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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Tratamento de Feridas

terça-feira, 28 de novembro de 2017

SUPERAÇÃO E RACISMO - HISTORIA REAL

O TERRORISMO E ASSASSINATO EM MASSA QUE FORA A INQUISIÇÃO ESPANHOLA - Sombras de Goya

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parte da delegação do RN marcha mundial das mulheres negras......

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charge,,,,,escola publica...

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impunidade charge,,,,,

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acassa, eko......

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ACASSÁ

Chamado de Oggi ou ékọ e também Agidi na Nigéria, de Kafa, makumé no Togo e de Akassa e Lio no Benin, o acaçá brasileiro, assim como nas demais tradições, tem como matéria prima o milho, produto este que foi introduzido na Nigéria segundo pesquisas, pelos Portugueses no século XVI. 
O consumo do ékọ em larga escala na cultura africana em especial a Yorùbá é determinado por seu elemento de origem, o milho! Conhecido na Nigéria por diferentes nomes a depender do vernáculo, em yorùbá como agbado ou igbado assim como yangan, pelos Hausa por masara ou dawarmasara, já os Ibo o chamam de àgbàdo e oka, os Bini o denominam oka.
O milho tem um papel fundamental na alimentação tradicional dos nigerianos, e é ainda mais importante na alimentação de doentes e de crianças em fase de desmame, não podemos esquecer sua função no tocante as questões religiosas. Dizia Verger: “As varias partes do milho entram na composição de trabalhos pertencentes sobretudo ao campo mágico".
O milho esta associado simbolicamente com riqueza, prosperidade, abundância, sorte, fertilidade, multiplicação e vitoria dentre outros fatores.
A folha da Bananeira tem como nome tradicional Eweógẹdẹ, é razoável pensar que por seu frequente uso no preparo do acaçá no Brasil, passou a ser denominada por alguns de EweEkó, apontada como: “a folha de uma determinada espécie de bananeira do mato”, informa Mãe Beata.
A pergunta a ser feita é: porque Ewe Ekó para a folha da bananeira, e não Ewe acaçá, visto que é por este nome e não Ékọ que esta comida ficou conhecida no Brasil. Um dos fatores que nos levam a crer que o nome da folha da bananeira não deveria estar veiculada ao ékọ, é que: o advento do milho na África é posterior ao da banana; assim o nome original da folha estava relacionado ao fruto em questão, e não ao alimento que posteriormente ela envolveria, já escrevia Verger: “Um caso interessante é o da àgbàdo, nome yorùbá do milho, planta originaria da América e introduzida na África em tempos recente”. Ékọ ao contrario do que apontam alguns, não é o nome yorùbá da folha da bananeira, e sim o nome dado a Jaca ou Graviola denominadas: Ékọ òyìbó ou ọmọdé, além de que, em sua obra, Verger relata todos as variantes dos nomes yorùbá relacionados a bananeira e suas folhas, Ewé ékọ não faz parte desta lista, ao traduzir o nome desta folha em um dos preparados magicos “işẹgun inira” o nome Ewe ọgẹdẹ omini, foi traduzido como: Folha de bananeira.
Em relação ao uso do acaçá para as divindades, diz Maria Inês Couto de Almeida, Ifatosin ao abordar Obatala (Oxalá) em sua obra: “A comida de Orisa'nlá não deve levar sal nem pimenta. Além de igbin, oferece-se orogbo, côco, egbo, ékọ funfun (acaçá) em número de 16 ou 32, enrolados numa folha de ewe-iran (árvore nigeriana)”*. Juana Elbein afirma: “Retirado seu involucro verde, ele constitue a comida dos orisa funfun” e cita que a folha com esta finalidade dentre os Yorùbá é oriunda de uma planta denominada por ela de ÈPÀPÓ.

Ewe eeran.
Nas oportunidades que tivemos de estar em solo Yorùbá, notamos que uma das folhas usada para envolver o Ékọ foi denominada Ewe Eerán grifada por Ifatosin como Iran, (Thaumatococcus daniellii).
Muito embora, diferentemente do que colocou Ifatosin, não se trate de uma árvore, Ifatosin diz: “ékọ funfun (acaçá) em número de 16 ou 32, enrolados numa folha de ewe-iran (árvore nigeriana)...” esta folha que uma vez “enrolada” ao alimento, facilmente será confundida com a folha de bananeira dada a sua textura. Mesmo com seu uso frequente na Nigéria para envolver o ẹkọ, Ewe Erán não passou a ser denominada Ewe ékọ pelos que fazem uso desta. Outra folha muito usada no estado de Oyó, é a Ewe Gédu, oriunda da árvore do mesmo nome, a qual tivemos a oportunidade de tocá-la e sentir sua textura que lembra a língua de um gato. Bobola, filho do respeitado Awişé de Oşogbo Babalawo Elebuibom, o qual nos causou, imenso prazer ao conhece-lo, informou-me o nome de outra folha usada para o mesmo fim que a folha de eerán em Oşogbo, é a Ewe Gbodogi, folha esta, que também era usada para cobrir as casas na antiguidade, fato que pode ser constatado no oriki de Logun Edé:

“Òjo pá gbodogi ró woro woro”. 

Wande Abinbola aumenta ainda mais a lista quando relata o uso da folha de mamona, Ewe Lara como invólucro do ékọ. Muito embora o ékọ esteja estreitamente ligado à Oişa'nlá, o mesmo não se da com a bananeira, que por muitos é atribuída Şango, por outros à Iroko (Loko) e Eşu. José Flavio Pessoa de Barros e Eduardo Napoleão na obra EWÉ ÒRÌŞÀ, ressaltam: “Embora o acaçá seja o alimento predileto de Oxalá, a este orixá são atribuídas apenas às folhas de banana-prata, pois a banana-d água (ógẹdẹọmìnì) é um dos seus principais “ẹwọ” (interdito), como também é para Oiá”. Aqui dois pontos conflitantes, o primeiro é que diferentemente do que foi colocado, o principal alimento de Oxalá é o Igbin (caracol), outro é que o nome yorùbá ọgẹdẹọmini, esta relacionado à planta como um todo e não a folha ou uma variedade desta, assim como o termo ógẹdẹ abo, ógẹdẹ loboyọ e ógẹdẹ párántà, registrados por Verger. Já a Banana d'água (denominada ọgẹdẹọmìni por José B. E Eduardo N.) também chamada banana-nanica e tem como nome científico: Musa Cavendishii e foi identificada por Verger como ọgẹdẹ-ntiti oyinbo, talvez o equivoco esteja no nome yorùbá, ỌMINI (ọmi-ni) o que no primeiro momento nos leva a interpretar como ser ou ter – água - muito embora a grafia para água em yorùbá seja – OMI.
Da analise destas informações podemos afirmar que não é a folha da bananeira que torna o ékọ propicio a Oxalá e sim o preparado a base de agbado funfun, pois algumas bananeiras chegam a ser até um dos seus interditos, segundo José Flavio e Eduardo.

