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terça-feira, 10 de maio de 2011

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....

Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Noite dos Tambores

luz material e a luz espiritual...

"Se essa luz material é tão bela,

imaginem a luz espiritual que permeia

a todos os corações imperecíveis.

Imaginem o Amor que mantém a luz

e a vida de todas as coisas e seres."
Imagine o tamanho do

amor de Deus

somos gotinhas na imensidão

desse universo

Tenha fé ...Você é um filho de Deus
Dote Joao Ty de Oya
casa de baba luiz ainda resistindo no Tirol uma das ultimas CASAS DE CANDOMBLE AINDA VIVO NA ZONA SUL E LESTE DA CAPITAL NATAL...

domingo, 8 de maio de 2011

implantação da Coleta Seletiva Solidária em observância ao decreto presidencial n.º 5.940, de 25 de outubro de 2006.

O Decreto 5.940/06 determina a separação de resíduos recicláveis de órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta em benefício de associações e cooperativas de catadores de material reciclável. Significa dizer que: os cerca de 10.000 prédios públicos federais, presentes em 1.400 municípios, devem destinar os diversos tipos de materiais recicláveis, usados no dia-a-dia das repartições - jornais, envelopes, revistas, materiais de reformas e de construção, plástico e outros materiais inservíveis, para as organizações de catadores do seu município.

PRATICAS NO SUS Alternativas para a saúde pública


Alternativas para a saúde pública
Publicação: 08 de Maio de 2011 às 00:00



Luciana Campos - Editora

O uso de plantas, agulhas de acupuntura, gotinhas da homeopatia e até água mineral para tratar pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Não se trata de utopia, é realidade. O Rio Grande do Norte é o primeiro estado do Nordeste habilitado para o uso de Práticas Integrativas e Complementares (PIC) na rede pública de saúde. Mas apesar da boa notícia, o prazo para elas serem disponibilizadas nas unidades ainda não foi estabelecido. A secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) está iniciando um censo para conhecer os profissionais à disposição da rede e só depois estabelecer o que será ofertado, a partir de quando e em que unidades.

rodrigo senaPlantas medicinais poderão ser utilizada nos pcientes do SUSPlantas medicinais poderão ser utilizada nos pcientes do SUS
A utilização de métodos como a Acupuntura, Homeopatia, Fitoterapia, Medicina Antroposófica (que trata o corpo físico e o espiritual como um só) e até o uso de água mineral na cura e combate à doenças foi estabelecida na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), proposta pelo Ministério da Saúde há cinco anos. Mas só agora encontra as portas abertas para sua implementação no Rio Grande do Norte.

Essas práticas já eram realizadas no SUS antes de 2006, mas de forma tímida. Com a implementação da PNPIC elas ganharam força. O último levantamento feito pelo Ministério da Saúde, há três anos, mostrou que de 2007 para 2008 a utilização das PIC’s no SUS cresceu significativamente. O número de procedimentos em acupuntura, por exemplo, aumentou 122% e de práticas corporais, como tai chi chuan, cresceu 358%. Para se ter idéia, em 2000, foram realizadas 257.508 consultas em homeopatia. Já em 2007, foram 312.533.

Com a institucionalização das práticas não convencionais no SUS, estados e municípios que já as desenvolviam tiveram suas ações fortalecidas e os que não tinham passaram a ter a chance de desenvolvê-las, como é o caso do Rio Grande do Norte.

A secretária adjunta de saúde do Estado e uma das principais especialistas da região nas PIC, Ana Tânia Sampaio, explica que as práticas priorizam a promoção da saúde e promovem o acesso da população a práticas antes restritas ao setor privada. “A integralidade da atenção é um dos princípios do SUS e a utilização das práticas pode ser benéfica não só para o paciente mas também para o próprio sistema de saúde”, diz. Para ela, as técnicas promovem, protegem e recuperam a saúde de forma integral. “As PIC consideram a multidimensionalidade do ser humano. O percebem como mente/corpo/espírito e não um conjunto de partes isoladas. Isso auxilia o tratamento e traz melhores resultados”, explica.

As práticas e os recursos utilizados pelos profissionais envolvem abordagens que buscam estimular os mecanismos naturais de prevenção e cura por meio de tecnologias comprovadamente eficazes e seguras. A ideia é oferecer uma visão ampliada do processo saúde-doença e garantir a promoção global do cuidado humano, especialmente do autocuidado.

A utilização dessas técnicas, além de corroborar para a integralidade da atenção à saúde, também promove a racionalização e uma melhor utilização dos recursos dos serviços de saúde. Em outras palavras, com o cuidado sendo iniciado na prevenção e levando em consideração o indivíduo em sua totalidade, as doenças serão diagnósticas com mais rapidez, em estágios menos graves ou poderão até serem evitadas, diminuindo o custo de cada paciente para o sistema.

Os Estados do Espírito Santo e Minas Gerais já implantaram as PIS’s e os resultados alcançados têm sido altamente satisfatórios.

Bons resultados ajudam a combater o preconceito

Um dos pontos mais polêmicos, e que suscitam uma série de questionamentos de leigos no assunto, é com relação a eficácia e a aplicabilidade das técnicas. Mas os especialistas na área de Práticas Integrativas Complementares (PIC) não têm dúvidas dos resultados alcançados durante e após o tratamento.

Segundo a secretária adjunta de saúde do Estado, Ana Tânia Sampaio, a construção da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi baseada no cumprimento das diretrizes e recomendações de várias Conferências Nacionais de Saúde e nas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). “As Práticas Integrativas Complementares hoje são cientificamente comprovadas e podem ser utilizadas como opções terapêuticas”, diz.

As PICs estão englobadas na rede internacional de pesquisa em Atenção Primária a Saúde (APS) e podem ser aplicadas no combate a uma série de problemas. Elas atuam na prevenção de agravos e da promoção, manutenção e recuperação da saúde baseada em modelo de atenção humanescente e centrada na integralidade do indivíduo, considerando a dimensão global do organismo, sem perder de vista a sua singularidade.

“Podemos tratar diferentes problemas com as PICs, considerando que ao melhorar o campo energético sutil do cliente, aumentamos sua capacidade de defesa e de resposta aos agravos. Quando cuidamos de uma parte afetamos ao todo”, explica Ana Tânia Sampaio. A maior demanda de problemas tratados com as PIC é no âmbito do sistema nervoso, imunológico, cardiorespiratório e traumo-ortopédico. Os resultados são considerados animadores.

Ainda não há um levantamento estatístico sobre a redução de casos de doenças ou tempo de tratamento de alguns males “Mas os relatos de profissionais demonstram que o custo-benefício-afetividade-efetividade nos estados que já implantaram as PICs é muito satisfatório”, avalia a secretária adjunta.

PRECONCEITO

Embora cientificamente comprovada, eficácia dessas práticas alternativas em saúde ainda é cercada por muita desinformação e preconceito – especialmente por parte de profissionais tradicionalistas. Mas para Ana Tânia a questão está sendo revista. “Esse problema já foi mais incidente. Hoje a ciência médica tem ampliado seu olhar nesse aspecto. A comunidade científica mundial está discutindo o tema como política pública de disseminação da atenção à saúde”, diz. Mas a secretária admite que para que essas práticas integrativas complementares pudessem sair do papel e serem oficializadas pelo Ministério da Saúde, foi um longo caminho.

No Brasil, o processo de legitimação e institucionalização dessas abordagens de atenção à saúde foi iniciado a partir da década de 80, principalmente, após a criação do SUS. Mas só em maio de 2006, através da Portaria 971, estas práticas se consolidam como uma Política Nacional.

Hoje a fundamentação a teórica se baseia no “Sistema Médico Complexo que pressupõe a existência de cinco dimensões fundamentais: Morfologia, Dinâmica vital, Doutrina médica, Sistema de diagnose e Sistema de intervenção terapêutica”.

“Não acredito que o preconceito será um problema porque nenhum profissional será obrigado a utilizar as técnicas, será um processo de adesão natural e intencional. Ao expandirmos as informações, tanto nos serviços como nos órgãos formadores, acredito na maior adesão e expansão”, afirma Ana Tânia Sampaio.

Conheça um pouco de cada nova especialidade que será oferecida pelo SUS

- Acupuntura

Originária da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), a Acupuntura compreende um conjunto de procedimentos que permitem o estímulo preciso de locais anatômicos por meio da inserção de agulhas filiformes metálicas para promoção, manutenção e recuperação da saúde, bem como para prevenção de agravos e doenças. Ela é usada há pelo menos 3.000 anos. No ocidente, a partir da segunda metade do século XX, a Acupuntura foi assimilada pela medicina contemporânea, e graças às pesquisas científicas empreendidas em diversos países, seus efeitos terapêuticos foram reconhecidos. Admite-se atualmente, que a estimulação de pontos de Acupuntura provoque a liberação, no sistema nervoso central, de neurotransmissores e outras substâncias responsáveis pelas respostas de promoção de analgesia, restauração de funções orgânicas e modulação imunitária. Apesar disso, de acordo com a nova terminologia da Organização Mundial da Saúde (OMS) trata-se de um método de tratamento considerado complementar.

- Homeopatia

A Homeopatia é um sistema médico complexo que se baseia no princípio similia similibus curantur (“os semelhantes curam-se pelos semelhantes”). O tratamento homeopático consiste em fornecer a um paciente sintomático doses extremamente pequenas dos agentes que produzem os mesmos sintomas em pessoas saudáveis, expostas a quantidades maiores. Desse modo, o sistema de cura natural da pessoa seria estimulado a estabelecer uma reação de restauração da saúde por suas próprias forças, de dentro para fora. A especialidade experimentou grande expansão por várias regiões do mundo, estando hoje implantada em diversos países da Europa, das Américas e da Ásia. No Brasil, a Homeopatia foi logo aceita como uma nova opção de tratamento. A partir da década de 80, alguns estados e municípios brasileiros começaram a oferecer o atendimento homeopático como especialidade médica aos usuários dos serviços públicos de saúde, porém como iniciativas isoladas e, às vezes, descontinuadas, por falta de uma política nacional.

- Fitoterapia

A Fitoterapia é uma terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais para curar e tratar diversas doenças. Essa forma de tratamento é antiga, está relacionada aos primórdios da medicina e fundamentada no acúmulo de informações por sucessivas gerações. Ao longo dos séculos, produtos de origem vegetal constituíram as bases para tratamento de diferentes doenças. Desde a década de 70, a OMS tem expressado a sua posição a respeito da necessidade de valorizar a utilização de plantas medicinais, tendo em conta que 80% da população mundial utiliza estas plantas ou preparações destas no que se refere à atenção primária de saúde. O Brasil possui grande potencial para o desenvolvimento dessa terapêutica, como a maior diversidade vegetal do mundo, ampla sociodiversidade, uso de plantas medicinais vinculado ao conhecimento tradicional e tecnologia para validar cientificamente este conhecimento.

