PARTICIPE DE NOSSAS AÇÕES TRANFORME E SUA CONTRIBUIÇÃO EM UMA AÇÃO SOCIAL - DOE QUALQUER VALOR

CONTRIBUA: 9314 ITAU - 08341 2 NUMERO DA CONTA CORRENTE - deposite qualquer valor

FAÇA UM GESTO DE CARINHO E GENEROSIDADE DEPOSITE EM NOSSA CONTA CORRENTE ITAU AG; 9314 C/C 08341 2

CONTRIBUA QUALQUER VALOR PAG SEGURO UOL OU PELA AG: 9314 CONTA 08341 2 BANCO ITAU

sábado, 15 de março de 2014

O sacerdocio Feminino ordenado na america latina...

Em 29 Reproduçãode junho de 2012, o arcebispo argentino Rômulo Braz ordenou as primeiras sete mulheres sacerdotisas na história da Igreja Católica. Para que nenhuma arquidiocese pudesse revogar o sacramento, realizou a cerimônia a bordo de um barco no rio Danúbio, Alemanha. Quase 12 anos depois, há 180 mulheres ordenadas.
Entre elas está a colombiana Olga Lucía Álvarez, 72 anos. Há três anos, ela se tornou a primeira sacerdotisa da América do Sul. Olga questiona diante da poderosa Igreja Católica o papel da mulher no catolicismo, rebelando-se contra as políticas do Vaticano e sua hierarquia. Ministra missa e executa todas as funções que qualquer sacerdote católico pode desempenhar.
A rebeldia dessas mulheres custou caro: elas serão excomungadas, o máximo castigo dentro da Igreja Católica. A instituição religiosa que hoje está sob liderança do Papa Francisco compreende que somente os homens podem ser sacerdotes.
"Mesmo que a hierarquia nos diga que estamos excomungadas, não aceitamos. É absurdo que nos estejam negando que prestemos um serviço ministerial dentro da Igreja. Não há nenhuma razão nem bíblica nem teológica para que nos marginalizem da forma como nos têm marginalizado. Somente há um cânone, dentro dos cânones da Igreja, o 10-24, que diz que apenas os homens batizados podem aspirar à ordem sacerdotal", argumenta Olga.
O secretário-geral do Episcopado colombiano, monsenhor Daniel Falla, explica que a Igreja entende que os sacerdotes simbolizam Jesus Cristo na Terra e, portanto, deve-se manter a tradição da representação masculina. Sendo o caso das sacerdotisas latae sententiae, ou seja, aquele em que o fiel incorre no momento em que comete a falta previamente condenada pela religião, motivo para excomunhão automática. "Digamos que elas mesmas tenham se excomungado. Não estão em comunhão com a Igreja, com o que se quer preservar ao longo da história. Não as podemos chamar de membros da Igreja Católica Apostólica Romana", explica Falla.
Para Olga, há machismo na doutrina católica, no que rebate o secretário-geral do Episcopado: "A Igreja não é uma instituição social, política, mas uma instituição divina, que faz presente o mistério de Deus, de Jesus Cristo encarnado como homem. Se esquecemos isso, seguramente poderia ser visto como algo machista, mas quando tratamos de conservar a essência da Igreja, entendemos que não é uma posição machista", contra-argumenta.
A sacerdotisa colombiana não possui paróquia e rejeita a opulência. "Eu posso trabalhar onde as comunidades me chamam e me pedem", diz. Ela percorre comunidades de bairros de Medellín e Soacha, onde interpreta de outra maneira o Evangelho católico.
Posição tradicional X Inclusão
Caracol Televisón
A Igreja Católica, durante milênios, tem excluído a mulher de qualquer posição de poder. Atualmente, o Vaticano não reconhece as mulheres sacerdotisas e parece distante a possibilidade de serem aceitas na instituição. O Papa Francisco aparece como a figura que representa a transformação e modernização da Igreja Católica.
Ao longo de seu primeiro ano de pontificado, Francisco tem reafirmado a intenção de valorizar o papel das mulheres na Igreja, ampliando os espaços para uma presença feminina mais incisiva. "Para mim, a presença de Francisco na Igreja é muito importante. Não porque vá nos ordenar ou aceitar, porque isso não é fácil para ele. O que mais me importa desse homem é que é puro Evangelho", afirma Olga.
A Associação de Sacerdotisas Católicas Romanas, mesmo que se baseie pelo mesmo evangelho dos sacerdotes tradicionais, se distancia das políticas que têm sido implementadas pelos hierarcas do Vaticano. Para elas, por exemplo, a homossexualidade não é uma questão moral, sendo motivo de inclusão.
Como se não houvessem desafiado suficientemente o Vaticano, muitas dessas sacerdotisas são mulheres casadas e com filhos. Para elas, o celibato é mais um ato econômico, para que as propriedades da Igreja não sejam divididas entre famílias. Elas também têm tratado de renunciar à imagem opulenta e poderosa das gigantescas catedrais e dos valiosos adornos religiosos. "Nossas bispas e bispos não têm mitra nem báculo, que são símbolos de poder. Eles são do nosso mesmo nível", afirma Olga.
Das sete primeiras sacerdotisas ordenadas, três foram escolhidas para serem ordenadas como bispas, para que tivessem autoridade de ordenar novas sacerdotisas. Recentemente, foi ordenada a primeira mulher afro-colombiana. Marina Tereza Sánchez é a terceira sul-americana que se ordena sacerdotisa. "Decidi me ordenar porque isso faz parte da identidade de representantes de Deus", justifica. "Ser a primeira sacerdotisa afro é um grande compromisso com nossas comunidades latino-americanas em geral", complementa.
* Com informações de Caracol Televisión.

sexta-feira, 14 de março de 2014

CGMAF/ ADA RN A LUTA QUE NOSSA DE TODOS OS DIAS AFIRMAÇÃO E CONSTRUÇÃO POLITICA DO CGMAF RN/RELIGIOSOS REALIZAM VISITA TECNICA E TERREIROS....

