A FLOR DO SERTAO E CANGAÇO - Organização que atua na defesa social da vida ambiente da diversidade etinico racial de todas as formas e maneiras, a missão de servir ao outro com toda a nossas forças e sinergia "Ti Oluwa Ni Ile", Domine, quo vadis? Senhor, aonde ides? Ab initio: desde o começo. Ab aeterno: desde a eternidade. In perpetuum: para sempre. TRANSFORME SEU GESTO EM AÇÃO DEPOSITE: 9314 ITAU NATAL-RN-BRASIL 08341 2 Ilê Ilê Axé àrà-àiyé Omim ofa Orum fum fum Bara Lona...
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Movimento AIDS questiona eficácia da política brasileira
Movimento AIDS questiona eficácia da política brasileira
Após uma série de protestos públicos e reuniões com o Departamento Nacional de AIDS e Hepatites Virais, organizações não governamentais e profissionais de universidades que atuam no campo da formulação e acompanhamento das políticas de saúde e AIDS no Brasil vão participar de reuniões com o governo federal e Conselho Nacional de Saúde em Brasília entre os dias 30 de outubro e 02 de Novembro.
O documento em abaixo resume as questões que serão tratadas e elenca uma série de perguntas que precisam ser respondidas pelo Governo Federal para que, efetivamente se possa realizar um diagnóstico da resposta brasileira ao HIV e à AIDS e subsidiar a elaboração de um plano emergencial para a intensificar e melhorar ações que vêm sendo realizadas.
O documento em abaixo resume as questões que serão tratadas e elenca uma série de perguntas que precisam ser respondidas pelo Governo Federal para que, efetivamente se possa realizar um diagnóstico da resposta brasileira ao HIV e à AIDS e subsidiar a elaboração de um plano emergencial para a intensificar e melhorar ações que vêm sendo realizadas.
Questões estratégicas para orientar a reunião ampliada conjunta da CNAIDS, CAMS e CAPDA/CNS
30 e 31 de outubro e 01 de novembro de 2012 – Brasília/DF
30 e 31 de outubro e 01 de novembro de 2012 – Brasília/DF
As questões que apresentamos a seguir foram formuladas a partir de ampla consulta a ativistas, organizações não governamentais e profissionais de universidades que atuam no campo da formulação e acompanhamento das políticas de saúde e AIDS, com o objetivo de orientar a realização de um diagnóstico rápido da resposta brasileira ao HIV e à AIDS e subsidiar a elaboração de um plano emergencial de curto prazo, para a intensificação das ações que vêm sendo realizadas.
As questões estão nucleadas segundo os cinco pontos essenciais para o fortalecimento da resposta brasileira apresentados pela sociedade civil ao Ministro da Saúde Alexandre Padilha, em reunião realizada em setembro de 2012. As respostas a essas questões devem contemplar as diferenças e especificidades regionais.
1. Reconhecimento de que há uma epidemia de AIDS crescente no Brasil.
1.1) Quais são as evidências que mostram uma epidemia de AIDS estabilizada ou em crescimento no Brasil, considerando como indicadores os coeficientes de incidência e de mortalidade por AIDS, as taxas de prevalência e incidência do HIV e os de comportamentos para proteção/risco nas populações geral e específicas?
1.2) Dadas as características da epidemia de AIDS no Brasil, qual o grau de prioridade para as políticas de prevenção e atenção, cuidado e apoio às pessoas vivendo com HIV e AIDS no âmbito do Ministério da Saúde e como esse status pode ser evidenciado?
1.3) Quais são os segmentos sociais mais afetados pelo HIV no Brasil e que se constituem prioridade no enfrentamento da epidemia (discriminando as informações que sustentam essa priorização)?
