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domingo, 2 de dezembro de 2012

RN ESTAGNADO EM NUMEROS OFICIAS COMPROVAM SERA QUE É DESCASO POLITCO NOS ULTIMOS VINTE ANOS - ALTERNANCIA DE CACIQUES NO PODER E ESTADO E UM DOS PIORES EM EQUIDADE E DISTRIBUIÇÃO DE RENDA DO BRASIL ATRAS PARTICAMENTE DO PIAUI, MARANHÃO E ALAGOAS OUTROS REDUTOS DE FAMILIAS POLITICAS


O Rio Grande do Norte, que registra o menor ritmo de crescimento econômico entre os estados da região Nordeste, nos últimos 20 anos é também, segundo dados da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), o que menos registrou mudanças nas desigualdades sociais, no mesmo período. Embora com crescimento da classe média e a redução da baixa, o Estado manteve ao longo da última década a mesma estratificação, com a maior classe alta do Nordeste. O cenário é considerado pelo ministro Moreira Franco, da SAE, como "positivo e preocupante". "O Estado fez esse movimento de crescer sem mudar a desigualdade. É hora de aproveitar o dado positivo para melhorar o perfil da desigualdade do Estado. Este é o grande desafio do Rio Grande do Norte: colocar ainda mais gente na classe média e reduzir a baixa", disse. Em visita a Natal, esta semana onde ministrou palestra sobre "O potencial da classe média brasileira e a importância em formular políticas públicas mais direcionadas para esse estrato social", ele analisou a evolução do país, a situação do Estado e as políticas públicas necessárias para conseguir melhor distribuição de renda. Confira a entrevista:
Júnior SantosEntrevista Moreira franco, ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República

Que potencial é esse da classe média brasileira?
A experiência que o Brasil teve nos últimos anos é referência mundial. Está comprovado que as sociedades com menor desigualdades sociais são mais robustas. Têm mais condições de enfrentar as dificuldades econômicas que o mundo vive. Depois da década de 1980, a sociedade americana passou por uma processo de  concentração de renda brutal, mudando o padrão americano econômico que se sustentava em uma classe média muito sólida. Hoje está muito enfraquecida, a ponto da campanha do presidente Barack Obama ser feita em cima do restabelecimento dessa classe média. O que prova que o Brasil vem há algum tempo andando na mão da história, enquanto os países mais ricos, que vivem em crise, estão na contramão.



O que leva esse bom posicionamento do país?
Acontece por questões objetivas. A primeira é se colocar no macroeconômico. Depois de se restabelecer, de ter moeda, o real, conseguimos transformar como bandeira da sociedade brasileira o combate tenaz à inflação. A sociedade não quer mais a inflação, quer estabilidade financeira e para isso precisa de um equilíbrio fiscal e câmbio sob controle. Hoje, o Brasil teme essa condição. Quando o presidente Lula assumiu, ele promoveu uma mudança de orientação na política econômica nacional. Ao invés de 'crescer para depois distribuir', substituiu pelo 'crescer distribuindo'. No princípio, ele (o presidente Lula), achava que a questão era a fome e lançou  programas de combate à fome. Mas, rapidamente, ele percebeu que a questão é renda. É trabalho. Então, estamos há dez anos preenchendo as condições para ter não só uma diminuição das desigualdades sociais, como também o acesso de centenas de milhões de brasileiros a padrões de vida, de consumo, que abre o mercado. Pessoas que antes eram invisíveis, passaram pela força do trabalho, pela renda, a ser um consumidor e assim a ser visto e cuidado. Essa classe média é maioria hoje da população.

Como está a distribuição das classes no país?
Hoje 52% da população brasileira está na classe média, 20% na alta e 28% na baixa. Cerca de 32 milhões de brasileiros passaram a integrar a classe média.