ESSA E A VIDA DOS QUE ASSUMEM A POLITICA AFIRMATIVA DOS POVOS TRADICIONAIS DE TERREIROS DO RN  COMITES GESTORES ESTADUAIS DA AÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS - CGMAF,  BATEM DE PORTA EM PORTA QUE SE ABREM PARA MEMBROS EM PLENA CHUVA TORO NO RN O QUARTETO DA LUTA ROMPE MATAS E BARREIRAS, ATOLEIROS, CHUVA E LAMA COM COMPROMISSO E COERÊNCIA E TRANSPARÊNCIA LEVANDO A CONSTRUÇÃO  COLETIVA E LUTA POPULAR DA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL PARA POVOS DE TERREIROS DO RN VALEU, YA CARLA DE BECEM/COMISSÃO DE TERREIROS RELIGIOSOS E RELIGIOSAS DE TERREIRO E AFROAMERINDIA AFRICANA DO RN, PAI AGIMUDA/ FORUM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DOS POVOS TRADICIONAIS DO RN, EGBOME CLEYTON OLUFÃ/FORUM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DOS POVOS DE TERREIROS E MATRIZ AFRICANA DO RN,  PAI  CACIO D*OGUN/REDE MANDACARU BRASIL, OMO ORIXA FERNANDES OLUFÃ/ EXECUTIVA DO CENARAB E COMPARECEM E COM BRAVURA E MUITA LUTA ESSAS VIAGENS POUCOS QUEREM COMCERTEZA....

AGRADECER AO NOSSO HONROSO E PACIENTE SR. AURELIO QUE VESTIU A CAMISA DO POVO DE TERREIRO E COM MUITA PACIENCIA NOS CONDUZIU DE PORTA  COM O CARRO CEDIDO PELOS ORGAOS FEDERAIS DA SEPPIR/DF E CONAB/RN "POR QUE O NOSSO GOVERNO DO ESTADO DO RN NÃO TEVE CONDIÇÕES E DISPONIBILIDADE DE NOS CEDER O CARRO PARA REALIZAÇÕES DAS VISITAS TECNICAS REALIZADOS PELA EQUIPE CGMAF/SEPPIR - RIO GRANDE DO NORTE....

A Ação de Distribuição de Alimentos para Grupos Populacionais Específicos – ADA, criada em 2003, é uma ação emergencial e complementar de enfrentamento a insegurança alimentar e nutricional. Os povos e comunidades tradicionais de matriz africana foram inseridos entre os grupos beneficiários da ação no ano de 2005.
Esta ação é coordenada pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB e a SEPPIR. Para 2013, a meta é distribuir 83.400 cestas de alimentos beneficiando um total de 14.000 famílias. A SEPPIR, atualmente, repassa recursos financeiros para a CONAB garantir a embalagem e o transporte das cestas.
No ano de 2012, visando assegurar uma maior efetividade e transparência à ADA, foram formados Comitês Gestores Estaduais – CGMAF em 21 estados e no distrito federal. Os Comitês devem representar a diversidade das matrizes africanas e garantir a transparência no processo de distribuição das cestas alimentares.
Entre as atribuições do CGMAF, está a indicação das casas e famílias beneficiárias da ação para a SEPPIR. O Comitê deverá prestar contas das cestas distribuídas, além de contribuir para a implementação e monitoramento do I Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos Tradicionais de Matriz Africana e do Plano Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.





















quinta-feira, 13 de março de 2014

Militantes negros de partidos da base governista, em especial do PT e do PC do B, se reúnem nesta quinta-feira (13/03), em Brasília com a Presidente Dilma Rousseff. A reunião vinha sendo mantida em sigilo até o final da tarde desta quarta-feira. Antes do encontro com Dilma, todos estarão às 10h com a ministra chefe da SEPPIR, Luiza Bairros, para receber instruções.

