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terça-feira, 19 de setembro de 2017

CRP - CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA E ATIVISTAS consideram um retrocesso decisão de juiz sobre "cura gay”




Ativistas E conselho federal de Psicologia  consideram um retrocesso decisão de juiz sobre "cura gay” ...
 Conselho Federal de Psicologia vai recorrer de decisão que libera “cura gay”...


Divulgação
Tema gera controvérsia na Câmara desde 2013. Discussão ganhou força em 2015, com a atuação da “bancada da Bíblia”

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) vai recorrer da decisão de um juiz da 14ª Vara de Justiça do Distrito Federal que, proferida em caráter liminar (provisório), tem causado perplexidade e gerado reações enfurecidas nas redes sociais. Provocado a se manifestar sobre uma ação popular movida por uma psicóloga (veja vídeo abaixo), o juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho manteve os termos da Resolução 01/99 que orientam profissionais de psicologia nos atendimentos sobre orientação sexual, mas errou na interpretação da norma, segundo o CFP. O juiz chancela as chamadas “terapias de reversão sexual” para homossexuais, de maneira a sugerir a homossexualidade como doença e, consequentemente, autorizando a aplicação da chamada “cura gay”.


ema gera controvérsia na Câmara desde 2013. Discussão ganhou força em 2015, com a atuação da “bancada da Bíblia”...


O juiz Waldemar garante, na prática, que psicólogos que ofereçam tratamento para homossexuais não sejam punidos, desde que promovam tais atendimentos de maneira discreta, sem publicidade ou alarde. Para o magistrado, a resolução do CFP proíbe “o aprofundamento dos estudos científicos relacionados à (re) orientação sexual” e afeta a “liberdade científica” no Brasil. “E, por consequência, seu patrimônio cultural, na medida em que impede e inviabiliza a investigação de aspecto importantíssimo da psicologia, qual seja, a sexualidade humana”, acrescenta o magistrado.
A ação foi movida pela psicóloga Rozangela Alves Justino (CRP 4917), que sofreu processo de censura pública no CFP por oferecer tratamento para pessoas que querem deixar a atração por pessoas do mesmo sexo. Graduada em Psicologia no Rio de Janeiro desde 1981, Rozangela diz que a postura do Conselho é “nazista” (veja no vídeo abaixo).
“Estou sendo discriminada e acusada injustamente. Sempre tive uma afeição muito grande pelas pessoas que vivenciam a homossexualidade. Até mesmo os ativistas do movimento pró-homossexualismo eu trato de forma respeitosa”, diz Rozangela, que há 21 anos defende o tratamento para pessoas que o procurem voluntariamente. “Existem muitas pessoas em estado de sofrimento psíquico que, numa revisão de vida, querem a oportunidade de serem apoiadas para sair da homossexualidade.”