Folha de gédu usada em Ilero, Oyo.
Há quem afirme que, o ato de enrolar a massa - ékọ na folha da bananeira, é o que a transforma (a massa) em acaçá. Não podemos assim crer, que é a folha da bananeira a responsável por esta transformação, uma vez que independente da folha que esta comida esteja envolta ela sempre será denominada ékọ nome yorùbá do acaçá no Brasil. Se formos levar em consideração o fato de que a massa de milho ékọ, só se torna acaçá depois de envolvido na folha de banana; Em sendo assim, Obatala em muitos lugares na Nigéria não se alimenta do acaçá, e sim de ékọ, pois como podemos ver a folha da bananeira não é a mais usada na Nigéria. Juana escreve que: “O àkàsà (escrito àkàşù por Abrahan) é um àpólàékọ, isto é, um pedaço de uma porção de ẹko sólido...Essa porção ou este pedaço é envolvido em folhas de uma planta...Cada um desses pacotinhos de ẹkọ recebe o nome de àkàsà”. Podemos encontrar dentro do dicionário yorùbá, a palavra àpólà – significa: lenho ou pedaço de madeira- numa alusão clara à parte de um todo; ainda com o apoio do dicionário, encontraremos o termo citado por Abrahan-àkaşu, subs:. Um grande tabuleiro, de massa de agidi (milho branco), o que é contraponto à afirmação de Juana, que aponta o akasa como partes da massa ékọ, embora o termo àkaşu relata algo em seu todo, não fragmentado. Se unirmos o termo àpólààkàşù, encontraremos referencia à – “um pedaço (parte) do todo”, assim, um acaçá seria um àpólààkàşù e não um àpólàékọ.
No pensamento de Juana não é o uso da folha, e sim sua divisão/fragmentação que determinam a diferença entre A e B (àkàsà) e (ékọ), fato que não ocorre em África, onde a massa enrolada em qualquer folha é denominada ékọ, se esta massa não chegar ao ponto sólido e frio será denominado ogigbona.
A palavra que identifica a mesma massa de milho na língua ewe-fon é akassa, próxima na ortografia do termo usado por Juana, akasa, muito embora o termo akassa em Fon é o mesmo usado tanto para a massa envolta em folha quanto a massa por si só. Em um verso do Odu Ogbe-Okanran, encontramos esta divisão da massa em pedaços dentro de um sacrifício prescrito: “Ifá diz: alguém não esta bem; este alguém deve fazer um sacrifício para que se torne capaz de comer, ou um bebê de colo está doente e não consegue comer nada; devemos fazer um sacrificio para que ele possa comer novamente: Um bode, cento e vinte pedaços de mingau de milho (ẹkọ) e três shillings é o sacrifício exigido” Bascom.
Embora a divisão da massa esteja presente no Itan, este fato não muda o nome usado pelo informante do Bascom para identificar a massa de milho. A folha da banana não seria o segredo do ékọ como afirmam alguns, ele poderia ser enrolado em outras folhas, como já pode ser observado no decorrer deste texto. Ominderewa diz: "Na verdade, deveria se utilizar não a folha de bananeira, mais uma folha parecida”, e pontua, o uso da folha da mamona-branca (Ewe-lara funfun) em algumas casas, a mesma afirmação é feita por Beata de Iemanja, que diz: “Vários axés não fazem uso da folha de bananeira para envolver o acaçá” e afirma não considerar errado o fato de não enrolar o acaçá, o importante segundo ela é: “a sua presença como oferenda”.
O fato é que, ao oferecê-lo como alimento propiciatório à divindade, a folha deve ser retirada e de nada mais serve ao orixá o qual foi ofertado, talvez, e só talvez, seja este fato que esteja levando alguns a abrir mão do uso da folha. “Retirado se seu invólucro verde, ele constitui a comida dos orisa funfun” afirma Juana Elbein. Isto faz crer que, como alimento ritual dedicado a outra divindade, que não seja funfun, por exemplo, Şango, a folha não deva ser removida? Por mais uma vez somos obrigados a não concordar! Ela vai além para determinar que: "Envolvido numa folha verde... é simbolo de um ser e, como tal,...pode representar qualquer animal ou mesmo substituir um ser humano”. Juana aponta a representação do acaçá como sendo a totalidade de um ser humano ou animal, nada reduzido a massa encefálica como informado por Mãe Beata. Neste momento faz-se uma indagação: Dentro deste raciocínio, poderíamos oferecer um acaça em substituição a um animal sacrificial, como por exemplo, a cabra? E no caso de obtermos um sim, (o que não concordo) em qual dos três grupos de “sangue” este “acaça-bra” estaria relacionado, animal ou vegetal... no vermelho, preto ou o branco, relembrando que o invólucro do Ékọ, segundo ela, é preto e seu conteúdo branco (ambos vegetais), não encontramos aqui o “vermelho”. O que a autora não mencionou é o fato de que na tradição das divindades em questão o sacrifício humano foi substituído pelo sacrifício da cabra, não de um acaçá, e este fato esta registrado nos contos sagrados de Ifá.
Não esta sendo aqui questionado o poder mágico da folha ou do fruto da bananeira, quanto menos o acaçá/ékọ, quanto alimento tradicional tanto dos Yorùbá quanto de suas divindades, e sim, a alegação feita por alguns de que, para se ter axé, o ékọ tem que ter sido enrolado na folha da bananeira[...] ou que, só vira acaçá-ékó depois do contato com a folha da bananeira, e por fim que seja a folha da bananeira a única ao qual o acaçá (ékọ) deva e possa ser envolto.

esteira ......."decisa" decissa, adecissa,enim....