- Medicina Antroposófica

A Medicina Antroposófica (MA) considera o ser humano além do seu aspecto corporal, valorizando também sua vida psíquica e sua individualidade: corpo, alma e espírito – instâncias que estão em permanente movimento e interação entre si e com o mundo à sua volta. Mais do que uma especialidade médica, a Medicina Antroposófica é, dessa maneira, uma ampliação da Medicina Acadêmica. Trata-se de uma base a partir da qual cada médico enriquece sua prática.

A MA foi introduzida no Brasil há aproximadamente 60 anos e apresenta-se como uma abordagem médico-terapêutica complementar, de base vitalista, cujo modelo de atenção está organizado de maneira transdisciplinar, buscando a integralidade do cuidado em saúde. Os médicos antroposóficos utilizam os conhecimentos e recursos da especialidade como instrumentos para ampliação da clínica, tendo obtido reconhecimento de sua prática por meio do Parecer 21/93 do Conselho Federal de Medicina, em 23/11/1993.

- Termalismo/Crenoterapia

O uso das Águas Minerais para tratamento de saúde é um procedimento dos mais antigos, utilizado desde a época do Império Grego. Foi descrita por Heródoto (450 a.C.), autor da primeira publicação científica termal. O Termalismo compreende as diferentes maneiras de utilização da água mineral e sua aplicação em tratamentos de saúde. A Crenoterapia consiste na indicação e uso de águas minerais com finalidade terapêutica atuando de maneira complementar aos demais tratamentos de saúde. No Brasil a Crenoterapia foi introduzida junto com a colonização portuguesa, que trouxe ao país os seus hábitos de usar águas minerais para tratamento de saúde. A ideia é ofertar às pessoas tratamentos em estabelecimentos termais especializados, com o objetivo de proporcionar a esta população o acesso ao uso das águas minerais com propriedades medicinais, seja para recuperar, tratar ou preservar a saúde.

FICHA DE CADASTRO NACIONAL COMO EMPREENDIMENTO SOLIDARIO SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDARIA E MINSTERIO DO TRABALHO E RENDA/DF

http://www.fbes.org.br/gts/formacao/banco_de_dados/index.php?funcao=imprimir&tipo=orgs&interno=partilha

Projeto Construindo a Liberdade de Mãos Estendidas

Projeto Construindo a Liberdade de Mãos Estendidas
Publicado em 21.07.2005 por Pauta Social

somos uma pequena ONG QUE ATUA NA PENITENCIARIA DE SEGURANÇA MAXIMA DE ALCACUZ - NISIA FLORESTA RN HOJE ATUAMOS DE FORMA PONTUDA JUNTO AOS EM MEDIA 300 HOMENS QUE MORAM NA PENIOTENCIARIA EM REGIME FECHADO, ATUAMOS VISLUMBRANDO O DESENVOLVIMENTO SOLIDARIO ESTAMOS EM FASE DE CONCLUSÃO DA 1º TURMA DE AGENTES AMBIENTAIS FORMADOS DENTRO DO PRESIDIO QUE ENTRE OUTRAS ATRIBUIÇÕES COLETAM E SEPARAM OS RESIDUOS PRODUZIDOS PELA COMUNIDADE CARCERARIA EM MEDIA UMA A UMA E MEIA TON POR MEZ DE RESIDUOS RECICLAVEIS QUE SAO VENDIDOS E TODO O DINHEIRO RETORNA PARA NOSSA EQUIPE DO PROJETO COMO ELES NAO PODEM RECEBRE DINHEIRO SUAS FAMILIAS RECEBEM, TAMBEM ESTAMOS TENTANDO RECONSTRUIR UM PADARIA E A LAVANDERIA INDUSTRIAL HOJE SEM FUNCINAMENTO BEM COMO TAMBEM JA EM FUNCIONAMENTO TEMOS UMA PEQUENA PRODUÇÃO DE ARTESANATO QUE E FABRICADO POR ELES E VENDIDO NOS DIAS DE VISITA PELO APENADO SR. CLEMER QUE E O ATUAL COORDENADOR DA COMERCIALIZAÇÃO SENSIVEIS A ESTA REALIDADE BUSCAMOS PARCEIROS PARA UMA MAIOR INETERATIVIDADE NA CONSCIENTIZAÇÃO DESTES QUE TAMBEM MERECEM O NOSSO CARINHO ... CONTATO 84 99777609 OU FAX A/C FREI FERNANDES 84 2772800 REDE MANDACARU RN - PROJETO CONSTRUINDO A LIBERDADE...

AGUARDO ANSIOSO CONTATO DE TODOS O BRASIL FICAREMOS FELIZES EM RECEBER MUITAS CORRESPODENCIAS E OU CONTATOS

FICHA DE CADASTRO NACIONAL COMO EMPREENDIMENTO SOLIDARIO SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDARIA E MINSTERIO DO TRABALHO E RENDA/DF

NOS DA REDE MANDACARU RN ESTAMOS NA SETA ETAPA DO BRASIL ALFABETIZADO
AQUI NO RN COM COMUNIDADES ONDE A REDE ATUA
E ASSOCIAMOS A TEMATICA ECOSOL E E PRODUÇÃO ARTESANAL EM NOSSAS
EXPERIENCIAS QUE JA GEROU UMA HORTA COMUNITARIA E PRODUÇÃO DE COLETA
SELETIVA DENTRO DO UNICO PRESIDIO DE SEGURANÇA MAXIMA DA AMERIACA
LATINA. NOSSA EXPERIENCIA VEM COM PARCERIA ANTERIOR COM BB EDUCAR E
PROGRAMA LENDO APREDENDO LIGADOS AO BRASIL ALFABETIZADO DO MEC
GRATO E ESTAMOS A DISPOR
REDE MANDACARU RN

HOJE ESTAMOS COM ARTICULAÇÃO JUNTO A COMUNIDADES DE TERREIRO E POVOS
DE MATRIZ AFRICANA EM PARCERIA COM COEPIR/SEJUC
E TERREIROS ESTAMOS NA SEGUNDA ETAPA ESTE ANO...


FICHA DE CADASTRO NACIONAL COMO EMPREENDIMENTO SOLIDARIO SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDARIA E MINSTERIO DO TRABALHO E RENDA/DF
Rede Mandacaru RN
Segmento: Assessoria Forma jurídica: Rede
Local: Natal/RN Telefone: 84 88035580, 84 9977 7609 e-mail: mandacarurn@gmail.com
Ações enviadas
Ficha Nome da ação de formação
245 construindo a liberdade - projeto com apenados do presidio de segurança maxima de alcacuz
244 projeto comunidades de terreiro do RN e de matriz africana - formação de mobilizadores
243 Projeto Kizomba uma festa do reino de Olorum - construção de bio joias e paramentas de raiz africana, fomento e formação em rede e empoderamento de casas de terreiro do Brasil..

sábado, 7 de maio de 2011

Mãe. Só tem uma? Há quem não tenha nenhuma! Mãe. Só tem uma? Há quem não tenha nenhuma!

DONA LOURDES ROCHA FERNANDES HA 75 ANOS VEIO AO MUNDO FRUTO DO VELHO GONÇALO CORO E DE DONA MARIA DAS GRAÇAS OU SIMPLESMENTE VÓ PARA DAR VIDA A MIM E MINHA IRMÃ EM HONRA A TODAS AS MÃES NOS GLORIFICAMOS MINHA SENHOR. MARY, DONA LOURDES QUE SIMPLESMENTE MÃE DEDICOU A SUA VIDA INTEIRA AO TRABALHO E CUIDAR DE SEUS IRMAOS MAIS VELHA VIVA DE 23 FILHOS HOJE AINDA SÃO 06 VIVOS, TRABALHOU ATE NAO AGUENTAR MAIS, QUANDO APOSENTOU AOS 40 QUE TRABALHAVA NA FORMALIDADE VISTO QUE COMEÇOU A TRABALHAR COM 04 ANOS DE IDADE ATE SUA APOSENTADORIA, NA LUTA AINDA DONA LOURDES ROCHA MORADORA A 50 ANOS DO BAIRRO DE NOVA DESCOBERTA E UM SINAL VIVO DA PERSISTENCIA DA MULHER NORDESTINA E BRASILIERA FOI AGRICULTORA, VENDEDORA, TECELA, AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS, AUXILIAR DENTARIA E BUROCRATA DA SECRETARIA DA FAZENDO DO ESTADO DO RN, HOJE TEM DIFICULDADES PARA ANDAR MAS VIVE AINDA COM MUITA ALEGRIA MESMO DEPOIS DE TRES PARADAS CARDIACAS E MUITOS REMEDIOS CUIDA DE SEU UNICO NETO EROS RAMISSES ROCHA FERNANDES QUE E TUDO EM SUA VIDA ALEM DE SEU BEBE ETERNO SEU CACHORINHO SEU CHICO QUE HOJE TEM 14 ANOS E JA E CEGO, BEM COMO HOJE VIROU A MÃE DE SEU ESPOSO EXPEDITO PRAXEDES FERNANDES NUM ESTADO SENIL E COM MUITAS DIFICULDADES DE ANDAR E SE CUIDAR NAO QUER MAIS VIVER POR MOTIVO DE UM LONGA DEPRESESSÃO DE DOENÇA DE ALZEHEIMER QUE ELA MESMO COM TODAS AS SUAS DIFICULDADES SO COME DEPOIS DELE E PASSOU A VIVER EM FUNÇÃO DO MESMO APESAR DE MUITAS DIFICULDADE PARA ANDAR E DE TER QUE TOMAR MUITOS REMEDIOS ANTIFLAMATORIOS TODOS OS DIAS, E SEGUNDO O DR NETO E DR KERGINALDO NAO TEM CURA MAS PARA SEUS JOELHOS, A PARTIR DESRA HISTORIA QUEREMOS PARABENIZAR A TODAS AS MÃES DO MUNDO MAE, MULHER SIMPLESMENTE AQUELA QUE NOS FAZ VIVER...
MÃE...
a presença de cada passo que o
tempo não apaga: por mais longo
e escuro que seja o caminho, haverá
sempre um horizonte...

História do Dia da Mães


As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.


À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.

Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.


A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.

Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.

Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.

E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo

No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921.

A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366.

Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.

Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal

DENUNCIA E AÇÃO NA SAUDE CNES E A SAUDE

Do último dia 05 de maio, o Cadastro de Estabelicimentos de Saúde referentes a Santa Cruz foram atualizados, ficando da seguinte forma:

UNIDADE DE SAÚDE DO PARAÍSO:

Equipe I: Médica Benedita Alves Dantas, desde 28-02-2011;

Equipe II: Médico Dr. Lamech Simplício Goes de Carvalho, desde 01-02-2011;

Equipe III: Não possui profissionais;

Equipe IV: Médico Dr. Francisco das Chagas Wanderley Rebouças, desde 28-02-2011.

UNIDADE DE SAÚDE DO CENTRO:

Equipe I: Não possui profissionais;

Equipe II: Médico Dr. Daniel Alves da Costa, desde 01-02-2011.

UNIDADE DE SAÚDE DO MARACUJÁ

Equipe I: Está cadastrada, mas o médico Dr. Antônio Batista Barros foi desligado desde 28-02-2011.

UNIDADE DE SAÚDE DO DNER:

Equipe I: Médico Dr. Antônio Batista Barros, desde 28-02-11.

UNIDADE DE SAÚDE DO CONJUNTO CÔNEGO MONTE:

Equipe I: Equipe cadastrada, mas sem médico ( Dr. Francisco das Chagas Wanderley Rebouças), que foi desligado em 28-02-2011;

Equipe II: Equipe cadastrada, mas sem médica (Dra. Benedita Araujo Dantas), que foi desligada em 28-02-2011.

POSTO DE SAÚDE DO CACARUABA:

Equipe I: Cadastrada, mas sem médica (Dra. Juliana Fernandes de Sá Rocha), que foi desligada em 28-02-2011.

POSTO DE SAÚDE DA BOA VISTA:

Equipe I: Médica Dra. Juliane Fernandes de Sá Rocha, desde 28-02-2011.

DETALHES:

Os médicos que constavam no CNES sem que de fato prestassem serviço foram desligados. (são 03, sendo: 01 do Paraíso, 01 do DNER e 01 da Zona Rural).

No Paraíso temos apenas Dr. Rebouças que de fato atende a população, pois a Dra. Benedita atende na Unidade do Conjunto Cônego Monte e Dr. Lamech Simplício Goes de Carvalho atende pela manhã na Unidade de Saúde do DNER e a tarde na Unidade do Centro.

Dr. Antônio efetivamente atende na Unidade do Maracujá, mas consta como se fosse médico do DNER.

Com relação as Equipes I do Centro e III do Paraíso não estão cadastradas no CNES, mas os servdores cosntam como profissionais vinculados as Unidades de Saúde.

PERGUNTAS:

Será que os médicos serão distribuídos conformes constam no CNES??

Se forem como ficarão as Unidades do Conjunto Cônego Monte e do Maracujá o Posto de Saúde de Cacaruaba, que oficialmente não têm médicos?

A CONSIDERAR:

A situação é difícil, pois Santa Cruz paga apenas R$ 7.000,00 ao profissional médico, enquanto a maioria das cidades do Trairi paga um valor bem superior. Carnaúba dos Dantas oferece 12 mil ao médico.
fonte: MANDATO do Ver. Lucicláudio

área de proteção ambiental ponto de despejo de entulhos Quem denuncia são os moradores da região

O terreno localizado entre as ruas Presidente Manoel Leão e Aldo Fernandes, no conjunto San Vale, Zona Sul de Natal, se transformou em um ponto de despejo de entulhos. Quem denuncia são os moradores da região, que informaram que o local, que é uma área de proteção ambiental composta por dunas, está repleto de resíduos como ferro, tijolos e pedaços de concreto.


divulgação
Local vem sofrendo com despejo de detritos desde a última segunda-feira (2)Segundo relatos, os despejos começaram na última segunda-feira (2). Na ocasião, o carro de uma empresa foi visto descarregando uma quantidade razoável de detritos. "Estamos preocupados com isso, pois não queremos que o terreno se torne um ponto de acúmulo de lixo, atraindo carroceiros e mais sujeira", revelou um morador que preferiu não se identificar.
fonte: moradores locais...
tribuna do norte
rede mandacarurn

quinta-feira, 5 de maio de 2011

LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999.


Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999.
Mensagem de Veto

Regulamento


Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO I

DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Art. 1o Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

Art. 2o A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.

Art. 3o Como parte do processo educativo mais amplo, todos têm direito à educação ambiental, incumbindo:

I - ao Poder Público, nos termos dos arts. 205 e 225 da Constituição Federal, definir políticas públicas que incorporem a dimensão ambiental, promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e o engajamento da sociedade na conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente;

II - às instituições educativas, promover a educação ambiental de maneira integrada aos programas educacionais que desenvolvem;

III - aos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente - Sisnama, promover ações de educação ambiental integradas aos programas de conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente;

IV - aos meios de comunicação de massa, colaborar de maneira ativa e permanente na disseminação de informações e práticas educativas sobre meio ambiente e incorporar a dimensão ambiental em sua programação;

V - às empresas, entidades de classe, instituições públicas e privadas, promover programas destinados à capacitação dos trabalhadores, visando à melhoria e ao controle efetivo sobre o ambiente de trabalho, bem como sobre as repercussões do processo produtivo no meio ambiente;

VI - à sociedade como um todo, manter atenção permanente à formação de valores, atitudes e habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva voltada para a prevenção, a identificação e a solução de problemas ambientais.

Art. 4o São princípios básicos da educação ambiental:

I - o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo;

II - a concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o sócio-econômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade;

III - o pluralismo de idéias e concepções pedagógicas, na perspectiva da inter, multi e transdisciplinaridade;

IV - a vinculação entre a ética, a educação, o trabalho e as práticas sociais;

V - a garantia de continuidade e permanência do processo educativo;

VI - a permanente avaliação crítica do processo educativo;

VII - a abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais, nacionais e globais;

VIII - o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural.

Art. 5o São objetivos fundamentais da educação ambiental:

I - o desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos;

II - a garantia de democratização das informações ambientais;

III - o estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social;

IV - o incentivo à participação individual e coletiva, permanente e responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania;

V - o estímulo à cooperação entre as diversas regiões do País, em níveis micro e macrorregionais, com vistas à construção de uma sociedade ambientalmente equilibrada, fundada nos princípios da liberdade, igualdade, solidariedade, democracia, justiça social, responsabilidade e sustentabilidade;

VI - o fomento e o fortalecimento da integração com a ciência e a tecnologia;

VII - o fortalecimento da cidadania, autodeterminação dos povos e solidariedade como fundamentos para o futuro da humanidade.

CAPÍTULO II

DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Seção I

Disposições Gerais

Art. 6o É instituída a Política Nacional de Educação Ambiental.

Art. 7o A Política Nacional de Educação Ambiental envolve em sua esfera de ação, além dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente - Sisnama, instituições educacionais públicas e privadas dos sistemas de ensino, os órgãos públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e organizações não-governamentais com atuação em educação ambiental.

Art. 8o As atividades vinculadas à Política Nacional de Educação Ambiental devem ser desenvolvidas na educação em geral e na educação escolar, por meio das seguintes linhas de atuação inter-relacionadas:

I - capacitação de recursos humanos;

II - desenvolvimento de estudos, pesquisas e experimentações;

III - produção e divulgação de material educativo;

IV - acompanhamento e avaliação.

§ 1o Nas atividades vinculadas à Política Nacional de Educação Ambiental serão respeitados os princípios e objetivos fixados por esta Lei.

§ 2o A capacitação de recursos humanos voltar-se-á para:

I - a incorporação da dimensão ambiental na formação, especialização e atualização dos educadores de todos os níveis e modalidades de ensino;

II - a incorporação da dimensão ambiental na formação, especialização e atualização dos profissionais de todas as áreas;

III - a preparação de profissionais orientados para as atividades de gestão ambiental;

IV - a formação, especialização e atualização de profissionais na área de meio ambiente;

V - o atendimento da demanda dos diversos segmentos da sociedade no que diz respeito à problemática ambiental.

§ 3o As ações de estudos, pesquisas e experimentações voltar-se-ão para:

I - o desenvolvimento de instrumentos e metodologias, visando à incorporação da dimensão ambiental, de forma interdisciplinar, nos diferentes níveis e modalidades de ensino;

II - a difusão de conhecimentos, tecnologias e informações sobre a questão ambiental;

III - o desenvolvimento de instrumentos e metodologias, visando à participação dos interessados na formulação e execução de pesquisas relacionadas à problemática ambiental;

IV - a busca de alternativas curriculares e metodológicas de capacitação na área ambiental;

V - o apoio a iniciativas e experiências locais e regionais, incluindo a produção de material educativo;

VI - a montagem de uma rede de banco de dados e imagens, para apoio às ações enumeradas nos incisos I a V.

Seção II

Da Educação Ambiental no Ensino Formal

Art. 9o Entende-se por educação ambiental na educação escolar a desenvolvida no âmbito dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, englobando:

I - educação básica:

a) educação infantil;

b) ensino fundamental e

c) ensino médio;

II - educação superior;

III - educação especial;

IV - educação profissional;

V - educação de jovens e adultos.

Art. 10. A educação ambiental será desenvolvida como uma prática educativa integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades do ensino formal.

§ 1o A educação ambiental não deve ser implantada como disciplina específica no currículo de ensino.

§ 2o Nos cursos de pós-graduação, extensão e nas áreas voltadas ao aspecto metodológico da educação ambiental, quando se fizer necessário, é facultada a criação de disciplina específica.

§ 3o Nos cursos de formação e especialização técnico-profissional, em todos os níveis, deve ser incorporado conteúdo que trate da ética ambiental das atividades profissionais a serem desenvolvidas.

Art. 11. A dimensão ambiental deve constar dos currículos de formação de professores, em todos os níveis e em todas as disciplinas.

Parágrafo único. Os professores em atividade devem receber formação complementar em suas áreas de atuação, com o propósito de atender adequadamente ao cumprimento dos princípios e objetivos da Política Nacional de Educação Ambiental.

Art. 12. A autorização e supervisão do funcionamento de instituições de ensino e de seus cursos, nas redes pública e privada, observarão o cumprimento do disposto nos arts. 10 e 11 desta Lei.

Seção III

Da Educação Ambiental Não-Formal

Art. 13. Entendem-se por educação ambiental não-formal as ações e práticas educativas voltadas à sensibilização da coletividade sobre as questões ambientais e à sua organização e participação na defesa da qualidade do meio ambiente.

