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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

programação universitária UERN TV

Quando nasci, era preto.

Quando nasci, era preto.
Quando cresci, era preto.
Quando pego sol, fico preto.
Quando sinto frio, continuo preto.
Quando estou assustado, também fico preto.
Quando estou doente, preto.
E, quando eu morrer continuarei preto !

E tu, cara branco.
Quando nasce, é rosa.
Quando cresce, é branco.
Quando pega sol, fica vermelho.
Quando sente frio, fica roxo.
Quando se assusta, fica amarelo.
Quando está doente, fica verde.
Quando morrer, ficará cinzento.
E vem me chamar de homem de cor ?
(Escrito por uma criança Angolana)

Inscrições abertas para o III Seminário Paulo Freire: Diálogos para a vida – Macaíba/RN Com o tema Diálogos para a vida, a Secretaria Municipal de Educação de Macaíba/RN, abre o período de inscrições para o III Seminário Paulo Freire. O evento acontecerá no Centro de Convivências Pax Club nos dias 07, 08 e 09 de outubro/2015, tencionando corroborar com a continuidade das discussões acerca do pensamento e aprofundamento às práticas pedagógicas freireanas.


Inscrições abertas para o III Seminário Paulo Freire: Diálogos para a vida – Macaíba/RN
Com o tema Diálogos para a vida, a Secretaria Municipal de Educação de Macaíba/RN, abre o período de inscrições para o III Seminário Paulo Freire. O evento acontecerá no Centro de Convivências Pax Club nos dias 07, 08 e 09 de outubro/2015, tencionando corroborar com a continuidade das discussões acerca do pensamento e aprofundamento às práticas pedagógicas freireanas.
A terceira edição propiciará apresentação de trabalho em duas formas: comunicação oral e banner. Além das mesas de diálogos, haverá também apresentações culturais.
As inscrições serão realizadas, presencialmente, na Secretaria Municipal de Educação até o dia 15 de setembro e são gratuitas.
Haverá transmissão ao vivo, via internet, pelo site do IFRN, onde, logo em breve, possibilitará a inscrição dos interessados pela web conferência.
Palestrantes de várias instituições como: UFRN, UFERSA, UFPE, UFPB, UPE e IFRN estão confirmados, além da colaboração dos grupos de estudos e pesquisas: GEPeeeS/UFPB e GELFOPIS/IFRN.
A programação terá início no dia 07 de outubro, a partir das 19 horas, com a palestra magna: Trabalho e educação no pensamento de Paulo Freire, proferida pelo Profº Dr. Alessandro Augusto de Azevedo – UFRN.
A programação prossegue nos dias 08 e 09, a partir das 08 horas.

Informações: (84) 3271-6581/3271-6585/98855-0757

SO A NATA DA CAPOEIRA UM PANTEAO QUE NAO TEM FIM INFINITO SALVE OS MESTRES....

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas - NEABI/Núcleo Avançado Nova Cruz realizou, nesta última quarta-feira (19/08), entrega de um "vale-livros" ao aluno Niwandson Barbosa da Silva, criador da logomarca vencedora do processo seletivo referente ao Edital nº 39/2014-DG/NC/IFRN, para escolha da identidade visual do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas - NEABI/ Núcleo Avançado Nova Cruz.


O vencedor é aluno do 4º Ano (vespertino) do Curso Técnico Integrado em Administração do Campus ​ Nova Cruz. A entrega da premiação foi feita pela Coordenadora do NEABI/ Nova Cruz, Dalia Maria Bezerra Maia, e contou com a presença dos servidores Nilton Xavier Bezerra, Juzelly Fernandes Barreto Moreira, Jorge Andrés Kociubczyk Jablonski Junior​, Ana Cristina Costa Aguiar e Francisco de Assis Filho (membros do NEABI/ Nova Cruz), a diretora acadêmica do Campus, Tatiana Amaral Sorrentino, representando a gestão do Campus. Outros servidores e alunos do curso de administração participaram da cerimônia.

Campus entrega premiação a aluno ganhador do concurso de logomarca do NEABI


Na próxima terça-feira (25/08), a logomarca criada por Niwandson concorrerá também no processo seletivo de escolha da identidade visual do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas - NEABI do IFRN​que se dará por ocasião da Reunião Geral do NEABI-IFRN.​
 
http://portal.ifrn.edu.br/campus/novacruz/noticias/campus-entrega-premiacao-a-aluno-ganhador-do-concurso-de-logomarca-do-neabi

Setores da UFRN E ALUNOS SAO ALVO DA MOBILIZACAO E PREVENCAO PERAMBULANDO NA PREVENCAO E DEDO DE PROSA MENBROS DO DA PEDAGOGIA UFRN TAMBEM ENCARAM PREVENCAO E COISA SERIA...REDE MANDACARU BRASIL...





REDE MANDACARU BRASIL E ARTICULACAO DE JOVENS DE TERREIROS DO RN NO LANCAMENTO DO ACAMPAMENTO CULTURAL JUVENTUDE POTIGUAR - SECRETARIA DE JUVENTUDE DO ESTADO RN...



Ile Axe Gitalossi Sao Goncalo do Amarante atuando no IFRN DE SAO GONCALO DO AMARANTE PROMOVENDO A 10.639/03... diversidade etnico racial...povos de terreiros em luta no RN...REDE MANDACARU BRASIL...





















Religiosos de Matriz Africana do RN - PARTICIPAÇÃO DE FORMAÇÃO EDITAL CULTURAL REALIZADO PELA FUNCARTE (FUNDAÇÃO CULTURAL) MUNICÍPIO DE NATAL RN... REDE MANDACARU BRASIL..








Funcionárias da funcarte (fundação cultura municipio de Natal), acolhem prevenção de bracos abertos.... REDE MANDACARU BRASIL...






terça-feira, 25 de agosto de 2015

Secretario Estadual de Educação do RN nos recebe em audiência vários pontos entre eles lei 10.639/03 e 11.645/08 e primeiro encontro de DE NEABIS DO RN FORAM PAUTADOS...REDE MANDACARU BRASIL E FÓRUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DO RN MEC /SECADI...






1. retorno E FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL da secretaria de educação ao forum permanente de educação e diversidade étnico racial
2. primeiro encontro de NEABIS DO RN
3. retorno da escolas EJA NAS COMUNIDADES TRADICIONAIS ETNICAS DO RN
4. PARTICIPAÇÃO NO PAR DO ESTADO
5. RETORNO DE COTA ESPECIFICA COM RECORTE ETNICO RACIAL E MOVIMENTO SOCIAL QUALIFICADO EDUCAÇÃO NA SELEÇÃO DO KENEDY
6. CONSTRUÇÃO AFIRMATIVA DE PLANEJAMENTO ETNICO RACIAL NA EDUCAÇÃO DO RN
7. FORTALECIMENTO DO FORUM REGIONALIZADO PARTINDO DAS DIREDS
8. PARTICIPAÇÃO EM COMISSAO DE EDUCAÇÃO E DH COM RECORTE ETNICO RACIAL A SER CONSTRUIDA NO RN
9. PARTICIPAÇÃO NO PPA CM RECORTE ETNICO RACIAL
10. EXEMPLO A SER SEGUIDO CURSO DE AFRICANIDADES NA ESCOLA MODULO ESPECILIZAÇÃO UNIAFRO - UFERSA DESDO INICIO COM RECORTE MOVIMENTO SOCIAL QUALIFICADO E APERFEIÇOAMENTO EM EDUCAÇÃO QUILOMBOLA
11. RETORNO DE PARCERIA COM FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO A COR DA CULTURA





1. retorno E FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL da secretaria de educação ao forum permanente de educação e diversidade étnico racial
2. primeiro encontro de NEABIS DO RN
3. retorno da escolas EJA NAS COMUNIDADES TRADICIONAIS ETNICAS DO RN
4. PARTICIPAÇÃO NO PAR DO ESTADO
5. RETORNO DE COTA ESPECIFICA COM RECORTE ETNICO RACIAL E MOVIMENTO SOCIAL QUALIFICADO EDUCAÇÃO NA SELEÇÃO DO KENEDY
6. CONSTRUÇÃO AFIRMATIVA DE PLANEJAMENTO ETNICO RACIAL NA EDUCAÇÃO DO RN
7. FORTALECIMENTO DO FORUM REGIONALIZADO PARTINDO DAS DIREDS
8. PARTICIPAÇÃO EM COMISSAO DE EDUCAÇÃO E DH COM RECORTE ETNICO RACIAL A SER CONSTRUIDA NO RN
9. PARTICIPAÇÃO NO PPA CM RECORTE ETNICO RACIAL
10. EXEMPLO A SER SEGUIDO CURSO DE AFRICANIDADES NA ESCOLA MODULO ESPECILIZAÇÃO UNIAFRO - UFERSA DESDO INICIO COM RECORTE MOVIMENTO SOCIAL QUALIFICADO E APERFEIÇOAMENTO EM EDUCAÇÃO QUILOMBOLA
11. RETORNO DE PARCERIA COM FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO A COR DA CULTURA
12. ENTRE OUTRAS PAUTAS....

