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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Ministra diz é preciso mudar imagem das jovens negras nos meios de comunicação

Fernanda Cruz* - Agência Brasil
São Paulo – A ministra da Secretaria de Políticas de Promoção e Igualdade Racial, Luiza Bairros, participou ontem (7) do seminário Desenvolvimento e Mulher Negra, na capital paulista. Segundo a ministra, a secretaria deve desenvolver, em favor da população feminina negra, projetos integrados. O primeiro deles, voltado para o empoderamento do trabalho das jovens. “No sentido de criar um projeto no qual elas sejam apoiadas na escolha de profissões e carreiras que não são as tradicionais para jovens negras”, explicou Luiza.
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Um segundo aspecto é o apoio a iniciativas lideradas por mulheres negras no âmbito da comunicação. “Nós consideramos importante para reverter as imagem negativa que se tem sobre nós [negras] na sociedade brasileira”, disse. A ministra disse que os dois projetos devem ser implementados neste primeiro semestre. “É uma iniciativa em parceira com a sociedade civil para fortalecer as organizações de mulheres negras no Brasil”, destacou.
Luiza Bairros comentou o ingresso de estudantes negros nas universidades estaduais paulistas. “Eu não concordo, no geral, com o formato que foi apresentado, mas acho que a sociedade paulista vai dar conta de fazer um processo de discussão de maneira que as ações afirmativas possam ser adotadas nas universidades paulistas despidas de qualquer tipo de preconceito em relação à população negra”, disse a ministra.
A ministra da Igualdade Racial ressaltou a importância do acesso à educação, principalmente depois de observar, nas mudanças que aconteceram no Brasil nos últimos 10 anos, que o processo de ascensão social e econômica da população envolveu, em sua maioria, a população negra.
“O mais interessante é que, entre as negras, você observa a capacidade de se aproveitar as oportunidades criadas”, disse. “Isso traz para nós uma possibilidade de reflexão muito importante, porque, quando se observa os grandes números, as desigualdades raciais ainda permanecem, estão fortes. E a mulher negra, olhada no seu conjunto, continua sendo parte do segmento que experimenta mais desvantagens na população brasileira”.
*Edição: Beto Coura
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Enviada por José Carlos para Combate Racismo Ambiental.

Estamos convidando todos e todas para reunião no CONSEA/RN para organizar a formação do Fórum Potiguar de Segurança Alimentar e Nutricional - uma articulação importante para fortalecer a SAN em nosso Estado.

Prezados/as,

Estamos convidando todos e todas para reunião no CONSEA/RN para organizar a   formação do Fórum Potiguar de Segurança Alimentar e Nutricional - uma articulação importante para fortalecer a SAN em nosso Estado.
A primeira reunião será dia 09/05 às 09:00 horas na Cada da Cidadania (Avenida Campos Sales, 481) em Petrópolis - 250 metros da Câmara de Vereadores de Natal em direção ao INCRA/RN - 
O objetivo da reunião é formar uma comissão com representantes de várias organizações para funda o Fórum de SAN.

Maiores informações:

A esfinge, o BNDES e as “campeãs” que nos devoram...

Se Petrobrás, Vale, JBS, Gerdau, Odebrecht, BR-Foods e Fíbria são exemplos de “campeãs nacionais”, presume-se que tornem seu país-sede igualmente campeão. Nos EUA, a transfiguração do particular em universal fez escola e um lema de um dirigente da GM, nos anos 50, seria exemplar nesse sentido: "What's good for GM is good for America”. No Brasil, em operação discursiva similar, décadas depois, paixões e os interesses privados das “campeãs” são transmutados em virtudes públicas da nação. Na prática, o caminho delas foi reverso.

Primeiro tomaram forma em meio aos anos de desmonte e privatização. Depois, dos pedaços do país, foram se fazendo inteiras. Tanto mais sólidas quanto mais débeis os mecanismos de controle e regulamentação social e quanto mais capturadas as instâncias decisivas do Estado. Agigantadas por meio de sucessivos e inapeláveis apequenamentos, eis que agora são vórtices de multiplicação e valorização de capital além fronteiras.

As multinacionais “nacionais” campeãs trazem inscritas em si a fórmula do consenso básico entre as frações do bloco no poder, em variável proporção de associação entre capitais internos e estrangeiros, que chamam para si o papel de catalisadores dos interesses nacionais, em um continuum grandes empresas-Estado. O acordo por cima depende do grau de intensividade e extensividade das “fugas para frente” do capitalismo brasileiro, em que se conjugam formas renovadas e permanentes de expropriação no plano interno e externo.