1.4) Quais são as ações imediatas e metas estabelecidas para aprimorar a vigilância epidemiológica do HIV e AIDS, considerando, entre esses, a análise sistemática e criteriosa do conjunto de dados existentes, o estudo das prevalências em grupos não estudados adequadamente (ex: presídios) e a atualização e disponibilização de informações sobre a magnitude e tendências da epidemia?
2. A política de AIDS deve estar baseada nos Direitos Humanos, garantindo os direitos das populações em maior situação de vulnerabilidade frente ao HIV, como HSH, gays, travestis, transexuais, trabalhadores e trabalhadoras comerciais do sexo, pessoas privadas de liberdade e usuárias de drogas. Não é possível que o governo brasileiro justifique censuras às campanhas de prevenção para estas populações, principalmente quando já produzidas e pagas pelo próprio governo.
Promoção da saúde e prevenção para segmentos mais expostos à infecção.
2.1) Que compromissos de respeito à constituição assume o Ministério da Saúde para garantir a laicidade do Estado na efetivação de políticas e campanhas junto aos grupos vulneráveis?
2.2) Qual é a cobertura das ações de prevenção entre os segmentos sociais mais expostos à infecção, considerando sua participação em atividades educativas, e o acesso contínuo à informação e aos meios de prevenção? E quais os principais pontos de fragilidade dessas intervenções?
2.3) Como serão avaliadas as ações e a efetividade do Plano Nacional de Enfrentamento à Epidemia de AIDS e outras DST junto a gays, outros HSH e Travestis?
2.4) Qual a perspectiva de abertura do diálogo com a sociedade, envolvendo ONG, academia e as populações mais atingidas pelo HIV, acerca de como os serviços de prevenção poderão ser estruturados para garantir ampliação da testagem voluntária e confidencial (com aconselhamento pré e pós de qualidade), incorporação (ou pelo menos avaliação de novas modalidades de testagem) e possivelmente oferta de antirretrovirais para prevenção?
2.5) Quais são as metas estabelecidas para ampliar a cobertura das ações de prevenção entre os segmentos sociais mais expostos à infecção? O que está planejado para avaliar a efetividade e melhorar a qualidade dessas intervenções? – Incluindo a oferta de informações e de insumos em locais de alta frequência de segmentos sociais mais expostos à infecção (bares, saunas, áreas de prostituição, bares, presídios, escolas)?
2.6) O que se pretende fazer em relação ao aumento da AIDS entre jovens homossexuais, mulheres jovens e entre pessoas com mais de 50 anos?
2.7) Quais são os encaminhamentos imediatos e metas para a prevenção da transmissão do HIV em heterossexuais mais exposto à infecção, considerando distintamente homens e mulheres?
2.8) Qual é a política de prevenção do governo federal (não projetos, mas políticas) para jovens – incluindo crianças e jovens que estão sob impacto da epidemia (irmãos, irmãs filhos/as de pessoas que vivem com HIV)?
2.9) Qual a política do DN para a AIDS no ambiente de trabalho?
2.10) Quais são as ações imediatas e metas estabelecidas para pessoas portadoras de necessidades especiais (surdo, cegos, e outros), no que diz respeito à prevenção e cuidado?
2.11) Qual a política de apoio à mulheres que vivem com HIV e AIDS e como as diferenças regionais de acesso a serviços são tratadas? Quais são os resultados efetivos e impacto do Plano Nacional de Enfrentamento da Feminização das DST, HIV e AIDS? Quantas mulheres se beneficiaram desse plano?
Obs: Para cada uma destas políticas, favor informar a adequação, alcance, cobertura e nível de implementação e efetividade.
Comunicação e Informação
2.12) Como é avaliado o resultado da atual estrutura organizacional do DN e sua estratégia para ocupar espaço nos meios de comunicação em geral? Houve avaliação dos efeitos dessa reorganização, visto a redução das ações de comunicação e informação à população nos órgãos midiáticos?