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alem do encantamento...



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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Cress Entrevista João Paulo Diogo sobre racismo...




Cress Entrevista João Paulo Diogo sobre racismo

27/11/2017 16:54:15
Publicado por Assessoria de Comunicação Cress/RN
O Cress Entrevista de novembro faz referência ao Dia da Consciência Negra, comemorado em 20/11, e aborda o tema racismo com o assistente social João Paulo Diogo. Ele é pós-graduando em Estado e Direito dos Povos e Comunidades Tradicionais, pela UFBA, é formador federal Fiocruz/Senad para Implementação no RN do Programa de Prevenção ao Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas no ambiente escolar e também pesquisador associado ao Observatório da População Infanto-juvenil em Contexto de Violência (UFRN), além de militante do movimento negro.
O Conjunto CFESS-Cress deliberou, no último 46º Encontro Nacional, realizado em setembro, a campanha “Assistentes sociais no combate ao racismo”, tema a ser debatido pela categoria nos próximos períodos, com o objetivo de combater o racismo institucional e também mostrar à sociedade que o Serviço Social defende de maneira intransigente a liberdade e a igualdade e combate toda e qualquer forma de preconceito e opressão.
“Na prática profissional, devemos combater o racismo nos nossos locais de trabalho, visto que é um sistema de desigualdade que se baseia em cor/raça e pode ocorrer em órgãos públicos governamentais, corporações empresariais privadas e universidades, limitando a população negra no acesso aos seus direitos”, afirma João Paulo. “Além disso, devemos continuar como nunca fazendo a defesa da classe trabalhadora, contra os retrocessos de direitos, pois como assistentes sociais o nosso projeto ético-político estabelece nosso lado nesta trincheira”.
CR: Muita gente insiste em dizer que no Brasil não existe racismo e que há muito "mimimi" em torno das questões raciais. Como você vê essa ideia de que vivemos em igualdade?
JP: Compreendo que existem pessoas em nosso país que usam esse discurso na perspectiva de negar a condição histórica de privilégio que as pessoas não negras e não indígenas possuem. O mito da democracia racial baseado na ideia de mistura racial e cultural entre os povos negros, indígenas e brancos, não permitindo mais identificar e classificar os grupos fenotipicamente, no qual essas pessoas se apegam em difundir, apresenta-se como uma cortina de fumaça para esconder o descompromisso com a pauta da equidade racial, escamotear o genocídio ao povo negro vem vivendo em nosso país e resguardar os seus privilégios.
Um outro discurso que corriqueiramente vejo sendo utilizado é o biológico, de que todos somos humanos. Entretanto, a maioria das pessoas que utilizam esse recurso esquecem que a categorização de raça foi uma construção social para demonstrar a superioridade de um homem para o outro. Neste sentido, se quisermos igualdade, precisamos fazer com que pessoas não negras e não indígenas assumam sua responsabilidade com a dívida história com a promoção da equidade.
Um primeiro passo nesta direção é que essas pessoas e o Estado brasileiro parem de se recusar a assumir as evidências do tratamento desigual ao qual os negros estão submetidos em nosso país, apontados por diferentes levantamentos e estudos acadêmicos de diferentes áreas. Podemos percebê-las no momento da abordagem policial, na qual o agente de segurança é formado para identificar o jovem negro como eterno suspeito; na segregação dos bairros de maioria negra; no acesso ao centro da cidade e regiões abastadas de equipamentos culturais, esportivos e outros, através da limitação de linha de ônibus que garantiriam mobilidade a estes lugares; na construção de barreiras de acesso às políticas públicas fundamentais e na proliferação do ódio religioso às religiões de matriz africana.
Precisamos combater o racismo velado que é perpetrado todos os dias como dose diária à população negra, que expõe essa população ao eterno risco diário de morte, que é catalisado quando se é, para além de negro, mulher, jovem, homossexual e pobre. Como dizia o líder negro Martin Luther King, “o que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”.

Edema

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domingo, 26 de novembro de 2017

Rede de supermercados do Ceará pagará R$115 por mês para trabalhadores intermitentes superexplorados...




Mundo Operário

REFORMA TRABALHISTA

Rede de supermercados do Ceará pagará R$115 por mês

 para trabalhadores intermitentes superexplorados

O Supermercado Centerbox, em Fortaleza (CE), anunciou 
50 vagas de "caixa intermitente" para trabalhar 4h por dia 
durante 6 dias no mês, ganhando apenas R$4,81 por hora trabalhada.

