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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Relatório contabiliza casos de HIV/Aids na América Latina

Relatório contabiliza casos de HIV/Aids na América Latina



Relatório divulgado, nessa quarta-feira (16), pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Unaids) estima que 1,6 milhão de pessoas vivem com HIV na América Latina. A maioria dos casos (75%) se concentra em cinco países – Argentina, Brasil, Colômbia, México e Venezuela. A região teve queda de 3% em novas infecções entre 2005 e 2013, mas os índices variam de país para país. O México, por exemplo, registrou queda de 39% e o Peru, de 26%. No Brasil, a pesquisa indica que as novas infecções por HIV aumentaram 11% entre 2005 e 2013. No ano passado, o País registrou 47% de todos os novos casos contabilizados na América Latina.
O cálculo é que, na região, dez novas infecções por HIV são registradas a cada hora. Os grupos particularmente vulneráveis a novas infecções e que representam uma parcela significativa de soropositivos incluem transgêneros; homens gays; homens que fazem sexo com homens; homens e mulheres que atuam como profissionais do sexo e seus clientes; e usuários de drogas.
Os dados mostram ainda que aproximadamente um terço das novas infecções na América Latina ocorre em pessoas jovens, com idade entre 15 anos e 24 anos. De acordo com o Unaids, populações mais vulneráveis enfrentam altos níveis de estigma, discriminação e violência, que criam obstáculos no acesso à prevenção da doença, ao tratamento, ao cuidado e aos serviços de apoio”, informou o Unaids.
Foto: Unaids
Dados do Ministério da Saúde
De acordo com o Ministério da Saúde, o crescimento apresentado pelo Brasil é semelhante a países da Europa e EUA, que também tiveram um aumento médio de 8%. Como no caso brasileiro, nessas localidades, a epidemia é considerada concentrada em populações específicas. Ou seja, apesar da prevalência na população em geral ser muito baixa, quando comparada a dos países da África, em torno de 0,5%, ela se concentra em determinados grupos mais vulneráveis,  como homens que fazem sexo com homens, gays, profissionais do sexo, travestis, transexuais, pessoas que usam drogas, nos quais a prevalência pode ser maior que 10%. Nesse cenário epidemiológico, há o crescimento de casos novos concentrados nesses grupos que está de acordo ao cenário que o Ministério da Saúde tem apresentado nos últimos Boletins Epidemiológicos.
A taxa de detecção de Aids no País está estabilizada em 20 casos a cada 100 mil habitantes, o que representa cerca de 39 mil casos novos da doença ao ano.  Atualmente, estima-se que cerca de 750 mil pessoas vivem com HIV e Aids, sendo que 123 mil desconhecem essa sua situação.
Prevenção
Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil é o que mais compra e distribui camisinhas no mundo (625 milhões de unidades, em 2013). Atualmente, um dos dez países do mundo, e o único da América Latina, a adotar todas as novas tecnologias de prevenção como a recente ampliação do tratamento aos adultos com testes positivos de HIV, mesmo sem comprometimento do sistema imunológico. Essa medida resultou em um aumento de cerca de 40% no número de pessoas iniciando o tratamento com antirretrovirais nos primeiros seis meses de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado.
Diagnóstico
Entre 2005 e 2013, o Brasil aumentou em 32% a testagem para HIV na sua população. A cobertura da realização dos exames passou de 28% da população sexualmente ativa (15 a 64 anos), em 2005, para 37%, em 2013. Além desse aumento na população em geral, o Ministério vem investindo, em parceria com organizações da sociedade civil, em ampliar o acesso ao teste nas populações mais vulneráveis por meio de unidades móveis de testagem e pelo uso do texto oral. Essas ações permitem ampliar o número de pessoas que conhecem, o mais precocemente possível, a sua condição de infectados pelo HIV.
Foto: Corbis
A combinação da ampliação da testagem com o novo protocolo implantado em dezembro de 2013, que oferece o tratamento para todas as pessoas HIV positivas, independentemente de comprometimento do sistema imunológico, faz com que mais pessoas iniciem o tratamento. Como todas as evidências demonstram que pessoas em tratamento reduzem a carga viral a um ponto em que diminui muito a chance de que ela transmita o HIV para outra pessoa, a continuidade dessa nova estratégia implantada no Brasil produzirá uma progressiva redução na prevalência do HIV.
Em 2013, cerca de 40 mil pessoas iniciaram o tratamento. Apenas nos primeiros seis meses deste ano, 35 mil já aderiram, tornando possível a meta do Ministério da Saúde de oferecer tratamento a 100 mil novas pessoas. Isso significa que essas pessoas deixarão de transmitir o vírus, reduzindo drasticamente a incidência da doença no País em longo prazo. 
No período de 2005 a 2013, o Brasil mais que dobrou (2,14 vezes) o total de brasileiros em tratamento, passando de 165 mil, em 2005, para 353 mil em 2013.
Fonte: Portal Brasil 