2.13) Quais as ações imediatas e metas estabelecidas para ampliar a inserção do tema AIDS na imprensa e em outros meios de comunicação? Quais as ações imediatas e metas para introduzir, no âmbito da comunicação, estratégias inovadoras, como a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação, incluindo as redes sociais?
2.14) Como vem sendo o fomento de ações de comunicação em AIDS junto à sociedade civil? Há editais previstos neste campo?
2.15) A Comissão de Comunicação (da qual participam gestores/as e sociedade civil) está em funcionamento? Qual sua agenda de trabalho?
2.16) Qual é a agenda e como serão definidos os conteúdos das próximas campanhas de massa? O vídeo com jovens gays vetado na campanha do primeiro de dezembro do ano passado será disponibilizado esse ano?
2.17) Como será garantida a laicidade do Estado na efetivação de políticas e campanhas destinadas ao enfrentamento da AIDS? E qual será a estratégia para neutralizar a intervenção de setores conservadores, diante da necessidade incontornável de abordar publicamente temas como sexualidade, uso de drogas e prostituição, entre outros?
Defesa dos direitos humanos
2.18) Quais são as ações imediatas e metas estabelecidas para o enfrentamento do estigma e discriminação das Pessoas Vivendo com HIV e AIDS defesa dos seus direitos humanos nos próximos cinco anos?
2.19) Quais as estratégias para garantir o cumprimento das normas e legislações existentes que proíbem a realização de exames anti-HIV em processo de seleção para o trabalho? Como o Estado tem fiscalizado/punido a solicitação de exames por órgãos governamentais? Como avaliam a efetividade dessas ações?
2.20) Quais são as ações imediatas e metas estabelecidas para a prevenção das DST e AIDS e combate à exploração sexual de crianças e jovens no contexto atual de desenvolvimento nacional?
2.21) Quais são as ações imediatas e metas estabelecidas para a prevenção das DST e AIDS e combate à exploração sexual de crianças e jovens no contexto do turismo, tendo em vista a Copa do Mundo e a Olimpíada, que ampliarão os fluxos populacionais nas fronteiras, metrópoles e cidades ?
2.22) Quais são as intervenções de caráter estruturante e intersetoriais voltadas a dirimir a violência estrutural que afeta as populações vulneráveis ao HIV e à AIDS como homossexuais, travestis, transexuais, trabalhadores e trabalhadoras comerciais do sexo, pessoas privadas de liberdade e usuários de drogas?
3. Discussão ampla, envolvendo gestores, pesquisadores e sociedade civil a respeito da incorporação das novas tecnologias de prevenção visando a diminuição das novas infecções.
3.1) Há previsão de apoio à realização de estudos sobre novas tecnologias de prevenção e cuidado no país? Como se dará?
3.2) Há previsão de implantação de inovações tecnológicas na área de prevenção no Brasil? Como o Ministério da Saúde implementará essa agenda e como será o diálogo com a comunidade científica e com a sociedade civil? E em caso afirmativo qual o cronograma previsto?
3.3) Em 2008 foi lançado o Plano Nacional de Vacinas anti-HIV 2008-2012. Quando será feita a avaliação do ocorrido com este Plano? Pretende-se lançar um novo Plano? Por quê?
3.4) A vigilância sanitária extinguiu o comitê de vacinas do DN, onde havia 5 vagas reservados à sociedade civil. Quais são os planos do MS no campo de vacinas para o HIV?
3.5) Como o Brasil tem se inserido no panorama internacional, no que diz respeito ao desenho de políticas globais de HIV e AIDS e a cooperação com outros países do sul e do norte?
4. Reforço a Estados e Municípios, que estão fechando ambulatórios e leitos sem reposição de profissionais, num contexto de crescente número de pacientes com HIV e AIDS em acompanhamento.
Diagnóstico oportuno
4.1) Qual é a avaliação (adequação, alcance, cobertura, nível de implementação e efetividade) das ações realizadas para a promoção do diagnóstico do HIV (voluntário e confidencial), considerando a proporção da população testada (populações geral e específicas), o aumento da oferta da testagem no SUS e a detecção de pessoas infectadas? Quais são os pontos frágeis identificados?