Na fase inicial da crise, a partir de 2008, as imbricações e opções se clarificaram e o Governo fez uso de todas as formas de ferramentas disponíveis para sustentar um padrão de acumulação determinado. Crédito e investimentos públicos vieram em socorro dos setores de celulose, mineração e siderurgia básica, indústria de carnes e derivados, gás e petróleo e setores de infraestrutura. Para consolidar “empresas-líderes” justamente nesses setores, fusões e aquisições foram viabilizadas pelo BNDESPAR, que teve seu ativo turbinado no período, passando de 25 bilhões de reais em 2007 para 125,8 bilhões de reais em 2011. O último dado disponível, referente ao ano de 2012, indicava que, dos 74,5 bilhões de reais da carteira total de ações do BNDESPAR, 84% estavam concentrados em apenas 10 companhias e 89% em somente cinco setores: petróleo, mineração, energia, frigoríficos e celulose.

Com relação aos desembolsos financeiros, o BNDES expandiu ainda mais o direcionamento de crédito para empresas de grande porte. O pico foi o ano de 2009, quando mais de 80% dos seus empréstimos foram canalizados para um universo de até 50 empresas e isso, ressalte-se, num montante de 137,4 bilhões de reais desembolsados naquele ano, em comparação com os 64,9 bilhões de 2007. O quadro pouco se altera em 2012, em termos relativos ou absolutos: dos 156 bilhões de reais desembolsados, 68% foram canalizados para as grandes empresas. (BNDES, 2013).

Declarações recentes do presidente do BNDES, no sentido de que a política de priorização da competitividade dos grandes grupos nacionais é uma “agenda concluída”, podem sugerir atritos na definição da política de financiamento do Banco. Na verdade, estamos diante de um processo de reacomodação de interesses, entre grupos capitalistas de distintas extrações, que se explicita na transição dos perfis das três políticas industriais adotadas desde 2003. A Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior–PITCE (2003-2008) pôs-se na contramão dos padrões de competitividade definidos pelo mercado, selecionando setores de ponta e com maior “capacidade inovacional”: semicondutores, softwares, bens de capital e fármacos. A PITCE tornou-se então meramente protocolar e discursiva, com exceção para os bens de capital voltados para o aumento da produtividade do agronegócio e dos setores de mineração e energia.

Em 2008, já com a crise instalada, surge a Política de Desenvolvimento Produtivo-PDP (2008-2011), que passava a priorizar as “empresas-líderes”, desde então enquadradas automaticamente como indústrias extrativas ou de base. Coutinho, em avaliação dos motivos que levaram o governo e o BNDES a sustentar essa nova política, afirmava ser imperiosa a aceleração do crescimento das exportações, para que se alcançasse um “superávit comercial mínimo”, de modo a contrabalançar “déficits estruturais”; assim qualificados por serem intocáveis as prerrogativas dos credores financeiros e dos demais beneficiários de políticas macroeconômicas restritivas (metas de inflação, superávit primário e câmbio flutuante). O reconhecimento dessa condição imperativa, prossegue Coutinho, “implica a priorização da política de competitividade”. A confissão se completa ao nominar os setores-alvo da agenda da PDP: “São exemplos desse tipo de agenda a grande cadeia de petróleo e gás, a petroquímica, vários agronegócios, carnes e proteínas, celulose e papel e mineração” (COUTINHO, 2010, p. 29).

Se tal agenda foi concluída, como afirmou o presidente do BNDES em sua mais recente declaração, podemos depreender que o BNDES terá menos peso na definição das estratégias conglomeradoras e da própria concorrência entre oligopólios nacionais-internacionais?

O Plano Brasil Maior/PBM (2011-...) já indicava traços de uma recomposição feita mais de acréscimos que de exclusões. O PBM parte da premissa de que precisa favorecer a “integração entre os setores público e privado” - leia-se a subsunção do primeiro no segundo. Os três conjuntos de medidas propostas pelo PBM (redução dos custos do trabalho e do capital; estímulo do desenvolvimento das cadeias produtivas; estímulo às exportações e defesa comercial) confirmam a equação. Mas, tanto na abrangência do Plano como nas medidas operacionais, são recuperadas metas antes colocadas na PITCE. Haveria uma nova premência colocada para a política industrial brasileira: “(...) o adensamento da produção local e do conteúdo tecnoló­gico das cadeias produtivas”.

