PARTICIPE DE NOSSAS AÇÕES TRANFORME E SUA CONTRIBUIÇÃO EM UMA AÇÃO SOCIAL - DOE QUALQUER VALOR

CONTRIBUA: 9314 ITAU - 08341 2 NUMERO DA CONTA CORRENTE - deposite qualquer valor

FAÇA UM GESTO DE CARINHO E GENEROSIDADE DEPOSITE EM NOSSA CONTA CORRENTE ITAU AG; 9314 C/C 08341 2

CONTRIBUA QUALQUER VALOR PAG SEGURO UOL OU PELA AG: 9314 CONTA 08341 2 BANCO ITAU

domingo, 11 de outubro de 2015

Você sabia que Mulheres Negras podem ter câncer de mama mais precoce...

Soraya Cruz.
Soraya Cruz to Cristina Rezende
Você sabia que Mulheres Negras podem ter câncer de mama mais precoce do que as mulheres brancas, além de apresentar tumores mais agressivos que podem estar associado à maior taxa de mortalidade?A incidência do câncer de mama na pós menopausa é menor em MULHERES NEGRAS e hispânicas do que nas mulheres brancas, mas o índice de sobrevida é menor nas MULHERES NEGRAS pelo fato do diagnóstico estar sendo realizado em estágios mais avançados nessas mulheres (MORAES, 2000). Fonte: Instituto Nacional de Câncer. Atlas de mortalidade por câncer no Brasil 1979-1999. Rio de Janeiro: INCA; 2002.

Reitor-diretor do IFRN CIDADE ALTA NOS RECEBE ASSUNTO NEABI IFRN E PAUTA 10.639/03 E 11.645/08 E ENC NEABIS DO RN...

Reitor-diretor do IFRN CIDADE ALTA NOS RECEBE ASSUNTO NEABI IFRN E PAUTA 10.639/03 E 11.645/08 E ENC NEABIS DO RN...
·
Reitor-diretor do IFRN CIDADE ALTA NOS RECEBE ASSUNTO NEABI IFRN E PAUTA 10.639/03 E 11.645/08 E ENC NEABIS DO RN...
www.mandacarurn.blogspot.com

CIENTEC 2015 UFRN - 10.639/03 E 11.645/08 UM DESAFIO ÉTNICO RACIAL REAFIRMANDO O COMPROMISSO COM A FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO. NEABIS FORTALECENDO A POLÍTICA AFIRMATIVA ÉTNICO RACIAL NA EDUCAÇÃO




Convite a todas e todos...

*PROGRAMAÇÃO REUNIÕES ACADÊMICO-CIENTÍFICAS – CIENTEC 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RN...

10.639/03 E 11.645/08 UM DESAFIO ÉTNICO RACIAL REAFIRMANDO O COMPROMISSO COM A FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO. NEABIS FORTALECENDO A POLÍTICA AFIRMATIVA ÉTNICO RACIAL NA EDUCAÇÃO




Ministrantes: JOSIMAR DA ROCHA FERNANDES (Omo Orixa Fernndes José Olufã).

Data: 22/10/15

Local: Mini Auditório de Contabilidade / CCSA

Horário: 09H AS 17H

Resumo: Elencando o processo formativo por meio da formação Educação, Relações étnicos Raciais e Direitos Humanos a promoção de uma roda de conversa aberta e pública sobre os 10 anos da lei 10.639 de 2003 e 11.645/08, que instituiu a obrigatoriedade do ensino de História da África e dos/as africanos/as bem como da História e saberes e valores dos povos indígenas no currículo escolar do ensino fundamental e médio e como não nas IES (instituições de ensino superior), públicas e privadas de todo o Brasil. Reconhecendo as leis como grandes avanços para o processo de democratização do ensino, evidenciando assim a sua força simbólica para organizações que lutam pela valorização e respeito às pessoas negras, indígenas e populações étnicas e toda a sua história. Nós do movimento negro, povos Tradicionais de Matriz Africana e das diversas frentes de luta reafirmando o compromisso e reparação necessária que a de se construir ainda, vamos repetir por muito tempo: a lei 10.639/03 e 11.645/08 são símbolos dos vários resultados e lutas e reafirmações politicas necessárias de uma luta, ainda parcial, mas de uma luta de muitas gerações que passaram um século insistindo que os brasileiros conheçam a cultura os saberes e fazeres dos africanos e afro-brasileiros e indígenas e de todas as etnias e povos tradicionais no Brasil. Não podemos nos esquecer, uma forma de desvalorizar é desconhecer.

CIENTEC 2015 UFRN -  10.639/03 E 11.645/08 UM DESAFIO ÉTNICO RACIAL REAFIRMANDO O COMPROMISSO COM A FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO. NEABIS FORTALECENDO A POLÍTICA AFIRMATIVA ÉTNICO RACIAL NA EDUCAÇÃO   

RN TEM Resultado preliminar das etapas estaduais/primeira fase das eleições do novo Conselho Nacional de Política Cultural...ministerio da cultura...





 RN TEM Resultado preliminar das etapas estaduais/primeira fase das eleições do novo Conselho Nacional de Política Cultural...ministério da cultura...




O Ministério da Cultura, cumprindo o disposto no Edital CNPC 01/2015, divulga o resultado da primeira fase das eleições do novo Conselho Nacional de Política Cultural. As etapas estaduais mobilizaram mais de 70 mil artistas, produtores, gestores, fazedores de cultura e cidadãos interessados em debater o futuro da gestão cultural em todas as regiões do país.