Isso representa também melhor distribuição de renda?
A estrutura de renda no Brasil ainda é muito injusta. Somente 0,2% da sociedade brasileira tem renda familiar per capita acima de R$ 10 mil até 40 mil. Outros 10% da sociedade brasileira tem renda familiar per capita de R$ 1,5 mil. Mesmo assim movimenta a economia. As pessoas ficam impressionadas como fazendo parte de um grupo social com renda familiar per capita entre R$ 251,00 e R$ 1.119,00, um segmento considerado pobre colocou na economia este ano, mais de R$ 1 trilhão. Ou seja, essa parcela está consumindo o que consome a classe alta brasileira. Mas não é só isso. A distribuição de renda no mundo também é injusta. Só 18% da população mundial vive com renda acima de  R$ 1.019,00, outros 54% vivem com renda familiar per capita abaixo de R$ 291. Ou seja, a situação da classe média brasileira em comparação com a situação mundial é confortável e permite que se coloque esse montante (R$ 1 trilhão) na economia.

O que levou a essa elevação da classe C?
Na secretaria temos um grande volume de informações em relação a classe média brasileira. Chegamos a constatações. Primeiro que existem pré-condições. Para que o crescimento desse segmento exista é preciso ter a inflação controlada e valor real do salário mínimo crescente. Do ponto de vista econômico, é necessário ter políticas econômicas de manutenção desses dois fatores. Para isso, para um aumento real do salário mínimo é preciso ter  produtividade e não só uma política de salário mínimo. Esse aumento vem com o aumento da produtividade, da capacidade de colocar mais renda e mais riqueza na economia. A medida que isso acontece, com o número permanente de pessoas trabalhando o mesma número de hora há condições de dividir melhor essa renda, sem que a economia seja prejudicada. Ou seja, precisamos manter a inflação baixa, manter uma política de aumento do salário mínimo crescente e aumentar a produtividade.
Júnior SantosA classe média fortalecida se deu onde havia mais desigualdade, segundo o ministro.A classe média fortalecida se deu onde havia mais desigualdade, segundo o ministro.

E qual o caminho para conseguir isso?
Qualificação. A produtividade é a capacidade do trabalhador de trabalhando o mesmo período de tempo conseguir gerar mais renda, mais riqueza. Isso é o que permite ter uma sociedade rica. Fora isso, há um quarto ponto.

Qual?
Manter o aumento do emprego formal e continuar distribuindo renda. É fundamental que você tenha uma situação favorável a estar permanentemente incorporando novos segmentos, novos grupos sociais ao mercado de consumo, ao mercado de trabalho formal e ao empreendedorismo, ou seja, a capacidade de produzir riqueza.

Essa melhoria na classe média é mais forte em que regiões do país?
É curioso que a classe média fortalecida se deu em áreas onde havia uma desigualdade maior. A situação do Nordeste hoje  é melhor que no Sudeste, onde já era fortalecida. Os efeitos econômicos e sociais ocorridos nos últimos anos são mais visíveis, mais vigorosos que lá, no Nordeste do que lá no Sudeste. 

O Rio Grande do Norte, segundo o IBGE, tem o menor ritmo de crescimento econômico, menor PIB, do Nordeste nos últimos dez anos. Isso também se reflete na  estratificação social?
 O Rio Grande do Norte tem uma situação muito peculiar, que é positiva mas também preocupante. Nesses últimos dez anos, houve aqui no Estado uma redução da classe baixa e um aumento da classe média em níveis mais elevados até que a média nacional.  Contudo, se você compara com os outros estados da região, se percebe que o Rio Grande do Norte teve um crescimento econômico mas com a menor redução de desigualdades sociais no Nordeste.  Os outros estados cresceram e reduziram a desigualdade. O RN é o único em que não ocorreu uma mudança na estratificação das classe. Assim como há dez anos, continua com a maior classe alta e a maior classe média do Nordeste. O estado fez esse movimento sem mudar essa desigualdade. É hora de aproveitar o dado positivo para melhorar o perfil da desigualdade do Estado. Este é o grande desafio do Rio Grande do Norte é colocar ainda mais gente na classe média e reduzir a baixa.