A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO ENFOCANDO A TRAJETÓRIA POLÍTICA DO EX-PREFEITO DE NATAL DJALMA MARANHÃO A COMISSÃO DO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE DJALMA MARANHÃO E A DHNET CONVIDAM PARA A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO ENFOCANDO A TRAJETÓRIA POLÍTICA DO EX-PREFEITO DE NATAL.

A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO ENFOCANDO A TRAJETÓRIA POLÍTICA DO EX-PREFEITO DE NATAL DJALMA MARANHÃO
A COMISSÃO DO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE DJALMA MARANHÃO E A DHNET CONVIDAM PARA A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO ENFOCANDO A TRAJETÓRIA POLÍTICA DO EX-PREFEITO DE NATAL.
Irá acontecer nesta quinta-feira, dia 27 de Agosto, 18:00h, na Pinacoteca do Estado, Praça Sete de Setembro, Cidade Alta, a Abertura da EXPOSIÇÃO DJALMA MARANHÃO, O CENTENÁRIO, que conta a trajetória do militante político e ex-Prefeito de Natal, DJALMA MARANHÃO.
Parte da vida pública e familiar do homenageado poderá ser conhecida nessa Exposição Comemorativa. Os painéis mostrarão as obras realizadas em seus dois mandatos de prefeito, a militância política, sua passagem pelo Poder Legislativo e o exílio no Uruguai, além dos incentivos que deu a artistas populares como Xico Santeiro. Para lembrar o trabalho de Xico Santeiro, a Pinacoteca vai contar com uma exposição virtual. A maquete eletrônica abrange ainda os acampamentos do projeto “De pé no chão também se aprende a ler”, carro-chefe da administração de Djalma. O trabalho foi desenvolvido pelo arquiteto Gabriel Monte. A inovação traz a possibilidade de descentralizar a exposição. Outros municípios interessados podem fazer download do material na DHnet.
O Evento é promovido pela Comissão do Centenário do Nascimento de Djalma Maranhão, criada pela Fundação José Augusto, e acontece em parceria com a Rede DHnet. A Comissão é formada por Roberto Monte, Presidente, e demais membros, Aluízio Matias; Antônio Marques; Edrisi Fernandes; Roberto Lima e Alexandre de Albuquerque Maranhão.
DJALMA MARANHÃO nasceu em Natal, em 1915, filho de Luiz Ignácio de Albuquerque Maranhão e Salomé de Carvalho Maranhão. Viveu entre os irmãos Natércia, Cândida, Luiz e Clóvis.Professor de Educação Física do Colégio Estadual do Ateneu Norte-rio-grandense, jornalista e esportista. Fundador e diretor de jornais.
Na política, militou no Partido Comunista até o início dos anos quarenta, depois, reorganizou as forças populares herdadas de Café Filho e, finalmente, constitui seu próprio partido, nas legendas do Partido Trabalhista Nacional (PTN) e, posteriormente, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), constituindo-se, nos anos sessenta, na terceira força - política do Rio Grande do Norte e na primeira que não era fundada na oligarquia latifundiária da Estado.
Foi eleito Deputado Estadual (1954) e assumiu, como primeiro suplente, a Câmara Federal (1959-1960). Por duas vezes exerceu o cargo de Prefeito de Natal: a primeira, na segunda metade dos anos 50, por nomeação do governador Dinarte Mariz (em decorrência da aliança UDN-cafeístas); a segunda, em 1960 na primeira eleição direta para a municipalidade da Capital, com 64% dos votos válidos, integrando uma frente política de centro-esquerda chamada Cruzada da Esperança, tendo Aluízio Alves como candidato a governador do Rio Grande do Norte.
Pelo golpe de Estado de abril de 1964 foi deposto da prefeitura, cassado seu mandato, e esteve preso em quartéis do Exército em Natal, na ilha de Fernando de Noronha e no Recife. Libertado por ordem do Habeas Corpus do Supremo Tribunal Federal em dezembro de 1964, após publicar um manifesto na imprensa do Rio de Janeiro (O (General Fome está nas Ruas), asilou-se na Embaixada do Uruguai. Morreu no exílio, em Montevidéu, em 30 de julho de 1971, aos 56 anos de idade. Seus restos mortais repousam no cemitério do Alecrim.
Em sua prática política, Djalma Maranhão manteve coerente posição política aos postulados nacionalistas, daí seus discursos de denúncia ao imperialismo e à guerra fria e de apoio aos não-alinhados; lutou pela formação de um governo popular e democrático, daí seu apoio às Reformas de Base do Presidente João Goulart, ao pluralismo político, à reforma agrária, à Revolução Cubana e de denúncia aos golpistas que, no Brasil de 1954 à 64, conspiraram contra a constituição de 1946 na pregação da derrubada do Estado de Direito. Foi casado com Dona Dária Maranhão e deixou um filho, Marcos Maranhão.
Essa Exposição faz parte de uma extensa programação em Homenagem ao Centenário de Nascimento desse importante militante que terá Memorial Online; Exposição de Fotografias e Banners, presencial e virtual; Roda de Conversa; Seminários; Sessão Solene; Cortejo Cultural; Show Musical e encerrando com a Entrega do XXI Prêmio Estadual de Direitos Humanos Emmanuel Bezerra onde serão homenageados Professores e Alunos da época da gestão do ex-Prefeito.
Maiores informações:
Contatar Roberto Monte – Tel. 3201-4359 / 3211-5428 / 99977-8702
Aluízio Matias – 98721-7705 / 99890-3861 (Também WathsApp)

domingo, 23 de agosto de 2015

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) em articulação com os sistemas de ensino implementa políticas educacionais nas áreas de alfabetização e educação de jovens e adultos, educação ambiental, educação em direitos humanos, educação especial, do campo, escolar indígena, quilombola e educação para as relações étnico-raciais. O objetivo da Secadi é contribuir para o desenvolvimento inclusivo dos sistemas de ensino, voltado à valorização das diferenças e da diversidade, à promoção da educação inclusiva, dos direitos humanos e da sustentabilidade socioambiental, visando à efetivação de políticas públicas transversais e intersetoriais.


Palavras-chave: secretaria de educação continuada, alfabetização e diversidade, secadi

LEI 10.639/03 E 11.645/08...

História e Cultura Afro-Brasileira e Africana – Determinações
A obrigatoriedade de inclusão de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nos currículos da Educação Básica trata-se de decisão política, com fortes repercussões pedagógicas, inclusive na formação de professores. Com esta medida, reconhecesse que, além de garantir vagas para negros nos bancos escolares, é preciso valorizar devidamente a história e cultura de seu povo, buscando reparar danos, que se repetem há cinco séculos, à sua identidade e a seus direitos. A relevância do estudo de temas decorrentes da história e cultura afro-brasileira e africana não se restringe à população negra, ao contrário, diz respeito a todos os brasileiros, uma vez que devem educar-se enquanto cidadãos atuantes no seio de uma sociedade multicultural e pluriétnica, capazes de construir uma  nação democrática.
É importante destacar que não se trata de mudar um foco etnocêntrico marcadamente de raiz européia por um africano, mas de ampliar o foco dos currículos escolares para a diversidade cultural, racial, social e econômica brasileira. Nesta pers pectiva, cabe às escolas incluir no contexto dos estudos e atividades, que proporciona diariamente, também as contribuições histórico-culturais dos povos indígenas e dos descendentes de asiáticos, além das de raiz africana e européia. É preciso ter clarezaque o Ar t. 26A acrescido à Lei 9.394/1996 provoca bem mais do que inclusão de novos conteúdos, exige que se repensem relações étnico-raciais, sociais, pedagógicas, procedimentos de ensino, condições oferecidas para aprendizagem, objetivos tácitos e explícitos da educação oferecida pelas escolas.
A autonomia dos estabelecimentos de ensino para compor os projetos pedagógicos, no cumprimento do exigido pelo Ar t. 26A da Lei 9.394/1996, permite que se valham da colaboração das comunidades a que a escola serve, do apoio direto ou indireto.
Ver mais desse texto aqui: http://www.uel.br/projetos/leafro/pages/arquivos/DCN-s%20-%20Educacao%20das%20Relacoes%20Etnico-Raciais.pdf

BIBLIO AFRO PONTO DE GRIOTS

BIBLIOAFRO DIGITAL PONTO DE GRIOTS...