Natal | @AcierAndy
sexta-feira 24 de novembro| Edição do dia

Se aproveitando cinicamente do brutal ataque aos 
trabalhadores com a reforma trabalhista, ofereceu
 uma "grande oportunidade": tentar viver com salário
 mensal de R$ 115 ao mês. Essa oferta é parte do contrato
 intermitente, em que o trabalhador só recebe pelas horas
 trabalhadas, sem importar todas as horas que precisa estar 
disponível ao patrão.
O Centerbox, oferecendo 50 vagas intermitentes com salário
 de R$ 4,81 por hora, gastaria apenas R$ 5770 para 
contratar os 50 funcionários mensalmente, aumentando
 largamente sua margem e lucro.
Dentre as informações da vaga constam também que a 
alimentação se daria dentro da empresa. O anúncio não
 faz nenhuma menção ao vale transporte. Ou seja, o 
trabalhador teria que literalmente pagar para trabalhar
 caso tenha que pegar transporte da sua residência para o
 trabalho.
O Supermercado alega claramente que está anunciando
 essa vaga em adesão à Reforma Trabalhista, cinicamente
 dizendo que busca através dessas contratações reduzir 
o índice de desemprego e gerar renda no mercado de trabalho
 cearense.
Veja o post do anúncio:
O contrato intermitente tende a virar uma epidemia, como 
denunciamos no Esquerda Diário. O Magazine Luiza, uma
 das maiores lojas de varejo do país, ja busca 
superexplorar o trabalho intermitente.
O valor por hora trabalhada oferecido pela Magazine
 Luiza: R$4,50, (sem direito a Transporte, Almoço, Férias, 
13º). Essa é a "inovação trabalhista" digna do século XIX
 que a patronal está ensaiando junto ao governo
 golpista de Temer (nunca é demasiado lembrar: essa direita
 que ataca os trabalhadores teve seu caminho pavimentado 
pelo próprio PT, que aplicou ajustes e incrementou a 
precarização do trabalho).
Já a rede de franquias Sá Cavalcante (dos restaurantes 
Bob’s, Spoleto, Balada Mix e Choe’s Oriental 
Gourmet), que denunciamos no Esquerda Diário, está 
oferecendo vagas em restaurantes, comuns em shopping, 
com salário de R$4,45 por hora, com carga mínima de 
5 horas de trabalho aos sábados e domingos (dias de maior
 movimento nos shoppings).
Esse tipo de brutalidade contra a vida de milhões de
 trabalhadores foi parte da reforma trabalhista do 
governo golpista, contra a qual as centrais sindicais como
 a CUT e a CTB (ligadas ao PT e ao PCdoB) não 
moveram um dedo, dando como presente de Natal para os
 empresários empresários vida daqueles que terão de se 
escravizar a vários patrões para sobreviver.
É preciso organizar a resistência em cada local de trabalho
 contra essa orquestra infernal da reforma trabalhista, um ataque gigantesco às condições de vida de milhões de pessoas. Exigir das centrais sindicais que parem de silenciara vontade 
de lutar dos trabalhadores e coloquem todo seu aparato 
material para a luta contra o governo. Não podemos admitir
 que as vidas de nossos familiares, amigos, filhos e netos
 esteja nas mãos dos capitalistas que querem fazer com 
que deixemos nossas vidas no trabalho.
Não ao "emprego" intermitente! Abaixo a Reforma 
Trabalhista que possibilita esse tipo de "trabalho"
 em condições análogas à escravidão!

Entenda o torço e ou turbante e ou rodia dos povos tradicionais....



Entenda o torço e ou turbante e ou rodia/rodilha dos povos tradicionais....


Resultado de imagem para torço candomble




A História do Turbante

O turbante (do persa دلبنت dulband, em turco tülbent) consiste em uma grande tira de pano de até 45 metros de comprimento enrolada sobre a cabeça, e de uso muito comum na Índia, no Bangladesh, no Paquistão, no Afeganistão, no Oriente Médio, no Norte da África, no Leste da África (principalmente no Quênia), no Sul da Ásia e em algumas regiões da Jamaica. A origem do turbante é desconhecida, mas sabe-se que já era usado no Oriente muito antes do surgimento do islamismo. As inúmeras formas de amarrar o turbante representam uma espécie de linguagem popular, podendo indicar a posição social, a tribo a que a pessoa pertence e até mesmo o seu humor naquele momento.1 O uso mais intensivo do turbante se estende por toda a Ásia e pela África. Os sikhs, que não são nem muçulmanos e nem árabes, constituem a maioria das pessoas que usam turbantes no mundo ocidental. Mulher usando turbante, em pintura de Jacopo Pontormo. Eles também são às vezes  para proteger o cabelo ou como um headwrap para pessoas que seguem tratamentos especificos de alopecia ....

 O Ojá é um tipo de torço ou turbante usado na cabeça nas religiões tradicionais africanas, religiões afro-americanas, religiões afro-brasileiras, podendo ser de vários tipos e cores.Além disso, turbantes, muitas vezes têm sido usados ​​pela nobreza, independentemente da sua origem religiosa. 




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História



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Uso feminino dos turbantes Os turbantes também são usados pelas mulheres ocidentais, como um acessório de moda. Na década de 1960 eles foram bem populares, mas não eram amarrados da mesma forma que os dos homens, presos à frente da cabeça. Usando longos lenços, elas primeiro amarravam as pontas à frente da cabeça e, a seguir, passando as pontas pela testa, as prendiam na nuca. As origens do turbante é incerto. Persas primeiros usava um boné cônico rodeado por faixas de pano, que os historiadores têm sugerido foi desenvolvido para se tornar o turbante moderna, mas outras teorias sugerem que ele foi amplamente usado no Egito. Homens sikhs comumente usar um turbante pontudo, que serve para o propósito de cobrir seus cabelos longos, que em respeito pela criação de Deus nunca é cortado. Sikhs devotos não cortar a barba ou, então, muitos, em vez torcê-los e guardá-los em seus turbantes. Um estilo de turbante chamado phakeolis também foi usado por soldados do bizantino exército.


Estilos regionais 

Turbantes contemporâneos vêm em diversas formas, tamanhos e cores. Oriente Médio , Ásia Central , do Sul da Ásia , Filipinas (Sulu) e sikhs usuários turbante geralmente suprimi-la de novo para cada vestindo, usando longas tiras de pano. O tecido não é normalmente superior a cinco metros. Alguns turbantes do Sul da Ásia elaborados podem ser permanentemente formado e costurado para uma fundação. Turbantes pode ser muito grande ou muito modesto, dependendo da região, a cultura ea religião.Tradicionalmente, o turbante foi o nome de um tipo de headwear usado pelas mulheres nos países ocidentais. O uso de tais turbantes pelas mulheres nas sociedades ocidentais é menos comum do que era no início do século 20. Eles são geralmente cosido a uma fundação, de modo que eles podem ser vestidos ou removido facilmente. Norte da África Tuaregues berberes , e alguns do norte berberes , Saharaui , Songhai , Wodaabe , Fulani e Hausa povos do Norte e África Ocidental usar algumas variedades de turbantes. Tuaregues berberes, muitas vezes encobrir o rosto para bloquear a poeira. Este turbante tuaregue-berbere é conhecido como um tagelmust . Corno de África Turbantes são comumente usados ​​por homens muçulmanos no Corno de África . O headwrap tem uma longa presença na região, onde foi freqüentemente ostentados por sultões, wazirs e outros artistocratic e judiciais funcionários. Entre esses nobres são a Somália Sultans Mohamoud Ali Shire do Warsangali Sultanato , Osman Mahamuud do Majeerteen sultanato , e Yusuf Ali Kenadid e Ali Yusuf Kenadid do Sultanato de Hobyo . Líderes islâmicos históricas proeminentes da região, que são conhecidos por ter usado turbantes incluem Sheikh Abadir Umar Ar-Rida . Swahili Costa Na Costa Swahili , turbantes eram freqüentemente usado pelo governante Omani Sultans of Zanzibar e sua comitiva. Afeganistão Turbantes são parte do traje nacional no Afeganistão , eles são usados ​​mais amplamente do que em outras partes do mundo muçulmano, e são usados ​​em uma ampla gama de estilos e cores. No sudeste do país, turbantes são enrolados livremente e em grande parte, ao passo que em Cabul turbantes tendem a ser menores e mais apertado. 