Ufersa celebra Dia Internacional da Mulher Negra...

Ufersa celebra Dia Internacional da Mulher Negra
A Universidade Federal Rural do Semi-Árido – Ufersa por meio da Coordenação Geral de Ação Afirmativa, Diversidade e Inclusão Social (CAADIS) realizará no próximo dia 24 de julho a programação alusiva ao Dia da Mulher Negra, celebrado em 25 de julho, objetivando fortalecer o trabalho das organizações de promoção da igualdade racial e de gênero.
A Roda de Conversa acontece das 8h30 às 11h, no miniauditório da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), Câmpus Leste da Ufersa, em Mossoró-RN.
As inscrições são gratuitas e será emitido certificado aos participantes. O participante com alguma deficiência ou necessidade específica deverá indicar para que sejam disponibilizados recursos.
A programação é aberta à participação de toda comunidade, professores, técnicos e alunos do ensino superior e da educação básica, bem como aos movimentos sociais de Mossoró e região, que se interessam pela temática. A programação também será em alusão ao Dia Nacional de Tereza de Benguela.
A professora Ady Canário, coordenadora da Caadis, ressalta que o objetivo da comemoração de 25 de julho é ampliar e fortalecer as organizações de mulheres negras, construir estratégias para a inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais desigualdades raciais e sociais. “É um dia para ampliar parcerias, dar visibilidade à luta, às ações, promoção, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra brasileira”, conclui.
Saiba mais –
Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha foi criado em 25 de julho de 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana. Estipulou-se que este dia seria o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. Desde então, sociedade civil e governo têm atuado para consolidar e dar visibilidade a esta data, tendo em conta a condição de opressão de gênero e racial/étnica em que vivem estas mulheres, explícita em muitas situações cotidianas.
Aprovado em abril de 2014, Dia Nacional de Tereza de Benguela foi escolhido o dia no Brasil como marco à Tereza de Benguela, uma líder quilombola que viveu no Mato Grosso, sobe sua liderança, o Quilombo Quariterê resistiu à escravidão por duas décadas, e sobreviveu até 1770.
Programação -
Roda de Conversa: “A MULHER NEGRA E O RACISMO NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO”
Mediadora: 
Professora Ady Canário de Souza Estevão (Ufersa)
Coordenadora da CAADIS e Sócia Fundadora do Centro Feminista 8 de Março de Mossoró.
Expositoras:
Professora Janaiky Pereira de Almeida (Ufersa). 
Diretora do Conselho Regional de Assistência Social.
Atriz Lenilda Sousa (Movimentos Negro)
Pedagoga e militante dos movimentos sociais e culturais de Mossoró e Região.

FÓRUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO ÉTNICO RACIAL DO RN/MEC/SECADI: VAMOS AO KIPUPA MALUGUINHO PERNANBUCO DELEGAÇÃO DO...

FÓRUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO ÉTNICO RACIAL DO RN/MEC/SECADI: VAMOS AO KIPUPA MALUGUINHO PERNANBUCO DELEGAÇÃO DO...