Educação das Relações Étnico-Raciais:
Pacote Didático do Projeto A Cor da Cultura (Segunda Edição)
Fundação Cultural Palmares
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana
Plano Nacional de Implementação das diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana 
Brasil-África: Histórias Cruzadas
Programa de Educação das Relações Étnico-Raciais na UNESCO no Brasil
Brasil-África: Histórias Cruzadas (2)
Programa de Educação das Relações Étnico-Raciais na UNESCO no Brasil
Políticas de Ação Afirmativa e Promoção da Igualdade Racial:
Ação Afirmativa para a Igualdade Racial: Características, Impactos e Desafios
Por Manuela Tomei
Mulheres Negras: um olhar sobre as lutas sociais e as políticas públicas no Brasil
Jurema Werneck (organizadora)
Desigualdades raciais, racismo e políticas públicas
DISOC
Planejamento e Financiamento das Políticas de Igualdade Racial: possibilidades para o Plano Plurianual 2012-2015
Tatiana Silva, Maria do Rosario Cardoso, Josenilton da Silva, Marta Lobo
A Construção de uma Política de Promoção da Igualdade Racial: uma Análise dos Últimos 20 Anos
Luciana Jaccoud (Organizadora)
As políticas públicas e a desigualdade racial no Brasil 120 anos após a abolição
Mário Theodoro (org.) Luciana Jaccoud Rafael Guerreiro e Osório Sergei Soares
Juventude negra e exclusão radical. Ensaios. Boletim de Políticas Sociais
Maria Aparecida Silva Bento
A Mobilidade Social dos Negros Brasileiros
Rafael Guerreiro Osório
Desigualdades raciais no Brasil: um balanço da intervenção governamental
Luciana de Barros Jaccoud
Desigualdade racial no Brasil: Evolução das condições de vida na década de 90
Ricardo Henriques
Movimentos Negros:
Política Negra e Democracia no Brasil: reflexões sobre os movimentos negros. 
Por Marcio André dos Santos
História da África:
Coleção História da África: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/special-themes/ethnic-and-racial-relations-in-brazil/general-history-of-africa/
Literatura Africana e Afro-brasileira:
Kiambe Kiatumba
Projeto Milonga Kiambe
Cabo Verde: Antologia de Poesia Contemporânea
Ricardo Riso (Organizador)

CONSULTORIA ESPECIALIZADA REDE MANDACARU BRASIL Educação e Diversidade

CONSULTORIA ESPECIALIZADA

REDE MANDACARU BRASIL Educação e Diversidade é uma ONG que conta com profissionais qualificados, experientes e com pós-graduação nas áreas de educação, ciências sociais, literatura e outras ciências humanas. Nos especializamos no tema das políticas de ação afirmativa, diversidade escolar, literatura africana e afro-brasileira e relações raciais para melhor contribuir para a inclusão racial, étnica e de gênero. Neste sentido, oferecemos consultoria que faz a interface educação e relações raciais. Nossa experiência ao longo dos últimos anos vem demonstrando que existem uma série de dificuldades em lidar com a chamada questão racial nos ambientes corporativos, do poder público e escolar. Em muitas instituições sociais o racismo continua a se manifestar, seja do ponto de vista da reprodução de valores negativos associados a raça e etnia, seja por meio de uma total ausência de profissionais não-brancos.

Público-alvo: empresas públicas e privadas, prefeituras e escolas de todos os níveis E AS DIVERSAS INSTITUIÇÕES E COMUNIDADES..

CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA REDE MANDACARU BRASILEDUCAÇÃO E DIVERSIDADE

CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA

REDE MANDACARU BRASILEDUCAÇÃO E DIVERSIDADE é uma iniciativa formada por profissionais de educação e ciências humanas com pós-graduação e especializada na  capacitação e formação na área de educação com ênfase em diversidade étnica, racial e de gênero. Nos últimos 28 anos a educação brasileira, em todos os seus níveis, enfrenta uma gama de desafios fundamentais para as demandas do desenvolvimento nacional. Um dos mais importantes desafios que temos é a necessidade de qualificação e formação de educadores, profissionais de educação e gestores públicos e privados para os temas do multiculturalismo e da diversidade que caracteriza a sociedade brasileira. A lei 10.639/03, que estabelece o ensino de história da África e da cultura afro-brasileira, tem possibilitado reconfigurar conteúdos didáticos e ideológicos tradicionalmente comprometidos com a reprodução de estereótipos racistas, sexistas e étnicos. Neste sentido, desenvolvemos uma metodologia pedagógica especificamente direcionada para a construção de conteúdos que valorizem a contribuição cultural e civilizacional dos povos africanos e dos negros no Brasil a fim de contribuir para o surgimento de uma geração de educadores comprometidos com a diversidade étnico-racial e de gênero.
Objetivo Geral:
  • Capacitação pedagógica e consultoria na área de ação afirmativa com ênfase em diversidade étnica, racial e de gênero.
Objetivos Específicos:
  1. Formação e preparação para provas de certificação de ação afirmativa nas áreas pedagógica, de gestão pública e empresarial.
  2. Atuar com mais competência em seus próprios locais de trabalho – coordenação pedagógica, direção escolar e gestores públicos;
  3. Fornecer subsídios aos gestores municipais a fim de que respondam as exigências, concernentes às diretrizes da lei 10.639/2003, oriundas dos órgãos públicos de educação.

CERTIFICAÇÃO DE AÇÃO AFIRMATIVA REDE MANDACARU BRASIL EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE

CERTIFICAÇÃO DE AÇÃO AFIRMATIVA

REDE MANDACARU BRASIL  EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE
é um parceiro do  entidade civil sem fins lucrativos e pioneira na área de certificação de pessoas a oferecer programas em áreas de importância crescente no mundo inteiro, tais como responsabilidade social corporativa, meio ambiente, ação afirmativa/ diversidade e defesa do consumidor.
Neste sentido, nossa atuação pauta-se por uma ação conjunta na medida que capacitamos o público interessado em fazer as provas de certificação, especificamente na área de ação afirmativa.
As certificações de ação afirmativa dividem-se em três eixos: gestão pública; pedagógica e empresarial. A capacitação que oferecemos para profissionais do setor público tem como principal objetivo qualificar e fornecer uma gama de informações necessárias sobre a contextualização das políticas de ação afirmativa no mundo e no Brasil, bem como os instrumentos e mecanismos necessários para implementar tais políticas.
Para a área pedagógica, nossa capacitação tem como público-alvo educadores, gestores escolares e professores da rede pública e privada de ensino. A lei 10.639/03, lei que estabelece o ensino de História da África e da Cultura Afro-brasileira nas escolas de ensino fundamental, é aqui nosso principal interlocutor. Conquista dos movimentos negros de todo o país e de educadores comprometidos com o antirracismo e com políticas de diversidade nas escolas, a lei 10.639/03 é um instrumento fundamental na promoção de uma nova cultura educacional, comprometida com a diversidade étnico-racial e de conteúdos novos sobre a contribuição dos povos africanos e negros na construção do Brasil.

Lei 10639 REAFIRMANDO O COMPROMISSO 10.69/03





REDE MANDACARU BRASIL EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE é uma ONG formada por profissionais renomados e com larga experiência na capacitação de profissionais de educação e de gestores públicos com ênfase em diversidade étnica, racial e de gênero.

REDE MANDACARU BRASIL EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE é uma ONG formada por profissionais renomados e com larga experiência na capacitação de profissionais de educação e de gestores públicos com ênfase em diversidade étnica, racial e de gênero. 
Nosso objetivo principal é proporcionar formação continuada de gestores educacionais comprometidos com a implementação da Lei 10.639/03, através de uma metodologia inovadora que conjuga saberes práticos e teóricos.
Atualmente, além da realização dos cursos, construímos uma parceria institucional com VARIOS INSTITUTOS E UNIVERSIDADES E ORGANIZAÇÕES SOCIAIS E BEM COMO COM POVOS TRADICIONAIS E DIVERSAS ETNIAS, combinando formação e certificação de educadores(as) e gestores(as) públicos na área de ação afirmativa. 


VIDEOAFROTECA:

 https://www.youtube.com/watch?v=Moox3Tm1UOc#action=share

https://www.youtube.com/watch?v=GjJeBa-yDEI#action=share

 https://www.youtube.com/watch?v=SydEBZRXMaU#action=share

 https://www.youtube.com/watch?v=4z46K1QhyS8#action=share

https://www.youtube.com/watch?v=zmOxajq6ln4#action=share 

 

AFIRMAÇÃO INTERESSE PUBLICO FEDERAL A LEI 10.639/03

https://www.youtube.com/watch?v=KnchE82Bo_E#action=share


 

 

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

DONA CLINARIA MULHER NEGRA SIMBOLO DA CULTURA E RESISTENCIA DA MULHER NORDESTINA escrito em sexta 26 novembro 2010 23:02

Blog de mandacarurn :Rede mandacaru RN, DONA CLINARIA MULHER NEGRA SIMBOLO DA CULTURA E RESISTENCIA DA MULHER NORDESTINA
dona clinaria um exemplo da resistencia da mulher nordestina...