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Na sociedade tradicional afegã, um pedaço de pano relacionado extra chamado um patu serve os propósitos práticos, como para envolver-se contra o frio, para sentar, para amarrar um animal ou para levar água na tampa. Diferentes grupos étnicos no Afeganistão usam diferentes lungees com diferentes padrões, forma de denominar isso, tecido, listras, comprimentos e coloração. Alguns estilos são, no entanto, em todo o país. Os estilos de estender e se sobrepõem ao Paquistão ocidental. Paquistão No Paquistão , o turbante é usado em larga escala, especialmente entre a população rural. Ele é usado em diferentes estilos e cores em todo o país, variando por região, por exemplo, no norte do país, são os preferidos turbantes pretos e brancos. O turbante mais comumente encontrado no Paquistão é branco e crestless, e usado comumente no cinturão pashtun, enquanto que no Punjab e Sindh rural, é sobretudo usado por pessoas idosas ou em áreas rurais. O turbante é chamado ou um Pagri ou Pag, enquanto ele é chamado Lungee por pashtuns. Índia Na Índia o turbante é referido como um pagri , ou seja, o cocar que é usada por homens e é amarrado manualmente. Existem vários estilos, específicos para a região do utente ou religião, e eles variam em forma, tamanho e cor. Por exemplo, o Peta Mysore , o pheta Marathi eo Sikh Dastar (ver abaixo ).



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 O pagri é um símbolo de honra e respeito em todos os lugares ele é usado; é uma prática comum para honrar convidados importantes, oferecendo-lhes um desgaste.As cores são muitas vezes escolhidos para atender a ocasião ou circunstância: por exemplo, açafrão, associado com valor ou sacrifício (martírio), é usado durante comícios; branco, associado com a paz , é usada por pessoas idosas; e rosa, associada à primavera, é usado durante essa temporada ou para cerimônias de casamento. Azul marinho é uma cor comum mais para os Sikhs. Significa guerra e da realeza, enquanto o preto é associado à resistência, laranja com o martírio e branco com a velhice, a morte, ou a paz; No entanto, durante os tempos de paz ou comícios para paz povo será geralmente em equipamento de guerra (ou seja, azul) branco só tem a associação. Durante o britânico período, as elites muçulmanas do sul da Ásia, especialmente no oeste do Punjab , usava um longo pagri que também era um símbolo de nobreza , honra e respeito. Nos muçulmanos regiões majoritárias de Punjab e Sindh membros da aristocracia da terra sempre usava turbantes elaborados conhecido como o pagri . Era uma parte do vestido formal completo, que incluiu o sherwani . Indonésia Em Indonésia , existe um toucado semelhante usado por em Java , que é conhecido como o blangkon . O blangkon tem sua história de cerca de 100 anos atrás, na Indonésia e influenciou de Gujarati comerciantes que gastas o turbante à Indonésia, de modo que o Blangkon teve sua primeira geração por comerciantes Gujarati que vieram à Indonésia cerca de centenas de anos atrás. Curdistão Líder curdo, Sheikh Mahmud Barzanji usando um turbante preto-branco Povo curdo usar um turbante, o que eles chamam de um Jamadani . Ele é usado em muitas maneiras diferentes em todo o Curdistão , dependendo do estilo da localidade por exemplo, os curdos Barzani são uma tribo que usa o turbante com um estilo de cores (vermelho e branco) e que é típico de seu clã. Na maior parte do Sul Curdistão um padrão preto-branco é usado para Jamadani. Mitra maioritariamente curda consiste de um comprimento de pano listrado conhecido como kolāḡī enrolado em torno de um chapéu cónico; as borlas que fazem fronteira com o kolāḡī estão autorizados a pender sobre o rosto. Nos tempos modernos, muitos curdos usar preto e branco ghutra e juntá-las em turbantes. Reino Unido Camila Batmanghelidjh usando um turbante e túnica combinando No Reino Unido , turbantes foram usados ​​por homens e mulheres desde o século VI, sem nunca se tornando muito comum. Poeta Alexander Pope às vezes é retratado vestindo um turbante, assim como os outros homens notáveis ​​visto em pinturas contemporâneas e ilustrações. O uso comum de turbantes em ocasiões menos formais, entre cavalheiros da época, reflete que suas cabeças estavam intimamente cortada ou raspada, para permitir o uso das perucas elaboradas que eram a moda na Europa no século de cerca de 1650-1750, e quando perucas estavam fora, algum tipo de tampa da cabeça era útil. Assim, o turbante. Agora que os chapéus são raramente usados, turbantes também são relativamente incomuns. 



