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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

VALORES CIVILIZATÓRIOS AFRICANIDADES...




CIRCULARIDADE
Todos nós conhecemos o prazer que advém do ato de sentar em roda com amigos para contar histórias, fazer música, brincar com jogos ou manifestar a religiosidade. Os próprios valores civilizatórios são bons exemplo de circularidade. A vida é cíclica. Podemos estar muito bem agora e numa posição ruim depois até que voltemos a um estado satisfatório. A humanidade inteira permanece unida por este sentimento circular.

“O terreiro tem o papel importantíssimo de resgatar a Mãe África, mesmo que através de uma nostalgia, de um lamento. E é esse território representado pelo círculo que vai reaparecer em várias atividades, de cunho religioso e também no espaço lúdico. Essa mesma roda está presente na capoeira, no jongo, no tambor de crioula, na gira da umbanda e no samba”.
RELIGIOSIDADE
Para a nação afro-descendente, religiosidade é mais do que religião: é um exercício permanente de respeito à vida e doação ao próximo. A propósito, em tempos de tanta violência gratuita, vale pontuar que a vida é um dom divino, de caráter transcendental, e deve ser usada para cuidar de si e do outro.

“A cada dia acontece uma lição de vida. Aprende-se de tudo, a comunicação com os mais velhos, com os mais novos, o trabalho em grupo fazendo-se o que gosta ou que não gosta; e, sobretudo, aprende-se o gosto pela vida, numa estreita relação com o Orixá” (Mãe Stella)
CORPOREIDADE
Este conceito nos ensina a respeitar cada milímetro do corpo humano, que deve estar presente em cada ação e em diálogo com outros corpos. As demandas corporais devem ser consideradas. Afinal, o corpo atua, registra nele próprio a memória de várias maneiras, seja através da dança, da brincadeira, do desenho, da escrita, da fala. Das músicas às danças, com tudo o que elas anunciam e denunciam. Os corpos dançantes revelam memórias coletivas.

“Aprendemos que as danças circulam e que o corpo informa sobre a vida de cada dançarino” (Antonio Nóbrega)
MUSICALIDADE
Famosa no mundo inteiro pela sua qualidade inconteste, a música brasileira tem os dois pés bem fincados no Continente Negro. Quem resiste aos encantos de uma batucada? A musicalidade, a dimensão do corpo que dança e vibra em resposta aos sons só reafirma a consciência de que o corpo humano também é melódico e potencializa a musicalidade como um valor.

“O som é o ponto de partida dos primeiros habitantes do globo terrestre rumo à formação dos primeiros agrupamentos humanos que, no curso da evolução, irão constituir a nossa civilização. A importância da música, da qual o som é a matéria-prima, é superior à descoberta do fogo, ou à invenção da roda ou da imprensa” (Charles Murray)
MEMÓRIA
Para despertar o sentimento de afro-brasilidade e, sobretudo, de orgulho ao exibi-la, é necessário mexer no eixo do racismo e da memória: o racismo como algo a ser enfrentado e a memória para que a presença africana que habita em nós possa emergir livremente.
ANCESTRALIDADE
Quando se pensa em ancestralidade, faz-se uma imediata ponte com a história e a memória. Convém não esquecer o passado. Não há fórmulas complexas para vivenciar o que é, de fato, a ancestralidade. Quer provar? Então saia em busca do relato dos mais velhos, que trazem o rico imaginário afro-brasileiro.

“A memória compõe nossa identidade. É por intermédio da memória que construímos nossa história. Ao construir a memória, construímos lembrança, que para existir precisa do outro e necessita ser compartilhada. Assim também é a obra de arte” (Franklin Esparth Pedroso)
COOPERATIVISMO
Falar sobre cultura negra requer usar a palavra ‘coletivo’. Pensar em africanidades é pensar em comunidade, em diversidade, em grupo. Imaginem o que teria acontecido com a população negra num sistema escravocrata se houvessem desprezado o princípio da parceria, do diálogo, da cooperação? E ainda nos dias que corre, nesta sociedade racista excludente?