DONA CLINARIA MULHER NEGRA SIMBOLO DA CULTURA E RESISTENCIA DA MULHER NORDESTINA escrito em sexta 26 novembro 2010 22:37

Para quem não conhece, Dona Clinária Joana Sofia é uma senhora simpática que já tem 93 anos. E não se importem com o “já, pois ela tem orgulho do tanto que viveu. Dona Clinária nasceu como a própria diz, “de lado de Natal”, no sítio Bananeiras, e, “moça feita”, veio para Mossoró e daqui não saiu mais. Dona Clinária é uma legítima representante da cultura popular nordestina, em que, desde muito criança, aprendeu com o pai que, por sua vez, aprendeu também com o pai, a dançar o Bumba-Meu-Boi, Boi Bumbá, Boi Calemba ou Boi de Reis como é chamado por vários estados brasileiros. Este folguedo teve origem no ciclo econômico do gado, sendo produto de tríplice miscigenação, com influência indígena, do negro escravo e do português. São personagens do Bumba-Meu-Boi: Capataz, Pai Francisco, Caterina ou Catirina (companheira de Pai Francisco), Caboclo, vaqueiros (2), Pai João, Mãe Maria (companheira de Pai João), Rapazes (2) (pajens do Capataz). É isso aí! Excepcionalmente, onde a dança era realizada somente por homens, desde então, Dona Clinária deu seqüência à tradição familiar trazendo o pioneirismo desse ritmo folclórico para o bairro Papôco (Alto de São Manoel) na cidade de Mossoró. Por isso, podemos dizer que Dona Clinária é uma manifestação cultural viva. FONTE: FESTUERN 2010 E O PRODUTOR CINEMATOGRAFICO: JEAN O BOI NO EM TERRAS POTIGUARES Boi de Reis - É o tradicional Bumba Boi. Joaquim Augusto da Silva, conhecido como Joaquim Basileu, é o Mestre, Amo do Boi de Reis de Natal. Natural de Monte Alegre, descendente de uma família que sempre brincou "Os Reis". Aos quatorze anos era galante e aos vinte, "Mestre de Reis". A primeira apresentação do ano é realizada diante de uma igreja para que todos os brincantes sejam abençoados por Deus. A seguir, apresentam-se em palanques ou residências, quando são chamados. Boi Calemba - Pertence ao ciclo natalino. Folguedo de praia e sertão, com auditórios certos, entusiásticos e fiéis. Não há modelo fixo para o Auto.

REDE MANDACARU BRASIL E ENTIDADES PARCEIRAS DIZ NAO A REDUÇÃO PENAL E "SIMSIMSIMSISMSIMSIMSIM A EDUCAÇÃO PUBLICA E EFICIENTE EQUIDADE E COM RECURSOS...".

REDE MANDACARU BRASIL E ENTIDADES PARCEIRAS DIZ NAO A REDUÇÃO PENAL E "SIMSIMSIMSISMSIMSIMSIM A EDUCAÇÃO PUBLICA E EFICIENTE EQUIDADE E COM RECURSOS...".

https://anistia.org.br/entre-em-acao-pagina-de-retorno/?tipo=email&id=6175&FirstName=FERNANDES&LastName=JOSIMAR+ROCHA&Email=MANDACARURN%40GMAIL.COM&ddd=84&Phone=9880-35580&Mailing_Country__c=Brasil&Mailing_State__c=Rio-Grande-do-Norte&Solicitou_Informa_es_por_Email__c=on&anonimo=on&T_tulo_do_Lead__c=A%C3%87%C3%83O+URGENTE%3A+Brasil+n%C3%A3o+deve+deixar+que+adolescentes+sejam+julgados+como+adultos&id_post=6175&destinatarios=dep.eduardocunha%40camara.leg.br%3B+dep.paulopimenta%40camara.leg.br%3B+dep.leonardopicciani%40camara.leg.br%3B+dep.sibamachado%40camara.leg.br%3B+dep.carlossampaio%40camara.leg.br%3B+dep.celsorussomanno%40camara.leg.br%3B+dep.rogeriorosso%40camara.leg.br%3B+dep.mauricioquintellalessa%40camara.leg.br%3B+dep.fernandocoelhofilho%40camara.leg.br%3B+dep.mendoncafilho%40camara.leg.br%3B+dep.andrefigueiredo%40camara.leg.br%3B+dep.arthuroliveiramaia%40camara.leg.br%3B+dep.jandirafeghali%40camara.leg.br%3B+dep.domingosneto%40camara.leg.br%3B+dep.rubensbueno%40camara.leg.br%3B+dep.sarneyfilho%40camara.leg.br%3B+dep.chicoalencar%40camara.leg.br%3B+dep.eduardodafonte%40camara.leg.br%3B+dep.jovairarantes%40camara.leg.br%3B+dep.andremoura%40camara.leg.br%3B+dep.marceloaro%40camara.leg.br%3B+dep.bacelar%40camara.leg.br%3B+dep.hirangoncalves%40camara.leg.br%3B+dep.juscelinofilho%40camara.leg.br%3B+dep.aluisiomendes%40camara.leg.br%3B+dep.juniormarreca%40camara.leg.br%3B+dep.ulduricojunior%40camara.leg.br%3B+dep.luistibe%40camara.leg.br%3B+dep.ciceroalmeida%40camara.leg.br%3B+dep.macedo%40camara.leg.br&LeadSource=A%C3%A7%C3%A3o+de+Envio+de+E-mail




quarta-feira, 19 de agosto de 2015

No Combate Racismo Ambiental

Nós jovens negras e negros, autônomos e/ou organizad@s nos movimentos e organizações sociais, exigimos a imediata intervenção das instituições federais e do estado do Pará no intuito de cessar a matança em curso de jovens negros/as nas periferias de Belém e cidades da região metropolitana.
No Combate Racismo Ambiental 
Exigimos a apuração imediata dos homicídios ocorridos desde a madrugada do dia 05 de novembro em retaliação ao assassinato de um policial militar da ROTAM/PA que desencadeou até o momento o extermínio de mais de 40 pessoas em sua maioria jovens negros. É público e noticiado amplamente nos jornais e redes sociais que desde a morte do referido policial seus colegas estão convocando toda a corporação a “ir às ruas dar as respostas” e isso tem promovido um massacre que está exterminando negros e negras como se fossem ratos neste estado.
Diante desta postura genocida, as juventudes negras brasileiras conclamam que o Estado tenha uma atuação imediata para punir os culpados e responsabilizar as devidas instituições pela ação e omissão que permitiu a concretização deste massacre em pleno mês da consciência negra.
Neste momento reafirmamos a importância de:
  • Que a Presidenta da Republica se pronuncie imediatamente, tomando as devidas providências, já que a mesma se comprometeu com a juventude negra no seu segundo mandato;
  • Aprovação imediata da PL 4471/12, pelo fim dos autos de resistência;
  • Desmilitarização da Policia;
  • Construção de uma política nacional de segurança pública pautada na defesa da vida;
  • O fortalecimento do Plano Juventude Viva como uma política pública de Estado para o enfrentamento à violência letal contra a juventude negra, e;
  • O combate ao racismo em todas as instituições.
Assinam:
Fórum Nacional da Juventude Negra – FONAJUNE
Fórum de Enfrentamento ao Extermínio da Juventude/RS
Fórum Estadual de Juventude Negra do Espírito Santo
Conselho Estadual de Juventude do Espírito Santo
Grupo de União e Consciência Negra da Bahia
Rede de Religiões de Matriz Africana do Subúrbio de Salvador – RREMAS
Rede Nacional de Negras e Negros LGBT
Coletivo Tela Firme
Organização de Mulheres Negras Ativas
Coletivo Casa de Pretas
Bloco das Pretas
Ilê Asé Torrrun Gunan
Grupo de Cultura Afro Kisile
Centro de Defesa de Direitos Humanos – Serra/ES
Coletivo Negrada
Fórum de Juventude Negra do Pará
Artgay Jovem do Pará
Coletivo de Mulheres Negras Aqualtune
JCONEN
Movimento Enraizados
Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro
Fórum Social de Manguinhos
Organon – UFES
Levante Popular da Juventude
Rede de Articuladores e Articuladoras do Plano Juventude Viva
Fórum Permanente do Hip Hop Gaúcho / RS
Nação Hip Hop Brasil / ES
Rede Mocambos / PA
Hip Hop Mulher
Núcleo Donas da Arte – RJ
Laboratório de Ideias que Mudam o Mundo
ATD Quarto Mundo Brasil
Circulo Palmarino
Instituto Gangazumba
Comunidade Jongo Dito Ribeiro
Articulação da Cultura Popular e Afroalagoana
Instituto Quintal Cultural
Casa de Cultura Tainã
UJB – União da Juventude Brasileira
IPEJ – Instituto de Promoção e Estudos das Juventudes
APN´s / ES
Federação de Capoeira de Alagoas
Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop
Teia de Agroecologia dos Povos da Cabruca e da Mata Atlantica
Agência Livre para a Cidadania, Informação e Educação (Projeto Jornal Boca de Rua)/ RS
Posse Atitude Periferica / AL
INEG – Instituto do Negro Alagoano
Movimento Nacional de Direitos Humanos
Comissão de Direitos Humanos da OAB / ES
Fórum de Juventude Negra da Paraíba
Movimento Basta de Homicídios nas Periferias / AL
Coletivos de Estudantes Negros da UFMG
Nucleo Conexões de Saberes da UFMG
Fórum Baiano de Juventude Negra
Articulação Política de Juventude Negra
Coletivo de Assessoria Cirandas
Fração Pública MNU de Lutas
Autônomo e independente BR
UNEAFRO
Quilombo Urbano Negro de BH
Fórum das Juventudes da Grande BH
Centro Cajueiro
Pastoral da Juventude do Meio Popular
RECID / PA
Comissão de Igualdade Racial da OAB /ES
MNC – Mulheres Negras Capixabas
Fórum de Juventude Negra do Maranhão
Centro Cultural Alagbedê
Centro de Cultura e Estudos Etinicos – ANAJÔ / APNs – AL
FASE
CAMTRA – Casa da Mulher Trabalhadora – RJ
Coletivo Nacional de Entidades Negras – CEN
Observatório Capixaba de Juventude
Conselho Nacional LGBT
Observatório Infanto-juvenil em Contextos de Violência – UFRN
Panteras Mangue Break- Maceió – AL
Comunidade de Terreiros Ilê Asè Ossain Agé / Santa Maria – RS
Ocupa Borel
Redes de Instituições do Borel – Rj
Comunidade Apostólica de Gileade – RJ
Viração
Pastoral da Juventude Nacional
DIGNITATIS – PB
Assessoria Técnica Popular
Dom da Terra Afro LGBT
KOFILABA – Koletivo Filhos do Abassá
MNU – BA
Frente Quilombola / RS
Rede Mandacarú RN
Rede de Juventude de Terreiros de Pernambuco
Coletivo Caboclo Munique Lopes – COCAMOLO
Casa da Juventude de Marabá
Espaço Comunidade
Centro de Defesa dos Direitos Humanos Nenzinha Machado
Comitê Estadual de Educação e Direitos Humanos do Piauí
Pontão do ECO – UFRJ
Ocupa Alemão
Anastácia Contemporânea
Grupo Arco-Iris
Nossa conduta
Coletivo Papo Reto
Federação Amapaense de Hip Hop
Movimento Afro Jovem do Amapá
Fórum de Juventude Negra do Amapá
Programa Luamin
Comissão de Política Criminal e Penitenciária da OAB-ES
Som de Preta – RJ
Casa de Boneco de Itacará – BA
NEJA – Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Educação de Jovens e Adultos – UFMG
FOMEJA – Fórum Mineiro de Juventude Negra