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Eles são usados ​​principalmente por mulheres de ascendência indiana Oeste, Karinas. Algumas mulheres usá-los para fazer uma declaração de individualidade, como o britânico empreendedor social Camila Batmanghelidjh , que geralmente usa um turbante colorido correspondência e robe. Grécia Na Grécia , mais especificamente na ilha de Creta , os homens tradicionalmente usam um turbante conhecido como um sariki . O nome do headwrap é emprestado de sarık , o turco palavra para turbante. Hoje, ele pode ser mais comumente conhecido como um Kritiko mandili (Creta lenço). Ele não é encontrado comumente entre a geração mais jovem, mas principalmente usado por homens mais velhos, em remotas aldeias montanhosas. É tradicionalmente preto, a cor do luto, mas também pode ser encontrado em branco, para ocasiões festivas como casamentos. Ele é muito comumente encontrado como parte do traje cretense padrão usado por membros de grupos de dança grega. Outros Colômbia político Piedad Córdoba é conhecido por usar turbantes (ou um capacete similar). Seu uso de turbantes fez dela tão distintos, a ponto de ter ganho o apelido de "a senhora com o turbante" na cultura popular colombiana. Uma variedade de turbantes estão disponíveis como cabeça cobrindo opções para as mulheres que experimentam médica relacionada a perda de cabelo devido aos tratamentos para o câncer. [ 2 ] Na religião Cristianismo Um cristão mukurinu (forma singular de akurinu ) na costa Swahili usando um turbante. No Quênia , o Akurinu, uma denominação cristã, usam turbantes como chapelaria religiosa. O nome oficial da denominação é a fundação da igreja da Kenya Profetas ou então Igreja do Espírito Santo. Tanto os homens como as mulheres usam turbantes brancos; as crianças usam túnicas. IslamHabib Umar bin Hafiz (à esquerda), um estudioso muçulmano sunita notável do Iêmen usando um turbante branco. Os homens de muitos islâmicos culturas desgaste ou usava um cocar de estilo turbante, muitas vezes, na emulação do Profeta Muhammad , que acredita-se ter usado um turbante preto ou branco. No Islã, o turbante é um Mu'akkadah Sunnah ( Tradição Confirmado). Cabeça envolve que os homens usam são chamados de vários nomes e usado de diferentes maneiras, dependendo da seita do Islã, região e cultura. Os exemplos incluem ( em árabe : عمامة `emãmah ) em árabe, ( persa : دستار ) em persa. No islamismo xiita , uma cabeça envoltório preto em torno de um pequeno boné branco é usado por descendentes de Maomé, e turbantes brancos por outras pessoas bem-educadas e estudiosos. No Sudão , as grandes cocares brancos conotar status social elevado. [ carece de fontes? ] Outras seitas de muçulmanos usaria uma cabeça envoltório verde em torno de uma pequena tampa branca ou apenas o boné branco sozinho. Na maioria dos países da Península Arábica , um lenço liso ou xadrez (chamado keffiyeh , ghutrah ou shumagh ), normalmente não é descrito como um turbante é muitas vezes usado, embora o árabe Emamah tradição continua forte em Oman (ver Sultan Qaboos de Omã ), Sudão e algumas partes da península Arábica. No Paquistão, a tampa é chamado de topi . Mulheres do Islã não usam turbantes, como é considerada parte do vestido de um homem, enquanto as mulheres cobrem os cabelos com um hijab. Rastafarianism [ editar ] Membros da mansão Bobo Shanti do movimento Rastafari manter seus cabelos e barbas, principalmente mantendo seus cabelos em dreadlocks , eles foram vestindo turbantes sobre seus dreadlocks proteger e manter seus dreadlocks limpo, juntamente com vestindo roupas desde a sua fundação, em 1950, [ 8 ] sendo uma pequena população torna mais distintivo na aparência na Jamaica e em outros lugares. [ 9 ] Sikhismo Um Sikh homem com um celular usando um dastar O Sikh turbante, conhecido como o Dastar ou um Dumalla , o turbante é usado para mostrar aos outros que somos elas representam a personificação dos ensinamentos Sikh, o amor do Guru e sigma a fazer boas ações, [ 10 ] o turbante também protege Sikh do unshorn cabelo longo e manter o cabelo limpo. O turbante é obrigatório para todos os membros do Khalsa (Sikhs Batizados) para vestir. O Khalsa é o último ativo guerreiro religião . O Rajastani turbante também é comumente chamado de pagari (no Ocidente, muitos sikhs que usam pagri às vezes são confundidos com muçulmanos ou árabes. ). Os sikhs têm uma longa história de ser guerreiros e são referidos como saint-soldados desde 1600-1700. Akali turbante de algodão sobre uma armação de vime, aço revestidas com ouro. Lahore. Meados do século 19. "Um turbante cônico alto desde o transporte conveniente para uma série de quoits aço afiadas -. Armas afiadas lançadas para efeito letal pela mão experiente dos Akalis" Todos os Gurus Sikh desde Guru Nanak ter usado turbantes. No entanto, cobrindo o cabelo com um turbante foi feita uma política oficial de Guru Gobind Singh , o décimo Guru dos Sikhs. As principais razões para usar turbante são para cuidar dos cabelos, promover a igualdade e preservar a identidade sikh. Mulheres sikhs podem usar um turbante, se o desejarem. Um Akali Singh vestindo muitas Chands DAA em Amritsar e segurando rosários Sikhs não cortam o cabelo, como uma prática religiosa. O turbante protege o cabelo e mantém limpo. Como Sikhs só formar 2% da população da Índia, seus turbantes ajudar identificá-los. Quando ele institucionalizou o turbante como uma parte da identidade Sikh, Guru Gobind Singh disse: "Meu Sikh será reconhecido entre milhões de pessoas." Turbantes foram anteriormente associados com a classe alta, e muitos homens da elite cultural ainda usam turbantes. Esta distinção entre a classe alta vestindo turbante ( Sardars ) e plebeus promovido segregação e elitismo. A fim de eliminar o sistema de classe associado com turbantes, Guru Gobind Singh Ji declarou cada Sikh um Sardar. Ele também rejeitou o sistema de classes, dando todos os Sikhs os sobrenomes Singh ou Kaur. O Dastar Bunga é o estilo de turbante geralmente usado por Akali Singhs na batalha. O "Chand Tora" é um símbolo de metal composto por uma espada crescente e uma faca de dois gumes, realizada no local na parte da frente do turbante por um cabo de cota de malha de tecido amarrado em um padrão dentro do turbante para proteger a cabeça de cortar armas. O objectivo da Tora é manter o Dastaar juntos. Ele vai sobre o bunga para protegê-lo e proteger a dwar Dasam. Também é usado para manter shastars juntos. No passado todos os homens Sikh usavam este tipo de turbante, conhecido como um Dumalla; ele ainda é muitas vezes usado no Punjab. As cores turbante mais comuns usadas pelos Sikhs são azul, laranja, branco e preto. Akali Nihang Sikhs decorar seus turbantes ou Dumalla através do uso de pequenas armas conhecidas como Shastars neles.


