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domingo, 16 de março de 2014

ESSE USUÁRIO SOU EU...

ESSE USUÁRIO SOU EU...


NA ERA DA CONSTERNAÇÃO EXTERNO A SABER QUE SÓ EXISTE UM RADIOLOGISTA ODONTO NA POLICLÍNICA ZONA NORTE SMS/NATAL-RN E QUANDO ESSE POR ALGUM MOTIVO PRECISA SE AUSENTAR TODO O SERVIÇO PARA... IA SABER A PEREGRINAÇÃO DE USUÁRIO A PRECISAR DESTE SERVIÇO IR A SUA UNIDADE SE ESSA EXISTIR EM SEU BAIRRO, MARCAR COM DENTISTA E NO DIA MARCADO DA CONSULTA EXPLIQUE O MESMO IRA AVALIÁ-LO IRA ENTÃO ENCAMINHAR PARA O RX E OUTROS SERVIÇOS NO NOSSO CASO AQUI DA ZN VOCÊ TERÁ QUE DESLOCAR PARA A POLICLÍNICA ZONA NORTE, AO CHEGAR AO SETOR DE ODONTO MOSTRE SUA DOCUMENTAÇÃO E ESPERE MAIS EM MEDIA 15 A 20 DIAS PARA SER ATENDIDO NO MINIMO, ASSIM NAO DEIXE DE LEVAR TODA A DOCUMENTAÇÃO: A SUA REQUISIÇÃO DA UNIDADE DO BAIRRO, PREPARE A DOCUMENTAÇÃO XEROX, CARTÃO SUS, IDT, COMPROVANTE DE RESIDENCIA. O BOM E QUANDO VOCÊ CHEGA NO DIA A RESPOSTA DA TD É O DENTISTA NÃO VEIO MOTIVO SO EXISTE QUE REALIZA RX E POR ESSE MOTIVO VOCÊ TERÁ QUE REMARCAR EM OUTRA DATA MAIS 15 A 20 DIAS NO MINIMO .....


"GENTE SÓ RINDO PARA NÃO CHORAR NESTA HORAS ENQUANTO ISSO VC ESTA MORRENDO COM PROBLEMAS DENTÁRIOS"....

A TAMBÉM TEM UMA OS FUNCIONÁRIOS DA POLICLÍNICA QUERENDO AJUDAR E NÃO QUERENDO SE IDENTIFICAR ME ORIENTARAM VÁ PARA UMA CLINICAR PARTICULAR SE TIVER CONDIÇÕES DE PAGAR VOCÊ GASTARA MAIS E SOFRERA MENOS A ESPERA DESTE SERVIÇO ENQUANTO A ISSO A GESTÃO AFIRMA QUE ESTA TUDO BEM NA REDE ... E MUITA TEORIA E MUITO PAPEL E POUCA GESTÃO NESTE PROCESSO QUE CONTINUA HUMILHANTE E TERRÍVEL PARA OS "USUÁRIOS" NÃO SOMOS CLIENTES... SUS... VAMOS DEIXAR DE DISCURSO E ACABAR COM A PALHAÇADA MESMO SABENDO QUE O CIRCO ESTA MONTADO A MUITOS ANOS E O PRINCIPAL PALHAÇO DESTE ESPETÁCULO E O USUÁRIO ....

POR FAVOR CONSELHO DE SAÚDE E SENHORES E SENHORAS DA GESTÃO FAÇAM ALGUMA COISA....

ESSE USUÁRIO SOU EU....

JOSIMAR DA ROCHA FERNANDES
USUÁRIO E NO MEU PRONTUARIO NA UNIDADE ESF PQ COQUEIROS AFIRMA DESDE DE 2009 ESTOU A FILA DO TRATAMENTO DENTÁRIO... A DISPOR PARA TIRA DUVIDAS CASO NECESSITEM....
HÁ SE INTERESSA AINDA ESTOU NA FILA DO DENTISTA....


www.mandacarurn.blogspot.com

Sem Braços Sem Pernas -- Emocionante História de Nick Vujicic - Legendad...

racismo no mundo ....

Centro de Zoonoses se recusa receber animal abandonado ESSA E A POLITICA DA SECRETARIA DE SAUDE DE NATAL - RN....

A população tem encontrado dificuldades e resistência por parte de funcionários do Centro de Controle de Zoonoses de Natal quanto ao recolhimento de animais de pequeno porte que vivem abandonados nas ruas e com suspeita de doenças contagiosas, como o calazar.
Adriano AbreuAnimal foi deixado em frente ao Centro de Zoonoses, mas funcionários se recusaram a recebê-loAnimal foi deixado em frente ao Centro de Zoonoses, mas funcionários se recusaram a recebê-lo

À medida que alguma pessoa mantém contato com a sede do CCZ, na zona norte da capital, solicitando o recolhimento desses animais para averiguar se estão infectados, esbarra no argumento de que o Centro não dispõe de estrutura para o serviço. A reportagem da TRIBUNA DO NORTE tentou contato com o administrador da unidade, Alessandre Tavares, mas não obteve retorno.

Após uma semana de tentativas junto ao CCZ para recolhimento de um animal com supostos sintomas de calazar, uma família resolveu levar por conta própria o cachorro até a sede do Centro de Controle de Zoonoses. No local, funcionários recusaram o acolhimento do animal para exames que pudessem comprovar se de fato estava doente. A jornalista Maria Betânia explicou a situação e os inúmeros contatos dela e de outras pessoas que acionaram o CCZ e sempre encontraram a mesma resistência.

Na manhã de ontem, ao chegarem à unidade de saúde foi ameaçada por um funcionário. A conversa foi gravada, e o funcionário afirmou que iria filmar o momento que ela amarrava o cão na sede do CCZ e que iria processá-la por abandono de animal. O cachorro, debilitado, com unhas enormes, repleto de feridas e magro, foi deixado no local e até o fechamento desta edição permanecia amarrado ao poste na calçada do Centro de Zoonoses localizado na zona norte.

