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sábado, 27 de outubro de 2012

Inspeção de saúde em PMs é feita em Caicó após casos de tuberculose...


Inspeção de saúde em PMs é feita em Caicó após casos de tuberculose


O Comandante Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, Coronel Francisco Araújo, enviou nessa sexta-feira(26), a cidade de Caicó, uma equipe médica da Diretoria de Saúde da PM/RN, com objetivo fazer uma inspeção criteriosa em policiais militares lotados no 6º BPM, e que trabalham ou se alimentam na Penitenciária Estadual do Seridó, local onde dois policiais foram acometidos de tuberculose.

A equipe médica que esteve em Caicó, veio coordenada pelo tenente coronel Silveira que esteve no 6º BPM onde levantou algumas informações sobre a situação enfrentada e em seguida visitou a Penitenciária. “Estamos aqui para fazer um levantamento da situação e tomar as medidas necessárias tendo uma atenção especial nos casos de 8 Policiais Militares do Presidio que estão com os sintomas da doença e precisam passar com alguns exames de raio x para que possamos detectar o tipo de doença contraída por eles”, disse o Coronel Silveira.

O representante da equipe médica também falou sobre algumas medidas que precisam ser tomadas para que outros policiais não contrariem a doença “O fato dos PM’s não estarem almoçando mais lá foi uma decisão muito acertada pois sabemos que este contato direito pode ser de alto risco para uma contaminação pois é um processo lento e pode demorar a ser percebido”.

Além de observar a necessidade de passar exames para os policiais em situação mais delicada, a equipe médica também formulou um questionário para ser respondido pelos militares e através deste facilitar na hora de um diagnóstico mais preciso.

Conselho define modelo de gestão - na verdade e privatizar o SUS ou Não sociedade e profissionais de saude dizem não ao privataria no SUS

O rumo das quatro unidades hospitalares vinculadas à Universidade Federal do RN será definido na próxima quarta-feira (31), durante reunião extraordinária do Conselho Universitário. O Consuni irá tratar sobre a adesão, ou não, da UFRN à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, decisão que poderá alterar o modelo de gestão adotado na maternidade Januário Cicco e nos hospitais Onofre Lopes, Pediátrico (Hosped) e Ana Bezerra, este último funcionando no município de Santa Cruz.

O interesse em aderir à EBSERH - A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) é uma empresa pública de direito privado, criada pela Lei Federal nº 12.550, de 15 de dezembro de 2011 com estatuto social aprovado pelo Decreto nº 7.661, de 28 de dezembro de 2011.foi aprovado nas quatro unidades - no HUOL a votação favorável foi de 11 a 5, com uma abstenção; já no Ana Bezerra a decisão foi unânime em favor da adesão. A reitora da UFRN, Ângela Paiva, também já declarou ser favorável à adesão.

Criada através da Lei nº 12.550/2011 pelo Governo Federal, a Empresa estatal pretende, entre outras coisas, solucionar o impasse quanto à contratação dos chamados fundacionais (pessoal contratado pela Funpec) e buscar uma padronização para atendimento, estrutura e acesso à tecnologia aos 46 hospitais universitários em operação no país.

A terceirização para cargos extintos, nos setores de higienização e segurança por exemplo, permanecerão. Até o momento, 16 universidades - que respondem pelo funcionamento de 26 hospitais - já manifestaram interesse pela adesão.

O atendimento à população, no entanto, não sofrerá alterações no caso da adesão ser definitivamente aprovada pelo Consuni. "O atendimento, que já é muito bom, poderá melhorar com a flexibilização e maior agilidade dos processos internos", garantiu Ricardo Lagreca, diretor do Hospital Onofre Lopes. Ele explicou que o fato da Empresa ter "vida própria", desburocratiza trâmites e facilita a tomada de decisões: "Esse é meu entendimento", reforçou.

A elaboração da lei federal atende à solicitação do Tribunal de Contas da União (TCU), que determinou, ainda em 2006, providências do Governo Federal para regularizar a situação trabalhista dos prestadores de serviço (fundacionais) em todo o Brasil. No Rio Grande do Norte, cerca de 500 pessoas que atuam nos quatro hospitais estão nessa situação - 300 delas no HUOL -, e o número de servidores efetivos chega a 1,1 mil. 

Como não há previsão de novo concurso público a curto prazo, a EBSERH pretende realizar processo seletivo interno com os fundacionais, que serão contratados sob regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Essa foi a maneira encontrada pelos ministérios da Educação e da Saúde para manter a estrutura funcionando, uma vez que o TCU aprazou para 31 de dezembro deste ano a data limite para resolver a questão.

Os contratos poderão ser renovados por até cinco anos, período máximo acordado para realização de concurso pela Empresa - a estabilidade e aposentadoria integral dos servidores públicos continua inalteradas.

"Em 2010, constatamos um déficit de 950 profissionais, por isso, para manter os serviços operando, é fundamental mantermos o quadro", avaliou João Emanuel Evangelista, pró-Reitor de Planejamento da UFRN. Evangelista acompanha de perto a questão e informa que técnicos da EBSERH irão fazer um levantamento geral com o intuito de redimensionar a necessidade de recursos humanos. "Nossa meta é criar mecanismos para fortalecer o SUS. Com isso poderemos ampliar os atendimentos e elevar a qualidade do serviço", acredita o pró-Reitor de Planejamento.

AUTONOMIA

Contrário à adesão da UFRN ao sistema de gestão proposto pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, o Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior do RN elenca preocupações como o risco da perda de autonomia dos hospitais universitários; a mudança no foco das pesquisas acadêmicas; e a falta de opções para manter os hospitais funcionando que não seja através da EBSERH.

"Somos contrários à essa adesão por entender que é uma espécie de privatização dos hospitais universitários. E não concordamos com a forma punitiva imposta pelo Governo Federal aos hospitais que não aderirem", observou Vânia Machado, coordenadora de Comunicação do Sintest/RN.

Ela defende a necessidade de um plebiscito amplo para definir a questão, pois "houve apenas uma breve apresentação do assunto". "Não precisamos de uma empresa. Temos quadro capacitado e qualificado dentro da própria Universidade", acredita. Vânia também chama atenção para possíveis mudanças no foco de pesquisas acadêmicas: "Como a EBSERH trabalha objetivando o lucro, as pesquisas correm o risco de enfatizar o lado mercadológico".