NATAL MOSTRA A TUA CARA EM REDE NACIONAL MAIS UMA VERGONHA QUE E SECULAR NO RN... ABANDONO E FALACIAS DA SEGURANÇA PUBLICA O GOVERNO BRINCA DE SEGURANÇA PUBLICA NO RN.....EM NATAL




A SAM é uma iniciativa da Campanha Global pela Educação (CGE) que acontece simultaneamente em mais de 100 países, desde 2003. Em 2014, as discussões internacionais aconteceram entre os dias 4 e 10 de maio.

O que é SAM?

A SAM é uma iniciativa da Campanha Global pela Educação (CGE) que acontece simultaneamente em mais de 100 países, desde 2003. Em 2014, as discussões internacionais aconteceram entre os dias 4 e 10 de maio.
No Brasil, a SAM 2014 acontecerá entre os dias21 e 27 de setembro e trará como tema “Direito à Educação Inclusiva”.  O objetivo é fazer uma grande pressão internacional sobre líderes e políticos para que cumpram os tratados e as leis nacionais e internacionais, no sentido de garantir educação pública de qualidade para todas e todos.
Entre os assuntos que serão discutidos, destacam-se os eixos centrais:
  • O direito à educação inclusiva: marco legal e desafios para a garantia desse direito
  • Formação inicial e continuada dos profissionais de educação para a oferta de uma educação inclusiva pública e de qualidade para todos
  • Direito à acessibilidade física, de informação e de comunicação, inclusiva e para todos
  • Fora da Escola não Pode: cada criança e adolescente tem o direito de aprender em escolas inclusivas

segunda-feira, 14 de julho de 2014

CARTÃO DO SUS > NOME SOCIAL.... DIREITO ADQUIRIDO E CONQUISTADO COM LUTA....



Bom dia a Todas as Travestis e Transexuais do RN
CARTÃO DO SUS > NOME SOCIAL
Fiquem atentas, aqui no RN recebi algumas reclamações que alguns postos de saude não querem fazer o cartão do SUS respeitando o Gênero (NOME SOCIAL) segundo Hadylla Oliveira
è um direito adquirido por todas Nós
, façam valer seus Direitos, tenha sempre em mãos as Seguintes Portarias:
Portaria do Ministério da Saúde > 1;820 do dia 13 de agosto de 2009;
Decreto Estadual Nª 22.331 de 13/08/2011
Lei Municipal Nº 5.974/2009
att
Jacqueline Brazil
Presidente da Atrevida RN

domingo, 13 de julho de 2014

Barravento (1962) - Glauber Rocha (Subtítulos en Español)

Casa de Santo (Maragogipe) - Documentário Completo

Metrópole de Natal é ‘de faz de conta’

Nadjara Martins
Repórter

http://tribunadonorte.com.br/noticia/metropole-de-natal-e-de-faz-de-conta/287638

As manhãs da diarista Maria das Dores Caetano, 42 anos, começam às 4h. Ela pega um carro da comunidade Lagoa Grande, zona rural de Ceará-Mirim, até a estação de trem. Às 5h20, a locomotiva (lotada) deixa a estação rumo “à cidade” –  Natal – por apenas R$0,50. “Economizo R$7 de passagem com carro e ônibus”, contabiliza. Os 29 quilômetros que separam os municípios também são percorridos por Maria Betânia Rosene de Lima, doméstica, de Ceará-Mirim para o bairro de Cidade da Esperança. Ela é mais incisiva. “Se for para sair de Ceará-Mirim para pegar o trânsito de Igapó, é melhor ficar aqui mesmo”, sentencia.

Atravessar cidades para chegar a qualquer compromisso é a rotina dos 1,3 milhão de habitantes que vivem hoje na Região Metropolitana de Natal. São 727.377 passageiros que utilizam regularmente o transporte coletivo. E também uma frota – entre carros e coletivos – de 423.459 veículos, segundo a Secretaria de Mobilidade de Natal.

Mobilidade, porém, é apenas um dos problemas de quem vive na Região Metropolitana de Natal. Falta de serviços básicos, como transporte, saúde e educação, além da violência crescente, são questões que despontam devido à ocupação desordenada do território.

