DONA LOURDES ROCHA FERNANDES HA 75 ANOS VEIO AO MUNDO FRUTO DO VELHO GONÇALO CORO E DE DONA MARIA DAS GRAÇAS OU SIMPLESMENTE VÓ PARA DAR VIDA A MIM E MINHA IRMÃ EM HONRA A TODAS AS MÃES NOS GLORIFICAMOS MINHA SENHOR. MARY, DONA LOURDES QUE SIMPLESMENTE MÃE DEDICOU A SUA VIDA INTEIRA AO TRABALHO E CUIDAR DE SEUS IRMAOS MAIS VELHA VIVA DE 23 FILHOS HOJE AINDA SÃO 06 VIVOS, TRABALHOU ATE NAO AGUENTAR MAIS, QUANDO APOSENTOU AOS 40 QUE TRABALHAVA NA FORMALIDADE VISTO QUE COMEÇOU A TRABALHAR COM 04 ANOS DE IDADE ATE SUA APOSENTADORIA, NA LUTA AINDA DONA LOURDES ROCHA MORADORA A 50 ANOS DO BAIRRO DE NOVA DESCOBERTA E UM SINAL VIVO DA PERSISTENCIA DA MULHER NORDESTINA E BRASILIERA FOI AGRICULTORA, VENDEDORA, TECELA, AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS, AUXILIAR DENTARIA E BUROCRATA DA SECRETARIA DA FAZENDO DO ESTADO DO RN, HOJE TEM DIFICULDADES PARA ANDAR MAS VIVE AINDA COM MUITA ALEGRIA MESMO DEPOIS DE TRES PARADAS CARDIACAS E MUITOS REMEDIOS CUIDA DE SEU UNICO NETO EROS RAMISSES ROCHA FERNANDES QUE E TUDO EM SUA VIDA ALEM DE SEU BEBE ETERNO SEU CACHORINHO SEU CHICO QUE HOJE TEM 14 ANOS E JA E CEGO, BEM COMO HOJE VIROU A MÃE DE SEU ESPOSO EXPEDITO PRAXEDES FERNANDES NUM ESTADO SENIL E COM MUITAS DIFICULDADES DE ANDAR E SE CUIDAR NAO QUER MAIS VIVER POR MOTIVO DE UM LONGA DEPRESESSÃO DE DOENÇA DE ALZEHEIMER QUE ELA MESMO COM TODAS AS SUAS DIFICULDADES SO COME DEPOIS DELE E PASSOU A VIVER EM FUNÇÃO DO MESMO APESAR DE MUITAS DIFICULDADE PARA ANDAR E DE TER QUE TOMAR MUITOS REMEDIOS ANTIFLAMATORIOS TODOS OS DIAS, E SEGUNDO O DR NETO E DR KERGINALDO NAO TEM CURA MAS PARA SEUS JOELHOS, A PARTIR DESRA HISTORIA QUEREMOS PARABENIZAR A TODAS AS MÃES DO MUNDO MAE, MULHER SIMPLESMENTE AQUELA QUE NOS FAZ VIVER...
MÃE...
a presença de cada passo que o
tempo não apaga: por mais longo
e escuro que seja o caminho, haverá
sempre um horizonte...
História do Dia da Mães
As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.
Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo
No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.
A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.
Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.
Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal
A FLOR DO SERTAO E CANGAÇO - Organização que atua na defesa social da vida ambiente da diversidade etinico racial de todas as formas e maneiras, a missão de servir ao outro com toda a nossas forças e sinergia "Ti Oluwa Ni Ile", Domine, quo vadis? Senhor, aonde ides? Ab initio: desde o começo. Ab aeterno: desde a eternidade. In perpetuum: para sempre. TRANSFORME SEU GESTO EM AÇÃO DEPOSITE: 9314 ITAU NATAL-RN-BRASIL 08341 2 Ilê Ilê Axé àrà-àiyé Omim ofa Orum fum fum Bara Lona...
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sábado, 7 de maio de 2011
DENUNCIA E AÇÃO NA SAUDE CNES E A SAUDE
Do último dia 05 de maio, o Cadastro de Estabelicimentos de Saúde referentes a Santa Cruz foram atualizados, ficando da seguinte forma:
UNIDADE DE SAÚDE DO PARAÍSO:
Equipe I: Médica Benedita Alves Dantas, desde 28-02-2011;
Equipe II: Médico Dr. Lamech Simplício Goes de Carvalho, desde 01-02-2011;
Equipe III: Não possui profissionais;
Equipe IV: Médico Dr. Francisco das Chagas Wanderley Rebouças, desde 28-02-2011.
UNIDADE DE SAÚDE DO CENTRO:
Equipe I: Não possui profissionais;
Equipe II: Médico Dr. Daniel Alves da Costa, desde 01-02-2011.
UNIDADE DE SAÚDE DO MARACUJÁ
Equipe I: Está cadastrada, mas o médico Dr. Antônio Batista Barros foi desligado desde 28-02-2011.
UNIDADE DE SAÚDE DO DNER:
Equipe I: Médico Dr. Antônio Batista Barros, desde 28-02-11.
UNIDADE DE SAÚDE DO CONJUNTO CÔNEGO MONTE:
Equipe I: Equipe cadastrada, mas sem médico ( Dr. Francisco das Chagas Wanderley Rebouças), que foi desligado em 28-02-2011;
Equipe II: Equipe cadastrada, mas sem médica (Dra. Benedita Araujo Dantas), que foi desligada em 28-02-2011.
POSTO DE SAÚDE DO CACARUABA:
Equipe I: Cadastrada, mas sem médica (Dra. Juliana Fernandes de Sá Rocha), que foi desligada em 28-02-2011.
POSTO DE SAÚDE DA BOA VISTA:
Equipe I: Médica Dra. Juliane Fernandes de Sá Rocha, desde 28-02-2011.
DETALHES:
Os médicos que constavam no CNES sem que de fato prestassem serviço foram desligados. (são 03, sendo: 01 do Paraíso, 01 do DNER e 01 da Zona Rural).
No Paraíso temos apenas Dr. Rebouças que de fato atende a população, pois a Dra. Benedita atende na Unidade do Conjunto Cônego Monte e Dr. Lamech Simplício Goes de Carvalho atende pela manhã na Unidade de Saúde do DNER e a tarde na Unidade do Centro.
Dr. Antônio efetivamente atende na Unidade do Maracujá, mas consta como se fosse médico do DNER.
Com relação as Equipes I do Centro e III do Paraíso não estão cadastradas no CNES, mas os servdores cosntam como profissionais vinculados as Unidades de Saúde.
PERGUNTAS:
Será que os médicos serão distribuídos conformes constam no CNES??
Se forem como ficarão as Unidades do Conjunto Cônego Monte e do Maracujá o Posto de Saúde de Cacaruaba, que oficialmente não têm médicos?
A CONSIDERAR:
A situação é difícil, pois Santa Cruz paga apenas R$ 7.000,00 ao profissional médico, enquanto a maioria das cidades do Trairi paga um valor bem superior. Carnaúba dos Dantas oferece 12 mil ao médico.
fonte: MANDATO do Ver. Lucicláudio
UNIDADE DE SAÚDE DO PARAÍSO:
Equipe I: Médica Benedita Alves Dantas, desde 28-02-2011;
Equipe II: Médico Dr. Lamech Simplício Goes de Carvalho, desde 01-02-2011;
Equipe III: Não possui profissionais;
Equipe IV: Médico Dr. Francisco das Chagas Wanderley Rebouças, desde 28-02-2011.
UNIDADE DE SAÚDE DO CENTRO:
Equipe I: Não possui profissionais;
Equipe II: Médico Dr. Daniel Alves da Costa, desde 01-02-2011.
UNIDADE DE SAÚDE DO MARACUJÁ
Equipe I: Está cadastrada, mas o médico Dr. Antônio Batista Barros foi desligado desde 28-02-2011.
UNIDADE DE SAÚDE DO DNER:
Equipe I: Médico Dr. Antônio Batista Barros, desde 28-02-11.
UNIDADE DE SAÚDE DO CONJUNTO CÔNEGO MONTE:
Equipe I: Equipe cadastrada, mas sem médico ( Dr. Francisco das Chagas Wanderley Rebouças), que foi desligado em 28-02-2011;
Equipe II: Equipe cadastrada, mas sem médica (Dra. Benedita Araujo Dantas), que foi desligada em 28-02-2011.
POSTO DE SAÚDE DO CACARUABA:
Equipe I: Cadastrada, mas sem médica (Dra. Juliana Fernandes de Sá Rocha), que foi desligada em 28-02-2011.
POSTO DE SAÚDE DA BOA VISTA:
Equipe I: Médica Dra. Juliane Fernandes de Sá Rocha, desde 28-02-2011.
DETALHES:
Os médicos que constavam no CNES sem que de fato prestassem serviço foram desligados. (são 03, sendo: 01 do Paraíso, 01 do DNER e 01 da Zona Rural).
No Paraíso temos apenas Dr. Rebouças que de fato atende a população, pois a Dra. Benedita atende na Unidade do Conjunto Cônego Monte e Dr. Lamech Simplício Goes de Carvalho atende pela manhã na Unidade de Saúde do DNER e a tarde na Unidade do Centro.
Dr. Antônio efetivamente atende na Unidade do Maracujá, mas consta como se fosse médico do DNER.
Com relação as Equipes I do Centro e III do Paraíso não estão cadastradas no CNES, mas os servdores cosntam como profissionais vinculados as Unidades de Saúde.
PERGUNTAS:
Será que os médicos serão distribuídos conformes constam no CNES??
Se forem como ficarão as Unidades do Conjunto Cônego Monte e do Maracujá o Posto de Saúde de Cacaruaba, que oficialmente não têm médicos?
A CONSIDERAR:
A situação é difícil, pois Santa Cruz paga apenas R$ 7.000,00 ao profissional médico, enquanto a maioria das cidades do Trairi paga um valor bem superior. Carnaúba dos Dantas oferece 12 mil ao médico.
fonte: MANDATO do Ver. Lucicláudio
área de proteção ambiental ponto de despejo de entulhos Quem denuncia são os moradores da região
O terreno localizado entre as ruas Presidente Manoel Leão e Aldo Fernandes, no conjunto San Vale, Zona Sul de Natal, se transformou em um ponto de despejo de entulhos. Quem denuncia são os moradores da região, que informaram que o local, que é uma área de proteção ambiental composta por dunas, está repleto de resíduos como ferro, tijolos e pedaços de concreto.
divulgação
Local vem sofrendo com despejo de detritos desde a última segunda-feira (2)Segundo relatos, os despejos começaram na última segunda-feira (2). Na ocasião, o carro de uma empresa foi visto descarregando uma quantidade razoável de detritos. "Estamos preocupados com isso, pois não queremos que o terreno se torne um ponto de acúmulo de lixo, atraindo carroceiros e mais sujeira", revelou um morador que preferiu não se identificar.
fonte: moradores locais...
tribuna do norte
rede mandacarurn
divulgação
Local vem sofrendo com despejo de detritos desde a última segunda-feira (2)Segundo relatos, os despejos começaram na última segunda-feira (2). Na ocasião, o carro de uma empresa foi visto descarregando uma quantidade razoável de detritos. "Estamos preocupados com isso, pois não queremos que o terreno se torne um ponto de acúmulo de lixo, atraindo carroceiros e mais sujeira", revelou um morador que preferiu não se identificar.
fonte: moradores locais...
tribuna do norte
rede mandacarurn
quinta-feira, 5 de maio de 2011
LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999.
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999.
Mensagem de Veto
Regulamento
Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
CAPÍTULO I
DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Art. 1o Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.
Art. 2o A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.
Art. 3o Como parte do processo educativo mais amplo, todos têm direito à educação ambiental, incumbindo:
I - ao Poder Público, nos termos dos arts. 205 e 225 da Constituição Federal, definir políticas públicas que incorporem a dimensão ambiental, promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e o engajamento da sociedade na conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente;
II - às instituições educativas, promover a educação ambiental de maneira integrada aos programas educacionais que desenvolvem;
III - aos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente - Sisnama, promover ações de educação ambiental integradas aos programas de conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente;
IV - aos meios de comunicação de massa, colaborar de maneira ativa e permanente na disseminação de informações e práticas educativas sobre meio ambiente e incorporar a dimensão ambiental em sua programação;
V - às empresas, entidades de classe, instituições públicas e privadas, promover programas destinados à capacitação dos trabalhadores, visando à melhoria e ao controle efetivo sobre o ambiente de trabalho, bem como sobre as repercussões do processo produtivo no meio ambiente;
VI - à sociedade como um todo, manter atenção permanente à formação de valores, atitudes e habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva voltada para a prevenção, a identificação e a solução de problemas ambientais.
Art. 4o São princípios básicos da educação ambiental:
I - o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo;
II - a concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o sócio-econômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade;
III - o pluralismo de idéias e concepções pedagógicas, na perspectiva da inter, multi e transdisciplinaridade;
IV - a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais;
V - a garantia de continuidade e permanência do processo educativo;
VI - a permanente avaliação crítica do processo educativo;
VII - a abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e globais;
VIII - o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural.