O Conselho Federal de Psicologia diz que a decisão do juiz, na prática, deturpa o texto normativo segundo o qual a homossexualidade não é tratada como doença, distúrbio ou perversão, abrindo expediente “perigoso”. “A decisão liminar, proferida nesta sexta-feira (15/9), abre a perigosa possibilidade de uso de terapias de reversão sexual. A ação foi movida por um grupo de psicólogas (os) defensores dessa prática, que representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico”, diz trecho de texto publicado pelo CFP (leia íntegra abaixo).
Defendendo os termos de sua resolução, a entidade enfatiza o entendimento da Organização Mundial de Saúde sobre orientação sexual. “Na audiência de justificativa prévia para análise do pedido de liminar, o Conselho Federal de Psicologia se posicionou contrário à ação, apresentando evidências jurídicas, científicas e técnicas que refutavam o pedido liminar. Os representantes do CFP destacaram que a homossexualidade não é considerada patologia, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) – entendimento reconhecimento internacionalmente. Também alertaram que as terapias de reversão sexual não têm resolutividade, como apontam estudos feitos pelas comunidades científicas nacional e internacional, além de provocarem sequelas e agravos ao sofrimento psíquico”, acrescenta a entidade, alertando para os efeitos deletérios da decisão para a questão do combate à homofobia.
A liminar do juiz federal, publicada na última sexta-feira (15), acata parcialmente a ação popular, que na verdade abre brechas para que terapias de “reversão sexual” virem um nicho de mercado no Brasil. O juiz estabelece que a Resolução 01/99 pode ser livremente interpretada por profissionais de psicologia que atendam pacientes em busca de reorientação sexual. Para o CFP, trata-se de uma decisão indevida, uma vez que a livre interpretação estimularia as terapias de reversão sexual – que, para a entidade, podem intensificar o sofrimento psíquico dos pacientes em conflito de identidade.
“O que está em jogo é o enfraquecimento da Resolução 01/99 pela disputa de sua interpretação, já que até agora outras tentativas de sustar a norma, inclusive por meio de lei federal, não obtiveram sucesso. O Judiciário se equivoca, neste caso, ao desconsiderar a diretriz ética que embasa a resolução, que é reconhecer como legítimas as orientações sexuais não heteronormativas, sem as criminalizar ou patologizar. A decisão do juiz, valendo-se dos manuais psiquiátricos, reintroduz a perspectiva patologizante, ferindo o cerne da Resolução 01/99”, reclama o CFP.
“Cura gay”
A questão da homossexualidade como doença ganhou força com o crescimento da bancada conservadora no Congresso, depois das eleições de 2014. Encabeçados pelo ex-deputado evangélico Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso por imposição da Operação Lava Jato e condenado a 15 anos e quatro meses de prisão, parlamentares da chamada “bancada da Bíblia” não só passaram a tratar a homossexualidade como doença como propuseram proposições para regulamentar o que chamam de “cura gay”.
Um dos expoentes desse movimento é o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP). Ao menos oficialmente, ele diz não querer ver seu nome vinculado a polêmicas com a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), mas em abril de 2015 ele deu início a uma campanha em favor da tal cura gay. O parlamentar tentou articular, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara, a aprovação de legislação nesse sentido, e até sugeriu a realização de audiências públicas para ouvir os “ex-gays”, mas a forte reação de grupos LGBT frustraram o avanço da iniciativa.
Em sua página de Facebook, Feliciano chegou a postar vários vídeos com depoimentos de pessoas que “deixaram a homossexualidade” – segundo o parlamentar, após terem passado por outro tipo de “conversão”, a religiosa. Com os filmetes, o deputado queria chamar a atenção para o que ele chama de “duplo preconceito” vivido por pessoas que deixaram de ser gays.
Mesmo na legislatura anterior àquela protagoniza por Cunha, ex-presidente da Câmara, a questão era levada a sério. O deputado Anderson Ferreira (PR-PE) apresentou, em 3 de julho de 2013, um projeto de decreto legislativo para retomar a tramitação da cura gay. A proposta, que havia sido arquivada no dia anterior, pretendia justamente sustar a resolução do CFP, cuja leitura correta proíbe profissionais de tratarem homossexualismo como doença desde 1999. O conteúdo da proposta apresentada pelo deputado do PR é exatamente igual ao da que foi arquivada e, já encerrado o prazo para apresentação de emendas, está pronto para votação na Comissão de Seguridade Social da Câmara.


Conselho Federal de Psicologia vai recorrer de decisão que libera “cura gay”



Leia a íntegra da manifestação do Conselho Federal de Psicologia:
A Justiça Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal acatou parcialmente o pedido liminar numa ação popular contra a Resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que orienta os profissionais da área a atuar nas questões relativas à orientação sexual. A decisão liminar, proferida nesta sexta-feira (15/9), abre a perigosa possibilidade de uso de terapias de reversão sexual. A ação foi movida por um grupo de psicólogas (os) defensores dessa prática, que representa uma violação dos direitos humanos e não tem qualquer embasamento científico.
Na audiência de justificativa prévia para análise do pedido de liminar, o Conselho Federal de Psicologia se posicionou contrário à ação, apresentando evidências jurídicas, científicas e técnicas que refutavam o pedido liminar. Os representantes do CFP destacaram que a homossexualidade não é considerada patologia, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) – entendimento reconhecimento internacionalmente. Também alertaram que as terapias de reversão sexual não têm resolutividade, como apontam estudos feitos pelas comunidades científicas nacional e internacional, além de provocarem sequelas e agravos ao sofrimento psíquico.
O CFP lembrou, ainda, os impactos positivos que a Resolução 01/99 produz no enfrentamento aos preconceitos e na proteção dos direitos da população LGBT no contexto social brasileiro, que apresenta altos índices de violência e mortes por LGBTfobia. Demonstrou, também, que não há qualquer cerceamento da liberdade profissional e de pesquisas na área de sexualidade decorrentes dos pressupostos da resolução.
A decisão liminar do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho mantém a integralidade do texto da Resolução 01/99, mas determina que o CFP a interprete de modo a não proibir que psicólogas (os) façam atendimento buscando reorientação sexual. Ressalta, ainda, o caráter reservado do atendimento e veda a propaganda e a publicidade.
Interpretação – O que está em jogo é o enfraquecimento da Resolução 01/99 pela disputa de sua interpretação, já que até agora outras tentativas de sustar a norma, inclusive por meio de lei federal, não obtiveram sucesso. O Judiciário se equivoca, neste caso, ao desconsiderar a diretriz ética que embasa a resolução, que é reconhecer como legítimas as orientações sexuais não heteronormativas, sem as criminalizar ou patologizar. A decisão do juiz, valendo-se dos manuais psiquiátricos, reintroduz a perspectiva patologizante, ferindo o cerne da Resolução 01/99.
O Conselho Federal de Psicologia informa que o processo está em sua fase inicial e afirma que vai recorrer da decisão liminar, bem como lutará em todas as instâncias possíveis para a manutenção da Resolução 01/99, motivo de orgulho de defensoras e defensores dos direitos humanos no Brasil.