Parágrafo único. O Poder Público, em níveis federal, estadual e municipal, incentivará:

I - a difusão, por intermédio dos meios de comunicação de massa, em espaços nobres, de programas e campanhas educativas, e de informações acerca de temas relacionados ao meio ambiente;

II - a ampla participação da escola, da universidade e de organizações não-governamentais na formulação e execução de programas e atividades vinculadas à educação ambiental não-formal;

III - a participação de empresas públicas e privadas no desenvolvimento de programas de educação ambiental em parceria com a escola, a universidade e as organizações não-governamentais;

IV - a sensibilização da sociedade para a importância das unidades de conservação;

V - a sensibilização ambiental das populações tradicionais ligadas às unidades de conservação;

VI - a sensibilização ambiental dos agricultores;

VII - o ecoturismo.

CAPÍTULO III

DA EXECUÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Art. 14. A coordenação da Política Nacional de Educação Ambiental ficará a cargo de um órgão gestor, na forma definida pela regulamentação desta Lei.

Art. 15. São atribuições do órgão gestor:

I - definição de diretrizes para implementação em âmbito nacional;

II - articulação, coordenação e supervisão de planos, programas e projetos na área de educação ambiental, em âmbito nacional;

III - participação na negociação de financiamentos a planos, programas e projetos na área de educação ambiental.

Art. 16. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, na esfera de sua competência e nas áreas de sua jurisdição, definirão diretrizes, normas e critérios para a educação ambiental, respeitados os princípios e objetivos da Política Nacional de Educação Ambiental.

Art. 17. A eleição de planos e programas, para fins de alocação de recursos públicos vinculados à Política Nacional de Educação Ambiental, deve ser realizada levando-se em conta os seguintes critérios:

I - conformidade com os princípios, objetivos e diretrizes da Política Nacional de Educação Ambiental;

II - prioridade dos órgãos integrantes do Sisnama e do Sistema Nacional de Educação;

III - economicidade, medida pela relação entre a magnitude dos recursos a alocar e o retorno social propiciado pelo plano ou programa proposto.

Parágrafo único. Na eleição a que se refere o caput deste artigo, devem ser contemplados, de forma eqüitativa, os planos, programas e projetos das diferentes regiões do País.

Art. 18. (VETADO)

Art. 19. Os programas de assistência técnica e financeira relativos a meio ambiente e educação, em níveis federal, estadual e municipal, devem alocar recursos às ações de educação ambiental.

CAPÍTULO IV

DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 20. O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias de sua publicação, ouvidos o Conselho Nacional de Meio Ambiente e o Conselho Nacional de Educação.

Art. 21. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 27 de abril de 1999; 178o da Independência e 111o da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Paulo Renato Souza
José Sarney Filho

Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 28.4.1999

VOCÊ É BRANCO? Que azar, hein? Ives Gandra da Silva Martins

CHEGUEI A FICAR COM PENA DESTE SENHOR!!!!


VOCÊ É BRANCO? Que azar, hein?
Ives Gandra da Silva Martins




Ives Gandra da Silva Martins*

Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles!
Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado.
Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios, que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.
Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos "quilombolas", que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências (algo que um cidadão comum jamais conseguiria!)

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse "privilégio", porque cumpre a lei.

Desertores, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para "ressarcir" aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

(*Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

Escolas brasileiras criam e perpetuam preconceitos e discriminações contra minorias, avaliam especialistas???


O ambiente escolar é um espaço para o surgimento de atitudes sexistas e homofóbicas. Esta é uma das conclusões tiradas da audiência pública sobre preconceitos e discriminações na educação brasileira, realizada ontem (4) na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.

“Além de reproduzir a escola cria homofobia”, disse a coordenadora do Projeto Escola sem Homofobia, da organização não governamental (ONG) Ecos – Comunicação em Sexualidade, Maria Helena Franco. “Não é mais adiante, mas é ali que esta se criando o preconceito”, completou.

Na opinião de Helena Franco, os professores brasileiros não são preparados para lidar com o tema em sala de aula e não dispõem de material didático que possa auxiliá-los. “Material sobre a temática praticamente não existe”, disse após apresentar aos parlamentares um kit com livro, vídeos, boletins e cartaz que podem ser usados na escola em apoio à implantação do chamado “projeto político pedagógico”, que orienta o ensino.

O material elaborado pela ONG está em análise na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade – Secad, do Ministério da Educação (MEC), para ser replicado e incluído na grade de distribuição de material educativo do MEC. Segundo Helena Franco, o ministério já recebeu cerca de 1.500 pedidos do material que não está disponível na internet. A princípio, o material será distribuído a docentes do ensino médio, “mas pode ser usado por professores do ensino fundamental”, disse.

Situações de homofobia são verificadas, por exemplo, em situações de constrangimento, o bullying, que pode causar danos morais a quem sofre com comportamentos agressivos (físico ou verbal) recorrentes.

Uma pesquisa de 2009, apresentada pela ONG Plan Brasil, e publicada pelo Ministério Público do Maranhão, feita com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares de todas as regiões brasileiras, mostrou que sete em cada dez estudantes de diversas faixas etárias presenciaram cenas de agressões entre colegas. As principais vítimas são os meninos: 34,5% disseram ser vítimas de maus tratos.

A situação dos meninos na escola começa a preocupar também pela questão de gênero, tradicionalmente associada à discriminação contra as mulheres. A pesquisadora Denise Carreira, da ONG Ação Educativa salienta que os meninos, especialmente os meninos negros, abandonam a escola mais que as meninas.

Apesar desse dado e do fato das mulheres já terem em média maior escolaridade que o homem, o mercado de trabalho é menos favorável a elas que recebem salários menores. Para Denise Carreira, isso tem a ver com as vocações que são estimuladas desde a escola e as carreiras as quais acabam se dedicando.

“A educação sexista define que as mulheres são boas para isso, e não são boas para aquilo”, afirmou ao lembrar que o mal desempenho em ciências e matemática tem a ver com a falta de estímulo para que, no futuro, ocupem áreas de exatas. “Ainda hoje temos profissões ditas masculinas e profissões ditas femininas”, como as áreas sociais e de cuidados (professoras, assistentes sociais, saúde), com baixa remuneração. “É fundamental questionar a educação que estabelece papéis para homens e mulheres”, recomendou.

Reportagem de Gilberto Costa, da Agência Brasil, publicada pela EcoDebate, 05/05/2011

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Odu pela graça do Orun...

NA GRATIDÃO DO ODU...
EJIONILE:

Personalidade: são pessoas trabalhadoras, gostam de tudo rápido, exige anseio, limpeza; pessoas impulsivas; pessoas de espírito livre; enjoam de tudo facilmente; paixões violentas, são curiosos, adoram viajar. Responde Osala, Ososi...

Naquele tempo, mandaram todas as árvores fazerem oferendas a olorum (deus) mas nenhuma deu importância ao conselho. Somente a cajazeira fez a oferenda. Daí por diante, todas as árvores morreram sem delongas quando estavam deitadas, exceto a cajazeira, que mesmo deitada, caída ao chão, sempre grela e renasce.

ÓFÚN:

Personalidade: são pessoas importantes com grandes sensos comunitários e de profundo saber prático, experientes, rancorosos,teimosos, vingativos, com senso de justiça muito imparcial, tendem obter sucesso após meia idade, são envelhecidos internamente, aparentam possuir muita calma e paciência.
O sucesso material depende do sucesso espiritual. Responde Osala (todos)


Um dia foi marcado uma reunião entre todos os orixás, cada um tratou de realizar as oferendas especificas afim que tudo transcorresse muito bem, orixalá tratou logo de preparar a sua. Findando a feitura da oferenda, entregaram a orixalá panos brancos para ele fazer um vestuário e penas de papagaio da costa para ele colocar em sua cabeça. Assim feito tudo, chegou o dia da grande reunião em que todos os orixás se apresentaram.


Orisanla (Osala) apareceu de uma forma tão maravilhosa em suas vestes novas, como se fosse iluminado pelos raios do sol. Assim, todos foram se curvando diante de tamanho brilho da aurora nascente, juraram fidelidade e lhe deram tudo o que possuíam, com a palavra de o adorarem para sempre...

ÓWONRÍN:

Personalidade: são pessoas de certa forma 'perigosas", obstinados por sucesso, felizes quando buscam profissões liberais que atuam junto ao público. Possuem muita energia, disposição; estão em constante movimento, agito. São muito nervosos. Possuem sorte na vida, porém são extremamente vingativos e defendem-se atacando. Responde Egungun (Egun), Oya.

Em certo dia, uma mulher muito fiel a Orisa fora numa fonte lavar roupa levando consigo sua criancinha. Lá havia outra mulher invejosa que, vendo que ela estava distraída com a sua ocupação, tentou lançar a criancinha da outra numa bacia d'água. Mas outra mulher ainda, ouvindo o chorinho da criança, correu para ali e a tirou de dentro d'água, salvando-a do perigo, antes mesmo de sua mãe se der conta. Do horror que acontecia.

Assim se vê o ponto onde uma pessoa má pode chegar... E também o quanto podemos contar com a ajuda e proteção através de oferendas específicas.

Campanha Nacional de Entrega Voluntária de Armas e Munições (Cevam)


No próximo dia seis, terá início no Brasil a Campanha Nacional de Entrega Voluntária de Armas e Munições (Cevam), com duração até o final do ano. A campanha começaria em julho, mas os organizadores optaram por sua antecipação devido à tragédia ocorrida em abril, na escola de Realengo, cidade do Rio de Janeiro. No caso, 12 crianças foram mortas por um atirador, Wellington Menezes de Oliveira, que portava dois revólveres adquiridos ilegalmente.

Com uma articulação entre Ministério da Justiça, Rede Desarma Brasil, associação Viva Comunidade e a Polícia Federal, a coleta ocorrerá em postos da Polícia Federal. De acordo com a coordenadora da área de Controle de Armas da ONG Sou da Paz, Alice Ribeiro, posteriormente serão instalados outros postos, nas guardas civis, batalhões de polícia e delegacias.

Ela também destaca que esta edição da campanha facilitou a entrega das armas. Ninguém terá de se identificar, apenas registrar dados como sexo e idade, para pesquisas. A indenização pela arma será feita no momento da entrega e os valores variam entre 100 e 300 reais, a depender do calibre da arma e outras características.