Art. 5o São objetivos fundamentais da educação ambiental:
I - o desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos;
II - a garantia de democratização das informações ambientais;
III - o estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social;
IV - o incentivo à participação individual e coletiva, permanente e responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania;
V - o estímulo à cooperação entre as diversas regiões do País, em níveis micro e macrorregionais, com vistas à construção de uma sociedade ambientalmente equilibrada, fundada nos princípios da liberdade, igualdade, solidariedade, democracia, justiça social, responsabilidade e sustentabilidade;
VI - o fomento e o fortalecimento da integração com a ciência e a tecnologia;
VII - o fortalecimento da cidadania, autodeterminação dos povos e solidariedade como fundamentos para o futuro da humanidade.
CAPÍTULO II
DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Seção I
Disposições Gerais
Art. 6o É instituída a Política Nacional de Educação Ambiental.
Art. 7o A Política Nacional de Educação Ambiental envolve em sua esfera de ação, além dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente - Sisnama, instituições educacionais públicas e privadas dos sistemas de ensino, os órgãos públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e organizações não-governamentais com atuação em educação ambiental.
Art. 8o As atividades vinculadas à Política Nacional de Educação Ambiental devem ser desenvolvidas na educação em geral e na educação escolar, por meio das seguintes linhas de atuação inter-relacionadas:
I - capacitação de recursos humanos;
II - desenvolvimento de estudos, pesquisas e experimentações;
III - produção e divulgação de material educativo;
IV - acompanhamento e avaliação.
§ 1o Nas atividades vinculadas à Política Nacional de Educação Ambiental serão respeitados os princípios e objetivos fixados por esta Lei.
§ 2o A capacitação de recursos humanos voltar-se-á para:
I - a incorporação da dimensão ambiental na formação, especialização e atualização dos educadores de todos os níveis e modalidades de ensino;
II - a incorporação da dimensão ambiental na formação, especialização e atualização dos profissionais de todas as áreas;
III - a preparação de profissionais orientados para as atividades de gestão ambiental;
IV - a formação, especialização e atualização de profissionais na área de meio ambiente;
V - o atendimento da demanda dos diversos segmentos da sociedade no que diz respeito à problemática ambiental.
§ 3o As ações de estudos, pesquisas e experimentações voltar-se-ão para:
I - o desenvolvimento de instrumentos e metodologias, visando à incorporação da dimensão ambiental, de forma interdisciplinar, nos diferentes níveis e modalidades de ensino;
II - a difusão de conhecimentos, tecnologias e informações sobre a questão ambiental;
III - o desenvolvimento de instrumentos e metodologias, visando à participação dos interessados na formulação e execução de pesquisas relacionadas à problemática ambiental;
IV - a busca de alternativas curriculares e metodológicas de capacitação na área ambiental;
V - o apoio a iniciativas e experiências locais e regionais, incluindo a produção de material educativo;
VI - a montagem de uma rede de banco de dados e imagens, para apoio às ações enumeradas nos incisos I a V.
Seção II
Da Educação Ambiental no Ensino Formal
Art. 9o Entende-se por educação ambiental na educação escolar a desenvolvida no âmbito dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, englobando:
I - educação básica:
a) educação infantil;
b) ensino fundamental e
c) ensino médio;
II - educação superior;
III - educação especial;
IV - educação profissional;
V - educação de jovens e adultos.
Art. 10. A educação ambiental será desenvolvida como uma prática educativa integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades do ensino formal.
§ 1o A educação ambiental não deve ser implantada como disciplina específica no currículo de ensino.
§ 2o Nos cursos de pós-graduação, extensão e nas áreas voltadas ao aspecto metodológico da educação ambiental, quando se fizer necessário, é facultada a criação de disciplina específica.
§ 3o Nos cursos de formação e especialização técnico-profissional, em todos os níveis, deve ser incorporado conteúdo que trate da ética ambiental das atividades profissionais a serem desenvolvidas.
Art. 11. A dimensão ambiental deve constar dos currículos de formação de professores, em todos os níveis e em todas as disciplinas.
Parágrafo único. Os professores em atividade devem receber formação complementar em suas áreas de atuação, com o propósito de atender adequadamente ao cumprimento dos princípios e objetivos da Política Nacional de Educação Ambiental.
Art. 12. A autorização e supervisão do funcionamento de instituições de ensino e de seus cursos, nas redes pública e privada, observarão o cumprimento do disposto nos arts. 10 e 11 desta Lei.
Seção III
Da Educação Ambiental Não-Formal
Art. 13. Entendem-se por educação ambiental não-formal as ações e práticas educativas voltadas à sensibilização da coletividade sobre as questões ambientais e à sua organização e participação na defesa da qualidade do meio ambiente.
Parágrafo único. O Poder Público, em níveis federal, estadual e municipal, incentivará:
I - a difusão, por intermédio dos meios de comunicação de massa, em espaços nobres, de programas e campanhas educativas, e de informações acerca de temas relacionados ao meio ambiente;
II - a ampla participação da escola, da universidade e de organizações não-governamentais na formulação e execução de programas e atividades vinculadas à educação ambiental não-formal;
III - a participação de empresas públicas e privadas no desenvolvimento de programas de educação ambiental em parceria com a escola, a universidade e as organizações não-governamentais;
IV - a sensibilização da sociedade para a importância das unidades de conservação;
V - a sensibilização ambiental das populações tradicionais ligadas às unidades de conservação;
VI - a sensibilização ambiental dos agricultores;
VII - o ecoturismo.
CAPÍTULO III
DA EXECUÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Art. 14. A coordenação da Política Nacional de Educação Ambiental ficará a cargo de um órgão gestor, na forma definida pela regulamentação desta Lei.
Art. 15. São atribuições do órgão gestor:
I - definição de diretrizes para implementação em âmbito nacional;
II - articulação, coordenação e supervisão de planos, programas e projetos na área de educação ambiental, em âmbito nacional;
III - participação na negociação de financiamentos a planos, programas e projetos na área de educação ambiental.
Art. 16. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, na esfera de sua competência e nas áreas de sua jurisdição, definirão diretrizes, normas e critérios para a educação ambiental, respeitados os princípios e objetivos da Política Nacional de Educação Ambiental.
Art. 17. A eleição de planos e programas, para fins de alocação de recursos públicos vinculados à Política Nacional de Educação Ambiental, deve ser realizada levando-se em conta os seguintes critérios:
I - conformidade com os princípios, objetivos e diretrizes da Política Nacional de Educação Ambiental;
II - prioridade dos órgãos integrantes do Sisnama e do Sistema Nacional de Educação;
III - economicidade, medida pela relação entre a magnitude dos recursos a alocar e o retorno social propiciado pelo plano ou programa proposto.
Parágrafo único. Na eleição a que se refere o caput deste artigo, devem ser contemplados, de forma eqüitativa, os planos, programas e projetos das diferentes regiões do País.
Art. 18. (VETADO)
Art. 19. Os programas de assistência técnica e financeira relativos a meio ambiente e educação, em níveis federal, estadual e municipal, devem alocar recursos às ações de educação ambiental.
CAPÍTULO IV
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 20. O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias de sua publicação, ouvidos o Conselho Nacional de Meio Ambiente e o Conselho Nacional de Educação.
Art. 21. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 27 de abril de 1999; 178o da Independência e 111o da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Paulo Renato Souza
José Sarney Filho
Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 28.4.1999
VOCÊ É BRANCO? Que azar, hein? Ives Gandra da Silva Martins
CHEGUEI A FICAR COM PENA DESTE SENHOR!!!!
VOCÊ É BRANCO? Que azar, hein?
Ives Gandra da Silva Martins
Ives Gandra da Silva Martins*
Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem
Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles!
Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.
Os índios que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado.
Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios, que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.
Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.
Aos "quilombolas", que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.
Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências (algo que um cidadão comum jamais conseguiria!)
Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse "privilégio", porque cumpre a lei.
Desertores, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para "ressarcir" aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo ou se disseram perseguidos.
E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.
(*Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo).
VOCÊ É BRANCO? Que azar, hein?
Ives Gandra da Silva Martins
Ives Gandra da Silva Martins*
Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem
Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles!
Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.
Os índios que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado.
Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios, que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.
Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.
Aos "quilombolas", que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.
Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências (algo que um cidadão comum jamais conseguiria!)
Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse "privilégio", porque cumpre a lei.
Desertores, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para "ressarcir" aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo ou se disseram perseguidos.
E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.
(*Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo).
Escolas brasileiras criam e perpetuam preconceitos e discriminações contra minorias, avaliam especialistas???

O ambiente escolar é um espaço para o surgimento de atitudes sexistas e homofóbicas. Esta é uma das conclusões tiradas da audiência pública sobre preconceitos e discriminações na educação brasileira, realizada ontem (4) na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.
“Além de reproduzir a escola cria homofobia”, disse a coordenadora do Projeto Escola sem Homofobia, da organização não governamental (ONG) Ecos – Comunicação em Sexualidade, Maria Helena Franco. “Não é mais adiante, mas é ali que esta se criando o preconceito”, completou.
Na opinião de Helena Franco, os professores brasileiros não são preparados para lidar com o tema em sala de aula e não dispõem de material didático que possa auxiliá-los. “Material sobre a temática praticamente não existe”, disse após apresentar aos parlamentares um kit com livro, vídeos, boletins e cartaz que podem ser usados na escola em apoio à implantação do chamado “projeto político pedagógico”, que orienta o ensino.
O material elaborado pela ONG está em análise na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade – Secad, do Ministério da Educação (MEC), para ser replicado e incluído na grade de distribuição de material educativo do MEC. Segundo Helena Franco, o ministério já recebeu cerca de 1.500 pedidos do material que não está disponível na internet. A princípio, o material será distribuído a docentes do ensino médio, “mas pode ser usado por professores do ensino fundamental”, disse.
Situações de homofobia são verificadas, por exemplo, em situações de constrangimento, o bullying, que pode causar danos morais a quem sofre com comportamentos agressivos (físico ou verbal) recorrentes.
Uma pesquisa de 2009, apresentada pela ONG Plan Brasil, e publicada pelo Ministério Público do Maranhão, feita com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares de todas as regiões brasileiras, mostrou que sete em cada dez estudantes de diversas faixas etárias presenciaram cenas de agressões entre colegas. As principais vítimas são os meninos: 34,5% disseram ser vítimas de maus tratos.
A situação dos meninos na escola começa a preocupar também pela questão de gênero, tradicionalmente associada à discriminação contra as mulheres. A pesquisadora Denise Carreira, da ONG Ação Educativa salienta que os meninos, especialmente os meninos negros, abandonam a escola mais que as meninas.
Apesar desse dado e do fato das mulheres já terem em média maior escolaridade que o homem, o mercado de trabalho é menos favorável a elas que recebem salários menores. Para Denise Carreira, isso tem a ver com as vocações que são estimuladas desde a escola e as carreiras as quais acabam se dedicando.
“A educação sexista define que as mulheres são boas para isso, e não são boas para aquilo”, afirmou ao lembrar que o mal desempenho em ciências e matemática tem a ver com a falta de estímulo para que, no futuro, ocupem áreas de exatas. “Ainda hoje temos profissões ditas masculinas e profissões ditas femininas”, como as áreas sociais e de cuidados (professoras, assistentes sociais, saúde), com baixa remuneração. “É fundamental questionar a educação que estabelece papéis para homens e mulheres”, recomendou.
Reportagem de Gilberto Costa, da Agência Brasil, publicada pela EcoDebate, 05/05/2011
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Odu pela graça do Orun...
NA GRATIDÃO DO ODU...
EJIONILE:
Personalidade: são pessoas trabalhadoras, gostam de tudo rápido, exige anseio, limpeza; pessoas impulsivas; pessoas de espírito livre; enjoam de tudo facilmente; paixões violentas, são curiosos, adoram viajar. Responde Osala, Ososi...
Naquele tempo, mandaram todas as árvores fazerem oferendas a olorum (deus) mas nenhuma deu importância ao conselho. Somente a cajazeira fez a oferenda. Daí por diante, todas as árvores morreram sem delongas quando estavam deitadas, exceto a cajazeira, que mesmo deitada, caída ao chão, sempre grela e renasce.
ÓFÚN:
Personalidade: são pessoas importantes com grandes sensos comunitários e de profundo saber prático, experientes, rancorosos,teimosos, vingativos, com senso de justiça muito imparcial, tendem obter sucesso após meia idade, são envelhecidos internamente, aparentam possuir muita calma e paciência.
O sucesso material depende do sucesso espiritual. Responde Osala (todos)
Um dia foi marcado uma reunião entre todos os orixás, cada um tratou de realizar as oferendas especificas afim que tudo transcorresse muito bem, orixalá tratou logo de preparar a sua. Findando a feitura da oferenda, entregaram a orixalá panos brancos para ele fazer um vestuário e penas de papagaio da costa para ele colocar em sua cabeça. Assim feito tudo, chegou o dia da grande reunião em que todos os orixás se apresentaram.
Orisanla (Osala) apareceu de uma forma tão maravilhosa em suas vestes novas, como se fosse iluminado pelos raios do sol. Assim, todos foram se curvando diante de tamanho brilho da aurora nascente, juraram fidelidade e lhe deram tudo o que possuíam, com a palavra de o adorarem para sempre...