As “campeãs” de modo algum estão excluídas do PBM, já que o plano prevê medidas e programas ainda mais detalhados para o aumento da produtividade das cadeias produtivas competitivas e o aprofundamento de sua internacionalização. Fica nítido o esforço de combinar expansão com capilarização, a partir da exigência do aumento do conteúdo nacional de produtos e componentes. Acopla-se ainda ao PBM o Programa Integrado de Logística (PIL), que se propõe a fatiar e ofertar aos investidores privados os setores de infraestrutura mais rentáveis, além de sua financeirização respectiva, através de debêntures e garantias ilimitadas do BNDES.

Põem-se em ação esforços combinatórios para efetivar a inter-institucionalidade de um Estado desigualmente privatizado e a inter-setorialidade de uma indústria desigualmente desmontada. A manutenção de uma taxa média de lucro e a formação de novos mercados (marketmaking) é o que permite a pacificação dos estratos burgueses nacionais e/ou estrangeiros e a convergência consequente para garantir a anuência ou o apoio passivo da população trabalhadora.

A burguesia interna brasileira procura, concomitantemente, resolver-se (entre seus segmentos e frações aliadas) e ainda ocupar lugar vantajoso na concorrência com seus pares estrangeiras na disputa por mercados e territórios externos. A conta desse rearranjo, intra e intercapitalista, vai sendo paga com o corte e limitação dos recursos para a seguridade social e a educação, com a continuada flexibilização dos direitos trabalhistas, com o sucateamento dos bens públicos e com a brutal mercadorização e supressão de territórios, biomas e comunidades.

Se são os pactos político-empresariais que espelham agora o “projeto de Nação”, como observamos no Plano Brasil Maior ou no Programa Integrado de Logística, é porque a palavra ‘nação’ tornou-se minúscula para dar lugar a um espaço ilimitado de valorização de capitais. Em meio ao vácuo de projetos coletivos, o coro particularista dos grupos mais internacionalizados e financeirizados vai aumentando o tom.

Ressaltem-se os apelos à abertura externa incondicional, em especial com a Aliança Transpacífico (TPP), uma zona tricontinental de livre-comércio, que procura impor um regime de soberania absoluta dos investimentos privados. Novas e mais profundas privatizações são exigidas. Alta dos juros como prova de acefalia governamental. Cumprimento estrito das metas de inflação e disciplinamento dos gastos públicos para garantir a estabilidade, não dos preços, mas das posições financeiras dominantes.

Por isso deve ser tarefa prioritária a análise e o desmascaramento das formas e funções do Estado - coetâneas com a dinâmica variante da acumulação capitalista - por grupos de pesquisa, Institutos e Fundações referenciados no pensamento crítico, em conjunto com movimentos e organizações sociais que não abdicaram de um horizonte anti-sistêmico de atuação. A meta é expor compromisso institucionalizado entre frações e segmentos de classe na regência de uma trajetória de desenvolvimento de seu exclusivo interesse. A partir dessa demarcação, poderemos ouvir as vozes nas suas respectivas bocas, franqueando o reconhecimento de novos sujeitos coletivos.

Referências bibliográficas
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Desempenho do BNDES em 2012. Rio de Janeiro: BNDES, 2013.
COUTINHO, L. A. construção de fundamentos para o crescimento sustentável da economia brasileira. In: ALEM, A. C., GIABIANGI, F. O BNDES em um País em Transição. Rio de Janeiro: BNDES, 2010. p. 17-38.

Luis Fernando Novoa Garzon é professor da Universidade Federal de Rondônia. E-mail:l.novoa(0)uol.com.br

Consea promoveu uma Oficina de Orçamento de Segurança Alimentar e Nutricional, tendo como preocupações as ações para povos indígenas e povos e comunidades tradicionais. - Ao PLANSAN para 2012 foram destinados cerca de R$ 75,4 bilhões e foram executados R$ 61,5 bilhões (81,5%). Ao colocarmos estes valores em perspectiva com os valores totais do Orçamento, eles representam apenas 3,34% do total, que é de R$ 2,3 trilhões. Para os programas voltados para as populações indígenas, comunidades quilombolas e populações e comunidades tradicionais, foram autorizados R$ 12,1 bilhões e apenas R$ 4,3 bilhões foram executados, conforme os dados do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