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19/09/2017 – 16h20
O juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho concedeu, nessa segunda-feira (18), liminar que abre brecha para que psicólogos ofereçam a terapia de reversão sexual, conhecida como ‘cura gay’, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999.  A liminar foi duramente criticada por militantes LGBT e de luta contra a aids. “A decisão vai contra a classificação internacional. Embora médicos e profissionais de saúde ainda não estejam preparados para lidar com os LGBT, ao menos não havia a questão de enxergar a homossexualidade como uma patologia", observou Carué Contreiras, médico e ativista LGBT. "Estudos nacionais e internacionais evidenciaram que as terapias de reversão sexual são ineficazes para o que se propõe e agravam o sofrimento psíquico", completou Salvador Corrêa, psicólogo, escritor e coordenador de Treinamento e Capacitação da ABIA.
Segundo a resolução 001/1999, do Conselho Federal de Psicologia, ‘os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados’. “os psicólogos não exercerão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.
Leia os depoimentos a seguir:
Carué Contreiras, médico e ativista LGBT: “Essa decisão vai contra a classificação internacional. Embora médicos e profissionais de saúde ainda não estejam preparados para lidar com os LGBT, ao menos não havia a questão de enxergar a homossexualidade como uma patologia. Pra gente, LGBT, é uma ameaça ao que já foi conquistado. É importante ressaltar também as consequências paras as crianças LGBT que não são reconhecidas e poderão enfrentar inúmeros problemas por conta desse retrocesso. Os adolescentes estão agora conquistando espaço, mas ainda tem muitas restrições. Precisamos pensar também nos seus direitos nas escolas, na educação. Além disso, a causa do HIV/aids também será prejudicada, porque fortalece a corrente do preconceito e da discriminação. Qualquer direito LGBT retirado afeta a todos os campos que envolvem a área."
José Araújo Lima, coordenador do Mopaids (Movimento Paulistano de Luta Contra a Aids): "A decisão deste juiz joga os avanços da ciência no calabouço da ignorância e do conservadorismo, tão presentes em algumas religiões e partidos político. A ciência e as conquistas LGBTs foram assassinadas com uma canetada de um juiz."
Salvador Corrêa, psicólogo, escritor e coordenador de Treinamento e Capacitação da ABIA: "A decisão do juiz retoma as tentativas de patologização da homossexualidade - oriundas do século passado, ignora todo o conhecimento da psicologia que reconhece as orientações sexuais como legítimas, desrespeita o posicionamento da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o tema apesar de citá-la (apresentando grande contradição) e, principalmente, desconsidera os saberes atuais da psicologia nesse campo. Estudos nacionais e internacionais evidenciaram que as terapias de reversão sexual são ineficazes para o que se propõe e agravam o sofrimento psíquico e justamente sobre esse ponto a decisão do juíz legitima essa prática com o argumento do pleno exercício de investigação científica. É imensurável o perigo de dessa decisão, bem como o impacto dessas terapias na vida de milhares de pessoas. A decisão do juiz é um equívoco sem tamanho, que apenas serve para legitimar a influência de um projeto político que utiliza a religião como instrumento de poder."
Toni Reis, presidente da Aliança Nacional LGBTI: “É um retrocesso de 30 anos. Em 1975 retirou como transtorno. Em 1990 a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade do CID (Classificação Internacional de Doenças). agora vem um juiz falando que tem que fazer pesquisa, fazer tratamento, é uma volta à idade media, um absurdo sem tamanho. Vamos, com certeza, reverter isso porque não há qualquer fundamento científico. Se o STF (Superior Tribunal Federal) autorizou o casamento, ele autorizou casamento entre doentes? Nós vamos recorrer à todas as instâncias nacionais até o STF. Se for necessário, acionaremos a Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Estamos preparados com nossos advogados para fazer tudo isso. É uma afronta à nossa cidadania e, por isso, ainda vamos realizar manifestações em todas as capitais do país. Doença é a homofobia”.
Franklin Félix, psicólogo e ativista LGBT: "São tempos sombrios em que os direitos das crianças, mulheres e negros tem sido leiloados em troca do apoio ao governo atual, isso é reflexo do contexto político. Essa é uma forma de criminalizar a população LGBT. Homossexualidade não é doença, portanto não é passível de cura, porque não há cura para o que não é doença. Qualquer pessoa pode ter acesso à psicoterapia. O que causa dor angustia e sofrimento é a cultura heteronormativa e que não aceita as diferenças. Ninguém procura terapia por ser gay, mas sim porque sente que não se enquadra no modelo vigente imposto. Além de defender os direitos humanos, os desejos não podem ser patologisados, ninguém pode ser criminalizado por sentir desejos que a sociedade machista e sexista não se adapta."
Fórum de ONGs/Aids do Estado de São Paulo: "É lamentável que em pleno século 21 ainda pairam ações preconceituosas que insistem em rotular como doentes, transgressoras ou pecadoras as pessoas com sexualidades fora do padrão normativo construído. Tal atitude somente reforça o estigma nestas populações que historicamente são colocadas à margem tendo seus direitos tolhidos e de sua liberdade de viver e amar ameaçada. Tal preconceito se reflete junto às pessoas que vivem com HIV e aids, alvos da exclusão social, em especial as LGBT, o primeiro grupo afetado pela epidemia, ainda nos anos 1980. Hoje a aidsfobia é uma realidade que recrudesce criando "culpados" e ameaçando constantemente com a criminalização, o confinamento e a penalização. Ambas as populações vivem sob o signo da constante resistência a qualquer tipo de ação, localizada ou institucional, que tentam segregá-las. Esperamos que o Poder Judiciário repense e revogue tal decisão provisória e fique sintonizado com a realidade, que exige o cultivo a tolerância, a preocupação com as vulnerabilidades e, principalmente, a valorização dos direitos humanos. Somente com o somatório destes valores que a sociedade será agregadora e patrocinará a inclusão e a solidariedade de forma efetiva." (Leia a nota do Foaesp na integra)
Dica de Entrevista
Mopaids
Tel.: (11) 50870255
ABIA
Tel.: (21) 2223-1040
Carué Contreiras
E-mail: educacaocomunitaria@crt.saude.sp.gov.br
Franklin Félix
E-mail: franklin.felix@ficas.org.br
Toni Reis
E-mail: tonireisctpa@gmail.com
Foaesp
Tel.: (11) 3334-0704