O diretor do HUOL, Ricardo Lagreca, rebate as críticas e garante que interesses mercadológicos não irão interferir nas atividades acadêmicas. "Após a adesão, será elaborado um contrato para nortear a gestão da EBSERH, e a filosofia pedagógica permanecerá sob responsabilidade da Universidade". O médico ressaltou que as atribuições de cada uma das partes estarão devidamente estabelecidas em contrato, "que poderá ser revogado caso deixe de ser interessante". 

Sobre a autonomia do HUOL, Lagreca também não vê problemas, pois "tudo estará pré-estabelecido em contrato": "Iremos salvaguardar a UFRN em todos os sentidos", garantiu. Ele informa que diretoria passará a ser superintendência, e as decisões serão tomadas em conjunto. "Continuaremos trabalhando em equipe, como já acontece hoje", finaliza.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ilê Axé Vodum Oyá Alabá-Oyá Alabá

ROTEIRO DE AÇÕES E ATIVIDADES DOS PARCEIROS:


ROTEIRO DE AÇÕES E ATIVIDADES DOS PARCEIROS:

informações: 84 88035580

hoje dia 25 10 2012 tem toque de JUREMA -   na casa de Ya ALAÓ Cremilda de OXUMARE - TENDA DE IEMANJAR OGUNTHE - CASA DE RESISTENCIA CULTURA AFRICANA NAGO NO RN   - gancho de igapo em frente ao nordestão   supermercado e ao lado da igreja de Sao Tome
as 19 45 da noite

1.abertura  27 10 12  as 18 00 da CASA DE OIA ALABÁ - OIA COM OXALA  -   e sete anos de Ia emidia, e apos mais de um século os tambores voltaram a tocar em riacho do sangue - Macaiba - mais uma festa historica para o RN.....

2. amanha na UFRN na Zila Mamede as 13 00 roda de conversa sobre as cores de nossas cultura 10639 inclusive com o kit a cor da cultura sendo apresentado....
DIVERSIDADE E ETINICIDADE AFROBRASILEIRA IDENTIDADE E RECONHECIMENTO A PARTIR DAS LEIS 10639 E 11645 - PROJETO JA FALEI 10639 VEZES QUE RACISMO E INTOLERANCIA SAO CRIMES AS CORES DE NOSSA CULTURA- REDE MANDACARU RN – REDE DE ECONOMIA SOLIDARIA – RECOSOL - AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA CENTRAL ZILA MAMEDE/UFRN – 26/10 – 13H AS 17H
Resumo: Na política educacional, a implementação da Lei 10.639/2003, significa estabelecer novas diretrizes e práticas pedagógicas que reconheçam a importância dos africanos e afrobrasileiros no processo de formação nacional. A necessidade de ampliação do diálogo para implementação da Educação para as Relações Etnicorraciais foi dada também pela edição da Lei 11645/2008, que tornou a modificar o mesmo dispositivo da LDB alterado pela Lei 10639/2003, estendendo  aos estabelecimentos de ensino publico e privados..

3. acerta agenda com baba Laercio Oxum sobre a cor em senador eloi de souza e primeiro novembro negro na regiao....

4. ações na regiao oeste do estado...

Hospitais públicos da PB não contam mais com serviço de cooperativas Multa é de R$ 10 mil para cada médico encontrado prestando serviços. Secretaria espera que prazo seja prorrogado até 23 de dezembro.



Terminou nesta quarta-feira (24) o prazo para que o Estado da Paraíba encerre os contratos com as cooperativas médicas que prestam serviços a hospitais públicos. A desembargadora federal do Trabalho Ana Madruga indeferiu o pedido da Procuradoria Geral do Estado para que os contratos fossem mantidos. A multa prevista para as cooperativas ou o Estado por descumprimento da ordem judicial é de R$ 10 mil por cada médico cooperado encontrado prestando serviços em hospitais públicos.

Com a decisão, a partir desta quarta-feira (24), os hospitais públicos estaduais só podem contar com o serviço dos médicos concursados e contratados pelo Estado. O secretário de Saúde do Estado da Paraíba, Waldson Souza, informou que está ciente da decisão judicial e que já está tomando todas as providências para contratação de novos médicos. Ele lançou uma seleção simplificada com 259 vagas no dia 11 de outubro.

O secretário também afirmou, em entrevista à TV Cabo Branco, que ainda aguarda uma autorização da Justiça para manter as cooperativas até o dia 23 de dezembro, data que ele apresenta como sendo a correta para o encerramento definitivo dos contratos.
O Estado da Paraíba ingressou com pedido de retratação no Tribunal Regional do Trabalho para assegurar a permanência das cooperativas de especialidades médicas no serviço estadual de saúde. O texto do pedido argumenta que a saída dessas entidades comprometeria a assistência prestada a população, mas o pedido foi negado.

“Quanto aos esforços do Estado da Paraíba no sentido de regularizar a situação, é impressionante o fato de que desde 2009 nenhum esforço havia sido tomado pelo agravante no sentido de corrigir a situação”, disse a desembargadora. “Apenas agora, quando ordenado o cumprimento da sentença, já indeferido o pedido liminar formulado na presente rescisória, é que o Estado da Paraíba deflagrou processo seletivo simplificado para sanear essa situação que perdura há anos”, esclarece a decisão da desembargadora.
O procurador-chefe do Trabalho na Paraíba, Eduardo Varandas, autor da ação, esclareceu que desde 2006 que o Ministério Público do Trabalho ingressou com ação questionando a legalidade das cooperativas médicas. “Houve completo desleixo da administração pública no sentido de realizar um concurso público efetivamente atrativo para a categoria médica. O resultado agora é um problema gravíssimo causado pelo despreparo da secretaria de saúde em lidar com problemática tão séria”, afirmou.
Trauma de Campina Grande
Os médicos anestesistas e a direção do Hospital de Trauma de Campina Grande chegaram a um acordo, em audiência no Ministério Público realizada na tarde da última segunda-feira (22). De acordo com o promotor Luciano de Almeida Maracajá, foram fechados contratos individuais com os 25 profissionais, durante 30 dias. Ainda não foi fechado um acordo com as outras categorias que também atuam com cooperativas na unidade hospitalar.