Criada por lei estadual em 1997, hoje é composta por dez municípios – Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz, Ceará-Mirim, Macaíba, Monte Alegre, Nízia Floresta, São José do Mipibu e Vera Cruz. Mas a gerência dos municípios, que deveria ser compartilhada, nunca saiu do papel. O Comitê Gestor da RMN, criado na mesma lei, deveria reunir periodicamente prefeitos dos municípios, sociedade organizada e parlamentares sob a coordenação do Governo do Estado. Durante o atual governo,  o comitê nunca se reuniu. A última ata data de julho de 2008, quando foi apresentado o Plano de Desenvolvimento Sustentável da Região Metropolitana de Natal – este também não aplicado. O plano, elaborado por professores da UFRN e da UFPE, trazia projetos viários e de gestão para integrar os municípios da RMN. E previa  uma série de estudos para a inclusão de novos municípios na RMN – o que também não tem sido respeitado. 

Segundo a economista Tânia Bacelar, convidada para elaborar o plano em 2007, Natal era um “germe” de metrópole. “Ainda não existia uma região metropolitana em Natal. Existia uma lei que havia sido criada, mas a definição legal não correspondia”, afirmou. Para ela, existem duas regiões metropolitanas de Natal: a funcional e a política.  “Esse é um momento interessante para organizar o desenvolvimento da metrópole”, acrescenta.

A professora Maria do Livramento Miranda Clementino, coordenadora do Observatório das Metrópoles no RN, acredita que esse “germe” se consolidou somente entre Parnamirim, São Gonçalo, Extremoz e Natal. As duas primeiras perderam a característica de cidade-dormitório para consolidarem a própria economia. “Elas já desenvolveram algum tipo de relação e estrutura que não as configuram apenas como dormitório”, aponta. Entretanto, para as duas especialistas, é preciso apressar a organização desse crescimento antes do surgimento de novos gargalos. 

A reportagem entrou em contato com a coordenadora estadual da RMN, Ana Karina Maia, solicitando informações sobre a implantação do plano de desenvolvimento da metrópole. As informações, porém, foram barradas pelo secretário de planejamento do Estado, Obery Rodrigues, segundo o qual o Governo preferiria não se pronunciar sobre o assunto.

Principais problemas

A gestão compartilhada de recursos e serviços entre os municípios da Região Metropolitana de Natal é uma das prerrogativas do Plano de Desenvolvimento Sustentável da RMN. Entretanto, seis anos após a entrega, quase nenhuma mudança foi sentida pela população. As limitações de cada município alimentam a dependência dos serviços com relação à capital. Confira alguns casos: 

#Saneamento

Uma das principais deficiências nos serviços à população dentro da capital do RN é o esgotamento sanitário. Apenas 35,85% da população tem acesso à rede de coleta e transporte de esgotos em Natal, que é comandando pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). Já em Parnamirim, segunda maior cidade da RMN, a cobertura cai drasticamente para 2,2%..

Na RMN, a falta de esgotamento sanitário é epidemia.

Outros sete municípios também dependem da Caern. Em Macaíba, 50% das obras de esgotamento sanitário já foram concluídas; mas,  por ora, a cobertura é de apenas 2,34% da cidade. Em São José do Mipibu, a situação se repete: as obras estão 55% concluídas, mas a cobertura atual da rede de esgotos chega só a até 1,32% do município. 

Vera Cruz, Nízia Floresta e Monte Alegre sequer possuem obras de esgotamento sanitário em andamento. E, nos outros três municípios da região metropolitana – Extremoz, São Gonçalo do Amarante e Ceará-Mirim – o sistema de água e esgotos é tocado pelo município por meio do Sistema de Abastecimento de Água e Esgoto.

#Transporte

A mobilidade ainda é o maior empecilho para o desenvolvimento da Região Metropolitana de Natal. A dependência de apenas dois corredores de escoamento do tráfego – BRs 101/304 e 101/406 –, que desembocam nas duas únicas pontes da cidade. O resultado são os congestionamentos usuais nos horários de pico, tanto no gancho do Igapó quanto na saída da Ponte Newton Navarro.