Redação da Agência de Notícias da Aids








NOTA DE REPÚDIO




O Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo vem por meio desta nota manifestar repúdio à decisão do Juiz Federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho que concedeu liminar sobre a chamada "terapia de reversão sexual", popularmente conhecida por "cura gay".

Lamentável que em pleno século XXI ainda pairam ações preconceituosas que insistem em rotular como doentes, transgressoras ou pecadoras as pessoas com sexualidades fora do padrão normativo construído. Tal atitude somente reforça o estigma nestas populações que historicamente são colocadas à margem tendo seus direitos tolhidos e de sua liberdade de viver e amar ameaçada.

Tal preconceito se reflete junto às pessoas que vivem com HIV e Aids, alvos da exclusão social, em especial as LGBT, o primeiro grupo afetado pela epidemia, ainda nos anos 1980. Hoje a aidsfobia é uma realidade que recrudesce criando "culpados" e ameaçando constantemente com a criminalização, o confinamento e a penalização. Ambas as populações vivem sob o signo da constante resistência a qualquer tipo de ação, localizada ou institucional, que tentam segregá-las.

Esperamos que o Poder Judiciário repense e revogue tal decisão provisória e fique sintonizado com a realidade, que exige o cultivo a tolerância, a preocupação com as vulnerabilidades e, principalmente, a valorização dos Direitos Humanos. Somente com o somatório destes valores que a sociedade será agregadora e patrocinará a inclusão e a solidariedade de forma efetiva.