ÓWONRÍN:
Personalidade: são pessoas de certa forma 'perigosas", obstinados por sucesso, felizes quando buscam profissões liberais que atuam junto ao público. Possuem muita energia, disposição; estão em constante movimento, agito. São muito nervosos. Possuem sorte na vida, porém são extremamente vingativos e defendem-se atacando. Responde Egungun (Egun), Oya.
Em certo dia, uma mulher muito fiel a Orisa fora numa fonte lavar roupa levando consigo sua criancinha. Lá havia outra mulher invejosa que, vendo que ela estava distraída com a sua ocupação, tentou lançar a criancinha da outra numa bacia d'água. Mas outra mulher ainda, ouvindo o chorinho da criança, correu para ali e a tirou de dentro d'água, salvando-a do perigo, antes mesmo de sua mãe se der conta. Do horror que acontecia.
Assim se vê o ponto onde uma pessoa má pode chegar... E também o quanto podemos contar com a ajuda e proteção através de oferendas específicas.
EJIONILE:
Personalidade: são pessoas trabalhadoras, gostam de tudo rápido, exige anseio, limpeza; pessoas impulsivas; pessoas de espírito livre; enjoam de tudo facilmente; paixões violentas, são curiosos, adoram viajar. Responde Osala, Ososi...
Naquele tempo, mandaram todas as árvores fazerem oferendas a olorum (deus) mas nenhuma deu importância ao conselho. Somente a cajazeira fez a oferenda. Daí por diante, todas as árvores morreram sem delongas quando estavam deitadas, exceto a cajazeira, que mesmo deitada, caída ao chão, sempre grela e renasce.
ÓFÚN:
Personalidade: são pessoas importantes com grandes sensos comunitários e de profundo saber prático, experientes, rancorosos,teimosos, vingativos, com senso de justiça muito imparcial, tendem obter sucesso após meia idade, são envelhecidos internamente, aparentam possuir muita calma e paciência.
O sucesso material depende do sucesso espiritual. Responde Osala (todos)
Um dia foi marcado uma reunião entre todos os orixás, cada um tratou de realizar as oferendas especificas afim que tudo transcorresse muito bem, orixalá tratou logo de preparar a sua. Findando a feitura da oferenda, entregaram a orixalá panos brancos para ele fazer um vestuário e penas de papagaio da costa para ele colocar em sua cabeça. Assim feito tudo, chegou o dia da grande reunião em que todos os orixás se apresentaram.
Orisanla (Osala) apareceu de uma forma tão maravilhosa em suas vestes novas, como se fosse iluminado pelos raios do sol. Assim, todos foram se curvando diante de tamanho brilho da aurora nascente, juraram fidelidade e lhe deram tudo o que possuíam, com a palavra de o adorarem para sempre...
ÓWONRÍN:
Personalidade: são pessoas de certa forma 'perigosas", obstinados por sucesso, felizes quando buscam profissões liberais que atuam junto ao público. Possuem muita energia, disposição; estão em constante movimento, agito. São muito nervosos. Possuem sorte na vida, porém são extremamente vingativos e defendem-se atacando. Responde Egungun (Egun), Oya.
Em certo dia, uma mulher muito fiel a Orisa fora numa fonte lavar roupa levando consigo sua criancinha. Lá havia outra mulher invejosa que, vendo que ela estava distraída com a sua ocupação, tentou lançar a criancinha da outra numa bacia d'água. Mas outra mulher ainda, ouvindo o chorinho da criança, correu para ali e a tirou de dentro d'água, salvando-a do perigo, antes mesmo de sua mãe se der conta. Do horror que acontecia.
Assim se vê o ponto onde uma pessoa má pode chegar... E também o quanto podemos contar com a ajuda e proteção através de oferendas específicas.
Campanha Nacional de Entrega Voluntária de Armas e Munições (Cevam)
No próximo dia seis, terá início no Brasil a Campanha Nacional de Entrega Voluntária de Armas e Munições (Cevam), com duração até o final do ano. A campanha começaria em julho, mas os organizadores optaram por sua antecipação devido à tragédia ocorrida em abril, na escola de Realengo, cidade do Rio de Janeiro. No caso, 12 crianças foram mortas por um atirador, Wellington Menezes de Oliveira, que portava dois revólveres adquiridos ilegalmente.
Com uma articulação entre Ministério da Justiça, Rede Desarma Brasil, associação Viva Comunidade e a Polícia Federal, a coleta ocorrerá em postos da Polícia Federal. De acordo com a coordenadora da área de Controle de Armas da ONG Sou da Paz, Alice Ribeiro, posteriormente serão instalados outros postos, nas guardas civis, batalhões de polícia e delegacias.
Ela também destaca que esta edição da campanha facilitou a entrega das armas. Ninguém terá de se identificar, apenas registrar dados como sexo e idade, para pesquisas. A indenização pela arma será feita no momento da entrega e os valores variam entre 100 e 300 reais, a depender do calibre da arma e outras características.
Alice salienta a importância da campanha como momento de desenvolver a entrega voluntária e a conscientização. "É importante que a pessoa tome consciência de que aquela arma, em casa, traz mais insegurança do que segurança. Agora que a entrega é anônima, não importa de onde a arma veio, mas o destino que terá: a destruição. E que essas armas não vão entrar para o crime”, assinala.
As organizações sociais envolvidas com a causa propõem que o governo federal indenize também as munições entregues, bem como autorize o credenciamento de organizações da sociedade civil para o recebimento de armas, acompanhada por efetivos da segurança pública.
Outra sugestão das ONGs é marretar a arma no momento em que for entregue, o que aumentaria a credibilidade da campanha. Também foi cogitado um pedido aos fabricantes para que insiram chips nas armas, facilitando assim sua identificação e rastreamento, a exemplo do que é feito na Califórnia.
Para implementar a campanha, formou-se, ainda em abril, a Comissão Nacional de Desarmamento, da qual participam integrantes do governo federal, representantes da sociedade civil, ONGs, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Conselho Nacional do Ministério Público.
Dados
De acordo com a organização Sou da Paz, há 16 milhões de armas circulando no Brasil, das quais apenas dois milhões estariam sob poder da polícia. Dentre os 14 milhões que estariam nas mãos de civis, apenas a metade seria registrada legalmente. A ONG denuncia que as armas acabam sendo usadas em homicídios, assaltos ou no narcotráfico. Apenas no ano passado, houve 35 mil vítimas de armas de fogo no país, o que daria uma média de 95 por dia.
Segundo a ONG Viva Rio, a maior parte dos homicídios com armas de fogo ocorre no ambiente doméstico, motivada por ciúmes ou alcoolismo. Por sua vez, as mulheres seriam as principais colaboradoras da campanha, entregando armas de seus maridos, irmãos, pais e filhos.
Durante a Campanha Nacional de Desarmamento, ocorrida entre julho de 2004 e outubro de 2005, foram recolhidas quase 500 mil armas de fogo. A partir deste número, o relatório "Vidas poupadas – O Impacto do Desarmamento no Brasil", da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), aponta que cinco mil vidas foram poupadas. A conclusão se baseia na redução de 15,2% no número de mortes por armas de fogo em 2004, com relação a 2003.
Os Griôs
Por Daiane Souza/f palmares:
Os Griôs são povos que carregam o dom da oratória e transmitem sabedoria popular com facilidade. Meio nômades, são líderes de grupos culturais, geralmente músicos e poetas de cultura popular, na maioria de origem negra, como capoeiristas, congadeiros e jongueiros. Na definição de Thomas Hale (1988), “são responsáveis por uma sabedoria e uma arte verbal presentes nos rituais da vida social”.
Chega ao circuito educacional mais uma contribuição para o efetivo cumprimento da lei que obriga o ensino da história e da cultura afro-brasileiras nas escolas: kits do projeto Mestres e Griôs do Brasil. Fruto de parceira entre a Fundação José de Paiva Netto e a Fundação Cultural Palmares (FCP), o material será entregue em bibliotecas, universidades, associações e instituições que valorizam o patrimônio imaterial do País.
Constituídos por dois DVDs, os pacotes exibem programas interdisciplinares de televisão sobre aspectos culturais afro-brasileiros. Eles integram um conjunto de iniciativas que buscam contribuir para a efetivação da Lei 10.639, de 2003, que torna obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileiras nas escolas públicas e privadas do Brasil.
Eloi Ferreira ressalta que o setor cultural do País tem dado importantes passos para o cumprimento da Lei 10.639, mas que é preciso muito mais para que seu objetivo seja plenamente alcançado. E lembra que a obrigatoriedade do ensino sobre a temática também está registrada no Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288, capítulo II), sancionado em 20 de julho de 2010.
NA PRÁTICA – Temas como tradição oral, congada, jongo e maculelê buscam ampliar a compreensão de professores e estudantes sobre a cultura negra. A professora Waldicéia de Moraes Teixeira da Silva, da Secretaria de Educação do Distrito Federal, crê que a escolha do público-alvo foi a acertada. “É a comunidade escolar de hoje que vai mudar a visão das gerações futuras”, pontua.
Waldicéia destaca ainda que os materiais que vêm sendo produzidos para dar visibilidade à cultura afro-brasileira são de extrema importância para o resgate da identidade de um país que ainda se utiliza de referências européias para ensinar. “Até pouco tempo, o Estado e os movimentos se preocuparam em divulgar apenas o que já é popularizado, como o Hip Hop. Precisamos trabalhar com o que é nosso”, completa.
Negra, Armênia da Silva Santos, estudante do segundo semestre de Pedagogia das Faculdades Integradas Unicesp, já pensa em como trabalhar a história da África e dos afrodescendentes em suas aulas. “Tenho em mente oficinas para despertar os alunos para a importância da preservação das tradições”, conta. “O uso do material facilitará o ensino, concretizando o que será explicado em sala de aula”, conclui.
GRIÔS...
2011 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes.
Os Griôs são povos que carregam o dom da oratória e transmitem sabedoria popular com facilidade. Meio nômades, são líderes de grupos culturais, geralmente músicos e poetas de cultura popular, na maioria de origem negra, como capoeiristas, congadeiros e jongueiros. Na definição de Thomas Hale (1988), “são responsáveis por uma sabedoria e uma arte verbal presentes nos rituais da vida social”.
Chega ao circuito educacional mais uma contribuição para o efetivo cumprimento da lei que obriga o ensino da história e da cultura afro-brasileiras nas escolas: kits do projeto Mestres e Griôs do Brasil. Fruto de parceira entre a Fundação José de Paiva Netto e a Fundação Cultural Palmares (FCP), o material será entregue em bibliotecas, universidades, associações e instituições que valorizam o patrimônio imaterial do País.
Constituídos por dois DVDs, os pacotes exibem programas interdisciplinares de televisão sobre aspectos culturais afro-brasileiros. Eles integram um conjunto de iniciativas que buscam contribuir para a efetivação da Lei 10.639, de 2003, que torna obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileiras nas escolas públicas e privadas do Brasil.
Eloi Ferreira ressalta que o setor cultural do País tem dado importantes passos para o cumprimento da Lei 10.639, mas que é preciso muito mais para que seu objetivo seja plenamente alcançado. E lembra que a obrigatoriedade do ensino sobre a temática também está registrada no Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288, capítulo II), sancionado em 20 de julho de 2010.
NA PRÁTICA – Temas como tradição oral, congada, jongo e maculelê buscam ampliar a compreensão de professores e estudantes sobre a cultura negra. A professora Waldicéia de Moraes Teixeira da Silva, da Secretaria de Educação do Distrito Federal, crê que a escolha do público-alvo foi a acertada. “É a comunidade escolar de hoje que vai mudar a visão das gerações futuras”, pontua.
Waldicéia destaca ainda que os materiais que vêm sendo produzidos para dar visibilidade à cultura afro-brasileira são de extrema importância para o resgate da identidade de um país que ainda se utiliza de referências européias para ensinar. “Até pouco tempo, o Estado e os movimentos se preocuparam em divulgar apenas o que já é popularizado, como o Hip Hop. Precisamos trabalhar com o que é nosso”, completa.
Negra, Armênia da Silva Santos, estudante do segundo semestre de Pedagogia das Faculdades Integradas Unicesp, já pensa em como trabalhar a história da África e dos afrodescendentes em suas aulas. “Tenho em mente oficinas para despertar os alunos para a importância da preservação das tradições”, conta. “O uso do material facilitará o ensino, concretizando o que será explicado em sala de aula”, conclui.
GRIÔS...
2011 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes.
terça-feira, 3 de maio de 2011
PRE PROGRAMAÇÃO DA VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL-RN
ATENÇÃO ESTA E UMA PRE PROGRAMAÇÃO MAS JA ESTAMOS ENVIANDO A TODOS...
NOS DA REDE MANDACARU ESTAMOS NA COORDENAÇÃO DA CONFERENCIA VAMOS TODOS OS PARCEIROS E PRACEIRAS EDUCADORES E EDUCADORAS POPULARES DA REDE MANDACARU RM E SEUS PARCEIROS FORUM DOS RELIGIOSOS DE MATRIZ AFRICANA DO RN, FEDERAÇÃO DOS POVOS E TRADIÇÕES ANGOLANAS NO RN, COMISSÃO DE TERREIROS E DE MATRIZ AFRICANA NO RN, CONEN E CENERAB RN, rede de jovens de matriz africana e de terreiros, EDUCADORES E EDUCADORAS NO NUCLEO DE SAUDE COLETIVA E PRATICAS INTEGRATIVAS E POPULARES DA REDE MANDACARU RN...