Para quem se desloca diariamente entre os municípios da RMN, uma das saídas é o sistema ferroviária que, atualmente, conta com apenas duas locomotivas. 

A diarista Valdira Lopes, 37 anos, pega três conduções para chegar ao trabalho. A rotina começa às cinco da manhã, quando pega um ônibus da comunidade Vila de Fátima, Extremoz, para a estação de trem da cidade. De lá, mais 1h20 de viagem até a Ribeira, ao custo de 0,50 centavos. Logo depois, é a vez de embarcar em um ônibus para Ponta Negra.

Para Valdira, o trem é a melhor opção para escapar do trânsito. “Melhor o trem que não tem assalto, ninguém anda assustada e não tem engarrafamento”, opina.

#Saúde e Educação

O desenvolvimento acelerado da RMN nos últimos anos resultou na ocupação gradativa de antigas áreas rurais. Nas margens das BRs, por exemplo, é possível ver o desenvolvimento imobiliário impulsionado por empreendimentos populares, como o Minha Casa Minha Vida.

Na área rural de São José do Mipibu, a população enfrenta dificuldades de acesso aos serviços básicos, como saúde, educação, telefonia. Até a chegada da correspondência é complicada no condomínio Bosque das Colinas, no povoado de Taborda. 

A dona de casa Elizabete da Silva Pinheiro Rodrigues, 40 anos, reside no condomínio há dois anos e quatro meses. Ela não reclama por morar na Região Metropolitana, mas acredita que serviços como saúde e educação estão mais inacessíveis. “Tive que matricular meu filho em uma escola de Parnamirim porque aqui não tinha. Para o telefone pegar, tenho que ficar ao lado do poste”, conta. Dois orelhões com antenas gigantes acopladas fazem as vezes de telefone fixo para a população do condomínio.

#Violência

Mas não é só a falta de serviços que incomoda, mas a violência crescente. Nos condomínios Luar do Colorado e Bosque das Colinas, que ficam na rua Lucia Barbosa de Azevedo, zona rural de São José, são comuns os relatos de assaltos em plena luz do dia.

A comerciante Elaine Nascimento da Paz mantém uma mercearia no Bosque das Colinas há  três meses, mas já chegou a ser assaltada duas vezes em uma semana. Na primeira, levaram a mercadoria e a caixa registradora. Fizeram o marido de refém. Na segunda, levaram todo o dinheiro do caixa. Ela amarga R$1.600 de prejuízo com os roubos no último mês.

“Era pleno meio dia quando ele veio. O segurança tinha acabado de sair”, conta. Para contornar a falta de policiamento – dois postos foram construídos para a PM, mas não são ocupados – os moradores pagam aos vigias de rua, que circundam o condomínio em motonetas. 

A reportagem solicitou dados sobre violência à Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesed) desde a última quinta-feira, mas não recebeu resposta até o fechamento desta edição.

Região Metropolitana

10 municípios formam a Região Metropolitana de Natal

16 de janeiro de 1997 – Lei Complementar nº 152 cria a RMN, composta por Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Ceará Mirim, Macaíba e Extremoz

2002 – Nísia Floresta e São José do Mipibu são integrados

2005 – Monte Alegre é agregado

2009 – Vera Cruz é incluída à região

- Deputado Arlindo Dantas sugere a inclusão de Nova Cruz, distante a 37km da capital. PL é rejeitado.

2013 – São apresentados projetos de lei para inclusão de Maxaranguape e Ielmo Marinho. Apenas o primeiro é acatado pela ALRN, mas ainda aguarda sanção do Governo

2014 – Walter Alves apresenta projeto para inclusão de Goianinha. Em emendas, deputados propõem vincular também os municípios de Arês e Georgino Avelino

54 km separam Natal do município mais distante da Região Metropolitana: Maxaranguape

