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quinta-feira, 21 de março de 2013

REDE MANDACARU BRASIL E REFERENCIADA MAIS UMA VEZ AGORA EM DESTAQUE PELO MINISTERIO DA SAUDE COMO AÇÃO AFIRMATIVA E PRATICA DE SAUDE - RECONHECIMENTO INTERNACIONAL DAS NOSSAS AÇÕES : PROJETO DE PORTAS ABERTAS , DEDO DE PROSA E BANCOS DE SABERES E PREVENÇÃO RECONHECIDOS PELO MINISTERIO DA SAUDE AO LONGO DE 25 ANOS DE REDE MANDACARU BRASIL....

Revista Resposta + 2012:

Descrição: Revista sobre a experiência brasileira no combate ao HIV/aids e outras DST.  desafiando as perspectivas a RESPOSTA e lançada a 10 anos como luta inovadora nas respostas Brasileiras e mundiais na luta contra hiv aids e outras DST e hepatites virais, exemplos signatarios do ministerio da saude que reconhece de norte a sul do Pais e no mundo praticas  de saude que corroborem com a integração em rede e ação de prevenção e promoção a saude apos todos esses anos somos NOS referenciados pelo ministerio da saude  mais uma vez com a nossa ação que carrega todos os Orixas e caboclos mestres e guias e mais um batalhao de religiosos e religiosas que abrem suas casas todos os meses para disponibilização de insumos preservativos, campanhas e oficinas tematicas na questao DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS num recorte sistemico da luta e prevenção, promoção e convivencia com essas patologias também assegurando assim a garantia de uma ação efetiva nesta guerra... ficamos mais uma vez orgulhosos quando o ministerio da saude reconhece que NOSSA AÇÃO DIARIA COMO UMA BOA PRATICA A NIVEL INTERNACIONAL, quando fomos condecorados com este reconhecimento publico que seja exemplo a ser seguido por tantas outras instituições que  lutam e vivem contidianamente em busca de um SUSS 100% afirmativo agardecemos ao programa estadual HEPAIDS E A COORDENAÇÃO NATAL HEPAIDS pela garantia e PARCERIA efetiva que fica aqui a solicitação expressa para outrso gestores SUS  abrirem suas gestões para  OSC - ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL QUE  constroe a saude de forma coletiva e transparente...

Veja, abaixo, os destaques da edição.
 

Barracões abrem as portas para a prevenção

Instituições religiosas de matriz africana no Rio Grande do Norte desenvolvem ações que contribuem para a ampliação do acesso da população a preservativos
Conteúdo extra: Galeria de fotos
 “Mãe Luciene, a minha camisinha já chegou?”. A pergunta faz parte da rotina da orientadora espiritual Luciene de Oya Togun, durante caminhadas pelas ruas do bairro Nossa Senhora da Apresentação, na periferia de Natal (RN). O loteamento, divisa com os municípios de São Gonçalo e Extremoz, abriga pessoas de baixa renda. A busca dos moradores locais por relações sexuais protegidas é resultado de cinco anos de abordagem preventiva realizada pelo terreiro Ojôloyá Jeje Obéotógundá. Durante as festas religiosas no barracão, além do batuque e das comidas de santo, os preservativos ocupam lugar de destaque nas cerimônias. Essa forma inovadora de acesso à camisinha tem-se revertido em prevenção à aids e outras doenças sexualmente transmissíveis nas comunidades potiguares.
O material colocado à disposição dos mais de 300 frequentadores do centro também chega às 19 comunidades religiosas da região, por meio de palestras de combate ao preconceito e de cuidados com a saúde. Mas o reconhecimento de hoje enfrentou resistência no início. Mãe Luciene conta que na primeira reunião com os filhos de santo, ao expor o pênis de borracha para demonstrar como se coloca a camisinha, teve gente que deixou o barracão, dizendo que não tinha ido ali para ver aquela cena. “Só com o tempo foram entendendo que essa era a melhor forma de conscientizar as pessoas para a prevenção. Principalmente os jovens”, diz.
Ela é taxativa ao ser perguntada por que trabalhar o tema saúde em um espaço de culto religioso. “É a mesma coisa de você me perguntar por que trabalhar a fé. A gente trabalha a natureza. Eu sou a minha árvore. A importância da preservação da saúde para nós é a importância da preservação da natureza, da vida”, explica.