De acordo com relatos dos moradores que decidiram pedir ajuda ao poder público quanto à solução do problema, apesar de procurarem, não identificaram a quem pertencia o cão. No início da semana, uma moradora ligou para o Centro e foi instruída ela própria a procurar o dono do cachorro, mesmo informado de que se tratava de um animal de rua. 

A jornalista Maria Betânia afirma ainda que pediu informações sobre como deveria proceder neste caso. “Uma  senhora informou que não tinha mais serviço de carrocinha e que não recolheria o animal. A mulher sugeriu que eu levasse o animal até o Centro de Zoonose, desde que eu me responsabilizasse por ele, o que deveria ser feito mediante apresentação de documento escrito. Mesmo apresentando o documento, eu deveria aguardar a realização do exame e, caso o resultado fosse negativo, eu deveria levar o animal para casa. Perguntei então se eles faziam a coleta no local. Ela disse que sim, mas se o animal fosse meu. Amarrei o animal na grade da minha casa e aguardei a equipe chegar. Ela disse que talvez fosse possível a coleta, mas não naquele dia, porque estava chovendo (quarta-feira, dia 12).

Flávia Domência também chegou a ligar para o Centro e ouviu de um funcionário, segundo ela em tom de ironia, que “é do Ministério Público a responsabilidade de pegá-lo na frente da sua casa”, pois segundo ele “veio do Ministério Público a decisão de proibir o serviço de recolhimento de animais”. 
Adriano AbreuO cachorro, debilitado, com unhas enormes, repleto de feridas e magro, foi deixado no Centro de ZoonosesO cachorro, debilitado, com unhas enormes, repleto de feridas e magro, foi deixado no Centro de Zoonoses

Os moradores mantiveram contato com a Promotoria do Meio Ambiente e explicaram a situação, no que foram orientados a enviar imagens do animal. Na manhã de sábado, decidiram pagar um frete e levar o cachorro ao Centro de Zoonoses. No local, foram informados que deveriam trazer um laudo atestando que o cachorro estava doente. E só assim poderiam deixá-lo para eutanásia.

“Não levamos o animal para eutanásia, é bom que fique claro, mas para exames e acolhimento. Até porque não sabemos se está mesmo com calazar”, disse Maria Betânia.

DECISÃOEm abril de 2011, a Câmara Municipal de Natal aprovou uma lei que proíbe a eutanásia (eliminação da vida) de cães e gatos e controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres, sob pena de R$ 1 mil para quem descumprir a norma. A lei abre exceção apenas para casos em que os animais apresentem doenças graves ou enfermidades infecto-contagiosas incuráveis que coloquem em risco a saúde de pessoas ou de outros animais. A eutanásia será justificada através de laudos e exames que comprovem a necessidade do sacrifício do animal. Mas cabe ao poder público o recolhimento dos animais. A lei prevê procedimentos de manejo, de transporte e de averiguação da existência de proprietário, de responsável ou de cuidador em sua comunidade.

RN: insegurança até nos dados... Dos homicídios registrados em 2013, 299 inquéritos foram gerados e somente 4% solucionados. A causa apontada por todas as instituições criminais do estado são praticamente as mesmas: falta estrutura de trabalho, faltam recursos humanos. O resultado é a impunidade...

  A primeira vez foi no Santarém, zona norte de Natal. Dois rapazes, em uma bicicleta, levaram o celular dela e de outras duas amigas. Na segunda, virou refém no ônibus: um rapaz encostou a arma na cabeça dela, e ameaçou atirar caso os passageiros não entregassem os pertences. Na terceira, outro rapaz de bicicleta a abordou a luz do dia, também no Santarém. Levou a bolsa, com todos os documentos e R$300. Na quarta e na quinta vez – um arrastão no coletivo e uma abordagem de moto – não levaram nada de valor. Na última vez, em dezembro de 2013, o assaltante não se contentou em roubar R$100. Gabriely Morais, técnica em radiologia, ganhou um tapa na cara. A razão? Não estava com o celular.
Junior SantosNúmeros de crimes e vítimas da violência só crescem no RN: homicídios mais que dobraram em 10 anos; já a quantidade de inquéritos que investigam essas mortes não representa nem 20% dos casosNúmeros de crimes e vítimas da violência só crescem no RN: homicídios mais que dobraram em 10 anos; já a quantidade de inquéritos que investigam essas mortes não representa nem 20% dos casos

Gabriely é só mais um número. Em 2013, foram registrados 2.789 assaltos a transeuntes na capital potiguar. Outros 203 assaltos foram registrados nos ônibus da cidade. Mas os furtos são só apenas a ponta do iceberg que simboliza a criminalidade no Rio Grande do Norte. O índice de mortes por arma de fogo, por exemplo, cresceu em 110% entre 2000 e 2010, segundo o estudo Mapa da Violência, divulgado no ano passado. Em 2013, foram registrados 1653 homicídios no estado – 434 casos a mais do que em 2012. Neste ano, já foram registradas 330 mortes, somente até a última quinta-feira, de acordo dados do Conselho Estadual de Direitos Humanos e Itep/RN. 

Mesmo com os altos índices, a taxa de resolutividade desses crimes é menor a cada esfera do poder público pelo qual perpassam – desde o início das investigações pela Polícia Civil até o julgamento do culpado pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Dos homicídios registrados em 2013, 299 inquéritos foram gerados e somente 4% solucionados. A causa apontada por todas as instituições criminais do estado são praticamente as mesmas: falta estrutura de trabalho, faltam recursos humanos. O resultado é a impunidade, que retroalimenta o mundo do crime. Para se ter uma ideia, a taxa de presos que retornam  a praticar delitos é de 80%. A TRIBUNA DO NORTE fez um levantamento do caminho que um homicídio faz no sistema criminal até ser julgado. A burocracia que emperra o andamento dos inquéritos – e, por conseguinte, a punição do culpado –, está presente em todas as esferas. Acompanhe.