Consea promoveu uma Oficina de Orçamento de Segurança Alimentar e Nutricional, tendo como preocupações as ações para povos indígenas e povos e comunidades tradicionais.
Orçamento de SAN e Direitos das populações tradicionais e quilombolas
Um dos grandes desafios dos membros do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) é incorporar na agenda de suas organizações o monitoramento orçamentário e político dos programas que dizem respeito às suas temáticas. Para atender a esta demanda o Consea promoveu uma Oficina de Orçamento de Segurança Alimentar e Nutricional, tendo como preocupação as ações para povos Indígenas e povos e comunidades tradicionais.
A Oficina, realizada dia 22 de abril, no Auditório do Anexo I do Palácio do Planalto, contou com a participação dos membros das Comissões Permanente dos Povos Indígenas (CP6), das populações e comunidades tradicionais (CP5) e da Comissão de Sistema e Política Nacional de SAN (CP1), sendo a maioria mulheres e entre elas as representantes dos povos de terreiro, quebradeiras de coco, mulheres quilombolas, indígenas e agricultoras familiares e camponesas.
O objetivo da Oficina foi possibilitar uma visão panorâmica do Orçamento do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PLANSAN) e se deter nos programas específicos a fim de que os representantes das populações mais vulnerabilizadas pudessem selecionar as iniciativas orçamentárias que fossem consideradas estruturantes e sobre elas elaborassem propostas efetivas e viáveis para serem monitoradas em 2014.
Para realizar a Oficina, o Consea contou com a contribuição da Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos (SPI) – Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), do Ministério do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).
A abertura da Oficina foi realizada pelo coordenador da Comissão Permanente sobre Sistema e Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Edélcio Vigna, e pela Secretaria Executiva Consea, Valéria Burity, que ressaltaram a dimensão política dos recursos orçamentários. Os representantes da SPI – Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Danielle Cronemberger e Kalid Nogueira, apresentaram os dados sobre a execução de 2012 e aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2013. Por fim, foram elaboradas as Propostas para a Lei Orçamentária Anual 2014.
Ao PLANSAN para 2012 foram destinados cerca de R$ 75,4 bilhões e foram executados R$ 61,5 bilhões (81,5%). Ao colocarmos estes valores em perspectiva com os valores totais do Orçamento, eles representam apenas 3,34% do total, que é de R$ 2,3 trilhões. Para os programas voltados para as populações indígenas, comunidades quilombolas e populações e comunidades tradicionais, foram autorizados R$ 12,1 bilhões e apenas R$ 4,3 bilhões foram executados, conforme os dados do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).
Dentre as diversas propostas pode-se ressaltar as que solicitam a desagregação das ações orçamentárias de SAN por raça/cor com detalhamento do povo/comunidade/etnia de origem; a revisão com urgência o marco regulatório e os instrumentos de repasse de recursos em ações voltadas para povos indígenas, população negra e povos e comunidades tradicionais, cujos entraves se refletem na baixa execução financeira e orçamentária e respeitar o princípio da anualidade do orçamento, encerrando a figura de “restos a pagar” do orçamento, entre outras.
Houve, igualmente, propostas para a metodologia de monitoramento do Orçamento, como, por exemplo, a revisão da metodologia de monitoramento a partir das metas apresentadas pela sociedade civil e não somente as metas presentes no PLANSAN e analisar o orçamento a partir do indicador de racismo institucional que promove a invisibilidade dos segmentos diversos e a alocação dos recursos sem equidade. Dentre centenas de ações foram selecionadas treze que serão m monitoradas pelo CONSEA e, em especial pelas Comissões Permanentes de Segurança Alimentar e Nutricional à População Negra e Povos e Comunidades Tradicionais (CP5) e Comissão Permanente de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Indígenas (CP6).
Creio que o mais importante, além de termos tido uma visão do Orçamento da União e colocado uma lupa sobre os programas que afetam as comunidades mais vulnerabilizadas, foi a decisão do CONSEA e das Comissões de acompanharem as ações selecionadas e criar uma cultura de monitoramento orçamentário”, observou Edélcio.
Edélcio Vigna, consultor do Inesc e conselheiro Titular do CONSEA

MAIS UMA HONRA PARA O RIO GRANDE DO NORTE PRIMEIRO RELIGIOSO DE MATRIZ AFRICANA DO RN A ASSUMIR CME (CONSELHO DE EDUCAÇÃO), BABALORIXA LAERCIO D*OXUN E NOVO PRESIDENTE DO CONSELHO DE EDUCAÇÃO DO MUNICIPIO DE SENADOR ELOI DE SOUZA - RN