População

1,3 milhões de habitantes vivem na Região Metropolitana de Natal

817. 590 vivem na capital

214.199 em Parnamirim

90.376 em São Gonçalo do Amarante     

71.670 em Macaíba

69.005 em Ceará-Mirim

40.511 em São José do Mipibu 

25.324 em Extremoz 

24.501 Nísia Floresta

20.959 em Monte Alegre 

11.051 em Vera Cruz

Eleitores

876.046 em toda a Região 

37,19% do eleitorado do Rio Grande do Norte, que é composto por 2,3 milhões de eleitores

50.034 eleitores em Ceará-Mirim

19.169 eleitores em Extremoz

41.155 eleitores em Macaíba

16.521 eleitores em Monte Alegre

526.426 eleitores em Natal

17.047 eleitores em Nísia Floresta

104.468 eleitores em Parnamirim

65.063 eleitores em São Gonçalo do Amarante

25.977 eleitores em São José do Mipibu

9.186 eleitores em Vera Cruz

Transporte Público (Frota)

646 ônibus em Natal

238 ônibus nos demais municípios

160 mil passageiros/dia são transportados na Região Metropolitana de Natal

727. 377 pessoas utilizam o transporte coletivo na RMN

313. 497 delas são de Natal

Fonte: Semob/DER 

Índice de Desenvolvimento Humano

0,762 é o IDH da Região Metropolitana de Natal, puxado por Parnamirim e a capital

3º pior IDH entre as 33 regiões metropolitanas do Brasil

Ceará-Mirim: 0,616

Extremoz: 0,660 

Macaíba: 0,640

Monte Alegre: 0,609

Natal: 0,763

Nísia Floresta: 0,622

Parnamirim: 0,766

São José do Mipibu: 0,611

São Gonçalo do Amarante: 0,611

Vera Cruz: 0,587

O IDH vai de 0 a 1; quanto mais próximo de 0, menor o desenvolvimento; quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. O índice considera renda, saúde e educação 

Fonte: PNUD Brasil/2003// Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios 2010, da ONU

Documentário Casa de Santo

sábado, 12 de julho de 2014

Orixás se tornam super-heróis em filme Nigeriano

ORIXÁS SE TORNAM SUPER-HERÓIS EM FILME NIGERIANO




Estamos cansados de assistir filmes com referências ao panteão grego e nórdico, afinal, divindades como Zeus, Atena, Odin, Thor, entre outros povoam nosso imaginário.   Presentes na cultura pop em geral, eles estão, também, na simbologia utilizada no comércio, nas artes, na academia, etc. Pois bem, o cinema nigueriano -  Nollywood, o terceiro maior pólo de produção do mundo – decidiu contar a história dos orixás no cinema.  Oya: Rise of the Orisha (Oya: A Ascensão dos Orishas) tem como subtítulo “A Nigerian Superhero Movie”, ou seja, a abordagem será a da cultura pop.  O filme já tem trailer, que vocês podem ver aí embaixo, página oficial e no Facebook, também.  Acredito que uma obra assim, merece ser assistida.  Agora, é esperar para ver como será o lançamento, mas é legal ver que um panteão africano vai chegar ao cinema em uma leitura pop.


Gosto de ver essas notícias sobre a Nigéria que saem daquela mesmice da guerra santa movida por grupos islâmicos radicais contra cristãos e muçulmanos não-alinhados.  Lembram da notícia das bonecas das rainhas africanas?  Pois é... É péssimo que não saibamos mais sobre o cinema nigeriano, que as produções não cheguem para nós no Brasil.  Agora, é fato que falar em orixás por aqui é falar de religiões que estão muito vivas, não que não existam pagãos e neo-pagãos que venerem o panteão grego e escandinavo, mas essas divindades européias foram domesticadas, digeridas e consideradas não ameaçadoras. Para a maioria, esses deuses estão mortos ou são obra da fantasia de culturas antigas. O que eu quero dizer com isso?  