4.2) Quais são as perspectivas para implantação de política de incentivo à testagem anual para HIV de toda a população sexualmente ativa no Brasil, independentemente de suas práticas sexuais e pertencimento a grupos populacionais mais atingidos pela epidemia?
4.3) Quais as estimativas do MS em relação ao diagnóstico tardio da infecção pelo HIV e quais as ações para garantir um diagnóstico mais precoce com garantia de inserção em serviços de qualidade? Há previsão de ampliação da cobertura da testagem em serviços de tuberculose e outras estratégias para segmentos sociais mais expostos à infecção? Citar ações imediatas e metas estabelecidas para a melhoria do diagnóstico do HIV e a garantia do acesso oportuno aos serviços pós o diagnóstico (considerando que parcela expressiva de Pessoas Vivendo com HIV retarda a procura do serviço). Citar o grau responsabilidade e envolvimento real de outros setores do Ministério da Saúde.
Cuidado de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS
4.5) Qual é o balanço do número de serviços e de pacientes em tratamento nos anos 2000, como se analisa e qual o resultado da análise sobre qualidade dos serviços? Informar os principais pontos que necessitam ser aprimorados, considerando tanto o tratamento da infecção, como os eventos adversos e as ações de prevenção secundária.
4.6) Quais são as ações imediatas e metas estabelecidas para a ampliação da rede e melhoria da qualidade dos serviços de tratamento para AIDS? Informar quais mudanças são necessárias na atuação do MS no âmbito dos estados e municípios (ou em conjunto com os mesmos) para garantir essas ações, incluindo as estratégias para contratação, fixação e formação de recursos humanos.
4.7) Em diversas cidades, incluindo São Paulo, a escassez de médicos e outros profissionais da saúde é fato, em razão de aposentadoria, baixo salário, perímetro regional, aumento do número de pacientes em tratamento etc. Quais são as ações imediatas e as metas estabelecidas para garantir a substituição desses profissionais, a contratação para a ampliação das equipes e a formação continuada dos mesmos?
4.8) Quais as ações planejadas para incorporar estratégias de gestão do risco da transmissão sexual direcionadas às Pessoas Vivendo com HIV?
4.9) Qual a política de apoio à mulheres que vivem com HIV? Qual a política de apoio à crianças e jovens que vivem com HIV?
Transmissão vertical do HIV e sífilis
4.10) Quais são as ações imediatas e as metas estabelecidas para o controle da transmissão vertical do HIV e sífilis?
4.11) Qual é avaliação (adequação, alcance, cobertura e efetividade) das ações para o controle da transmissão vertical do HIV e sífilis? Quais os principais problemas identificados para erradicar a transmissão vertical no Brasil? Quais são as estratégias para fixação das mulheres vivendo com HIV e AIDS nos serviços pós parto e qual a avaliação de sua efetividade?
4.12) Qual é a posição do MS em relação à possibilidade de responsabilização legal, incluindo medidas punitivas e indenizatórias, das diversas instâncias do SUS sobre os casos evitáveis de Transmissão Vertical?
Política de Incentivo Fundo a Fundo
4.13) Qual é o diagnóstico da adequação da programação de ações e metas de estados e municípios diante do perfil epidemiológico da AIDS no Brasil e quais as dificuldades que levam a não utilização plena dos recursos? Como se dará a continuidade da política de incentivo e quais as estratégias para apoiar estados e municípios na aplicação total dos recursos?
4.14) Quais as ações para fortalecer a participação e o controle social e para aprimorar o monitoramento e avaliação das ações executadas e serviços de prevenção e cuidado?