ATENÇÃO A TODOS FIQUEM ATENTOS PARA PARTICIAPÇÃO EM MASSA E VAMOS LUTAR POIS ESTAREMOS CONSTRUINDO O SUS PARA OS PROXIMOS ANOS E CRUCIAL A PARTICIPAÇÃO POPULAR E O CONTROLE SOCIAL COMO FORMA EFICAZ DE LUTA E DE RESISTENCIA AGORA E A VEZ DE NOS UNIRMOS PRINCIPALMENTE POVOS DE TERREIROS E COMUNIDADES DE PERIFERIA ALEM DE TODOS NOS SOMOS USUARIOS DO SUS NO BRASIL...
DATAS DAS ETAPAS DISTRITAIS DA VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL-RN
Distrito Sanitário Sul: 26/05/2011
Distrito Sanitário Oeste: 02/06/2011
Distrito Sanitário Leste: 09/06/2011
Distritos Sanitários Norte I e Norte II: 16/06/2011
VI Conferência Municipal de Saúde de Natal-RN:
05, 06 e 07/07/2011
Local: Praia Mar Hotel
População de Natal-RN – Censo 2010 (IBGE):
Distritos População Estimada % Participantes Entidades
Distrito Norte I 131021 65 20
Distrito Norte II 165583 83 20
Distrito Leste 122179 15% 60 20
Distrito Oeste 217833 27% 108 20
Distrito Sul 166465 21% 84 20
TOTAL 803081 100% 400 100
Obs.: Os Distritos Sanitários Norte I e Norte II estão contemplados com 37% do número de vagas.
VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL-RN
TODOS USAM O SUS! O SUS NA SEGURIDADE SOCIAL, POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO.
PROGRAMAÇÃO
TERÇA-FEIRA 05 de julho de 2011
MANHÃ- 08:00 às 12:30h
8:00 às 9:00 h – Inscrição e entrega de material
9:00 às 9:30h – Programação Cultural
9:30 às 10:00h – Abertura
10:00 às 10:30h – Apreciação e Deliberação do Regulamento
10:30 às 12:30h – Mesa I ( Exposição e Debate)
Conferencista: (30 minutos)
• Debatedores:
Representante da (o) (15 minutos)
Representante da (o) (15 minutos)
Coordenação da Mesa: Conselheira (o) - Representante da (o)
Secretária (o) da Mesa – Conselheira (o) - Representante da (o)
12:30 às 14:00h – ALMOÇO
TARDE – 14:00 às 18:00h
14:00 às 14:30h – Programação Cultural
14:30 às 16:30h- Mesa II
Conferencista: (30 minutos)
• Debatedores:
(15 minutos)
(15 minutos)
16:30 às 16:40h – Intervalo
16:40 às 18:00h – DEBATE
Coordenação da Mesa: Conselheira (o):
Secretária (o) da Mesa - Conselheira o):
QUARTA-FEIRA 06 de julho de 2011
MANHÃ – 08:00 às 12:30h
08:00 às 10:15h – Mesa III
Conferencista: (30 minutos)
• Debatedores
(15 minutos)
(15 minutos)
(15 minutos)
Coordenação da Mesa: Conselheira (o)
Secretária (o) da Mesa –
10:15 às 12:30h - Plenárias Temáticas
12:30 às 14:00h – ALMOÇO
14:00 às 14:30h – Programação Cultural
14:30 às 18:00h -- Plenárias Temáticas
QUINTA-FEIRA 07 de julho de 2011
MANHÃ- 08:00 às 12:30h
08:00 Às 10:00h - Continuidade das Plenárias Temáticas
10:00 às 10:15 h - Entrega dos relatórios para consolidação
10:15 às 10:30h - Apresentação cultural
10:30 às 12:30h – PLENÁRIA FINAL
Coordenador da Mesa - Conselheiro
Secretário da Mesa- Usuários
Secretário da Mesa -Trabalhadores
Secretário da Mesa - Gestor
12:30 às 13:45h – ALMOÇO
TARDE-13:45 às 18:00h
13:45 às 14:00h - Programação Cultural
14:00 às 17:00 – PLENÁRIA FINAL/ APROVAÇÃO DO RELATÓRIO
17:00 às 17:30h – Eleição dos Delegados
17:30 às 18:00h – Encerramento
18:00h - Apresentação Cultural.
NOS DA REDE MANDACARU ESTAMOS NA COORDENAÇÃO DA CONFERENCIA VAMOS TODOS OS PARCEIROS E PRACEIRAS EDUCADORES E EDUCADORAS POPULARES DA REDE MANDACARU RM E SEUS PARCEIROS FORUM DOS RELIGIOSOS DE MATRIZ AFRICANA DO RN, FEDERAÇÃO DOS POVOS E TRADIÇÕES ANGOLANAS NO RN, COMISSÃO DE TERREIROS E DE MATRIZ AFRICANA NO RN, CONEN E CENERAB RN, rede de jovens de matriz africana e de terreiros, EDUCADORES E EDUCADORAS NO NUCLEO DE SAUDE COLETIVA E PRATICAS INTEGRATIVAS E POPULARES DA REDE MANDACARU RN...
ATENÇÃO A TODOS FIQUEM ATENTOS PARA PARTICIAPÇÃO EM MASSA E VAMOS LUTAR POIS ESTAREMOS CONSTRUINDO O SUS PARA OS PROXIMOS ANOS E CRUCIAL A PARTICIPAÇÃO POPULAR E O CONTROLE SOCIAL COMO FORMA EFICAZ DE LUTA E DE RESISTENCIA AGORA E A VEZ DE NOS UNIRMOS PRINCIPALMENTE POVOS DE TERREIROS E COMUNIDADES DE PERIFERIA ALEM DE TODOS NOS SOMOS USUARIOS DO SUS NO BRASIL...
DATAS DAS ETAPAS DISTRITAIS DA VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL-RN
Distrito Sanitário Sul: 26/05/2011
Distrito Sanitário Oeste: 02/06/2011
Distrito Sanitário Leste: 09/06/2011
Distritos Sanitários Norte I e Norte II: 16/06/2011
VI Conferência Municipal de Saúde de Natal-RN:
05, 06 e 07/07/2011
Local: Praia Mar Hotel
População de Natal-RN – Censo 2010 (IBGE):
Distritos População Estimada % Participantes Entidades
Distrito Norte I 131021 65 20
Distrito Norte II 165583 83 20
Distrito Leste 122179 15% 60 20
Distrito Oeste 217833 27% 108 20
Distrito Sul 166465 21% 84 20
TOTAL 803081 100% 400 100
Obs.: Os Distritos Sanitários Norte I e Norte II estão contemplados com 37% do número de vagas.
VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL-RN
TODOS USAM O SUS! O SUS NA SEGURIDADE SOCIAL, POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO.
PROGRAMAÇÃO
TERÇA-FEIRA 05 de julho de 2011
MANHÃ- 08:00 às 12:30h
8:00 às 9:00 h – Inscrição e entrega de material
9:00 às 9:30h – Programação Cultural
9:30 às 10:00h – Abertura
10:00 às 10:30h – Apreciação e Deliberação do Regulamento
10:30 às 12:30h – Mesa I ( Exposição e Debate)
Conferencista: (30 minutos)
• Debatedores:
Representante da (o) (15 minutos)
Representante da (o) (15 minutos)
Coordenação da Mesa: Conselheira (o) - Representante da (o)
Secretária (o) da Mesa – Conselheira (o) - Representante da (o)
12:30 às 14:00h – ALMOÇO
TARDE – 14:00 às 18:00h
14:00 às 14:30h – Programação Cultural
14:30 às 16:30h- Mesa II
Conferencista: (30 minutos)
• Debatedores:
(15 minutos)
(15 minutos)
16:30 às 16:40h – Intervalo
16:40 às 18:00h – DEBATE
Coordenação da Mesa: Conselheira (o):
Secretária (o) da Mesa - Conselheira o):
QUARTA-FEIRA 06 de julho de 2011
MANHÃ – 08:00 às 12:30h
08:00 às 10:15h – Mesa III
Conferencista: (30 minutos)
• Debatedores
(15 minutos)
(15 minutos)
(15 minutos)
Coordenação da Mesa: Conselheira (o)
Secretária (o) da Mesa –
10:15 às 12:30h - Plenárias Temáticas
12:30 às 14:00h – ALMOÇO
14:00 às 14:30h – Programação Cultural
14:30 às 18:00h -- Plenárias Temáticas
QUINTA-FEIRA 07 de julho de 2011
MANHÃ- 08:00 às 12:30h
08:00 Às 10:00h - Continuidade das Plenárias Temáticas
10:00 às 10:15 h - Entrega dos relatórios para consolidação
10:15 às 10:30h - Apresentação cultural
10:30 às 12:30h – PLENÁRIA FINAL
Coordenador da Mesa - Conselheiro
Secretário da Mesa- Usuários
Secretário da Mesa -Trabalhadores
Secretário da Mesa - Gestor
12:30 às 13:45h – ALMOÇO
TARDE-13:45 às 18:00h
13:45 às 14:00h - Programação Cultural
14:00 às 17:00 – PLENÁRIA FINAL/ APROVAÇÃO DO RELATÓRIO
17:00 às 17:30h – Eleição dos Delegados
17:30 às 18:00h – Encerramento
18:00h - Apresentação Cultural.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
12 estados receberam MALETA DA SAUDE E A REDE MANDACARU RN FEZ PARCERIA COM CANAL FUTURA E FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO NO RN
Pensando na saúde coletiva e na da família, a nova edição da Maleta Futura reúne uma coleção variada de programas do Futura, além de um material complementar muito especial. No kit, produzido pelo Canal, estão o Jogo Vital, os livros “Onde não há médico” e “Comunicação Saúde”, além do caderno de textos educativos elaborados por consultores. Tudo isso abordando o assunto de maneira simples e divertida, sem deixar de lembrar que saúde é coisa séria
PNUD, projeto quer melhorar desempenho de programas de prevenção a HIV/Aids e mais doenças sexualmente transmissíveis Ministério da Saúde/Divulgação
Brasil foca 'grupos vulneráveis' contra DST
Apoiado pelo PNUD, projeto quer melhorar desempenho de programas de prevenção a HIV/Aids e mais doenças sexualmente transmissíveis
Ministério da Saúde/Divulgação
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ONU premia monge e prostituta contra HIV
da PrimaPagina
Após consolidar o programa de prevenção ao HIV, à Aids e outras DST (doenças sexualmente transmissíveis), ampliar a cobertura dos serviços oferecidos e promover a descentralização do projeto, o governo federal se prepara para reforçar seu suporte à chamada "população vulnerável", composta por profissionais do sexo, homossexuais e usuários de drogas injetáveis, segundo o diretor substituto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Ruy Burgos.
Esses esforços estão previstos no Projeto de Estruturação da Governança na Resposta Nacional ao HIV, à Aids e a outras DST, resultado do quarto empréstimo do governo feito com o Banco Mundial. O valor global do acordo é de US$ 200 milhões. Do total, US$ 67 milhões serão fornecidos pelo organismo multilateral internacional, e os outros US$ 133 milhões virão sob forma de contrapartida federal.
A necessidade de direcionar o programa a profissionais do sexo e usuários de drogas injetáveis, entre outros grupos, deve-se ao fato de, no Brasil, a epidemia ser majoritária entre essa população, explica Burgos.
"Nós também queremos melhorar o desempenho dos programas de prevenção e diagnóstico nos três níveis – federal, estadual e municipal", afirma. Para isso, serão estabelecidas premiações por desempenho, as quais serão destinadas às secretarias e aos órgãos que alcançarem ou superarem índices previamente pactuados.
"Esse acordo é um avanço significativo no fortalecimento ao combate ao HIV, à Aids e a DST, porque vai proporcionar um nível de ação mais qualificado que o atual", ressalta. Haverá ainda penalidades aos que não atingirem as metas.
Palestras e pesquisas
A ideia é melhorar a governança dos projetos, apostando na horizontalidade e na regionalização – em especial nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O acordo entrou em vigor em dezembro de 2010, e vale até 2014. O valor, que não inclui compra de medicamentos e camisinhas, será aplicado em palestras a públicos considerados alvo e pesquisas de avaliação do impacto do projeto sobre a população.
Esse é o quarto empréstimo feito junto ao Banco Mundial com o fim de apoiar programas de prevenção ao HIV, à Aids e a outras DST. O primeiro, de 1994 a 1998, foi firmado com o objetivo de consolidar o programa, enquanto o segundo (1999-2003) buscou ampliar a cobertura e a qualificação dos serviços de combate a esses problemas. O terceiro (2004-2007), por sua vez, visou a sustentabilidade e descentralização do projeto.
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Esses esforços estão previstos no Projeto de Estruturação da Governança na Resposta Nacional ao HIV, à Aids e a outras DST, resultado do quarto empréstimo do governo feito com o Banco Mundial. O valor global do acordo é de US$ 200 milhões. Do total, US$ 67 milhões serão fornecidos pelo organismo multilateral internacional, e os outros US$ 133 milhões virão sob forma de contrapartida federal.