O Sr. Laercio Hortencio - BABALORIXA LAERCIO D*OXUN,  filho do municipio Sendor Eloi de Souza-RN,  ha muito luta em moviementos sociais como educador social fora destaque em muitas caminhadas, militante dos povos e do movimentos sociais entre estes da COMISSÃO DE POVOS RELIGIOSOS E TERREIROS DE MATRIZ AFRICANA DO RN, FUNDADOR DO ILE AXE AZIRI TOLA, dando continuidade as ações sociais em sua comunidade sitio do bola e em seu municipio e também pactuado em REDE NACIONAL COM A CENERAB, (CENTRO NACIONAL RESISTENCIA E CULTURA AFRICANA), COM A CONEN (COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS) BEM COMO COM A REDE MANDACARU BRASIL E COM O CANAL FUTURA E FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO, COM O PROGRAMA ESTADUAL HEPAIDS RN, IBAMA, E TODOS OS OUTROS ILES, CENTROS E BARRACÕES QUE COMPOEM A COMISSAO DE TERREIROS E POVOS RELIGIOSOS DE MATRIZ AFRICANA DO RN,  em todas as suas parcerias, outro ponto Baba Laercio muito atuante na frente d região potengi do RN nas questões de ambiente, saude e educação principalmente etnico racial com articulação com FORUN NACIONAL DE EDUCAÇÃO ETINICO RACIAL/MEC/SECADI - ARTICULAÇÃO RN, outrosim fica a luta e a resistencia desse jovem religioso que a muito tomou para si a causa da cidadania e o serviço a seu municipio e agora sendo coroado a sua missão quando ocupa posição chave no conselho de educação sendo o primeiro religioso de matriz africana do RN  ocupar este serviço  a sociedade de seu municipio e ao seu estado RN...










CONTEXTUALIZANDO E ENTEDENDO  O CONSELHO DE EDUCAÇÃO;;;
fonte: MEC


Compromissos

1- Consolidar a identidade do Conselho Nacional de Educação como Órgão de Estado, identidade esta afirmada e construída na prática cotidiana, nas ações, intervenções e interações com os demais sistemas de ensino.

2- Participar do esforço nacional comprometido com a qualidade social da educação brasileira, cujo foco incide na escola da diversidade, na e para a diversidade, tendo o PNE e o PDE como instrumentos de conquista dessa prioridade.

3- Articular e Integrar num diálogo permanente, as Câmaras de educação básica e de educação superior, correspondendo às exigências de um Sistema Nacional de Educação que, ultrapasse barreiras burocráticas, mediante prática orgânica e unitária. As câmaras devem intensificar o dialogo entre si. Não há subordinação entre elas, pois representam níveis de ensino de um único sistema nacional de educação. Estrategicamente, a articulação e integração CES e CEB possibilita aperfeiçoar as leituras das diferentes etapas do processo de escolarização, aproximando as câmaras, constituindo um todo orgânico, que se exerce no Conselho Pleno e, conseqüentemente, um verdadeiro Conselho Nacional de Educação.

4- Consolidar a estrutura e diversificar o funcionamento do CNE. Não queremos que ele responda apenas às demandas, mas que se constitua em espaço de fortalecimento de suas relações com os demais sistemas de ensino e com os segmentos sociais, espaço de estudos para as comissões bicamerais, audiências públicas, fóruns de debates, sempre cuidando da dotação de infra-estrutura material necessária e do quadro de pessoal próprio.

5- Instaurar um diálogo efetivo, articulado e solidário, com todos os sistemas de ensino (em nível federal, estadual e municipal), em compromisso com a Política Nacional de Educação, em regime de colaboração e de cooperação. Talvez este se constitua no desafio maior para o CNE.





Atribuições

As atribuições do Conselho são normativas, deliberativas e de assessoramento ao Ministro de Estado da Educação, no desempenho das funções e atribuições do poder público federal em matéria de educação, cabendo-lhe formular e avaliar a política nacional de educação, zelar pela qualidade do ensino, velar pelo cumprimento da legislação educacional e assegurar a participação da sociedade no aprimoramento da educação brasileira.
Compete ao Conselho e às Câmaras exercerem as atribuições conferidas pela Lei 9.131/95, emitindo pareceres e decidindo privativa e autonomamente sobre os assuntos que lhe são pertinentes, cabendo, no caso de decisões das Câmaras, recurso ao Conselho Pleno.


Missão
O CNE tem por missão a busca democrática de alternativas e mecanismos institucionais que possibilitem, no âmbito de sua esfera de competência, assegurar a participação da sociedade no desenvolvimento, aprimoramento e consolidação da educação nacional de qualidade.

