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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Campanha alerta foliões sobre drogas, dengue e sexualidade no Carnaval REDE MANDACARU BRASIL ESTA CONFIRMADO NO CARNAVAL 2014 ... ação DIZ AI NO CARNAVAL 2014...



REDE  MANDACARU BRASIL ESTA CONFIRMADO NO CARNAVAL 2014 ...
 DIZ AI: “Se tem festa, festaço ou festinha, tem que ter camisinha”, a campanha visa o carnaval, Copa do Mundo e festas juninas" 



APOIO: MINISTÉRIO DA SAÚDE,  GRUPO CULTURAL PEDUBREU TECNOCO,  FORUN LGBTTS DO RN, PROGRAMA ESTADUAL DST HEPAIDS RN, SEJEL SAO GONÇALO DO AMARANTE, "SECRETARIA DE SAUDE E PREFEITURA DE BARRA MAXARANGUAPE RN





















Estados e municípios receberam 104 milhões de preservativos na primeira remessa deste ano. A medida tem como objetivo estimular o uso da camisinha durante as principais festas realizadas no país.
A campanha de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e aids do carnaval deste ano, que começa a ser veiculada a partir desta terça-feira (25), será estendida a todos os grandes eventos e festas populares, como São João e a Copa do Mundo. Com o slogan “Se tem festa, festaço ou festinha, tem que ter camisinha”, a mobilização pretende alertar para a prevenção nos momentos de divertimento. A campanha, que é dirigida à população em geral - na faixa etária de 15 a 49 anos - foi apresentada nesta terça-feira (25) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, em Brasília.
O estímulo ao uso do preservativo durante as festas realizadas anualmente em todo o Brasil é um dos focos da campanha. São dois filmes: o primeiro fala de festas, mas não se restringe ao carnaval e será usado durante todo o ano. Este filme mostra imagens com os principais eventos que irão acontecer nas mais diversas regiões do Brasil, como a Copa do Mundo, o carnaval, festas juninas, parada gay, entre outros. O segundo filme é sobre o personagem Juca, que apresenta situações divertidas para todos os tipos de festas e ocasiões, com enfoque no uso da camisinha.
“Estamos reforçando a ideia de que a prevenção deve ser feita durante todo o ano, e não apenas no carnaval. Além disso, reafirmamos a necessidade de trabalhar com todos os grupos da sociedade, independente  de faixa etária ou gênero, ou seja, o alvo é população brasileira sexualmente ativa”, afirmou o ministro ao apresentar a campanha.
Segundo o ministro, além de chamar a atenção para o uso do preservativo, a campanha alerta sobre a importância da testagem. “O diagnóstico precoce da aids tem uma dimensão individual ao permitir o início do tratamento mais cedo, garantindo maior qualidade de vida ao paciente. A testagem também tem uma importância coletiva,  já que o uso dos medicamentos antirretrovirais interrompe a cadeia de transmissão do vírus”, ressaltou o ministro.
A ideia é dar continuidade às ações nas festas regionais. A meta é reafirmar a mensagem da campanha, “de que não importa a festa, tem que usar camisinha durante todo o ano”. A campanha conta ainda com anúncios em outdoor, taxidoor, abrigos de ônibus e blimps, com o tema principal e as frases de apoio: “Proteja-se. Use sempre a camisinha” e “Faça o teste de aids, sífilis e hepatites virais”. Cinco jingles de rádio também estão sendo veiculados, nos ritmos pop, axé, sertanejo, e carnaval. O Ministério da Saúde também confeccionou a arte gráfica para cartazes, folhetos, folderes, bandanas, mobiliário urbano, porta-trecos, todos disponíveis no site do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais para serem reproduzidos por estados e municípios.
Serão realizadas campanhas regionais em todo o país, organizadas pelas secretarias estaduais e municipais de saúde. Em cidades de maior concentração de pessoas - como o Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Olinda – estão previstas ações, com a distribuição de folhetos, acompanhados de porta-camisinhas, bandanas, camisetas e preservativos. Nestas cidades haverá ainda mobiliário urbano em locais de festas, com Blimp e balão show.
“O Brasil faz campanha de prevenção durante todo o ano, sempre em parceria com as secretarias municipais de saúde, organizações da sociedade civil e instituições da sociedade civil. Neste carnaval, estamos privilegiando os momentos de festas”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. O secretário também ressaltou a importância do diagnóstico precoce. “Qualquer pessoa que tiver vida sexual ativa deve fazer o teste. Desde o ano passado o protocolo para adultos, adotado pelo Brasil, já indica o início imediato do tratamento para as pessoas que descobrirem ser soropositivas”, observa Jarbas Barbosa.
