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segunda-feira, 13 de abril de 2015

II Colóquio de Ética e Filosofia Política da UFRN

II Colóquio de Ética e Filosofia Política da UFRN
Tendo como tema: “A religião em questão”, o Departamento de Filosofia do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFRN, realiza no período de 4 á 8 de maio, o II Colóquio de Ética e Filosofia Política. O evento acontecerá nos auditórios do CCHLA e da Biblioteca Central Zila Mamede.
Contando com a participação de professores do Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGFIL), a ação se apresenta como um acontecimento bianual, organizado pelo Grupo de Pesquisa em Ética e Filosofia Política. Além disso, o evento pretende elaborar um livro a partir das discussões, ocorridas durante sua realização, que receberá como título “A religião em questão”.
Os interessados em apresentar suas pesquisas durante o evento podem submeter propostas entre 15 e 25 linhas, que devem estar vinculadas com o tema central do colóquio, até o dia 17 de abril, para e-mail: jthklein@yahoo.com.br, sob o título “Proposta de Comunicação”.
Maiores informações, acessar: http://cchla.ufrn.br/ppgfil/

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Nesse sábado o quintal do samba chega forte trazendo o melhor do samba de raiz e do pagode pra vocês amantes da boa musica no comando DENIS COSTA (CARIOCA) e o convidado especial desse sábado será o Egbome FERNANDES Olufã, REDE MANDACARU BRASIL que falara das politicas publicas e ações sociais para povos tradicionais de matriz africana, o programa vai ao ar ao vivo das 14 as 17 horas pela 87,9 radio extremoz fm curta conosco interagindo pelo telefone 84-32792258 e pelo link da radio www.radioextremozfm.com.br




Nesse sábado o quintal do samba chega forte trazendo o melhor do samba de raiz e do pagode pra vocês amantes da boa musica no comando DENIS COSTA (CARIOCA) e o convidado especial desse sábado será o Egbome FERNANDES Olufã, REDE MANDACARU BRASIL que falara das politicas publicas e ações sociais para povos tradicionais de matriz africana, o programa vai ao ar ao vivo das 14 as 17 horas pela 87,9 radio extremoz fm curta conosco interagindo pelo telefone 84-32792258 e pelo link da radio  www.radioextremozfm.com.br
 — com Fernandes José Josimar Rocha.





  www.radioextremozfm.com.br    — com Fernandes José Josimar Rocha.

Nesse sábado o quintal do samba chega forte trazendo o melhor do samba de raiz e do pagode pra vocês amantes da boa musica no comando DENIS COSTA (CARIOCA) e o convidado especial desse sábado será o Egbome FERNANDES Olufã, REDE MANDACARU BRASIL que falara das politicas publicas e ações sociais para povos tradicionais de matriz africana, o programa vai ao ar ao vivo das 14 as 17 horas pela 87,9 radio extremoz fm curta conosco interagindo pelo telefone 84-32792258 e pelo link da radio  www.radioextremozfm.com.br
 

 Fonte: Odeolooja Caçador 
9 h · 

A Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), por meio da Carta Acordo celebrada entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica – SDH/PR e a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) está organizando uma pesquisa de informações sobre Educação em Direitos humanos e convida organizações, universidades, centros de estudos, movimentos e governos à participar respondendo um questionário, que será sistematizados e disponibilizado na página da FLACSO Brasil.

A Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), por meio da Carta Acordo celebrada entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica – SDH/PR e a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) está organizando uma pesquisa de informações sobre Educação em Direitos humanos e convida organizações, universidades, centros de estudos, movimentos e governos à participar respondendo um questionário, que será sistematizados e disponibilizado na página da FLACSO Brasil.


Prezados parceiros,


A Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), por meio da Carta Acordo celebrada entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica – SDH/PR e a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) está organizando uma pesquisa de informações sobre Educação em Direitos humanos e convida organizações, universidades, centros de estudos, movimentos e governos à participar respondendo um questionário, que será sistematizados e disponibilizado na página da FLACSO Brasil.


Segue abaixo o Link com o questionário, ao final do preenchimento deverá ser gravado, desta forma automaticamente retornará com as informações necessárias para a nossa pesquisa.