“Durante séculos os povos da África Central tinham lidado com a diversidade étnica, desenvolvido tradições religiosas comuns e compartilhado formas culturais. Essas habilidades eles as transmitiram para o Brasil, onde utilizaram indiscutivelmente técnicas similares para lidar com a diversidade cultural” (Karasch)
ORALIDADE
Herança direta da cultura africana, a expressão oral é uma força comunicativa a ser potencializada. Jamais como negação da escrita, mas como afirmação de independência. A oralidade está associada ao corpo porque é através da voz, da memória e da música, por exemplo, que nos comunicamos e nos identificamos com o próximo.

“Griots são contadores de histórias fundamentais para a permanência da humanidade: são como um acervo vivo de um povo. Carregam nos seus corpos lendas, feitos, canções e lições de vida de uma população, envoltos numa magia própria, específica dos que encantam com o corpo e com sua oralidade” (Gregório Filho)
ENERGIA VITAL
O princípio do axé é a vontade de viver e aprender com vigor, alegria e brilho no olho, acreditando na força do presente. Em nada se assemelha a normas, burocracias, métodos rígidos e imutáveis. Pelo contrário. Tudo é uma possibilidade para quem é guiado pelo axé.

“Perdi os dedos, mas não a força e a vontade de esculpir. Aprendi a usar os joelhos como quem usa os pés. Amarrei os instrumentos às mãos para continuar a trabalhar. Afinal, a criação nasce na cabeça, não na ponta dos dedos” (Heróis de Todo Mundo, programa sobre Aleijadinho)
LUDICIDADE
Entre suas variadas utilidades, os jogos sempre viabilizaram o aprendizado. Também serviram para transmitir as conquistas da sociedade em diversos campos do conhecimento. Quando os membros mais velhos de um grupo revelam aos jovens como funciona um determinado jogo de tabuleiro, por exemplo, eles transmitem uma série de conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural daquele grupo.

“Antigamente, o jogo era associado a ritos mágicos e sagrados. Dependendo do lugar, era reservado apenas para os homens, ou para os homens mais velhos, ou, ainda, era exclusivo dos sacerdotes” (Os Melhores Jogos do Mundo)

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Extrema pobreza no RN e no BRASIL...



38% da população do RN vive com menos de R$ 420 por mês, diz IBGE

06/11/2019
Por: Redação PN
 Foto: EBC
Um estudo divulgado nesta quarta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, em 2018, 38% da população potiguar estava abaixo da linha da pobreza. Isso significa que cerca de 1,3 milhão de pessoas viveram com menos R$ 420 por mês ao longo do ano no estado.
 
Segundo o Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do IBGE, este valor mensal equivale a US$ 5,50 por dia, valor estabelecido pelo Banco Mundial para marcar a linha da pobreza em países com rendimento médio-alto. O número corresponde a menos da metade do salário mínimo vigente na época, que era de R$ 954.
 
Ainda de acordo com as estatísticas, de 2012 a 2016 houve uma diminuição do número de pessoas abaixo da linha da pobreza de 40,3% para 36,5% no Rio Grande do Norte. Mas em 2017, este índice voltou a crescer e chegou a 38,2%; mantendo uma baixa variação no ano seguinte.
 
Extrema pobreza
 
Em 2018, os números do SIS apontam que 10,3% da população do Rio Grande do Norte -- cerca de 350 mil norte riograndenses -- está em situação de extrema pobreza. O número é próximo ao da população da cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, que é estimada em 362 mil pessoas e supera a população de Palmas, no Tocantins, estimada em 299 mil habitantes.
 
O estudo aponta uma leve queda em relação à 2017, que foi de 10,5%. Nas duas situações o RN superou a média nacional, que foi de 6,5% em 2018 e 6,4% em 2017. O Banco Mundial estipula que está nesta situação quem ganha US$ 1,90 por dia, o equivalente a R$ 145 por mês.