Entidades se mobilizam
Cada órgão oficial procurado pela reportagem afirmou que existem medidas sendo tomadas para reestruturar o sistema de Segurança do Estado. De acordo com a Polícia Civil, já existe um processo em andamento para a compra de 400 pistolas e coletes a prova de balas, que deve sair até o final do mês. Quanto à reposição do efetivo, porém, a Degepol aguarda uma definição do Governo do Estado. Com a convocação, seria possível criar a Divisão de Homicídios – uma aposta da instituição para dar maior resolutividade aos casos de homicídios, mas que ainda não saiu do papel. O projeto faz parte do Programa Brasil Mais Seguro prazo para junho deste ano. A Divisão contaria com 80 policiais. 

Segundo a Secretaria do Estado de Justiça e Cidadania (Sejuc), estão sendo construídos sete novos centros de detenção como uma medida resolutiva para a carência de vagas no cárcere potiguar. Com todas as obras serão criadas 1.700 novas vagas para o regime fechado e 300 para o regime semiaberto.De acordo com o secretário estadual de justiça, Júlio César de Queiroz, também foram adotadas medidas para reintegração social do preso a partir de programas de capacitação e do estímulo para que os apenados possam trabalhar dentro dos presídios. 

Já o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do RN trabalham com a meta Enasp (Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública), definida pelo Conselho Nacional de Justiça em 2010, para liquidar todos os inquéritos de homicídios que aguardam resolução. Na última sexta-feira (14), o MPRN lançou projeto para combater as subnotificações de homicídio no estado. “Vamos tentar, nos primeiros seis meses, traçar um relatório da situação que encontramos de inquéritos em aberto e o que podemos fazer. O prazo da meta Enasp ainda é prorrogável”, apontou o promotor Edevaldo Barbosa. 

O TJRN inicia amanhã a Semana Nacional do Júri, que dá início ao cronograma de execução de processos por todos os tribunais do país. Durante esta semana, 17 juízes vão ser responsáveis por julgar 49 dos cerca de 720 processos de homicídios que estão parados. A previsão é que os demais processos sejam julgados até outubro deste ano – o cronograma prevê julgamentos mensais nas diversas comarcas do estado. “Não dá para dizer que vamos cumprir tudo, até porque as dificuldades para encontrar e transferir réus se mantém. Mas estamos fazendo um esforço para cumprir a meta”, finalizou o juiz auxiliar da Presidência do TJRN, Fábio Filgueira. 

tribuna do norte Nadjara Martins e Sara Vasconcelos
Repórteres

sábado, 15 de março de 2014

O sacerdocio Feminino ordenado na america latina...

Em 29 Reproduçãode junho de 2012, o arcebispo argentino Rômulo Braz ordenou as primeiras sete mulheres sacerdotisas na história da Igreja Católica. Para que nenhuma arquidiocese pudesse revogar o sacramento, realizou a cerimônia a bordo de um barco no rio Danúbio, Alemanha. Quase 12 anos depois, há 180 mulheres ordenadas.
Entre elas está a colombiana Olga Lucía Álvarez, 72 anos. Há três anos, ela se tornou a primeira sacerdotisa da América do Sul. Olga questiona diante da poderosa Igreja Católica o papel da mulher no catolicismo, rebelando-se contra as políticas do Vaticano e sua hierarquia. Ministra missa e executa todas as funções que qualquer sacerdote católico pode desempenhar.
A rebeldia dessas mulheres custou caro: elas serão excomungadas, o máximo castigo dentro da Igreja Católica. A instituição religiosa que hoje está sob liderança do Papa Francisco compreende que somente os homens podem ser sacerdotes.
"Mesmo que a hierarquia nos diga que estamos excomungadas, não aceitamos. É absurdo que nos estejam negando que prestemos um serviço ministerial dentro da Igreja. Não há nenhuma razão nem bíblica nem teológica para que nos marginalizem da forma como nos têm marginalizado. Somente há um cânone, dentro dos cânones da Igreja, o 10-24, que diz que apenas os homens batizados podem aspirar à ordem sacerdotal", argumenta Olga.
O secretário-geral do Episcopado colombiano, monsenhor Daniel Falla, explica que a Igreja entende que os sacerdotes simbolizam Jesus Cristo na Terra e, portanto, deve-se manter a tradição da representação masculina. Sendo o caso das sacerdotisas latae sententiae, ou seja, aquele em que o fiel incorre no momento em que comete a falta previamente condenada pela religião, motivo para excomunhão automática. "Digamos que elas mesmas tenham se excomungado. Não estão em comunhão com a Igreja, com o que se quer preservar ao longo da história. Não as podemos chamar de membros da Igreja Católica Apostólica Romana", explica Falla.
Para Olga, há machismo na doutrina católica, no que rebate o secretário-geral do Episcopado: "A Igreja não é uma instituição social, política, mas uma instituição divina, que faz presente o mistério de Deus, de Jesus Cristo encarnado como homem. Se esquecemos isso, seguramente poderia ser visto como algo machista, mas quando tratamos de conservar a essência da Igreja, entendemos que não é uma posição machista", contra-argumenta.
A sacerdotisa colombiana não possui paróquia e rejeita a opulência. "Eu posso trabalhar onde as comunidades me chamam e me pedem", diz. Ela percorre comunidades de bairros de Medellín e Soacha, onde interpreta de outra maneira o Evangelho católico.
Posição tradicional X Inclusão
Caracol Televisón
A Igreja Católica, durante milênios, tem excluído a mulher de qualquer posição de poder. Atualmente, o Vaticano não reconhece as mulheres sacerdotisas e parece distante a possibilidade de serem aceitas na instituição. O Papa Francisco aparece como a figura que representa a transformação e modernização da Igreja Católica.
Ao longo de seu primeiro ano de pontificado, Francisco tem reafirmado a intenção de valorizar o papel das mulheres na Igreja, ampliando os espaços para uma presença feminina mais incisiva. "Para mim, a presença de Francisco na Igreja é muito importante. Não porque vá nos ordenar ou aceitar, porque isso não é fácil para ele. O que mais me importa desse homem é que é puro Evangelho", afirma Olga.
A Associação de Sacerdotisas Católicas Romanas, mesmo que se baseie pelo mesmo evangelho dos sacerdotes tradicionais, se distancia das políticas que têm sido implementadas pelos hierarcas do Vaticano. Para elas, por exemplo, a homossexualidade não é uma questão moral, sendo motivo de inclusão.
Como se não houvessem desafiado suficientemente o Vaticano, muitas dessas sacerdotisas são mulheres casadas e com filhos. Para elas, o celibato é mais um ato econômico, para que as propriedades da Igreja não sejam divididas entre famílias. Elas também têm tratado de renunciar à imagem opulenta e poderosa das gigantescas catedrais e dos valiosos adornos religiosos. "Nossas bispas e bispos não têm mitra nem báculo, que são símbolos de poder. Eles são do nosso mesmo nível", afirma Olga.
Das sete primeiras sacerdotisas ordenadas, três foram escolhidas para serem ordenadas como bispas, para que tivessem autoridade de ordenar novas sacerdotisas. Recentemente, foi ordenada a primeira mulher afro-colombiana. Marina Tereza Sánchez é a terceira sul-americana que se ordena sacerdotisa. "Decidi me ordenar porque isso faz parte da identidade de representantes de Deus", justifica. "Ser a primeira sacerdotisa afro é um grande compromisso com nossas comunidades latino-americanas em geral", complementa.
* Com informações de Caracol Televisión.