Quando falamos de religiões afro no Brasil, mexemos no vespeiro da intolerância religiosa, da disputa territorial (*e econômica, de poder, e simbólica*) e do racismo.  Vocês sabem que sou protestante/evangélica e para a maioria dos freqüentadores de igreja, ao contrário dos deuses nórdicos e gregos, as divindades africanas são demônios e estão muito vivas.  Será que o brasileiro médio conseguiria assistir um filme sobre orixás como assiste ao filme do Thor, por exemplo?  Conseguiria imaginá-los como seres superpoderosos e fascinantes?  Realmente não sei... De resto, essa imagem belíssima de Oya aí embaixo não é do filme, mas de um ensaio fotográfico.  Achei por acaso e a série completa está aqui.  


E para quem quer saber quem é Oyá, segue a definição da wikipedia"Na Mitologia Yoruba, o nome Oyá provém do rio de mesmo nome na Nigéria, onde seu culto é realizado, atualmente chamado de rio Níger. É uma divindade das águas como Oxum e Iemanjá, mas também é relacionada ao elemento ar, sendo uma das divindades que ao lado de Ayrá e Orixá Afefê controla os ventos. É conhecida também como Iansã.  Costuma ser reverenciada antes de Xangô, como o vento personificado que precede a tempestade. Assim como a Orixá Obá, Oyá também está relacionada ao culto dos mortos, onde recebeu de Xangô a incumbência de guiá-los a um dos nove céus de acordo com suas ações. Para assumir tal cargo recebeu do feiticeiro Oxóssi uma espécie de erukerê especial chamado de Eruexim com o qual estaria protegida dos Eguns. Oyá é a terceira deusa de temperamento mais agressivo, sendo que a primeira é Opará e Obá é a segunda. O nome Iansã trata-se de um título que Oyá recebeu de Xangô que faz referência ao entardecer. Iansã quer dizer A mãe do céu rosado ou A mãe do entardecer. Era como ele a chamava pois dizia que ela era radiante como o entardecer. Os africanos costumam saudá-la antes das tempestades pedindo a ela que apazigue Xangô o Orixá dos trovões, raios e tempestades pedindo clemência."  Ou seja, o filme será protagonizado por uma enfezada divindade feminina.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

CURSO JUVENTUDE E IDOSOS, HOMENS E MULHERES SEXUALIDADES E PREVENÇÃO DST HEPAIDS...

 CURSO JUVENTUDE  E IDOSOS, HOMENS E MULHERES SEXUALIDADES E PREVENÇÃO DST HEPAIDS...
O foco central deste curso é a promoção da saúde e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e da Aids, no contexto dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos.
Ao final do curso, você deverá ser capaz de:

Incorporar o trabalho preventivo à sua atuação profissional cotidiana.
Abordar as temáticas da sexualidade, vulnerabilidade, igualdade de gênero, diversidade sexual, de raças/etnias em suas práticas de promoção da saúde e da prevenção das DST/Aids.
Identificar a importância e os caminhos da ação intersetorial para a promoção da saúde e da prevenção.
A carga horária total do curso é de 40 horas.

Sugerimos a dedicação diária de 1 hora, no mínimo, para a leitura do conteúdo do curso e realização das atividades propostas.
Módulo 1 - Apresentação e contextualização do curso

Módulo 2 - Adolescências, juventudes e direitos

Módulo 3 - Sexualidade, gêneros e diversidade

Módulo 4 - Saúde sexual e saúde reprodutiva de adolescentes e jovens

Módulo 5 - Álcool e outras drogas

Módulo 6 - Promoção da saúde

Módulo 7 - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE)

Módulo 8 - Traduzindo em práticas
 certificado de conclusão do curso estará disponível para a impressão se você alcançar aproveitamento igual ou superior a 70% do total dos pontos distribuídos nas atividades avaliativas.

Após o encerramento do curso e respeitado o critério descrito anteriormente, você deverá acessar o módulo Avaliação de Satisfação com o Curso e Certificado para impressão do seu certificado de conclusão.

Para que o curso possa ser aprimorado, é muito importante que você responda ao questionário Avaliação de Satisfação com o Curso para avaliar o conteúdo do curso e sua aplicabilidade.

Padre exalta cultura e diversidade...

Jovem vai para centro de candomblé contra a vontade da família - 01

Jovem vai para centro de candomblé contra a vontade da família - 02

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