O novo CNPC está nascendo, portanto, de um amplo debate que será aprofundado nos Fóruns Nacionais, que ocorrem no mês de Novembro. Os eleitos, em cada estado e em cada colegiado setorial, estarão reunidos em três fóruns nacionais para construir a agenda do próximo biênio e proceder a eleição dos representantes, titulares e suplentes, de cada um dos colegiados, além do pleno do CNPC. O resultado apresentado aqui refere-se à eleição dos representantes dos estados para os Fóruns Nacionais.


O que é Conselho Nacional de Política Cultural?
O CNPC é um órgão colegiado integrante da estrutura do Ministério da Cultura. Esse órgão tem como finalidade propor a formulação de políticas públicas, promovendo a articulação e o debate dos diferentes níveis d governo e sociedade civil organizada, para o desenvolvimento e fomento das atividades culturais no território nacional.
O que são os Colegiados Setoriais?
Os Colegiados Setoriais são instancias integrantes do CNPC compostas por 15 membros da Sociedade Civil e 5 membros do Poder Público com seus respectivos suplente. Atualmente, o CNPC possui 17 Colegiados Setoriais instalados nas seguintes áreas: Arquitetura e Urbanismo; Arquivos; Arte Digital; Artes Visuais; Artesanato; Circo; Culturas Afro-Brasileiras; Culturas dos Povos Indígenas; Culturas populares; Dança; Design; Literatura; Livro e Leitura; Moda; Música; Patrimônio Imaterial; Patrimonio Material; e teatro. Essas instâncias têm por atribuição debater, analisar, acompanhar, solicitar informações e fornecer subsídios ao CNPC para a definição de políticas, diretrizes e estratégias dos respectivos setores culturais.




ARLINDO BEZERRA DA SILVA JUNIOR (Arlindo Bezerra da Silva Junior ) Teatro RN Habilitado

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx               Patrimônio Material

DANIELLE CRISTINA VASCONCELOS DE BRITO (Danielle Cristina Vasconcelos de Brito) Patrimônio Imaterial RN Habilitado

JOSELITO CORINGA BEZERRA (Zelito Coringa) Música RN Habilitado


RAFAELA FELIPE FAGUNDES DA SILVA (Rafaela fagundes) Moda RN Habilitado

MARIA CARMEM SILVA BATISTA (Maria Carmem Silva Batista) Literatura, Livro e Leitura RN Habilitado

CRISTIANO JOSE DE OLIVEIRA PAES DA CUNHA (Cristiano Oliveira Cunha) Design RN Habilitado

EDEILSON MATIAS DA SILVA (Edeilson Matias da Silva) Dança RN Habilitado
GLAUCIO TEIXEIRA DA CAMARA (Gláucio Teixeira da Câmara) Culturas Populares RN Habilitado
JOSIMAR DA ROCHA FERNANDES (josimar rocha FERNANDES) Culturas Afro-Brasileiras RN Habilitado

RENATA MARQUES PEREIRA (Renata Marques Pereira Ruiz) Circo RN Habilitado

SILVANA PACHECO NUNES (silvana pacheco nunes) Artesanato RN Habilitado

ALEXANDRE FERREIRA DOS SANTOS (Alexandre Santos) Artes Visuais RN Habilitado

PHILIPE MICHEL SILVA SOARES (Philipe Michel Silva Soares) Arte Digital RN Habilitado

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX              Arquivos

FLAVIA COSTA DE ASSIS (FLÁVIA COSTA DE ASSIS)                                                                             Arquitetura e Urbanismo  http://www.cultura.gov.br/cnpc                 

RN Habilitado  

estao nos matando na AGRICULTURA COM VENENOS...

Cultivando o perigo

Isaac Ribeiro
Repórter

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, segundo o Ministério do Meio Ambiente. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostra que o mercado brasileiro de agrotóxicos cresceu 190% nos últimos 10 anos, mais que o dobro do mercado mundial no mesmo período, que foi de 93%. Alguém é envenenado por um agrotóxico no Brasil a cada 90 minutos, como afirma o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox). De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre 2000 e 2012, o país dobrou o uso de agrotóxicos.
humberto salesAlguém é envenenado por um agrotóxico no Brasil a cada 90 minutos, sob o risco de desenvolver alterações genéticas e doenças sérias e degenerativasAlguém é envenenado por um agrotóxico no Brasil a cada 90 minutos, sob o risco de desenvolver alterações genéticas e doenças sérias e degenerativas

Achou muita notícia ruim reunida num parágrafo só? Tem mais! De acordo com a Anvisa, 64% dos alimentos estão contaminados por agrotóxicos e o sistema DataSUS, do Ministério da Cultura, registrou 34.147 notificações de intoxicação por agrotóxico entre os anos 2000 e 2012.

Mas se depender de empresários do setor e da indústria, essa situação só tende a piorar. Isso porque espalhar veneno na plantação parece ser um negócio bastante lucrativo. O faturamento da indústria do agrotóxico no Brasil foi de 12 bilhões de dólares em 2014, de acordo com a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef). E o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) aponta um crescimento de 288% no uso desses produtos químicos entre 2000 e 2012.