Este questionário deverá ser utilizado para a coleta das informações, entretanto, NÃO DEVE ser encaminhado a FLACSO em formato impresso. As informações devem ser registradas através do LINK




Agradecemos sua colaboração,
Equipe Caravana EDH.
F:011-3229-2995







Salete Valesan Camba
Diretora
FLACSO Brasil


Caravana de


Este questionário deverá ser utilizado para a coleta das informações, entretanto, NÃO DEVE ser encaminhado 
a FLACSO em formato impresso. As informações devem ser registradas através do LINK
educação em
https://docs.google.com/forms/d/1VbJn048WJpnbLL_JljDG8BA0QB_JPvXEbOe71kvitAY/viewform?usp=send_formdireitos humanos
Educação e Direitos Humanos
O conceito de Direitos Humanos se refere a um conjunto de fundamentos éticos
 de uma sociedade, encarnados como direitos, reconhecidos normativamente ou
não, nacionais e internacionais, classificados metodologicamente como direitos políticos,
 sociais, culturais, civis, econômicos e ambientais.
A concepção e respeito aos Direitos Humanos constitui a tradução ideológica de uma
 sociedade e de um modelo de Estado.
Sua violação num determinado sistema político ou econômico de um Estado pressupõe
 o desrespeito ao estado democrático de direito, onde todos devem ter oportunidades
 reais de acesso ao desenvolvimento individual ou coletivo com dignidade.
Educar pelos direitos humanos e para ele constitui um princípio do reconhecimento de
 valores éticos inerentes as relações sociais.
Isso significa identificar no outro a diferença complementar do sentido de viver em
 sociedade, no qual os direitos humanos coloca-se como meio e fim educativo para
 uma postura crítica das estruturas padronizadas e limitadoras da existência.
A educação programada e definida deve ser consistente com a sua finalidade, se
 educamos para participação precisamos dialogicamente participar.
Os direitos humanos permitem e promovem esta participação.
Educação em Direitos Humanos e para a Cidadania não tem finalidade em si mesmo,
 nem tampouco se apega ao formalismo técnico ou com base em um ideário inatingível.
Seu compromisso é com a transformação do homem como sujeito de sua própria história.
Uma sociedade com bases em princípios norteadores de Direitos Humanos privilegia a
 construção de relações de justiça e de solidariedade e se necessário promove o
enfrentamento das situações de desigualdades de acesso a bens materiais e imateriais.
O Brasil vive a contradição de conviver com o desenvolvimento econômico e de acesso
 a bens de consumo da última década, em paralelo a profundas e graves violações de
 Direitos Humanos permanentes consequências das desigualdades, violações e violências
pessoais e institucionais.
A evidente evolução normativa, que o estado brasileiro promoveu desde a promulgação
 da Constituição Federal de 1988, no campo dos Direitos Humanos por muitas vezes não
 se desdobra em políticas públicas que garantam e promovam direitos ao cidadão.
No campo da educação para os direitos humanos, nossas duas principais norteadoras
 leis, a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,
 reconhecem a educação como um direito fundamental e que educar para princípios de
 Direitos Humanos deve permear todas as demais estratégias na promoção de uma
 cultura de paz e solidariedade humana.
Na esteira do marco jurídico, pós carta magna, o Conselho Nacional de Educação
 aprovou a Resolução 01 de maio de 2012, que “Estabelece diretrizes nacionais para a
 Educação em Direitos Humanos”, trazendo como pauta a formação do sujeito de direitos,
 a partir do entendimento de que: “Art. 3º A Educação em Direitos Humanos, com a 
finalidade de promover a educação para a mudança e a transformação social, 
fundamenta-se nos seguintes princípios: I - dignidade humana; II - igualdade de direitos;
 III - reconhecimento e valorização das diferenças e das diversidades; IV - laicidade do 
Estado; V - democracia na educação; VI - transversalidade, vivência e globalidade e VII -
 sustentabilidade socioambiental.”
Coloca-se na modernidade o desafio de politicamente estabelecermos uma cultura de
educação em Direitos Humanos, que possa romper com o pragmatismo dos espaços da
 educação formal.
Uma cultura de direitos humanos que possa nos educar para além das ferramentas
normativas, mas nos alçar ao sentido pleno do direito humano à dignidade.
As normativas de direitos humanos constituem uma oportunidade da democracia, mas
se esgotam em si mesmo diante das inquietações de construirmos uma sociedade justa,
 igualitária de essência do cidadão e da sociedade republicana.
Somente por meio da educação e da mudança de cultura é possível construir uma
 sociedade de Direitos que possibilite a real transformação social.