4.15) Como o Ministério tem trabalhado para melhorar e ampliar a inserção da AIDS junto aos diversos níveis de atenção e cuidado do SUS (rede básica, por exemplo)? Quais as estratégias para promover a intersetorialidade das políticas, principalmente com a educação e a assistência social, considerando necessidades como a assistência social a famílias e jovens (e as relações de gênero, estigma e discriminação nas escolas)?
5. Apoio ao fortalecimento institucional das ONGs que trabalham com HIV e AIDS
5.1) Qual foi o volume de recursos repassados nos anos 2000 para ações de organizações não governamentais, discriminando a finalidade e/ou estratégias utilizadas para o apoio (casa de apoio, política de incentivo, concorrência de projetos estratégicos, etc.)?
5.2) Qual é o diagnóstico governamental sobre a situação das ONGs AIDS no Brasil (aumento/redução de organizações, formas de financiamento, área de atuação etc.)? Foi feito o novo cadastramento das ONGs que trabalham com AIDS e levantamento do impacto desse segmento para a resposta nacional ao HIV/AIDS?
5.3) Quais são as ações imediatas e metas estabelecidas para garantir o financiamento das ONG, especificando as que têm por missão a afirmação de direitos e as de prestação de serviços? Como financiará atividades continuadas ao longo do tempo? E como garantirá a transparência e a prestação de contas, considerando a complexidade, diversidade e as características dessas instituições?
5.4) As ONG tem constantemente informado ao Ministério da Saúde que o modelo atual de editais para o financiamento de suas ações não tem favorecido seu desenvolvimento institucional. Há previsão de criação e lançamento de outras modalidades de financiamento, ou editais que signifiquem maior fortalecimento estratégico e desenvolvimento institucional (incluindo infra estrutura, impostos e recursos humanos)?
5.4) Qual é o volume atual e qual será o destino dos recursos do Fundo a Fundo não utilizados por estados e municípios para as ações das ONG?
5.5) Quais as estratégias que serão adotadas para melhorar o diálogo e a articulação com a sociedade civil?
Oito milionários conquistam a prefeitura de capitais informe do TSE - NATAL 5 NO PODIO...
Oito milionários conquistam a prefeitura de capitais
POLITICA CAPITAL QUE INTERESSA A QUEM TEM MILHÕES A PERGUNTA QUE NAO QUER CALAR POR QUE SERA ALGUME JA RACIOCIONOU POR QUE TANTA FOME DE ABOCANHAR CARGOS ELETIVOS A RESPOSTA SERVIR AO "POVO"

Riqueza e poder político vão andar de mãos dadas em oito capitais brasileiras a partir de 1º de janeiro de 2013, quando tomam posse os vitoriosos nas eleições municipais deste ano. Dos 26 prefeitos eleitos nas capitais, oito são milionários, ou seja, ostentam um patrimônio superior a R$ 1 milhão.
No grupo dos oito, há representantes de todas as regiões. O protagonismo é do Centro-Oeste. Cuiabá tem o prefeito eleito mais rico do país nas capitais, Mauro Mendes (PSB), cujos bens alcançam R$ 116,859 milhões. Também no grupo dos milionários está o Alcides Bernal (PP), de Campo Grande, embora com um patrimônio bem menor, de R$ 1,3 milhão. Somando a fortuna de Mendes com o pouco mais de R$ 1 milhão de Bernal e os R$ 152.756,35 declarados por Paulo Garcia (PT), de Goiânia, chega-se a um patrimônio conjunto de R$ 118,31 milhões. Isso faz doCentro-Oeste a região com maior riqueza nas mãos dos prefeitos de capitais.
No grupo dos oito, há representantes de todas as regiões. O protagonismo é do Centro-Oeste. Cuiabá tem o prefeito eleito mais rico do país nas capitais, Mauro Mendes (PSB), cujos bens alcançam R$ 116,859 milhões. Também no grupo dos milionários está o Alcides Bernal (PP), de Campo Grande, embora com um patrimônio bem menor, de R$ 1,3 milhão. Somando a fortuna de Mendes com o pouco mais de R$ 1 milhão de Bernal e os R$ 152.756,35 declarados por Paulo Garcia (PT), de Goiânia, chega-se a um patrimônio conjunto de R$ 118,31 milhões. Isso faz doCentro-Oeste a região com maior riqueza nas mãos dos prefeitos de capitais.