São Paulo, 19 de setembro de 2017.

Rodrigo Pinheiro
 




Fumantes com HIV são mais propensos a morrer de câncer de pulmão, dizem especialistas




Fumantes com HIV são mais propensos a morrer de câncer de pulmão, dizem especialistas
19/09/2017 - 13h35
As pessoas infectadas com o vírus da imunodeficiência humana que fumam são muito mais propensas a morrer de câncer de pulmão do que pelo HIV, disseram pesquisadores nesta segunda-feira.
"Ter HIV e usar tabaco podem, juntos, acelerar o desenvolvimento do câncer de pulmão", advertiu um estudo publicado na revista Journal of the American Medical Association (JAMA) Internal Medicine.
Fumar reduz a expectativa de vida entre as pessoas que vivem com HIV e que recebem terapia antirretroviral para manter sua doença controlada - mais do que o próprio HIV, acrescentou.
As conclusões são particularmente preocupantes porque fumar é muito comum entre pessoas com HIV. A prevalência de fumantes neste grupo nos Estados Unidos é de 40%, cerca do dobro do que no resto da população americana.
"O tabagismo e o HIV são uma combinação especialmente ruim quando se trata de câncer de pulmão", disse o autor principal do estudo, Krishna Reddy, médico no Hospital Geral de Massachusetts, em Boston.
"As taxas de tabagismo são extraordinariamente altas entre as pessoas com HIV, e tanto o tabagismo como o HIV aumentam o risco de câncer de pulmão".
Quase 25% das pessoas que aderem bem aos medicamentos anti-HIV, mas continuam fumando morrerão de câncer de pulmão, de acordo com o estudo.
As pessoas com HIV que tomam medicamentos antivirais e fumam têm entre seis e 13 vezes mais probabilidades de morrer de câncer de pulmão do que de HIV/aids, acrescentou.
Mas há esperança para aqueles que conseguem parar.
Apenas cerca de 6% dos fumantes que abandonaram o cigarro aos 40 anos morrerão de câncer de pulmão, de acordo com o estudo, que é baseado em projeções usando um modelo de computador.
"Parar de fumar é uma das coisas mais importantes que as pessoas com HIV podem fazer para melhorar sua saúde e viver mais tempo", disse o coautor Travis Baggett, também do Hospital Geral de Massachusetts.
Cerca de 60.000 das 644.200 pessoas com entre 20 e 64 anos vivendo com HIV e recebendo cuidados devem morrer de câncer de pulmão até os 80 anos se os hábitos de tabagismo não mudarem.

Fonte : UOL




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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Agroecologia contraria modelo de 'agricultura do pobre para o rico'



Outra lógica

Agroecologia contraria modelo de 'agricultura do pobre para o rico'

Ciência dedicada à produção de alimentos saudáveis para todos e à proteção ambiental à luz da justiça social, incluindo reforma agrária, a agroecologia é tema de congresso em Brasília
 
 
 
por Cida de Oliveira, da RBA publicado 10/09/2017 10h10, última modificação 10/09/2017 11h55
Reprodução/Agroecologia2017
agroecologia2017.jpg
Espaço de atualização científica, o evento é também pretexto de diálogo com a sociedade e a comunidade sobre a temática da agroecologia, seus avanços e desafios e a problemática social
Dão Paulo – A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, vinculada à Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz) , acaba de divulgar estudo que aponta que o número de casos de malformações congênitas mais que dobrou nas últimas duas décadas, só no Paraná. De 1994 a 2003, foram registrados 4.238 casos entre os nascidos vivos. De 2003 a 2014, o número passou para 11.787.
Os dados alarmantes estão associados ao uso de agrotóxicos, que deixam um rastro de doenças e mortes nas regiões onde há produção agrícola com uso desses venenos. E a julgar pelo avanço de projetos de lei que incentivam ainda mais o uso de agrotóxicos e transgênicos em um país já campeão no consumo dessas tecnologias, como é o Brasil, a tendência é de agravamento da situação. Muito mais gente estará exposta a riscos ainda maiores de desenvolver diversos tipos de câncer, problemas endocrinológicos, mal de Parkinson, abortos, de gerar filhos com autismo ou até mesmo com malformações.
Dos 1,5 bilhão de hectares de terras agrícolas em todo o mundo, 91% são destinados a culturas anuais altamente dependentes de insumos, como fertilizantes e agrotóxicos, sobretudo monoculturas de trigo, arroz, milho, algodão e soja – caso de boa parte das terras paranaenses.
Mas, ao contrário do discurso dos fabricantes de agrotóxicos e plantas transgênicas – muitas delas desenvolvidas justamente para não morrer ao receber doses cada vez maiores de agrotóxicos –, é possível sim produzir alimentos para todos sem o uso dessas tecnologias, como mostra o vídeo ao fim desta reportagem.