Fiscalização

É bom lembrar que os resíduos dos agrotóxicos não estão apenas em hortaliças e vegetais em geral, mas em vários produtos processados, como pães, biscoitos, salgadinhos, cereais matinais, lasanhas, pizzas e naqueles à base de trigo, milho e soja, entre outros. Sem falar em carnes e leite de animais que por ventura se alimentarem de ração com resíduos químicos. Mas quem fiscaliza tudo isso? O Programa de Análise de resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que identifica e quantifica os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos disponíveis no mercado.

De acordo com Maria Célia Farias, coordenadora de Amostragem Nacional do Para, a incidência de alimentos contaminados no Rio Grande do Norte não é alta, pois o estado não é um grande produtor de alimentos. “Quando a gente começou era 28%. Agora os laudos deram 17%. Não podemos comparar com o estado da Bahia, por exemplo, que produz soja, cacau, entre outros.”

Maria Célia e sua equipe percorrem periodicamente mercadinhos e supermercados dos quatro pontos da cidade, recolhendo amostras para análise em laboratório. A operacionalização das amostragens se dá em três etapas. Este ano estão agrupadas em: 1) cebola, uva, feijão, fubá de milho; 2) farinha de mandioca, laranja, abobrinha, tomate, banana, maçã, repolho (verde) e pepino; 3) alface, mamão, arroz e batata inglesa.

Os laudos demoram trinta dias para serem liberados, e são realizados em laboratórios do Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Pará. O pimentão é o campeão nacional de contaminação. “Porque o produtor compra agrotóxico para o tomate e usa no pimentão; compra pra mamão e põe no pimentão... Aí, no final das contas, se um já causa um impacto, imagine dezessete, vinte e um. Aí, potencializa. E tem agrotóxico para pimentão”, comenta Maria Célia. 

sábado, 10 de outubro de 2015

DILMA RESPONDERÁ NO STF POR DESCUMPRIMENTO DA LEI DE HISTÓRIA DA ÀFRICA E CULTURA AFROBRASILEIRA (11.645 e 10.639)

DILMA RESPONDERÁ NO STF POR DESCUMPRIMENTO DA LEI DE HISTÓRIA DA ÀFRICA E CULTURA AFROBRASILEIRA (11.645 e 10.639)


A PRESIDENTE DILMA RESPONDERÁ NO STF PELO DESCUMPRIMENTO DA LEI 11.645 (10.639) sobre História da África cultura afrobrasileira, em face do despacho da Ministra Rosa Weber, nos autos do Mandado de Segurança 31.907, impetrado pelo IARA Instituto de Advocacia Racial e Ambiental e outros. A decisão (abaixo) foi publicada nesta segunda, 11.03.2013, e a intimação da Presidente da República ocorre em breve, juntamente com a Advocacia Geral da União. 44 Reitores permanecem como litisconsortes. 
Os autores recorrem amanha para notificar demais autoridades, inclusive o Ministro da Educação. 
O objetivo da ação já foi alcançado, muito embora a notificação de todos traria aos autos o quadro mais perfeito da atual situação de negativa de implementação da lei 10.639, o que ainda poderá ocorrer através de reconsiderarão da própria ministra relatora, ou com o deferimento da liminar, ou ainda através de recurso ao plenário. 
Várias mensagens de congratulações chegam aos autores, de todos os cantos do País  

Abaixo a íntegra da decisão.

Humberto Adami 
Advogado e Mestre em Direito 
Diretor do IARA - Instituto de Advocacia Racial e Ambiental    

MEDIDA CAUTELAR EM MANDADO DE SEGURANÇA 31.907 DISTRITO
FEDERAL
RELATORA :MIN. ROSA WEBER
IMPTE.(S) :INSTITUTO DE ADVOCACIA RACIAL E AMBIENTAL
- IARA
IMPTE.(S) :ANTONIO GOMES DA COSTA NETO
IMPTE.(S) :HUMBERTO ADAMI SANTOS JÚNIOR
ADV.(A/S) :SHIRLEY RODRIGUES RAMOS
ADV.(A/S) :HUMBERTO ADAMI SANTOS JÚNIOR
IMPDO.(A/S) :PRESIDENTE DA REPÚBLICA
ADV.(A/S) :ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO
IMPDO.(A/S) :PRESIDENTE DO FUNDO NACIONAL DE
DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE
PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL FEDERAL
IMPDO.(A/S) :MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
IMPDO.(A/S) :SECRETÁRIO-GERAL DE ENSINO SUPERIOR DO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
IMPDO.(A/S) :SECRETÁRIO DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA
EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA
EDUCAÇÃO
IMPDO.(A/S) :PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE
EDUCAÇÃO
IMPDO.(A/S) :PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE
PESQUISAS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP
IMPDO.(A/S) :PRESIDENTE DA COORDENAÇÃO DE
APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL
SUPERIOR - CAPES
LITISC.(S) :MINISTRO DA CONTROLATORIA-GERAL DA
UNIÃO
LITISC.(S) :PROCURADOR FEDERAL DOS DIREITOS DO
CIDADÃO - PFDC
LITISC.(S) :REITORES DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS
LITISC.(S) :UFAC - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO
ACRE
LITISC.(S) :UFAL - UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
LITISC.(S) :UFAM - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO
AMAZONAS
LITISC.(S) :UFBA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
Supremo Tribunal Federal