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Yagbas da secular  irmandade da boa morte ....Resiliência na luta contra escravidão... e na afirmação teologal de matriz afrobrasileira e africana em terras brasileirias.....
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Os 1001 usos para um “Keffiyeh” ou lenço árabe OU LENÇO "PALESTINO";;;






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Apesar de poucos conhecerem o seu verdadeiro nome, quase todos já viram um Keffiyeh, aquele lenço de origem árabe que se popularizou em alguns quadrantes do mundo ocidental em finais dos anos 70, quando uma onda de solidariedade para com a situação do povo palestiniano se espalhou sobre a Europa. Talvez tenha sido Yasser Arafat, lídel da Organização para a Lipertação da Palestina (OLP) o grande responsável pela transformação do Keffiyeh num símbolo político. O histórico dirigente palestiniano nunca surgia em público sem o seu Keffiyeh, e as pessoas habituaram-se a associar o objecto à causa.
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O actor norte-americano Collin Farrel envergando um Keffiyeh
Seja como for, desde há muito que se banalizou o uso desta peça de vestuário. Afinal de contas não é assim tão diferente do comum “lenço” ocidental e serve perfeitamente de alternativa com um toque exótico. As tradicionais cores e padrões  tribais já não têm o exlcusivo nos Keffiyehs. Até os militares ocidentais que combatem no Iraque e no Afeganistão os adoptaram, e há muito que as Forças Armadas Britânicas o têm vindo a usar, à revelia dos uniformes regulamentares. Mas é entre aqueles que viajam que se tornou mais popular. Talvez por uma associação no imaginário colectivo entre o Keffiyeh e um maravilhoso mundo de aventuras em terras distantes. Talvez pela utilidade práctica que tem. Ou provavelmente por uma conjugação de ambos.
Como não estou aqui hoje para escrever acerca dos mecanismos de construção de imaginários, será sobre as aplicações prácticas do Keffiyeh que vos quero falar. Não é que tenha nada de genial para vos dizer. Apenas algumas ideias resultantes de uma mão cheia de anos de experiência. Certamente muitas outras aplicações existirão, que nunca me terão ocorrido… porque os suiços têm a fama com o seu canivete, mas o Keffiyeh é muito mais versátil!

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  1. Emergência médica! Como torniquete para ajudar a estancar o sangue de um corte grave num membro.
  2. Repouso… é uma óptima fronnha de almofada. Basta enrolar umas quantas peças de roupa sem elementos de metal, envolvê-las com o Keffiyeh, e obté-se uma bela almofada. Se não houver peças de roupa disponíveis, o próprio Keffiyeh bem enroladinho dá para desenrascar.
  3. Conforto… ao pescoço, enroladinho, como é costume, serve de cachecol e aquece quando está vento e frio.
  4. Protecção… à boa maneira árabe, no topo da cabeça, ou atado “à pirata”, é excelente para proteger do sol inclemente.
  5. Desenrascanço… precisamos de um cinto improvisado? Crie-se uma faixa com o Keffiyeh bem enrolado, um nó em vez de fivela e já está!

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  1. Protecção… todo enrolado em volta da cabeça, estilo múmia, não há melhor para tempestades de areia e meios extremamente ventosos.
  2. Anonimato… de novo imitar a “múmia” e deixar só os olhos à vista. Fica garantido o anonimato de quem assim o enverga.
  3. Protecção… utilização optimizada se for possível usar mais do que um, mas se apenas um existir, servirá: o sol está quente e é preciso um toldo? Com a ajuda de estacas ou de vegetação natural, cada extremidade do Keffiyeh ata a uma estaca ou tronco e forma-se um toldo.
  4. Higiene. Toalha, pois claro! Sem mais complicações.
  5. Sobrevivência. Precisamos de água e encontramos um poço ou um lago. Sem esquecer a pastilhinha purificadora, é um óptimo filtro para reter impurezas de maior calibre.
  6. Desenrascanço… enrolado finamente serve de corda para muitas das possíveis utilizações de uma corda convencional; amarrar alguém (credo, parece um filme), puxar ou fixar algo, etc.
  7. Refresco… está calor, precisamos de prosseguir… arrefecimento extra é mandatório. Pronto… é questão de empapar o nosso Keffiyeh em água e de seguida envolvê-lo na cabeça ou no corpo (directamente sobre a pele). E que diferença faz!
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  1. Protecção… Mosquitos! São às centenas! Não há azar! O Keffiyeh resolve. Mãos dentro das mangas. e a cabeça totalmente envolta no nosso “canivete árabe”. Não há mosquito que pique!
  2. Higiene. Queremos comer qualquer coisa e hoje não nos apetece colocar a merenda directamente no chão. Pronto, o Keffiyeh servirá de toalha, directamente.
  3. Repouso… Queremos dormir mas há imensa luz. Faz-se do Keffiyeh uma venda. Um dos usos mais comuns que lhe dou.
  4. Desenrascanço… queremos transportar uma série de items pequenos e não temos bolsos. Como levar 15 obejctos em duas mãos? Simples… abre-se o  Keffiyeh no chão, colocam-se os objectos lá em cima, fecha-se o  Keffiyeh em forma de figo, dá-se um nó e tem-se uma espécie de saco com tudo lá dentro. E ainda fica a sobrar uma mão para o que der e vier.
  5. Defesa. Estamos com medo, de gentes ou animais. Sem armas. Mas no campo há pedras. E se bem que esses sólidos objectos sejam só por si uma arma, o Keffiyeh potencia-os. Serve de funda para quem sabe manejar uma. Se não, enrole-se uma pedra de dimensões médias no Keffiyeh e use-se como um cacete flexível. Temível!
  6. Conforto. É de noite, queremos dormir, estamos na montanha. Está frio.  Temos um fogão a gaz e um cantil… ferva-se água, derrame-se no cantil. Tem-se uma botija de água quente… mas muitoooo escaldante. Em contacto com a pele queimará. Só se… se criarmos um casaquinho protector com o nosso Keffiyeh, fica o problema resolvido e a temperatura no interior do nosso saco-cama tornar-se-á idílica.
  7. Segurança. Viajamos num comboio ou num autocarro. A nossa mochila pode, em qualquer uma dessas situações, tornar-se atraente para um qualquer amigo do alheio. Há algo que na maioria dos casos resolve o problema: prenda-se a mochila com o Keffiyeh a algo. A angústia de ter a bagagem longe de nós será em  muito atenuada, porque não é qualquer ladrão que terá o sangue-frio para soltar o volume que é nosso.