Ministério da Saúde envia mais de 5,7 milhões de Carta SUS Iniciativa permite que usuários avaliem o atendimento e os serviços prestados nos hospitais da rede pública ou unidades conveniadas

MELHORIA DA GESTÃO

Ministério da Saúde envia mais de 5,7 milhões de Carta SUS

Iniciativa permite que usuários avaliem o atendimento e os serviços prestados nos hospitais da rede pública ou unidades conveniadas

Desde janeiro de 2012, já foram enviadas 5,7 milhões de Cartas SUS para todo o país, permitindo aos pacientes conferir o valor do procedimento realizado e, ainda, fazer críticas ou elogios ao atendimento recebido. A Carta SUS é a correspondência enviada pelo Ministério da Saúde aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) para avaliação do atendimento e dos serviços prestados nos hospitais da rede pública e nas unidades conveniadas. Lançada em novembro de 2011, essa iniciativa aprimora os mecanismos de comunicação direta com o cidadão para melhorar o atendimento e ampliar a transparência do SUS, reforçando o controle contra o desperdício de recursos com a colaboração da população.
 
Ao receber a carta, é fundamental que a população confira se as informações estão corretas e, caso haja irregularidade, faça uma denúncia na Ouvidoria Geral do SUS (www.saude.gov.br/ouvidoria). Todas as manifestações registradas são categorizadas e encaminhadas para instâncias governamentais, nas três esferas de governo.  Porém, há necessidade que seja respondida pelo correio, ou por telefone 136 ou ainda pela internet, assim a Ouvidoria pode tomar conhecimento da denúncia e alertar os responsáveis para que tomem as providências cabíveis.
 
Segundo o diretor do Departamento de Ouvidoria Geral do SUS, Luís Carlos Bolzan, a “Carta SUS é um importante instrumento para aprofundar a transparência, o acesso à informação e a participação social no SUS. Além de informar as pessoas dos dados relativos às suas internações, possibilitar maior controle por parte da população sobre ações realizadas no sistema e os recursos utilizados”, afirmou.
 
A carta traz dados do cidadão, a data de entrada na unidade de saúde, o dia da alta médica, o motivo da internação e o valor pago pelo SUS pelo tratamento. O usuário, o familiar ou uma pessoa próxima – pode conferir se essas informações estão corretas e verificar se correspondem ao serviço prestado de fato e ao custo total do atendimento.
 
O envio mensal da Carta SUS é feito pelos Correios, com porte-pago. Além de poder responder ao documento pelos Correios, o usuário pode ainda - sem nenhum custo -, relatar se alguma informação está incorreta e avaliar o procedimento ao qual foi submetido por meio do Disque-Saúde (136). A ligação pode ser feita de telefones fixos, públicos ou celulares, de qualquer local do país. O cidadão que preferir pode optar por acessar, na internet, o Portal Saúde (www.saude.gov.br/cartasus).
 
Os endereços dos pacientes são obtidos nos formulários de Autorização para Internação Hospitalar (AIH), que integra o Sistema de Informação Hospitalar. Das mais de cinco milhões de cartas enviadas desde janeiro deste ano, a maior parte teve como destino os cidadãos de São Paulo (1,4 milhão). Em seguida, os pacientes de Minas Gerais receberam 553,3 mil e os do Paraná o total de 419,7 mil.
A expectativa do Ministério da Saúde é chegar a um milhão de correspondências enviadas por mês, de acordo com demanda identificada pelo Departamento de Regulação, Avaliação e Controle do Ministério da Saúde.
 
DENÚNCIAS – A Carta SUS é um canal de comunicação com o cidadão, no qual o usuário do Sistema Único de Saúde pode apontar irregularidades. A partir dessas denúncias, são abertos processos de auditoria para averiguar se houve ou não inadequação no atendimento ao paciente, desvio ou má aplicação de recursos públicos.
 
É o caso, por exemplo, da cidade de Pontão, no Rio Grande do Sul. A população denunciou a Prefeitura Municipal da cidade, que emitia boletos de cobrança por cirurgias realizadas no SUS. Os denunciantes só ficaram sabendo que o procedimento foi totalmente custeado pelo Ministério da Saúde após receberem a correspondência que informava o valor do procedimento. Na ocasião, a prefeitura alegou que não tinha dinheiro para arcar com os gastos da saúde. O caso foi encaminhado ao Ministério Público.
 
O Ministério da Saúde também recebeu 29 denúncias de cidadãos contra a Clínica São Silvestre (Clissil), em São Gonçalo (RJ). Auditores visitaram a unidade e constataram diversas irregularidades, como dupla cobrança por atendimentos realizados gratuitamente pela rede pública ou cobrança do SUS por procedimentos não efetivados, entre outras.
Em função da gravidade das irregularidades, o Ministério da Saúde recomendou à prefeitura de São Gonçalo algumas medidas como o descredenciamento da Clissil, a contratação imediata de novos leitos obstétricos para que não houvesse prejuízo ao atendimento da população e determinou a clínica que devolvesse integralmente os valores cobrados indevidamente às usuárias do SUS.
O Ministério da Saúde encaminhou ainda o relatório de auditoria para o Ministério Público Federal, para apuração de responsabilidades.
 
 
Por Amanda Costa, da Agência Saúde – Ascom/MS

Manifesto à população natalense, MANIFESTO DE REPÚDIO A HOMOFOBIA EM NATAL


Manifesto à população natalense,

 REPASSANDO A LUTA EM PROL DA DIVERSIDADE NOS ASSINAMOS E PEDIMOS QUE TODOS OS PARCEIROS  ASSINEM E DIVULGUEM...
MANIFESTO DE REPÚDIO A HOMOFOBIA EM NATAL

Esta eleição, especialmente o segundo turno, tem tomado um rumo deplorável, o qual traz à tona algumas questões que merecem nossa reflexão e questionamento.

A candidatura a prefeito de Hermano Morais, pelo PMDB, está utilizando o preconceito contra a comunidade LGBT, e outros sentimentos vis, como a homofobia, a lesbofobia e a transfobia, como argumentos de campanha.