MS 31907 MC / DF
LITISC.(S) :UFC - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
LITISC.(S) :UFCG - UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA
GRANDE
LITISC.(S) :UFERSA-RN - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO
SEMI-ÁRIDO
LITISC.(S) :UFES - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO
SANTO
LITISC.(S) :UFF - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
LITISC.(S) :UFFS - UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA
SUL
LITISC.(S) :UFGD - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA
GRANDE DOURADOS
LITISC.(S) :UFLA - UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
LITISC.(S) :UFMA - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO
MARANHÃO
LITISC.(S) :UFMG - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS
GERAIS
LITISC.(S) :UFMS - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE
MATO GROSSO DO SUL
LITISC.(S) :UFMT - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE
MATO GROSSO
LITISC.(S) :UFOP - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE
OURO PRETO
LITISC.(S) :UFPE - UNIVERSIDADE FEDERAL DE
PERNAMBUCO
LITISC.(S) :UFRA - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA
AMAZÔNIA
LITISC.(S) :UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE
JANEIRO
LITISC.(S) :UFRN - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO
GRANDE DO NORTE
LITISC.(S) :UFRPE - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE
PERNAMBUCO
LITISC.(S) :UFRR - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE
RORAIMA
LITISC.(S) :UFRRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO
DE JANEIRO
2
Supremo Tribunal Federal

MS 31907 MC / DF
LITISC.(S) :UFS - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE
SERGIPE
LITISC.(S) :UFSCAR - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL
DE SÃO CARLOS
LITISC.(S) :UFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA
MARIA
LITISC.(S) :UFT - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO
TOCANTINS
LITISC.(S) :UFTM - UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO
MINEIRO
LITISC.(S) :UFU - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
LITISC.(S) :UFV - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE
VIÇOSA
LITISC.(S) :UFVJM - UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO
JEQUITINHONHA E MUCURI
LITISC.(S) :UNB - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
LITISC.(S) :UNIFAL-MG - UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALFENAS
LITISC.(S) :UNIFEI - UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ
LITISC.(S) :UNIFESP - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO
PAULO
LITISC.(S) :UNILA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA
INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
LITISC.(S) :UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO
INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFROBRASILEIRA
¿ UNILAB
LITISC.(S) :UNIPAMPA - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE
FEDERAL DO PAMPA
LITISC.(S) :UNIRIO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO
DO RIO DE JANEIRO
LITISC.(S) :UNIVASF - FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL
DO VALE DO SÃO FRANCISCO
LITISC.(S) :UFRB - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO
DA BAHIA
LITISC.(S) :UTFPR - UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL
DO PARANÁ
LITISC.(S) :UFSC - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA
3
Supremo Tribunal Federal

MS 31907 MC / DF
CATARINA
Vistos etc.
Trata-se de mandado de segurança, com pedido de liminar,
impetrado por Instituto de Advocacia Racial e Ambiental – IARA, no qual
são apontadas como autoridades coatoras: (i) a Presidenta da República;
(ii) o Ministro de Estado da Educação; (iii) o Secretário-Geral de Ensino
Superior do Ministério da Educação; (iv) o Secretário de Regulação e
Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação; (v) o
Presidente do Conselho Nacional de Educação; (vi) o Presidente do
Instituto Nacional de Pesquisas Anísio Teixeira – INEP; (vii) o Presidente
da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior –
CAPES; (viii) o Presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da
Educação – FNDE, e como litisconsortes necessários (ix) o Ministro da
Controladoria-Geral da União, (x) o Procurador-Federal dos Direitos do
Cidadão – PFDC, e (xi) os Reitores das Universidades Federais
relacionados na inicial (doc. 2, fls. 3/6).
Sustenta a inicial que:
“9. Os impetrantes com esteio na legislação nacional e
internacional antirracista, e nos princípios gerais que regem a
administração pública, ingressaram em 14-11-2012 perante o
Ministério da Educação solicitando o seguinte Pedido de
Providências Administrativas junto ao Ministro da Educação
propondo Representação por Descumprimento da
obrigatoriedade do Estudo da História da África e dos Afrobrasileiros,
em relação aos órgãos responsáveis pela formação
inicial, continuada, controle, fiscalização e avaliação das
Políticas Públicas na estrutura da Educação (...).
10. Ultrapassado 60 (sessenta) dias perante o Ministro da
Educação sem qualquer solução da lide administrativa foi
postulado em 21 de janeiro de 2013 à Excelentíssima Senhora
Presidenta da República a AVOCAÇÃO EXTRAORDINÁRIA
DO FEITO COM PEDIDO DE LIMINAR (...)” (doc. 2, fl. 7).
Tal avocação deveria ser complementada pela adoção cautelar de
4
Supremo Tribunal Federal