Uma das ações do Ministério da Saúde para reforçar a prevenção é a distribuição de preservativos aos estados e municípios. Na primeira remessa deste ano, foram enviados 104 milhões de unidades para atender a demanda até o mês de março. O quantitativo é definido a partir do consumo médio mensal, da capacidade de armazenagem e do estoque do almoxarifado local nos estados. Em 2013, durante todo o ano, o Ministério da Saúde distribuiu 610 milhões de preservativos para todo o país.
TESTAGEM - Um das mais bem sucedidas estratégias do Ministério da Saúde no combate à epidemia é o Fique Sabendo, ação direcionada à ampliação do diagnóstico precoce da população. Lançados em 2005, os testes são oferecidos em Unidades Básicas de Saúde, Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), ambulatórios ou em locais como praças, feiras e eventos específicos como festas e shows.
Nestas ações são utilizados testes rápidos, que fica pronto em cerca de 30 minutos, sendo necessária apenas uma gota de sangue. Os testes rápidos começaram a ser utilizados, em larga escala em 2005, quando foram distribuídos 509 mil unidades em todo o país. Em oito anos, a oferta cresceu 800%, com 4,7 milhões de testes distribuídos em 2013. O diagnóstico precoce é importante para quebrar a cadeia de transmissão do vírus e promover o acompanhamento do paciente, evitando o desenvolvimento de aids, além de permitir que o paciente inicie o tratamento mais cedo.   
CENÁRIO DA INFECÇÃO - A epidemia de aids no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 20 casos de aids a cada 100 mil habitantes, o que representa cerca de 39 mil casos novos da doença ao ano. Estimativas indicam que, atualmente, cerca de 718 mil pessoas vivam com HIV, sendo que 150 mil desconhecem sua situação. O não conhecimento da sorologia é hoje um dos desafios a serem enfrentados no combate à doença no país. Atualmente, estão em tratamento com medicamentos antirretrovirais, ofertados pelo SUS, cerca de 340 mil pessoas.       
O coeficiente de mortalidade por aids vem caindo no Brasil nos últimos 10 anos. Em 2003, era de 6,4 casos por cada 100 mil habitantes, caindo para 5,5 por 100 mil habitantes em 2012. Do total de óbitos por aids no Brasil, até o ano passado, 190.215 (71,6%) ocorreram entre homens e 75.371 (28,4%) entre mulheres.
NOVO PROTOCOLO – O Ministério da Saúde lançou, no final do ano passado, um novo protocolo de tratamento para pessoas com HIV. Uma das principais inovações é possibilitar que o paciente inicie o tratamento logo após a confirmação da presença do vírus no organismo. A medida amplia a qualidade de vida da pessoa em tratamento e reduz a possibilidade de transmissão do vírus. Estudos internacionais apontam que o uso precoce de antirretrovirais diminui em 96% a taxa de transmissão do HIV.
O investimento federal no combate à aids e às demais doenças sexualmente transmissíveis chegou a R$ 1,2 bilhão em 2013, dos quais cerca de R$ 770 milhões custeiam a oferta dos medicamentos. Há 10 anos, a verba era quase metade disso: R$ 689 milhões, dos quais R$ 551 milhões usados em tratamento. Além disso, a rede de assistência conta hoje com 518 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), 712 Serviços de Assistência Especializada (SAE) e 724 Unidades de Distribuição de Medicamentos  (UDM).
Distribuição de preservativos por UF:

Rio Grande do Norte
486.360

Estado/Município
Qtd em mil
Acre
403.200
Rio Branco
278.082
Alagoas
972.720
Maceió
486.360
Amapá
403.200
Macapá
201.600
Amazonas
1.411.000
Manaus
604.800
Bahia
4.377.240
Salvador
1.765.440
Ceará
2.431.800
Fortaleza
1.459.080
Distrito Federal
1.459.080
Espirito Santo
972.720
Vitória
666.360
Goiás
972.720
Goiânia
486.360
Maranhão
3.890.880
São Luiz
1.459.080
Mato Grosso
989.856
Cuiabá
201.600
Mato Grosso do Sul
604.800
Campo Grande
202.176
Minas Gerais
5.349.960
Belo Horizonte
2.431.800
Pará
1.008.000
Belém
403.200
Paraíba
972.720
João Pessoa
972.720
Paraná
3.890.880
Curitiba
972.720
Pernambuco
7.295.400
Recife
972.720
Piauí
972.720
Teresina
486.360
Rio de Janeiro – Estado
9.547.920
RJ – Município
5.349.960
Rio Grande do Norte
486.360