Nesse momento, é preciso invocar o necessário respeito aos Direitos Humanos e à livre expressão da diversidade sexual como princípios. Acreditamos na possibilidade de construir uma sociedade igualitária na qual todos e todas tenham seus direitos respeitados, independentemente de raça, credo, classe social, orientação ou opção sexual.

Também é preciso lembrar que vivemos num Estado laico, onde o poder público não deve estar submetido a nenhuma religião ou mesmo a valores religiosos, respeitando-se a opção de cada cidadão e até mesmo o direito de não se ter nenhuma religião.

Não podemos confundir Fé com Estado, é preciso garantir a conquista centenária do nosso Estado laico. Não compactuamos com a perigosa combinação de fé e campanha eleitoral. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Respeitem nossa fé e a nossa cidade! 

Abaixo Assinamos: 

Assine aqui: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N30949

Teremos a reunião da ANEPS-RN, no dia 31 de outubro, na Paulus, das 8:30 as 12 horas...


Minha gente, paz e bem!
Teremos a reunião da ANEPS-RN, no dia 31 de outubro, na Paulus, das 8:30 as 12 horas, venha participar e divulgue para quem interessar. Segue anexo o oficio para transporte, não esquecer de tentar trazer mais alguém dos movimentos e práticas...

O que é a ANEPS ?É uma articulação que reúne movimentos sociais, práticas populares de saúde,integrativas e práticas de educação popular de todo o Brasil. Está organizada em núcleos estaduais que se comunicam, em uma rede por todo o Brasil.

Temos muitas questões importantes para resolver juntos: Encontro Estadual/Programação/Participantes/Financiamento, Formação Nacional da ANEPS, Seminário Nacional da ANEPS, Comitês de Promoção a Equidade e de Educação Popular em Saúde, Projeto Estadual da ANEPS, Maleta saúde, entre os outros.
Teremos uma lanche solidário, traga alguma coisa para partilhar...
Abraços Fraternos
Núcleo de articulação ANEPS-RN

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

RELIGIÃO E CANDIDATOS UM PERIGO CONSTANTE PELA IDEOLOGIA DOS PULPITOS IMPOSTOS AO BRASIL QUE DEVERIA SER LAICO

IV Encontro do GT História das Religiões e das Religiosidades


IV Encontro do GT História das Religiões e das Religiosidades




Apresentação

A quarta edição dos Encontros Nacionais do GT História das Religiões e Religiosidades (GTHRR-ANPUH), com o tema Memória e Narrativas nas Religiões e Religiosidades, ocorre na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), em São Leopoldo, de 7 a 9 de novembro de 2012. Os encontros vêm se notabilizando como um momento importante de diálogo, de divulgação de investigações e de atualização profissional, ao reunir pesquisadores, docentes e discentes interessados na temática das religiões e das religiosidades de várias regiões brasileiras e do exterior. 
O tema vem ascendendo nacionalmente como um campo rico para a análise das relações entre sociedade e poder no país. Mais do que estudos pontuais sobre a temática, a compreensão dos elementos religiosos, de suas práticas, dos objetos e objetivos das crenças e devoções notabilizam-se como vetores para a própria prática cidadã, ao valorizar expressões diversas em suas especificidades e significados para os fiéis. Respeitar crenças é respeitar o diverso, o compósito, é praticar ativamente a premissa de que a sociedade brasileira é plural e tal pluralidade é que compõe sua riqueza.


Objetivos


- Oportunizar aos pesquisadores e comunidade em geral um espaço de diálogo, aprendizado e troca de experiências e conhecimentos sobre as religiões e religiosidades; 
- Instigar a reflexão crítica sobre as posturas de indivíduos e grupos religiosos em suas ações nos âmbitos religiosos, culturais, políticos e sociais; 
- Refletir sobre a importância de uma prática cidadã valorativa das diferenças culturais, sociais e políticas em nosso país e evidenciar a relevância de análises interdisciplinares sobre a temática das religiões e religiosidades.


Promoção


» GT História das Religiões e Religiosidades – ANPUH – Nacional
» GT História das Religiões e Religiosidades – ANPUH - RS
» Programa de Pós-Graduação em História (UNISINOS)
» Curso de Graduação em História (UNISINOS)
» Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (UNISINOS)
» Faculdades EST - Escola Superior de Teologia – São Leopoldo
» Núcleo de Estudos de Religião-NER-UFRGS
» Grupo de Estudios sobre Religiosidad y Evangelización - GERE, PROHAL, Instituto Ravignani, CONICET/UBA de la Universidad de Buenos Aires (UBA)
» Grupo de Trabajo de Religión y Sociedad en la Argentina Contemporánea (RELIG-AR). Instituto Ravignani CONICET/UBA y Departamento de Ciencias Sociales, UNLu.
» Núcleo de Estudos de Memória e Cultura – NEMEC (UPF)   

863 índios se suicidaram desde 1986… e quase ninguém viu ou soube



863 índios se suicidaram desde 1986… e quase ninguém viu ou soube

Nas últimas semanas, além do futebol de sempre, dois assuntos ocuparam as manchetes: o julgamento do chamado "mensalão" e, na campanha eleitoral em São Paulo, o programa de combate à homofobia, grotescamente apelidado de "Kit Gay". Quase nenhuma importância se deu a uma espécie de testamento de uma tribo indígena

A reportagem é de Bob Fernandes e publicado pelo Terra Magazine, 23-10-2012.

A Justiça Federal decretou a expulsão de 170 índios da terra em que vivem. Isso no município de Iguatemi, no Mato Grosso do Sul, à margem do Rio Hovy. Isso diante de silêncio quase absoluto da chamada grande mídia. (Eliane Brum trata longamente do assunto no site da revista Época nesta segunda-feira, 22). Há duas semanas, numa dramática carta-testamento, os Kaiowá-Guarani informaram:

- Não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui, na margem do rio, quanto longe daqui. Concluímos que vamos morrer todos. Estamos sem assistência, isolados, cercados de pistoleiros, e resistimos até hoje (…) Comemos uma vez por dia.