Bases

Para se ter uma ideia, de todas essas terras cultivadas, apenas 10 a 15% é manejada por agricultores tradicionais. Em seu livro Agroecologia: Bases Científicas para uma Agricultura Sustentável (Expressão Popular/AS-PTA), o professor de Agroecologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley, o agrônomo Miguel Altieri destaca que na América Latina, por exemplo, cerca de 17 milhões de unidades camponesas, com menos de dois hectares, produzem 51% do milho, 77% do feijão e 61% das batatas para o consumo doméstico.
Só no Brasil há cerca de 4,8 milhões de agricultores familiares (85% de todos os agricultores) que ocupam 30% do total da terra agrícola do país. E mesmo assim respondem por 33% da área plantada com milho, 61% com feijão e 64% com mandioca, somando 84% do total de mandioca e 67% de todo o feijão.
Longe de serem atrasadas e improdutivas, segundo ele, essas propriedades são proporcionalmente mais produtivas que as grandes e chegam a prover 20% da oferta mundial de alimentos. E ainda criam 10% mais empregos permanentes, proporcionam aumento de 20% nas vendas no varejo e aumentam a renda local em 37%. Além disso, pequenos agricultores ainda preservam melhor os recursos naturais, reduzindo a erosão do solo e protegendo mais a biodiversidade.
De acordo com Altieri, estudos mostram que a agricultura tradicional consegue produzir o ano todo e prosperar sem o uso de agrotóxicos, em sistemas com elevada diversidade vegetal, na forma de policulturas e/ou sistemas agroflorestais dotados de plantas ricas em nutrientes, insetos predadores, polinizadoras, bactérias e outros organismos que desempenham funções ecológicas benéficas.
E que a forte base ecológica dessas pequenas propriedades têm muito a ensinar aos agroecólogos, que devem dar suporte aos movimentos sociais do campo que se opõem à agricultura industrial em todas as suas manifestações. Assim como os consumidores, que devem apoiar mercados mais solidários e equitativos, que não perpetuem o modelo colonial da "agricultura do pobre para o rico", mas que, ao contrário, representam um modelo que alavanca pequenas propriedades diversificadas como base para sólidas economias rurais.
"Tais economias não só proporcionarão uma produção sustentável de alimentos saudáveis, agroecologicamente produzidos e acessíveis a todos, mas também permitirão que povos indígenas e pequenos produtores continuem o seu trabalho milenar de promover e conservar a biodiversidade agrícola e natural da qual todos nós dependemos hoje e dependeremos ainda mais no futuro", conclui o autor.
Altieri é um dos mais de 240 especialistas convidados para palestrar no 6º Congresso Latino-americano de Agroecologia, no qual estão inseridos o 10º Congresso Brasileiro de Agroecologia e do 5º Seminário de Agroecologia do Distrito Federal e Entorno.
O evento conjunto, que começa na terça-feira (12) e vai até no dia 15, Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, marca a Semana do Cerrado, bioma que há tempos está no centro de disputas fundiária, mineral, ambiental, cultural, desenvolvimentista e agrária.
E que sob o governo Temer, vê avançarem projetos que beneficiam a mineração, estimulam o desmatamento, acirram os conflitos agrários, ao fragilizar direitos de camponeses, indígenas e outras populações tradicionais, além de incentivar ainda mais o uso de agrotóxicos e transgênicos.
Entre os principais temas, alimentação saudável, água, saberes populares e tradicionais da saúde, sociobiodiversidade, sustentabilidade, educação, agricultura urbana e reforma agrária – esta última fundamental para o acesso à terra e para a garantia de criação e manutenção de pequenas propriedades camponesas.
Além de atualização científica, o evento é também espaço de diálogo com a sociedade sobre a ampla temática da agroecologia, seus avanços, desafios e a problemática social e também pretexto para o debate sobre as soluções para todos esses temas.
Haverá ainda feira de troca de sementes crioulas e florestais, que representa o contraponto à investida da indústria de sementes, especialmente transgênicas, e a conquista da autonomia produtiva e soberania alimentar por parte dos pequenos agricultores.
A RBA trará uma série de reportagens especias sobre os eventos. Acompanhe.