A reportagem é de Antonio Perez e publicada pelo jornal Valor, 30-10-2012.
O Sudeste, com quatro capitais, aparece em segundo, com R$ 60 milhões. Como no Centro-Oeste, um único político tem a maior parte do bolo. É o prefeito reeleito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), cujos bens somam R$ 58,86 milhões, o que o coloca na posição de segundo prefeito mais abastado entre as capitais.
A região Norte tem dois representantes no grupo dos milionários. O bolso mais cheio é de Carlos Amastha (PP), terceiro mais rico de todos. Eleito prefeito de Palmas no primeiro turno, ele declarou bens no valor de R$ 18,15 milhões. O outro milionário da região é Mauro Nazif (PSB), de Porto Velho. Com R$ 1,048 milhão, é o lanterninha do grupo dos oito endinheirados. Ao todo, os sete prefeitos das capitais da região Norte tem em conjunto R$ 21,8 milhões.
Os milionários do Nordeste são ACM Neto (DEM), de Salvador, e Carlos Eduardo (PDT), de Natal. Quarto prefeito eleito de capital mais rico, ACM Neto tem um patrimônio de R$ 13,32 milhões. Logo em seguida, na quinta posição no grupo dos oito, aparece Carlos Eduardo, com R$ 2,605 milhões. Já a região Sul tem apenas um milionário. É Gustavo Fruet (PDT), prefeito eleito de Curitiba, com bens no valor de R$ 2,26 milhões.
Do grupo de oito milionários, seis são empresários. E eles são justamente os seis mais ricos - uma informação que parece confirmar a máxima de que, com raras exceções, ninguém constrói uma fortuna trabalhando para os outros - ou seja, como empregado.
Da fortuna de R$ 116,8 milhões de Mauro Mendes, mais de 90% referem-se à participação em empresas, a maior delas a Bipar Investimentos e Participações (R$ 105,718 milhões). Como investidor, Mendes tem R$ 45,49 mil em ações, R$ 21,67 mil em títulos de capitalização, R$ 2,45 mil em um fundo DI e R$ 30,22 na caderneta de poupança. Nas aplicações financeiras, a maioria fatia está em dois planos de previdência privada, cujas aplicações somam R$ 383 mil.
ACM Neto é outro cuja riqueza se deve à atividade empresarial. Dos R$ 13,32 milhões que declarou, R$ 9,384 milhões referem-se a quotas da TV Bahia adquiridas pelo prefeito eleito em 2012. Outros R$ 368,5 mil representam cotas em uma empresa chamada Anre Participações Ltda. Na seara dos investimentos, o herdeiro do "carlismo" é conservador. Tem R$ 1,183 em aplicações de renda fixa no BB e no Bradesco e R$ 879 em um plano de previdência privada do BB.
Os três menos ricos na lista dos oito milionários (Gustavo Fruet, Alcides Bernal e Mauro Nazif) são justamente os que não tem participações em empresas. Fruet revela-se, contudo, um investidor sofisticado. Seguindo os ensinamentos do papa da diversificação, o economista americano e prêmio Nobel Harry Markowitz, ele evita colocar "todos os ovos na mesma cesta". O prefeito eleito de Curitiba tem dinheiro em fundo DI (R$ 473,5 mil), fundos multimercados (R$ 245 mil), ações (R$ 35,3 mil), planos de previdência (R$ 100 mil) e em imóveis comerciais (R$ 298 mil).
