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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

II Encontro Nacional Homens de Axé e I Encontro Estadual Homens de Axé do Maranhão Carta de São Luís-MA




II Encontro Nacional Homens de Axé e I Encontro Estadual Homens de Axé do Maranhão

Carta de São Luís-MA

Nós, homens de terreiros de vários estados brasileiros, reunidos nos dias 18 e 19 de agosto de 2014, em São Luís do Maranhão, durante o II Encontro Nacional Homens de Axé e I Encontro Estadual de Homens de Axé do Maranhão realizado pela Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde(RENAFRO), considerando as dificuldades na implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e da Política Nacional de Saúde Integral do Homem e tendo como base a Constituição Brasileira e o Estatuto de Igualdade Racial recomendamos:

1.      que o Ministério da Saúde, as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde implementem a curto prazo a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra reconhecendo e respeitando os saberes e as práticas de cuidados das religiões afro-indígenas, uma vez que a PNSIPN agora é lei;

2.      que o CONASS e o CONASEMS incluam em suas ações, pautas e agendas de trabalho, nos estados e municípios, o tema saúde da população negra, incluindo também a saúde da população de terreiros, tendo como foco o combate ao racismo, o sexismo, a homofobia, a intolerância religiosa, e todas as formas de preconceito e discriminação; 

3.      que o GT Homens de Axé da RENAFRO sejam incluídos nas discussões e nas ações de implementação da Política Nacional de Saúde Integral do Homem, respeitando a diversidade dos homens de terreiros e a regionalidade;

4.      que os órgãos das Nações Unidas reconheçam e valorizem as ações de promoção da saúde dos terreiros e apoiem as ações desenvolvidas pela RENAFRO em todos o país; 

5.      que o Estado Brasileiro reconheça que o racismo, a intolerância religiosa, a homofobia e todas as formas de preconceito e discriminação causam impactos na saúde e qualidade de vida da população e que seja devidamente punido de acordo com a legislação brasileira e os Tratados Internacionais do qual o Brasil é signatário;

6.      que o Ministério da Saúde, as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde possam apoiar e garantir as ações da RENAFRO no campo da saúde do homem, à partir da abordagem integral que inclua a visão de mundo dos terreiros e suas práticas de cuidados; 

7.      que a RENAFRO componham juntamente com o Estado e os órgãos das Nações Unidas, o grupo gestor de planejamento e execução da década dos povos afrodescendentes;

8.      que a RENAFRO participe das instancias de formulação, planejamento monitoramento e avaliação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra e da Política Nacional de Atenção Integral a Saúde do Homem;

9.      que o Departamento de DST-AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde intensifique a divulgação dos dados desagregados por cor nos Boletins Epidemiológicos e em todos os sistemas de informações em saúde e pesquisas realizadas pelo referido Departamento, assim como apoie iniciativas do movimento social negro e dos grupos de lideranças de religiões de matriz africana com projetos especiais voltados para o combate ao racismo e intolerância religiosa nas ações envolvendo a prevenção, comunicação e assistência em HIV-AIDS e Hepatites Virais;  

10. que a publicação Saúde Brasil do Ministério da Saúde possa dar continuidade aos  dados desagregados por cor;

11. que o Conselho Nacional de Saúde continue apoiando a Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra, assim como estimulando os conselhos estaduais e municipais para a mobilização;

12.  que o Conselho Nacional de Saúde inclua como pauta importante nas reuniões do referido Conselho discussões sobre a saúde da população negra uma vez que somos mais de 50% da população brasileira(IBGE) e realize um Balanço Anual sobre a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra conforme determinado pela Lei 12.288 de 20 de julho de 2010(Estatuto da Igualdade Racial) com os respectivos responsáveis pela implementação dessa Política e a presença de todos os integrantes titulares e suplentes da Comissão Intersetorial de Saúde da População Negra do CNS , e  que os resultados desse Balanço sejam divulgados e disponibilizados para o movimento negro, gestores e para os Conselhos de Saúde em todo o país.


São Luís (MA), 19 de agosto de 2014.
Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde



-- 
Ogan José "Zumbi" de Arimatéia
Fórum Intersetorial de Prom. da Igual. Racial - FIPPIR /SEPPIR
Departamento de Promoção da Igualdade Racial - SEJUDH/AC
(68) 9966-0803   e (68) 3215-2310 ramal- 208





terça-feira, 26 de agosto de 2014

I SIEQUIDADE: SEMANA DE CAPACITAÇÃO PARA O FORTALECIMENTO DA POLÍTICA ESTADUAL DE PROMOÇÃO DA EQUIDADE EM SAÚDE DO RN...