MS 31907 MC / DF
uma série de medidas administrativas, tais como “a suspensão de
abertura de novos cursos de graduação e licenciatura destinadas aos
profissionais da Educação Básica”, a “reavaliação dos cursos destinados a
Graduação e Licenciatura dos Profissionais da Educação” e a “suspensão
de repasse de recursos financeiros administrados pelo FNDE” (doc. 2, fls.
7/10), além da abertura de uma série de procedimentos administrativos
em face das autoridades mencionadas na inicial, para apuração de
responsabilidades decorrentes (i) do descumprimento da efetiva e
completa instituição do Ensino da Cultura Africana e dos Afro-Brasileiros
e da Educação das Relações Étnico-Raciais nos currículos dos cursos
superiores relacionados à formação de professores e profissionais de
ensino, e também (ii) da não incidência de avaliações desfavoráveis dos
cursos superiores em razão do descumprimento de tal exigência legal.
Nos termos da inicial, após a omissão do Ministro da Educação e do
pedido de avocação realizado à Presidência da República, constatou-se
nova omissão desta última autoridade, de forma que, “ultrapassado o
período de 30 (trinta) dias do pedido de AVOCAÇÃO à PRESIDÊNCIA
DA REPÚBLICA e mais de 60 (sessenta) dias do pleito perante o
MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO”, haveria inconteste violação
do “princípio da eficiência” (doc. 2, fl. 10).
Alega existir “fumus boni iuris e (...) periculum in mora quando as
Instituições de Ensino Superior (IES) não promovem a formação inicial e
continuada dos Profissionais da Educação (Magistério, Especialistas,
Gestores, Técnicos e Apoio Escolar – artigo 61, da Lei n. 9.394/1996) para
Educação das Relações Étnico-Raciais nos cursos de Licenciatura,
Graduação e Pós-Graduação destinadas aos profissionais que irão atuar
na Educação Básica e Superior” (doc. 2, fl. 14).
Liminarmente, a inicial requer as seguintes providências:
“129. (...) determinar a suspensão de abertura de novos
cursos de graduação e licenciatura destinadas aos profissionais
da Educação Básica, até a efetiva avaliação dos cursos nas IES
públicas para a disciplina Educação das Relações Étnico-Raciais
previstas no artigo 26-A da Lei n. 9.394/1996 c/c a Resolução n.
01/2004 do Conselho Nacional de Educação, daquelas
5
Supremo Tribunal Federal

MS 31907 MC / DF
instituições que não ofertam e de igual forma em relação as que
cumprem parcialmente;
130. (...) determine a imediata reavaliação dos cursos
destinados a Graduação e Licenciatura dos Profissionais da
Educação, aplicando-lhes a diminuição do conceito de avaliação
até a completa implementação da Educação das Relações
Étnico-Raciais das IES públicas daquelas instituições que não
ofertam a disciplina e parcialmente cumprem as determinações
legais de modo precário;
131. (...) determine ao Ministro de Estado da Educação,
Presidente do Conselho Deliberativo do FNDE, a suspensão e
contingenciamento de repasse de recursos financeiros
administrados pelo FNDE, destinados aos Programas de
Formação dos Profissionais da Educação, especialmente, em
relação a Educação das Relações Étnico-Raciais, até a
comprovação da regularização para o Ensino da Cultura afrobrasileira
prevista na Constituição Federal e LDB nas IES
Públicas Federais” (doc. 2, fls. 42/43).
No mérito, a concessão da ordem é requerida para confirmar a
liminar e determinar: (i) à “Excelentíssima Senhora Presidenta da
República, em razão da violação expressa do princípio da eficiência
previsto na Lei 9.784/1999 e Constituição Federal, para que proceda a
abertura de procedimento administrativo em relação ao não
cumprimento integral do Ensino da Cultura dos Africanos e dos Afrobrasileiros,
nos cursos destinados a formação inicial e continuada dos
profissionais da Educação (área meio e fim) atuantes na Educação Básica
perante as Instituições de Ensino Superior Públicas”; (ii) a “inclusão do
critério de cálculo de avaliação e conceituação como critério obrigatório e
permanente aos órgãos responsáveis pela aplicação, formulação, gestão,
avaliação, controle e fiscalização de Políticas Públicas na estrutura da
Educação, o Ensino da Cultura dos Africanos e dos Afro-brasileiros nos
cursos destinados a formação inicial e continuada dos profissionais da
educação atuantes na Educação Básica e Superior”; (iii) a adoção de
“critério de cálculo de avaliação e conceituação de forma obrigatória e
6
Supremo Tribunal Federal

MS 31907 MC / DF
permanente em relação aos órgãos responsáveis pelo credenciamento,
recredenciamento, autorização e reconhecimento, das Instituições de
Ensino Superior e Pós-Graduação em relação a Educação das Relações
Étnico-Raciais da estrutura da Educação dos cursos destinados a
formação inicial e continuada dos profissionais da educação atuantes na
Educação Básica e Superior”; e (iv) a inclusão no Sistema Nacional de
Avaliação do Ensino Superior (SINAES) e do Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes (ENADE), e na Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior – CONAES, além do Projeto Pedagógico
Institucional (PPI) e no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), e
do Plano Pedagógico do Curso (PPC) como instrumento de concepção
teórico-metodológico das Instituições de Ensino Superior como de caráter
obrigatório o Ensino da Cultura Africana e dos Afro-brasileiros e a
Educação das Relações Étnico-Raciais como critério do cálculo para
avaliação e conceituação dos cursos de ensino superior destinados as
licenciaturas, graduação e pós-graduação” (doc. 2, fls. 43/44).
É o relatório.
Nos termos do art. 102, I, d, da CF/88, compete ao STF julgar,
originariamente, “o mandado de segurança e o ‘habeas-data’ contra atos
do Presidente da República, das Mesas da Câmara dos Deputados e do
Senado Federal, do Tribunal de Contas da União, do Procurador-Geral da
República e do próprio Supremo Tribunal Federal”. Por existir uma
suposta omissão atribuída à Presidência da República na culminância do
conjunto de eventos arguidos pela impetrante, esta Corte passa a ser
competente para exame da pretensão, desde que devidamente
equacionada.
Em consequência, desde logo todas as demais autoridades
apontadas como coatoras devem ser excluídas do polo passivo, não se
conhecendo do mandado de segurança no tocante aos pedidos
diretamente relacionados a alegadas violações de direitos líquidos e
certos decorrentes de atos ou omissões atribuídos a autoridades outras
que não a Presidenta da República (ACO 1.018/DF, decisão monocrática
7
Supremo Tribunal Federal