Natal
486.360
Rio Grande do Sul
2.431.800
Porto Alegre
1.459.080
Rondônia
410.400
Porto Velho
201.600
Roraima
201.600
Boa Vista
201.600
São Paulo – ESTADO
15.966.000
São Paulo – Município
7.295.400
Santa Catarina
3.890.880
Sergipe
1.459.080
Aracaju
486.360
Tocantins
1.459.080
Palmas
486.360
Total Nacional
104.249.194





























































Por Nivaldo Coelho, da Agência Saúde 
Atendimento à Imprensa 
(61) 3315-2005












segunda fera de carnaval  o bloco da prevenção  visita o clube do palmeira  em santo antônio

domingo, 10 de fevereiro de 2013


mas uma vês o bloco da prevenção no quarto dia de carnaval sai as ruas conscientizando us foliões distribuindo preservativos vamos brinca com segurança  faça sua parte  que a volante da prevenção








  esta na rua  apoio REDE MANDACARU BRASIL  SECRETARIA DO ESTADO  RELIGIOSOS  DE  MATRIZ AFRICANA   CONSCIÊNCIA USE CAMISINHA E PREVINA SI // DST

sábado, 9 de fevereiro de 2013














hoje segundo dia de carnaval  com muita luta e determinação  a rede MANDACARU  E RELIGIOSOS DE MÁTRIS AFRICANA continua com seu trabalho  de combate e conscientização DAS   DST  e visita vários  pontos de  comsemtraçao   carnavalesca   siga nosso exemplo para um futuro  melhor  A VOLANTE  DA  PREVENÇÃO  ESTA NAS RUAS  OS EDUCADORES SOCIAL NÃO PARÃO  AQUI

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013














hoje primeiro dia de carnaval em são gonçalo do amarante a rede mandacaru junto com religiosos de mátris africana e secretaria de saudê promove pitstop de prevenção de doenças sexualmente transmissível

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Em cinco anos, R$ 300 milhões deixaram de ser gastos em políticas de igualdade racial 19 de fevereiro de 2014 Marina Dutra...



Em cinco anos, R$ 300 milhões deixaram de ser gastos em políticas de igualdade racial