Local: Praiamar Hotel.
Programação:
25 de agosto
I Seminário Estadual de Mídia e Comunicação na perspectiva de Educação Popular em Saúde.
8:30 – Credenciamento
09h – Mesa de Abertura
Dr Luis Roberto, Iraci Nestor, Adriana Torquato, Dra Iara Pinheiro, Canindé CES, Adna Lígia, Marcos Dionísio, Oswaldo Bonetti.
9:20 - Apresentação do Grupo de Teatro Arte Circular Integrativa
9:30 - 1ª Mesa: Comunicação como processo relacional.
Adriano Medeiros, Dalva Horácio, José Evangelista.
10:30 - 2ª Mesa: Rádios Comunitárias do RN: Onde estão localizadas e como funcionam.
Huguimar, Tércio,
12h – Almoço
14h - 3ª Mesa: Contextualizando Informação, Educação e Comunicação.
Ana Tânia Sampaio, MS
15h – 4ª Mesa: Educação Popular em Saúde: Desafios da Metodologia da Participação Popular
ANEPS (Verônica Avelino), Francisco D’Jairo,
16h - 5ª Mesa: Perspectivas inovadoras para a Comunicação em Saúde do RN.
Eufrásia Ribeiro, Cristiano Corceiro,
17h – Encerramento.
26 de agosto
8:30 – Abertura
9h – Saúde nos Quilombos: perspectivas e desafios na atenção às populações aldeadas.
Socorro, Ivana,
10:30 - Saúde Negra: Anemia Falciforme: causas, sintomas e tratamento.
Hemonorte,
12h – Almoço
14h – Saúde nos Terreiros: Discussão para ampliação dos espaços de saúde dentro dos terreiros.
Stella Rosa, Vitória Régia, Lúcia Helena,
16h – Posse do Comitê Estadual de Promoção da Saúde da População Negra e Quilombola do Estado do Rio Grande do Norte.
Rui Silva
17h: Encerramento
27 de agosto:
8:30 – Abertura
9h –. Redes de Atenção à Saúde: Apresentação do cenário atual da organização no estado do RN.
Ana Cláudia
10:00 - Saúde Indígena: Perspectivas de Atenção Primária através da assistência do DSEI Potiguara da Paraíba para as comunidades do RN.
Adriano, Tayse, Martinho
12h – Almoço
14h - Saúde Cigana: Sexualidade no rancho: caminhos para a prevenção.
DST/aids
16h – Água, usos e abusos: orientações para o consumo adequado com vistas à proteção de doenças e promoção à saúde.
Gustavo.
17h – Encerramento
28 de agosto
8:30 – Abertura
9h - Saúde LGBT: Prevenção e cuidado: discussão sobre o uso inadequado de silicone em jovens travestis e transexuais.
Rodrigo Oliveira, Jackeline Brazil, Emily Fernandes e Eurian Leite
10:30 – Saúde da População em Situação de Rua: Caminhos e descaminhos: um olhar para a saúde mental.
Lília, Adna Lígia, Ellen ou Fernanda, Ana Karenine
12h – Almoço
14h – Nova Política Nacional de Promoção à Saúde
Iraci Nestor
15:30 – Apresentação do Grupo de Teatro de Zoonoses do Município de Natal
16h - Saúde no Campo: Orientações Técnicas quanto ao uso indevido de Agrotóxicos na Agricultura Familiar.
Ana Cristina, EMATER, Toinha
17h – Encerramento.
29 de agosto.
II Seminário Estadual de Promoção da Equidade em Saúde do RN: A Importante Conexão com as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde
8:30 – Acolhimento.
8:50 – Momento Interativo Vivencial: Tema: Autoestima
9:10 - Momento Interativo Vivencial: Tema: Qualidade de Vida
9:30 - Momento Interativo Vivencial: Tema: PICS
9:50 – Momento Lúdico.
10h – Cenário Nacional da Política de Promoção da Equidade em Saúde.
Oswaldo Bonetti
11h – Avaliação da Política Estadual de Promoção da Equidade em Saúde
Aparecida
12h - Almoço
14h – Apresentação do diagnóstico da Política de Promoção da Equidade em Saúde nas regiões de saúde do RN.
15:30 - Perspectivas para 2015.
16:15 – Apresentação do Grupo de Teatro Arte Circular Integrativa.
16:30 – Encerramento.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O Projeto Fique Sabendo Jovem Vem Aí

AIDS: como mobilizar os jovens - Jornal Futura - Canal Futura

Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta (PNSIPCF) foi criada, no âmbito do âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), pela Portaria 2.866, de 2 de dezembro de 2011.

Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta (PNSIPCF) foi criada, no âmbito do âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), pela Portaria 2.866, de 2 de dezembro de 2011. 

OBJETIVO

O objetivo da política pública é promover a saúde das populações do campo e da floresta
  • por meio de ações e iniciativas que reconheçam as especificidades de gênero, geração, raça/cor, etnia e orientação sexual
  • visando o acesso aos serviços de saúde, a redução de riscos e agravos à saúde decorrente dos processos de trabalho e das tecnologias agrícolas
  •  visando a melhoria dos indicadores de saúde e da qualidade de vida.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS  

  • GARANTIR ACESSO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE – Ajudar a reduzir vulnerabilidades por meio de ações integrais voltadas para a saúde da/o idosa/o, da mulher, da pessoa com deficiência, da criança e adolescente, do homem e da/o trabalhador/a, considerando a saúde sexual e reprodutiva, bem como a violência sexual e doméstica.
  • REDUZIR DOENÇAS DO TRABALHO NO CAMPO – Reduzir os acidentes e agravos relacionados aos processos de trabalho no campo e na floresta, particularmente o adoecimento decorrente do uso de agrotóxicos e mercúrio, o advindo do risco ergonômico do trabalho no campo e na floresta e da exposição contínua aos raios ultravioleta.
  • MELHORAR QUALIDADE DE VIDA – Articulações intersetoriais para promover a saúde, envolvendo ações de saneamento e meio ambiente, especialmente para a redução de riscos sobre a saúde humana.
  • VALORIZAR SABERES E PRÁTICAS – Reconhecer e valorizar os saberes e as práticas tradicionais de saúde das populações do campo e da floresta, respeitando suas especificidades.
  • SISTEMA DE VIGILÂNCIA – Promover o fortalecimento e a ampliação do sistema público de vigilância em saúde, do monitoramento e da avaliação tecnológica sobre os agravos à saúde decorrentes do uso de agrotóxicos e transgênicos
  • PARTICIPAÇÃO SOCIAL – Promover planejamentos participativos capazes de identificar as demandas de  saúde das populações do campo e da floresta e definir metas, estratégias e ações específicas para sua atenção. Apoiar a expansão da participação das representações dessas populações nos Conselhos de Saúde estaduais, distrital e municipais e em outros espaços de gestão participativa.
  • EDUCAÇÃO – Promover mecanismos de informação e comunicação, de acordo com a diversidade e as especificidades socioculturais. Incluir no processo de educação permanente das/os trabalhadoras/es de saúde as temáticas e os conteúdos relacionados às necessidades, demandas e especificidades das populações do campo e da floresta, considerando a interculturalidade na atenção aos povos e comunidades tradicionais. Apoiar processos de educação e informação das populações do campo e da floresta sobre o direito à saúde.
  • GERAR CONHECIMENTO – Incentivar a pesquisa e a produção de conhecimento sobre os riscos, a qualidade de vida e a saúde das populações do campo e da floresta, respeitando as especificidades de geração, raça/ cor, gênero, etnia e orientação sexual


PRINCÍPIOS E DIRETRIZES 

DIREITO UNIVERSAL
INCLUSÃO SOCIAL
TRANSVERSAL E INTERSETORIAL
FORMAÇÃO PERMANENTE
VALORIZAR PRÁTICAS E CONHECIMENTOS
V – valorização de práticas e conhecimentos tradicionais, com a promoção do reconhecimento da dimensão subjetiva, coletiva e social dessas práticas e a produção e reprodução de saberes das populações tradicionais
PROMOVER AMBIENTES SAUDÁVEIS
APOIAR PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIA
PARTICIPAÇÃO SOCIAL
INFORMAÇÃO
FORMAÇÃO PERMANENTE
CONHECIMENTO