Brasília – Militantes negros de partidos da base governista, em especial do PT e do PC do B, se reúnem nesta quinta-feira (13/03), em Brasília com a Presidente Dilma Rousseff. A reunião vinha sendo mantida em sigilo até o final da tarde desta quarta-feira. Antes do encontro com Dilma, todos estarão às 10h com a ministra chefe da SEPPIR, Luiza Bairros, para receber instruções. À tarde seguirão para o Planalto. A reunião não está na agenda, nem da ministra, nem de Dilma, daí a preocupação dos seus articuladores de manterem sigilo quanto aos motivos e a agenda do encontro.
Afropress apurou que foram convidados os mesmos participantes da reunião que aconteceu no dia 19 de julho do ano passado, entre os quais Ivanir dos Santos, do Rio, Flávio Jorge,  da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN), entidade formada por lideranças do PT, e Edson França, da União de Negros pela Igualdade (UNEGRO), formada por militantes do PC do B, além de Marcos Rezende, do PT da Bahia, quase todos membros do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR), órgão de assessoramento da ministra.
O reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, José Vicente, que juntamente com o diretor executivo da Educafro, Frei David Raimundo dos Santos, não pertencem à legendas da base do Governo, nem ao CNPIR, e foi uma das poucas vozes independentes na reunião, desta vez não figura na lista de convidados. (Veja ao final a lista dos participantes da reunião anterior).
Frei David disse ter recebido o convite e confirmou que a pauta deverá ser a mesma do ano passado, quando o principal tema abordado – além dos elogios “à sensibilidade da Presidente” - foi a adoção de cotas no serviço público federal.
Segundo um dos participantes da reunião, que pediu para que seu nome fosse mantido em sigilo, Dilma estaria preocupada com a onda de casos de racismo, inclusive nos estádios, há três meses da abertura da Copa e pretenderia ouvir as lideranças do movimento negro a respeito. A FIFA, entidade que promove a Copa, tem condenado tais episódios e faz campanha permanente contra o racismo no futebol.
No final da noite, os jornais começaram a divulgar que os jogadores Tinga, do Cruzeiro, Arouca, do Santos, além do árbitro gaúcho Márcio Chagas da Silva, vítimas de episódios racistas na semana passada serão recebidos por Dilma durante o encontro com as lideranças, o que transforma a reunião em um evento calculado para a gravação de imagens para o marketing do Governo.  
Cotas
O projeto das cotas cobrado pelo Frei na reunião, foi anunciado por Dilma em tom de comício durante a abertura da III Conferência Nacional da Igualdade Racial, realizada em novembro, em Brasília. A proposta que reserva de vagas para negros no serviço público federal já passou por todas as Comissões na Câmara dos Deputados, entre as quais a de Direitos Humanos e a de Constituição e Justiça, e recebeu emendas aumentando de 20% para 30% o percentual de vagas e estendendo aos cargos comissionados. O projeto, porém, ainda não tem previsão de quando entra na pauta de votações.
A reunião de julho foi marcada por Dilma para saber o que pensava o movimento negro dos partidos da base de apoio, logo após as manifestações de junho, porém, destoando dos protestos acabou com cenas constrangedoras de bajulação explícita e sem qualquer resultado prático.
À saída da reunião, a ministra Luiza Bairros, assumiu o papel de porta-voz do movimento, o que provocou protestos de lideranças como Gilberto Leal, da secção baiana da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN) para quem a autonomia do movimento negro como movimento social “foi gravemente ferida”.
Veja a lista de quem esteve na reunião de julho; 12 dos 19 são membros do CNPIR órgão de assessoramento da ministra.
1. Ana Flávia Magalhães Pinto – Coletivo Pretas Candangas / Campanha A Cor da Marcha; 2. Angela Maria da Silva Gomes – CNPIR; 3.     Arilson Ventura – CONAQ/CNPIR; 4. Cida Abreu – Secretaria Nacional de Combate ao Racismo do PT; 5. Cledisson Geraldo dos Santos Júnior – ENEGRECER/CNPIR; 6. Edson França – UNEGRO/organização com assento no CNPIR; 7. Estela Maris Cardoso – Fórum de Mulheres Negras/CNPIR; 8. Flávio Jorge – CONEN/organização com assento no CNPIR; 9. Frei David – EDUCAFRO/CNPIR; 10.  Helcias Roberto Paulino Pereira – APNs; 11. Ivanir dos Santos – CEAP/organização com assento no CNPIR; 12. João Carlos Borges Martins – ANCEABRA; 13. José Vicente – Faculdade Zumbi dos Palmares; 14.  Marcos Rezende – CEN; 15. Maria da Conceição Lopes Fontoura – Maria Mulher/AMNB/CNPIR; 16. Paulino de Jesus Cardoso – ABPN/CNPIR; 17. Sueide Kintê – Instituto Flores de Dan /Articulação Mulheres & Mídias Bahia; 18. Valdecir Pedreira do Nascimento – Instituto Odara /CNPIR; 19. Valkiria de Sousa Silva – CENARAB/CNPIR
Veja o vídeo com declarações dos participantes:



fonte: http://www.afropress.com/post.asp?id=16239#.UyE9v2-pEXE.facebook

sexta-feira, 7 de março de 2014

Programa do IPq incorpora dimensão espiritual a tratamento médico


Programa do IPq incorpora dimensão espiritual a tratamento médico


Foto: Pedro Bolle / USP Imagens
Pesquisa, ensino e assistência terapêutica fazem parte das ações do ProSER
Embora trabalhe diariamente com a questão da saúde humana, o que com frequência é sinônimo de lidar com o sofrimento alheio, a dor e a morte, o exercício da medicina e a formação na área raramente levam em consideração aspectos como religião e espiritualidade no contato com os pacientes. Mas para o psiquiatra Frederico Camelo Leão, independentemente das crenças pessoais do médico, ele deve estar preparado para lidar com a dimensão espiritual. “O paciente demanda isso”, afirma o pesquisador do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
No Instituto, Leão coordena o Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade (ProSER), iniciativa que busca compreender a relação entre esses três fatores a partir de atividades de pesquisa, ensino e assistência terapêutica. Segundo o médico, a complexidade do ser humano e a saúde mental vão muito além das questões neuroquímicas – e é essa premissa que guia o programa.
A complexidade do ser humano e a saúde mental vão muito além das questões neuroquímicas.
A ideia não é que a espiritualidade e a religiosidade entrem como uma alternativa ao tratamento médico. “É uma forma complementar, dentro da visão de que a busca da saúde é mais do que apenas tomar remédios”, explica. Leão conta que trabalhos científicos na área indicam que práticas como meditação, orações ou a dedicação a uma denominação religiosa podem estar associadas a melhoras na defesa imunológica e na longevidade. Ao frequentar um templo ou igreja, por exemplo, a pessoa, além de trabalhar sua espiritualidade, tem também suporte social, ou seja, frequenta um lugar onde pode compartilhar experiências e obter apoio, o que traz benefícios à saúde, podendo, inclusive, inibir ímpetos suicidas.

Mapeamento espiritual

Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Depoimentos dos pacientes revelam que, em geral, se sentem mais humanizados com abordagem do ProSER
Os pacientes em tratamento no IPq são convidados pela equipe do ProSER a responder um questionário. Trata-se da anamnese espiritual, uma forma de mapear o perfil espiritual/religioso, a partir de questões que buscam identificar os valores cultivados pelo paciente – por exemplo, se ele vê relação entre o sofrimento psíquico e a religião seguida, ou a que a pessoa recorre em momentos de dificuldade.
Essa anamnese, que em si já apresenta uma função terapêutica, pois estimula a reflexão do paciente sobre essas questões, é seguida de discussão pela equipe que vai, então, sugerir o encaminhamento a alguma das atividades promovidas pelo programa, como meditação, oficina de contos, yoga e psicoterapia transpessoal. No caso da yoga, o programa se estende também aos funcionários do Instituto.
O trabalho feito pelo ProSER não envolve práticas religiosas, mas tem a parceria do Comitê de Assistência Religiosa (CARE) do Hospital das Clínicas. O Programa faz a intermediação com esse Comitê quando o paciente deseja receber a visita de um representante religioso, como um rabino ou pastor.
O trabalho feito pelo ProSER não envolve práticas religiosas.  O Programa faz a intermediação quando o paciente deseja receber a visita de um representante religioso, como um rabino ou pastor.
Segundo o coordenador do ProSER, é difícil dizer se a melhora do paciente tem relação direta com a abordagem espiritual, especialmente ao se tratar do IPq, cuja assistência multiprofissional é uma das características mais marcantes. No entanto, os depoimentos dos pacientes revelam, em geral, que se sentiram mais humanizados. “Muitas das queixas de pacientes internados vêm do fato de serem tratados apenas como um leito, um diagnóstico. Quando você faz uma abordagem diferente, dando a oportunidade da pessoa falar sobre sua intimidade, suas crenças, a pessoa se sente mais acolhida”, conta Frederico Leão.

Ciência e espiritualidade

Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Embora ainda exista resistência por parte da comunidade científica ao lidar com questões que envolvam religião e espiritualidade, Leão enxerga um grande crescimento na produção científica na área, que encontra espaço nas revistas de impacto. Um exemplo é a Revista de Psiquiatria Clínica, que publicou em 2007 uma edição especial dedicada ao assunto e mantém atualmente uma seção chamada Série Mente-Cérebro, que abrange trabalhos na área. “O programa vem sendo reconhecido, vem crescendo dentro da Universidade. Na psiquiatria, de um modo geral, há um crescimento extraordinário das publicações, não só no Brasil”.
Esse avanço se deve, em parte, à decisão da Associação de Psiquiatria Americana que, em 1995, atualizou o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), incluindo problemas espirituais e religiosos como uma nova categoria diagnóstica, ou seja, eles deixavam de ser classificados como transtornos mentais. A mudança deu impulso à criação no IPq do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (NEPER), embrião do ProSER, e motivou estudiosos também em outros países. ”A resistência vem de quem acredita que a questão central da psiquiatria é diagnóstico e medicação. Mas a psiquiatria não se esgota aí”, crê Frederico Leão.

Atendimento no IPq

Informações sobre triagem e atendimento no IPq podem ser obtidas pelo telefone (11) 2661-8045, diariamente, das 7 às 19 horas (inclusive sábados, domingos e feriados).

II JORNADAS DE CIENCIAS DA RELIGIÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RN - CAMINHOS DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTIFICA DO CURSO DE CIENCIAS DA RELIGÃO DA UERN

INICIATIVA DA COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIENCIAS DA RELIGIÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE   E DOS DOCENTE E DISCENTES ...