sexta-feira, 14 de março de 2014

CGMAF/ ADA RN A LUTA QUE NOSSA DE TODOS OS DIAS AFIRMAÇÃO E CONSTRUÇÃO POLITICA DO CGMAF RN/RELIGIOSOS REALIZAM VISITA TECNICA E TERREIROS....

ESSA E A VIDA DOS QUE ASSUMEM A POLITICA AFIRMATIVA DOS POVOS TRADICIONAIS DE TERREIROS DO RN  COMITES GESTORES ESTADUAIS DA AÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS - CGMAF,  BATEM DE PORTA EM PORTA QUE SE ABREM PARA MEMBROS EM PLENA CHUVA TORO NO RN O QUARTETO DA LUTA ROMPE MATAS E BARREIRAS, ATOLEIROS, CHUVA E LAMA COM COMPROMISSO E COERÊNCIA E TRANSPARÊNCIA LEVANDO A CONSTRUÇÃO  COLETIVA E LUTA POPULAR DA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL PARA POVOS DE TERREIROS DO RN VALEU, YA CARLA DE BECEM/COMISSÃO DE TERREIROS RELIGIOSOS E RELIGIOSAS DE TERREIRO E AFROAMERINDIA AFRICANA DO RN, PAI AGIMUDA/ FORUM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DOS POVOS TRADICIONAIS DO RN, EGBOME CLEYTON OLUFÃ/FORUM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DOS POVOS DE TERREIROS E MATRIZ AFRICANA DO RN,  PAI  CACIO D*OGUN/REDE MANDACARU BRASIL, OMO ORIXA FERNANDES OLUFÃ/ EXECUTIVA DO CENARAB E COMPARECEM E COM BRAVURA E MUITA LUTA ESSAS VIAGENS POUCOS QUEREM COMCERTEZA....

AGRADECER AO NOSSO HONROSO E PACIENTE SR. AURELIO QUE VESTIU A CAMISA DO POVO DE TERREIRO E COM MUITA PACIENCIA NOS CONDUZIU DE PORTA  COM O CARRO CEDIDO PELOS ORGAOS FEDERAIS DA SEPPIR/DF E CONAB/RN "POR QUE O NOSSO GOVERNO DO ESTADO DO RN NÃO TEVE CONDIÇÕES E DISPONIBILIDADE DE NOS CEDER O CARRO PARA REALIZAÇÕES DAS VISITAS TECNICAS REALIZADOS PELA EQUIPE CGMAF/SEPPIR - RIO GRANDE DO NORTE....

A Ação de Distribuição de Alimentos para Grupos Populacionais Específicos – ADA, criada em 2003, é uma ação emergencial e complementar de enfrentamento a insegurança alimentar e nutricional. Os povos e comunidades tradicionais de matriz africana foram inseridos entre os grupos beneficiários da ação no ano de 2005.
Esta ação é coordenada pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB e a SEPPIR. Para 2013, a meta é distribuir 83.400 cestas de alimentos beneficiando um total de 14.000 famílias. A SEPPIR, atualmente, repassa recursos financeiros para a CONAB garantir a embalagem e o transporte das cestas.
No ano de 2012, visando assegurar uma maior efetividade e transparência à ADA, foram formados Comitês Gestores Estaduais – CGMAF em 21 estados e no distrito federal. Os Comitês devem representar a diversidade das matrizes africanas e garantir a transparência no processo de distribuição das cestas alimentares.
Entre as atribuições do CGMAF, está a indicação das casas e famílias beneficiárias da ação para a SEPPIR. O Comitê deverá prestar contas das cestas distribuídas, além de contribuir para a implementação e monitoramento do I Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos Tradicionais de Matriz Africana e do Plano Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.





















quinta-feira, 13 de março de 2014

Militantes negros de partidos da base governista, em especial do PT e do PC do B, se reúnem nesta quinta-feira (13/03), em Brasília com a Presidente Dilma Rousseff. A reunião vinha sendo mantida em sigilo até o final da tarde desta quarta-feira. Antes do encontro com Dilma, todos estarão às 10h com a ministra chefe da SEPPIR, Luiza Bairros, para receber instruções.