ATRIBUIÇÕES 

  • Governo Federal
  • I – garantir a implementação
  • II – Incluir no Plano Nacional de Saúde metas e prioridades para ações de saúde para as populações do campo e da floresta
  • III – apoiar a implementação da PNSIPCF nos Estados, Distrito Federal e Municípios
  • IV – incentivar o desenvolvimento das ações de educação permanente para os trabalhadores de saúde
  • V – incentivar e apoiar ações de educação em saúde para os usuários e movimentos sociais
  • VI – prestar apoio e cooperação técnica no desenvolvimento de ações da PNSIPCF
  • VII – fortalecer a intersetorialidade, mediante articulação com órgãos e entidades governamentais e não-governamentais, para o estabelecimento de metas e prioridades referentes às ações transversais prioritárias para a saúde das populações do campo e da floresta
  • IX – estabelecer instrumentos e indicadores para acompanhamento, monitoramento e avaliação
  • X – fortalecer parcerias com organismos nacionais, internacionais, governamentais e não governamentais e sociedade civil organizada para o fortalecimento das ações de saúde para as populações do campo e da floresta.
  • Estados
  • I – promover a implementação
  • II – promover a inclusão da PNSIPCF no Plano Estadual de Saúde
  • III – incentivar a criação de espaços (comitês, áreas técnicas, grupo de trabalho, entre outros) de promoção da equidade para implementação da PNSIPCF de forma participativa
  • IV – produzir dados estratificados e manter atualizados os sistemas nacionais de informação em saúde
  • V – estabelecer instrumentos e indicadores para o acompanhamento, monitoramento e avaliação
  • VI – desenvolver e apoiar ações de educação permanente para as/os trabalhadoras/es de saúde
  • VII – desenvolver e apoiar ações de educação em saúde para os usuários e movimentos sociais
  • VIII – prestar apoio e cooperação técnica aos Municípios
  • IX – viabilizar parcerias no setor público e privado para fortalecer as ações de saúde.
  • Municípios
  • I – promover a implementação
  • II – promover a inclusão da PNSIPCF no Plano Municipal de Saúde
  • III – promover a criação de espaços (comitês, áreas técnicas, grupo de trabalho, entre outros) de promoção da equidade para implementação da PNSIPCF de forma participativa
  • IV – produzir dados estratificados e manter atualizados os sistemas nacionais de informação em saúde
  • V – estabelecer instrumentos e indicadores para o acompanhamento e avaliação
  • VI – viabilizar parcerias no setor público e privado com o objetivo de fortalecer as ações de saúde
  • VII – desenvolver ações de educação permanente para os trabalhadores de saúde
  • VIII – promover ações de educação em saúde para os usuários e movimentos sociais,

No Ministério da Saúde

Compete à À Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP/MS) articular, no âmbito do Ministério da Saúde e junto aos demais órgãos e entidades governamentais, a elaboração de instrumentos com orientações específicas que se fizerem necessários à implementação da PNSIPCF. Conheça a página da Secretaria.


Definição dos termos usados na política:

Agricultura camponesa
Agricultura Familiar
Assalariados e assalariadas rurais
Camponeses e camponesas:
Descentralização
Direitos reprodutivos
Direitos sexuais
Diversidade
Princípio que respeita as diferenças legitimadas por fundamentos éticos gerados na convivência democrática dos sujeitos e grupos sociais. A biodiversidade está associada à sociodiversidade e à diversidade cultural
Equidade
Promoção do direito à igualdade como princípio da justiça redistributiva e implica reconhecer necessidades especiais e dar-lhes tratamentos diferenciados no sentido da inclusão e do acesso individual e coletivo
Extrativismo
Extrativistas
Florestania
Integralidade
Intersetorialidade/transversalidade
Parceria
Articulação de redes de solidariedade entre atores governamentais e não governamentais para integração e desenvolvimento de políticas públicas promotoras de equidade

Definição dos termos usados na política:

Populações do campo e da floresta
Povos e comunidades tradicionais
Grupos culturalmente diferenciados que se reconhecem como tradicionais, possuem formas próprias de organização social, ocupam e utilizam territórios e recursos naturais como condição para sua produção e reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos e inovações práticas gerados e transmitidos pela tradição
Regiões de saúde
Regionalização
Reserva extrativista
Sustentabilidade
Sustentabilidade econômica
Sustentabilidade social
Sustentabilidade política
Sustentabilidade cultural
Sustentabilidade ambiental
Território
Trabalho escravo
Universalidade
Violência no campo e na floresta




http://www.saudecampofloresta.unb.br/politica/

Promovendo equidade na atenção a saúde (Parte 2)

Promoção da equidade na atenção a saúde (Parte 1)

Canal Saude - Politica Nacional Integral de Saúde Popular Negra

Saúde da População Negra

OUTRO OLHAR -- Saúde da População Negra

Combate ao racismo e Estatuto da Igualdade Racial são temas do Bom Dia, ...