RECAPITULANDO O ANO PASSADO LEVAMOS COM MUITA LUTA  E  COM MUITAS MÃOS DIGAM DOCENTES E DISCENTES PARA UNIVERSIDADE A TEMÁTICA DESAFIOS E INTOLERÂNCIAS RELIGIOSAS NAS CASAS DE TERREIRO DO RN  E DO BRASIL  E TAMBÉM  INTOLERÂNCIAS EM OUTROS CREDOS BEM COMO SEMPRE O DESAFIO DE FAZER ENSINO RELIGIOSO E A CONSTRUÇÃO AFIRMATIVA DA LEI 10;639/03 E 11. 645/08,  E ENTRE AS AUTORIDADES PRESENTES NA RODA DE CONVERSA ESTIVEREM PRESENTES O PEJIGAN JOSÉ CARLOS DE BECEM PSICOLOGO E EDUCADOR SOCIAL E BEM COMO A YALORIXA  TEMI LUCIENE DE OYATOGUN ATUALMENTE ALUNA DO NOSSO CURSO DE CIÊNCIAS DA RELIGIÃO DA UERN E BEM COMO O PROFESSOR GENARO E MEMBROS DO CRDH DA UFRN.

ESSE ANO ENTENDENDO A IMPORTÂNCIA ADENTRAMOS COM  MUITA FORÇA E AXE A DISCIPLINA DE CORPOREIDADES NO OITAVO PERÍODO DO NOSSO CURSO DE CIÊNCIAS DA RELIGIÃO ATENTANDO PARA TEMÁTICA,  FOMOS NESTE GRUPO ACADÊMICO DE GRADUANDOS,  DISCUTINDO E BEM COMO  EM RITMO DE TODA A CORPOREIDADE PERSONIFICANDO O CULTO DOS ORIXÁS EM UM SIRE(XIRE),  FESTA PÚBLICA REALIZADA EM DIVERSAS COMUNIDADES AFRO BRASILEIRAS,  OS GRADUANDOS TIVERAM ENTÃO A OPORTUNIDADE DE VIVÊNCIAR NA PRATICA O RITMO E AS DANÇAS BEM COMO QUESTIONAR E FAZER AS DEVIDAS PONDERAÇÕES DEVIDAS EM RODAS DE CONVERSA E MUITA DISCUSSÃO E DESCONTRAÇÃO, ALEM DE TODOS  E TODAS DESPIDOS (AS),  DE SUAS BARREIRAS PRECEITUAIS E DE SEUS PRÓPRIOS CREDOS PARTICIPAREM AVIDAMENTE E DANÇAREM PARA OS DIVERSOS ORIXAS E VIVENCIAREM COM VISITAS EM LOCO A ALGUMAS CASAS DE TERREIRO E PRESENCIAR  NA PRATICA UM XIRE EM UMA ROÇA, ILE EM UM TERREIRO E TODA A SUA DINÂMICA E TODA A SUA SINERGIA METAFISICA  E FENOMENOLÓGICA QUE OS ORIXAS NOS TRAZEM PERCEBENDO A IMPORTÂNCIA AGRADECEMOS A TODOS OS DOCENTES E DISCENTES  DA UERN  DO CURSO CIÊNCIA DA RELIGIÃO E COMO NÃO AOS PROFESSORES: PROF. DR.  DANIEL TITULAR DA NOSSA DISCIPLINA  E TAMBÉM A PROFESSORA IRENE E O PROFESSOR JOÃO BOSCO, JOCAFI E AUGUSTA E BEM COMO O SR FRANCISCO QUE EM MUITO INCENTIVARAM E APOIARAM A NOSSA DISCUSSÃO, CONTRIBUINTES DE FORMA PEDAGÓGICA E AFIRMATIVA PARA CONSTRUÇÃO DESTA NOSSA LUTA QUE E A EFETIVIDADE DAS LEIS 10.639/03 E 11645/08 EM TODOS OS NIVIEIS E ENTES DA EDUCAÇÃO SEJA PUBLICA E OU PRIVADA CONFORME CONSTA E DETERMINA AS LEIS E O MEC/SECADI...


REALIZAÇÃO: 

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RN - CAMPUS NATAL  CURSO DE CIÊNCIAS DA RELIGIÃO / COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA RELIGIÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE   E DOS DOCENTE E DISCENTES ...
DISCIPLINA CORPOREIDADE  E GRADUANDOS

PROJETO XIRE - DENTRO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO  CIENTIFICA E A DOCENCIA E A DISCIPLINA CORPOREIDADES...

ENTIDADES ASSOCIADAS:

CENARAB RN, FORUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETNICO RACIAL DO RN/MEC/SECADI, COMISSÃO DE TERREIROS E RELIGIOSOS (AS) DE MATRIZ AFRICANA E AMERINDIA DO  RN E REDE MANDACARU BRASIL.

ENTIDADES DE MATRIZ AFRICANA QUE SEVIRAM DE CAMPO DE PESQUISA PARA GRADUANDOS:

ILE AXE DE YEMANJAR - NOSSA SENHORA DA APRESENTAÇÃO/NATAL/RN - BABALORIXA MARCIO DE YEMONJAR

TENDA DE IEMANJAR OGUNTHE -  IGAPO/NATAL/RN - YALORIXA ALAO CREMILDA DE OXUMARE

ILE AXE OYA  -  SAO GERALDO/CEARA MRIM/RN - BABALORIXA ZE MARIA OYA E MAE ECAD JOSELIA

CASA ABASSA DO BENGUE LEBARANGANGA - GENIPABU - TATA KASULUPONGO

CENTRO DE UMBANDA MESTRE JOSE DIOGO - VALE DOURADO - NATAL - RN - MAE GERALDA - "YA MOÇA"

CENTRO ESPIRITA DE UMBANDA E JUREMA MANOEL MARINHEIRO - ESTIVAS - EXTREMOZ - MAE JOANA JUREMEIRA

 TRAZENDO A SINERGIA E A VALORIZAÇÃO DA CORPOREIDADE DOS ORIXAS NUMA REATUALIZAÇÃO CONSTANTE  DE SUA MITOLOGIA E COSMOGONIA FENOMENOLOGICA  


AS SEGUINTES ENTIDADES  DE MATRIZ AFRICANA PARTICIPARAM COM OS GRADUANDOS DO XIRE COM SEUS RELIGIOSOS E RELIGIOSAS....