Brasília – Militantes negros de partidos da base governista, em especial do PT e do PC do B, se reúnem nesta quinta-feira (13/03), em Brasília com a Presidente Dilma Rousseff. A reunião vinha sendo mantida em sigilo até o final da tarde desta quarta-feira. Antes do encontro com Dilma, todos estarão às 10h com a ministra chefe da SEPPIR, Luiza Bairros, para receber instruções. À tarde seguirão para o Planalto. A reunião não está na agenda, nem da ministra, nem de Dilma, daí a preocupação dos seus articuladores de manterem sigilo quanto aos motivos e a agenda do encontro.
Afropress apurou que foram convidados os mesmos participantes da reunião que aconteceu no dia 19 de julho do ano passado, entre os quais Ivanir dos Santos, do Rio, Flávio Jorge,  da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN), entidade formada por lideranças do PT, e Edson França, da União de Negros pela Igualdade (UNEGRO), formada por militantes do PC do B, além de Marcos Rezende, do PT da Bahia, quase todos membros do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR), órgão de assessoramento da ministra.
O reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, José Vicente, que juntamente com o diretor executivo da Educafro, Frei David Raimundo dos Santos, não pertencem à legendas da base do Governo, nem ao CNPIR, e foi uma das poucas vozes independentes na reunião, desta vez não figura na lista de convidados. (Veja ao final a lista dos participantes da reunião anterior).
Frei David disse ter recebido o convite e confirmou que a pauta deverá ser a mesma do ano passado, quando o principal tema abordado – além dos elogios “à sensibilidade da Presidente” - foi a adoção de cotas no serviço público federal.
Segundo um dos participantes da reunião, que pediu para que seu nome fosse mantido em sigilo, Dilma estaria preocupada com a onda de casos de racismo, inclusive nos estádios, há três meses da abertura da Copa e pretenderia ouvir as lideranças do movimento negro a respeito. A FIFA, entidade que promove a Copa, tem condenado tais episódios e faz campanha permanente contra o racismo no futebol.
No final da noite, os jornais começaram a divulgar que os jogadores Tinga, do Cruzeiro, Arouca, do Santos, além do árbitro gaúcho Márcio Chagas da Silva, vítimas de episódios racistas na semana passada serão recebidos por Dilma durante o encontro com as lideranças, o que transforma a reunião em um evento calculado para a gravação de imagens para o marketing do Governo.  
Cotas
O projeto das cotas cobrado pelo Frei na reunião, foi anunciado por Dilma em tom de comício durante a abertura da III Conferência Nacional da Igualdade Racial, realizada em novembro, em Brasília. A proposta que reserva de vagas para negros no serviço público federal já passou por todas as Comissões na Câmara dos Deputados, entre as quais a de Direitos Humanos e a de Constituição e Justiça, e recebeu emendas aumentando de 20% para 30% o percentual de vagas e estendendo aos cargos comissionados. O projeto, porém, ainda não tem previsão de quando entra na pauta de votações.
A reunião de julho foi marcada por Dilma para saber o que pensava o movimento negro dos partidos da base de apoio, logo após as manifestações de junho, porém, destoando dos protestos acabou com cenas constrangedoras de bajulação explícita e sem qualquer resultado prático.
À saída da reunião, a ministra Luiza Bairros, assumiu o papel de porta-voz do movimento, o que provocou protestos de lideranças como Gilberto Leal, da secção baiana da Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN) para quem a autonomia do movimento negro como movimento social “foi gravemente ferida”.
Veja a lista de quem esteve na reunião de julho; 12 dos 19 são membros do CNPIR órgão de assessoramento da ministra.
1. Ana Flávia Magalhães Pinto – Coletivo Pretas Candangas / Campanha A Cor da Marcha; 2. Angela Maria da Silva Gomes – CNPIR; 3.     Arilson Ventura – CONAQ/CNPIR; 4. Cida Abreu – Secretaria Nacional de Combate ao Racismo do PT; 5. Cledisson Geraldo dos Santos Júnior – ENEGRECER/CNPIR; 6. Edson França – UNEGRO/organização com assento no CNPIR; 7. Estela Maris Cardoso – Fórum de Mulheres Negras/CNPIR; 8. Flávio Jorge – CONEN/organização com assento no CNPIR; 9. Frei David – EDUCAFRO/CNPIR; 10.  Helcias Roberto Paulino Pereira – APNs; 11. Ivanir dos Santos – CEAP/organização com assento no CNPIR; 12. João Carlos Borges Martins – ANCEABRA; 13. José Vicente – Faculdade Zumbi dos Palmares; 14.  Marcos Rezende – CEN; 15. Maria da Conceição Lopes Fontoura – Maria Mulher/AMNB/CNPIR; 16. Paulino de Jesus Cardoso – ABPN/CNPIR; 17. Sueide Kintê – Instituto Flores de Dan /Articulação Mulheres & Mídias Bahia; 18. Valdecir Pedreira do Nascimento – Instituto Odara /CNPIR; 19. Valkiria de Sousa Silva – CENARAB/CNPIR
Veja o vídeo com declarações dos participantes:



fonte: http://www.afropress.com/post.asp?id=16239#.UyE9v2-pEXE.facebook

sexta-feira, 7 de março de 2014

Programa do IPq incorpora dimensão espiritual a tratamento médico


Programa do IPq incorpora dimensão espiritual a tratamento médico


Foto: Pedro Bolle / USP Imagens
Pesquisa, ensino e assistência terapêutica fazem parte das ações do ProSER
Embora trabalhe diariamente com a questão da saúde humana, o que com frequência é sinônimo de lidar com o sofrimento alheio, a dor e a morte, o exercício da medicina e a formação na área raramente levam em consideração aspectos como religião e espiritualidade no contato com os pacientes. Mas para o psiquiatra Frederico Camelo Leão, independentemente das crenças pessoais do médico, ele deve estar preparado para lidar com a dimensão espiritual. “O paciente demanda isso”, afirma o pesquisador do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
No Instituto, Leão coordena o Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade (ProSER), iniciativa que busca compreender a relação entre esses três fatores a partir de atividades de pesquisa, ensino e assistência terapêutica. Segundo o médico, a complexidade do ser humano e a saúde mental vão muito além das questões neuroquímicas – e é essa premissa que guia o programa.
A complexidade do ser humano e a saúde mental vão muito além das questões neuroquímicas.
A ideia não é que a espiritualidade e a religiosidade entrem como uma alternativa ao tratamento médico. “É uma forma complementar, dentro da visão de que a busca da saúde é mais do que apenas tomar remédios”, explica. Leão conta que trabalhos científicos na área indicam que práticas como meditação, orações ou a dedicação a uma denominação religiosa podem estar associadas a melhoras na defesa imunológica e na longevidade. Ao frequentar um templo ou igreja, por exemplo, a pessoa, além de trabalhar sua espiritualidade, tem também suporte social, ou seja, frequenta um lugar onde pode compartilhar experiências e obter apoio, o que traz benefícios à saúde, podendo, inclusive, inibir ímpetos suicidas.

Mapeamento espiritual

Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Depoimentos dos pacientes revelam que, em geral, se sentem mais humanizados com abordagem do ProSER
Os pacientes em tratamento no IPq são convidados pela equipe do ProSER a responder um questionário. Trata-se da anamnese espiritual, uma forma de mapear o perfil espiritual/religioso, a partir de questões que buscam identificar os valores cultivados pelo paciente – por exemplo, se ele vê relação entre o sofrimento psíquico e a religião seguida, ou a que a pessoa recorre em momentos de dificuldade.
Essa anamnese, que em si já apresenta uma função terapêutica, pois estimula a reflexão do paciente sobre essas questões, é seguida de discussão pela equipe que vai, então, sugerir o encaminhamento a alguma das atividades promovidas pelo programa, como meditação, oficina de contos, yoga e psicoterapia transpessoal. No caso da yoga, o programa se estende também aos funcionários do Instituto.
O trabalho feito pelo ProSER não envolve práticas religiosas, mas tem a parceria do Comitê de Assistência Religiosa (CARE) do Hospital das Clínicas. O Programa faz a intermediação com esse Comitê quando o paciente deseja receber a visita de um representante religioso, como um rabino ou pastor.
O trabalho feito pelo ProSER não envolve práticas religiosas.  O Programa faz a intermediação quando o paciente deseja receber a visita de um representante religioso, como um rabino ou pastor.
Segundo o coordenador do ProSER, é difícil dizer se a melhora do paciente tem relação direta com a abordagem espiritual, especialmente ao se tratar do IPq, cuja assistência multiprofissional é uma das características mais marcantes. No entanto, os depoimentos dos pacientes revelam, em geral, que se sentiram mais humanizados. “Muitas das queixas de pacientes internados vêm do fato de serem tratados apenas como um leito, um diagnóstico. Quando você faz uma abordagem diferente, dando a oportunidade da pessoa falar sobre sua intimidade, suas crenças, a pessoa se sente mais acolhida”, conta Frederico Leão.

Ciência e espiritualidade

Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Embora ainda exista resistência por parte da comunidade científica ao lidar com questões que envolvam religião e espiritualidade, Leão enxerga um grande crescimento na produção científica na área, que encontra espaço nas revistas de impacto. Um exemplo é a Revista de Psiquiatria Clínica, que publicou em 2007 uma edição especial dedicada ao assunto e mantém atualmente uma seção chamada Série Mente-Cérebro, que abrange trabalhos na área. “O programa vem sendo reconhecido, vem crescendo dentro da Universidade. Na psiquiatria, de um modo geral, há um crescimento extraordinário das publicações, não só no Brasil”.
Esse avanço se deve, em parte, à decisão da Associação de Psiquiatria Americana que, em 1995, atualizou o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), incluindo problemas espirituais e religiosos como uma nova categoria diagnóstica, ou seja, eles deixavam de ser classificados como transtornos mentais. A mudança deu impulso à criação no IPq do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (NEPER), embrião do ProSER, e motivou estudiosos também em outros países. ”A resistência vem de quem acredita que a questão central da psiquiatria é diagnóstico e medicação. Mas a psiquiatria não se esgota aí”, crê Frederico Leão.

Atendimento no IPq

Informações sobre triagem e atendimento no IPq podem ser obtidas pelo telefone (11) 2661-8045, diariamente, das 7 às 19 horas (inclusive sábados, domingos e feriados).

II JORNADAS DE CIENCIAS DA RELIGIÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RN - CAMINHOS DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTIFICA DO CURSO DE CIENCIAS DA RELIGÃO DA UERN

INICIATIVA DA COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIENCIAS DA RELIGIÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE   E DOS DOCENTE E DISCENTES ...