EAJ UFRN desenvolve trabalho com comunidades quilombolas e indígenas




6 de novembro de 2019
Por Fernanda Macedo - Com supervisão da Comunicação EAJ de Ascom EAJ
O projeto de extensão Aquicultura Inclusiva: unidades modelo de produção está envolvendo atividades no campo de Jundiaí, com o objetivo de inserir unidades produtivas de aquicultura, seja para consumo próprio ou comercialização. A importância das relações entre a comunidade científica e a comunidade local é resultado da troca de saberes e a aplicação dos conhecimentos adquiridos em laboratório. Como consequência, surge a construção de uma nova realidade social.
Com a necessidade de inserir atividades produtivas em comunidades tradicionais, indígenas ou quilombolas, o projeto fornece para esse público técnicas de manejo adequado para produzir sustentavelmente. Desse modo, a comunidade poderá ter alimento saudável e de qualidade, além de poder comercializar excedentes, movimentando a economia dessas populações.
A professora e coordenadora do projeto, Karina Ribeiro comenta que atualmente o grupo atua na comunidade quilombola de Capoeiras, em Macaíba, e no assentamento Recanto Feliz, em Lagoa de Pedras. “Usamos o diálogo com a comunidade, oficinas e minicursos envolvendo as dificuldades locais de produção e oficinas de implantação de unidades produtivas aquícolas. Sou coordenadora do projeto e é sempre uma alegria poder estar trocando saberes com a comunidade e com os alunos envolvidos”, conclui Ribeiro.

Por meio da Escola Agrícola de Jundiaí, a ação reforça o papel da UFRN e como agente de mudanças sociais. Assim, expandindo o conhecimento fora dos muros dos campi, agregando conhecimento para a comunidade acadêmica ao trabalhar com os povos originários, que ainda hoje resistem em meio às desigualdades sociais e representativas.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

JOÃO PESSOAAssembleia Legislativa da Paraíba barra projeto de Estela Bezerra e ataca diversidade religiosaAS MUITAS FACES DA INTOLERÂNCIA




30/10/2019 08h38Atualizado há 2 horas

A COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa da Paraíba rejeitou, nesta terça-feira (29), por unanimidade, projeto de resolução da deputada Estela Bezerra (PSB) que pretendia democratizar o discurso religioso nas sessões da Casa. O projeto de resolução 102/2019 determinava que, “após aberta a sessão, será lido por um deputado, dentre os presentes, algum texto da religião professada ou escolhida por qualquer membro desta casa, bem como prece ou oração das religiões não codificadas”.
Deputada Estela Bezerra: “O que nós pretendemos é garantir o respeito e a diversidade de todas as religiões, partindo do princípio de que o Estado é laico e garante a liberdade de credo aos seus cidadãos.”
Os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação entenderam que o projeto era inconstitucional, demonstrando, na verdade, completa ignorância em relação ao que significa a liberdade de crença e de culto protegida pela Constituição de 1988. Segundo o ministro Alexandre de Moraes, a liberdade religiosa é ampla e abarca todas as religiões.
Alexandre de Moraes: “(...) a liberdade de convicção religiosa abrange inclusive o direito de não acreditar ou não professar nenhuma fé, devendo o Estado respeito ao ateísmo.”
A decisão da Comissão de Constituição, Justiça e Redação dá um péssimo exemplo ao país e transmite a mensagem de que a diversidade religiosa não tem lugar na Casa de Epitácio Pessoa. Nestes tempos sombrios de bolsonarismo, intolerância e repulsa ao conhecimento, a Paraíba seguramente ganharia se os deputados da comissão dedicassem algum tempo à leitura e à compreensão da Constituição de 1988.
Foto: Site de Estela Bezerr
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JOÃO PESSOA

Assembleia Legislativa da Paraíba barra projeto de Estela Bezerra e ataca diversidade religiosa

AS MUITAS FACES DA INTOLERÂNCIA





sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Distrito Federal pioneiro em programa para promover a liberdade religiosa no Brasil...







O Distrito Federal se tornou, nesta quinta-feira (10/10), pioneiro na elaboração de um programa para promover o direito à liberdade religiosa, com a publicação do Decreto nº40.167, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). O texto autorizou um programa trienal de atividades, que estabelece, entre outras coisas, o aperfeiçoamento de instrumentos pedagógicos relativos à oferta do ensino religioso nas escolas públicas, a promoção de ações de combate à intolerância religiosa e o fomento de políticas públicas.

Parcerias, termos ou pactos pela liberdade religiosa, combate à intolerância religiosa e defesa da laicidade deverão ser firmados entre a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus/DF) e outros órgãos do Distrito Federal com a participação da sociedade civil organizada. Campanhas de divulgação sobre a liberdade religiosa também estão incluídas na ação.