Quais políticas públicas são necessárias?
É preciso ter em mente que não é só uma questão assistencialista, mas sobretudo de garantir um ambiente econômico estimulador a atividade produtiva.

Políticas de planejamento regional, investimentos em  infraestrutura?
Sim. Políticas inclusivas, de desenvolvimento inclusivo que sejam customizada. É preciso estimular atividades de diversos segmentos para mulheres, para pessoas que estão na informalidade, em serviços, em produção de alimentos. Uma política para qualificar, treinar essas pessoas  e desenvolver arranjos produtivos locais que possa se tornar produtores de riqueza. No Brasil há uma ambiente favorável a circulação de riqueza produtiva. Se uma mulher resolve fazer doces, se for empreendedora, ela tem como gerar riqueza não só para ela. Mas o conjunto da sociedade se beneficia e isso que faz com que a renda seja distribuída e diminua a desigualdade social.

Estas são as áreas que mais precisam de atenção aqui no Rio Grande do Norte?
Verificamos aqui a necessidade de o fortalecimento da agricultura familiar com incremento dessas políticas. Porque tem um ambiente favorável na região, o Piauí é exemplo disso. Precisa de mais incentivo ao emprego formal, políticas para qualificar e certificar profissionais. E tudo para aumentar a produtividade. Mas a situação do Estado ressalto é muito positiva já que tem a maior classe alta do Nordeste. 

Mas o senhor considera também preocupante. O que os outros fizeram, que  o Estado ignorou para reduzir as desigualdades?
Os outros estimularam o empreendedorismo, os arranjos produtivos locais, os cursos de qualificação. 


Mais políticas públicas de geração de emprego e renda?
Hoje, construir um grande empreendimento industrial não tem mais o mesmo envolvimento econômico que se obtém quando se coloca uma comunidade inteira, uma pequena cidade do interior inteira gerando renda. O que se precisa entender que esta ascensão de 32 milhões de brasileiros à classe média se deu pela renda do trabalho, não foi política assistencial que promoveu esse movimento, mas o trabalho. A oposição  perdeu um tempo imenso discutindo porta de saída para o Bolsa Família. Hoje se você compara o que o 13º salário coloca na economia com o que o aumento do Bolsa Família põe, o deste último é irrelevante. A melhoria da classe média brasileira se deu e dá, por força de emprego e renda. E efetivamente no Brasil  houve aumento nessa renda, no poder aquisitivo. Para se manter uma ciclo virtuoso é preciso educação. 

Educação é o grande desafio?
Sim, o maior. O grande desafio é educação para diminuir as desigualdades. Ter terra e equipamento já foi fatores essenciais para produzir bem. Hoje não são mais, se tiver esses dois e não tiver o domínio da tecnologia se perde em capacidade  competitiva e o negócio sai debilitado. 

Houve uma forte migração da classe C, acontece o mesmo com as classes D e E?
É preciso políticas públicas para estes segmentos, que sozinhos não conseguem. Abrir a possibilidade de crédito na economia é sempre positivo, com efeito de curto prazo muito grande. Mas só haverá efeito de médio e longo se conseguir que esse recurso sirva prioritariamente para financiar atividades produtivas, que enrobustece uma sociedade.

O país estava preparado para essas mudanças nas classes sociais?
Claro, ninguém aguentava mais a pobreza.

Mas estava estruturado?
É como a vida da gente, quando tem mudanças negativas ou positivas, você tem que se adequar. Agora é esse momento de adequar. De melhorar a educação brasileira, de incentivar o ensino, a qualificação, de financiar a pesquisa, a inovação científica. Com o Enem, você percebe onde tem boas escolas e com o vestibular unificado vai ter a possibilidade de ter os melhores alunos do país escolher as melhores escolas. Daqui a dez anos, as universidade do Rio de Janeiro, minha terra, estará ocupada majoritariamente por estudantes de outros estados.