A necessidade de direcionar o programa a profissionais do sexo e usuários de drogas injetáveis, entre outros grupos, deve-se ao fato de, no Brasil, a epidemia ser majoritária entre essa população, explica Burgos.
"Nós também queremos melhorar o desempenho dos programas de prevenção e diagnóstico nos três níveis – federal, estadual e municipal", afirma. Para isso, serão estabelecidas premiações por desempenho, as quais serão destinadas às secretarias e aos órgãos que alcançarem ou superarem índices previamente pactuados.
"Esse acordo é um avanço significativo no fortalecimento ao combate ao HIV, à Aids e a DST, porque vai proporcionar um nível de ação mais qualificado que o atual", ressalta. Haverá ainda penalidades aos que não atingirem as metas.
Palestras e pesquisas
A ideia é melhorar a governança dos projetos, apostando na horizontalidade e na regionalização – em especial nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O acordo entrou em vigor em dezembro de 2010, e vale até 2014. O valor, que não inclui compra de medicamentos e camisinhas, será aplicado em palestras a públicos considerados alvo e pesquisas de avaliação do impacto do projeto sobre a população.
Esse é o quarto empréstimo feito junto ao Banco Mundial com o fim de apoiar programas de prevenção ao HIV, à Aids e a outras DST. O primeiro, de 1994 a 1998, foi firmado com o objetivo de consolidar o programa, enquanto o segundo (1999-2003) buscou ampliar a cobertura e a qualificação dos serviços de combate a esses problemas. O terceiro (2004-2007), por sua vez, visou a sustentabilidade e descentralização do projeto.
II Seminário Enlaçando Sexualidades na Bahia
Apresentação:
04 – 06/09/2011
II Seminário Enlaçando Sexualidades na Bahia
A segunda edição do Enlaçando Sexualidades tem como objetivo reunir, difundir e construir conhecimento interdisciplinar sobre as sexualidades, tendo como principais objetos de enlaces as temáticas de Direito, Relações Etnorraciais, Educação, Trabalho, Reprodução, Diversidade Sexual, Comunicação e Cultura.
Em primeiro lugar, desejamos reunir pesquisador@s, ativistas e educador@s que têm contribuído para descortinar as principais temáticas que norteiam o dispositivo da sexualidade. Em segundo lugar, criar possibilidades de difundir estes conhecimentos para além d@s pesquisador@s – que muito embora atuem de forma interdisciplinar no interior das Ciências, conservam suas posições na linguagem científica – atingindo ativistas, educador@s, estudantes universitári@s, gestor@s de órgãos públicos ou privados e demais interessad@s pela temática. Por fim, tem-se a ação mais ambiciosa de construir novas epistemologias que possam efetivamente desnaturalizar as sexualidades.
Com efeito, esta construção desembocaria em uma linguagem positiva da sexualidade, pela qual existiria efetivamente a possibilidade de sair do crivo da linguagem religiosa, da linguagem ordinária e da linguagem científica mais punitiva e pecaminosa.
Com a finalidade de alcançar estes objetivos, o II Seminário Enlaçando Sexualidades se organiza em torno dos seguintes Enlaces Temáticos:
Enlace 1: Comunicação e artes
Enlace 2: Migração e Poder
Enlace 3: Educação
Enlace 4: Homoculturas, Releituras do Cânone Literário e Mediações Críticas
Enlace 5: Movimentos Sociais e Políticas Públicas
Enlace 6: A produção artística de autoria feminina: escrita de mulher em foco
Enlace 7: Homossexualidade – cultura, política e violência
Enlace 8: Relações Etnorraciais e Religiosidade
Enlace 9: Cidades, Espaço, Sociabilidades e Territorialidades
Enlace 10: Saúde, Reprodução e Direitos Sexuais
Enlace 11: Pessoas com Deficiência, Direitos e Invisibilidades
Enlace 12: Corpos, Identidades, Feminilidades e Masculinidades
Enlace 13: A Heteronormativade e o Racismo na Produção da Violência de Gênero contra a Mulher
Enlace 14: Direitos e Diversidade Sexual
04 – 06/09/2011
II Seminário Enlaçando Sexualidades na Bahia
A segunda edição do Enlaçando Sexualidades tem como objetivo reunir, difundir e construir conhecimento interdisciplinar sobre as sexualidades, tendo como principais objetos de enlaces as temáticas de Direito, Relações Etnorraciais, Educação, Trabalho, Reprodução, Diversidade Sexual, Comunicação e Cultura.
Em primeiro lugar, desejamos reunir pesquisador@s, ativistas e educador@s que têm contribuído para descortinar as principais temáticas que norteiam o dispositivo da sexualidade. Em segundo lugar, criar possibilidades de difundir estes conhecimentos para além d@s pesquisador@s – que muito embora atuem de forma interdisciplinar no interior das Ciências, conservam suas posições na linguagem científica – atingindo ativistas, educador@s, estudantes universitári@s, gestor@s de órgãos públicos ou privados e demais interessad@s pela temática. Por fim, tem-se a ação mais ambiciosa de construir novas epistemologias que possam efetivamente desnaturalizar as sexualidades.
Com efeito, esta construção desembocaria em uma linguagem positiva da sexualidade, pela qual existiria efetivamente a possibilidade de sair do crivo da linguagem religiosa, da linguagem ordinária e da linguagem científica mais punitiva e pecaminosa.
Com a finalidade de alcançar estes objetivos, o II Seminário Enlaçando Sexualidades se organiza em torno dos seguintes Enlaces Temáticos:
Enlace 1: Comunicação e artes
Enlace 2: Migração e Poder
Enlace 3: Educação
Enlace 4: Homoculturas, Releituras do Cânone Literário e Mediações Críticas
Enlace 5: Movimentos Sociais e Políticas Públicas
Enlace 6: A produção artística de autoria feminina: escrita de mulher em foco
Enlace 7: Homossexualidade – cultura, política e violência
Enlace 8: Relações Etnorraciais e Religiosidade
Enlace 9: Cidades, Espaço, Sociabilidades e Territorialidades
Enlace 10: Saúde, Reprodução e Direitos Sexuais
Enlace 11: Pessoas com Deficiência, Direitos e Invisibilidades
Enlace 12: Corpos, Identidades, Feminilidades e Masculinidades
Enlace 13: A Heteronormativade e o Racismo na Produção da Violência de Gênero contra a Mulher
Enlace 14: Direitos e Diversidade Sexual
RELATORIO DE 4º ENCONTRO NACIONAL DOS MEMBROS DOS FORUNS PERMANENTES DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETINICO RACIAL DO MEC/SECADI

RELATORIO DE 4º ENCONTRO NACIONAL DOS MEMBROS DOS FORUNS PERMANENTES DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETINICO RACIAL DO MEC/SECADI
4 REUNIAO DO ERER
15 04 11 09 AS 20:00 AUDITORIO DO MEC BRASILIA
0800 CREDECIAMENTO
09:00 ABERTURA OFICIAL
ANHAMONA BRITO – SEPIR, VIVIANE FERNANDES - DIRETORIA EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE,
09:40 APRESENTAÇÃO DAS DIRETRIZES DE TRABALHO DA COORDENAÇÃO DE POLITICAS DE EDUCAÇÃO PARA RELAÇÕES ETINICOS RACIAIS
ANTONIO FERREIRA – COORDENADOR DA DIVERSIDADE
1020H – APRESENTAÇÃO DA PESQUISA PELO PROF RODRIGO UFMG PRATICAS PEDAGOGICAS DE TRABALHO RER NA ESCOLA PERSPECTIVA DA LEI 10639/03
1140H DEBATE
1240H ALMOÇO
SERVIDO NO REFEITORIO DO MEC
13:15 CHECK IN E PRESTAÇÕES DE CONTAS SALA 403 MEC
14:30 RELATO DOS FORUNS PRESENTES
15:30 CHEGADA DA CLAUDIA DUTRA SECRETARIA DA DIVERSIDADE DE EDUCAÇÃO CONTINUADA
18:00 CONSIDERAÇÕES FINAIS
ENCAMINHAMENTOS E PROPOSIÇÕES CARTA FORUNS BRASIL ESCRITA E ASSINADA POR TODOS OS PRESENTES SECRETARIADO PELO FORUM MARANHÃO...
20:55 TERMINO DO ENCONTRO NACIONAL E RETORNO AOS ESTADOS

1º MOMENTO:
APRESENTAÇÃO DA NOVA GESTAO DO MEC/SECADI
PONTOS ENALTECIDOS PELA APRESENTAÇÃO:
- INSTIGAR REFLEXÕES E INTEGRAÇÕES COM FORUNS E SECADI/SEPIR
- BARREIRAS EDUCACIONAIS EXISTENTES EM TODO O BRASIL
- COMPROMISSO SECADI/SEPIR INTEGRAÇÃO SETORIAL
- PNE E EDUCAÇÃO
- ORÇAMENTOS ACOMPANHAR DE PERTO PPA NOS ESTADOS (CONSELHOS E FORUNS)
- O DESAFIO DE ESTAR NAS PEÇAS ORÇAMENTARIAS DOS ESTADOS COMO VIEIS DOS FORUNS
- ENFATIZAR A FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES (AS) NA OTICA ETINICO RACIAL
- GRADUAÇÃO COM ENFASE EM DIVERSIDADE ETINICA RACIAL
- 08 ANOS DA LEI E 05 ANOS DA IMPLEMENTAÇÃO
2º MOMENTO:
- FORMAÇÃO KILOMBOLAS COM POLITICAS ESPECIFICAS (QUESTIONAMENTO SOBRE FORMAÇÃO PARA EDUCADORES DE OUTRAS DIVERSIDADES E COMO IMPLEMENTAR POLITICAS AFIRMATIVAS ESPECIFICAS)
- KIT FORMAÇÃO COR DA CULTURA 2 (DESAFIOS EM VARIOS ESTADOS DE RECEBIMENTO INCLUSIVE NO RN DO KIT COR DA CULTURA 1)
- COLEÇÃO AFRICA (LIVRO DO EDUCANDO E EDUCADOR A SER ENVIADO PELO MEC)
- REIMPRESSÃO DE LIVROS PELO SECAD APOIO PLANO NACIONAL PNL
- CONEXÃO DE SABERES (SECADI/POLITICA DA SEJU)
- PNE POLITICA KILOMBOLA MODALIDADE DE ENSINO
- CERTIFICAÇÃO DE TERRAS KILOMBOLAS E INDIGENAS E DESAFIO AS OUTRAS ETINIAS
- OS TERRITORIOS DA CIDADANIA NÃO PRESIÇÃO FAZER CONVENIO E SIM PACTUAR DIRETO COM FNE (TRANSFERENCIAS DE RECURSOS)
- FNDE – COM 04 MODELOS PARA ADERI O PROJETO DIRETO ESCOLAS KILOMBOLAS
- CANAIS DIRETO DE INTERLOCUÇÃO FORUNS MUNICIPAIS (REGIONALIZAR OS FORUNS JÁ UM DESAFIO PARA O BRASIL) E ESTADUAIS
3º MOMENTO:
- COLETA DE DADOS E SISTEMATIZAÇÃO DAS AÇÕES EM TODOS OS FORUNS
- APOIO PARA FUNCIONAMENTO DOS FORUNS (INDICADO SOLICITAR VIA PAR, EMENDAS, PPA ESTADO E MUNICIPIOS VIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO OU CONVENIOS, PACTUAÇÕES, TCT...)