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"keffiyeh, tradicional lenço “palestino”, usado por PMs em operações no Rio vira polêmica.

Lenço 'palestino' usado por PMs em operações no Rio vira polêmica - "keffiyeh, tradicional lenço “palestino”.

PM cobre o rosto com lenço na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão
PM cobre o rosto com lenço na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo
Daniela de Paula
A imagem dos homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) usando lenços para cobrir o rosto durante uma operação realizada na quinta-feira, no Complexo do Alemão, chamou a atenção. O uso do keffiyeh, tradicional lenço “palestino”, por alguns policiais militares durante operações nas comunidades do Rio, vem provocando polêmica. Feito de algodão, ele substitui a balaclava, mais conhecida como touca ninja, por ter mais proteção contra a poeira e a excessiva exposição solar. O acessório foi implementado ao uniforme da corporação, em 2015, quando o Bope passou a usar a farda verde camuflada em região de favelas cerca por mata.
O cônsul honorário de Israel, Osias Wurman, disse que tomou um susto quando viu, no jornal, uma foto dos militares com o lenço. Ele pensou que fosse uma imagem do Oriente Médio. Ao ler a legenda, notou que se trata do Rio de Janeiro, que vem vivendo uma onda de violência. Wurman classificou o uso do pano pelos PMs como um absurdo:
— Não é só no Alemão, também vi em manifestações em São Paulo. Lamento profundamente que um símbolo como o Keffiyeh esteja sendo usado em cenas de violência como conflitos em comunidades e em ações de depredações. Isso é muito danoso para o povo palestino. Isso provoca no subconsciente das pessoas aquele indesejável sentimento de Islamofobia. As pessoas ligam os palestinos à violência. Esse mesmo lenço é visto durante protestos no mundo inteiro. Esse simbolo deveria ser respeitosamente usado em causas de interesses palestinos — afirmou o cônsul de Israel.
No entanto, o cônsul diz que não é contra os policiais preservarem suas identidades:
— Mas existem outros meios para isso, como as toucas ninja, por exemplo. Não sou contra os policiais taparem os rostos, mas não podem fazer isso com objetos que representam um povo ou que está ligado a uma religião — acrescentou.
A Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro (SBMRJ), por sua vez, não considera ofensiva a adoção do keffiyeh pela polícia. A entidade explica que o lenço não é usado somente pelos muçulmanos, mas também por árabes de todas as religiões, e acrescenta que o keffiyeh foi criado pelo povo beduíno, nativo dos desertos, apenas como uma forma de proteção contra o sol.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a SBMRJ explica que, com o passar do tempo, o lenço foi incorporado à cultura árabe, mas sem ser associado a uma religião específica, e frisa que considera natural a polícia substituir a balaclave por um tecido mais apropriado para o calor do Rio.
O antropólogo e ex-capitão do Bope, Paulo Storani, concorda com a posição da SBMRJ, e reitera que o lenço não é uma representatividade de um povo específico e importante, porque tem a mesma função da balaclave, mas com um diferencial:
— O lenço tem a mesma finalidade por não permitir a identificação do policial, mas não aquece tanto como a balaclave, por causa do tecido.
Segundo Storani, o acessório é usado pelo Bope pela padronagem do tecido, para proteger as partes descobertas como cabeça e pescoço, e a balaclave, de acordo com ele, não é apropriada para a temperatura do Rio.
A Polícia Militar informou, em nota, que os lenços “palestinos” também conhecidos como “shemagh” tem uma aplicação ampla e contribuem no teatro de operação:
“Eles são utilizados para proteção do rosto do policial ao sol a estilhaços, e facilitam na locomoção em área de mata. Tem a funcionalidade de quebra de silhueta e podem ser usados para fazer o torniquete, em casos de socorro a feridos”, afirma trecho da nota da PM.
O keffiyeh ficou conhecido na década de 60, através de Yasser Arafat, ex-presidente da Organização pela Libertação da Palestina e ex-líder do Fatah, grupo extremista islâmico que governa a Cisjordânia. Depois de inspirar os seguidores de Arafat, o lenço se tornou símbolo do nacionalismo palestino. Porém, sua origem se dá aos povos nômades da Península Arábica, que usavam lenços para se proteger do sol e da areia. Os panos coloridos também serviam para identificar as tribos.
Além de ter um significado político, religioso e cultural árabe, para os palestinos o keffiyeh é um símbolo do movimento pela libertação da Palestina e de louvor a Deus.
EM 2015, O USO DE TOUCAS NINJA PROVOCOU POLÊMICAS
Em 2015, uma resolução do estado que autorizava o uso de toucas por PMs provocou polêmica entre autoridades, defensores de direitos humanos e especialistas em segurança. A peça de uso militar havia sido liberada novamente após uso indiscriminado por policiais em favelas - já que esconde o rosto dos agentes e dificulta sua identificação. Na época, as tropas especiais da Polícia Militar receberam o aval do então secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, para utilizar a balaclava em ações específicas como operações de resgate de reféns e em eventos como as manifestações populares.
A Secretaria de Segurança havia explicado que, apesar de ter o rosto coberto, os policiais com a touca seriam identificados por caracteres alfanuméricos em seus uniformes.
Na ocasião, a deputada Martha Rocha (PSD), presidente da Comissão de Segurança Pública da Alerj, afirmou que a resolução contraria o que ficou estabelecido em 2013, quando a Casa aprovou uma lei proibindo o uso de máscaras durante os protestos. Em setembro daquele ano, o Ministério Público apresentou uma medida cautelar cobrando a identificação, nas manifestações, dos policiais, que passaram a vestir coletes com caracteres alfanuméricos.
O deputado Marcelo Freixo (Psol), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, também havia considerado a medida um retrocesso na segurança do estado. Para ele, o anonimato dos policiais não contribuiria para a segurança. Segundo Freixo, como agente da lei, o PM deveria ser identificado.
*Colaborou Gabriel Oliveira

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