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
COMISSÃO INTERSETORIAL EM SAÚDE DO TRABALHADOR RN
CEREST Natal
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
Secretaria Adjunta de Atenção Integral à Saúde
Departamento de Vigilância à Saúde
Distrito Sanitário Leste
CENTRO DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR
CEREST REGIONAL DE NATAL/RN
CARACTERIZAÇÃO INSTITUCIONAL | |
| Cadastro Nacional do Estabelecimento de Saúde (CNES) | 3617327 |
| Portaria de Habilitação pela RENAST | 455GS/MS, de 27 de agosto de 2004. |
| Endereço | SITUADO NA AME DE BRASILIA TEIMOSA - BRASILIA TEIMOSA - LINHAS DE ONIBUS 36, 43, 85 |
| Contatos | Fones: 3232-4958 / 3232-3131. E-mail:cerestnatalrn@yahoo.com.br. |
| Municípios de abrangência | Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Extremoz. |
| Coordenação | |
| Equipe Técnica |
Administradora - Lígia Maria de Farias Alves Gomes.
03 Médicos (01 medicina do trabalho, 01 clínico geral e 01 acupuntura), 01 Enfermeira, 01 Técnica de segurança, 02 Fisioterapeutas , 02 Auxiliares de Enfermagem, 03 Auxliar Administrativos. |
| Serviços Assistenciais Oferecidos | Medicina do Trabalho, Clínica Geral, Enfermagem, Acupuntura e Fisioterapia. |
| Demais serviços | Vigilância Epidemiológica Promoção em Saúde do Trabalhador Interinstitucionalidade Capacitação dos profissionais do CEREST e da rede de serviços (Atenção Básica, Média e Alta complexidade). |
Atendimento Regionais
Locais de Atendimento dos CEREST regionais
COMISSÃO INTERSETORIAL EM SAÚDE DO TRABALHADOR
O Controle Social da Saúde do Trabalhador é exercido pela Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador – CIST, na condição de Câmara Técnica responsável pelo assessoramento do Conselho Estadual de Saúde – CES. A CIST está prevista na Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990.
As comissões intersetoriais foram criadas com a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde, cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS.
A CIST RN, instituída através da Portaria 299/05/GS, é formada por representação de setores e instituições que têm interface com a saúde do trabalhador, tais como: Centro Estadual de Referência de Saúde do Trabalhador – CEREST; Central Única dos Trabalhadores – CUT; Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil/RN - CTB/RN; Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria/RN - CNTI/RN; FTI/NEST/RN; Instituto Nacional de Seguridade Social/RN - INSS/RN; PREVDORT; Sindicato das Costureiras/ RN; Sindicato dos Calçados/RN - SINTICALÇADOS/RN; STI – Graf. Editores/RN; Sindicato dos Técnicos Industriais do Rio Grande do Norte - SINTEC/RN; STI – Couro/RN; Universidade Potiguar – UNP; SINSEMAC; Serviço Social da Indústria – SESI/RN; ASPRORN; SINDIPETRO/RN; SINDPD.
As comissões intersetoriais foram criadas com a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde, cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS.
A CIST RN, instituída através da Portaria 299/05/GS, é formada por representação de setores e instituições que têm interface com a saúde do trabalhador, tais como: Centro Estadual de Referência de Saúde do Trabalhador – CEREST; Central Única dos Trabalhadores – CUT; Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil/RN - CTB/RN; Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria/RN - CNTI/RN; FTI/NEST/RN; Instituto Nacional de Seguridade Social/RN - INSS/RN; PREVDORT; Sindicato das Costureiras/ RN; Sindicato dos Calçados/RN - SINTICALÇADOS/RN; STI – Graf. Editores/RN; Sindicato dos Técnicos Industriais do Rio Grande do Norte - SINTEC/RN; STI – Couro/RN; Universidade Potiguar – UNP; SINSEMAC; Serviço Social da Indústria – SESI/RN; ASPRORN; SINDIPETRO/RN; SINDPD.
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