Qual a situação do Estado em relação ao conjunto Brasil?
Em relação a remuneração média mensal para ocupados, no Brasil é de R$ 1.296,00, e no Rio Grande do Norte é de R$ 965,00. Para empregados com carteira assinada, o Brasil tem uma remuneração média de R$ 1.330,00 e o Rio Grande do Norte é de R$ 946,00. Veja que essa remuneração de empregados com carteira é menor até que no Nordeste de R$ 1.011,00. Aliás, é o menor da região, do que no Ceará, na Paraíba e em Sergipe. E isso é um problema. Porque é essa renda que estimula o consumo, estimula o PIB, o crescimento dessa economia. Em empregados sem carteira, a remuneração média no Brasil  é de R$ 785,00, no Nordeste de R$ 555,00 e no Rio Grande do Norte R$ 567,00, na média regional. Para o trabalhador por conta própria, no Brasil é de R$ 1.246,00 e no Estado de R$ 868,00.

Os desempenhos são sempre abaixo, distantes da média nacional. Por quê?
O Rio Grande do Norte tem uma liderança política muito atuante, muito combativa, muito identificada com os problemas locais, agora é necessário que se veja no conjunto das transformações que ocorrem no Brasil. Nesse sentido, o Rio Grande do Norte, eu diria, está desnecessariamente distante.


RN É O 3º ESTADO COM MAIOR DESIGUALDADE

Apesar dos programas de inclusão social criados na última década e da recuperação do poder de compra do salário mínimo, o fosso da desigualdade entre ricos e pobres ainda é profundo no Rio Grande do Norte. O rendimento per capita médio de um domicílio ocupado pelos 20% mais ricos da população é 19,34 vezes maior que a média de rendimento dos 20% mais pobres. A relação entre os rendimentos de ricos e pobres no RN é o terceiro pior do Brasil, atrás apenas do Distrito Federal (24,78) e do Maranhão (20,53). Em valores do ano passado, R$ 106,11 para pobres e R$ 2.052,58 para ricos. As informações são do IBGE, que ontem divulgou a “Síntese de Indicadores Sociais – uma análise das condições de vida da população brasileira”.
O estudo mostra uma série de obstáculos que o poder público terá de enfrentar, a começar pela adoção de programas de geração de empregos e pela melhoria da educação. De acordo com o estudo, 30,2% da população norte-rio-grandense na faixa etária entre 18 e 24 anos não trabalha nem estuda. Isso equivale a 114 mil jovens. Uma síntese do estudo feita pela Supervisão de Disseminação de Informações do IBGE/RN, chama atenção para um dado que eles classificam como “alarmante”. “Cerca de 19,5% das pessoas com 25 anos ou mais tem, no máximo, um ano de instrução, o que significa em torno de 370 mil pessoas. É uma situação melhor que a do cenário nordestino (26,1%), porém pior que a média nacional (15,1%).

sábado, 1 de dezembro de 2012

Ficamos honrado em Noticiar esta maravilhosa noticia é um reconhecimento público de um cidadão que luta por Natal e pela zona norte a quase 30 anos, nesta data o nosso Sr. Jose Bezerra "GRILO" educador social e liderança comunitária de Natal - RN, Parceiro de Nossa REDE MANDACARU BRASIL e atual presidente do Conselho comunitário do Parque dos Coqueiros, fora agraciado com comenda de honra ao mérito como cidadão Natalense e Potiguar sendo reconhecido por relevantes serviços comunitários e como amigo da instituição PM/RN ...