19 de fevereiro de 2014
Marina Dutra
Foto - racismo
Na última semana, o país se mobilizou em apoio a Tinga, jogador brasileiro que foi hostilizado pela torcida peruana apenas por ser negro durante jogo da Copa Libertadores. Mesmo com 97 milhões de brasileiros que se declaram pardos ou negros, o Brasil ainda sofre com o racismo. O percentual de negros assassinados no país, por exemplo, é 132% maior do que o de brancos, segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
A questão da promoção da igualdade racial, no entanto, não tem recebido a importância que merece pelo governo federal, ao menos do que diz respeito ao prisma orçamentário. De 2009 para cá, R$ 300 milhões deixaram de ser utilizados em políticas de prevenção ao racismo. O balanço leva em conta a diferença entre o total orçado para o programa orçamentário “Enfrentamento ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial” e o valor efetivamente desembolsados em favor das ações do programa.
Nos últimos cinco anos, R$ 490,1 milhões foram destinados à rubrica, que antes de 2011 era dividida em dois programas: “Brasil Quilombola” e “Promoção de Políticas Afirmativas para a Igualdade Racial”. Desse valor, apenas R$ 189,7 milhões foram pagos, menos de 40% do total.
Além da baixa execução, os recursos destinados ao programa sofrem queda desde o ano passado. Em 2012, R$ 105,5 milhões haviam sido orçados para a rubrica. O valor caiu para R$ 76,1 milhões em 2013 e este ano está em R$ 64,8 milhões. A queda nos últimos dois anos foi ocasionada, principalmente, pela redução do orçamento da iniciativa que prevê o reconhecimento e indenização de territórios quilombolas.
A previsão é que em 2014, R$ 30,5 milhões sejam utilizados para esse fim, ante os R$ 48,1 milhões do ano passado. Em 2013, R$ 46,7 milhões chegaram a ser comprometidos no orçamento (empenhados) para aplicação na ação, mas somente R$ 8,7 milhões foram desembolsados no exercício.
Das 2.408 comunidades certificadas pela Fundação Cultural Palmares (FCP), apenas 207 têm o título da terra e, em uma parte delas, os ocupantes não quilombolas ainda não foram retirados ou indenizados. De acordo com o Incra, autarquia responsável pela ação, dez decretos de reconhecimento foram publicados, declarando 13.985,83 hectares em sete estados como áreas de interesse social para fins de desapropriação.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário coordena a iniciativa de apoio ao desenvolvimento sustentável das comunidades quilombolas, ação que também engloba à assistência aos povos indígenas e às comunidades tradicionais. Para este ano, R$ 6,1 milhões foram liberados para a rubrica, quase o dobro do valor orçado em 2013, de R$ 3,1 milhões.
Dentro do programa, há uma ação específica para a criação e implementação de programas de enfrentamento às desigualdades raciais, denominada “Fomento a Ações Afirmativas e Outras Iniciativas para a Promoção da Igualdade Racial”, sob responsabilidade da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), pasta ligada à Presidência da República. Em 2014, R$ 10,4 milhões foram liberados para a iniciativa. Em 2013, a ação contou com R$ 11,8 milhões, dos quais apenas R$ 4,5 milhões foram empenhados e somente R$ 751 mil chegaram a ser pagos.
A Seppir também é responsável pela ação que pretende formular, coordenar e monitorar planos, programas e projetos que assegurem o acesso de comunidades tradicionais às políticas públicas, por meio da articulação entre órgãos federais, estaduais e municipais. Em 2014, R$ 17,8 milhões estão orçados para a iniciativa, valor 37% maior que o autorizado para a ação no ano passado, de R$ 13 bilhões. A execução da iniciativa em 2013 também foi baixa. Apenas R$ 5,3 milhões foram empenhados e R$ 3,5 milhões desembolsados.
De acordo com a Secretaria de Planejamento e Formulação de Políticas da Seppir, os empenhos do órgão para as ações foram limitados em R$ 9,8 milhões, em acordo ao Decreto nº 7.995, de 02/05/2013, que dispõe sobre a programação orçamentária e financeira do Poder Executivo para o exercício de 2013. O orçamento da Seppir, que estava orçado inicialmente em R$ 49,6 milhões foi reduzido para R$ 28,7 milhões.
O Contas Abertas entrou em contato com o Incra e com a Seppir, mas não recebeu respostas até o fechamento da matéria.
Lei da Igualdade
Em 2010, foi instituído em lei o Estatuto da Igualdade Racial, que contempla áreas de educação, cultura, esporte, lazer, saúde, trabalho, defesa dos direitos das comunidades remanescentes de quilombos e proteção de religiões de matrizes africanas. Institui ainda penalidades de reclusão de até cinco anos para quem obstar, por preconceito, promoção funcional de pessoa negra no setor público e privado.
A lei determina que, na execução de programas e ações constantes do Plano Plurianual (PPA) e do orçamento da União, deverão ser observadas as políticas públicas para promoção da igualdade e da inclusão social da população negra. Foi criado também o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), para facilitar a consecução das normas estabelecidas.
Em entrevista a Empresa Brasil de Comunicação, o o economista Mário Lisboa Theodoro, professor da Universidade de Brasília (UnB), afirmou que o Estatuto da Igualdade Racial é apenas “um conjunto de boas intenções, mas sem possibilidade de ser implementado por falta de recursos”.
De acordo com ele, somos um país diverso, mas há uma disputa de poder ao qual o negro ainda não ascendeu, já que isso depende de poder econômico. “Enquanto o Poder Público não destinar recursos significativos para a questão racial, os negros vão continuar no gueto”, disse o professor, que já trabalhou na Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e foi diretor da Área Internacional do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Especialistas defendem a criação de um fundo financiador para implementar as ações previstas no Estatuto da Igualdade Racial, para que as ações previstas na lei não dependam de repasses de recursos de órgãos governamentais.

FONTE CONTAS ABERTAS...

LEI Nº 12.950 DE 14 DE FEVEREIRO DE 2014 Institui o 24 de novembro - Dia do Sacerdote e Sacerdotisa de Religião de Matriz Africana. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte..