'Agroecologia deu voz ao nosso saber', diz Dona Dijé...

“Nós existimos; nós estamos aqui”



Protagonismo

'Agroecologia deu voz ao nosso saber', diz Dona Dijé

A luta pela preservação da floresta e das palmeiras, vinda dos antepassados, inspira mulheres como ela e suas famílias na resistência contra ataques aos direitos. “Nós existimos; nós estamos aqui”
 
 
 
por Cida de Oliveira, da RBA publicado 13/09/2017 14h28, última modificação 13/09/2017 16h05
youtube/reprodução
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Dona Dijé é uma das fundadoras do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu
Brasília – Lutar pela preservação da mata, dos igarapés, rios e pelo acesso a tudo isso tem sido uma constante entre as populações que vivem do extrativismo do coco babaçu no Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins. Em 1976, chegou ao ápice uma disputa por terras ocupadas por ex-escravos na região do Médio Mearim, no Maranhão, desde 1907.
Com o declínio da exportação do óleo de babaçu para os Estados Unidos, os babaçuais da região foram substituídos por pastos e os ocupantes das terras começaram a ser expulsos. Houve tensão, com casas incendiadas pela polícia. Apesar de muita gente ter sido forçada a deixar as terras, passando a morar nas periferias das cidades, outras ficaram.
Mas também houve resistência às cercas erguidas pelos pecuaristas em torno dos pastos, que avançaram sobre áreas de palmeiras. Além disso, extensas plantações de eucalipto tomaram o lugar de florestas de babaçu. Sem acesso à coleta do coco, dona Maria de Jesus Ferreira Bringelo, a Dona Dijé, e outras quebradeiras de coco se uniram para criar, em 1995, o Movimento Interestadual de Quebradeiras de Coco Babaçu.
Seis anos antes, ela já havia ajudado a fundar a Associação em Área de Assentamento no Estado do Maranhão (Assema). Entre os desafios desses movimentos, a luta pela preservação ambiental e pelo acesso à terra de seus ancestrais.
“Há muitos anos a gente já fazia a agroecologia. Só que não tinha ainda esse nome. Mas aí a gente vai descobrindo que isso veio do nosso povo, que já fazia a agroecologia. Preservação da vida, da terra, preservação da água. A agroecologia deu voz ao nosso conhecimento de povo tradicional”, disse dona Dijé, que participa de atividade do Agroecologia 2017, que compreende o 6º Congresso Latino-americano de Agroecologia, o 10º Congresso Brasileiro de Agroecologia e o 5º Seminário de Agroecologia do Distrito Federal e Entorno.
Dona Dijé é integrante do Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT). A publicação do colegiado foi uma das últimas ações da presidenta deposta Dilma Rousseff antes de ser afastada definitivamente do cargo.
A criação do conselho, em processo de esvaziamento, assim como os demais espaços de participação popular para a formulação de políticas públicas, foi duramente criticada em editorial do jornal O Estado de S.Paulo, que por sua vez foi repudiado por organizações e movimentos.
“O conselho é importante para fazer a discussão das políticas para os povos tradicionais. A gente passou a ver, a conhecer, a ter seu conhecimento tradicional reconhecido, seja o povo da Bahia, do Rio Grande do Sul, seja o pescador, o pantaneiro, cada um tem seu conhecimento. Esse conselho mostrou que nós existimos. Tivemos avanços. Tivemos acesso à política pública”, disse.
De acordo com ela, houve na história recente avanços que permitiram mais qualificação do trabalho das quebradeiras. “Com o nosso conhecimento nós conseguimos produzir para estar nos mercados, para  estar nas feiras, sempre produzindo. E podemos dizer: ‘a gente não sabe só quebrar coco. A gente também sabe processar, fazer produtos de qualidade.”
Na concepção das comunidades extrativistas, ter saúde é ter acesso à terra para poder trabalhar com dignidade. “A gente quer produzir para viver de nossos salários, para nossa alimentação e nosso dia a dia.”
Dona Dijé, que tem história de resistência, diz que os ataques aos direitos dos povos tradicionais, entre eles indígenas e quilombolas, e o acirramento dos conflitos agrários, vão encontrar forte resistência. “A cada dia nossos direitos estão sendo diminuídos, cortados. Mas nós vamos continuar lutando e dizendo: ‘nós estamos aqui’", afirma. “Nós estamos na luta para a terra ser melhor. Nós vivemos hoje o legado do sangue dos nossos antepassados. Nossos mártires hoje, quilombolas, indígenas, que estão sendo assassinados porque estão lutando pelo direito à vida.”
As quebradeiras, que já mostraram ser firmes lutadoras, entendem que a garantia do acesso aos babaçuais, bem como da preservação dessas palmeiras, depende de lei. Diversas propostas já tramitaram no Congresso, mas foram vencidas por pressões dos ruralistas, cujo argumento é o de que esses projetos de lei violam o direito de propriedade privada.
De acordo com o Mapa da Região Ecológica dos Babaçuais dos estados do Piauí, Tocantins, Maranhão e Pará, existem hoje mais de 25 milhões de hectares de babaçuais, com diferentes densidades. O babaçu é fonte de renda para mais de 300 mil mulheres.
Segundo dados da Universidade Federal do Piauí (UFPI), a expansão de áreas de soja e eucalipto na região vem impedindo o acesso aos babaçuais, além de promover o desmatamento, queimadas e envenenamento das palmeiras.