Alice salienta a importância da campanha como momento de desenvolver a entrega voluntária e a conscientização. "É importante que a pessoa tome consciência de que aquela arma, em casa, traz mais insegurança do que segurança. Agora que a entrega é anônima, não importa de onde a arma veio, mas o destino que terá: a destruição. E que essas armas não vão entrar para o crime”, assinala.

As organizações sociais envolvidas com a causa propõem que o governo federal indenize também as munições entregues, bem como autorize o credenciamento de organizações da sociedade civil para o recebimento de armas, acompanhada por efetivos da segurança pública.

Outra sugestão das ONGs é marretar a arma no momento em que for entregue, o que aumentaria a credibilidade da campanha. Também foi cogitado um pedido aos fabricantes para que insiram chips nas armas, facilitando assim sua identificação e rastreamento, a exemplo do que é feito na Califórnia.

Para implementar a campanha, formou-se, ainda em abril, a Comissão Nacional de Desarmamento, da qual participam integrantes do governo federal, representantes da sociedade civil, ONGs, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Conselho Nacional do Ministério Público.

Dados

De acordo com a organização Sou da Paz, há 16 milhões de armas circulando no Brasil, das quais apenas dois milhões estariam sob poder da polícia. Dentre os 14 milhões que estariam nas mãos de civis, apenas a metade seria registrada legalmente. A ONG denuncia que as armas acabam sendo usadas em homicídios, assaltos ou no narcotráfico. Apenas no ano passado, houve 35 mil vítimas de armas de fogo no país, o que daria uma média de 95 por dia.

Segundo a ONG Viva Rio, a maior parte dos homicídios com armas de fogo ocorre no ambiente doméstico, motivada por ciúmes ou alcoolismo. Por sua vez, as mulheres seriam as principais colaboradoras da campanha, entregando armas de seus maridos, irmãos, pais e filhos.

Durante a Campanha Nacional de Desarmamento, ocorrida entre julho de 2004 e outubro de 2005, foram recolhidas quase 500 mil armas de fogo. A partir deste número, o relatório "Vidas poupadas – O Impacto do Desarmamento no Brasil", da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), aponta que cinco mil vidas foram poupadas. A conclusão se baseia na redução de 15,2% no número de mortes por armas de fogo em 2004, com relação a 2003.

Os Griôs

Por Daiane Souza/f palmares:

Os Griôs são povos que carregam o dom da oratória e transmitem sabedoria popular com facilidade. Meio nômades, são líderes de grupos culturais, geralmente músicos e poetas de cultura popular, na maioria de origem negra, como capoeiristas, congadeiros e jongueiros. Na definição de Thomas Hale (1988), “são responsáveis por uma sabedoria e uma arte verbal presentes nos rituais da vida social”.

Chega ao circuito educacional mais uma contribuição para o efetivo cumprimento da lei que obriga o ensino da história e da cultura afro-brasileiras nas escolas: kits do projeto Mestres e Griôs do Brasil. Fruto de parceira entre a Fundação José de Paiva Netto e a Fundação Cultural Palmares (FCP), o material será entregue em bibliotecas, universidades, associações e instituições que valorizam o patrimônio imaterial do País.

Constituídos por dois DVDs, os pacotes exibem programas interdisciplinares de televisão sobre aspectos culturais afro-brasileiros. Eles integram um conjunto de iniciativas que buscam contribuir para a efetivação da Lei 10.639, de 2003, que torna obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileiras nas escolas públicas e privadas do Brasil.
Eloi Ferreira ressalta que o setor cultural do País tem dado importantes passos para o cumprimento da Lei 10.639, mas que é preciso muito mais para que seu objetivo seja plenamente alcançado. E lembra que a obrigatoriedade do ensino sobre a temática também está registrada no Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288, capítulo II), sancionado em 20 de julho de 2010.

NA PRÁTICA – Temas como tradição oral, congada, jongo e maculelê buscam ampliar a compreensão de professores e estudantes sobre a cultura negra. A professora Waldicéia de Moraes Teixeira da Silva, da Secretaria de Educação do Distrito Federal, crê que a escolha do público-alvo foi a acertada. “É a comunidade escolar de hoje que vai mudar a visão das gerações futuras”, pontua.

Waldicéia destaca ainda que os materiais que vêm sendo produzidos para dar visibilidade à cultura afro-brasileira são de extrema importância para o resgate da identidade de um país que ainda se utiliza de referências européias para ensinar. “Até pouco tempo, o Estado e os movimentos se preocuparam em divulgar apenas o que já é popularizado, como o Hip Hop. Precisamos trabalhar com o que é nosso”, completa.

Negra, Armênia da Silva Santos, estudante do segundo semestre de Pedagogia das Faculdades Integradas Unicesp, já pensa em como trabalhar a história da África e dos afrodescendentes em suas aulas. “Tenho em mente oficinas para despertar os alunos para a importância da preservação das tradições”, conta. “O uso do material facilitará o ensino, concretizando o que será explicado em sala de aula”, conclui.
GRIÔS...
2011 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Pierre Fatumbi Verger

Pierre Verger Candomblé

PRE PROGRAMAÇÃO DA VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL-RN

ATENÇÃO ESTA E UMA PRE PROGRAMAÇÃO MAS JA ESTAMOS ENVIANDO A TODOS...
NOS DA REDE MANDACARU ESTAMOS NA COORDENAÇÃO DA CONFERENCIA VAMOS TODOS OS PARCEIROS E PRACEIRAS EDUCADORES E EDUCADORAS POPULARES DA REDE MANDACARU RM E SEUS PARCEIROS FORUM DOS RELIGIOSOS DE MATRIZ AFRICANA DO RN, FEDERAÇÃO DOS POVOS E TRADIÇÕES ANGOLANAS NO RN, COMISSÃO DE TERREIROS E DE MATRIZ AFRICANA NO RN, CONEN E CENERAB RN, rede de jovens de matriz africana e de terreiros, EDUCADORES E EDUCADORAS NO NUCLEO DE SAUDE COLETIVA E PRATICAS INTEGRATIVAS E POPULARES DA REDE MANDACARU RN...

ATENÇÃO A TODOS FIQUEM ATENTOS PARA PARTICIAPÇÃO EM MASSA E VAMOS LUTAR POIS ESTAREMOS CONSTRUINDO O SUS PARA OS PROXIMOS ANOS E CRUCIAL A PARTICIPAÇÃO POPULAR E O CONTROLE SOCIAL COMO FORMA EFICAZ DE LUTA E DE RESISTENCIA AGORA E A VEZ DE NOS UNIRMOS PRINCIPALMENTE POVOS DE TERREIROS E COMUNIDADES DE PERIFERIA ALEM DE TODOS NOS SOMOS USUARIOS DO SUS NO BRASIL...

DATAS DAS ETAPAS DISTRITAIS DA VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL-RN

Distrito Sanitário Sul: 26/05/2011
Distrito Sanitário Oeste: 02/06/2011
Distrito Sanitário Leste: 09/06/2011
Distritos Sanitários Norte I e Norte II: 16/06/2011

VI Conferência Municipal de Saúde de Natal-RN:
05, 06 e 07/07/2011
Local: Praia Mar Hotel

População de Natal-RN – Censo 2010 (IBGE):
Distritos População Estimada % Participantes Entidades
Distrito Norte I 131021 65 20
Distrito Norte II 165583 83 20
Distrito Leste 122179 15% 60 20
Distrito Oeste 217833 27% 108 20
Distrito Sul 166465 21% 84 20
TOTAL 803081 100% 400 100
Obs.: Os Distritos Sanitários Norte I e Norte II estão contemplados com 37% do número de vagas.

VI CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL-RN
TODOS USAM O SUS! O SUS NA SEGURIDADE SOCIAL, POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO.

PROGRAMAÇÃO

TERÇA-FEIRA 05 de julho de 2011

MANHÃ- 08:00 às 12:30h

8:00 às 9:00 h – Inscrição e entrega de material

9:00 às 9:30h – Programação Cultural

9:30 às 10:00h – Abertura

10:00 às 10:30h – Apreciação e Deliberação do Regulamento

10:30 às 12:30h – Mesa I ( Exposição e Debate)




Conferencista: (30 minutos)
• Debatedores:
Representante da (o) (15 minutos)
Representante da (o) (15 minutos)

Coordenação da Mesa: Conselheira (o) - Representante da (o)
Secretária (o) da Mesa – Conselheira (o) - Representante da (o)

12:30 às 14:00h – ALMOÇO

TARDE – 14:00 às 18:00h

14:00 às 14:30h – Programação Cultural

14:30 às 16:30h- Mesa II



Conferencista: (30 minutos)
• Debatedores:
(15 minutos)
(15 minutos)


16:30 às 16:40h – Intervalo
16:40 às 18:00h – DEBATE

Coordenação da Mesa: Conselheira (o):
Secretária (o) da Mesa - Conselheira o):
QUARTA-FEIRA 06 de julho de 2011

MANHÃ – 08:00 às 12:30h

08:00 às 10:15h – Mesa III




Conferencista: (30 minutos)
• Debatedores
(15 minutos)
(15 minutos)
(15 minutos)
Coordenação da Mesa: Conselheira (o)
Secretária (o) da Mesa –

10:15 às 12:30h - Plenárias Temáticas

12:30 às 14:00h – ALMOÇO

14:00 às 14:30h – Programação Cultural

14:30 às 18:00h -- Plenárias Temáticas

QUINTA-FEIRA 07 de julho de 2011

MANHÃ- 08:00 às 12:30h

08:00 Às 10:00h - Continuidade das Plenárias Temáticas

10:00 às 10:15 h - Entrega dos relatórios para consolidação

10:15 às 10:30h - Apresentação cultural

10:30 às 12:30h – PLENÁRIA FINAL

Coordenador da Mesa - Conselheiro
Secretário da Mesa- Usuários
Secretário da Mesa -Trabalhadores
Secretário da Mesa - Gestor

12:30 às 13:45h – ALMOÇO

TARDE-13:45 às 18:00h

13:45 às 14:00h - Programação Cultural

14:00 às 17:00 – PLENÁRIA FINAL/ APROVAÇÃO DO RELATÓRIO

17:00 às 17:30h – Eleição dos Delegados
17:30 às 18:00h – Encerramento
18:00h - Apresentação Cultural.

APOSTILAS DE ORÔ ( RITUAL DE CÓRTE )

ÌYÀWÓ - ( RITUAL DE RASPAGEM E CATULAGEM )

ÌYÀWÓ - ( RITUAL DE RASPAGEM E CATULAGEM )

LITURGIA CANDOMBLÉ

A Bença

EGBOMI CIDÁLIA UMA LUTA UMA RESISTENCIA NO CANDOMBLE...