Leia a matéria completa em: Não há comemoração do mês da consciência negra com a matança dos jovens negros e negras! - Geledés http://www.geledes.org.br/nao-ha-comemoracao-mes-da-consciencia-negra-com-matanca-dos-jovens-negros-e-negras/#ixzz3jHi35yyd 
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CARTA ABERTA , 12 de janeiro de 2015. CARTA ABERTA Prezado Senhor, “Racismo, em primeiro lugar,

CARTA ABERTA , 12 de janeiro de 2015. CARTA ABERTA Prezado Senhor, “Racismo, em primeiro lugar, é referido como sendo uma doutrina, quer se queira científica, quer não, que prega a existência de raças humanas com diferentes qualidades e habilidades, ordenadas de tal modo que as raças formem um gradiente hierárquico de qualidades morais, psicológicas, físicas e intelectuais. [...] Além de doutrina, o racismo é também referido como sendo um corpo de atitudes, preferências e gostos instruídos pela ideia de raça e superioridade racial, seja no plano moral, estético, físico ou intelectual” (Guimarães, 2004, p.17)” O primeiro Colegiado Setorial de Cultura Afro-Brasileira do Conselho Nacional de Politicas Culturais do Ministério da Cultura, lideranças tradicionais de matriz africana, associações, coletivos e artistas negros, abaixo assinados, vem por meio desta, parabenizar Vossa Excelência por sua nomeação para o Ministério da Cultura e desejarlhe sucesso nesta nova etapa. Nós Negras e Negros segundo os últimos dados do IBGE de 2010 somos 50,7% da população brasileira. Participamos árdua e ativamente, desde 2003, na perspectiva da criação e implementação de politicas para população brasileira, e sabemos o quanto a cultura afro-brasileira, Brasil afora, foi fundamental na reeleição para as continuidades deste projeto. Vários marcos legais existem para promover, fazer fruir e salvaguardar a cultura negra brasileira. O Principio Fundamental da Constituição da República Federativa do Brasil que no inciso IV do artigo 3º. diz: “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”, o Estatuto da Igualdade Racial ( Lei 12.288, de 20 de julho de 2010), pelas Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 que inclui no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”, do Decreto Federal 6040/2007 que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, a Lei Cultura Viva, a Convenção sobre a proteção e promoção da Diversidade das Expressões Culturais da UNESCO ratificado pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo 485//2006, da Convenção nº 169 sobre povos indígenas e tribais e Resolução referente à ação da OIT, o I Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana coordenado pela SEPPIR PR e que agrega os Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Meio Ambiente, Saúde, Educação, Cultura, Planejamento, Orçamento e Gestão, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Fundação Cultural Palmares, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Ao longo destes anos realizamos em parceria com o Poder Público, tantas ações fundamentais para as culturas afro-brasileiras, algumas delas: as três Conferências Nacionais de Cultura, a criação do primeiro Colegiado Setorial de Cultura Afro- Brasileira no CNPC/Minc e a ampliação das “cadeiras” para Capoeira, Povos Tradicionais de Matriz Africana e Hip Hop, além de nossa atuação nas TEIAs nacionais, na ultima realizada no Rio Grande do Norte, criamos o Fórum de Cultura Afro-Brasileira onde debatemos questões sobre a arte negra, juventude negra e protagonismo juvenil, tombamento de territórios tradicionais, mestres e mestras das culturas afro-brasileiras e marcos legais (PL 7447/2010, PL 1176/2011), com a presença de cerca de 300 agentes, lideranças, artistas da cultura negra nacional e a garantia de pelo menos um pontão de cultura afro-brasileira por Estado. Nestes, e em tantos outros espaços debatemos e construímos insumos para o fortalecimento, fruição e fomento das culturas afro-brasileiras. Orientamos-nos em uma produção cultural afro-brasileira qualificada, com sentidos para os signos e símbolos, das continuidades e das rupturas com uma áurea de filiação. A dança, a música, o canto, as artes plásticas e visuais, as performances, sempre juntas. A Diversidade com Identidade. Isso não quer dizer que colocamos tudo no mesmo saco. Procuramos sempre tornar possíveis descrições minuciosas e não codificar regularidades. Nas generalizações esquecemos a importância dos fundadores. O pertencimento étnico-racial negro fica diluído. Para além do centro e da periferia há transversalmente, ancestralidade e identidade das culturas. Temas inseparáveis. Na co-relação entre o tempo e o espaço, continuidade e ruptura, tradição e modernidade, sem hiatos, é que discutimos, fomentamos, propomos, promovemos as questões e contribuições das culturas afro-brasileiras em um debate mais amplo, o da cultura. O Colegiado Setorial de Cultura Afro-Brasileira e a Fundação Cultural Palmares, protagonizaram em 2014, uma consulta pública nacional - presencial [em 20 Estados e Distrito Federal, totalizando 24 cidades] e ainda contribuições enviadas por meio digital [150] a partir de um Caderno de Diálogos1 vastamente distribuído pelo país, tanto nas cidades em que estivemos presencialmente fomentando o debate, quanto pelos correios e também pelo aproveitamento de agendas outras pautadas pelo Colegiado e pela Fundação Cultural Palmares para a construção do Plano Setorial de Cultura AfroBrasileira. Hoje, uma comissão [constituídas por membros do Colegiado e da Fundação Cultural Palmares] esta debruçada na sistematização destas informações. Solicitamos a Vossa Excelência a garantia da permanência deste processo, nos garantindo a possibilidade de apresentar diretrizes - consistentes e reais - para os próximos dez anos. Abaixo, elencamos oito objetivos do Plano: 1 – Planejar, criar e implantar programas, projetos e ações voltadas para o fortalecimento e promoção das Culturas Afro-Brasileiras para os próximos dez anos [2014-2024]; 2 – Implementar programas e ações para a valorização e fortalecimento dos Povos Tradicionais de Matriz Africana; 3 – Fortalecer e promover as manifestações culturais quilombolas; 4 – Fomentar e promover a transversalidade dialógica entre as culturas afrobrasileiras e as instituições públicas e privadas; 5 – Valorizar e visibilizar todas as manifestações culturais afro-brasileiras como forma de combate ao racismo; 6 – Fomentar e promover o acesso e a difusão para todas as formas de informação e comunicação; 1 Acesse o link: http://www.palmares.gov.br/wp-content/uploads/2014/04/Caderno-de-Di%C3%A1logoPlano-Setorial-para-a-Cultura-Afro-brasileira.pdf 7 – Fortalecer, fomentar e promover todos os mecanismos de ampliação e