Mãe Luciene confessa que também se espantou de início. “Fui convidada  a sair do barracão e começar essa distribuição de camisinhas”, observa. A referência é  Josimar Rocha Fernandes, que atualmente faz parte da Rede Mandacaru. A organização reúne 154 congregações religiosas de matriz africana no estado e desenvolve ações que contribuem para a ampliação do acesso da população a preservativos.
“Caixinha (de preservativo) na cabeça e muitas vezes só com o dinheiro da passagem e do cafezinho, a gente sai daqui para Macau para distribuir camisinha”, ressalta Luciene. O município, conhecido como terra do sal por causa do grande número de salinas, fica a cerca de 180 quilômetros de Natal. “A gente aproveita as festas das casas para levar camisinhas e fazer panfletagem”, completa Fernandes, conhecido na comunidade como frei Fernandes.
Ele lembra que, em 2012, a rede Mandacaru passou a contar com recursos da Programação Anual de Metas (PAM). O investimento é destinado à realização de quatro oficinas regionais, visando a introduzir na religião os temas DST, aids, hepatites virais e tuberculose. “Vamos chamar profissionais de saúde e religiosos para fazer uma troca de saberes”, explica Fernandes. Segundo ele, parte da verba servirá para organizar o primeiro encontro de religiões, saúde e direitos humanos do Nordeste.
Insumos de prevenção - Em 2011, dos cinco milhões de preservativos enviados pelo Ministério da Saúde para distribuição no Rio Grande do Norte, 48 mil tiveram como destino o centro de mãe Luciene. As camisinhas são recebidas por meio do Programa Estadual de DST/Aids. Além de ser distribuído em ações de prevenção realizadas por organizações não governamentais, como a Rede Mandacaru, o preservativo está disponível nas unidades básicas de saúde, centros de testagem e aconselhamento, serviços especializados e bancos de preservativos. Essa capilaridade é resultado de esforço conjunto dos governos federal, estaduais e municipais e viabiliza a chegada de preservativos a postos de saúde e a cidadãos.
Histórico - O preservativo começou a ser distribuído pelo Ministério da Saúde em 1994. Na tentativa de melhorar a distribuição e o acesso da população aos produtos de prevenção, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais tem descentralizado as ações e os investimentos. Cada estado precisa especificar sua demanda de compra e distribuição no Plano de Necessidades de Insumos de Prevenção. Esse plano faz parte da política de incentivo, instituída pelo ministério em 2002.
Em 2009, o Ministério da Saúde enviou aos serviços de saúde de todo o país recomendação para facilitar o acesso à camisinha nas unidades de saúde do SUS e diminuir a burocracia na oferta do preservativo. Entre as recomendações, está a de não cobrar prescrição médica ou documento de identidade para retirada do insumo, nem participação em palestra ou qualquer outro tipo de reunião.
Veja também
Leia a Revista Resposta + 2012 (na íntegra)





















































































Mãe Luciene confessa que também se espantou de início. “Fui convidada por um frei a sair do barracão e começar essa distribuição de camisinhas”, observa. A referência é ao ex-frei Josimar Rocha Fernandes, que atualmente faz parte da Rede Mandacaru. A organização reúne 54 congregações religiosas de matriz africana no estado e desenvolve ações que contribuem para a ampliação do acesso da população a preservativos.
“Caixinha (de preservativo) na cabeça e muitas vezes só com o dinheiro da passagem e do cafezinho, a gente sai daqui para Macau para distribuir camisinha”, ressalta Luciene. O município, conhecido como terra do sal por causa do grande número de salinas, fica a cerca de 180 quilômetros de Natal. “A gente aproveita as festas das casas para levar camisinhas e fazer panfletagem”, completa Fernandes, conhecido na comunidade como frei Fernandes.
Ele lembra que, em 2012, a rede Mandacaru passou a contar com recursos da Programação Anual de Metas (PAM). O investimento é destinado à realização de quatro oficinas regionais, visando a introduzir na religião os temas DST, aids, hepatites virais e tuberculose. “Vamos chamar profissionais de saúde e religiosos para fazer uma troca de saberes”, explica Fernandes. Segundo ele, parte da verba servirá para organizar o primeiro encontro de religiões, saúde e direitos humanos do Nordeste.
Insumos de prevenção - Em 2011, dos cinco milhões de preservativos enviados pelo Ministério da Saúde para distribuição no Rio Grande do Norte, 48 mil tiveram como destino o centro de mãe Luciene. As camisinhas são recebidas por meio do Programa Estadual de DST/Aids. Além de ser distribuído em ações de prevenção realizadas por organizações não governamentais, como a Rede Mandacaru, o preservativo está disponível nas unidades básicas de saúde, centros de testagem e aconselhamento, serviços especializados e bancos de preservativos. Essa capilaridade é resultado de esforço conjunto dos governos federal, estaduais e municipais e viabiliza a chegada de preservativos a postos de saúde e a cidadãos.
Histórico - O preservativo começou a ser distribuído pelo Ministério da Saúde em 1994. Na tentativa de melhorar a distribuição e o acesso da população aos produtos de prevenção, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais tem descentralizado as ações e os investimentos. Cada estado precisa especificar sua demanda de compra e distribuição no Plano de Necessidades de Insumos de Prevenção. Esse plano faz parte da política de incentivo, instituída pelo ministério em 2002.
Em 2009, o Ministério da Saúde enviou aos serviços de saúde de todo o país recomendação para facilitar o acesso à camisinha nas unidades de saúde do SUS e diminuir a burocracia na oferta do preservativo. Entre as recomendações, está a de não cobrar prescrição médica ou documento de identidade para retirada do insumo, nem participação em palestra ou qualquer outro tipo de reunião.
Veja também
Leia a Revista Resposta + 2012 (na íntegra)


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IGUALDADE RACIAL E PARA VALER....