Povos de terreiro do municipio de Caico cidade polo da regiao serido no RN, realizam promoção e prevenção DST- HEPAIDS em caico, diversas ações de enfretamento: exames testes rapidos,(EXAME DE SANGUE QUE E RALIZADO A PARTIR DE UMA GOTA DE SANGUE E EM MEDIA 20 MINUTOS DEPOIS APARTIR DO PROCESSO CADASTRO, COLETA, E ACONSELHAMENTO O RESULTADO E EXPEDIDO E ENTREGUE AO USUARIO), panfletagem e disponibilizando insumos NAS RUAS E PONTOS DE PEGAÇÃO E FOCAL DA CIDADE, na luta contra dst E HIV AIDS PROJETO DE PORTAS ABERTAS RECONHECIDO PELA UNAIDS/MINISTERIO DA SAUDE E PROGRAMA ESTADUAL DST HEPAIDS DO RN E REPLICADO EM CAICO... MOMENTO DESCONTRAÇÃO RELIGIOSAS E RELIGIOSOS DE POVOS DE TERREIRO DE CAICO MOBILIZADOS DIVERSAS COMUNIDADES ENTRE ELAS ILE AXE NAGO OXAGIAN E CASA ESPIRITA DE PAI LEO NAS RUAS SÃO ABORDADOS PELA MÍDIA LOCAL COMO EXEMPLO DE AÇÃO CIDADÃ E SAUDE NAS RUAS DE CAICO...

 Povos de terreiro do municipio de Caico  cidade polo da regiao serido no RN, realizam promoção e prevenção DST- HEPAIDS em caico, diversas ações de enfretamento:  exames testes rapidos,(EXAME DE SANGUE QUE E RALIZADO A PARTIR DE UMA GOTA DE SANGUE E EM MEDIA 20 MINUTOS DEPOIS APARTIR DO PROCESSO CADASTRO, COLETA, E ACONSELHAMENTO O RESULTADO E EXPEDIDO E ENTREGUE AO USUARIO),
 panfletagem e disponibilizando insumos NAS RUAS E PONTOS DE PEGAÇÃO E FOCAL DA CIDADE, na luta contra dst E HIV AIDS PROJETO DE PORTAS ABERTAS RECONHECIDO PELA UNAIDS/MINISTERIO DA SAUDE E PROGRAMA ESTADUAL DST HEPAIDS DO RN E REPLICADO EM CAICO... MOMENTO DESCONTRAÇÃO RELIGIOSAS E RELIGIOSOS DE POVOS DE TERREIRO DE CAICO MOBILIZADOS DIVERSAS COMUNIDADES ENTRE ELAS ILE AXE NAGO OXAGIAN E CASA ESPIRITA DE PAI LEO NAS RUAS SÃO ABORDADOS PELA MÍDIA LOCAL COMO EXEMPLO DE AÇÃO CIDADÃ E SAUDE NAS RUAS DE CAICO...


Destaque na midia local da regiao... fomos materia publicada como exemplo nas RUAS DE CAICO EM DIVERSAS INSTITUIÇÕES E MIDIAS....












































sexta-feira, 3 de maio de 2013

Socializamos a nossa alegria em sermos selecionados a nive nacional a participar do Curso de Informação e Comunicação em Saúde para o Controle Social componente do Programa de Inclusão Digital. bem como disponibilizamos material e informações como parte do processo de estudo e aprendizagem...

O Ministerio da Saúde e a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz ENSP/Fiocruz, em parceria com a 
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde e com o Conselho Nacional de Saúde, tornam 
públicas, o Curso de Informação e 
Comunicação em Saúde para o Controle Social componente do Programa de Inclusão Digital.
1. DO OBJETO 
Com carga horária de 600 horas, 
 O curso tem como 
objetivo contribuir para um processo intensivo e permanente de apropriação e uso pelos Conselhos de Saúde das 
informações e comunicação relevantes para o exercício do controle social em saúde e para gestão participativa do 
SUS.

Tambem apoveitamos para socializar que ja chegou o material em DVD em consonancia com o curso e que estamos prontos a socializar com todos os conselheiros e conselheiras bem como qualquer ente da sociedade civil, poder publico e ou privado como forma de socialização da ação e controle social...
-- 
Ms. Ir. Omo Orisa  Marcello J.Rocha Fernandes, Mabosj - D*Olufom
kiumba  Esu Akirijèbó...


REDE MANDACARU BRASIL
RESISTÊNCIA EM TERRAS POTIGUARES NO NORDESTE E NO BRASIL A 23 ANOS:


" centro de resistencia cultura e educação: Ti Oluwa Ni Ile" Ilê Ilê Axé

segunda-feira, 29 de abril de 2013

A vítima, que é do Rio Grande do Norte, "Só escutei um nordestino", diz homem agredido por neonazistas neonazistas são presos em Niterói por agressão a nordestino, diz polícia Jovens tinham tatuagens de suásticas e levavam facas e taco de beisebol. Crime ocorreu próximo à estação das barcas, no Centro.


Neonazistas são presos em Niterói por agressão a nordestino, diz polícia:

"Só escutei um nordestino", diz homem agredido por neonazistas  ...

Jovens tinham tatuagens de suásticas e levavam facas e taco de beisebol.
Crime ocorreu próximo à estação das barcas, no Centro. 