- SOLCITADO AO SECADI PELOS FORUNS 01 CONFERENCIA ESTADUAL APOIO DO SECADI
- INSTRUMENTALIZAR OS MINISTERIOS PUBLICOS DE INFORMAÇÕES FAZER INTEGRAÇÃO EXEMPLO ESTADO DE PERNANBUCO COM GT RACISMO
- ACOMPANHAMENTO DO SECADI/MEC A NÃO IMPLEMENTAÇÃO DE FORUNS MUNICIPAIS E DAS LEIS EM VOGA
- FORMAÇÃO NACIONAL 02 FORMAÇÕES NACIONAIS POR ANO PARA MEMBROS DOS FORUNS VIA SECADI/MEC
- DISVINCULAR AS EQUIPES DE DIVERSIDADE EM VARIAS EQUIPES NAS TRES ESFERAS DO PODER
- DESAFIO DA FORMAÇÃO CONTINUADA NAS IE PUBLICAS E PRIVADAS
4º MOMENTO
05 E 06 DE MAIO A CADARA SE REUNIRA EM BRASILIA QUEM SÃO OS REPRESENTANTES DA CADARA NOS ESTADOS (SUGESTAO SOLICITAR RELATORIOS E ACOMPANHAMENTO)
- FORMAÇÃO DO GRUPO DE TRABALHO BRASIL KILOMBOLA/SEPIR/SECADI-
- CNPIR TERA SEGMENTO DE JUVENTUDE PRESENTE
- 03 DIAS DE FORMAÇÃO NACIONAL COM 05 REPRESENTANTES DOS ESTADOS (MANTER FORUN EM DIA COM SUAS OBRIGAÇÕES COM SECADI/MEC)
5º MOMENTO:
- REPLICAR FORMAÇÕES URGENTES NOS FORUNS BEM COMO ENCAMINHAR A REGIONALIZAÇÃO DOS FORUNS MUNICIPAIS
- ADENSAR OUTRAS ENTIDADES AO FORUM
- POSSIBILIDADE DE FORUM NACIONAL NO FINAL DO ANO 2011
- EM AGOSTO POSSIVEL FORMAÇÃO REGIONAL
- ENVIO DA COLEÇÃO GERAL DA AFRICA 01 INSTITUIÇÃO SER RESPONSAVEL PELA ORGANIZAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO DA MESMA
- 01 CD A SER ENVIADO COM HG AFRICA EM PDF A SER SOCIALIZADO COM TODOS OS QUE DESEJAREM
- PROCEDER TERMO DE ENTREGA DA HG AFRICA E PROMOVER APRESENTAÇÃO ESTADUAL DA COLEÇÃO AFRICA UNESCO
- DIVULGAR BASTANTE EVENTO EM TODAS AS MIDIAS POSSIVEIS
6º MOMENTO:
PROFESSOR RODRIGO UFMG APRESENTA PRATICAS PEDAGOGICAS NOS ESTADOS
(PROCURAR UNDIME, CONSED E AFINS PARA ARTICULAÇÃO)
PROMOVER PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS
ACOMPANHAR PAR (SIMEC.MEC.GOV.BR)
REALIZAR PESQUISA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS LEIS NO ESTADO
- QUEM FOI NO ESTADO DO CURSO DE ELABORAÇÃO DE MATERIAL PEDAGOGICO E PROJETOS EM SÃO PAULO SE HOUVE O REPASSE NO ESTADO (NO RN NÃO ACONTECEU)
-OUTROS PONTOS:
ANEMIA FACILFORME COMO PONTO FOCAL DE DISCUSSÃO
10 ANOS DE DURBAM
AS LEIS 10639 E 11645
FORMAÇÃO DO KIT KILOMBOLA (QUEM RECEBEU, SE ESTA SENDO USADO FOI SOCIALIZADO NO FORUM)
VALORIZAR O SELO LOCAL ETINICO RACIAL REGIONAL
VIOLENCIA RACIAL NAS ESCOLAS
RACISMO INSTITUCIONAL
PROCURAR INSTRUÇÃO NORMATIVA DE IMPLEMENTAÇÃO NO ESTADO
PUBLICIZAR DOCUMENTOS DO FORUM ATAS, REGIMENTOS, PORTARIAS
“PEGAR NO PASSADO AVALIAR O PRESENTE E PROJETAR NO FUTURO”.... MAXIMA DITA
o pan-africanismo
Por Jose Raimundo dos S. Silva. Pan-africanista
Pseudônimo: Thembi Sekou Okwui.
Estudante de Direito e membro do CNNC – SP
Primeiro, devemos entender o pan-africanismo em sua forma literal: pan vem do grego, que denota “todo”, “tudo”; africanismo significa: 1 – Estudo das coisas da África; 2 – Influência da África; 3 – Costumes ou modos próprios da África; 4 – Palavra ou expressão oriunda das línguas africanas; 5 – Sentimento de amor ou fidelidade às tradições, interesses ou idéias africanas. Em suma, pan-africanismo é o “tudo” ou “todo” relativo à África. Isso, quando analisamos a palavra pan-africanismo no seu sentido literal.
Historicamente, o pan-africanismo consiste na proclamação da organização, unidade e solidariedade entre negros do mundo todo, tantos os que vivem na África como os de sua Diáspora, na luta contra o racismo e supremacia racial dos brancos. Entenda a palavra Diáspora como todas as regiões fora do continente africano que abrigou, em seus territórios, os descendentes de africanos, tenham sido eles escravizados ou não.
No começo, o pan-africanismo era uma simples manifestação de solidariedade fraterna entre os negros de ascendência africana das Antilhas Britânicas e dos E.UA. Teve, como um dos seus precursores, o advogado negro da Ilha de Trinidad, Sylvester Williams, que foi o primeiro a usar o termo pan-africanismo, no final do século XIX. Muitos outros “apóstolos” caíram no esquecimento. E a lista deles seria não somente comprida e difícil de estabelecer, mas também pouco instrutiva. No entanto, dá para destacar os precursores das suas principais correntes.
· W.E. Burghardt Du Bois, considerado “pai do pan-africanismo político”. Ele tem um famoso livro intitulado “Almas da Gente Negra” que foi traduzido para o português. Neste livro ele responde com um categórico “não” à seguinte pergunta: “Será possível, será provável que possam milhões de homens realizar, no plano econômico, verdadeiros progressos, quando privados de direitos políticos, quando reduzidos apenas a uma casta servil, e quando não se lhes concede a mais mínima oportunidade de desenvolver os seus jovens intelectualmente bem dotados?
. Marcus Garvey foi o precursor do pan-africanismo messiânico. Fez um grande movimento popular em torno da repatriação dos negros à África, tendo criado uma linha de navegação, a Black Star Line, com essa finalidade. Seus discursos foram tão fortes que chegaram a influenciar o processo de libertação das nações africanas. Também, foi produto das manifestações lideradas por Marcus Garvey a “Declaração dos Direitos dos Povos Negros do Mundo”. Como esta é a corrente que nos importa para abordagem do tema, veremos mais sobre ele no próximo tópico.
. Jean Price-Mars foi o precursor do pan-africanismo cultural. Ele era grande humanista em toda extensão do termo. A sua obra mais importante, observada pelo ângulo pan-africano, foi “Assim Falou o Tio...”. Esta obra era um grande ensaio etnográfico publicado na França em 1928, cujas idéias revolucionárias eram bastante compreensivas. Assim, trago à luz um dos seus pensamentos mais importantes: “Houve, em dado momento, no continente africano, centro de civilização negra dos quais não somente se encontram vestígios, mas cujo brilho se irradiou além da estepe e do deserto”
Vários foram os acontecimentos na história mundial que representaram a concepção ideológica pan-africana. No Brasil, por exemplo, podemos destacar a resistência cultural das religiões de matriz africana, a capoeira, as fugas, as revoltas, as rebeliões, a musicalidade negra e tantas outras, como a formação dos Quilombos. Estes últimos, por exemplo, representam os verdadeiros princípios pan-africanos de solidariedade, unidade e autodeterminação (a liberdade propriamente dita). Os Quilombos não eram somente comunidades de negros fugidos, mas sim um lugar onde os negros procuraram resgatar os valores, concepções e modo de vida africanos.
Pseudônimo: Thembi Sekou Okwui.
Estudante de Direito e membro do CNNC – SP
Primeiro, devemos entender o pan-africanismo em sua forma literal: pan vem do grego, que denota “todo”, “tudo”; africanismo significa: 1 – Estudo das coisas da África; 2 – Influência da África; 3 – Costumes ou modos próprios da África; 4 – Palavra ou expressão oriunda das línguas africanas; 5 – Sentimento de amor ou fidelidade às tradições, interesses ou idéias africanas. Em suma, pan-africanismo é o “tudo” ou “todo” relativo à África. Isso, quando analisamos a palavra pan-africanismo no seu sentido literal.
Historicamente, o pan-africanismo consiste na proclamação da organização, unidade e solidariedade entre negros do mundo todo, tantos os que vivem na África como os de sua Diáspora, na luta contra o racismo e supremacia racial dos brancos. Entenda a palavra Diáspora como todas as regiões fora do continente africano que abrigou, em seus territórios, os descendentes de africanos, tenham sido eles escravizados ou não.
No começo, o pan-africanismo era uma simples manifestação de solidariedade fraterna entre os negros de ascendência africana das Antilhas Britânicas e dos E.UA. Teve, como um dos seus precursores, o advogado negro da Ilha de Trinidad, Sylvester Williams, que foi o primeiro a usar o termo pan-africanismo, no final do século XIX. Muitos outros “apóstolos” caíram no esquecimento. E a lista deles seria não somente comprida e difícil de estabelecer, mas também pouco instrutiva. No entanto, dá para destacar os precursores das suas principais correntes.
· W.E. Burghardt Du Bois, considerado “pai do pan-africanismo político”. Ele tem um famoso livro intitulado “Almas da Gente Negra” que foi traduzido para o português. Neste livro ele responde com um categórico “não” à seguinte pergunta: “Será possível, será provável que possam milhões de homens realizar, no plano econômico, verdadeiros progressos, quando privados de direitos políticos, quando reduzidos apenas a uma casta servil, e quando não se lhes concede a mais mínima oportunidade de desenvolver os seus jovens intelectualmente bem dotados?
. Marcus Garvey foi o precursor do pan-africanismo messiânico. Fez um grande movimento popular em torno da repatriação dos negros à África, tendo criado uma linha de navegação, a Black Star Line, com essa finalidade. Seus discursos foram tão fortes que chegaram a influenciar o processo de libertação das nações africanas. Também, foi produto das manifestações lideradas por Marcus Garvey a “Declaração dos Direitos dos Povos Negros do Mundo”. Como esta é a corrente que nos importa para abordagem do tema, veremos mais sobre ele no próximo tópico.
. Jean Price-Mars foi o precursor do pan-africanismo cultural. Ele era grande humanista em toda extensão do termo. A sua obra mais importante, observada pelo ângulo pan-africano, foi “Assim Falou o Tio...”. Esta obra era um grande ensaio etnográfico publicado na França em 1928, cujas idéias revolucionárias eram bastante compreensivas. Assim, trago à luz um dos seus pensamentos mais importantes: “Houve, em dado momento, no continente africano, centro de civilização negra dos quais não somente se encontram vestígios, mas cujo brilho se irradiou além da estepe e do deserto”
Vários foram os acontecimentos na história mundial que representaram a concepção ideológica pan-africana. No Brasil, por exemplo, podemos destacar a resistência cultural das religiões de matriz africana, a capoeira, as fugas, as revoltas, as rebeliões, a musicalidade negra e tantas outras, como a formação dos Quilombos. Estes últimos, por exemplo, representam os verdadeiros princípios pan-africanos de solidariedade, unidade e autodeterminação (a liberdade propriamente dita). Os Quilombos não eram somente comunidades de negros fugidos, mas sim um lugar onde os negros procuraram resgatar os valores, concepções e modo de vida africanos.
convocatoria da III ENUNE

O Brasil após expansão das políticas de ações afirmativas: Desafios e novas perspectivas
A União Nacional dos Estudantes em sua 4ª reunião da diretoria plena da gestão 2009-2011 convoca todas e todos os estudantes negros e negras a participarem do III Encontro de Negros,Negras e Cotistas da UNE (ENUNE) a ser realizado nos dias 20,21 e 22 de maio de 2011 na cidade de Salvador, Bahia.
O ENUNE foi realizado pela primeira vez em 2007 por iniciativa da diretoria de combate ao racismo da UNE e hoje é um fórum permanente da entidade, que tem por finalidade aprofundar as discussões acerca das políticas de ações afirmativas, com perspectivas a garantir o acesso da população afrodescendente ao ensino superior.
A busca por uma sociedade altamente desenvolvida e plenamente democrática passa pela compreensão de que nos dias atuais ainda estão latentes as desigualdades medidas por indicadores étnico-raciais e de gênero, principalmente, no que tange ao acesso às melhores posições no mercado de trabalho e ao ensino superior brasileiro.
Percebemos que a universidade brasileira, mesmo tendo como princípio ser um espaço de disseminação do saber e de comprometimento com os valores democráticos, guarda em si uma grande contradição quando a analisamos e observamos seu caráter elitista e reprodutora da hierarquia sócio-econômica. Trata-se de um processo de reprodução das desigualdades, que estão intrinsecamente ligado à ausência de negros e negras no corpo docente e discente.
No Brasil, a situação de exclusão e discriminação sofrida pela população negra é resultado de um passado escravagista e da consequente não incorporação do negro aos espaços de poder da sociedade brasileira. A UNE encontra nas politicas de ações afirmativas, dentre elas as cotas raciais, um importante instrumento de reparação das desvantagens historicamente sofridas pelo(a)s negros e negras.
Muitas são as experiencias de implementação de ações afirmativas em universidade brasileiras, visando incluir estudantes negros e negras e promover a igualdade de oportunidades e tratamento, assim como compensar perdas provocadas pelo racismo. O III ENUNE tem como objetivo avaliar e compreender os desafios ainda existentes no que se refere à implementação de politicas afirmativas e apontar perspectivas para o seu aprofundamento. Construiremos juntamente com os diferentes atores sociais que discutem a questão racial,o poder público e o(a)s estudantes, uma agenda que aprofunde as politicas públicas com perspectivas de combater o racismo e promover a igualdade no acesso e permanência no ensino superior brasileiro.
A União Nacional dos Estudantes é parceira de primeiro momento dos setores da sociedade brasileira que lutam para corrigir e eliminar as desvantagens e injustiças sofridas pela população negra e a busca por seus direitos. Portanto, convocamos toda a rede do movimento estudantil brasileiro a realizar atividades preparatórias e construir este que é um dos mais importantes fóruns de nossa entidade e um dos mais amplos espaços de organização da juventude negra brasileira.
União Nacional dos Estudantes
Alzheimer-O Que Os Cuidadores Diriam
Autoria e Fomatação: Marília Bahr 2009
Alzheimer-O Que Os Cuidadores Diriam
Aprendemos e nos ensinaram da aceitação, nos ensinam sempre da resignação, da fé e tantos outros sentimentos nobres.
Acatamos!
Não somos robôs.