SEPPIR convoca sociedade para combate a discriminação racial

Promoção da igualdade racial é responsabilidade de todos!
igualdade racial � pra valer
A Assembleia Geral da ONU proclamou 2011 como o Ano Internacional dos Afrodescendentes, tendo em vista a necessidade de fortalecer as ações nacionais e a cooperação internacional e regional para assegurar que as pessoas de ascendência africana gozem plenamente de direitos econômicos, culturais, sociais, civis e políticos.
Nessa perspectiva, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR) lançou no mesmo ano a campanha Igualdade Racial é pra Valer. Seu objetivo é a ampliação do número de ações e de atores pela igualdade racial, a partir de uma convocação ampla ao Estado e à sociedade civil, e do estímulo à consolidação de parcerias e compromissos em diferentes segmentos das esferas pública e privada.
Sendo assim, a Seppir vem reiterar o interesse na participação deste Órgão nesta iniciativa, para o que encaminhamos 100 cartazes e 100 folderes, destinados à divulgação da campanha Igualdade Racial é pra Valer no âmbito de atuação deste órgão e nas ações em que se fizer pertinente a difusão deste material.
Lembramos que esta parceria pode ir além da disseminação da campanha e incluir a formulação e implementação de ações afirmativas.
Com a adesão deste Órgão à Campanha, temos a certeza de poder ampliar o compromisso dos vários agentes sociais e econômicos com o enfrentamento diário aos efeitos do racismo e à promoção de iniciativas para um Brasil mais igual.

NOTA INFORMATIVA Nº 01/2011/ASCOM/SEPPIR-PR

Ementa: Procedimentos adequados para adesão à Campanha Igualdade Racial é pra Valer

Leia a Nota Iformativa para adesão a Campanha Igualdade Racial é Pra Valer

  1. Trata-se o presente de Nota Informativa acerca dos procedimentos a serem adotados no processo de adesão de instituições parceiras à Campanha Igualdade Racial é pra Valer, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

  1. A campanha Igualdade Racial é pra Valer foi lançada pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir), neste ano de 2011 - Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes por declaração da Organização das Nações Unidas (ONU).

  1. A campanha convoca a sociedade – instituições governamentais e não governamentais, bem como a iniciativa privada - a incorporar o movimento pelo fim do racismo no Brasil. A ideia é ampliar o número de atores e de ações pela promoção da igualdade racial, visando à superação das desigualdades e contribuindo para o desenvolvimento pleno e democrático do nosso país.

  1. As parcerias são estabelecidas com órgãos do governo, a iniciativa privada e a sociedade civil, através de adesão, fortalecendo a promoção da igualdade racial em diferentes segmentos.

  1. A adesão é construída conforme a especificidade da atividade dos parceiros e pode incluir planos de trabalho com atribuições e responsabilidades das partes, metas e prazos para execução das ações.

  1. A adesão à campanha implica, para além da divulgação das peças publicitárias, no compromisso assumido pelos parceiros de formular e implementar ações afirmativas no seu âmbito de atuação, a exemplo de cursos de capacitação, realização de censos e estudos, adoção de sistemas de cotas raciais, proposição de leis, compartilhamento de estruturas para realização de atividades, entre outras iniciativas.

  1. As pautas com as ações afirmativas são discutidas entre representantes da Seppir e da instituição parceira, de maneira a adequar a proposta de trabalho à atividade, finalidades e estrutura do aderente.

  1. Faz-se oportuno destacar, que esta Nota Informativa elucida os procedimentos adotados para a adesão à campanha Igualdade Racial é para Valer, mas não corresponde à normatização propriamente dita, uma vez que a viabilidade dessa normatização está em discussão no Gabinete.