Ficamos honrado em Noticiar esta maravilhosa  noticia é um reconhecimento público de um cidadão que luta por Natal e pela zona norte a quase 30 anos, nesta  data o  nosso  Sr. Jose  Bezerra "GRILO"  educador social e liderança comunitária de Natal - RN, Parceiro de Nossa REDE MANDACARU BRASIL e  atual presidente do Conselho comunitário do Parque dos Coqueiros, fora agraciado com comenda de honra ao mérito como cidadão Natalense e Potiguar  sendo reconhecido por relevantes  serviços  comunitários e como amigo da instituição PM/RN o reconhecimento fora realizado  Pela gloriosa Policia Militar do estado do RN,  a varias personalidades. Grilo recebe então das mãos do atual comandante da policia Militar do RN o coronel Francisco Caninde de Araujo e da governadora do estado do RN, a referida comenda que fora realizada em grande cerimonia  no centro de convenções do estado do RN em Natal - RN, aos 23 de novembro de 2012. 













Conheça a História da PMRN



A polícia no RN, antes da criação do Corpo Policial, era exercida pelos oficiais do Senado da Câmara. Os soldados, antes da construção do Quartel em 1813, eram aquartelados no Forte e moravam pela cidade e Ribeira, mas não lhe cabia policiamento nem repressão. O cidadão que deveria realizar a defesa de seus bens ou lamentar suas perdas.


No RN, o Presidente da Província, Basílio Quaresma Torreão, alegando as desordens e o derramamento de sangue que ocorria em PE, e temendo que esses desmandos atingissem o RN, apresentou ao Conselho Geral da Província um projeto para a criação de um "Corpo de Cavaleiros", com a missão de acudir em todas as partes onde houvesse necessidade. Aceita a proposta e modificada a sua denominação, o Conselho Geral criou o Corpo Policial da Província, pela Resolução de 27 de junho de 1834, aprovada pelo art. 4º da lei de 04 de abril de 1835: "o Governo porá em efetividade com urgência o Corpo de Polícia com o mesmo número de praças, marcado pelo extinto Conselho da Presidência". Contava, apenas, com 40 praças.



Em 7 de setembro de 1836, o então presidente João José Ferreira de Aguiar, na sua "fala" aos deputados provinciais, apresentou um projeto de lei com o seguinte preâmbulo: "fica criada nesta província uma Força Policial com a denominação de Corpo Policial da Província do RN". Elevava o efetivo policial para 120 homens, número considerado indispensável para o policiamento da Capital e do Interior.



O projeto foi aprovado pela Resolução nº 24, de 04 de novembro de 1836, dispondo no seu art. 1º que "a força policial desta Província terá a denominação de Corpo Policial do RN", com 70 praças: um 1º e um 2º comandante, um 1º e um 2º sargento, um furriel, três cabos, dois cornetas e 60 soldados.



Comemorava-se, oficialmente, o aniversário da PMRN em 04 de novembro. Porém, conforme atesta Cascudo e documentos oficiais, a data histórica de criação da PMRN é 27 de junho de 1834.



Dessa forma, o atual governador, Iberê Ferreira, assinou o Decreto nº 21.705, no último dia 21, reconhecendo a data de criação e a data de organização da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, como sendo 27 de junho de 1834 e 04 de novembro de 1836, respectivamente.



Outras denominações da PMRN



O primeiro comandante do Corpo Policial foi o Capitão Antônio José de Moura (1836-1838). Em 1892, o Corpo Policial passa a ser "Corpo Militar de Segurança"; em 1894 torna-se "Batalhão de Segurança"; em 1923, "Polícia Militar"; em 1930, "Regimento Policial Militar"; em 1939, "Força Policial"; e, finalmente, em 1947, "Polícia Militar do Rio Grande do Norte".


reutilizando pneus para canteiro...

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

ME POUPE DE SUA FALSIDADE QUE EU TE POUPO DE MINHA MACUMBA...

QUEM NAO RESPEITA A FE ALHEIA ESTA PRESO A SUA PROPRIA IGNORANCIA...

TRAZEMOS A PESSOA AMADA DE VOLTA - MAS DEPEDEMOS DE VOCÊ SEJA UM DOADOR DE ORGÃOS E TECIDOS, OSSOS....