Este questionário deverá ser utilizado para a coleta das informações, entretanto, NÃO DEVE ser encaminhado a FLACSO em formato impresso. As informações devem ser registradas através do LINK

A Caravana de educação em direitos humanos surge como ação concreta da convergência de redes, movimentos, entidades e todas as pessoas que se dedicam na luta para afirmação dos direitos humanos como elemento central da sociedade e do estado brasileiro.
A sua origem alicerçada no Fórum Mundial de Direitos Humanos tem como objetivo tornar permanente o debate político e cultura de diálogos ampliados, tendo como ferramenta a educação popular fortalecendo e incentivando círculos de cultura e a participação de cidadãs e cidadãos na perspectiva de transformar a realidade política de seus territórios para impulsionar um novo modelo social que tenha a dignidade humana e a democracia como princípios fundantes da vida de todas as pessoas.
Um dos objetivos da Caravana é tecer entre os Movimentos Sociais, grupos, coletivos, pessoas, entidades, instituições e demais, para atividades educadoras levando os temas e campanhas surgidas do FMDH e colhendo as escutas dos grupos vulneráveis e em situação de violação de direitos, dando-lhes voz para legitimação das suas reivindicações, com intuito de permear o avanço para inserção das demandas nas políticas públicas.
Outro objetivo é compartilhar os saberes, relatar as experiências em educação de direitos humanos desta rede brasileira e divulgá-los, dando visibilidade aos grupos, coletivos, entidades e movimentos sociais.
Uma iniciativa popular a concepção da Caravana é de um espaço aberto, plural e inclusivo para todos os grupos, e percorrerá todo o Brasil com ações diversas e autogestionadas, fomentando iniciativas que vão se incorporando durante seu trajeto.

AGENDA DE ATIVIDADES 2014
Lançamento em Natal/RN – 29 de abril
Pouso Alegre/MG – 19 de maio
São Paulo/SP – 2 e 3 de junho
Rio de Janeiro/RJ – 10 de junho
Os grupos interessados em incorporar as suas agendas na caravana, poderão solicitar enviando email paracaravanaedh@flacso.org.br.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Pequeno dicionário básico de yorubá

A

Adarrun=toque para chamar orixás de cabeça
Apanjé=toque de omulu
Aguerê=toque de oxosse e iansã
Avamona=saída de orixás
Alujá=toque de xangô
Agogô=cabaças de metal
Adjá=sineta de metal para guiar ou chamar o orixá
Abô=água de ervas sagradas
Adobalé=ato de deitar-se utilizado para estender o corpo no solo
Adochu=pessoa iniciadas  no culto
Ajapá=tartaruga
Akukó=galo
Abo=carneiro
Alabé=ogã com a função de percutir o atabaque
Alubosa=cebola
Axó-roupa
Axogum=ogan que sacrifica
Ayé=terra
Arô=cordão de reza
Aluá=bebida feita com rapadura,água e gengibre,ou milho
Aja=cachorro
Adé=coroa dos orixás
Aye=ave
Aguidavir=varetas de  galhos p/tocar
Ága=cadeira
Arún=doença
Ata=pimenta
Aláfia=tudo bem
Adiê=galinha
Aburu=irmão mais novo
Abatá=sapato qualquer tipo
Abian=pessoa que não tem obrigação ainda
Abicun=pessoa que nasce e morre inesperadamente
Adupê=bode
Akâ=faixa para cobrir os seios
Akokêm=galinha d’angola
Alfange=objeto semelhante a uma espada
Arê=ruas e encruziladas
Atim=povóra
Axexê=riual fúnebre para libertação do espírito da matéria
Axé=força vital que da origem a tudo
Azé=capuz de palha de obaluaê
Ago=licença
Aranhola=caranguejo
B


Bravum=toque de guerra e também toque de oxumaré
Balué=banho
Barravento=toque para qualquer orixá
Batá=sapato
Baba=pai

C
Cabaça=fruto do cabaceiro
Carrego=algo a ser despachado
Caxixi=adjá para exu e omolu
Camutuê=cabeça dos filhos de santo
Colofé=abenção

D

Digina=nome da pessoa no axé em nação bantu
Dagá=encarregado de exu
Doburú=pipoca
Dudú=preto
Deciça=esteira
Dupé=obrigado
Delónga=prato
Dilongar=copo

E
Edu=carvão
Efun=giz branco
Eruxi=rabo de cavalo(eruquerê)
Etu=conquen
Ewê=folha
Eran=carne
Ebi alubosa=alho
Epô=azeite;dendê=epôpupa   doce=epôjuma
Ebômi =estágio atingindo pelo yaõ depois de sete anos de obrigação
Eché=víceras de animais consagrado ao orixá
Egê=sangue de animais
Ejá=peixe
Ekú=morte
Eledê=porco
Erilé=pombo