ILE AXE OYA GITALOSI - NOVO AMARANTE - SÃO GONÇALO DO AMARANTE -  ZELADORA A MATRIARCA YALORIXA ELAINE DE OYA

ROÇA JEJE OBE TOGUNDA - JARDIM PROGRESSO - NATAL - RN -  ZELADORA A MATRIARCA YALORIXA TEMI LUCIENE OYATOGUN


quinta-feira, 6 de março de 2014

RN lidera crescimento no número de mortes relacionadas à aids - heterossexuais lideram as infecções pelo vírus HIV. Naquele ano, este grupo respondia por 67,5% dos casos. A maioria, eram mulheres – 58,2%. A maior incidência de contaminação está na faixa de 30 a 49 anos

REDE MANDACARU BRASIL - RECOSOL - RMRN - Ilê Ilê Axé àrà-àiyé omim fun fun ofa bara lona orum aiye: RN lidera crescimento no número de mortes relacion...: Roberto Lucena repórter O Rio Grande do Norte é o Estado brasileiro onde o número de óbitos em decorrência da Aids mais cresceu n...

RN lidera crescimento no número de mortes relacionadas à aids - heterossexuais lideram as infecções pelo vírus HIV. Naquele ano, este grupo respondia por 67,5% dos casos. A maioria, eram mulheres – 58,2%. A maior incidência de contaminação está na faixa de 30 a 49 anos




Roberto Lucena
repórter

O Rio Grande do Norte é o Estado brasileiro onde o número de óbitos em decorrência da Aids mais cresceu nos últimos dez anos. Entre 2002 e 2012, o Ministério da Saúde (MS) contabilizou um avanço de 176,9% nas mortes entre pessoas com o vírus HIV. Os dados fazem parte de um levantamento elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), ainda não divulgado, obtido pela TRIBUNA DO NORTE. Os números apontam ainda que, em 2012, a taxa de novos casos identificados no Estado era 12,6 para cada grupo de 100 mil habitantes.
aldair dantasSônia Lins: diagnóstico tardio é um fator para aumentar óbitosSônia Lins: diagnóstico tardio é um fator para aumentar óbitos

Para a coordenadora do Programa Estadual DST/Aids da secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Sônia Cristina Lins há apenas um fator que explica a evolução avassaladora da doença em terreno potiguar: o diagnóstico tardio. “As pessoas não procuram orientação. Não querem fazer o teste que aponta a presença do vírus. Quando descobrem que são portadores do HIV, já é tarde. Reconheço que o número é preocupante”, avaliou.

Ainda de acordo com Sônia Lins, a descoberta da doença ocorre, na maioria dos casos, quando o paciente procura uma unidade de saúde devido a outros problemas. “A notificação ocorre, por exemplo, no hospital Walfredo Gurgel ou outra undiade quando a pessoa está com sintomas comuns a outras doenças. É feito então a investigação do caso e descobre-se que aquela é um paciente portador do vírus”, disse. “Nesses casos, infelizmente, o tratamento já não é tão eficaz”, completou Sônia Lins.

Se por um lado o Rio Grande do Norte lidera o ranking de aumento das mortes provocadas pela doenças, outros Estados apresentam dados animadores. É o caso de São Paulo, onde houve redução em 32,3% de óbitos em decorrência da Aids. Para Sônia, o que nos diferencia do estado paulistano não é a oferta de mais serviços de saúde, campanhas de prevenção ou distribuição de medicamentos. 

“Isso nós também temos. Não nos faltam medicamentos ou campanhas educativas. Falta a conscientização da população. O problema é a identificação somente através das doenças oportunistas”, colocou.

Notificações
O estudo da Flacso, analisado pelo sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, mostram ainda as novas notificações da doença relacionadas no ano de 2012. Neste caso, os heterossexuais lideram as infecções pelo vírus HIV. Naquele ano, este grupo respondia por 67,5% dos casos. A maioria, eram mulheres – 58,2%. A maior incidência de contaminação está na faixa de 30 a 49 anos, incluindo aí, heterossexuais e homossexuais. O Rio Grande do Norte, com 12,6 novos casos identificados a cada cem mil habitantes, ocupa a 24ª posição no ranking. A médica nacional é de 20,2. Com 41,4, o Rio Grande do Sul lidera a estatística. Ainda não há dados do ano passado. 
Apesar dos números, Sônia Cristina Lins alertou que os dados podem não ser fidedignos. Isso ocorre porque nem sempre os pacientes revelam a verdade quando entrevistados. “Temos os dados, mas nem sempre se pode confiar. Muitas pessoas não se declaram homossexuais quando questionados. Por isso, as estatísticas apontam a liderança dos heterossexuais. Porém, os homossexuais ainda compõem o grupo mais preocupante”, disse.