RITUAL DE BORI

segunda-feira, 2 de maio de 2011

12 estados receberam MALETA DA SAUDE E A REDE MANDACARU RN FEZ PARCERIA COM CANAL FUTURA E FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO NO RN

Pensando na saúde coletiva e na da família, a nova edição da Maleta Futura reúne uma coleção variada de programas do Futura, além de um material complementar muito especial. No kit, produzido pelo Canal, estão o Jogo Vital, os livros “Onde não há médico” e “Comunicação Saúde”, além do caderno de textos educativos elaborados por consultores. Tudo isso abordando o assunto de maneira simples e divertida, sem deixar de lembrar que saúde é coisa séria

PNUD, projeto quer melhorar desempenho de programas de prevenção a HIV/Aids e mais doenças sexualmente transmissíveis Ministério da Saúde/Divulgação

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Após consolidar o programa de prevenção ao HIV, à Aids e outras DST (doenças sexualmente transmissíveis), ampliar a cobertura dos serviços oferecidos e promover a descentralização do projeto, o governo federal se prepara para reforçar seu suporte à chamada "população vulnerável", composta por profissionais do sexo, homossexuais e usuários de drogas injetáveis, segundo o diretor substituto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Ruy Burgos.

Esses esforços estão previstos no Projeto de Estruturação da Governança na Resposta Nacional ao HIV, à Aids e a outras DST, resultado do quarto empréstimo do governo feito com o Banco Mundial. O valor global do acordo é de US$ 200 milhões. Do total, US$ 67 milhões serão fornecidos pelo organismo multilateral internacional, e os outros US$ 133 milhões virão sob forma de contrapartida federal.

A necessidade de direcionar o programa a profissionais do sexo e usuários de drogas injetáveis, entre outros grupos, deve-se ao fato de, no Brasil, a epidemia ser majoritária entre essa população, explica Burgos.

"Nós também queremos melhorar o desempenho dos programas de prevenção e diagnóstico nos três níveis – federal, estadual e municipal", afirma. Para isso, serão estabelecidas premiações por desempenho, as quais serão destinadas às secretarias e aos órgãos que alcançarem ou superarem índices previamente pactuados.

"Esse acordo é um avanço significativo no fortalecimento ao combate ao HIV, à Aids e a DST, porque vai proporcionar um nível de ação mais qualificado que o atual", ressalta. Haverá ainda penalidades aos que não atingirem as metas.

Palestras e pesquisas

A ideia é melhorar a governança dos projetos, apostando na horizontalidade e na regionalização – em especial nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O acordo entrou em vigor em dezembro de 2010, e vale até 2014. O valor, que não inclui compra de medicamentos e camisinhas, será aplicado em palestras a públicos considerados alvo e pesquisas de avaliação do impacto do projeto sobre a população.

Esse é o quarto empréstimo feito junto ao Banco Mundial com o fim de apoiar programas de prevenção ao HIV, à Aids e a outras DST. O primeiro, de 1994 a 1998, foi firmado com o objetivo de consolidar o programa, enquanto o segundo (1999-2003) buscou ampliar a cobertura e a qualificação dos serviços de combate a esses problemas. O terceiro (2004-2007), por sua vez, visou a sustentabilidade e descentralização do projeto.

II Seminário Enlaçando Sexualidades na Bahia

Apresentação:
04 – 06/09/2011
II Seminário Enlaçando Sexualidades na Bahia

A segunda edição do Enlaçando Sexualidades tem como objetivo reunir, difundir e construir conhecimento interdisciplinar sobre as sexualidades, tendo como principais objetos de enlaces as temáticas de Direito, Relações Etnorraciais, Educação, Trabalho, Reprodução, Diversidade Sexual, Comunicação e Cultura.

Em primeiro lugar, desejamos reunir pesquisador@s, ativistas e educador@s que têm contribuído para descortinar as principais temáticas que norteiam o dispositivo da sexualidade. Em segundo lugar, criar possibilidades de difundir estes conhecimentos para além d@s pesquisador@s – que muito embora atuem de forma interdisciplinar no interior das Ciências, conservam suas posições na linguagem científica – atingindo ativistas, educador@s, estudantes universitári@s, gestor@s de órgãos públicos ou privados e demais interessad@s pela temática. Por fim, tem-se a ação mais ambiciosa de construir novas epistemologias que possam efetivamente desnaturalizar as sexualidades.

Com efeito, esta construção desembocaria em uma linguagem positiva da sexualidade, pela qual existiria efetivamente a possibilidade de sair do crivo da linguagem religiosa, da linguagem ordinária e da linguagem científica mais punitiva e pecaminosa.

Com a finalidade de alcançar estes objetivos, o II Seminário Enlaçando Sexualidades se organiza em torno dos seguintes Enlaces Temáticos:

Enlace 1: Comunicação e artes

Enlace 2: Migração e Poder

Enlace 3: Educação

Enlace 4: Homoculturas, Releituras do Cânone Literário e Mediações Críticas

Enlace 5: Movimentos Sociais e Políticas Públicas

Enlace 6: A produção artística de autoria feminina: escrita de mulher em foco

Enlace 7: Homossexualidade – cultura, política e violência

Enlace 8: Relações Etnorraciais e Religiosidade

Enlace 9: Cidades, Espaço, Sociabilidades e Territorialidades

Enlace 10: Saúde, Reprodução e Direitos Sexuais

Enlace 11: Pessoas com Deficiência, Direitos e Invisibilidades

Enlace 12: Corpos, Identidades, Feminilidades e Masculinidades

Enlace 13: A Heteronormativade e o Racismo na Produção da Violência de Gênero contra a Mulher

Enlace 14: Direitos e Diversidade Sexual

RELATORIO DE 4º ENCONTRO NACIONAL DOS MEMBROS DOS FORUNS PERMANENTES DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETINICO RACIAL DO MEC/SECADI



RELATORIO DE 4º ENCONTRO NACIONAL DOS MEMBROS DOS FORUNS PERMANENTES DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETINICO RACIAL DO MEC/SECADI
4 REUNIAO DO ERER

15 04 11 09 AS 20:00 AUDITORIO DO MEC BRASILIA

0800 CREDECIAMENTO
09:00 ABERTURA OFICIAL
ANHAMONA BRITO – SEPIR, VIVIANE FERNANDES - DIRETORIA EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE,
09:40 APRESENTAÇÃO DAS DIRETRIZES DE TRABALHO DA COORDENAÇÃO DE POLITICAS DE EDUCAÇÃO PARA RELAÇÕES ETINICOS RACIAIS
ANTONIO FERREIRA – COORDENADOR DA DIVERSIDADE
1020H – APRESENTAÇÃO DA PESQUISA PELO PROF RODRIGO UFMG PRATICAS PEDAGOGICAS DE TRABALHO RER NA ESCOLA PERSPECTIVA DA LEI 10639/03
1140H DEBATE
1240H ALMOÇO
SERVIDO NO REFEITORIO DO MEC
13:15 CHECK IN E PRESTAÇÕES DE CONTAS SALA 403 MEC
14:30 RELATO DOS FORUNS PRESENTES
15:30 CHEGADA DA CLAUDIA DUTRA SECRETARIA DA DIVERSIDADE DE EDUCAÇÃO CONTINUADA
18:00 CONSIDERAÇÕES FINAIS
ENCAMINHAMENTOS E PROPOSIÇÕES CARTA FORUNS BRASIL ESCRITA E ASSINADA POR TODOS OS PRESENTES SECRETARIADO PELO FORUM MARANHÃO...
20:55 TERMINO DO ENCONTRO NACIONAL E RETORNO AOS ESTADOS



1º MOMENTO:
APRESENTAÇÃO DA NOVA GESTAO DO MEC/SECADI
PONTOS ENALTECIDOS PELA APRESENTAÇÃO:
- INSTIGAR REFLEXÕES E INTEGRAÇÕES COM FORUNS E SECADI/SEPIR
- BARREIRAS EDUCACIONAIS EXISTENTES EM TODO O BRASIL
- COMPROMISSO SECADI/SEPIR INTEGRAÇÃO SETORIAL
- PNE E EDUCAÇÃO
- ORÇAMENTOS ACOMPANHAR DE PERTO PPA NOS ESTADOS (CONSELHOS E FORUNS)
- O DESAFIO DE ESTAR NAS PEÇAS ORÇAMENTARIAS DOS ESTADOS COMO VIEIS DOS FORUNS
- ENFATIZAR A FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES (AS) NA OTICA ETINICO RACIAL
- GRADUAÇÃO COM ENFASE EM DIVERSIDADE ETINICA RACIAL
- 08 ANOS DA LEI E 05 ANOS DA IMPLEMENTAÇÃO

