E ainda fica a sobrar uma mão para o que der e vier.
  5. Defesa. Estamos com medo, de gentes ou animais. Sem armas. Mas no campo há pedras. E se bem que esses sólidos objectos sejam só por si uma arma, o Keffiyeh potencia-os. Serve de funda para quem sabe manejar uma. Se não, enrole-se uma pedra de dimensões médias no Keffiyeh e use-se como um cacete flexível. Temível!
  6. Conforto. É de noite, queremos dormir, estamos na montanha. Está frio.  Temos um fogão a gaz e um cantil… ferva-se água, derrame-se no cantil. Tem-se uma botija de água quente… mas muitoooo escaldante. Em contacto com a pele queimará. Só se… se criarmos um casaquinho protector com o nosso Keffiyeh, fica o problema resolvido e a temperatura no interior do nosso saco-cama tornar-se-á idílica.
  7. Segurança. Viajamos num comboio ou num autocarro. A nossa mochila pode, em qualquer uma dessas situações, tornar-se atraente para um qualquer amigo do alheio. Há algo que na maioria dos casos resolve o problema: prenda-se a mochila com o Keffiyeh a algo. A angústia de ter a bagagem longe de nós será em  muito atenuada, porque não é qualquer ladrão que terá o sangue-frio para soltar o volume que é nosso.




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"keffiyeh, tradicional lenço “palestino”, usado por PMs em operações no Rio vira polêmica.

Lenço 'palestino' usado por PMs em operações no Rio vira polêmica - "keffiyeh, tradicional lenço “palestino”.

PM cobre o rosto com lenço na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão
PM cobre o rosto com lenço na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo
Daniela de Paula
A imagem dos homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) usando lenços para cobrir o rosto durante uma operação realizada na quinta-feira, no Complexo do Alemão, chamou a atenção. O uso do keffiyeh, tradicional lenço “palestino”, por alguns policiais militares durante operações nas comunidades do Rio, vem provocando polêmica. Feito de algodão, ele substitui a balaclava, mais conhecida como touca ninja, por ter mais proteção contra a poeira e a excessiva exposição solar. O acessório foi implementado ao uniforme da corporação, em 2015, quando o Bope passou a usar a farda verde camuflada em região de favelas cerca por mata.
O cônsul honorário de Israel, Osias Wurman, disse que tomou um susto quando viu, no jornal, uma foto dos militares com o lenço. Ele pensou que fosse uma imagem do Oriente Médio. Ao ler a legenda, notou que se trata do Rio de Janeiro, que vem vivendo uma onda de violência. Wurman classificou o uso do pano pelos PMs como um absurdo:
— Não é só no Alemão, também vi em manifestações em São Paulo. Lamento profundamente que um símbolo como o Keffiyeh esteja sendo usado em cenas de violência como conflitos em comunidades e em ações de depredações. Isso é muito danoso para o povo palestino. Isso provoca no subconsciente das pessoas aquele indesejável sentimento de Islamofobia. As pessoas ligam os palestinos à violência. Esse mesmo lenço é visto durante protestos no mundo inteiro. Esse simbolo deveria ser respeitosamente usado em causas de interesses palestinos — afirmou o cônsul de Israel.
No entanto, o cônsul diz que não é contra os policiais preservarem suas identidades:
— Mas existem outros meios para isso, como as toucas ninja, por exemplo. Não sou contra os policiais taparem os rostos, mas não podem fazer isso com objetos que representam um povo ou que está ligado a uma religião — acrescentou.
A Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro (SBMRJ), por sua vez, não considera ofensiva a adoção do keffiyeh pela polícia. A entidade explica que o lenço não é usado somente pelos muçulmanos, mas também por árabes de todas as religiões, e acrescenta que o keffiyeh foi criado pelo povo beduíno, nativo dos desertos, apenas como uma forma de proteção contra o sol.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a SBMRJ explica que, com o passar do tempo, o lenço foi incorporado à cultura árabe, mas sem ser associado a uma religião específica, e frisa que considera natural a polícia substituir a balaclave por um tecido mais apropriado para o calor do Rio.
O antropólogo e ex-capitão do Bope, Paulo Storani, concorda com a posição da SBMRJ, e reitera que o lenço não é uma representatividade de um povo específico e importante, porque tem a mesma função da balaclave, mas com um diferencial:
— O lenço tem a mesma finalidade por não permitir a identificação do policial, mas não aquece tanto como a balaclave, por causa do tecido.
Segundo Storani, o acessório é usado pelo Bope pela padronagem do tecido, para proteger as partes descobertas como cabeça e pescoço, e a balaclave, de acordo com ele, não é apropriada para a temperatura do Rio.
A Polícia Militar informou, em nota, que os lenços “palestinos” também conhecidos como “shemagh” tem uma aplicação ampla e contribuem no teatro de operação:
“Eles são utilizados para proteção do rosto do policial ao sol a estilhaços, e facilitam na locomoção em área de mata. Tem a funcionalidade de quebra de silhueta e podem ser usados para fazer o torniquete, em casos de socorro a feridos”, afirma trecho da nota da PM.
O keffiyeh ficou conhecido na década de 60, através de Yasser Arafat, ex-presidente da Organização pela Libertação da Palestina e ex-líder do Fatah, grupo extremista islâmico que governa a Cisjordânia. Depois de inspirar os seguidores de Arafat, o lenço se tornou símbolo do nacionalismo palestino. Porém, sua origem se dá aos povos nômades da Península Arábica, que usavam lenços para se proteger do sol e da areia. Os panos coloridos também serviam para identificar as tribos.
Além de ter um significado político, religioso e cultural árabe, para os palestinos o keffiyeh é um símbolo do movimento pela libertação da Palestina e de louvor a Deus.
EM 2015, O USO DE TOUCAS NINJA PROVOCOU POLÊMICAS
Em 2015, uma resolução do estado que autorizava o uso de toucas por PMs provocou polêmica entre autoridades, defensores de direitos humanos e especialistas em segurança. A peça de uso militar havia sido liberada novamente após uso indiscriminado por policiais em favelas - já que esconde o rosto dos agentes e dificulta sua identificação. Na época, as tropas especiais da Polícia Militar receberam o aval do então secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, para utilizar a balaclava em ações específicas como operações de resgate de reféns e em eventos como as manifestações populares.
A Secretaria de Segurança havia explicado que, apesar de ter o rosto coberto, os policiais com a touca seriam identificados por caracteres alfanuméricos em seus uniformes.
Na ocasião, a deputada Martha Rocha (PSD), presidente da Comissão de Segurança Pública da Alerj, afirmou que a resolução contraria o que ficou estabelecido em 2013, quando a Casa aprovou uma lei proibindo o uso de máscaras durante os protestos. Em setembro daquele ano, o Ministério Público apresentou uma medida cautelar cobrando a identificação, nas manifestações, dos policiais, que passaram a vestir coletes com caracteres alfanuméricos.
O deputado Marcelo Freixo (Psol), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, também havia considerado a medida um retrocesso na segurança do estado. Para ele, o anonimato dos policiais não contribuiria para a segurança. Segundo Freixo, como agente da lei, o PM deveria ser identificado.
*Colaborou Gabriel Oliveira