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Presidência da RepúblicaCasa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
 
Altera a Lei no 10.836, de 9 de janeiro de 2004, para ampliar a idade limite de crianças e adolescentes que compõem  as unidades familiares beneficiárias do Programa Bolsa Família elegíveis ao recebimento do Benefício para Superação da Extrema Pobreza, e dá outras providências.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:  
Art. 1o  A Lei no 10.836, de 9 de janeiro de 2004, passa a vigorar com as seguintes alterações:  
“Art. 2o ...........................................................................
..............................................................................................
IV - o benefício para superação da extrema pobreza, no limite de um por família, destinado às unidades familiares beneficiárias do Programa Bolsa Família e que, cumulativamente:
a) tenham em sua composição crianças e adolescentes de zero a quinze anos de idade; e
..............................................................................................
§ 15.  O benefício para superação da extrema pobreza corresponderá ao valor necessário para que a soma da renda familiar mensal e dos benefícios financeiros supere o valor de R$ 70,00 (setenta reais) per capita.
§ 16.  Caberá ao Poder Executivo ajustar, de acordo com critério a ser estabelecido em ato específico, o valor definido para a renda familiar per capita, para fins do pagamento do benefício para superação da extrema pobreza.” (NR) 
“Art. 6o ........................................................................... 
Parágrafo único.  O Poder Executivo deverá compatibilizar a quantidade de beneficiários  e de benefícios financeiros específicos do Programa Bolsa Família com as dotações orçamentárias existentes.” (NR) 
Art. 2o  Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. 
Brasília, 29 de novembro de 2012; 191o da Independência e 124o da República. 
DILMA ROUSSEFFGuido Mantega
Miriam Belchior
Tereza Campello
Este texto não substitui o publicado no DOU de 30.11.2012

O livro da teóloga censurado pelos bispos dos EUA


O livro da teóloga censurado pelos bispos dos EUA

Ir. Elizabeth Johnson, CSJ é uma ilustre professora de Teologia da universidade jesuíta Fordham, de Nova York. Ela também é autora de um livro que a Comissão de Doutrina dos bispos norte-americanos denunciou, na última semana, por conter "imprecisões, ambiguidades e erros". Quest for the Living God foi publicado em 2007. Agora, sua editora, Continuum, estão vendo um ressurgimento do interesse – e das vendas – do livro.
A popular visão deísta de Deus

Há um território assentado a partir do qual a busca do Deus vivo se estabelece em nossos dias. Herdada dos séculos recentes, essa visão prevê Deus a partir do modelo de um monarca, no pico da pirâmide do ser. Sem consideração a Cristo ou ao Espírito, ela enfoca o que a teologia trinitária chama de "primeira pessoa", um único indivíduo poderoso que habita no alto, governando o cosmos e julgando a conduta humana.

Mesmo quando esse Ser Supremo é retratado com uma atitude benevolente, o que o melhor da teologia faz, "Ele" – pois é sempre o homem dominante que defende essa ideia – está essencialmente remoto.

Às vezes, ele intervém para afetar as leis da natureza e opera milagres, às vezes não. Embora ele ame o mundo, ele permanece incontaminado pela sua desorganização. E esse distante legislador senhorial sempre se encontra no cume do poder hierárquico, reforçando estruturas de autoridade na sociedade, na Igreja e na família.

Sem estereótipos indevidos, é justo dizer que essa é a imagem que prevalece no discurso público comum e na mídia da cultura ocidental. Ela oferece o realce para o ateísmo moderno, que nega que tal Ser Supremo exista (p. 14).

A Trindade e a Igreja

No trabalho pioneiro God for us [Deus para nós], Catherine LaCugna (...) desenha uma parábola que começa no topo da página com o Deus oculto no céu, que desce a página ao longo do tempo e faz algumas voltas para voltar até o topo da página novamente, atraindo todas as coisas de volta para a comunhão divina.