Ao falar sobre o programa, o Secretário da Sejus, Gustavo Rocha, lembrou o art. 5º, VI da Constituição Federal de 1988 que dispõe sobre a liberdade de consciência e de crença. “O brasileiro tem assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção dos locais de culto e suas liturgias”, ressaltou.

A ação realizada pela Sejus no sentido de garantir esses direitos tem merecido reconhecimento internacional. Por duas vezes, representantes da Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial da Sejus compareceram a eventos internacionais sobre o assunto.

“O decreto publicado hoje é mais um importante mecanismo que vem contribuir para nosso trabalho em garantir a liberdade religiosa no DF”, comemorou o subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Juvenal Araújo.


'Me chamar de viado não é ofensa. Tomar 4 tiros, sim', diz vítima de homofobia na Bahia...


'Me chamar de viado não é ofensa. Tomar 4 tiros, sim', diz vítima de homofobia na Bahia

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Marcelo Macedo levou quatro tiros após ser visto beijando um homem na Bahia Foto: Instagram / Reprodução
O homem que levou quatro tiros após beijar um rapaz dentro de um bar em Camaçari, sua cidade natal, na região metropolitana de Salvador, no último domingo, publicou um emocionante relato sobre o ataque em seu perfil do Instagram nesta sexta-feira. Marcelo Macedo, de 33 anos, agradeceu o apoio que vem recebendo dos amigos nos últimos dias, ressaltando que o carinho recebido é o que o motivou a se manifestar após ter vivido "um verdadeiro filme de terror".
"Mas o que me encoraja também é o medo", disse ele. "Nem no meu pior pesadelo eu imaginei que um dia pudesse ser tão violentado. Ver a morte de perto é assustador. Nos paralisa".
A Polícia Civil da Bahia investiga o caso, buscando imagens de câmeras de segurança e ouvindo testemunhas que ajudem a esclarecer o ocorrido.

"É difícil acreditar que as pessoas são agredidas tão cruelmente e de maneira tão covarde pelo simples fato de demonstrar afeto. É triste. Dói. Estou despedaçado", afirmou Marcelo. "Sou jovem, tenho uma família, uma vida inteira pela frente e por um milagre de Deus hoje estou vivo, mas quase tive meus sonhos interrompidos de maneira tão vil".
Atingido em um dos braços e no abdômen, Marcelo foi socorrido ao Hospital Geral de Camaçari (HGC), onde ele relatou que "só sabia chorar", achando que estivesse morto.
"Não lembrava de muita coisa. Ao abrir os olhos e me dar conta do que estava acontecendo, entrei em estado de choque, mas por incrível que pareça, o hospital é o meu lar agora, é o lugar onde me sinto seguro, protegido, em paz. Não sei como será quando sair daqui. Temo pelos meus familiares. Estamos assustados em saber que quem atentou contra a minha vida está solto por aí, sua cara não está estampada em todos os jornais estando tão vulnerável como eu me encontro agora, botando a cabeça no travesseiro deitado na cama da sua casa e dormindo todos os dias tranquilamente", disse.
"Me chamar de 'viado' não é ofensa. Tomar 4 tiros, sim. Uma dor irreparável, além de física, emocional e psicológica. Não sei como será de agora em diante, não sei se serei mais o mesmo. Esse medo que estou sentindo, irei carregar até o fim dos meus dias. Só peço proteção para mim e toda a minha família. Orem por mim!", completou.

completou.



sábado, 19 de outubro de 2019

A SIEC/SESAP realizará o Fórum PICS e Saúde do Homem - PRÉ-SIEQUIDADE




A SIEC/SESAP, realizará  o Fórum PICS e Saúde do Homem - PRÉ-SIEQUIDADE que acontecerá no dia 23 de Outubro, na UNIRN, a partir das 8 horas da manhã, e tem como objetivo refletir sobre os diferentes aspectos da saúde do homem e as possibilidades de acolhimento e cuidado no SUS, destacando as práticas integrativas como modalidades importantes nesse processo.
Serão abordadas os temas: "Masculinidades: enxergando alem"; "Masculinidade na perspectiva da equidade" e "utilização das PICS no atendimento em saúde do homem"

Confira a programação completa no site https://doity.com.br/forumpics2019 e já faça sua inscrição!
Contamos com você para enriquecer ainda mais esse debate, e fazer desse fórum um sucesso!