Entenda a diferença entre os principais tipos de véu islâmico Senado francês aprovou lei que proíbe o uso do véu islâmico integral. Diferentes véus seguem tradição religiosa.



“Pensem nas milhares de mulheres de cabeças cobertas que enfrentaram exércitos em todas as revoluções populares da Primavera Árabe, nas lutas de resistência anticoloniais e na luta diária de libertação da Palestina. São mulheres que vestem véus sobre seus cabelos, e não sobre suas consciências”, diz Plínio Zúnica, estudante de cultura árabe, sobre a polêmica lei proposta pelo ex-presidente francês Nicolas Sarkozy que proíbe véu islâmico em público; Zúnica é autor de um texto (Je ne suis pas Charlie), que viralizou na internet.







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Senado francês aprovou, esta terça-feira, a lei que proíbe o uso do véu islâmico integral - burca e niqab - em espaços públicos da França a partir da primavera boreal de 2011.
O véu islâmico, que muitas muçulmanas usam para ocultar pelo menos parcialmente o rosto e às vezes também o corpo, se inscreve em tradições que datam antes do próprio Islã.

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O uso do véu para mulheres era comum entre os judeus desde tempos imemoriais, segundo a Bíblia, e já existia entre os árabes antes do advento do Islã.
Os diferentes véus islâmicos são os seguintes:

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HijabO "hijab" (o "hijeben", em dialeto magrebino) tem origem na palavra árabe "hajaba", que significa esconder, se ocultar dos olhares, estabelecer distância. Este véu esconde os cabelos, as orelhas e o pescoço, e só deixa visível o rosto.
Promovido pela Irmandade Muçulmana, organização com vínculos políticos com o Islã, costuma ser usado em conjunto com uma túnica ou um casaco impermeável.
Seu uso é disseminado no mundo muçulmano, onde substitui roupas tradicionais que remontam à época romana como o "haik", do norte da África, uma grande peça de lã ou algodão de 5 m por 1,6 m, que disfarça as formas do corpo e esconde o rosto.
O véu também se chama "litham" (esconde nariz) ou "khimar", termo genérico que designa tudo o que cobre a cabeça e que em geral chega até a cintura, como o xale, a echarpe e a mantilha.

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BurcaNa origem, a "burca" é, em sua origem, o traje tadicional das tribos pashtuns no Afeganistão. Este longo véu, de cor azul ou marrom, cobre completamente a cabeça e o corpo da mulher muçulmana, e tem apenas uma rede sobre os olhos que permitem a ela ter certa visão do mundo exterior.
Há alguns anos a "burca" virou, aos olhos do mundo ocidental, o símbolo do regime talibã no Afeganistão, que tornou seu uso obrigatório.
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NiqabO "niqab" é o equivalente árabe da "burca" e se disseminou por influência wahabita. Este grande véu é complementado por um pedaço de tecido, que só deixa os olhos expostos. Algumas mulheres o vestem acompanhado de óculos e luvas.
O "niqab" tem sua origem etimológica na palavra árabe "naqaba", que significa "esburacar", porque buracos no tecido às vezes servem para deixar os olhos livres.
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ChadorO chador (do persa "chaddar") é uma vestimenta tradicional das mulheres do Irã e cobre seu corpo dos pés à cabeça, sendo usado sobretudo pelas seguidoras do islamismo.
Trata-se de um pedaço de tecido semicircular, aberto na frente, que não costuma ter espaço para as mãos, nem fecho. É preso com as mãos ou com os dentes, ou envolvendo suas extremidades em volta da cintura.

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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Aprovado projeto de lei que garante hospital animal em NATAL .......




Conquistamos mais um avanço na causa animal na Câmara Municipal! Durante a sessão desta quarta-feira, 22/11, foi aprovado em segunda votação, o projeto de lei de autoria de nosso mandato que autoriza a implantação do Hospital Público Veterinário na cidade. A lei somente entrará em vigor após a sanção do prefeito, e se o mesmo vetar, o projeto retorna à Câmara para nova discussão, onde poderá virar lei ou não.

Uma vez sancionado, essa lei representará uma grande conquista para Natal na saúde pública e bem-estar animal, visto que a partir disso, poderemos continuar lutando para que seja efetivamente realizada a construção deste sonho e possamos garantir o atendimento veterinário gratuito indispensável para saúde animal no município. #AprovaPrefeito #CausaAnimal#SaúdePública





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FILHO PUBLICA HOMENAGEM COM SIMPLICIDADE A SUA .... YALORIXA PELOS MOMENTOS COM 20 NOVEMBRO CONSCIÊNCIA NEGRA....

MOMENTO UMBUNTU CONSCIÊNCIA NEGRA NO RN.....

O  Jovem religioso  #JandsonOliveira de Matriz Africana filho da Yalorixa Maria Xoroque ...Protagoniza momento e vivências "UMBUNTU" somos por que somos ...Somos por que todos nós somos.... Homenageia sua Yalorixa com simplicidades demonstrando assim todo a sua e a nossa vivência do que é SER CONSCIÊNCIA NEGRA E SABEDORIA DA MATRIZ AFRICANA E ANCESTRALIDADE... Pelo simples fato de publicar em suas redes sociais mesmo sem nenhuma pretensão  e assim expandir a sua alegria com nossas e suas vivências Espirituais e LUTA o momentos de fellicidade ao lado de sua "mae" yalorixa e junto com seus irmãos e irmãs em evento Potiguar da consciência  Negra.... O jovem religioso potencializar e exala grandesa e humildade na partilha e linda homenagem a todos e todas religiosos e religiosas e a todo POVO NEGRO E POVOS TRADICIONAIS DO RN......





Jandson Oliveira adicionou 3 novas fotos —  sentindo-se agradecido com Maria Xoroquė e Day Silva LS.

Sobre ontem dia da consciência Negra com ela minha mãe Maria Xoroquė e Day muito bom...
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Omo Orixa Jairo Osagyan homenagem do Povo do RN a personalidade Internacional...