Não chegamos à este mundo programados com toques digitais.
Somos humanos e como tais
pedimos compreensão, afeto...
paz, colaboração, respeito, amor,
proximidade, diálogos inteiros e
não meio diálogos.
Nossas vidas neste cuidar é constante
flutuação de sentimentos e práticas
exercidas por observação apurada.
Conhecimentos-dicas adquiridos através
de muita leitura, conhecimento
dos grupos de profissionais
mais comprometidos
e ressaltando: "outros cuidadores."
Muitas e milhares de vezes deixamos
nossos cuidados pessoais em prol do
familiar com Alzheimer.
Vivemos, em determinados momentos,
aflitos com os altos e baixos do doente.
Quando conseguimos uns minutos,
horas de relaxamento o corpo e
a mente(em grande parte)não
acompanham o nosso querer.
Se conseguimos relaxar (um respirar) verdadeiramente o estresse retorna
em rápidas semanas.
"Quando de fases mais avançadas
as dores emocionais e
consequentemente corporais
ficam mais acentuadas."
Sensação real experimentada por muitos.
Várias pessoas responsáveis por um
ente querido abandonam seus sonhos...
seus projetos ou são abandonadas e
excluídas juntamente com o portador.
Com o passar dos anos decidem por nós!
Nos rotulam como "o herói, o forte,
o guerreiro!"
Aquele que aguenta tudo!
Quantas noites mal dormidas enfrentamos.
Quantas hospitalizações.
Quantos dribles no setor financeiro.
Muitos não conseguem nem sair de suas
casas por serem sozinhos nesta lida.
E ainda sorrimos, procuramos os momentos
bons para prosseguirmos.
Encontramos apoios nesta estrada com
pessoas que vivem a mesma situação.
Não há facilidades para ninguém!
Em domicílio ou clínicas a preocupação
é a mesma!
É necessária a mudança de olhar neste
item anterior!
"Venho trabalhando esta questão há anos, felizmente alguns já deixaram os radicalismos de lado!"
Não se trata de impormos ao outro em qual
lugar será responsável por seu portador e
sim compreendermos seus motivos.
E, por mais amor que se tenha, a tarefa é incessante, árdua.
Nos ensinaram dos deveres que cumprimos
e isto não nos garante sossego porque por ignorância alguém de fora...
nos aponta dedos, julgando nossos
procedimentos inadequadamente ou
interferindo com cobranças nas
horas mais delicadas.
Foi e é como se nos colocássemos numa prisão mental idêntica ao do paciente.
Só quem está dentro e vivenciando isto sabe
dos percalços.
Do que é assistir alguém partindo diariamente, aos poucos, lentamente.
Procuramos viver o hoje e se este hoje está um pouco melhor já nos satisfaz.
Porém, o hoje tem 24 horas e o amanhecer
inicia de um jeito e pode terminar de outro.
A nossa vida, admitamos ou não, é deixada em segundo plano.
"Uma realidade sem confetes ou serpentinas!"
-Como nos sentimos?
-Quase sempre em sobressaltos!
-Quase sempre cansados!
-Quase sempre pedindo energias extras!
-Quase sempre sombras do que fomos um dia!
-Quase sempre adoecidos internamente!
-Quase sempre descompensados!
Precisamos de dignidade e respeito(principalmente).
Precisamos de carinho.
Precisamos de um simples ou no mínimo...
"Obrigado", eu te apoio nas decisões,
não posso estar aí, mas entendo.
Precisamos de familiares nas divisões de tarefa.
Precisamos produzir participando do mundo lá fora!
Precisamos desabafar.
Precisamos de respaldo dos hospitais e suas equipes contratadas!
Precisamos de segurança e não descasos, ameaças!
Precisamos de ambientes alegres!
Precisamos de vozes solidárias!
Precisamos de apoio psicológico!
Precisamos de apoio espiritual!
Precisamos de gentes comprometidas
com a causa!
Precisamos de uma sociedade integrada!
E...ainda...nos sobra a dor real da partida...
O Adeus definitivo.
Precisamos de você e de muitos "vocês!"
-Negativismo?
-Não...
...Realidades!
Alzheimer-O Que Os Cuidadores Diriam
Aprendemos e nos ensinaram da aceitação, nos ensinam sempre da resignação, da fé e tantos outros sentimentos nobres.
Acatamos!
Não somos robôs.
Não chegamos à este mundo programados com toques digitais.
Somos humanos e como tais
pedimos compreensão, afeto...
paz, colaboração, respeito, amor,
proximidade, diálogos inteiros e
não meio diálogos.
Nossas vidas neste cuidar é constante
flutuação de sentimentos e práticas
exercidas por observação apurada.
Conhecimentos-dicas adquiridos através
de muita leitura, conhecimento
dos grupos de profissionais
mais comprometidos
e ressaltando: "outros cuidadores."
Muitas e milhares de vezes deixamos
nossos cuidados pessoais em prol do
familiar com Alzheimer.
Vivemos, em determinados momentos,
aflitos com os altos e baixos do doente.
Quando conseguimos uns minutos,
horas de relaxamento o corpo e
a mente(em grande parte)não
acompanham o nosso querer.
Se conseguimos relaxar (um respirar) verdadeiramente o estresse retorna
em rápidas semanas.
"Quando de fases mais avançadas
as dores emocionais e
consequentemente corporais
ficam mais acentuadas."
Sensação real experimentada por muitos.
Várias pessoas responsáveis por um
ente querido abandonam seus sonhos...
seus projetos ou são abandonadas e
excluídas juntamente com o portador.
Com o passar dos anos decidem por nós!
Nos rotulam como "o herói, o forte,
o guerreiro!"
Aquele que aguenta tudo!
Quantas noites mal dormidas enfrentamos.
Quantas hospitalizações.
Quantos dribles no setor financeiro.
Muitos não conseguem nem sair de suas
casas por serem sozinhos nesta lida.
E ainda sorrimos, procuramos os momentos
bons para prosseguirmos.
Encontramos apoios nesta estrada com
pessoas que vivem a mesma situação.
Não há facilidades para ninguém!
Em domicílio ou clínicas a preocupação
é a mesma!
É necessária a mudança de olhar neste
item anterior!
"Venho trabalhando esta questão há anos, felizmente alguns já deixaram os radicalismos de lado!"
Não se trata de impormos ao outro em qual
lugar será responsável por seu portador e
sim compreendermos seus motivos.
E, por mais amor que se tenha, a tarefa é incessante, árdua.
Nos ensinaram dos deveres que cumprimos
e isto não nos garante sossego porque por ignorância alguém de fora...
nos aponta dedos, julgando nossos
procedimentos inadequadamente ou
interferindo com cobranças nas
horas mais delicadas.
Foi e é como se nos colocássemos numa prisão mental idêntica ao do paciente.
Só quem está dentro e vivenciando isto sabe
dos percalços.
Do que é assistir alguém partindo diariamente, aos poucos, lentamente.
Procuramos viver o hoje e se este hoje está um pouco melhor já nos satisfaz.
Porém, o hoje tem 24 horas e o amanhecer
inicia de um jeito e pode terminar de outro.
A nossa vida, admitamos ou não, é deixada em segundo plano.
"Uma realidade sem confetes ou serpentinas!"
-Como nos sentimos?
-Quase sempre em sobressaltos!
-Quase sempre cansados!
-Quase sempre pedindo energias extras!
-Quase sempre sombras do que fomos um dia!
-Quase sempre adoecidos internamente!
-Quase sempre descompensados!
Precisamos de dignidade e respeito(principalmente).
Precisamos de carinho.
Precisamos de um simples ou no mínimo...
"Obrigado", eu te apoio nas decisões,
não posso estar aí, mas entendo.
Precisamos de familiares nas divisões de tarefa.
Precisamos produzir participando do mundo lá fora!
Precisamos desabafar.
Precisamos de respaldo dos hospitais e suas equipes contratadas!
Precisamos de segurança e não descasos, ameaças!
Precisamos de ambientes alegres!
Precisamos de vozes solidárias!
Precisamos de apoio psicológico!
Precisamos de apoio espiritual!
Precisamos de gentes comprometidas
com a causa!
Precisamos de uma sociedade integrada!
E...ainda...nos sobra a dor real da partida...
O Adeus definitivo.
Precisamos de você e de muitos "vocês!"
-Negativismo?
-Não...
...Realidades!
domingo, 1 de maio de 2011
comissão de terreiro do RN reunem-se na roça JEJE Obetogunda

HOJE NA ROÇA JEJE OBETOGUNDA A COMISSÃO DE TERREIROS E MATRIZ AFRICANA REUNIU-SE COM VARIAS PAUTAS ENTRE ELAS ETERNIZAR A COORDENAÇÃO COLEGIADA COMO FORMA EFICIENTE DE PARTICIPAÇÃO E TRANSPARENCIA DE AÇÕES E ARTICULAÇÃO COM TEMATICA CENTRAL TERRA NEGRA PARA COMUNIDADES DE TERREIRO ESTIVERAM PRESENTES A YA TEMI LUCIENE DE OYA TOGUM, O DOTE DADA DE OXUM OPARA, OGAM ZE CARLOS DE BECEM/FEQUEM, OGAM DE XANGO AIRA, BABA CARLOS DE OSAIM, O IAO DE BECEM SIDENEY, IAO DE IEMANJAR CLEILTON, O OGAM DE OGUM WENNY E UE FERNANDES JOSE MABOSJ, OLUFAM EXU DE KIUMBA AKIRIJEBO,
PONTOS :
CANAL FUTURA MALETA DA SAUDE E PROJETO A COR DA CULTURA
TCT COM IBAMA
TCT COM FUNCARTE
PROJETO TERRA NEGRA/SEARA E INCRA
NOVA COORDENAÇÃO DA COMISSÃO DE TERREIRO DO RN
PROJETO DEDO DE PROSA E TERREIROS BANCOS DE PREVENÇÃO E CASA DO AXE DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS PARCERIA COM PROGRAMA ESTADUAL DST/AIDS SESAP RN E COORDENAÇÃO MUNCIPAL NATAL DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS
PROJETO CIDADAO NOTA DEZ SECRETARIA DE TRIBUTAÇÃO
EJA NOS BARRACOES PARCERIA COM MEC/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
PARCERIAS COM FORUM DOS RELIGIOSOS E DA FEDERAÇÃO DOS POVOS ANGOLANOS NO RN, CENERAB E CONEN
DESAFIO COM FEDERAÇÃO LOCAL "COBRANÇA DE LICENÇA PARA LITURGIA LOCAL NOS BARRACÕES" RAFIRMANDO A AUTONOMIA DOS BARRACÕES
REDE MANDACARU RN RECONHECIDA PELA UNICEF COM PRATICA DE COMBATE AO RACISMO A CRIANÇAS E ADOSLECENTES
NOVO ESPAÇO VIRTUAL PELA ECONOMIA SOLIDARIA NO PROJETOS CIRANDAS
AÇÕES DA REDE MANDACARU NO BRASIL...
CASO QUEIRA NOS AJUDAR TORNE-SE UM ASSOCIADO CONTRIBUINTE FAÇA QUE SUA AJUDA SEJA TRANSFORMADA EM UMA AÇÃO SOCIAL FINANCIANDO ASSIM AS NOSSAS AÇÕES - DEPOSITANDO QUALQUER VALOR EM NOSSA CONTA DO BANCO ITAU:
9314 AGÊNCIA ITAU NATAL-RN-BRASIL
08341 2 NUMERO DA CONTA CORRENTE
CASO NECESSITE DE MAIS INFORMAÇÕES TEREMOS O MAIOR PRAZER EM LHE ATENDER...
vem seguir a rede mandacaru rn no nosso sitio e no...
twitter @ mandacarurn
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terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
MAIS UMA VITORIA DE TODOS NOS EDUCADORES POPULARES E SOCIAIS RMRN - UNICEF

MAIS UMA VITORIA DE TODOS NOS EDUCADORES POPULARES E SOCIAIS RMRN - UNICEF FAZ MENÇÃO DA REDE MANDACARU RN EM SUA PAGINA NA INTERNET CONTRA RACISMO - Nossa ação: Rede Mandacaru, no Rio Grande do Norte
Publicado em NOSSA ação contra o racismo na pagina da unicef...
"Para participar da revolução africana não basta escrever uma canção revolucionária, é preciso forjar a revolução junto com o povo. E se nós a forjarmos junto com o povo, as canções surgirão por si mesmas e delas mesmas."
Sèkou Touré, citado por Biko (1999).
“ entidade membro do Fórum Educação e Diversidade Étnica do Rio Grande do Norte CONSELHO ESTADUAL DE PROMOÇÃO DAS POLITICAS DE IGUALDADE RACIAL. DO RN, Realizam visitas em escolas públicas, levando a temática e o projeto ‘Dedo de Prosa’, sobre prevenção a DST/AIDS e hepatites virais a professores e alunos.
O projeto é reconhecido pelo Ministério da Saúde, pelo Programa Saúde e Prevenção na Escola e pelo projeto Casa de Prevenção Ilê de Saberes, realizado nas casas de terreiro do Estado.
Realizamos rodas de conversa e disponibilizamos insumos em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado. Desenvolvemos parcerias com a Coordenação Municipal de Natal, também pactuadas com a TV Futura e a Fundação Roberto Marinho, em reconhecimento às nossas ações.