De 2000 a 2012, foram registrados, de acordo com o Sistema de Informação de Agravos Notificáveis (Sinan), Sistema de Informação de Mortalidade (Sim) e Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (Siclom), 3.594 casos de Aids em adultos no Rio Grande do Norte. Destes casos, 67% corresponderam ao sexo masculino e 33% ao sexo feminino, o que revela uma razão média de dois casos em homens para um em mulheres.

Em relação à categoria de exposição, quando se estratifica por sexo, observa-se que no sexo masculino há um crescimento do registro da categoria homossexual e bissexual (somadas) a partir de 2008, ultrapassando a categoria heterossexual em 2010 e em 2012, onde 33% representaram a categoria homo/bissexual e 37% a heterossexual. Ressaltando que existe um elevado número de ignorados (36% em 2012), o que representa um deficit de informações para esta variável.


http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/rn-lidera-crescimento-no-numero-de-mortes-relacionadas-a-aids/275913




REDE MANDACARU BRASIL E ENTIDADES PARCEIRAS NA LUTA CONTRA A HEPAIDS E DST SEMPRE ... VOCÊ E PRINCIPAL AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO DE NOSSA LUTA....

MANDACARURN@GMAIL.COM

+REDE MANDACARU BRASIL 

@MANDACARURN

+55 084 8803 5580 - TELE MANDACARU BRASIL 24 HORAS A DISPOSIÇÃO NA LUTA E NAS DIVERSIDADES...


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

QUESTIONÁRIO PARA AVALIAR COMO SUA ESCOLA ABORDA O RACISMO Postado por A Cor da Cultura ...