Em sua carta-testamento os Kaiowá-Guarani rogam:

- Pedimos ao Governo e à Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas decretar nossa morte coletiva e enterrar nós todos aqui. Pedimos para decretar nossa extinção/dizimação total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar nossos corpos. Este é o nosso pedido aos juízes federais.

Diante dessa história dantesca, a vice-procuradora Geral da República, Déborah Duprat, disse: "A reserva de Dourados é (hoje) talvez a maior tragédia conhecida da questão indígena em todo o mundo". 

Em setembro de 1999, estive por uma semana na reserva Kaiowá-Guarani, em Dourados. Estive porque ali já se desenrolava a tragédia. Tragédia diante de um silêncio quase absoluto. Tragédia que se ampliou, assim como o silêncio. Entre 1986 e setembro de 1999, 308 índios haviam se suicidado. Em sua maioria, índios com idade variando dos 12 aos 24 anos. 

Suicídios quase sempre por enforcamento, ou por ingestão de veneno. Suicídios por viverem confinados, abrutalhados em reservas cada vez menores, cercados por pistoleiros ou fazendeiros que agiam, e agem, como se pistoleiros fossem. Suicídios porque viver como mendigo ou prostituta é quase o caminho único para quem é expelido pela vida miserável nas reservas.

Italianos e um brasileiro fizeram um filme-denúncia sobre a tragédia. No Brasil, silêncio quase absoluto; porque Dourados, Mato Grosso, índios… isso está muito longe. Isso não dá ibope, não dá manchete. Segundo o Conselho Indigenista Missionário, o índice de assassinatos na Reserva de Dourados é de 145 habitantes para cada 100 mil. No Iraque, esse índice é de 93 pessoas para cada 100 mil.

Desde fins de 1999, quando, pela revista Carta Capital, estive em Dourados com o fotógrafo Luciano Andrade, outros 555 jovens Kaiowá-Guarani se suicidaram no Mato Grosso do Sul, descreve Eliane Brum. Sob aterrador e quase absoluto silêncio. Silêncio dos governos e da chamada mídia. Um silêncio cúmplice dessa tragédia.

Hidroclorotiazida, indicado para pressão alta, teve fabricação alterada. Mel com ervas e Pró-ervas não apresentavam autorização da agência.

Anvisa determina suspensão de lotes de diurético e produtos com ervas


REPASSEM A TODOS QUE PUDEREM MILHARES DE CARDIOPATAS TOMAM ESSE REMEDIO ....

Hidroclorotiazida, indicado para pressão alta, teve fabricação alterada. Mel com ervas e Pró-ervas não apresentavam autorização da agência.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu o uso e a venda de 30 lotes do medicamento diurético Hidroclorotiazida, usado contra hipertensão arterial. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (24).
A Anvisa fez uma inspeção no Instituto de Tecnologia em Fármacos, fabricante do remédio, entre 23 e 26 de julho, e constatou uma alteração no processo de fabricação de comprimidos de 25 mg. Os produtos haviam passado por uma etapa de moagem do princípio ativo sem autorização prévia da agência.
Segundo a Anvisa, não há dados que comprovem a segurança e eficácia do diurético fabricado de forma diferente da avaliada e registrada. Além disso, por causa da moagem, o tamanho das partículas do comprimido pode afetar o desempenho do produto e interferir na estabilidade, na dissolução e em outros requisitos dele.
Os 30 lotes suspensos são: 12030260, 12030261, 12030262, 12030263, 12040407, 12040408, 12040413, 12040414, 12040415, 12040446, 12040447, 12040448, 12040461, 12040462, 12040463, 12040464, 12040465, 12040466, 12060585, 12060586, 12060587, 12060588, 12060589, 12060590, 12060591, 12060592, 12060593, 12060594, 12060595 e 12060596.
Doze deles foram interditados pelo Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Os demais devem ser recolhidos do mercado, informou a Anvisa.
Produtos com ervas
A agência também determinou a apreensão e inutilização, em todo o país, do produto Mel com ervas, com indicação terapêutica para asma. O motivo é que a empresa Facon – Fabricação e comércio de cosméticos e produtos naturais Ltda, com sede em Iguatu (CE), não tinha autorização de funcionamento sanitário.

Outro produto suspenso pela Anvisa é o Pró-ervas, fabricado em Ipatinga (MG), pelo fato de a empresa responsável também não ter autorização para estar em atividade.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

burocracias e ma gestão imperram ações de convivencia eternizadoras da seca - legado e descaso e simbolo no nordeste brasileiro... tem recursos e a ma gestão e as corrupções imperdem o seu uso...

O prejuízo acumulado ao longo de 2012, em virtude da seca que aflige agricultores e pecuaristas do Rio Grande do Norte, já ultrapassa a casa dos R$ 4,8 bilhões. A estimativa, apresentada pelo Governo Estadual durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira, ainda aponta para o comprometimento de 83% do rebanho bovino e 92% no caso dos ovinos e caprinos. O número de municípios atingidos pelo período de estiagem passou de 139 para 144, ou 86,22% das cidades potiguares, uma situação que traz transtornos para mais de meio milhão de pessoas. Com 90% de seu território localizado dentro do polígono da seca, o RN é, proporcionalmente, o estado que possuiu a maior área dentro da zona do Semiárido nordestino.    
Júnior SantosGovernadora Rosalba Ciarlini apresentou dados em coletivaGovernadora Rosalba Ciarlini apresentou dados em coletiva

Mesmo diante desse quadro, seis meses após a Secretaria Nacional da Defesa Civil reconhecer o estado de emergência decretado pelo Governo no mês de abril, o RN só executou 1,83% de todo o investimento previsto para o triênio 2011-2013 em infraestrutura de recursos hídricos e ações de combate aos efeitos da estiagem - dos R$ 755 milhões assegurados para construção de cisternas, barragens e sistemas de abastecimento, irrigação, recuperação de açudes, instalação de poços e irrigação, pouco mais de R$ 13,8 milhões foram de fato aplicados até momento. 

A governadora Rosalba Ciarlini acrescentou, durante a coletiva, que o valor total dos investimentos pode chegar a R$ 1,2 bilhão caso os projetos em análise pelo governo federal sejam aprovados. A chefe do Executivo estadual viajou ontem mesmo para Brasília, onde irá participar de reuniões no Ministério da Integração afim de garantir recursos para a construção da Barragem Oiticica (obra orçada  em R$ 300 milhões) e um aporte - cujo montante não foi definido - para atender outras demandas de ações para enfrentamento da seca. O decreto do estado de emergência foi prorrogado, no último dia 10 de outubro por mais 180 dias.