MS 31907 MC / DF
do Ministro Gilmar Mendes, DJe de 18.5.2012; Rcl 2.439 AgR/MS, Pleno,
Ministro Marco Aurélio, DJ de 26.11.2004; MS 23.429 AgR/DF, Pleno,
Ministro Ilmar Galvão, DJ de 17.12.1999).
Assim delimitada a controvérsia, notifique-se a autoridade apontada
como coatora para que preste informações, em dez dias (arts. 7º, I, da Lei
12.016/09 e 203 do RISTF). Cientifique-se a AGU para que, querendo,
ingresse no feito (art. 7º, II, da Lei 12.016/09). Após a juntada das
informações, examinarei o pedido de liminar.
Publique-se.
Brasília, 21 de fevereiro de 2.013.
Ministra Rosa Weber
Relatora
8
Supremo Tribunal Federal
Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O
documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 3478811.

As Promotoras Legais Populares (PLPs)

As Promotoras Legais Populares (PLPs), conhecidas em diferentes países da América Latina também como “agentes multiplicadoras de cidadania”, são lideranças comunitárias que escutam, orientam, dão conselhos e auxiliam outras mulheres a ter acesso à justiça e aos serviços que devem ser procurados quando sofrem algum tipo de violação de seus direitos. Além do papel orientador, as PLPs compartilham informações e promovem o uso instrumental do Direito no dia a dia de mulheres negras e não negras para efetivação dos seus direitos.
Elas trabalham, principalmente, em benefício dos segmentos populares no enfrentamento da violência contra as mulheres, das discriminações de gênero, de orientação sexual e do racismo. As PLPs costumam atuar em comunidades, sindicatos, escolas, hospitais, postos de saúde, entre outros. Algumas organizam manifestações para reivindicar direitos e participam de movimentos que possam fortalecer suas lutas também na implementação de políticas públicas, o que constitui um dos maiores desafios enfrentados no cotidiano das Promotoras Legais Populares.
De maneira geral, têm participado do curso do Geledés mulheres de 17 a 65 anos de idade, de ocupações e profissões variadas: donas de casa, professoras, advogadas, empregadas domésticas, estudantes, vendedoras, assistentes sociais, funcionárias públicas, entre outras. A maioria são mulheres negras, das camadas populares e de áreas periféricas da cidade de São Paulo e suas regiões, ou seja, pessoas que quase não tem acesso a informações sobre cidadania, além de serem as principais vítimas de violações dos direitos humanos, muitas vezes perpetradas por agentes do Estado.
Origens 
O Projeto Promotoras Legais Populares (PLPs) teve início no Chile e hoje está difundido em quase todos os países da América Latina. A história do projeto de PLPs no Brasil começou em maio de 1992 com a realização de um seminário sobre os direitos da mulher organizado pelo Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos das Mulheres (Cladem), em São Paulo. No encontro estavam presentes advogadas e feministas do Chile, Argentina, Peru, Costa Rica, entre outros países que pelo menos há uma década já desenvolviam projetos de educação jurídica popular feminista.
A partir do seminário, foram tomadas as primeiras iniciativas de se implantar o Projeto de Capacitação de Promotoras Legais Populares também no Brasil. A ONG feminista Themis – Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero, de Porto Alegre (RS), se dedicou a capacitar grupos de mulheres para esse projeto em diferentes capitais do país. O curso que atualmente é promovido pelo Geledés nasceu após uma dessas capacitações.

Guia de Enfrentamento do Racismo Institucional



Guia de Enfrentamento do Racismo Institucional

Seu objetivo é o de oferecer novos elementos para a construção de diagnósticos, planos de ação e indicadores que permitam o enfrentamento do Racismo Institucional e de contribuir para a criação de um ambiente favorável à formulação e implementação de políticas públicas, buscando equalizar o acesso a seus benefícios.

Seu objetivo é o de oferecer novos elementos para a construção de diagnósticos, planos de ação e indicadores que permitam o enfrentamento do Racismo Institucional
Seu objetivo é o de oferecer novos elementos para a construção de diagnósticos, planos de ação e indicadores que permitam o enfrentamento do Racismo Institucional

Racismo Institucional uma abordagem teórica

O texto apresentado visa oferecer novos elementos que ampliem a visão do marco conceitual sobre Racismo Institucional, que permitam incidir na formulação e monitorar a implementação de políticas públicas nas áreas de Seguridade Social e Trabalho, com especial enfoque para a mulher negra, promovendo o reconhecimento do racismo institucional como violação dos direitos da população negra.
Tags: · ·