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Torna público a 5 ª Semana Nordestina de Visibilidade trans que vai se realizar no período de 28 janeiro á 03 de fevereiro de 2018.

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AMOTRANS -PE EM PARCERIA
Torna público a 5 ª Semana Nordestina de Visibilidade trans que vai se realizar no período de 28 janeiro á 03 de fevereiro de 2018.
A ação a AMOTRANS -PE abre as portas para comemoração dos 10 anos de sua fundação e para comemorar a 5ª Semana terá em homenagem uma de suas fundadoras Gleyceanne Andrade.
Sintam-se convidados para uma semana de eventos organizados juntos aos mecanismos LGBT e municípios da região Metropolitana do Recife e interiores com ações voltadas para população Travestis e transexuais de Pernambuco .




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Laroye o guardião de minha porta de minha existência e do meu caminho de minha estrada do meu po de terra e barro... Bara Lonan...



Laroye o guardião de minha porta de minha existência e do meu caminho de minha estrada do meu po de terra e barro... Bara Lonan...


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CAMPANHA PELUDA NAO SOLTE FOGOS DE ARTIFICIO....



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nos piores momentos que conhecemos os melhores amigos;;;;



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Xansusia minha filha já com 17 anos sempre minha companheira de todas as horas tambem participa de todos os momentos inclusive da prevenção

Xansusia minha filha já com 17 anos sempre minha companheira de todas as horas tambem participa de todos os momentos inclusive da prevenção..."alguns dizem animais eu morrerei gritando que são nossas filhas e filhos" até hoje apos todos esses anos incansavelmente esta na porta sempre a me receber e a pedir colo mesmo já idosa minha eterna criança Xanxanha...... "jogada no lixo quando acabara de nascer eu tiver a sorte te-la encontrado em minha porta....dentro de um saco de lixo...filha fiel de muitas horas.......sempre no colo...... ainda FAZ POSE PARA FOTO....

Associação das parteiras tradicionais do RN... Vem na luta e na garra mais uma instituição que com recursos próprios permanecem em luta diversidade e adversidades. ...

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www.mandacarurn.blogspot.com.br 


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Mãe Ana Valcacio EDUCADORA POPULAR EM SAÚDE E "AUXILIAR DE ENFERMAGEM" religiosa de matrIz africana e coordenadora executiva da  Coordenação Estadual da associação das parteiras tradicionais do RN...  PROJETO DEDO DE PROSA.....IST/HEPAIDS E TUBERCULOSE...
Vem na luta e na garra mais uma instituição que com recursos próprios permanecem em luta diversidade e adversidades. ... mesmo sem recursos a 30 anos  nossa luta continua junto com povos e comunidades e organizações parceiras... IST/HEPAIDS E TUBERCULOSE....
Momentos entrega de insumos prevenção "preservativos" cota Nacional REDE MANDACARU BRASIL... CREDENCIADA COMO OSC/ONG AIDS e PICS - Entidade atuando nas praticas integrativas. E PNASPN - politica nacional de atencão a saúde população negra - educação popular em saude - politica nacional de equidade - credenciamento -MINISTÉRIO DA SAÚDE ... SESAP/RN E SMS NATAL RN...
Reafirmando a luta e o compromisso com o SUS público equânime e universalizado. ...PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DA SAÚDE CONTRA  IST HEPAIDS E TUBERCULOSE....
www.mandacarurn.blogspot.com.br