Prestamos assistência técnica às casas em formação e desenvolvemos potencialidades, apresentando palestras e seminários àqueles que solicitam. Dessa forma promovemos o empoderamento das casas de terreiros e comunidades de periferia, falando sobre seus direitos e deveres individuais e em relação ao próximo.”
Estamos no Twitter: @MANDACARURN
No Facebook: MANDACARU RN
a íntegra da mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, 21 de março de 11

Leia a íntegra da mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon,
por ocasião do Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, 21 de março de 2011.
Todos os anos o mundo rememora o aniversário do massacre de Sharpville de 1960, em que dezenas de manifestantes pacíficos foram mortos a tiros pela polícia sul-africana do apartheid porque protestavam contra as leis discriminatórias em função da raça.
Este ano, o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial está consagrado a combater a discriminação de que são objeto os afrodescendentes. Elegemos este tema para refletir sobre a proclamação da Assembleia Geral das Nações Unidas de 2011 como Ano Internacional dos Afrodescendentes.
A discriminação contra os afrodescendentes é prejudicial. Em geral, estão presos à pobreza devido à intolerância, e se utiliza a pobreza como pretexto para exclui-los ainda mais. Muitas vezes, eles não têm acesso à educação por causa dos preconceitos, e logo a instrução insuficiente é alegada como motivo para negar-lhes postos de trabalho. Essas e outras injustiças fundamentais têm uma longa e terrível história, compreendida pelo tráfico de escravos transatlântico, cujas consequencias são sentidas ainda hoje.
Há uma década em Durban, a Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e as Formas Conexas de Intolerância aprovou um amplo programa de luta contra o racismo com visão de futuro em que figurava em destaque o fomento da plena participação dos afrodescendentes na sociedade. O Ano Internacional oferece a oportunidade de avançar neste combate e de reconhecer as vastas contribuições dos afrodescendentes ao desenvolvimento político, econômico, social e cultural de todas as nossas sociedades.
Para derrotar o racismo temos que acabar com as políticas públicas e as atitudes privadas que o perpetuam. Neste Dia Internacional, convoco os Estados Membros, organizações internacionais e não-governamentais, meios de comunicação, sociedade civil e todas as pessoas para que participem ativamente na promoção do Ano Internacional dos Afrodescendentes e combatam conjuntamente o racismo quando e onde ele surja.
domingo, 24 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
convite festa das yabas...

O Ilê axé obetogunda festeja as bençãos de Oxum Opara e Oya Togum sobre a auspiciosa graça do Orum e detodos os Orixas, Voduns e Inquices comemoram e festejam com seus amigos e filhos e filhas o Dote Edmilsom "Dada" D'Oxum Opara e a Ya temi Luciene de Oyatogum de nação JEJE em terras Potiguares alemgram-se e externam a sua alegria com todos os rincões do Brasil como um simbolo de resistência e luta cotidiana em preservar a fé vinda de nossos antepassados os Babas e yabas vindo outrora do continente Africano que ontem hoje e sempre tornam-se mais que tudo afrobrasileiros em toda a sua plenitude.
axe a todos...
o fórum jovens por capacitação
Meninas e meninas o fórum jovens por capacitação adaiou o prazo de inscrição para o dia 30/04
Período de Inscrições:
1 de Março a 30 de Abril de 2011
(datas sujeitas a alterações)
então ainda da tempo de vocês se increverem
Requisitos:
- Idades entre 16-24 anos;
- Ser ativista social, estudante, profissional, empreendedor social ou interessado nas causas sociais abordadas pelo projeto;
- Possuir perfil de liderança;
- Boas habilidades de comunicação;
- Residir em algum dos estados situados nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil (Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Sergipe, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais);
- Disponibilidade para viajar entre os dias 3-8 de Julho para a cidade de Fortaleza, no Ceará (Fórum Nordeste) e 17-22 de julho para a cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais (Fórum Sudeste);
- Estar interessado em desenvolver iniciativas voltadas aos temas a serem abordados;
- Ter facilidade de trabalho em grupo.
Acessem o site: www.reactandchangebr.com para se inscrever
3 – 8 de Julho, 2011 - Fortaleza, Ceará PARA JOVENS DO NORDESTE
17 – 22 de Julho, 2011 - Belo Horizonte, Minas Gerais PARA JOVENS DO SUDESTE
“Prepare-se para fazer parte de uma plataforma nacional de ativistas juvenis, trabalhando na promoção da igualdade de gênero no Brasil. Nós procuramos por você, jovem ativista, estudante, empreendedor social ou profissional que deseja causar uma mudança inimaginável na história do protagonismo juvenil brasileiro!
A React & Change recruta 100 jovens brasileiros das regiões Nordeste e Sudeste para participarem dos Fóruns Juventude por Capacitação 2011 no intuito de combater a desigualdade de gênero através de ferramentas personalizadas como o empreendedorismo social, as artes urbanas, a advocacia e os programas de capacitação pessoal em geral. Os participantes terão oportunidade de abordar temas específicos como a violência contra a mulher, o bullying escolar, desemprego, homofobia, etc, coletivamente, idealizar projetos para combater tais problemas em suas regiões, crescer e integrar-se com a ajuda de profissionais renomados, ativistas e principalmente outros jovens líderes que, juntando-se a este movimento, protagonizarão a criação da 1ª plataforma de ativismo social brasileira’.”
Requisitos:
- Idades entre 16-24 anos;
- Ser ativista social, estudante, profissional, empreendedor social ou interessado nas causas sociais abordadas pelo projeto;
- Possuir perfil de liderança;
- Boas habilidades de comunicação;
- Residir em algum dos estados situados nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil (Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Sergipe, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais);
- Disponibilidade para viajar entre os dias 3-8 de Julho para a cidade de Fortaleza, no Ceará (Fórum Nordeste) e 17-22 de julho para a cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais (Fórum Sudeste);
- Estar interessado em desenvolver iniciativas voltadas aos temas a serem abordados;
- Ter facilidade de trabalho em grupo.
Custos: A React & Change e seus parceiros comprometem-se a avaliar o perfil de cada participante para determinar o nível de auxílio financeiro que poderá ser fornecido, seja ele integral ou parcial. O auxílio financeiro poderá cobrir algum ou todos dos seguintes fatores de participação: Transporte e acomodação. Todos os outros gastos referentes ao evento serão cobertos pela organização tanto nos Fóruns do Nordeste quanto do Sudeste.
Todos os inscritos receberão informações sobre a aprovação neste estágio e informações sobre como prosseguir na seleção
Acessem o site: www.reactandchangebr.com para se inscrever
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Jean Wyllys (Deputado Federal pelo PSOL Rio de Janeiro) faz ode ao estado laico

Carta do Deputado Jean Wyllys - uma ode ao estado Laico
Em primeiro lugar, quero lembrar que nós vivemos em um Estado Democrático de Direito e laico. Para quem não sabe o que isso quer dizer, “Estado laico”, esclareço: O Estado, além de separado da Igreja (de qualquer igreja), não tem paixão religiosa, não se pauta nem deve se pautar por dogmas religiosos nem por interpretações fundamentalistas de textos religiosos (quaisquer textos religiosos). Num Estado Laico e Democrático de Direito, a lei maior é a Constituição Federal (e não a Bíblia, ou o Corão, ou a Torá).
Logo, eu, como representante eleito deste Estado Laico e Democrático de Direito, não me pauto pelo que diz A Carta de Paulo aos Romanos, mas sim pela Carta Magna, ou seja, pelo que está na Constituição Federal. E esta deixa claro, já no Artigo 1º, que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é a dignidade da pessoa humana e em seu artigo 3º coloca como objetivos fundamentais a construção de uma sociedade livre, justa e solidária e a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. A república Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos princípios da prevalência dos Direitos Humanos e repúdio ao terrorismo e ao racismo.
Sendo a defesa da Dignidade Humana um princípio soberano da Constituição Federal e norte de todo ordenamento jurídico Brasileiro, ela deve ser tutelada pelo Estado e servir de limite à liberdade de expressão. Ou seja, o limite da liberdade de expressão de quem quer que seja é a dignidade da pessoa humana do outro. O que fanáticos e fundamentalistas religiosos mais têm feito nos últimos anos é violar a dignidade humana de homossexuais.
Seus discursos de ódio têm servido de pano de fundo para brutais assassinatos de homossexuais, numa proporção assustadora de 200 por ano, segundo dados levantados pelo Grupo Gay da Bahia e da Anistia Internacional. Incitar o ódio contra os homossexuais faz, do incitador, um cúmplice dos brutais assassinatos de gays e lésbicas, como o que ocorreu recentemente em Goiânia, em que a adolescente Adriele Camacho de Almeida, 16 anos, que, segundo a mídia, foi brutalmente assassinada por parentes de sua namorada pelo fato de ser lésbica. Ou como o que ocorreu no Rio de Janeiro, em que o adolescente Alexandre Ivo, que foi enforcado, torturado e morto aos 14 anos por ser afeminado.
O PLC 122 , apesar de toda campanha para deturpá-lo junto à opinião pública, é um projeto que busca assegurar para os homossexuais os direitos à dignidade humana e à vida. O PLC 122 não atenta contra a liberdade de expressão de quem quer que seja, apenas assegura a dignidade da pessoa humana de homossexuais, o que necessariamente põe limite aos abusos de liberdade de expressão que fanáticos e fundamentalistas vêm praticando em sua cruzada contra LGBTs.
Assim como o trecho da Carta de Paulo aos Romanos que diz que o “homossexualismo é uma aberração” [sic] são os trechos da Bíblia em apologia à escravidão e à venda de pessoas (Levítico 25:44-46 – “E, quanto a teu escravo ou a tua escrava que tiveres, serão das gentes que estão ao redor de vós; deles comprareis escravos e escravas…”), e apedrejamento de mulheres adúlteras (Levítico 20:27 – “O homem ou mulher que consultar os mortos ou for feiticeiro, certamente será morto. Serão apedrejados, e o seu sangue será sobre eles…”) e violência em geral (Deuteronômio 20:13:14 – “E o SENHOR, teu Deus, a dará na tua mão; e todo varão que houver nela passarás ao fio da espada, salvo as mulheres, e as crianças, e os animais; e tudo o que houver na cidade, todo o seu despojo, tomarás para ti; e comerás o despojo dos teus inimigos, que te deu o SENHOR, teu Deus…”).
A leitura da Bíblia deve ensejar uma religiosidade sadia e tolerante, livre de fundamentalismos. Ou seja, se não pratica a escravidão e o assassinato de adúlteras como recomenda a Bíblia, então não tem por que perseguir e ofender os homossexuais só por que há nela um trecho que os fundamentalistas interpretam como aval para sua homofobia odiosa.
Não declarei guerra aos cristãos. Declarei meu amor à vida dos injustiçados e oprimidos e ao outro. Se essa postura é interpretada como declaração de guerra aos cristãos, eu já não sei mais o que é o cristianismo. O cristianismo no qual fui formado – e do qual minha mãe, irmãos e muitos amigos fazem parte – valoriza a vida humana, prega o respeito aos diferentes e se dedica à proteção dos fracos e oprimidos. “Eu vim para que TODOS tenham vida; que TODOS tenham vida plenamente”, disse Jesus de Nazaré.
Não, eu não persigo cristãos. Essa é a injúria mais odiosa que se pode fazer em relação à minha atuação parlamentar. Mas os fundamentalistas e fanáticos cristãos vêm perseguindo sistematicamente os adeptos da Umbanda e do Candomblé, inclusive com invasões de terreiros e violências físicas contra lalorixás e babalorixás como denunciaram várias matérias de jornais: é o caso do ataque, por quatro integrantes de uma igreja evangélica, a um centro de Umbanda no Catete, no Rio de Janeiro; ou o de Bernadete Souza Ferreira dos Santos, Ialorixá e líder comunitária, que foi alvo de tortura, em Ilhéus, ao ser arrastada pelo cabelo e colocada em cima de um formigueiro por policiais evangélicos que pretendiam “exorcizá-la” do “demônio”.
O que se tem a dizer? Ou será que a liberdade de crença é um direito só dos cristãos?
Talvez não se saiba, mas quem garantiu, na Constituição Federal, o direito à liberdade de crença foi um ateu Obá de Xangô do Ilê Axé Opô Aforjá, Jorge Amado. Entretanto, fundamentalistas cristãos querem fazer uso dessa liberdade para perseguir religiões minoritárias e ateus.
Repito: eu não declarei guerra aos cristãos. Coloco-me contra o fanatismo e o fundamentalismo religioso – fanatismo que está presente inclusive na carta deixada pelo assassino das 13 crianças em Realengo, no Rio de Janeiro.
Reitero que não vou deixar que inimigos do Estado Democrático de Direito tente destruir minha imagem com injúrias como as que fazem parte da matéria enviada para o Jornal do Brasil. Trata-se de uma ação orquestrada para me impedir de contribuir para uma sociedade justa e solidária. Reitero que injúria e difamação são crimes previstos no Código Penal. Eu declaro amor à vida, ao bem de todos sem preconceito de cor, raça, sexo, idade e quaisquer outras formas de preconceito. Essa é a minha missão.
Jean Wyllys (Deputado Federal pelo PSOL Rio de Janeiro)
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