Faça download grátis do livro No País do Racismo Institucional, do MPPE

Faça download grátis do livro No País do Racismo Institucional, do MPPE


Publicado há 11 meses - em 3 de novembro de 2014 » Atualizado às 10:28
Categoria » Artigos e Reflexões racismo institucional
Livro em PDF para baixar: No País do Racismo Institucional – Dez anos de ações do GT Racismo no MPPE

Download do livro em PDF:
No País do Racismo Institucional –
Dez anos de ações do GT Racismo no MPPE

A obra é a primeira exclusivamente  sobre o tema no Brasil, poucas coisas se têm escritas e reunidas sobre o assunto. A base de pesquisa foi feita por meio de vasta bibliografia, artigos e dados recentes, além de entrevistas com os membros do GT Racismo do MPPE – Ministério Público de Pernambuco  e atores externos que trabalham com o tema racial. Está divida em seis capítulos: a naturalização do preconceito racial; a criminalização de uma cor; ensino e cor da pele; saúde, vida e morte; casa cor: terras quilombolas e terreiros; o GT Racismo por ele mesmo.
*Com informações do MPPE – Ministério Público de Pernambuco 

A Criança negra e as comunidades quilombolas Urbanas e Rurais Povos Tradicionais de matriz Africana...


Professor Doutor  Joao Bosco Filho - Universidade do estado do RN/ UFRN/ SESAP/MS...
 
Professor Mestre Jonas Sâmi Albuquerque - UFRN E UNP

DE UMA SEMANA CARREGADA DE MUITAS APRENDIZAGENS...
Uma avalanche de coisas em minha vida nas ultimas semanas, fez-me experimentar uma ausência prolongada das redes sociais, e como tudo na vida teve um lado bom e outro nem tanto... fiquei um pouco distante das atualizações permitidas pelo mundo virtual das redes, entretanto, pude me entregar as novas experiências que a vida me possibilitou... Muito bom ser acolhido na Secretaria de Saúde do Estado - SESAP a frente da Subcoordenaria de Ações de Saúde/SUAS e colaborar com uma equipe show de bola que diariamente busca estratégias de enfrentamento aos desafios de construir uma saúde de qualidade... Muito bom poder embarcar nos sonhos de Jonas Sâmi Albuquerque e viver uma sexta feira inesquecivel, refletindo sobre a saude da criança negra, compartilhando aprendizagens com Fernandes José Josimar Rocha, Ingrid Emanuela e Socorro Fernandes... diariamente venho aprendendo muito com todas as pessoas que me ajudam a ampliar meu olhar para o mundo...

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

OFICINA /MESA NA CIENTEC/UFRN 2015 APROVAMOS Título: 10.639/03 e 11.645/08 um desafio étnico racial reafirmando o compromisso com a formação na educação.







OFICINA /MESA NA CIENTEC/UFRN 2015
APROVAMOS

Título:   10.639/03 e 11.645/08 um desafio étnico racial reafirmando o compromisso com a formação na educação.

Status: SUBMETIDO/APROVADO
Resumo:             Elencando o processo formativo por meio da formação “Educação, Relações étnicos Raciais e Direitos Humanos” – a promoção de uma roda de conversa aberta e pública sobre os 12 anos da lei 10.639 de 2003 e 11.645/08, que instituiu a obrigatoriedade do ensino de História da África e dos/as africanos/as bem como da História e saberes e valores dos povos indígenas no currículo escolar do ensino fundamental e médio e como não nas IES (instituições de ensino superior), públicas e privadas de todo o Brasil. Reconhecendo as leis como grandes avanços para o processo de democratização do ensino, evidenciando assim a sua força simbólica para organizações que lutam pela valorização e respeito às pessoas negras, indígenas e populações étnicas e toda a sua história. “Nós do movimento negro,movimento social e de luta,  povos Tradicionais de Matriz Africana e das diversas frentes de luta reafirmando o compromisso e reparação necessária que a de se construir ainda, vamos repetir por muito tempo: a lei 10.639/03 e 11.645/08 são símbolos dos vários resultados e lutas e reafirmações políticas necessárias de uma luta, ainda parcial, mas de uma luta de muitas gerações que passaram um século insistindo que os brasileiros conheçam a cultura os saberes e fazeres dos africanos e afro-brasileiros e indígenas, ciganos e de todas as etnias e povos tradicionais no Brasil. Não podemos nos esquecer, uma forma de desvalorizar é desconhecer.
Bibliografia/Referências:
- REFERÊNCIAS:

- ASSUNÇÃO, Luiz C. de. Umbanda e sociedade: um estudo sobre práticas, representações e identidades. Relatório de pesquisa. Natal: UFRN. 2002.

- BASTIDE, Roger. Estudos Afro-brasileiras. São Paulo: Perspectiva, 1973.

- BOURDIEU, Pierre. A Identidade e a Representação: Elementos para uma Reflexão Crítica sobre a Idéia de Região. In: _________. O Poder Simbólico. Tradução de Fernando Tomaz. Rio de Janeiro:  Bertrand Brasil, 2000. p. 107-132.
- BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: .

- CAPRANZANO, Vicent. Estilos de Interpretação e a Retórica de Categorias Sociais. In: MAGGIE, Yvonne e REZENDE, Cláudia Barcellos (org.). Raça como Retórica: A Construção da Diferença. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001, p. 443-458.

- Dicionário de português Beniste, Jose; Beniste, Jose / BERTRAND BRASIL, 2011.