Políticas de promoção da igualdade racial são tema do NBR Entrevista

A importância da política de cotas e o Estatuto da Igualdade Racial - Pa...

A importância da política de cotas e o Estatuto da Igualdade Racial - Pa...

Apresentação Cartilha de Controle Social

MECANISMOS DE EXERCÍCIO DO CONTROLE SOCIAL

Cidadão Participativo - Animação

O papel dos conselhos participativos parte 6

O papel dos conselhos participativos parte 5

O Papel dos conselhos participativos parte 4

O papel dos conselhos participativos parte 3

O papel dos conselhos participativos parte 2

O papel dos conselhos participativos parte 1

Ministra entrega lista de prioridades na área de igualdade racial a Henrique Alves

Ministra entrega lista de prioridades na área de igualdade racial a Henrique Alves

O presidente da Câmara recebeu nesta quarta-feira (5) a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdades Racial, Luiza Bairros, e diversos parlamentares ligados às minorias e ao movimento negro. Durante a audiência, a ministra entregou ao presidente da Câmara uma lista de propostas consideradas prioritárias pela secretaria.
Foto: JBatista
Ministra entrega lista de prioridades na área de igualdade racial a Henrique Alves
Reserva de vagas para negros em concursos está entre as propostas
O presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), recebeu nesta quarta-feira (5), a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdades Racial, Luiza Bairros, e diversos parlamentares ligados às minorias e ao movimento negro.
 Durante a audiência, a ministra entregou ao presidente da Câmara uma lista de propostas consideradas prioritárias pela secretaria, que são os seguintes:
- Projetos de Lei 6738/13, do Executivo, que reserva aos negros 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.
- Projeto de Lei Complementar 302/13, que regulamenta a Proposta de Emenda à Constituição que ampliou os direitos dos trabalhadores domésticos e foi promulgada pelo Congresso Nacional em abril do ano passado.
- PL 4471/12, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que cria regras para a apuração de mortes e lesões corporais decorrentes das ações de agentes do Estado, como policiais. Pela proposta, esses casos deverão ter rito de investigação semelhante ao previsto para os crimes praticados por cidadãos comuns.

ENDEREÇOS E CONTATOS IMPORTANTES PARA DIVERSIDADES E ETNIAS E POVOS....


Sistema Nacional de Direitos Humanos
Sistema Nacional de Direitos Humanos
Sistema Único de Saúde SUS
Conselho Nacional de Direitos Humanos CNDH
Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana CDDPH
Esplanada dos Ministérios Bloco T
Anexo II - 2º andar - Sala 202
CEP 70.064-900 Brasília DF
(061) 3429.3918 e 3226.2772(Fax)
cddph@sedh.gov.br
Ministérios e Secretarias Especiais
Secretaria Especial dos Direitos Humanos SEDH
Esplanada dos Ministérios - Bloco T - Sala 420
Edifício Sede do Ministério da Justiça
CEP 70.064-900 Brasília DF
(061) 3429.3142, 3429.3454 e 3223.2260(Fax)
direitoshumanos@sedh.gov.br
www.presidencia.gov.br/sedh/
Ministério da Justiça
Esplanada dos Ministérios
Bloco T, Edifício Sede
CEP 70.064-900 Brasília DF
(061) 3429.3000
www.mj.gov.br
Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres SPM
Esplanada dos Ministérios
Bloco L, Ed. Sede, 2º andar, Sala 200
CEP 70.047-900 Brasília DF
(061) 2104-9377 e 2104-9362(Fax)
web@spmulheres.gov.br
www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/
Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial SEPPIR
Esplanada dos Ministérios
Bloco A 9º andar
CEP 70.054-900 Brasília DF
www.presidencia.gov.br/seppir

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