Dia D de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita-terceiro sábado do mês de outubro



Previsto na Lei 13.430/2017, o Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita tem por objetivo enfatizar a importância do diagnóstico e do tratamento adequado da sífilis como infecção sexualmente transmissível e especialmente na gestante durante o pré-natal.




Durante a próxima semana procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima e faça o teste rápido da sífilis!

Aproveite e solicite os insumos de prevenção (camisinhas e gel lubrificante).

#TesteTrateCure

terça-feira, 8 de outubro de 2019

O Projeto de Lei 4741/19 estabelece um marco legal para a formulação e a implementação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável de povos e comunidades tradicionais.

Publicado em 8 de Outubro de 2019 às 09h20

C.FED - Projeto define objetivos de políticas públicas para povos e comunidades tradicionais

O Projeto de Lei 4741/19 estabelece um marco legal para a formulação e a implementação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável de povos e comunidades tradicionais. A proposta foi apresentada pelo deputado Valmir Assunção (PT-BA) e mais cinco deputados.

Segundo os autores, o texto pretende avançar na inclusão social e econômica de povos e comunidades tradicionais, orientando o atendimento de reivindicações desses segmentos da população brasileira.

Como avanços legais já alcançados eles destacam o decreto que instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (6.040/07) e o decreto que instituiu o Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais- CNPCT (8.750/16).

“O projeto busca superar o déficit de implementação de direitos constitucionalmente conquistados pelos povos e comunidades tradicionais, reconhece e promove o protagonismo dos sujeitos desse processo, não admitindo retrocessos e nem direitos a menos”, diz a justificativa do projeto de lei.

De acordo com o texto, os planos de desenvolvimento sustentável dos povos e comunidades tradicionais deverão ser elaborados com a participação equitativa dos representantes de órgãos governamentais e dos povos e comunidades tradicionais envolvidos e poderão considerar parâmetros ambientais, regionais, temáticos, étnico e socioculturais.

O projeto determina ainda que caberá ao CNPCT o planejamento e o monitoramento da execução da política que dará origem aos planos.

Entre os objetivos da política estão:

- garantir aos povos e comunidades tradicionais seus territórios e o acesso aos recursos naturais que tradicionalmente utilizam para sua reprodução física, cultural e econômica;

- solucionar ou minimizar os conflitos gerados pela implantação de Unidades de Conservação de Proteção Integral em territórios tradicionais;

- garantir os direitos dos povos e das comunidades tradicionais afetados direta ou indiretamente por projetos, obras e empreendimentos; e

- garantir aos povos e comunidades tradicionais o acesso aos serviços de saúde de qualidade e adequados às suas características socioculturais; entre outros.

“Ao reconhecer o papel que desempenham na conservação e proteção dos ambientes em que vivem, a proposta visa também potencializar as formas de produção ecologicamente sustentáveis por eles realizadas”, acrescentam os autores.

Tramitação

O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Cultura; de Direitos Humanos e Minorias; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão do Ministério Público Federal (MPF), cobrou nesta segunda-feira (23) ações do governo de Jair Bolsonaro contra ameaças aos povos tradicionais de matriz AFRICANA...




Procuradoria manda governo Bolsonaro combater perseguição a religiões de matriz afro-brasileiras


Fiéis de umbanda e candomblé têm sido vítimas de constantes ataques a terreiros e governos têm sido omisso. Foto: RBA