I


Iresi=arroz
Iyô=sal
Irun=cabelo
Ijó=dança
Igbin=caramujo oferecido a oxalá e ogun
èwé=folhas
Yawó=pessoa com menos de sete anos

J
Jade=sair
=briga
Jagun=guerrear
Jeun=comida
Ji=acorda
Jiká=ombros


L

Laquidibá=colar de obaluaê
Lembadilê=santo da casa

K
Kelê=submissão ao orixá
Korin=cantar
M
Maiongáa=lugar do culto para tomar banho
Marafá=cachaça
Mariwô=folha de palmeira desfiada
Mocam=simbolo do yawo
Moila=vela

N
Nadadulé=dormir


O

Okin=mar
Otá=pedra sagrada
Obê=faca
Odé=caçador
Adu=destino
Odum=anos
Olú=senhor
Ofá=arco e flexa
Okê=montanha
Opanijé=toque de obaluê
Olubajé=festa de comida obaluae
Oruko=nome
Osé=lavar o assentamento do santo
Ogedé=banana
Ojá=pano de cabeça
Owó=dinheiro
Oyin=mel
Otin=água ardente
Omin=água
Obêxirê=navalha
Obêcuruzu=tesoura
Omode=criança
Oyé=cargo
P
Pupa=vermelho
Peji=assentamento
Padê=comida de exu
Pachorro=cajado de oxalá
Pepelé=local onde fica o assentamento
Pepeyé=pato




R
Rugeve=colar para pessoas com mais e sete anos

S
siré=brincar,roda de orixás
Sato=toque de nana e yemanjá





X

Xaôro=guizo de metal utilizado no ato da iniciação tornozeira

Ordem do siré
Exu,ogum,oxossi,obaluaê,xangô,oxumaré,iansã,oxun,yemanjá,nana,oxalá.

Saudação

Exu=laroi ê!
Ogun=ogunhê patocory gesse gesse!
Oxossi=okearô,okê ode kokê maior!
Obaluaê=atôto ajuberô!´,àse bele bele
Oxumaré=ahogbogboi!
Logun éde=orriiki ou logun!
Oxum=Oora yê yê ó minha fidelelemam!
Ewá=ri ro!
Ossanim=ewê o asá!
Nana=sáluba iki iki!
Yemanjá=odoiya!
Xangô=kaô kabesile
Oba=oba xi
Yansan=eparrêi oyá
Erê=êre mi o a macuma beji
Oxalá=epa babá para oxalufum,exê e babá saudação de oxaguian