RECAPITULANDO O ANO PASSADO LEVAMOS COM MUITA LUTA  E  COM MUITAS MÃOS DIGAM DOCENTES E DISCENTES PARA UNIVERSIDADE A TEMÁTICA DESAFIOS E INTOLERÂNCIAS RELIGIOSAS NAS CASAS DE TERREIRO DO RN  E DO BRASIL  E TAMBÉM  INTOLERÂNCIAS EM OUTROS CREDOS BEM COMO SEMPRE O DESAFIO DE FAZER ENSINO RELIGIOSO E A CONSTRUÇÃO AFIRMATIVA DA LEI 10;639/03 E 11. 645/08,  E ENTRE AS AUTORIDADES PRESENTES NA RODA DE CONVERSA ESTIVEREM PRESENTES O PEJIGAN JOSÉ CARLOS DE BECEM PSICOLOGO E EDUCADOR SOCIAL E BEM COMO A YALORIXA  TEMI LUCIENE DE OYATOGUN ATUALMENTE ALUNA DO NOSSO CURSO DE CIÊNCIAS DA RELIGIÃO DA UERN E BEM COMO O PROFESSOR GENARO E MEMBROS DO CRDH DA UFRN.

ESSE ANO ENTENDENDO A IMPORTÂNCIA ADENTRAMOS COM  MUITA FORÇA E AXE A DISCIPLINA DE CORPOREIDADES NO OITAVO PERÍODO DO NOSSO CURSO DE CIÊNCIAS DA RELIGIÃO ATENTANDO PARA TEMÁTICA,  FOMOS NESTE GRUPO ACADÊMICO DE GRADUANDOS,  DISCUTINDO E BEM COMO  EM RITMO DE TODA A CORPOREIDADE PERSONIFICANDO O CULTO DOS ORIXÁS EM UM SIRE(XIRE),  FESTA PÚBLICA REALIZADA EM DIVERSAS COMUNIDADES AFRO BRASILEIRAS,  OS GRADUANDOS TIVERAM ENTÃO A OPORTUNIDADE DE VIVÊNCIAR NA PRATICA O RITMO E AS DANÇAS BEM COMO QUESTIONAR E FAZER AS DEVIDAS PONDERAÇÕES DEVIDAS EM RODAS DE CONVERSA E MUITA DISCUSSÃO E DESCONTRAÇÃO, ALEM DE TODOS  E TODAS DESPIDOS (AS),  DE SUAS BARREIRAS PRECEITUAIS E DE SEUS PRÓPRIOS CREDOS PARTICIPAREM AVIDAMENTE E DANÇAREM PARA OS DIVERSOS ORIXAS E VIVENCIAREM COM VISITAS EM LOCO A ALGUMAS CASAS DE TERREIRO E PRESENCIAR  NA PRATICA UM XIRE EM UMA ROÇA, ILE EM UM TERREIRO E TODA A SUA DINÂMICA E TODA A SUA SINERGIA METAFISICA  E FENOMENOLÓGICA QUE OS ORIXAS NOS TRAZEM PERCEBENDO A IMPORTÂNCIA AGRADECEMOS A TODOS OS DOCENTES E DISCENTES  DA UERN  DO CURSO CIÊNCIA DA RELIGIÃO E COMO NÃO AOS PROFESSORES: PROF. DR.  DANIEL TITULAR DA NOSSA DISCIPLINA  E TAMBÉM A PROFESSORA IRENE E O PROFESSOR JOÃO BOSCO, JOCAFI E AUGUSTA E BEM COMO O SR FRANCISCO QUE EM MUITO INCENTIVARAM E APOIARAM A NOSSA DISCUSSÃO, CONTRIBUINTES DE FORMA PEDAGÓGICA E AFIRMATIVA PARA CONSTRUÇÃO DESTA NOSSA LUTA QUE E A EFETIVIDADE DAS LEIS 10.639/03 E 11645/08 EM TODOS OS NIVIEIS E ENTES DA EDUCAÇÃO SEJA PUBLICA E OU PRIVADA CONFORME CONSTA E DETERMINA AS LEIS E O MEC/SECADI...


REALIZAÇÃO: 

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RN - CAMPUS NATAL  CURSO DE CIÊNCIAS DA RELIGIÃO / COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS DA RELIGIÃO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE   E DOS DOCENTE E DISCENTES ...
DISCIPLINA CORPOREIDADE  E GRADUANDOS

PROJETO XIRE - DENTRO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO  CIENTIFICA E A DOCENCIA E A DISCIPLINA CORPOREIDADES...

ENTIDADES ASSOCIADAS:

CENARAB RN, FORUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETNICO RACIAL DO RN/MEC/SECADI, COMISSÃO DE TERREIROS E RELIGIOSOS (AS) DE MATRIZ AFRICANA E AMERINDIA DO  RN E REDE MANDACARU BRASIL.

ENTIDADES DE MATRIZ AFRICANA QUE SEVIRAM DE CAMPO DE PESQUISA PARA GRADUANDOS:

ILE AXE DE YEMANJAR - NOSSA SENHORA DA APRESENTAÇÃO/NATAL/RN - BABALORIXA MARCIO DE YEMONJAR

TENDA DE IEMANJAR OGUNTHE -  IGAPO/NATAL/RN - YALORIXA ALAO CREMILDA DE OXUMARE

ILE AXE OYA  -  SAO GERALDO/CEARA MRIM/RN - BABALORIXA ZE MARIA OYA E MAE ECAD JOSELIA

CASA ABASSA DO BENGUE LEBARANGANGA - GENIPABU - TATA KASULUPONGO

CENTRO DE UMBANDA MESTRE JOSE DIOGO - VALE DOURADO - NATAL - RN - MAE GERALDA - "YA MOÇA"

CENTRO ESPIRITA DE UMBANDA E JUREMA MANOEL MARINHEIRO - ESTIVAS - EXTREMOZ - MAE JOANA JUREMEIRA

 TRAZENDO A SINERGIA E A VALORIZAÇÃO DA CORPOREIDADE DOS ORIXAS NUMA REATUALIZAÇÃO CONSTANTE  DE SUA MITOLOGIA E COSMOGONIA FENOMENOLOGICA  


AS SEGUINTES ENTIDADES  DE MATRIZ AFRICANA PARTICIPARAM COM OS GRADUANDOS DO XIRE COM SEUS RELIGIOSOS E RELIGIOSAS....