Da RBA
A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão do Ministério Público Federal (MPF), cobrou nesta segunda-feira (23) ações do governo de Jair Bolsonaro contra ameaças, depredações e incêndios de templos religiosos de matriz afro-brasileiras. Em ofício encaminhado à Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), vinculada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a procuradoria cobra o detalhamento das políticas, estratégias e ações adotadas para enfrentar os crescentes casos de violência por intolerância religiosa.
A PFDC destaca que a violência praticada por motivos religiosos cresceu acentuadamente entre os anos de 2011 e 2018, com os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo como líderes no ranking nacional de denúncias. E que a resposta das instituições tem sido praticamente nula. “Em que pese a quantidade e a gravidade dos ataques, há imensa dificuldade na investigação e na responsabilização dos autores de crimes previstos na Lei nº 7.716/89”, destaca o documento.
O órgão embasa o ofício em um estudo realizado em 2018, mostrando que o problema da intolerância religiosa é nacional e identificando casos ocorridos em estados como Alagoas, Goiás, Pará, Pernambuco, São Paulo, Bahia e Paraná, além da capital federal, entre outros. A análise chama a atenção para a situação crítica existente no estado do Rio de Janeiro, apontando para os gravíssimos e sistemáticos ataques que vêm acontecendo sobretudo na Baixada Fluminense.
“Atos de discriminação, intolerância, violência e racismo religioso colocam em risco a diversidade cultural, o pluralismo e a própria democracia brasileira. Delitos dessa natureza devem ser classificados e combatidos como atentados contra a dignidade humana, crimes de ódio, pois são assim tratados pelas Nações Unidas. O Estado brasileiro não coíbe, impede e não pune de maneira proporcional, adequada e eficaz indivíduos e grupos que, de forma sistemática, ao longo do tempo, vêm restringindo, anulando e suprimindo o livre exercício dos direitos de consciência, crença, culto e liturgia de minorias religiosas de matriz afro-brasileira”, diz o documento da PFDC.
Entre os casos relatados estão o apedrejamento de Maria da Conceição, ocorrido 20 de agosto de 2017, em Nova Iguaçu (RJ), uma das cidades com o maior número de casos de violência por intolerância religiosa. Todas as evidências apontavam para mais um episódio de violência religiosa. Apesar de ser notória a onda de ataques a terreiros e adeptos de religiões de matriz africana na cidade, a delegacia local não enquadrou o caso como intolerância religiosa. Foi preciso que a Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos intervisse para que o enquadramento correto fosse aplicado.
Outro exemplo, no Rio Grande do Sul, foi a invasão e destruição do Templo Oxum e Ogum, localizado em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. Diversos objetos litúrgicos foram destruídos. “Fios de contas arrebentados, búzios roubados. Quebraram várias imagens”, relatou Pai Ademir de Oxum à PFDC. No entanto, a Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande Sul não registrou o caso como intolerância religiosa, alegando que não existem delegacias especializadas e que não existem registros específicos para esses crimes.

domingo, 1 de setembro de 2019

INCÊNDIO CRIMINOSO E INTOLERÂNCIA RELIGIOSA, CÍRCULO DE JUSTIÇA RESTAURATIVA.













CÍRCULO DE JUSTIÇA RESTAURATIVA...Em pauta dentro do Terreiro  "Casa de Matriz Africana" Atacado com INCÊNDIO CRIMINOSO E INTOLERÂNCIA RELIGIOSA,  que destruíu todo terreiro,  objetos e relíquias sagradas em Pendências RN... AÇÃO CONCRETA DE ÓRGÃOS PÚBLICOS E POVOS TRADICIONAIS EM RESOLUTIVIDADE DE CONFLITOS E QUESTÕES...#Policia Militar GOV. RN, #Câmara dos Vereadores, #Sec. de Cultura e Gab. Prefeito, Conselho de Assistência Social do Município, #COPPTT, e #Coeppir GOV. RN,  #,  CONSEPPIRRN - Conselho Estadual de Políticas Públicas de Igualdade Racial, #Comissão de Povos de Terreiro do RN e #Rede Mandacaru Brasil, # Frente Parlamentar Mista dos Povos Tradicionais e #Promotores Populares dos Povos Tradicionais do RN e #Comissão de Justiça e Paz da Assembleia Legislativa do RN, #Facilitadores da Justiça Restaurativa dos Povos de Matriz Africana do RN - NUPA/MPRN...Marco Histórico de Luta... Círculo Justiça Restaurativa, No terreiro de Pai Walter  Diálogo e encaminhamentos  do Estado, Município e Povos Tradicionais de Matriz Africana no RN Reunidos em círculo Justiça Restaurativa para encaminhar ações e derimir conflitos e ações..."Um marco na ação concreta e resolutividade de conflitos e ações de Justiça Restaurativa...
#VAMOSQUEVAMOS...
#COMISSÃODEPOVOSDETERREIRODORN...
#FACILITADOR DE JUSTIÇA RESTAURATIVA DE POVOS TRADICIONAIS...
#REDEMANDACARUBRASIL...
































































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