participação social das culturas afro-brasileiras; 8 – Ampliar o financiamento para as culturas afro-brasileiras. Aproveitamos, para solicitar a Vossa Excelência uma audiência logo após o Carnaval - dia 04/março/2015, e uma resposta breve da agenda para podermos articular a presença de lideranças de regiões distantes do País. [Arthur Leandro – etetuba@gmail.com / Lula Dantas - acaipontodecultura@gmail.com / Pedro Neto – inatoby@hotmail.com ] Desejando-lhe protestos de elevada estima e consideração, nos colocamos a disposição para outras informações. Colegiado Setorial de Culturas Afro-Brasileiras do Conselho Nacional de Politicas Culturais do Ministério da Cultura Arthur Leandro / Tata Kinamboji (PA) Paulo Cesar Pereira de Oliveira / Baba Paulo Ifatide (SP) Região Norte Mametu Nangetu (PA) Muagilê N’Zambi (PA) Janete de Oliveira (PA) Emanuel dos Santos Souza (PA) Tatá Dianvula (PA) Região Nordeste Mãe Neide (AL) Cláudia Cristina Puentes (AL) Pai Lula Dantas (BA) Mãe Beth de Oxum (PE) Edvaldo Pena da Silva - Ibuaroji (BA) Mãe Lucia Goes Brito (BA) Pai Gilson (AL) Rodrigo Petinati (AL) Região Sul Valmir Ferreira / Baba Diba (RS) Elza Vieira da Rosa (RS) Região Sudeste Mãe Márcia de Osun (RJ) Alexandre Braga (MG) Pedro Neto (SP) Jana Guinond (RJ) Flávio Costa (RJ) Sandra Campos (SP) Eduardo Brasil (SP) Lideranças tradicionais de matriz africana, associações, coletivos e artistas negros - Nacionais Instituto Ganga Zumba (SP - MG - BSB - Goiás – ES) REDE Nacional das Casas da Cultura Hip Hop ANAMAB - Associação Nacional da Moda Afro Brasileira FUNACULTY – Fundação de Apoio ao Culto e Tradição Yorùbá no Brasil REATA - Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana Mocambo Cultural - Coletivo de Artistas e Articuladores Negros REDE Kulrafro – de Empreendedores, Artistas e Produtores de Cultura Negra Soweto Organização Negra PPLE – Partido Popular de Liberdade de Expressão Afro-Brasileira Associação Nacional das Baianas de Acarajé Associação Nacional Cultural de Preservação do patrimônio Bantu/ACBANTU - Estaduais 1 – Desdêmona Ferreira Dantas – Iyálorixá Ilè Axé Oyá Funké – Presidente Ponto de Cultura Associação do Culto Afro Itabunense - ACAI – Itabuna-BA - Conselheira Municipal da Mulher, CMDCA e CMAS - Vice Presidente do Fórum de Cultura de Itabuna. 2 – Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário 3 – Casa da Cultura Hip Hop de Guarulhos e do Alto Tiete 4 – Instituto Ganga Zumba SP - MG - BSB - Goiás - ES 5 – REDE Nacional das Casas da Cultura Hip Hop 6 – Iraci Santana - BA 7 – Adriano José – Ayo Produções - SP 8 – Edmeia Perereira Nascimento – BA 9 – Nego Júnior – SP – Samba Rock na Veia 10 – Marcelo Souza - SP 11 – Paula da Paz - SP 12 – Inácio Loiola “Moskito” - SP 13 – Mestre Ataliba - SP 14 – Newman Gregório - SP 15 – Makota Kizandembu Kiamaza – MG - ANAMAB - Associação Nacional da Moda Afro Brasileira 16 – Rodrigo Bruno Lima (Minhoca) – SP - Casa Mestre Ananias - Centro Paulistano de Capoeira e Tradições Baianas 17 – Prof. Chiquinho – AM 18 – Associação de Consciência Negra Quilombo /ASCONQ - Castanhal – PA 19 – Manso Mansumbando keke neta Nangetu – PA 20 – Ile Ase Palepa Mariwo Sesu – SP 21 – Centro Cultural Orunmilá – Ribeirão Preto – SP 22 – Terreiro de Candomblé Santa Bárbara – SP 23 – Ile Ase Ode Kitalecy – SP 24 – FUNACULTY – Fundação de Apoio ao Culto e Tradição Yorùbá no Brasil 25 – Fermapi - Fórum Estadual de Religiões de Matrizes Africanas do Piauí 26 – Ago Lona Associação Cultural – SP 27 – Neto de Azile – MA – FERMA Fórum Estadual de Religiões de Matriz Africana do Maranhão 28 – Ile Un Zambi e da ACUBALIN - SP 29 - Prof. Paulo Magalhães - Setorial de Culturas Populares da Bahia 30 - Coletivo Ginga de Angola - Universidade Federal da Bahia 31 – Profa. Teresinha Bernardo – Departamento de Antropologia da PUC SP 32 - REATA - Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana 33 - Ogan Arimatèia – AC 34 - Carlos Alberto De Souzé Fournier Filho (Tá Tá Bokule) - RR 35 – AFATABE - Associação dos Filhos e Amigos do Abassa Ngola Ashe Tata Bokule – RR 36 - Profa. Dra. Alexsara de Souza Maciel, Curso de Ciências Sociais/ UNIFAP e Conselheira Estadual de Educação / AP 37 - Luiz Fernando Costa e Leonor Araujo pelo Instituto Ganga Zumba - PA 38 - Batuque Afro Brasileiro de Nelson Silva - MG 39 - Associação de Mulheres Negras Chica da Silva, Juiz de Fora – MG 40 - Toy Vodunnon Huevyonan - PA 41 - Nochê Rosangela De Abê - Casa Grande Huevy – PA 42 – ASUAER - Associação de Umbanda Ameríndios e dos Cultos Afro Brasileiros de Roraima 43 - Mocambo Cultural - Coletivo de Artistas e Articuladores Negros 44 - REDE Amazônia Negra - Coordenação de Rondônia 45 - Zeca Lula - representante da Ecovale Associação de Quilombolas do Vale do Guaporé 46 – REDE Kulrafro – de Empreendedores, Artistas e Produtores de Cultura Negra – SP 47 - Paulo José de Oliveira - Coletivo Formiguense Livre de Arte, Cultura e Tradição - COLECULT – MG 48 - Cluster Indigenista Solidário - C´ÍNDIO´S – MG 49 – Fórum para as Culturas Populares e Tradicionais 50 - Babalawo Ifaseun Onifade - Egbe Mògàjí Ifá (Comunidade Herdeiros De Ifá) - GO 51 - Paulo Henrique Menezes da Silva (Mestre Paulão Kikongo) - RJ 52 - Liga Gonçalense de Capoeira - RJ 53 - Associação de Capoeira Kilombarte – RJ 54 - Egbe Ijo Agbonniregun Ató – GO 55 – Soweto Organização Negra – SP 56 - Ligia Borges Yle Asé Obê Fará Fórum Sergipano das Religiões De Matriz Africana 57 - Irivan de Assis Pejigan Bloco Afro Quilombo - Sergipe 58 - Centro Nanã Burukuque - SE 59 - Mãe Elze Xavier Maruim Sergipe 60 - Yle Asé Oxum Opara Estância Sergipe 61 - Irmandade Santa Bárbara Laranjeiras Sergipe 62 - Abaça Ogum Kacilicongo - Mãe Nega Maria Cícera Cardoso Riachuelo Sergipe 63 - Ile Axé Oya Messan Nasso Oká – PA 64 - Reinaldo Kayango Tata KIvonda Macapá, da ABYOA (Asssociação Beneficente do Ylê da Oxum Apara) – AP 65 - Abaça D'um Zambi Exirim Ni Sahara - Pai Jorge dos Santos - Laranjeira - SE 66 - Sociedade Afro Cultural Terreiro Filhos de Oba - Marieta Chagas - Laranjeira - SE 67 - Grupo de Capoeira Baraká - SP 68 – Moacir Silva de Castro - SP 69 - Bloco Afro Axé Quizomba - Gibaldo Souza, Aracaju - SE 70 - Abaça Ogun Marinho - Mãe Nair Josefa Maria dos Santos, Aracaju - SE 71 - Yle Axe Ode Talecy - Paulo Cesar Umbelino Piabeta Socorro – SE 72 - PPLE – Partido Popular de Liberdade de Expressão Afro-Brasileira 73 - Ase Idasile Ode – RJ 74 - Comitê Estadual de Cooperação Internacional entre os Povos de Matriz Africana do Rio de Janeiro 75 - Marcelo dos santos Monteiro - Presidente Nacional e Fundador do Conselho Consultivo do CETRAB – Centro de Tradições Afro-Brasileiras 76 - Merced Guimarães - Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos – IPN - RJ 77 - Instituto Palmares – Danilo Moura - BA 78 - Associação Nacional das Baianas de Acarajé 79 - Mãe Lúcia Omidewá - PB 80 - Associação Civil Comunidade África Brasil - Flavio Honório da Costa - RJ 81 - Ilê Olorofibô – RJ 82 – “REMA" - Rede de Matriz Africana – ES 83 – Bloco Afro Oju Obá – ES 84 - Everlane Moraes - Ilê Axé Opô Oxogun Ladê – SE 85 - Jorge André Silva - Comitê Popular Urbano 86 - Fabio Bernardo Furtado – Juventude de Terreiro – AP 87 - Mil onilètó - ile axe alagbede olodumare (Ma) 88 - Vivian Oyasse Terreiro vintem de Prata (BA) 89 – FONSANPOTMA – Fórum Nacional de Segurança Alimentar da População Tradicional de Matriz Africana 90 – ILABANTU – Instituto Latino Americano de Tradição Bantu 91 – Profa. Maria Lucia Montes – USP – SP 92 – Wilma Piedade – RJ 93 – Mãe Tuca de Osoguian – Paraíba 94 – Walmr Pereira do Carmo / Projeto Beleza Negra – 95 – Jongo Dita Ribeiro, Campinas - SP 96 – Ricardo Ruiz, 3 Ecologias.net/ PE 97 - Rede mandacaru Brasil - RN 98 - Omo Orixá  Babalorixa Fernandes José olufa - RN 99 - Pai Cássio de Ogum - RN 100 - Ia Luciene de Oya Ogum - RN 101 - Mãe Patrícia de Oxalá - RN 102 - Comissão de Povos Tradicionais de Terreiro Religiosas(os) do RN 103 - Articulação de homens de axé do RN 104 - Articulação de mulheres de axé do RN 105 - CEN rio grande do Norte 106 - Cenerab RN/Rede mandacaru Brasil 107 - Fórum permanente de educação e diversidade étnico racial do RN 108 - Articulação afrolgbtts do RN 109 - Articulação juventude do RN Rede mandacaru Brasil 110 - Jairo Moraes da Silva/ ACAOÃ - Associação Cultural Afrobrasileira de Oxaguiã/ PA Babá 111 - Tayando (Luiz Augusto Loureiro Cunha): Uniao das Comunidades Tradicionais Afro-amazônicas/ UNIMAZ – PA 112 - Mãe Nalva de Oxum - ACIYOMI- Associação Cultural Ilâ Iyabá Omi/ PA 113 - instituto bamburucema de cultura afro/amazônica (IBAMCA) – PA 114 - Associação Nacional Cultural de Preservação do patrimônio Bantu/ACBANTU - BA 115 - Lucivaldo Sena, movimento Afro-descendente MOCAMBO - PA 116 – Instituição de Tradições e Cultura Afro-brasileira São Judas Tadeu – Giovana Salles 117 – Terreiro Aldeia de Kavungo - Pai Geová 118 - Sociedade Beneficente e Cultural Izo Musambu Ria Nkisi Kukueto - Edneia Cabral da Silva 119 - Ilê Axé Ceja Unde Ellé - Maria José dos Santos 120 – Templo Espírita Nossa Senhora da Conceição - Maria das Graças Meireles dos Santos Lima 121 – Templo Espírita Ogum Beira Mar – Odete Quintino das Virgens 122 - Centro Espírita da Oxum - Rua São Sebastião, 62 - Joana Darc - Vitória - ES. 123 - Centro Espírita Caboclo Junco Verde - Escadaria Ana de Jesus, 63 - Romão - Vitória - ES. 124 - Centro Espírita Ogum Mata Virgem - Rua Augusto Teixeira, 38 - Redenção - Vitória - ES. 125 - Centro Espírita Pury Guerreiro - Rua São Lázaro, 01 - Conquista - Vitória - ES. 126 – Ilê Axê Kweseja Biefun – Valéria Lima Athaide 127 – Banda Ojú Obá – Geovan Silva 128 – Ilê Axé Odé - Ari de Oxossi 129 – Ilê Asé Odara - Jorginho D’Oxossi 130 – Centro Espírita Nossa Senhora dos Navegantes – Neuza da Silva Castro 131 – Centro Espírita Ogum das Matas - Deunira - Cariacica 132 – Centro de Cultura Afro-Brasileira Ilê Asé Obá Ayrá – R: João Marques Carvalho Braga, n° 22 Novo Parque- Cachoeiro de Itapemirim - ES. Telefone 28.9919.6754 - Amarildo Costa 133 – Centro Espírita Pai José - Rod. Serafim Derenze, 41- São Pedro - Vitória - ES. 134 – Centro Espírita Ogum Guerreiro (Sete Estrela Guia) - Rua Finamore, S/Nº - São Benedito - Vitória - ES. 135 – Centro Espírita São Miguel Arcanjo - Rua Professor Herminio Blackman, 277 - Bonfim - Vitória - ES. 136 – Abasa D'Oxum - Rua Monsenhor Raimundo Pereira Barroso, 16 - Bonfim - Vitória - ES 137 – Centro Espírita Nossa Senhora dos Navegantes - Rua Almirante Barroso, 33 - Praia do Suá - Vitória - ES. 138 – Centro Espírita Sultão das Matas - Rua Joaquim Gaudio, 36 - Ilha do Príncipe - Vitória - ES. 139 – Centro Espírita Vovó Cambina da Guiné – Ângela Medeiros - Cariacica 140 – Centro Espírita Santa Barbara - Rua Soldado Manoel Furtado, 10 - Santo Antônio Vitória - ES. 141 – Centro Espírita Vovó Benedita - Rod. Serafim Derenze 4415 - Redenção - Vitória - ES. 142 – Centro Espírita Mensageiro da Paz – José Geraldo das Mercês Junior - Cariacica 143 – Terreiro Quilombo São Jorge - Neia / Fernando Rodrigues - Bairro: Litorâneo - Cidade: São Mateus - ES. CEP: 29.932-700. fernan.rdrigues@gmail.com - Telefone: (27)3065-1001 144 – Centro Espírita Vovó Antônio de Aruanda, Rua Engenheiro Manoel Passos Barros, 383 - Caratoíra - Vitória - ES. 145 – Centro Espírita Pai João de Angola - Av. Dario Lourenço de Souza, 297 - Mário Cypreste - Vitória - ES. 146 – Ilê Asé Ayiaba Eleye Odo Asé Osumaré - Ladeira Bezerra de Menezes, 100, Ilha das Caeiras - Vitória - ES. 147 – Ilê Ya Oxun - Rua Menguita Vietra Amorim - Centro - Vitória - ES 148 – Ilé Axé Oba Irá - Rua Canela Nº 04 - Serra Dourada I - Serra - ES. Telef. 27- 9963.9806 Mobá. 149– Ilê Asè Igbo Omolú Asè Ósumaré Alaketu - Rua Desembargador Farias Santos, 150 - Santo Antônio - Vitória - ES. 151 – Centro Espírita Sta. Cruz "Fé Esperança e Caridade" - Rua Aleixo Neto, 240 - Gurigica - Vitória - ES. 152 – Ilê Asè Omim Karê Delmim – Luciana Vieira dos Santos 153 – Ilê Asè Oyá Onira – Paulo Cesar Vieira 154 – Centro Espírita Nossa Senhora Aparecida – Roberto Carlos Alves da Silva 155 – Centro Espírita Orixalá - Av. Mimoso Sul, s/n Itaparica, Vila Velha, ES. CEP: 29.102-340 156 – Centro Espírita Santa Clara de Assis - 3 gangas - R. Zeminio de Oliveira, 305 - Fradinhos - Vitória - ES. cescdatresgangas@gmail.com - Responsável / Babalorixá José Gomes 157 – Centro Espírita Pai Tomé das Almas - Endereço: Rua Paraíba 21 Térreo, Ponta da Fruta - Vila Velha - ES; Pai Marco ( 27-3314-2365/27-8126-7629 158 – Centro Espírita Vovô Antônio de Aruanda - Município: Vitória - E-mail: Não informado 159 – Casa do Senhor Ogum - Município: Vitória - E-mail: esperkallas@hotmail.com 160 – Centro de Umbanda Ogum e Yemanjá - Município: Vitoria - yaogeovanedeogum@hotmail.com 161 – Templo Espírita Nossa Senhora de Santana – Rod. José Sette, Km 4,5 - Bairro Santana - Cariacica - ES. CEP: 29.154-200 - Samara Lopes 162 – Ilê Axé Oyá – Vera de Ynhasã - Cariacica 163 – Centro Vovô Joaquim de Aruanda - Município: Vila Velha - centrovovoaruanda@hotmail.com 164 - Centro Espírita São Geraldo - Município: Vila Velha - grutasaogeraldo@terra.com.br 51 – Centro Vovô Joaquim de Aruanda - Município: Vila Velha - centrovovoaruanda@hotmail.com 165 - Centro de Umbanda Pai Tomé das Almas - Município: Vila Velha - mcastro.consultoria@hotmail.com 166 - Centro: GEOL - Grupo Espírita Obreiros da Luz - Município: Vila Velha - grupoespiritageol@yahoo.com.br - 54 – Centro Pai Joaquim de