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 Fonte: PORTAL DA SAUDE
A redução da mortalidade materno-infantil é uma das prioridades do Ministério da Saúde, que vem investido em projetos para qualificação da assistência à saúde da mulher e do recém-nascido, prestada tanto em ambientes hospitalares quanto por parteiras nas regiões onde estas profissionais têm grande atuação.
No Brasil, o número exato de parteiras em atividade ainda não é conhecido, mas acredita-se que a maioria delas está concentrada nas regiões Norte e Nordeste. Sabe-se que nestas regiões as parteiras são responsáveis por mais de 40% dos partos realizados, principalmente nas zonas rurais.
Geralmente esta população vive em comunidades às margens dos igarapés e lagos, afastadas dos centros urbanos, de difícil acesso às unidades básicas de saúde. Nestas localidades, as parteiras exercem papel fundamental na assistência às mulheres e aos recém-nascidos, principalmente porque elas não assistem somente ao parto, mas também avaliam o bem-estar do recém-nascido; estimulam o registro de nascimento; orientam as mulheres quantos aos cuidados com sua saúde e com a do recém-nascido; orientam sobre o aleitamento materno, vacinas e sobre o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança.
Projeto de Capacitação de Parteiras Tradicionais
Dado o contexto acima, o Ministério da Saúde, por meio das Coordenações de Saúde da Criança e Saúde da Mulher, em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o Grupo Curumim, a Universidade do Maranhão e Fundação Sesp, lançou em 2000 o programa Trabalhando com Parteiras Tradicionais, inserindo-o entre as estratégias para a redução da morbimortalidade materna e neonatal e para a qualificação e humanização da assistência obstétrica e neonatal.
O programa Trabalhando com Parteiras Tradicionais busca sensibilizar gestores e profissionais de saúde para que reconheçam as parteiras como parceiras na atenção à saúde da comunidade, promovendo ações para valorizar, apoiar, qualificar e articular o trabalho delas ao SUS.
Visa também resgatar e valorizar os saberes tradicionais, articulando-os aos científicos, considerando a riqueza cultural e da biodiversidade como elementos importantes para a produção de saúde, de novos conhecimentos e de tecnologias.
O projeto foi elaborado considerando a diversidade socioeconômica, cultural e geográfica do país. Levou em conta a adoção de diferentes modelos de atenção integral à saúde da mulher e da criança e a implementação de políticas públicas que atendam às especificidades de cada realidade, procurando considerar o princípio da equidade e resgatar a dívida histórica existente em relação às mulheres e às crianças assistidas por parteiras tradicionais.
Resultados do Projeto:
Aproximadamente 1.200 parteiras tradicionais e 560 profissionais de saúde foram capacitados desde o primeiro projeto desenvolvido pelo Ministério da Saúde. Foram contemplados os Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco,  Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Tocantins, totalizando cerca de 100 municípios.
As capacitações ocorrem a partir da articulação de Estados e Municípios interessados na capacitação com o Ministério da Saúde, Grupo Curumim e Sociedade Brasileira de Pediatria.  Os interessados devem entrar em contato com as Coordenações de Saúde da Criança e Saúde da Mulher do Ministério da Saúde.
Para 2014, a meta é capacitar aproximadamente 250 parteiras.

FONTE: GRUPO CURUMIM

Como as parteiras podem ajudar a melhorar o SUS?



RECONHECIMENTO E DIREITOS

“No Brasil, anualmente, são realizados, em média, 41 mil partos domiciliares, desses a maioria é assistido por parteiras tradicionais. Mesmo sendo dados subnotificados ao Sistema de Informação à Saúde do Ministério da Saúde (DATASUS), os números nos mostram que as parteiras tradicionais existem e que seus trabalhos deveriam estar dentre as preocupações de gestores e profissionais de saúde de todas as regiões, principalmente Norte, Centro Oeste e Nordeste. Além disso, o parto domiciliar assistido por parteira tradicional é um direito reprodutivo reconhecido por autoridades nacionais e internacionais de saúde, porém a existência de Marcos Legais no Brasil que respaldam a implantação de políticas de inclusão do trabalho desenvolvido por parteiras tradicionais, não tem, no entanto, se revertido em mudanças significativas na qualidade de vida dessas mulheres guerreiras”, Paula Viana, Grupo Curumim.


Perfil das parteiras
Mulheres idosas, que aprenderam a realizar o parto no dia-a-dia ou com outras parteiras. São respeitadas onde residem e apontadas como referência para a saúde de mulheres e crianças da sua comunidade. Geralmente, são lideranças onde moram.
– Dos 185 municípios de Pernambuco, 71% (131) declararam ter parteiras em seu território.
– A partir dos dados parciais da Busca Ativa, 871 Parteiras foram tidas como tradicionais.
– Das 871 parteiras, 776 (89%) atuam na Zona Rural, 56 (6,4%) na Zona Urbana e 39 (4,6%) trabalham na Zona Rural e Urbana.
____________________________________________________
Fonte: Sistema Informatizado de Cadastro de Parteiras Tradicionais/GASM e GETEC/SES  Atualização: Abril/2011

Valorização das Parteiras Tradicionais - Eu apoio essa ideia (Video 02)

Valorização das Parteiras Tradicionais - Eu apoio essa ideia (Video 01)

Valorização das Parteiras Tradicionais - Eu apoio essa ideia (Video 03)

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