  1. Isso posto, coloco-me à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Trote racista na UFMG provoca indignação nas redes sociais

Trote racista na UFMG provoca indignação nas redes sociais



Felipe Rezende, do R7 MG, sugestão de Luana Tolentino
Duas imagens de um trote de estudantes de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) causam polêmica na internet. Compartilhada no Facebook, uma das fotos mostra um “veterano” segurando uma estudante acorrentada, com a pele pintada e com um cartaz escrito “caloura Chica da Silva”. Em outra foto, estudantes amarram um calouro e fazem saudações nazistas.
A assessoria da instituição informou que a UFMG ainda não vai se pronunciar sobre o assunto e que a origem da imagem está sendo “apurada”.
Já o Centro Acadêmico Afonso Pena (CAAP) da Faculdade de Direito convocou uma reunião extraordinária para a manhã desta terça-feira (19) entre a diretoria, o Conselho de Representação de Turma, o Conselho de Representação Discente, a Associação Atlética e Acadêmica, o Centro Acadêmico de Ciências do Estado e o Diretório Central dos Estudantes.
A reunião, segundo o órgão, partiu da “necessidade urgente de posicionamento em relação aos acontecimentos recentes em virtude do trote dos calouros e das calouras”.
Na rede social, estudantes mostraram indignação com a foto. Veja alguns comentários:
“Todo trote ofensivo ou humilhante deve ser proibido. O argumento de que “participa quem quer” é ridículo, pois pressupõe uma falaciosa liberdade total de escolha do calouro. Mesmo dentro da FDUFMG ainda há quem ache graça em oprimir, submeter e achincalhar o colega. Debater o tema é urgente. Propor gincanas lúdicas e trotes solidários é o melhor caminho”
“A foto traz consigo toda uma lógica racista, um menino branco acorrentando uma suposta negra, já tem em si, todo um conteúdo histórico e simbólico de subjugar o outro indivíduo pela sua cor e pela sua condição de mulher”.
“Nenhuma intenção de brincadeira justifica ou pacifica o conteúdo claramente racista de algumas práticas de trote, realizadas em toda UFMG e por diferentes cursos. Naturalizar o preconceito é um passo perigoso para a desumanização”.

CARTA ABERTA À UFMG E AO CONSELHO UNIVERSITÁRIO SOBRE O
TROTE NA FACULDADE DE DIREITO QUE INCITA À DISCRIMINAÇÃO E
AO PRECONCEITO
No dia 18 de março de 2013, a comunidade acadêmica da UFMG e a sociedade
assistiram, chocadas, à veiculação, nas redes sociais, de cenas produzidas por um grupo
de estudantes veteranos do curso de Direito da UFMG, durante uma das atividades de
recepção dos calouros do primeiro semestre de 2013.
A imagem de uma jovem branca, com o corpo pintado de preto, mãos amarradas por
uma corrente, portando no pescoço um cartaz, onde estava escrito “caloura Chica da
Silva” e puxada por um estudante veterano, com um largo sorriso no rosto, choca
qualquer pessoa que tenha o mínimo senso de dignidade humana.
Outra cena assustadora, organizada pelos veteranos, expunha um jovem, pintado de
vermelho, amarrado com fitas adesivas a uma pilastra, simulando um tronco e rodeado
por três veteranos, os quais posam, fazendo saudação nazista. Um deles chegou a pintar
no rosto um bigode semelhante ao que era usado pelo ditador Adolf Hitler.
Tais imagens e supostas brincadeiras indignariam qualquer um, quanto mais os
docentes, discentes e técnicos-administrativos de uma universidade com a excelência da
UFMG e que acaba de implementar cotas para estudantes de escola pública, baixarenda,
negros e indígenas, em cumprimento a Lei Federal 12.711, de 2012.
Independentemente de qualquer justificativa, a mensagem emitida por essas imagens
trata a população negra e indígena, na sua diversidade, de modo homogêneo e numa
condição humilhante e constrangedora. Insinua o tipo de tratamento ameaçador
(continência nazista) que esses grupos, hoje mais representados no ensino superior por
meio das cotas, poderão receber no seu processo de permanência na universidade. Induz
ao preconceito e à discriminação de gênero, raça e etnia.
Fatos como esses merecem tratamento exemplar. Cabe lembrar que são imputados como
crimes previstos no artigo 20 da Lei 776/89, que trata da prática, indução ou incitação à
discriminação e ao preconceito.
Sendo atos praticados por discentes de uma universidade pública, pautada por princípios
éticos, devem ser tratados não apenas como uma infração disciplinar, mas como prática
de racismo e apologia ao nazismo. Os autores desses atos deverão responder ao que
consta na Lei, pois agrediram a dignidade humana e um dos princípios fundamentais da
República, a saber, “a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem de raça,
sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.
Solicitamos ao Conselho Universitário e a todos os órgãos superiores da UFMG, bem
como à direção da Faculdade de Direito da UFMG, um posicionamento firme em
relação a esses fatos indignos que não condizem com a própria história política e
acadêmica desta instituição.
Atenciosamente,
Programa Ações Afirmativas na UFMG.
Curso de Formação Intercultural de Educadores Indígenas – FIEI

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