Isso delineia um verdadeiro diagrama da Trindade, pois a revelação de "Deus para nós" nos dá fundamentos para pensar que não há um Deus simplesmente existente que não seja ao mesmo tempo relacional. Porque o fato de Deus "existir" significa "estar em relação".

Consequentemente, uma análise mais aprofundada da vida íntima da Trindade à parte da preocupação salvífica pelo mundo é uma distração. Afirmações metafísicas sobre a vida íntima de Deus, se forem necessárias, devem funcionar diretamente com relação à obra redentora de Deus. Senão, a feliz verdade trazida pelo monoteísmo trinitário é traída. (p. 215)

Atitudes e práticas profundamente prejudiciais têm surgido na Igreja e na sociedade porque um grupo se imagina superior a outro. A estratificação resultante do poder, com alguns dominante e alguns subordinados, molda as instituições do racismo, do sexismo, do clericalismo eclesiástico e da destruição da terra, entre outros pecados perniciosos.

As ideias revitalizadas da Trindade esclarecem que, longe de existir como um monarca que governa em um esplendor isolado e que domina sobre os outros, o Deus vivo é uma comunhão transbordante de amor que se entrega. A importância prática dessa proposta reside na forma como ela expõe a perversão do patriarcado, do racismo e de outros padrões pecaminosos.

Como essas rupturas na comunidade opõem-se totalmente à própria forma de Deus se relacionar, as pessoas de fé têm razões de sobra para se comportar de outra forma.

A identidade da Igreja e da missão centram-se nesse ponto. Chamada a ser sacramento da salvação do mundo, a Igreja deve ser um símbolo vivo da comunhão divina, que se volta para o mundo por meio de um amor inclusivo e compassivo. Apenas uma comunidade de pessoas iguais relacionadas em profunda mutualidade, derramando louvores a Deus e cuidados ao mundo em necessidade, apenas tal Igreja corresponde ao Deus trino que ela se propõe a servir (p. 223).

Salvação e outras religiões

De uma forma problemática, a teologia frequentemente subordinou a missão do Espírito a Cristo, ligando muito estritamente, assim, a salvação à Igreja, que leva adiante a missão de Cristo no mundo. Na verdade, a Palavra de Deus crucificada e ressuscitada e a Igreja que proclama a misericórdia de Deus nEle são normativas e constitutivas para a salvação de todos.

Em Jesus Cristo, a atividade salvífica de Deus alcança a sua maior intensidade na história concretamente. Mas a manifestação da presença e da atividade de Deus nas religiões não pode ser limitada ao que foi revelado em Jesus Cristo e proclamado pela Igreja. Embora tal manifestação nunca seria contraditória com a revelação cristã – Deus é fiel e não tem duas caras –, ela pode ser diferente.

Michael Amaladoss, da Índia, coloca desta forma: "O Espírito é o Espírito de Jesus. Mas ele não repete simplesmente o que Jesus fez na comunidade cristã. Caso contrário, as outras religiões não seriam diferentes...".

Por muitos séculos, a teologia rejeitou outras religiões como invenções pagãs ou se dignou, no máximo, a considerá-las como formas deficientes que as pessoas tinham para cambalear rumo ao divino. O encontro dialógico atual com as outras religiões leva a uma visão diferente. Assumindo que a presença real da graça e da verdade só pode ter uma origem divina, o religioso pode ser visto como obra de Deus.

Nelas, vemos um primeiro vislumbre da generosidade transbordante do Deus vivo, que foi derramada sobre as pessoas abandonadas, mas que concedeu o amor divino a todas as culturas.

Essa é a graça do nosso tempo: encontrar múltiplas tradições religiosas amplia o horizonte em que entrevemos a plenitude amorosa de Deus. Assim, somos capacitados a nos aproximar do mistério cada vez mais profundamente. Nas palavras de Jacques Dupuis, "pode-se encontrar muito mais verdade e graça divinas em toda a história das relações de Deus com a humanidade do que simplesmente na tradição cristã" (p. 162-163).

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