"É um ano difícil, os prejuízos na agricultura e na pecuária refletem na economia de todo o Estado, por isso nossa preocupação com a ampliação da infraestrutura. Quanto mais pudermos criar estruturas para irrigação e sistema de abastecimento de água, mais próximo estaremos da aposentadoria dos carros-pipa", disse Rosalba Ciarlini.

A governadora ressaltou que o Governo "está tomando as devidas medidas emergenciais" e lançou a seguinte pergunta: "Qual a nossa maior meta?" Segundo ela, já respondendo o próprio questionamento, "tenha ou não tenha seca, o RN precisa dotar de toda infraestrutura necessária para garantir o acesso à água, seja através de poços, dessalinizador, cisternas, barragens subterrâneas, açudes e/ou adutoras. Só assim podemos ter condições de sustentabilidade e capacidade para conviver com nosso clima".

CARROS PIPA

Ao Tenente Coronel Josenildo Acioli, coordenador da Defesa Civil no RN, coube falar sobre a Operação Carros Pipa. Ele informou que o prazo para os 20 municípios ainda não inscritos no programa foi prorrogado, e que a Defesa Civil estadual irá abrir novo edital no próximo dia 24 de outubro para credenciar pipeiros interessados em trabalhar nos 27 municípios ainda não atendidos - no primeiro edital aberto, não houve interessados. "Nos municípios onde não há pipeiros cadastrados, vamos fazer um levantamento para determinar quais serão as soluções como cisternas, perfuração e recuperação de poços", disse Acioli.

O secretário de Recursos Hídricos, Gilberto Jales, lembrou que a maior preocupação do Governo é ampliar a reserva de água, que atualmente está concentrada nas barragens de Armando Ribeiro Gonçalves, Santa Cruz e Umari. "Precisamos viabilizar a construção da barragem Oiticica, por isso essa luta do governo em buscar mais recursos em Brasília", informou.

Sobre o motivo dos atrasos quanto aos resultados a curto prazo das medidas emergenciais, ele disse que o "retardo" reflete os ajustes com relação ao Plano de Trabalho apresentado à Secretaria Nacional da Defesa Civil. "A presença de um representante da Defesa Civil nacional aqui no RN, fará com que o trabalho flua com maior rapidez. Destravado esse processo mais burocrático, em campo ele ocorre com celeridade".

Jales elencou a necessidade de fazer um levantamento nas comunidades que irão receber o apoio como um dos pontos que justificam o atraso. "Isso não estava previsto inicialmente".

Governo anuncia venda subsidiada de milho

Um dos temas tratados durante a coletiva foi o fornecimento de alimentação aos rebanhos potiguares. De acordo com o Betinho Rosado, secretário Estadual de Agricultura, o Governo já viabilizou a distribuição de 7,8 mil toneladas de forragem, ao custo de R$ 2,5 milhões, medida que atende criadores com até 10 bovinos e/ou 35 caprino-ovinos, cadastrados na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Como forma de complementar o abastecimento, o Estado também adquiriu 64 mil toneladas de milho que serão distribuídas até dezembro através da venda subsidiada.

Questionado sobre os índices de mortandade de animais na zona rural, Betinho rebate: "As informações são repassadas de uma forma terrorista. Devemos perder algumas rezes, todo ano no verão morre gado e a situação foi agudizada com a seca. Estimo uma perda de 10% do rebanho por conta da estiagem. Mas já temos muito movimento para garantir o abastecimento e os rebanhos estão preservados", garantiu. O secretário informou que "os grãos já estão sendo distribuídos pela Conab".

AÇÕES PALIATIVAS

Para tentar reduzir os impactos causados pela seca, o Governo do RN vêm repassando, desde julho, parcelar do Seguro Safra à 31 mil famílias - número que pode chegar a 37 mil quando todos os municípios tiverem atendido todo o conjunto de medidas burocráticas determinado pela Defesa Civil estadual. O benefício, no valor de R$ 680 por família, é creditado em cinco parcelas de R$ 136. Outras 43 mil famílias estão inscritas no programa do Bolsa Estiagem, cujo valor global é R$ 400, também dividido em cinco parcelas. "A última parcela será creditada em novembro", informou Luiz Eduardo Carneiro, secretário do Trabalho, habitação e Assistência Social. 

De acordo com o titular da Sethas, os programas sociais poderão ser prorrogados: "A perspectiva é essa", adiantou. "Acredito que com a a prorrogação do estado de emergência por mais 180 dias, os Ministérios também irão prorrogar os benefícios".

PREFEITOS

O prefeito de Lajes, Benes Leocádio, presidente licenciado da Federação dos Municípios (Femurn), participou da coletiva de imprensa promovida pelo Governo e disse que não ouviu muitas novidades. "Tempos atrás colocaram a responsabilidade para o entrave nas costas dos municípios, mas mesmo os que já atenderam todas os trâmites ainda estão desamparados", lamentou. Desde abril, 117 cidades criaram a coordenadoria municipal da Defesa Civil, um dos pré-requisitos para receber os benefícios e participar dos programas do Estado e do governo federal.

Júnior Queiroz, prefeito de Jucurutu, uma das primeiras cidades a decretar estado de emergência no RN, reforçou que a "situação está se agravando, principalmente devido a queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios". Ele lembrou que Jucurutu já acumula dez repasses seguidos do FPM zerados. "Ainda não recebemos nenhuma ajuda financeira, nem os R$ 50 mil que o governo federal garantiu repassar para os atingidos pela seca. O problema é que não deram nenhuma justificativa um verdadeiro desrespeito com as pessoas que estão passando por esses problemas". Queiroz embarca para Brasília no próximo dia 13 de novembro para participar de nova marcha dos prefeitos, que irão saber qual a posição da presidenta Dilma Roussef quanto à série de sugestões apresentadas para tentar minimizar a falta de recursos nos municípios.