 Prezad@s,
     Tenho cá minhas dúvidas: quem pediu, quem reivindicou? Quem propôs? Foi alvo de discussão no Movimento Negro e entre Religiosos de Matrizes Africanas?
     Se houve discussão, quem acompanhou? É uma outorga do governo sem respaldo no Movimento Religioso de Matriz Africana? Ou aconteceu o debate que deve anteceder uma lei como esta?
     Quem tem respostas para estas indagações? Realmente, eu não sei.
     Abraços
     Wilson


LEI Nº 12.950 DE 14 DE FEVEREIRO DE 2014
 
Institui o 24 de novembro - Dia do Sacerdote e Sacerdotisa de Religião de Matriz Africana.
 
O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
 
Art. 1º - Fica instituído, no Estado da Bahia, dia 24 de novembro - Dia do Sacerdote e Sacerdotisa de Religião de Matriz Africana.
 
Art. 2º - Entidades Religiosas e do Movimento Negro poderão produzir atividades referentes ao tema, tais como divulgação da história da religião de matriz africana, trabalho educativo nas escolas, associando-se à Lei 10.639/2003, por Entidades Religiosas e do Movimento Negro.
 
Art. 3º - As atividades mencionadas no art. 2º desta Lei deverão ser inseridas também da programação oficial anual da Semana da Consciência Negra, constituindo-se como mais uma atividade agregada ao calendário do Mês da Consciência Negra.
 
Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
 
PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA, em 14 de fevereiro de 2014.
 
JAQUES WAGNER
Governador
 

Rui Costa
Secretário da Casa Civil

Elias de Oliveira Sampaio
Secretário de Promoção da Igualdade Racial




-- 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Simpósio da American Educational Research Association - AERA/ II Encontro Nacional de Pesquisadoras e Pesquisadores em Saúde da População Negra. VI Seminário Nacional e VIII Seminário Regional sobre Formação de Professores e Relações Étnico-Raciais

VIII Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as) - COPENE 2014




Universidade Federal do Pará 
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
29 de julho a 02 de agosto de 2014
Belém - PA


A Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) - ABPN - constitui um dos órgãos fundamentais da rede de instituições que atuam na sociedade brasileira no combate ao racismo, preconceito e discriminação racial, com vistas à formulação, implementação, monitoramento e avaliação das políticas públicas para uma sociedade justa e equânime. A instituição congrega pesquisadores(as) negros(as) interessados em pesquisas acadêmicas em temas pertinentes à construção e ampliação do conhecimento humano e outros pesquisadores comprometidos com temas de interesse das populações negras no Brasil, África e Diáspora.
     Nossa finalidade é o fortalecimento profissional dos nossos pesquisadores – homens e mulheres -, e a institucionalização dessa temática, considerando que o campo acadêmico dos estudos de relações raciais tem encontrado dificuldades para se afirmar no âmbito das Ciências Sociais e Humanas, dado o cerceamento de iniciativas e oportunidades aos e às que são vistos(as)  como negro-negra que se dedicam à temática racial.A ABPN tem a MISSÃO de: "congregar e fortalecer pesquisadores(as) negros(as) e outros(as) que trabalham com a perspectiva de superação do racismo, e com   temas de interesse direto das populações negras no Brasil, na África e na Diáspora, defendendo e zelando pela manutenção da Pesquisa com financiamento público e dos Institutos de pesquisa em geral, propondo medidas para o fortalecimento institucional da temática das relações raciais".
     Após a constatação de que o racismo na Universidade se manifesta de forma insidiosa, muitas vezes fugidia, mas com resultados bem concretos: a perda de possibilidade de crescimento e desenvolvimento pessoal e coletivo, foi organizado o I Congresso de Pesquisadores Negros, em 2000. Ele foi coordenado por Lídia Cunha e Henrique Cunha Júnior, nas dependências da Universidade Federal de Pernambuco, quando foi criada a ABPN, que se tornou a principal organizadora do evento, juntamente com algum Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) ou um grupo correlato da região que o sedia. Em 2002, o II COPENE foi organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de São Carlos. Já o III foi realizado em 2004 pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Maranhão, em São Luiz. Em 2006, a atividade foi organizado pelo CEPAIA e pela Pró-Reitoria de Pesquisa Pós-Graduação da Universidade do Estado da Bahia em Salvador. Sendo que o V COPENE ocorreu em Goiânia nas dependências da Universidade Federal de Goiás, em 2008. A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em seu Campus Maracanã, organizou o último COPENE, em 2010.
     O I Congresso de Pesquisadores Negros aconteceu no ano de 2000. Ele foi coordenado por Lídia Cunha e Henrique Cunha Júnior, nas dependências da Universidade Federal de Pernambuco, quando foi criada a ABPN, que se tornou a principal organizadora do evento, juntamente com algum Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) ou um grupo correlato da região que o sedia. Em 2002, o II COPENE foi organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de São Carlos. Já o III foi realizado em 2004 pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Maranhão, em São Luiz. Em 2006, a atividade foi organizado pelo CEPAIA e pela Pró-Reitoria de Pesquisa Pós-Graduação da Universidade do Estado da Bahia em Salvador. O V COPENE ocorreu em Goiânia nas dependências da Universidade Federal de Goiás, em 2008. A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em seu Campus Maracanã, organizou o VI COPENE, em 2010. O último COPENE, realizado em 2012, foi organizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros - NEAB/UDESC e foi sediado na cidade de Florianópolis.
   O COPENE tem como principal intenção apresentar e discutir os processos de produção e difusão de conhecimentos intrinsecamente ligados às lutas históricas empreendidas pelas populações negras nas Diásporas Africanas, emanadas nos espaços de religiosidades, nos quilombos, nos movimentos negros organizados, na imprensa, nas artes e na literatura, nas escolas e universidades, nas organizações não-governamentais, nas empresas e nas diversas esferas estatais, que resistem, reivindicam e propõem alternativas políticas e sociais que atendam às necessidades das populações negras, visando a constituição material dos direitos. Deste modo, serão apresentados concomitantemente os seguintes seminários:
     III Seminário Internacional de Pesquisadores/as Negros/as;
     Este Seminário teve sua primeira edição em 2010 no VI COPENE e estava no formato de um  Simpósio Internacional intitulado Gestão da Educação Superior: Construindo Conhecimento e Conectando as Experiências do Brasil e da Diáspora Africana.  Esse evento, organizado pela ABPN, objetivou reunir as(os) coordenadoras(es) dos NEABS com algumas(uns) pesquisadoras(es) internacionais para que untos elaborassem estratégias de superação do racismo no âmbito acadêmico.
     Tendo em vista as discussões do simpósio e a necessidade atual da sociedade brasileira, em especial, intelectuais, militantes e adeptos da luta antirracista, de dialogar sobre os rumos deste debate, a edição de 2012 (O VII COPENE) realizou o II Seminário Internacional de Pesquisadores(as) Negros(as) integrado à programação do evento e seguindo as mesmas datas deste. Assim, automaticamente, ao inscrever-se no Congresso você estará inscrito neste seminário.
     II Seminário de Iniciação Científica da ABPN;
    O I Seminário de Iniciação Científica da ABPN é uma antiga reivindicação de estudantes de graduação que alegam falta de espaço para divulgarem seus trabalhos, além de apresentações de banners. A ABPN já recebeu moções solicitando a criação deste tipo de evento, sob a justificativa que os trabalhos de discentes da graduação dificilmente são aprovados e quando isto acontece as(os) jovens não se sentem confortáveis apresentando junto com colegas da pós-graduação e/ou docentes universitários. Desta maneira, não participam efetivamente do debate através da exposição de suas opiniões e colocações, e o espaço de comunicação perde sua capacidade de formação. Pretendemos, assim, constituir este espaço de diálogo possibilitado pelo seminário.
     II Encontro Nacional de Pesquisadoras e Pesquisadores em Saúde da População Negra.
    Em prosseguimento a primeira versão, este evento pretende discutir e aprofundar as prioridades e resultados de pesquisas no campo da saúde da população negra de forma a dar respostas a implementação da Política Nacional de Triagem Neonatal; a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias e a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN).
     Simpósio da American Educational Research Association - AERA     VI Seminário Nacional e VIII Seminário Regional sobre Formação de Professores e Relações Étnico-Raciais
    Evento promovido pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Formação de Professores e Relações Étnico-Raciais, que na versão de 2014 será responsável pela organização do COPENE. Deste modo, o Núcleo amplia os processos de participação e oportuniza aos participantes do evento, a inserção nas discussões da temática afeita a formação de professores e relações étnico-raciais.

Universidade Federal do Pará 
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
29 de julho a 02 de agosto de 2014
Belém - PA

sábado, 15 de fevereiro de 2014

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