ILE AXE OYA GITALOSI - NOVO AMARANTE - SÃO GONÇALO DO AMARANTE -  ZELADORA A MATRIARCA YALORIXA ELAINE DE OYA

ROÇA JEJE OBE TOGUNDA - JARDIM PROGRESSO - NATAL - RN -  ZELADORA A MATRIARCA YALORIXA TEMI LUCIENE OYATOGUN


quinta-feira, 6 de março de 2014

RN lidera crescimento no número de mortes relacionadas à aids - heterossexuais lideram as infecções pelo vírus HIV. Naquele ano, este grupo respondia por 67,5% dos casos. A maioria, eram mulheres – 58,2%. A maior incidência de contaminação está na faixa de 30 a 49 anos

REDE MANDACARU BRASIL - RECOSOL - RMRN - Ilê Ilê Axé àrà-àiyé omim fun fun ofa bara lona orum aiye: RN lidera crescimento no número de mortes relacion...: Roberto Lucena repórter O Rio Grande do Norte é o Estado brasileiro onde o número de óbitos em decorrência da Aids mais cresceu n...

RN lidera crescimento no número de mortes relacionadas à aids - heterossexuais lideram as infecções pelo vírus HIV. Naquele ano, este grupo respondia por 67,5% dos casos. A maioria, eram mulheres – 58,2%. A maior incidência de contaminação está na faixa de 30 a 49 anos




Roberto Lucena
repórter

O Rio Grande do Norte é o Estado brasileiro onde o número de óbitos em decorrência da Aids mais cresceu nos últimos dez anos. Entre 2002 e 2012, o Ministério da Saúde (MS) contabilizou um avanço de 176,9% nas mortes entre pessoas com o vírus HIV. Os dados fazem parte de um levantamento elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), ainda não divulgado, obtido pela TRIBUNA DO NORTE. Os números apontam ainda que, em 2012, a taxa de novos casos identificados no Estado era 12,6 para cada grupo de 100 mil habitantes.
aldair dantasSônia Lins: diagnóstico tardio é um fator para aumentar óbitosSônia Lins: diagnóstico tardio é um fator para aumentar óbitos

Para a coordenadora do Programa Estadual DST/Aids da secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Sônia Cristina Lins há apenas um fator que explica a evolução avassaladora da doença em terreno potiguar: o diagnóstico tardio. “As pessoas não procuram orientação. Não querem fazer o teste que aponta a presença do vírus. Quando descobrem que são portadores do HIV, já é tarde. Reconheço que o número é preocupante”, avaliou.

Ainda de acordo com Sônia Lins, a descoberta da doença ocorre, na maioria dos casos, quando o paciente procura uma unidade de saúde devido a outros problemas. “A notificação ocorre, por exemplo, no hospital Walfredo Gurgel ou outra undiade quando a pessoa está com sintomas comuns a outras doenças. É feito então a investigação do caso e descobre-se que aquela é um paciente portador do vírus”, disse. “Nesses casos, infelizmente, o tratamento já não é tão eficaz”, completou Sônia Lins.

Se por um lado o Rio Grande do Norte lidera o ranking de aumento das mortes provocadas pela doenças, outros Estados apresentam dados animadores. É o caso de São Paulo, onde houve redução em 32,3% de óbitos em decorrência da Aids. Para Sônia, o que nos diferencia do estado paulistano não é a oferta de mais serviços de saúde, campanhas de prevenção ou distribuição de medicamentos. 

“Isso nós também temos. Não nos faltam medicamentos ou campanhas educativas. Falta a conscientização da população. O problema é a identificação somente através das doenças oportunistas”, colocou.

Notificações
O estudo da Flacso, analisado pelo sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, mostram ainda as novas notificações da doença relacionadas no ano de 2012. Neste caso, os heterossexuais lideram as infecções pelo vírus HIV. Naquele ano, este grupo respondia por 67,5% dos casos. A maioria, eram mulheres – 58,2%. A maior incidência de contaminação está na faixa de 30 a 49 anos, incluindo aí, heterossexuais e homossexuais. O Rio Grande do Norte, com 12,6 novos casos identificados a cada cem mil habitantes, ocupa a 24ª posição no ranking. A médica nacional é de 20,2. Com 41,4, o Rio Grande do Sul lidera a estatística. Ainda não há dados do ano passado. 
Apesar dos números, Sônia Cristina Lins alertou que os dados podem não ser fidedignos. Isso ocorre porque nem sempre os pacientes revelam a verdade quando entrevistados. “Temos os dados, mas nem sempre se pode confiar. Muitas pessoas não se declaram homossexuais quando questionados. Por isso, as estatísticas apontam a liderança dos heterossexuais. Porém, os homossexuais ainda compõem o grupo mais preocupante”, disse.

De 2000 a 2012, foram registrados, de acordo com o Sistema de Informação de Agravos Notificáveis (Sinan), Sistema de Informação de Mortalidade (Sim) e Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (Siclom), 3.594 casos de Aids em adultos no Rio Grande do Norte. Destes casos, 67% corresponderam ao sexo masculino e 33% ao sexo feminino, o que revela uma razão média de dois casos em homens para um em mulheres.

Em relação à categoria de exposição, quando se estratifica por sexo, observa-se que no sexo masculino há um crescimento do registro da categoria homossexual e bissexual (somadas) a partir de 2008, ultrapassando a categoria heterossexual em 2010 e em 2012, onde 33% representaram a categoria homo/bissexual e 37% a heterossexual. Ressaltando que existe um elevado número de ignorados (36% em 2012), o que representa um deficit de informações para esta variável.


http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/rn-lidera-crescimento-no-numero-de-mortes-relacionadas-a-aids/275913




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