Técnico da Sedec ressalta planejamento

Técnicos da Sedec acompanham de perto toda a movimentação do Governo no sentido de mitigar os efeitos da estiagem. Para Nilton Eurípedes, técnico da Secretaria Nacional da Defesa Civil, o fundamental é propor ações estruturantes capazes de evitar problemas futuros:

Qual o balanço que a Sedec faz das ações em andamento no RN?

O mais positivo possível, pois o RN será um dos primeiros estados a finalizar um relatório consolidado sobre a seca, com informações dos programas em andamento, se as Prefeituras estão recebendo os recursos. Além desse relatório completo, que deverá estar concluído agora em outubro, também são enviados relatórios diários para Brasília afim de mostrar o andamento dos trabalhos. É interessante ressaltar que as respostas não estão limitadas apenas às questões emergenciais, o trabalho busca soluções para médio e longo prazos. 

Mas e os resultados a curto prazo?

 Fala-se muito que esta é a maior seca dos últimos 50 anos, na verdade podemos ter a maior resposta dos últimos 50 anos. Agora temos um pessoal na zona rural interessado em informações técnicas, com conhecimento sobre poços e dessalinizador. Então percebo, como resposta a curto prazo, o maior entendimento da situação, saber quais as necessidades e compreensão sobre proposta a longo prazo. Começamos a ver gente plantando tomate e macaxeira, açudes surgindo em pleno período de estiagem, isso é resultado. Os números ainda não são satisfatórios, mas a mudança cultural é a principal resposta.

Então a seca deste ano está servindo muito mais para o RN se conhecer e propor soluções a longo prazo do que, digamos, buscar resultados a curto prazo?

Exatamente. Toda seca é uma aprendizagem e vemos que o Estado tem condição para dar respostas. Temos soluções a curto prazo, mas pensar no longo prazo é muito mais interessante. Com a quantidade de informações acumuladas desde abril, questiono se esta é mesmo a 'pior' seca dos últimos anos. Pode ser a maior, mas não a pior, justamente pelas conquistas na infraestrutura e considerando a qualidade das informações compartilhadas.

330ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL – RN (CMS –NATAL – RN)


330ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE DE NATAL – RN (CMS –NATAL – RN)

CONVOCATÓRIA

Cumprimentando a Todos e a Todas, conforme pauta abaixo, vimos  convocá-los/as para a 330ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Saúde de Natal-RN (CMS-Natal-RN), a ser realizada no dia 25 de outubro de 2012, próxima quinta-feira, às 13h30min, no auditório do Conselho Regional de Farmácia, situado à Praça André de Albuquerque, 634, Cidade Alta, Natal/RN (Em frente à Parada Metropolitana e à Catedral Antiga de Natal).
Na certeza de contarmos com a colaboração e a participação de Todos/as, renovamos os nossos agradecimentos. 
Solicitamos ainda, por gentileza, que os (as) Conselheiros (as) Titulares que não puderem comparecer a referida reunião, justifiquem suas ausências,  informem, com antecedência, aos seus (suas) Suplentes, e avisem à SETEX-CMS-Natal-RN, no horário das 08h00min às 12h00min, pessoalmente, e/ou pelo e-mail cms.natal@yahoo.com.br, para reforçarmos a presente convocação.
 
330ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CMS/NATAL/RN
 
DATA: 25 de outubro de 2012 (Quinta-feira)
HORÁRIO: 13h30min
LOCAL: Auditório do Conselho Regional de Farmácia do RN (CRF/RN)
 
I - VERIFICAÇÃO DE QUORUM REGIMENTAL 
II - LEITURA DE EXPEDIENTE
III - ORDEM DO DIA:
- Apresentação, pela Gestão da Secretaria Municipal de Saúde de Natal/RN (SMS/Natal/RN), das prestações de contas do contrato entre a SMSNatal/RN e o Consórcio DNA/VITALLIS.
IV – Encerramento.     
 
 

Presidente do CMS/NATAL/RN

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

5a Conferência Nacional de Saúde Indígena, a realizar-se em 2013 - PORTARIA Nº 2.357, DE 15 DE OUTUBRO DE 2012

PORTARIA Nº 2.357, DE 15 DE OUTUBRO DE 2012

PORTARIA Nº 2.357, DE 15 DE OUTUBRO DE 2012
 
O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições, e considerando a necessidade de implementar a Atenção à Saúde Indígena, resolve:

Art. 1o Convocar a 5a Conferência Nacional de Saúde Indígena, a realizar-se em 2013, de acordo com as seguintes etapas:
I - Conferências Locais a serem realizadas até o dia 30 de junho de 2013;
II - Conferências Distritais a serem realizadas até o dia 31 de outubro de 2013; e
III - Conferência Nacional no período de 26 a 30 de novembro de 2013.
§ 1o A 5a Conferência Nacional de Saúde Indígena terá como tema central: "Subsistema de Atenção à Saúde Indígena e SUS:direito, acesso, diversidade e atenção diferenciada".
§ 2o A 5a Conferência Nacional de Saúde Indígena terá como Presidente o Ministro de  Estado da Saúde, como Vice-Presidente o Presidente do Conselho Nacional de Saúde e como Coordenador- Geral o Secretário Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde.

Art. 2o A 5a Conferência Nacional de Saúde Indígena contará com as seguintes Comissões:
I - Comissão Organizadora;
II - Comissão Executiva;
III - Comissões Especiais de Comunicação e de Infraestrutura; e
IV - Comissão de Relatoria.
§ 1° A Comissão Organizadora, composta de 24 (vinte e quatro) membros e de forma paritária, será coordenada pelo Coordenador- Geral da 5a Conferência e terá os demais membros indicados pelo Plenário do Conselho Nacional de Saúde da seguinte forma:
a)12 representantes de usuários, sendo 10 indígenas e 2 Conselheiros Nacionais de Saúde não indígenas;
b)6 representantes de gestores, sendo um deles o Secretário da SESAI; e
c)6 representantes de trabalhadores da saúde.
§ 2° A Comissão Executiva será composta por 4 (quatro) membros, sendo:
a) um Coordenador;
b) um Coordenador-Adjunto;
c) um Secretário; e
d) um Secretário-Adjunto.
§ 3o As Comissões Especiais de Comunicação e de Infraestrutura serão indicadas, de forma paritária, pelo Plenário do Conselho Nacional de Saúde, cujos integrantes podem ser ou não Conselheiros Nacionais de Saúde e terão a seguinte composição:
a) Comissão de Comunicação - 8 (oito) integrantes;
b) Comissão de Infraestrutura - 8 (oito) integrantes.
§ 4o A Comissão de Relatoria, composta por 17 (dezessete) integrantes, será indicada pelo Plenário do Conselho Nacional de Saúde, sendo:
a) um Relator-Geral e um Relator-Geral Adjunto, sendo um deles Conselheiro Nacional de Saúde;
b) 15 (quinze) relatores, podendo ser Conselheiros Nacionais de Saúde ou não.
§ 5o As Comissões Organizadora, Executiva, Especial de Comunicação e de Infraestrutura contarão com suporte técnico, financeiro e administrativo do Ministério da Saúde para realização da5a Conferência Nacional de Saúde Indígena.