2º MOMENTO:
- FORMAÇÃO KILOMBOLAS COM POLITICAS ESPECIFICAS (QUESTIONAMENTO SOBRE FORMAÇÃO PARA EDUCADORES DE OUTRAS DIVERSIDADES E COMO IMPLEMENTAR POLITICAS AFIRMATIVAS ESPECIFICAS)
- KIT FORMAÇÃO COR DA CULTURA 2 (DESAFIOS EM VARIOS ESTADOS DE RECEBIMENTO INCLUSIVE NO RN DO KIT COR DA CULTURA 1)
- COLEÇÃO AFRICA (LIVRO DO EDUCANDO E EDUCADOR A SER ENVIADO PELO MEC)
- REIMPRESSÃO DE LIVROS PELO SECAD APOIO PLANO NACIONAL PNL
- CONEXÃO DE SABERES (SECADI/POLITICA DA SEJU)
- PNE POLITICA KILOMBOLA MODALIDADE DE ENSINO
- CERTIFICAÇÃO DE TERRAS KILOMBOLAS E INDIGENAS E DESAFIO AS OUTRAS ETINIAS
- OS TERRITORIOS DA CIDADANIA NÃO PRESIÇÃO FAZER CONVENIO E SIM PACTUAR DIRETO COM FNE (TRANSFERENCIAS DE RECURSOS)
- FNDE – COM 04 MODELOS PARA ADERI O PROJETO DIRETO ESCOLAS KILOMBOLAS
- CANAIS DIRETO DE INTERLOCUÇÃO FORUNS MUNICIPAIS (REGIONALIZAR OS FORUNS JÁ UM DESAFIO PARA O BRASIL) E ESTADUAIS
3º MOMENTO:
- COLETA DE DADOS E SISTEMATIZAÇÃO DAS AÇÕES EM TODOS OS FORUNS
- APOIO PARA FUNCIONAMENTO DOS FORUNS (INDICADO SOLICITAR VIA PAR, EMENDAS, PPA ESTADO E MUNICIPIOS VIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO OU CONVENIOS, PACTUAÇÕES, TCT...)
- SOLCITADO AO SECADI PELOS FORUNS 01 CONFERENCIA ESTADUAL APOIO DO SECADI
- INSTRUMENTALIZAR OS MINISTERIOS PUBLICOS DE INFORMAÇÕES FAZER INTEGRAÇÃO EXEMPLO ESTADO DE PERNANBUCO COM GT RACISMO
- ACOMPANHAMENTO DO SECADI/MEC A NÃO IMPLEMENTAÇÃO DE FORUNS MUNICIPAIS E DAS LEIS EM VOGA
- FORMAÇÃO NACIONAL 02 FORMAÇÕES NACIONAIS POR ANO PARA MEMBROS DOS FORUNS VIA SECADI/MEC
- DISVINCULAR AS EQUIPES DE DIVERSIDADE EM VARIAS EQUIPES NAS TRES ESFERAS DO PODER
- DESAFIO DA FORMAÇÃO CONTINUADA NAS IE PUBLICAS E PRIVADAS
4º MOMENTO
05 E 06 DE MAIO A CADARA SE REUNIRA EM BRASILIA QUEM SÃO OS REPRESENTANTES DA CADARA NOS ESTADOS (SUGESTAO SOLICITAR RELATORIOS E ACOMPANHAMENTO)
- FORMAÇÃO DO GRUPO DE TRABALHO BRASIL KILOMBOLA/SEPIR/SECADI-
- CNPIR TERA SEGMENTO DE JUVENTUDE PRESENTE
- 03 DIAS DE FORMAÇÃO NACIONAL COM 05 REPRESENTANTES DOS ESTADOS (MANTER FORUN EM DIA COM SUAS OBRIGAÇÕES COM SECADI/MEC)
5º MOMENTO:
- REPLICAR FORMAÇÕES URGENTES NOS FORUNS BEM COMO ENCAMINHAR A REGIONALIZAÇÃO DOS FORUNS MUNICIPAIS
- ADENSAR OUTRAS ENTIDADES AO FORUM
- POSSIBILIDADE DE FORUM NACIONAL NO FINAL DO ANO 2011
- EM AGOSTO POSSIVEL FORMAÇÃO REGIONAL
- ENVIO DA COLEÇÃO GERAL DA AFRICA 01 INSTITUIÇÃO SER RESPONSAVEL PELA ORGANIZAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO DA MESMA
- 01 CD A SER ENVIADO COM HG AFRICA EM PDF A SER SOCIALIZADO COM TODOS OS QUE DESEJAREM
- PROCEDER TERMO DE ENTREGA DA HG AFRICA E PROMOVER APRESENTAÇÃO ESTADUAL DA COLEÇÃO AFRICA UNESCO
- DIVULGAR BASTANTE EVENTO EM TODAS AS MIDIAS POSSIVEIS
6º MOMENTO:
PROFESSOR RODRIGO UFMG APRESENTA PRATICAS PEDAGOGICAS NOS ESTADOS
(PROCURAR UNDIME, CONSED E AFINS PARA ARTICULAÇÃO)
PROMOVER PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS
ACOMPANHAR PAR (SIMEC.MEC.GOV.BR)
REALIZAR PESQUISA DE IMPLEMENTAÇÃO DAS LEIS NO ESTADO
- QUEM FOI NO ESTADO DO CURSO DE ELABORAÇÃO DE MATERIAL PEDAGOGICO E PROJETOS EM SÃO PAULO SE HOUVE O REPASSE NO ESTADO (NO RN NÃO ACONTECEU)
-OUTROS PONTOS:
ANEMIA FACILFORME COMO PONTO FOCAL DE DISCUSSÃO
10 ANOS DE DURBAM
AS LEIS 10639 E 11645
FORMAÇÃO DO KIT KILOMBOLA (QUEM RECEBEU, SE ESTA SENDO USADO FOI SOCIALIZADO NO FORUM)
VALORIZAR O SELO LOCAL ETINICO RACIAL REGIONAL
VIOLENCIA RACIAL NAS ESCOLAS
RACISMO INSTITUCIONAL
PROCURAR INSTRUÇÃO NORMATIVA DE IMPLEMENTAÇÃO NO ESTADO
PUBLICIZAR DOCUMENTOS DO FORUM ATAS, REGIMENTOS, PORTARIAS
“PEGAR NO PASSADO AVALIAR O PRESENTE E PROJETAR NO FUTURO”.... MAXIMA DITA

o pan-africanismo

Por Jose Raimundo dos S. Silva. Pan-africanista
Pseudônimo: Thembi Sekou Okwui.
Estudante de Direito e membro do CNNC – SP


Primeiro, devemos entender o pan-africanismo em sua forma literal: pan vem do grego, que denota “todo”, “tudo”; africanismo significa: 1 – Estudo das coisas da África; 2 – Influência da África; 3 – Costumes ou modos próprios da África; 4 – Palavra ou expressão oriunda das línguas africanas; 5 – Sentimento de amor ou fidelidade às tradições, interesses ou idéias africanas. Em suma, pan-africanismo é o “tudo” ou “todo” relativo à África. Isso, quando analisamos a palavra pan-africanismo no seu sentido literal.
Historicamente, o pan-africanismo consiste na proclamação da organização, unidade e solidariedade entre negros do mundo todo, tantos os que vivem na África como os de sua Diáspora, na luta contra o racismo e supremacia racial dos brancos. Entenda a palavra Diáspora como todas as regiões fora do continente africano que abrigou, em seus territórios, os descendentes de africanos, tenham sido eles escravizados ou não.
No começo, o pan-africanismo era uma simples manifestação de solidariedade fraterna entre os negros de ascendência africana das Antilhas Britânicas e dos E.UA. Teve, como um dos seus precursores, o advogado negro da Ilha de Trinidad, Sylvester Williams, que foi o primeiro a usar o termo pan-africanismo, no final do século XIX. Muitos outros “apóstolos” caíram no esquecimento. E a lista deles seria não somente comprida e difícil de estabelecer, mas também pouco instrutiva. No entanto, dá para destacar os precursores das suas principais correntes.
· W.E. Burghardt Du Bois, considerado “pai do pan-africanismo político”. Ele tem um famoso livro intitulado “Almas da Gente Negra” que foi traduzido para o português. Neste livro ele responde com um categórico “não” à seguinte pergunta: “Será possível, será provável que possam milhões de homens realizar, no plano econômico, verdadeiros progressos, quando privados de direitos políticos, quando reduzidos apenas a uma casta servil, e quando não se lhes concede a mais mínima oportunidade de desenvolver os seus jovens intelectualmente bem dotados?
. Marcus Garvey foi o precursor do pan-africanismo messiânico. Fez um grande movimento popular em torno da repatriação dos negros à África, tendo criado uma linha de navegação, a Black Star Line, com essa finalidade. Seus discursos foram tão fortes que chegaram a influenciar o processo de libertação das nações africanas. Também, foi produto das manifestações lideradas por Marcus Garvey a “Declaração dos Direitos dos Povos Negros do Mundo”. Como esta é a corrente que nos importa para abordagem do tema, veremos mais sobre ele no próximo tópico.
. Jean Price-Mars foi o precursor do pan-africanismo cultural. Ele era grande humanista em toda extensão do termo. A sua obra mais importante, observada pelo ângulo pan-africano, foi “Assim Falou o Tio...”. Esta obra era um grande ensaio etnográfico publicado na França em 1928, cujas idéias revolucionárias eram bastante compreensivas. Assim, trago à luz um dos seus pensamentos mais importantes: “Houve, em dado momento, no continente africano, centro de civilização negra dos quais não somente se encontram vestígios, mas cujo brilho se irradiou além da estepe e do deserto”
Vários foram os acontecimentos na história mundial que representaram a concepção ideológica pan-africana. No Brasil, por exemplo, podemos destacar a resistência cultural das religiões de matriz africana, a capoeira, as fugas, as revoltas, as rebeliões, a musicalidade negra e tantas outras, como a formação dos Quilombos. Estes últimos, por exemplo, representam os verdadeiros princípios pan-africanos de solidariedade, unidade e autodeterminação (a liberdade propriamente dita). Os Quilombos não eram somente comunidades de negros fugidos, mas sim um lugar onde os negros procuraram resgatar os valores, concepções e modo de vida africanos.

convocatoria da III ENUNE


O Brasil após expansão das políticas de ações afirmativas: Desafios e novas perspectivas

A União Nacional dos Estudantes em sua 4ª reunião da diretoria plena da gestão 2009-2011 convoca todas e todos os estudantes negros e negras a participarem do III Encontro de Negros,Negras e Cotistas da UNE (ENUNE) a ser realizado nos dias 20,21 e 22 de maio de 2011 na cidade de Salvador, Bahia.

O ENUNE foi realizado pela primeira vez em 2007 por iniciativa da diretoria de combate ao racismo da UNE e hoje é um fórum permanente da entidade, que tem por finalidade aprofundar as discussões acerca das políticas de ações afirmativas, com perspectivas a garantir o acesso da população afrodescendente ao ensino superior.

A busca por uma sociedade altamente desenvolvida e plenamente democrática passa pela compreensão de que nos dias atuais ainda estão latentes as desigualdades medidas por indicadores étnico-raciais e de gênero, principalmente, no que tange ao acesso às melhores posições no mercado de trabalho e ao ensino superior brasileiro.

Percebemos que a universidade brasileira, mesmo tendo como princípio ser um espaço de disseminação do saber e de comprometimento com os valores democráticos, guarda em si uma grande contradição quando a analisamos e observamos seu caráter elitista e reprodutora da hierarquia sócio-econômica. Trata-se de um processo de reprodução das desigualdades, que estão intrinsecamente ligado à ausência de negros e negras no corpo docente e discente.

No Brasil, a situação de exclusão e discriminação sofrida pela população negra é resultado de um passado escravagista e da consequente não incorporação do negro aos espaços de poder da sociedade brasileira. A UNE encontra nas politicas de ações afirmativas, dentre elas as cotas raciais, um importante instrumento de reparação das desvantagens historicamente sofridas pelo(a)s negros e negras.