MPT - MINISTERIO PUBLICO DO TRABALHO E Fórum estadual de combate aos efeitos dos agrotóxicos na saúde do trabalhador, no meio ambiente e na sociedade...CONVIDAM...


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Fórum estadual de combate aos efeitos dos agrotóxicos na saúde do trabalhador, no meio ambiente e na sociedade...

 

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CONVITE DO MPT  E FECEAGRO RN PARA PAUTA E ENCONTRO....

Prezados,


Encaminho convite e pauta da IV Reunião Ordinária do FECEAGRO/RN, a ser realizada amanhã, dia 19/09/2017.

Contamos com a presença de todos.

Att.


Coordenadora  do FECEAGRO/RN
 
NA SEDE DA PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO MPT - LAGOA NOVA - NATAL - RN

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REUNIAO PREPARATORIA CONFERENCIA ATER (assistencia tecnica Rural), TERRITORIO POTIGUARAS...




2a Conferência Nacional de Ater


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 em 18 de setembro de 2015.....

REUNIAO PREPARATORIA CONFERÊNCIA ATER (assistencia tecnica Rural), TERRITORIO POTIGUARAS... 



 SEXTA FEIRA DE MUITA LUTA...LADEADO PELOS ILUSTRES MANOEL  E MARIA COORDENACAO QUILOMBOLA HISTÓRICAS NO ESTADO DO RN E O NOBRE Jair De Lima Macedo PERSONALIDADE MILITÂNCIA DO NOSSO RN ALÉM DE OUTROS GIGANTES NA LUTA...

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  Conferência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural acontece entre os dias 31 de maio e 3 de junho, em Brasília. Na programação, uma feira de produtos da agricultura familiar e atrações culturais
Entre 31 de maio e 3 de junho acontece a 2ª Conferência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (2ª Cnater). Mais de mil pessoas de todo o país estarão na capital federal para discutir os rumos da política de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para os próximos anos, sob o lema “Ater, Agroecologia e Alimentos Saudáveis”.
Coordenado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), o ciclo de conferências começou em outubro de 2015 e teve a participação de mais de 40 mil pessoas de todos os estados brasileiros. As discussões abordam seis eixos: Sistema Nacional de Ater, Ater e Políticas Públicas para a Agricultura Familiar, Formação e Construção de Conhecimento na Ater, Ater e Mulheres Rurais, Ater e Jovens Rurais; e Ater e Povos e Comunidades Tradicionais.
Além das mesas de debate, plenárias e votações, a conferência traz também a MANDALA – Mostra Cultural da 2ª Cnater, com 18 atividades culturais do rural em todo o país, selecionadas por chamada pública. São shows, espetáculos, exposições e oficinas. Outro destaque é a Feira Saberes e Sabores da Agricultura Familiar, onde 38 empreendimentos do Distrito Federal e entorno vão expor seus produtos saudáveis, sustentáveis e agroecológicos.
O paraibano Chico César se apresenta na noite do dia 1º de junho, já a paraense Dona Onete se apresenta dia 2. Juntos, os artistas são os convidados que vão trazer a cultura dos povos do Campo, das Águas e das Florestas em dois grandes shows. O acesso às atrações culturais e à feira é livre, gratuito, sujeito à capacidade máxima do local do evento.
Serviço
2ª Conferência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (2ª Cnater)
Data: 31 de maio a 3 de junho de 2016.
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília (DF).

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