Art. 3o O Plenário do Conselho Nacional de Saúde terá como atribuições principais:
I - deliberar sobre todas as questões pertinentes à realização da 5a Conferência Nacional de Saúde Indígena;
II - participar da promoção e supervisão da 5a Conferência Nacional de Saúde Indígena, em todas as suas etapas de realização, observando os aspectos técnicos, políticos, administrativos e financeiros; e
III - indicar os membros da Comissão Organizadora, exceto o Coordenador-Geral, os  membros das Comissões Especiais de Comunicação e de Infraestrutura e os membros da Comissão de Relatoria, garantindo, em cada uma dessas comissões, a participação indígena no segmento de usuários.
 
Art. 4o As despesas com a organização geral para a realização das Etapas da 5a Conferência Nacional de Saúde Indígena correrão à conta da dotação orçamentária consignada ao Ministério da Saúde, observando o seguinte:
I - o Ministério da Saúde arcará com as despesas de hospedagem, transporte e alimentação de todos os Delegados na etapa nacional;
II - as despesas com o deslocamento dos Delegados Distritais dos seus distritos de origem até Brasília serão de responsabilidade da respectiva chefia do Distrito Sanitário Especial Indígena.

Art. 5o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
 
ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA

sábado, 20 de outubro de 2012

A quem interessa a religião na política?...

 A quem interessa a religião na política?


Edson França
O movimento negro no Brasil é um segmento do movimento social forte, unido e capilarizado em todo país. Ao contrário da máxima dita e desdita a todo tempo que o movimento negro é dividido, há unidade nas principais e fundamentais bandeiras de luta, como: leitura do significado e impacto do racismo na vida do negro e da negra; defesa dos quilombolas; defesa política das religiões e dos religiosos de matriz africana; defesa das ações afirmativas, em especial das cotas; compreensão que a opressão racial tem impacto diferenciado sobre jovens e mulheres, fato que aumenta a vulnerabilidade social desses segmentos; definição de significados comuns sobre a abolição do trabalho escravo; construção de um herói nacional que expressa a luta contra o escravismo e o símbolo do inconformismo, da reação e da libertação dos negros.
Esses elementos citados anunciam uma grande unidade política do movimento negro, muitas vezes subestimada por nossas lideranças, no entanto, estamos diante de uma obra política grandiosa, um poderoso patrimÃ?nio e fundamental instrumento para a luta racial. Não é simples um segmento do movimento social construir sólidas unidades nacionais em um país continental, cujas regiões geográficas são distantes e fragilmente conectadas, sob precárias condições materiais de suas instituições e líderes, e em um palco contaminado por uma ideologia negacionista (mito da democracia racial), elaborada pela elite racista, outrora escravocrata.    
Tenho evitado algumas polêmicas internas no movimento negro por considerar que há espaço para alteridade. O racismo no Brasil tem uma longeva história, é um emulador de culturas banalizadas no senso comum, tem profunda penetração no tecido social brasileiro e capacidade de definir o lugar social do indivíduo e as cores das classes sociais. Para combatê-lo com eficácia precisamos assimilar a riqueza da diversidade de pensamentos, ideologias, táticas, métodos de trabalho e organizações, valorizar os pontos de entendimentos consolidados e a partir deles avançarmos.
A compreensão acima descrita força-me a manifestar preocupação com um artigo de uma importante, séria e comprometida liderança do movimento negro, publicado no siteÁfricas. Segue trecho do texto:
O que nos intriga é, sabedora que a cultura negra é de matriz africana, o que levou a atual gestão da Palmares a escolher um Cristão APN para representá-la no Estado de São Paulo?”.
A FCP é o mais antigo órgão federal de promoção da cultura negra no país, criada ainda no governo Sarney. É muito desrespeito para com os povos de matriz africana, detentor e disseminador da cultura negra nesse país, ter como representante da FCP Palmares em SP, um APN. Não somos ovelhas, não somos parte do rebanho cristão; somos a resistência da cultura africana nesse país. Entendemos que, se a FCP designa um APN para cuidar da cultura negra em São Paulo, não possuem nem respeitam os detentores de cultura africana.”.
O pensamento publicamente expresso nesse trecho fere uma compreensão histórica do movimento negro brasileiro: a defesa de um Estado laico. Não interessa ao movimento negro a influência da religião na política, que os governos separem espaços na máquina pública buscando harmonizar a vocação dessa ou daquela religião. As experiências de confusão entre Estado e religião são obscurantistas, têm sido desfavoráveis para as populações minorizadas politicamente, porque organiza o Estado contra as minorias religiosas, subverte o espírito democrático tão caro aos movimentos sociais e ao povo.
Para defender os povos que expressam religiosidade de matriz africana, a luta do negro contra a opressão racial devemos exigir que a convicção religiosa não seja base para definição de critérios para admissibilidade em serviço público ou privado, trata-se de uma odiosa discriminação que tem marginalizado especialmente os religiosos de matriz africana. Assim como as instituições do movimento negro não pode ser discriminadas em razão da religião de seus membros.
Dito isso, manifesto meu respeito aos militantes apnÂ?s de todo Brasil e somo fileira a defesa política das religiões e dos religiosos de matriz africana, onde mora minha mais profunda identidade.





Edson França
Presidente da UNEGRO

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