A vítima, que é do Rio Grande do Norte, "Só escutei um nordestino", diz homem agredido por neonazistas

 

Neonazistas foram detidos neste sábado em Niterói após agressão a um nordestino (Foto: Ana Paula Santos / TV Globo)


27/04/2013 11h46 - Atualizado em 27/04/2013 18h27

Neonazistas são presos em Niterói por agressão a nordestino, diz polícia

Jovens tinham tatuagens de suásticas e levavam facas e taco de beisebol.
Crime ocorreu próximo à estação das barcas, no Centro.

Do G1 Rio
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Neonazistas foram detidos neste sábado em Niterói após agressão a um nordestino (Foto: Ana Paula Santos / TV Globo)Neonazistas foram levados para a delegacia neste sábado (Foto: Ana Paula Santos / TV Globo)
Um grupo de sete jovens neonazistas foi detido por guardas municipais por agredirem um nordestino no Centro de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, na manhã deste sábado (27). A polícia confirmou a prisão de seis deles, incluindo uma mulher, e a apreensão de um menor. Pedestres acionaram os agentes quando viram o grupo indo em direção à vítima com facas e um taco de beisebol.
O crime ocorreu na Praça Araribóia, nas proximidades da estação das barcas, uma das regiões mais movimentadas do município fluminense. Uma multidão se formou em volta dos jovens para impedir que a agressão continuasse.
A delegada adjunta da 77ª DP (Icaraí), Helen Sardenberg, que registrou o caso, informou que os jovens vestiam camisas com inscrições de um grupo neonazista e tinham tatuagens com o símbolo da suástica.
Sardenberg vai autuar o grupo por lesão corporal, mas ainda vai analisar se vai incluir crime racial na autuação. A vítima, que é do Rio Grande do Norte, segundo o registro policial, esteve na delegacia aparentemente sem lesões graves, de acordo com os policiais.
"Só não espancaram a vítima por que era de dia. A população agiu rapidamente chamando a guarda municipal", disse a delegada.

Com informações da Agência Brasil




"Só escutei um nordestino", diz homem agredido por neonazistas

domingo, 28 de abril de 2013

Recife-PE sedia terceiro seminário preparatório da Conferência de Igualdade Racial - ESTIVERAM PRESENTES NA PRE CONFERENCIA E SEMINARIO NACIONAL E CONFERENCIA REGIÃO NORDESTE SEPPIR NA TEMATICA: DESENVOLVIMENTO E TRABALHO PARA POPULAÇÃO NEGRA E AFRICANIDADES DO BRASIL EM RECIFE - PERNANBUCO..

ESTIVERAM PRESENTES NA PRE CONFERENCIA E SEMINARIO NACIONAL E CONFERENCIA  REGIÃO NORDESTE  SEPPIR  NA TEMATICA: DESENVOLVIMENTO E TRABALHO PARA POPULAÇÃO NEGRA E AFRICANIDADES DO BRASIL EM RECIFE - PERNANBUCO.. Recife-PE sedia terceiro seminário preparatório da Conferência de Igualdade Racial
   OS  LIDERES RELIGIOSOS DE MATRIZ AFRICANA DO RN:
  EKEDI ELIZABETH LIMA ONG KILOMBO RN E  A YALORIXÁ ELAINE DE OYA  DO INSTITUTO CASA DE OYA SAO GONÇALO DO AMARANTE - RN - COMISSÃO DE TERREIROS RELIGIOSOS E POVOS DE TERREIROS DO RN  E A YAO E CIENTISTA SOCIAL GISELMA D*OXUM REPRESENTANDO A JUVENTUDE NEGRA...
BABA OMO ORIXA OLUFON  FERNANDES JOSIMAR ROCHA - COMISSÃO DE TERREIROS RELIGIOSOS E POVOS DE TERREIROS DO RN - REDE MANDACARU BRASIL/CONEN/CENERAB/FORUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETNICO RACIAL DO MEC/SECADI - E TAMBEM CITAMOS A ROÇA JEJE OETOGUNDA NOSSA PRIMAZ PARCERIA...