Muitas são as experiencias de implementação de ações afirmativas em universidade brasileiras, visando incluir estudantes negros e negras e promover a igualdade de oportunidades e tratamento, assim como compensar perdas provocadas pelo racismo. O III ENUNE tem como objetivo avaliar e compreender os desafios ainda existentes no que se refere à implementação de politicas afirmativas e apontar perspectivas para o seu aprofundamento. Construiremos juntamente com os diferentes atores sociais que discutem a questão racial,o poder público e o(a)s estudantes, uma agenda que aprofunde as politicas públicas com perspectivas de combater o racismo e promover a igualdade no acesso e permanência no ensino superior brasileiro.

A União Nacional dos Estudantes é parceira de primeiro momento dos setores da sociedade brasileira que lutam para corrigir e eliminar as desvantagens e injustiças sofridas pela população negra e a busca por seus direitos. Portanto, convocamos toda a rede do movimento estudantil brasileiro a realizar atividades preparatórias e construir este que é um dos mais importantes fóruns de nossa entidade e um dos mais amplos espaços de organização da juventude negra brasileira.

União Nacional dos Estudantes

carta de um portador de alzheimer ao seu cuidador

ALZHEIMER-O QUE OS CUIDADORES DIRIAM-EM VOZ

Alzheimer-O Que Os Cuidadores Diriam

Autoria e Fomatação: Marília Bahr 2009

Alzheimer-O Que Os Cuidadores Diriam

Aprendemos e nos ensinaram da aceitação, nos ensinam sempre da resignação, da fé e tantos outros sentimentos nobres.
Acatamos!
Não somos robôs.
Não chegamos à este mundo programados com toques digitais.
Somos humanos e como tais
pedimos compreensão, afeto...
paz, colaboração, respeito, amor,
proximidade, diálogos inteiros e
não meio diálogos.
Nossas vidas neste cuidar é constante
flutuação de sentimentos e práticas
exercidas por observação apurada.
Conhecimentos-dicas adquiridos através
de muita leitura, conhecimento
dos grupos de profissionais
mais comprometidos
e ressaltando: "outros cuidadores."
Muitas e milhares de vezes deixamos
nossos cuidados pessoais em prol do
familiar com Alzheimer.
Vivemos, em determinados momentos,
aflitos com os altos e baixos do doente.
Quando conseguimos uns minutos,
horas de relaxamento o corpo e
a mente(em grande parte)não
acompanham o nosso querer.
Se conseguimos relaxar (um respirar) verdadeiramente o estresse retorna
em rápidas semanas.
"Quando de fases mais avançadas
as dores emocionais e
consequentemente corporais
ficam mais acentuadas."
Sensação real experimentada por muitos.
Várias pessoas responsáveis por um
ente querido abandonam seus sonhos...
seus projetos ou são abandonadas e
excluídas juntamente com o portador.
Com o passar dos anos decidem por nós!
Nos rotulam como "o herói, o forte,
o guerreiro!"
Aquele que aguenta tudo!
Quantas noites mal dormidas enfrentamos.
Quantas hospitalizações.
Quantos dribles no setor financeiro.
Muitos não conseguem nem sair de suas
casas por serem sozinhos nesta lida.
E ainda sorrimos, procuramos os momentos
bons para prosseguirmos.
Encontramos apoios nesta estrada com
pessoas que vivem a mesma situação.
Não há facilidades para ninguém!
Em domicílio ou clínicas a preocupação
é a mesma!
É necessária a mudança de olhar neste
item anterior!
"Venho trabalhando esta questão há anos, felizmente alguns já deixaram os radicalismos de lado!"
Não se trata de impormos ao outro em qual
lugar será responsável por seu portador e
sim compreendermos seus motivos.
E, por mais amor que se tenha, a tarefa é incessante, árdua.
Nos ensinaram dos deveres que cumprimos
e isto não nos garante sossego porque por ignorância alguém de fora...
nos aponta dedos, julgando nossos
procedimentos inadequadamente ou
interferindo com cobranças nas
horas mais delicadas.
Foi e é como se nos colocássemos numa prisão mental idêntica ao do paciente.
Só quem está dentro e vivenciando isto sabe
dos percalços.
Do que é assistir alguém partindo diariamente, aos poucos, lentamente.
Procuramos viver o hoje e se este hoje está um pouco melhor já nos satisfaz.
Porém, o hoje tem 24 horas e o amanhecer
inicia de um jeito e pode terminar de outro.
A nossa vida, admitamos ou não, é deixada em segundo plano.
"Uma realidade sem confetes ou serpentinas!"
-Como nos sentimos?
-Quase sempre em sobressaltos!
-Quase sempre cansados!
-Quase sempre pedindo energias extras!
-Quase sempre sombras do que fomos um dia!
-Quase sempre adoecidos internamente!
-Quase sempre descompensados!
Precisamos de dignidade e respeito(principalmente).
Precisamos de carinho.
Precisamos de um simples ou no mínimo...
"Obrigado", eu te apoio nas decisões,
não posso estar aí, mas entendo.
Precisamos de familiares nas divisões de tarefa.
Precisamos produzir participando do mundo lá fora!
Precisamos desabafar.
Precisamos de respaldo dos hospitais e suas equipes contratadas!
Precisamos de segurança e não descasos, ameaças!
Precisamos de ambientes alegres!
Precisamos de vozes solidárias!
Precisamos de apoio psicológico!
Precisamos de apoio espiritual!
Precisamos de gentes comprometidas
com a causa!
Precisamos de uma sociedade integrada!
E...ainda...nos sobra a dor real da partida...
O Adeus definitivo.

Precisamos de você e de muitos "vocês!"

-Negativismo?
-Não...
...Realidades!

ALZHEIMER-O QUE OS CUIDADORES DIRIAM-EM VOZ

domingo, 1 de maio de 2011

comissão de terreiro do RN reunem-se na roça JEJE Obetogunda


HOJE NA ROÇA JEJE OBETOGUNDA A COMISSÃO DE TERREIROS E MATRIZ AFRICANA REUNIU-SE COM VARIAS PAUTAS ENTRE ELAS ETERNIZAR A COORDENAÇÃO COLEGIADA COMO FORMA EFICIENTE DE PARTICIPAÇÃO E TRANSPARENCIA DE AÇÕES E ARTICULAÇÃO COM TEMATICA CENTRAL TERRA NEGRA PARA COMUNIDADES DE TERREIRO ESTIVERAM PRESENTES A YA TEMI LUCIENE DE OYA TOGUM, O DOTE DADA DE OXUM OPARA, OGAM ZE CARLOS DE BECEM/FEQUEM, OGAM DE XANGO AIRA, BABA CARLOS DE OSAIM, O IAO DE BECEM SIDENEY, IAO DE IEMANJAR CLEILTON, O OGAM DE OGUM WENNY E UE FERNANDES JOSE MABOSJ, OLUFAM EXU DE KIUMBA AKIRIJEBO,
PONTOS :

CANAL FUTURA MALETA DA SAUDE E PROJETO A COR DA CULTURA
TCT COM IBAMA
TCT COM FUNCARTE
PROJETO TERRA NEGRA/SEARA E INCRA
NOVA COORDENAÇÃO DA COMISSÃO DE TERREIRO DO RN
PROJETO DEDO DE PROSA E TERREIROS BANCOS DE PREVENÇÃO E CASA DO AXE DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS PARCERIA COM PROGRAMA ESTADUAL DST/AIDS SESAP RN E COORDENAÇÃO MUNCIPAL NATAL DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS
PROJETO CIDADAO NOTA DEZ SECRETARIA DE TRIBUTAÇÃO
EJA NOS BARRACOES PARCERIA COM MEC/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
PARCERIAS COM FORUM DOS RELIGIOSOS E DA FEDERAÇÃO DOS POVOS ANGOLANOS NO RN, CENERAB E CONEN
DESAFIO COM FEDERAÇÃO LOCAL "COBRANÇA DE LICENÇA PARA LITURGIA LOCAL NOS BARRACÕES" RAFIRMANDO A AUTONOMIA DOS BARRACÕES
REDE MANDACARU RN RECONHECIDA PELA UNICEF COM PRATICA DE COMBATE AO RACISMO A CRIANÇAS E ADOSLECENTES
NOVO ESPAÇO VIRTUAL PELA ECONOMIA SOLIDARIA NO PROJETOS CIRANDAS

AÇÕES DA REDE MANDACARU NO BRASIL...
CASO QUEIRA NOS AJUDAR TORNE-SE UM ASSOCIADO CONTRIBUINTE FAÇA QUE SUA AJUDA SEJA TRANSFORMADA EM UMA AÇÃO SOCIAL FINANCIANDO ASSIM AS NOSSAS AÇÕES - DEPOSITANDO QUALQUER VALOR EM NOSSA CONTA DO BANCO ITAU:

9314 AGÊNCIA ITAU NATAL-RN-BRASIL
08341 2 NUMERO DA CONTA CORRENTE

CASO NECESSITE DE MAIS INFORMAÇÕES TEREMOS O MAIOR PRAZER EM LHE ATENDER...
vem seguir a rede mandacaru rn no nosso sitio e no...
twitter @ mandacarurn
facebook: mandacarurn
mandacarurn@gmail.com
http://cirandas.net/redemandacarurnrn/blog
http://mandacarurn.arteblog.com.br/
https://sites.google.com/site/mandacarurn/

+55 084 88035580 / +55 084 99777609

Alzheimer, a doença da alma.

Testamento de um idoso com Alzheimer

ONG Secos e Não Molhados - Oficina da Solidariedade

REDE MANDACARU RN LIXO E CIDADANIA EDUCAÇÃO E CULTURA / REDE DE ECONOMIA SOLIDARIA - REDE MANDACARURN - CIRANDAS

REDE MANDACARU RN LIXO E CIDADANIA EDUCAÇÃO E CULTURA / REDE DE ECONOMIA SOLIDARIA - REDE MANDACARURN - CIRANDAS

nosso albuns na net...

100PENTX

nossas ações rede mandacaru rn publicadas

2010-04-06 atividades da rede mandacaru rn

album da rede mandacaru rn na net

Álbum sem título

IGUALDADE RACIAL

BRASIL BRAZIL Gal Costa - Aquarela do Brasil (Ary Barroso)

Pluralidade Cultural

Relações Étnico Raciais

Relações Etnicas no Brasil - Parte V

Relações Etnicas no Brasil - Parte IV

Relações Etnicas no Brasil - Parte III

racismo moda, ideologia, preconceito e acima de tudo nao a humanidade...parte II

racismo moda, ideologia, preconceito e acima de tudo nao a humanidade...

racismo e preconceito...

http://youtu.be/VW_-aQ2bpeI

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