Campus de Natal
VI São João do CaN será neste sábado (15) no Complexo Cultural de Natal
ZONA NORTE DE NATAL ESTRADA DA REDINHA DEPOIS DO NORTE SHOPING..

Shows do Trio Jarbas do Acordeon e dos cantores Edja Alves e Rodriguinho Lins; apresentação da quadrilha estilizada Balão Dourado e grupos de dança popular; sorteio do balaio junino e quadrilha improvisada, além de barracas de comidas e brincadeiras típicas, como num autêntico arraiá. Essa é a programação do VI São João do Campus de Natal, que será neste sábado (15), a partir das 19h, no Complexo Cultural de Natal.
Esta será a sexta edição do festejo junino, que já faz parte do calendário de eventos do Campus de Natal, e há três anos acontece no CCN, reunindo a comunidade acadêmica com a população da Zona Norte, onde, através do Complexo Cultural, a UERN presta diversos serviços ao público.
“A festa proporciona uma confraternização entre os discentes, docentes, servidores, familiares, amigos e comunidade, além de ser usado como oficina prática para os alunos da disciplina de Planejamento e Gestão de Eventos do Curso de Turismo, e como fonte de geração de renda para as comissões de formatura do CaN, que nas barracas vendem comidas e bebidas típicas e realizam brincadeiras matutas, arrecadando verba para seus eventos de conclusão de curso”, explica a professora Michele Galdino, organizadora do evento.
As mesas estão sendo comercializadas por R$ 25,00, mas estão quase esgotadas. As senhas individuais serão vendidas na hora por R$ 10,00.
“Também teremos sorteio de balaio junino (R$ 2,00 o bilhete para concorrer), quadrilha improvisada, apresentação de quadrilha estilizada, brincadeiras juninas, correio elegante, concurso da melhor barraca, apresentações culturais e a escolha do rei e a rainha do milho”, reforça a professora Michele Galdino.
A novidade deste ano é o “Projeto Vila do Barro – Um cenário cultural”, que acontece todas as quartas, sábados e domingos, até setembro, na área verde do Complexo Cultural de Natal. O projeto, coordenado pelo Mestre Paulo Varela, remete a um cenário de vila, com direito a casa de taipa, animais de fibra, artesanato e shows de cordelistas, forró pé de serra, danças e muito mais. Durante o VI São João CaN – UERN, o espaço estará aberto à visitação como espaço alternativo.
As aulas são ministradas nos períodos matutino, vespertino e noturno, durante cinco meses













![Chi Wara
Resolvi escrever este texto para esclarecer em relação à divindade de nome Chiwara (ou Tyi Wara, Chi Wara, Ci wara), pois já vi página no facebook dizendo que esta divindade era um Nkisi e em outra dizendo ser Omolu, pois bem, não é nem um e nem outro, Chi Wara é a divindade do grupo étnico Bambara, pertencente ao país de Mali.
Chi Wara é tido como um antílope mítico (ou meio antílope e meio humano, depende da região), filho da deusa do céu Mousso Koroni e um espírito da terra na forma de uma cobra, sendo ele aquele quem ensinou os homens a cultivar a terra com sucesso, para assim terem boas colheitas. Sua presença é sempre invocada na semeadura e nos rituais de colheita.
Apresentam-se mascarados e no mínimo em par, sendo um masculino e outro feminino e assim estabelecem a representatividade da fertilidade humana em relação à fertilidade do solo. A figura masculina sempre vem na frente saltando como um antílope (normalmente é o antílope Roan quem o representa) e raspando os seus chifres no solo, mostrando assim a forma como que Chi Wara ensinou os homens a arar a terra, e logo atrás vem à figura feminina se abanando e distribuindo os seus poderes sobre a comunidade.
De forma geral, na máscara Chi Wara masculina iremos encontrar um antílope com chifres curvados e um falo apontando para baixo, ou seja, simbolizando que esta fertilizando a terra, já na máscara feminina os chifres serão retos e terá um bebê antílope nas costas. As suas roupas são feitas de ráfia e gramíneas que representam tanto a água corrente quanto uma colheita abundante.
Além das informações a respeito desta divindade, é bom também aprendermos que nem tudo que parece é, todos aqueles que têm páginas na internet tem que ter o cuidado para não sair distribuindo inverdades a respeito da cultura africana, que é tão rica e plural.
• Referência: Dominique Zahan and Allen F. Roberts. The Two Worlds of Ciwara. In African Arts, Vol. 33, No. 2. (Summer, 2000), pp. 34–45+90-91].](https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc1/q71/s480x480/485848_535190876560783_801994717_n.jpg)
Micarla foi incluída em documentação enviada pela PGJ à Corte potiguar em 11 de outubro de 2012
Nas esquinas e vielas da cidade, o número de usuários de crack aumentaram significativamente. Quando decidem lutar contra as drogas, eles enfrentam a falta de estrutura na rede de atendimento