QUESTIONÁRIO PARA AVALIAR COMO SUA ESCOLA ABORDA O RACISMO

Uma proposta de educação de direitos humanos
No início do ano letivo, cada professor/a deve fazer uma "lista de desejos" que inclua suas propostas de como poderá ajudar a mudar o mundo, entendendo que é instituído a este trabalho a disseminação do saber e do conhecimento que são ingredientes necessários para a construção e garantia da Paz, da valorização da Diversidade, da efetivação da Igualdade e pelo respeito aos Direitos de cada pessoa que está na escola. 
Sabemos que os pais, o poder públicos e toda a sociedade também tem responsabilidades na garantia deste trabalho, mas a sociedade cobra da escola o papel de indutor de um posicionamento mais firme no exercício de garantia dos direitos e deveres, formando em grande escala cidadãos e cidadãs conscientes, responsáveis e que respeitem os Direitos e a Diversidade
Aliado a este propósito, o Projeto a Cor da Cultura apresenta um questionário para debatermos os nossos posicionamentos e os nossos questionamentos sobre questões de como tratamos as diferenças, a diversidade, o racismo, a discriminação, o sexismo e as violações de direitos humanos no nosso cotidiano e no espaço escolar. 
Nosso objetivo com este questionário é debater sobre as diversas discriminações existentes no ambiente escolar, pensarmos formas de proteção e integração dos/das alunos/as que são discriminados/as, promover mudanças de posturas de alunos/as que oprimem ou discriminam colegas, além de avaliarmos as dificuldades e desafios que estão colocados para professores/as e sociedade de maneira geral de forma a construirmos um ambiente escolar livre de preconceitos.
**********************
Adaptadas do modelo da CMEB Mário Leal da Silva, as perguntas abaixo auxiliam você a fazer um diagnóstico, junto aos professores e à equipe, de como as questões raciais são tratadas na sua instituição
Assinale a alternativa que corresponde à realidade do seu ambiente escolar
1. A trajetória histórica do negro é estudada: 
A- No Dia da Abolição da Escravatura, em agosto, mês do folclore, e no Dia da Consciência Negra. 
B- Como conteúdo, nas várias áreas que possibilitam tratar o assunto. 
C- Não é estudada.
2. Acredita-se que o racismo deve ser tratado:
A- Pedagogicamente pela escola. 
B- Pelos movimentos sociais. 
C- Quando acontecer algum caso evidente na escola.
3. A cultura negra é estudada: 
A- Como parte do rico folclore do Brasil. 
B- Como um instrumento da prática pedagógica. 
C- Quando é assunto da mídia.
4. O currículo: 
A- Baseia-se nas contribuições das culturas europeias representadas nos livros didáticos. 
B- Constrói-se baseado em metodologia que trata positivamente a diversidade racial, visualizando e estudando as verdadeiras contribuições de todos os povos. 
C- Procura apresentar aos alunos informações sobre os indígenas e negros brasileiros.
5. O professor: 
A- Posiciona-se de forma neutra quanto às questões sociais. É o transmissor de conteúdos dos livros didáticos e manuais pedagógicos. 
B- Reavalia sua prática refletindo sobre valores e conceitos que traz introjetados sobre o povo negro e sua cultura, repensando suas ações cotidianas. 
C- Tem procurado investir em sua formação quanto às questões raciais.
6. O trato das questões raciais: 
A- É feito de forma generalizada, pois a escola não tem possibilidade de incidir muito sobre ele. 
B- É contextualizado na realidade do aluno, levando-o a fazer uma análise crítica dessa realidade, a fim de conhecê-la melhor, e comprometendo-se com sua transformação. 
C- Não é considerado assunto para a escola.
7. As diferenças entre grupos etnoculturais: 
A- Não são tratadas, pois podem levar a conflitos. 
B- Servem como reflexão para rever posturas etnocêntricas e comparações hierarquizantes. 
C- São mostradas como diversidade cultural brasileira.
8. As situações de desigualdade e discriminação presentes na sociedade são: 
A- Pontos para reflexão para todos os alunos. 
B- Pontos para reflexão para os alunos discriminados. 
C- Instrumentos pedagógicos para a conscientização dos alunos quanto à luta contra todas as formas de injustiça social.
9. Acredita-se que, para fortalecer o relacionamento, a aceitação da diversidade étnica e o respeito, a escola deve: 
A- Promover o orgulho ao pertencimento racial de seus alunos. 
B- Procurar não dar atenção para as visões estereotipadas sobre o negro nos livros, nas produções e nos textos do material didático. 
C- Promover maior conhecimento sobre as heranças culturais brasileiras.
10. Quanto à expressão verbal: 
A- Acredita-se que a linguagem usada no cotidiano escolar tem o poder de influir nas questões de racismo e discriminação. 
B- Usam-se eufemismos para se referir a etnia dos alunos, para não ofendê-los. 
C- A linguagem não tem influência direta nas questões raciais.
11. Quanto ao trabalho escolar: 
A- Alguns professores falam da questão racial em determinadas etapas do ano letivo. 
B- Existe resistência dos professores para tratar a questão racial com relação à luta contra todas as formas de injustiça social.
C- Existe um trabalho coletivo sobre a questão racial com a participação de todos, inclusive da direção e dos funcionários. 
12. Quanto à biblioteca: 
A- Existem muitos e variados livros sobre a questão racial que contemplam alunos e professores. 
B- Existem alguns tipos de livros (dois ou três) que contemplam a questão racial. 
C- Não existem livros sobre o tema.
13. Quanto à capacidade dos professores sobre a questão racial: 
A- Algumas vezes no ano fazemos cursos ou grupos de estudo sobre a questão racial. 
B- Ainda não tivemos a oportunidade de estudar a questão. 
C- Procuramos incorporar o assunto nas discussões de reuniões pedagógicas, grupos de estudo e momentos de formação.
14. No trato das questões de gênero: 
A- A homossexualidade é percebida e discutida no espaço escolar. 
B- Há um trabalho efetivo de combate à homossexualidade na escola. 
C- Não se considera a homossexualidade um assunto a ser discutido na escola.
15. As discussões sobre a questão da mulher: 
A- Não se discute com os alunos a história da discriminação das mulheres na sociedade. 
B- A situação feminina é tratada em momentos pontuais, como no Dia Internacional da Mulher. 
C- A questão da mulher é amplamente discutida e incorporada aos conteúdos curriculares.
16. Quanto à abordagem sobre populações indígenas: 
A- A temática é tratada considerando as informações de livros didáticos e no Dia do Índio. B- Existe resistência dos professores para trabalhar criticamente essa temática. 
C- A escola procura romper com os estereótipos que inferiorizam a cultura destes povos.
Gabarito
Resultado:
Até 06 pontos
1- Fase da individualidade A questão racial ainda é tabu na escola, que se mantém silenciosa quando o assunto é discriminação. A diversidade étnica é desconsiderada, mesmo que tenha muitos alunos de diferentes origens em sua escola. Enquanto isso, as crianças perdem a oportunidade de formar valores essenciais para uma convivência harmônica em sociedade. Que pena.
De 07 a 18 pontos 2- Fase da negação
Embora a maioria dos professores negue a existência do racismo na sociedade e no ambiente escolar, o assunto começa a ser discutido na sua escola. No currículo, a cultura negra é considerada folclore e a história do povo negro não é exemplo de luta pela cidadania. Na tentativa de amenizar a situação, alguns professores apenas comentam a questão no Dia da Abolição da Escravatura e no Dia da Consciência Negra, não é mesmo?
De 19 a 24 pontos 3- Fase do reconhecimento
Muito bem! Sua escola está no caminho correto, pois reconhece a necessidade urgente de transformar o ambiente em um espaço de luta contra o racismo e a discriminação. Os alunos aprenderam conceitos sobre os diferentes grupos presentes na sociedade e a realidade de cada um é reconhecida e trabalhada. Continue a enfrentar esse belo desafio.
26 pontos ou mais
4- Fase do avanço
Parabéns! Sua escola progrediu bastante para construir-se verdadeiramente democrática. Visualiza com dignidade os diversos grupos étnicos e usa suas contribuições como ferramentas pedagógicas no trato da diversidade. Certamente, os alunos negros de sua escola têm a autoestima elevada e orgulho de sua origem. Todos os alunos reconhecem a necessidade de respeitar as diferenças e sabem que elas não significam superioridade nem inferioridade.

MIDIAS SOCIAIS COMPARTILHA...

Gostou? Compartilhe !!!

Postagens populares

visitantes diariamente na REDE MANDACARURN