NUMA FAÇANHA E COM MUITA VONTADE E ARTICULÃO ESTES REPRESENTANTES DO MOVIMENTO SOCIAL SE DIRIGEM A PERNANBUCO APOS VARIOS DIAS DE MUIA ARTICULAÇÃO E SEM RESPOSTAS DE MUITOS ORGÃOS FORA CONSEGUIDO ATRAVES DA REDE DE ATUAÇÃO E DA ONG KOLOMBO QUE CITANDO O VARIOS REPRESENTANTES CONSEGUI VEICULO E DESLOCAMENTO PARA O LOCAL ONDE ESTEVE PRESENTE A PROPRIA MINISTRA QUE RECEBEU E ACOLHEU A DELEGAÇÃO DO MOVIMENTO SOCIAL ONDE FORA EXPOSTOS A SITUAÇÃO DO ESTADO DO RN E O MOVIMENTO IGUALDADE RACIAL E SUA POLITICAS AFIRMATIVAS BEM COMO OS VARIOS TEMAS ENTRE ELES O FORUN EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETNICO RACIAL E A DESTRUIÇÃO DO PREDIO DA COEPIR O CONSELHO ESTADUAL DE POLITICAS DE IGUALDADE RACIAL  NO RN,CONSEPIR,  O PLANO ESTADUAL DE IGUALDADE RACIAL ENTRE OUTAS PAUTAS QUE A PROPRIA MINISTRA AFIRMOU QUE FARIA TUDO POSSIVEL...
BEM COMO AFIRMAMOS A PARCERIA COM COPIR (coordenadoria de igualdade  racial de pernanbuco) DE PERNANBUCO QUE EM MUITO NOS APOIO ESTA COMISSÃO  QUE COM MUITA LUTA E SAGACIDADE REAFIRMANDO O COMPROMISSO COM A FORMAÇÃO E ARTICULÇAO EM REDE PARTIU PARA PERNANBUCO MESMO SEM APOIO SOLICITADO JUNTO AO GOVERNO DO ESTADO...



O Seminário é o terceiro de uma série de discussões que acontece em todo o Brasil, com o objetivo de promover a reflexão e o diálogo sobre inclusão racial no país. Também integra a programação comemorativa dos dez anos de criação da SEPPIR e a etapa preparatória para a III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial – III CONAPIR, que acontece de 5 a 7 de novembro, em Brasília, com o tema Desenvolvimento e Democracia por um Brasil Afirmativo.
A ministra da SEPPIR, Luiza Bairros, participa da mesa de abertura ao lado de representantes do Governo do Estado, da Prefeitura Municipal de Recife, da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Justiça e do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR).

‘Trabalho e Desenvolvimento: Capacitação Técnica, Emprego e População Negra’ é o tema do seminário que a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR-PR) promove nesta sexta-feira, 26 de abril, de 9h às 18h, no Auditório do Hotel Jangadeiro, Av. Boa Viagem, n° 3114, em Recife-PE.



NA FOTO PAI JORGE ARRUDA COORDENADOR DA COPIR PERNANBUCO,, EKEDI EIZABETE, MINISTRA LUIZA BAIRROS SEPPIR, YAO GISELMA D*OXUN, OMO ORIXA FERNANDES JOSE OLUFOM







REDE MANDACARU BRASIL
RESISTÊNCIA EM TERRAS POTIGUARES NO NORDESTE E NO BRASIL A 23 ANOS:

" centro de resistencia cultura e educação: Ti Oluwa Ni Ile" Ilê Ilê Axé àrà-àiyé Omim ofa Orum fum fum Bara Lona...

BARA KETU E KETU, BARA EXU OMO...

MENBRO DA EXECUTIVA RN COORDENAÇÃO POTIGUAR DAS ENTIDADES DO MOVIMENTO NEGRO RN 

MENBRO DA EXECUTIVA DO CENTRO NACIONAL DE ENTIDADES AFRO E AFROBRASILEIRAS

COORDENAÇÃO COLEGIADA DO FORUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETINICO RACIAL MEC/SECADI

MENBRO DA EXECUTIVA DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE TEOLOGOS AFROINDIGENAS DA AMERICA LATINA

MENBRO DA MOBILIZAÇÃO HEPAIDS DO MUNICIPIO DE NATAL E DA PROGRAMA ESTADUAL DO RN E MINISTERIO DA SAUDE

MENBRO DA EXECUTIVA DA  COMISSÃO DE TERREIROS E RELIGIOSOS DE AFRO E DE TERREIROS DO RN

MENBRO DA FRENTE PRO OPERACIONALIZAÇÃO DE ATENÇÃO A POPULAÇÃO CARCERARIA E SEMIRECLUSA DO RN

MENBRO DA FRENTE FEDERAL DE MOBILIZAÇÃO NACIONAL - COEP NACIONAL

PARCEIRO DA MOBILZAÇÃO AMAZONIA NEGRA E DISCRIMINAÇÃO RACIAL DO SUL

MENBRO DA FRENTE NACIONAL AFRO LGBTT

MENBRO DA FRENTE NACIONAL DE HOMENS DO AXE

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