HIERARQUIA  DENTRO DO AXÉ
  1. Iyá / Babá: significado das palavras iyá do yoruba significa mãe, babá significa pai.
  2. Iyalorixá / Babalorixá: Mãe ou Pai de Santo. É o posto mais elevado na tradição afro-brasileira.
  3. Iyaegbé / Babaegbé: É a segunda pessoa do axé. Conselheira, responsável pela manutenção da Ordem, Tradição e Hierarquia.
  4. Iyalaxé (mulher): Mãe do axé, a que distribui o axé e cuida dos objetos ritual.
  5. Iyakekerê (mulher): Mãe Pequena, segunda sacerdotisa do axé ou da comunidade. Sempre pronta a ajudar e ensinar a todos iniciados.
  6. Babakekerê (homem): Pai pequeno, segundo sacerdote do axé ou da comunidade. Sempre pronto a ajudar e ensinar a todos iniciados.
  7. Ojubonã ou Agibonã: É a mãe criadeira, supervisiona e ajuda na iniciação.
  8. Iyamorô: Responsável pelo Ipadê de Exú.
  9. Iyaefun / Babaefun: Responsável pela pintura branca das Iyawos.
  10. Iyadagan e Ossidagã: Auxiliam a Iyamorô.
  11. Iyabassê: (mulher): Responsável no preparo dos alimentos sagrados as comidas-de-santo.
  12. Iyarubá: Carrega a esteira para o iniciando.
  13. Aiyaba Ewe: Responsável em determinados atos e obrigações de "cantar folhas.
  14. Aiybá: Bate o ejé nas obrigações.
  15. Ològun: Cargo masculino. Despacha os Ebós das obrigações, preferencialmente os filhos deOgun, depois Odé e Obaluwaiyê.
  16. Oloya: Cargo feminino. Despacha os Ebós das obrigações, na falta de Ològun. São filhas deOya.
  17. Iyalabaké: Responsável pela alimentação do iniciado, enquanto o mesmo se encontrar recolhido.
  18. Iyatojuomó: Responsável pelas crianças do Axé.
  19. Pejigan: O responsável pelos axés da casa, do terreiro. Primeiro Ogan na hirarquia.
  20. Axogun: Responsável pelos sacrifícios. Trabalha em conjunto com Iyalorixá / Babalorixá, iniciados e Ogans. Não pode errar. (não entram em transe).
  21. Alagbê: Responsável pelos toques rituais, alimentação, conservação e preservação dos instrumentos musicais sagrados. (não entram em transe). Nos ciclos de festas é obrigado a se levantar de madrugada para que faça a alvorada. Se uma autoridade de outro Axé chegar ao terreiro, o Alagbê tem de lhe prestar as devidas homenagens. No Candomblé Ketu, os atabaques são chamados de Ilú. Há também outros Ogans como Gaipé, Runsó, Gaitó, Arrow, Arrontodé, etc.
  22. Ogâ ou Ogan: Tocadores de atabaques (não entram em transe).
  23. Ebômi: Ou Egbomi são pessoas que já cumpriram o período de sete anos da iniciação (significado: meu irmão mais velho).
  24. Ajoiê ou ekedi: Camareira do Orixá (não entram em transe). Na Casa Branca do Engenho Velho, as ajoiés são chamadas de ekedis. No Terreiro do Gantois, de "Iyárobá" e na Angola, é chamada de "makota de angúzo", "ekedi" é nome de origem Jeje, que se popularizou e é conhecido em todas as casas de Candomblé do Brasil. (em edição)
  25. Iaô: filho-de-santo (que já foi iniciado entra em transe com o Orixás).
  26. Abiã ou abian: Novato. É considerada abiã toda pessoa que entra para a religião após ter passado pelo ritual de lavagem de contas e o bori. Poderá ser iniciada ou não, vai depender do Orixá pedir a iniciação.
EQUIVALÊNCIA  ENTRE  AS DIVINDADES
Ketu                                            angola                                        jéjé
ÓRISÀ                                        NKISE                                                  VODUN
Òsalá                                              lundumgo                                              lisa
Òsalúfón                                        gangarumbanda                                     -
Òságuiyán                                      lembá                                                    -
Ésú                                                 bombonjiro                                         legbá
Ógún                                              nkose mukumbe                                  gu
Ósòósí                                           mutalambo,gogobiro                          gagatolu
Osányín                                          katende,minipazo                               age
Sángó                                              nzazi,luango                                     sogbo
Omolu                                             nsumbu,kafunge                               azoani

Yánsàn                                              bamburucema                                     vodunjo
Yemoja                                             kaiala,kukuetu                                    sodoledbe
Òsun                                                 dandalunda,kisimbi                             aziritoosi
Nàná                                                  zumbá                                                 mawu
Obá                                                    karamoxe                                            hasu
Ewá                                                    kuiganga                                            saho
Lógun ède                                        tekompenso                                         mavi
Ibéji                                                     vunji                                                hohovi
Íroko                                                           -
-                                                            Tempo               



KIZILAS
‘’O ewó é proibição não só no que diz reispeio ao comportamento,como a alimentação é o  modo de agir...alguém que não possa comer determinada comida,ás vezes come,com delícia,’e tudo bem’,a digestão é ótima.nãooaconteceu nada. E o filho passa a achar que o éwo é suspestição,produto de fobia de mais  velhos ignorantes....as consequências espirituais são terríveis,inrreversives,na maioria dos casos. A vida do  olorisá começa a ficar complicada’’
                                                                                            Íyarorisá stella de osoosí             





Kizilas universais-são aquelas restritas a todos os integrantes:comer caranguejo,peixe-de- pele e etc.
Kizilas de asé-as kizilas do orixá  que é cultuado.
Kizilas de irmão-de –esteira-é uma forma de presta solidariedade e respeito entre os irmãos recolhidos numa iniciação.A kizila de um será a de todos.
Kizilas de comportamento-ao receber alguma coisa deve-se faze-lo com as duas mãos; não descobrir a ccbeçaquando for tomar abenção,não sair do terreiro quando o relogio estiver marcando 12,18,24 horas.
Kizilas de iyawo-há uma seri de regras e condutas para a pessoa recém-iniciada,assim estabelecida.
..●Não tomar banho de mar
  ●não ir em cemitério e nem acompanhar cortejo
  ● Não atravessar uma encruzilhada
  ●Não dormir com os pés para rua
  ●não receber calor quente na cabeça
 ● Não beber e  nem comer comida quente
Kizilas do orixá-aquilo que as divindade não apresiam,impondo interdições ás pessoas que lhes foram consagradas.

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