- Do Carmo, Joao Clodomiro editora brasiliense, 1987 – SP/SP

- Madrina, Moça. Entrevista sobre dança. Entrevistador: Josimar rocha Fernandes do vale dourado, 2013.

- DURKHEIM, Émile. As formas elementares da vida religiosa. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. (Introdução, Cap. I do Livro I e Conclusão).

- GILROY, Paul. “Uma História para não se Passar Adiante”: A Memória Viva e o Sublime Escravo. In: _________. O Atlântico Negro. Tradução de Cid Knipel Moreira. São Paulo: Editora 34/UCAM, 2001, p. 351-416.

GOFFMAN, Erving. Estigma: Notas sobre a Manipulação da Identidade Deteriorada . Tradução de Márcia Bandeira de M. L. Nunes. Rio de janeiro: Zahar, 1978.

- Lei Caó: Lei nº 7.716, de 05 de janeiro de 1989.

_______. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 20dez. 1996. (Conhecida como Lei de Diretrizes e Bases da Educaçã – LDB).

_______. Lei nº 10639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, paraincluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro- Brasileira”, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 9 jan. 2003. Disponível em: .

_______. Ministério da Educação. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações Etnicorraciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Brasília: MEC, [s.d.]. Disponível em: .

 _______. Ministério da Educação. Grupo de Trabalho Interministerial. Contribuições para a Implementação da Lei 10639/2003: Proposta de Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação das Relações Etnicorraciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana – Lei 10639/2003. Brasília, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/contribuicoes.pdf.

_______. Orientações e Ações para a Educação das Relações Etnicorraciais. Brasília:MEC/Secadi, 2006.

_______. O Plano de Desenvolvimento da Educação: razões, princípios e
programas. Brasília: MEC, 2007. Disponível em: .

_______. Resolução n. 1, de 17 de junho de 2004. Brasília: MEC, 2004. Disponível em: .

_______. Secretaria de Educação Continuada Alfabetização e Diversidade. Balanço da ação do MEC para a implementação da Lei 10639/03, Brasília, 2008. Brasília: MEC/ Secad, 2008.

- Injúria Racial: Lei nº 9.459, de 13 de maio de 1997

- Lei n° 12.288/2010. Em 20 de julho de 2010 foi sancionado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Estatuto da Igualdade Racial.

- Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003.

- Matriz curricular do Curso: 101920 Ciência da religião – Licenciatura/universidade do estado do RN”.

- MRE – MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES. A palavra do Brasil nas Nações Unidas: 1946-1995. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão e Ministério das Relações Exteriores, 1995. p. 212-213.

______. Mundo afora. Brasília: Departamento Cultural, nov. 2011. p. 4.

______.; MJ – MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Décimo relatório periódico relativo convenção internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial. Brasília: FUNAG, 1996. p. 8.

- NASCIMENTO, A. Projeto de Lei no 3.196 de 1984. Disponível em:
 www.abdias.com.br/atuacao_parlamentar/deputado_lei.htm>. Acesso em: 17
maio 2012.

- SANTIAGO, Sérgio. O ritual umbandista. Natal: Fundação José Augusto, 1973.

- IPEA. Desigualdades raciais, racismo e políticas públicas: 120 anos após a abolição. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 2008.

- SANSONE, Lívio. Negritude sem Etnicidade: O Local e o Global nas Relações Raciais e na Produção Cultural Negra do Brasil. Salvador: Edufba; Pallas, 2003. 335 p.
- Fonte: http://cchla.ufrn.br/mapeamentodosterreirosdenatal: acesso 14 de setembro de 2013.



WEBER, Max. “Relações comunitárias étnicas”. In: _________. Economia e Sociedade. Tradução de Regis Barbosa e Karen Elsabe Barbosa. v 1. Brasília: Editora da UNB, 2000, p. 267-277.
            .

Área do Trabalho:           EDUCAÇÃO
               
Dados do Responsável, Orientador ou Coordenador:
MINISTRANTE   JOSIMAR DA ROCHA FERNANDES
Dados dos Participantes, Primeiro Autor, Orientador ou Coordenador
1 º participante                AUTOR:
                JOSIMAR DA ROCHA FERNANDES  -“EDUCADOR ESPECIALISTA” COM MESTRADO E DOUTORADO EM EDUCAÇÃO E DIVERSIDADES EM PROCESSO DE REVALIDA.
BACHAREL EM FILOSOFIA
BACHAREL EM TEOLOGIA
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL EM CONVALIDAÇÃO
FORMAÇÃO EM CONTABILIDADE COM REGISTRO NO CONSELHO FEDERAL BRASIL – CRCF
LICENCIADO EM CIÊNCIAS DA RELIGIAO
ESPECIALISTA EM AFRICANIDADES E EDUCAÇÃO ETNICO RACIAL – UNIAFRO/MEC SECADI
CURSO DE APERFEICOAMENTO EM EDUCAÇÃO QUILOMBOLA  UFERSA/MEC SECADI
ESPECIALIZADO EM MISSIOLOGIA AFRICANA PUC/INSTITUTO BOA NOVA MISSOES PONTIFICIAS E PONTIFICIAS OBRAS – POM
APERFEIÇOADO EM POLITICAS PUBLICAS

MIDIAS SOCIAIS COMPARTILHA...

Gostou? Compartilhe !!!

Postagens populares

visitantes diariamente na REDE MANDACARURN