Aruanda - Município: Viana - E-mail: NÃO TEM 167 – Tenda de Umbanda Baiano José Remeiro - Município: Viana - nanda_shlyn@hotmail.com 168 – Templo de Caridade Mãe Yemanjá - Município: Serra - E-mail: kellyllua@hotmail.com - niltonbermudes@pop.com.br 57 – Centro Espírita de Pai João de Angola - Município:serra - E-mail: nao tem 169 – Egbé Babá Ajagunà – Luiz Cláudio Andrade 170 – Centro Espírita Nossa Senhora da Conceição (Cachoeiro de Itapemirim) – Eleni dos Santos 171 – Centro Espírita Santo Antônio – Sebastião Rogério Matias 172 – Ilé Asé Omò Oyá – Júlia Cristina Fernandes de Oliveira 173 – Centro Espírita Pai Benedito das Almas Município: Serra - v.ffarias@hotmail.com 174 – Centro Espírita São Jorge – Sebastiana Gonçalves Alves - Fundão 175 – Ilè Asè Ajú Efon – Ponta da Fruta - Vila Velha - ES. Sebastião Fernandes da Silva 176 - Associação Religiosa Beneficente e Cultural Ilê Asé Ará Madará - Rua Cabo Hermindo Costa Longa, 55 - Lote 28 Q- 16 - Ponta da Fruta - CEP: 29.125-000 Vila Velha telef. 27-3242.3851 - ES. Jorge da Silva Lisboa 177 - Centro Espírita São Expedito - Rua Filareto Loureiro Nº 05 - Vila do Riacho - Aracruz - ES. Telef. 27-3250.9209. Antônio Ramos dos Santos 178- Centro Espírita Ogum de Ronda - Rua da Pedreira S/Nº - Bairro Dom Bosco - Cariacica - ES. CEP: 29.147-321 - Delmira D'Ogum 179 - Centro Espírita São Roque - Rua Ébano 246 - Santa Paula I - Vila Velha - CEP: 29.126-162 Telef. 27-3244.6006 - ES. Vanderlei Rosa Viegas 180 - Centro Espírita São Miguel Arcanjo - Rua Dr. Assis Bandeira nº 4 - Santos Dumont - Vila Velha CEP: 29.109-230- ES - Telef. 3031.7464 / 9312.1001 - . Márcio Augusto Pitomba 181- Centro Espírita São Jorge e Imaculada Conceição - Munic. Burarama Furquilha S/Nº - Cachoeiro do Itapemirim - ES. Telefone 28.9917.6634 - Rosana Diniz Sabra 182 - Centro Espírita São Sebastião dos Artírios - Rua Abel Cardoso Coelho, 22 Fundo Rui Pinto Bandeira - Cachoeiro de Itapemirim - ES. Telefone 28.9964.7429 - Joana Darck de Oliveira. 183- Centro Espírita Menino Jesus e Nossa Senhora de Aparecida - Niecina Ferreira de Paula (Dona Isolina) - R: Erivaldo da Silva 49, Zumbi Cachoeiro de Itapemirim - ES. Telefone 28.9925.0525 184 - Centro Espírita São Jorge Guerreiro - R: Ecoporanga 45, Zumbi Cachoeiro de Itapemirim - ES - TEL: (28) 3522-8427 Luciano Muniz Vargas. 185 - Ilé Asé Igba Alagunon - Rua Humberto Gobbi S/Nº Enseada Capuba - Jacaraipe - Serra - ES. Telef. 27.9963.9806 - Robson Cuzzuol. 186 - Ilé Axé Palácio de Oxalá - Edson - Telefone 27-3245.6782 187 - Ilé Asé Ibori Ogum - Paulo Cesar de Freitas - Rua Alfredo Chaves 31, Liberdade - Cariacica. 188 - Centro Espírita Pai Joaquim de Aruanda - CEPAJAN - Marcos Barreto Coelho 189 - Centro Espírita Santa Rita de Cássia - Elza Rodrigues 190 - Templo de Umbanda Tia Chica da Guiné - Município: Vitoria - jumara.rocha34@gmail.com 191 - Centro Umbandista Caboclo Rei Caçador e Pai Jose - Campo Grande - Cariacica - wayresferraz@live.com 81- Templo de Umbanda Oxalá e Nsa.da Conceição - Município Guaçui - contato@paioxala.com.br - comunidadeumbanda@hotmail.com 192 - Centro Espírita Orixalá - Município: Serra - gaucho20052005@hotmail.com adm@centroespiritaorixala.com.br 193 - Centro Espírita Pai Benedito das Almas Município: Serra - v.ffarias@hotmail.com 194 - Folia de Reis Estrela do Mar – Rogério Vieira Machado - Linhares 195 - Jongo da Comunidade Quilombola de Presidente Kennedy - GLBT - Leonardo dos Santos 196 - Movimento Negro de Vargem Alta – “CEAFRO” - Janete Vilela da Paschoa 197 - Assoc. Cult. Artíst. Popular Orientada ao Esporte – Ensino Desen. Capoeira e Cult. Norte ES. 198 - Grupo de Danças ESTIRTE (Danças para os Orixás) - Fabrício Santos - Mucuricí / ES. fabriciosantos_27@hotmail.com - Telefone (27)99851.3265 199 - Associação Cultural e Educacional de Capoeira Filhos da Princesa do Sul 200 - Bloco Carnavalesco Império do Arco-Íris – GLBT - Marcos Carvalho - Cachoeiro de Itapemirim 91- Assoc. Morad. Prod. Rurais R. Claro - Ponto Cult. O Congo Abrindo Fronteiras - Manoel Lima 201 - “Oba-Range” - Associação Oba Range Raça Pele Dundum Axé no Brasil – ABERES - (Interior do estado) - Luiz Alberto de Souza Freitas 202 - Associação de Capoeira Dendê - Ponto de Cultura Capoeira Dendê - Armando Mecenas 94- Grupo da Cultura Negra Bate Fecha – Dona Izolina - Cachoeiro de Itapemirim 203 - Grupo de Caxambu de Cachoeiro de Itapemirim – Maria Laurinda 204 - Cia de Dança Odê Modê – Iolanda Araujo 205 - Bloco Carnavalesco Porto de Cima – Anchieta - Sônia Santos 206 - Grupo Raízes da Piedade – Escola de Samba do Morro da Piedade – Marta Caretta 207 - Grupo de Jongo do Município de Itapemirim - ES. 208 - Congo do Município de Itapemirim - ES. 209 - Congo do Município de Anchieta. 210 - Grupo Folclórico Jaraguá Município de Anchieta - ES. 211 - Bloco Carnavalesco Pega Lavado Município de Anchieta - ES. 212 - Bloco Carnavalesco Burrinha da Pinga Município de Anchieta. 213 - Mulheres Negras Artesã do Município de Piuma - ES. 214 - Mulheres Marisqueiras Município de Piuma - ES. 215 - Mulheres Negras do Município de Kennedy. 216 - Mulheres Negras da Comunidade Tradicional de Pescadores do Município de Itapemirim. 217 - Grupo de Jovens Negros do Município de Marataízes. 218 - Comunidade Congueira de São Mateus do Município de Anchieta - ES. 219 - Associação de Pescadores do Município de Piúma - ES. 220 - Centro Espírita São Pedro - Rua Beira Rio, 123 - Piuma - ES. 221 - Associação de Artesanato em Fibra de Bananeira de Ubú, Município de Anchieta. 222 - Jongo de Muqui - Av. Vieira Machado, 150 - Muqui - ES. Roneirosa@hotmail.com 28-9957.1081 (Aroldo). 223 - K'we Ce Gci Leggi - Nação Gêge - Rua Caboclo Bernardo, 41 - Caratoíra - Vitória - ES. 224 - Associação de Capoeira de Linhares – Mestre Militão 225 - Fórum de Mulheres Negras, UCM – União de Mulheres Cachoeirense – Eurides Luiz Amaro 226 - Banda de Música da Escola Talma Sarmento de Miranda 227 - Associação de Mulheres Negras de Cariacica - Veraldina Nascimento 228 - Comunidade Negra de São Mateus, município de Anchieta 229 - Banda de Congo de Anchieta – Juarez 230 - Juventude Negra Vargem Alta 231 - Grupo Pagode Vargem Alta - Marcos Antônio 232 - Associação das Mulheres Negra de Itapemirim - Izabela Souza 233 - Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Explosão do Novo Parque – Celita Costa 234 - Jongo de Presidente Kennedy - Leonardo 235 - Banda de Congo São Sebastião do Itaquaruçu – Valdecir Vieira do Nascimento 236 - Cia Cumby Congo – Sr. Prudêncio Santos 237 - Grupo Musical Anarquistas – Raphael Marchesi 238 - Associação Mulheres Quilombolas – Sapê do Norte - Olindina Serafim Nascimento 239 – Mãe Baiana - DF

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