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sábado, 4 de junho de 2011

Gilberto Gil '' Superhomem a canção '' ( anos 80 )

Gilberto Gil '' Superhomem a canção '' ( anos 80 )

Gilberto Gil-Super homem a canção_xvid.avi

AIDS/SIDA DE TODOS OS DIAS...



Nações Unidas (AE) - Cerca de 7 mil pessoas são infectadas pelo vírus da aids a cada dia e cerca de metade dos 34 milhões de contaminados não sabem que têm o vírus, afirma um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado para marcar os 30 anos da descoberta da doença. O Programa Conjunto da ONU para HIV/ AIDS (Unaids) disse que mais dinheiro, menos desperdício e programas mais inteligentes são urgentemente necessários para consolidar os ganhos feitos na guerra contra a doença.

DivulgaçãoBan Kimoon pede mais dinheiro para pesquisas científicasBan Kimoon pede mais dinheiro para pesquisas científicas
O relatório destaca o progresso espetacular feito nos 30 anos desde que epidemiologistas, num estudo divulgado em 5 de junho de 1951, descreveram o caso de cinco jovens homossexuais cujos sistemas imunológicos haviam sido destruídos. Mas a Unaids disse que cerca de 34 milhões de pessoas viviam com o HIV no final de 2010 e que cerca de 30 milhões morreram em decorrência da síndrome da imunodeficiência adquiria, ou aids, nas últimas três décadas.

O nível de novas infecções pelo HIV, que causa a aids, caiu. Mas a agência da ONU diz que "o número total de infecções pelo HIV continua alto, em cerca de 7 mil por dia". A Unaids também acredita que cerca de metade dos infectados não sabe que tem a doença. "É um problema grave, é uma questão muito grave", disse Michel Sidibé, diretor executivo da Unaids no lançamento do relatório "Aids aos 30: nações na encruzilhada".

Sidibé disse que os dados preocupantes provam a necessidade de uma escala mais ampla de exames que reduzam o nível de infecção. "O número de pessoas que se infecta e morre está caindo, mas os recursos internacionais necessários para sustentar este progresso têm caído pela primeira vez em dez anos, apesar das enormes necessidades não atendidas", advertiu o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon no relatório que foi divulgado antes da reunião sobre aids que será realizada na sede da ONU, na semana que vem. "Temos um longo caminho para evitar novas infecções pelo HIV, encerrar a discriminação e aumentar o tratamento, cuidado e apoio", disse ele.

A Unaids apresentou um quadro com cada retrocesso e os últimos sucessos na luta contra a doença. Destacou em particular os "dramáticos ganhos" no acesso aos remédios contra a doença para pacientes em países pobres. No final de 2010, 6,6 milhões de pessoas em países com renda baixa e média tinham acesso ao tratamento, diz o documento. Isso representa um aumento de 1,4 milhão em relação a 2009 e um número 22 vezes maior do que em 2001, "uma amostra viva do poder da solidariedade internacional, abordagens inovadoras e respostas centradas nas pessoas".

Por outro lado, o registro global ainda não alcança o objetivo de "acesso universal" que a ONU previa para 2010. O prazo acabou e mais 9 milhões de pessoas infectadas ainda precisam de tratamento. Entre 2001 e 2009, os recursos para países pobres se multiplicou por dez, de US$ 1,6 bilhões para US$ 15,9 bilhões anuais.

Mas a elevação mascara uma estagnação que começou com a crise financeira de 2008 nos países ocidentais e que fez com que os maiores contribuintes começassem a apertar seus cintos. Só os Estados Unidos foram responsáveis por US$ 3,765 bilhões para os programas para aids em 209, seguidos pela Grã-Bretanha com US$ 658 milhões e a Holanda, com US$ 389 milhões, embora a Dinamarca tenha doado mais em porcentual do seu PIB. O relatório também aponta o dedo para países que fizeram muito pouco para prevenir novas infecções ou não souberam gastar os recursos para que houvesse um grande impacto.

O nível de novas infecções caiu para cerca de 25% na última década, diz o relatório. A Índia tem o maior número de pessoas vivendo com o HIVno mundo e a África do Sul tem o número mais alto na África, mas o nível de novas infecções na Índia caiu 50% na última década e na África do Sul em mais de 35%.

Reunião de emergência discute E.coli

Bruxelas (AE) - Os ministros de Agricultura da Europa devem ser convocados para uma reunião emergencial em Luxemburgo no dia 17 de junho, na qual discutirão as consequências do surto da bactéria Escherichia coli (E.coli) para produtores de vegetais e frutas da União Europeia (UE). A Hungria, que atualmente detém a presidência rotativa da UE, informou que pretende realizar uma reunião ministerial extraordinária. Diplomatas citam 17 de junho como data provável, mas dizem que a decisão final será tomada "até segunda ou terça-feira."

"A presidência húngara da UE pretende convocar uma reunião extraordinária perto desta data", afirmou o porta-voz da Hungria, Marton Hajdu, à agência France Press. Outro diplomata afirmou que havia "uma chance de 95% de a reunião ser convocada "

A Comissão Europeia pode pedir que os ministros considerem uma ajuda aos produtores que sofrem com a repentina perda de apetite por frutas e vegetais após a morte de ao menos 19 pessoas com o surto da bactéria.

O comissário de Agricultura, Dacian Ciolos, prometeu na terça-feira avaliar um possível apoio aos agricultores, mas alertou que a ajuda seria "limitada."

Na cidade de Hamburgo, no norte da Alemanha, um médico sênior afirmou nesta sexta-feira que a situação parece estar se estabilizando. Enquanto isso, o Líbano se juntou à Rússia ao proibir a importação de vegetais cultivados na UE, medida que atraiu críticas ferozes do braço executivo do bloco europeu. A comissão exigiu que ambos os países revoguem imediatamente as restrições. Em Moscou, a UE afirmou que o embargo adotado pelo governo russo contraria os esforços para aderir à Organização Mundial de Comércio (OMC).

Contudo, o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, alertou ontem que não permitirá que a população seja contaminada por causa da OMC. O premiê afirmou que checará a validade da proibição imposta aos vegetais da

União Europeia, mas manifestou perplexidade com a ideia de que a medida contraria o espírito de adesão ao órgão de comércio. "Eu não sei qual espírito isso contraria", disse Putin em comentários transmitidos pela emissora estatal de televisão.

crime de racismo




O crime de racismo, disposto no artigo 20 da Lei 7716/89, prevê pena de 1 a 3 nos de prisão e multa. Entretanto, de acordo com o parágrafo 2º do mesmo artigo, se o crime é cometido mediante o uso de meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza, como ocorreu no caso de Mayara, a pena prevista é de 2 a 5 anos de prisão e multa.

HEREGE PELA GRAÇA DE DEUS....

“Deus nos livre de um Brasil evangélico.” Quem afirma é um pastor, o cearense Ricardo Gondim. Segundo ele, o movimento neopentecostal se expande com um projeto de poder e imposição de valores, mas em seu crescimento estão as raízes da própria decadência. Os evangélicos, diz Gondim, absorvem cada vez mais elementos do perfil religioso típico dos brasileiros, embora tendam a recrudescer em questões como o aborto e os direitos homossexuais. Aos 57 anos, pastor há 34, Gondim é líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela Universidade Metodista. E tornou-se um dos mais populares críticos do mainstream evangélico, o que o transformou em alvo. “Sou o herege da vez”, diz na entrevista a seguir.

CartaCapital: Os evangélicos tiveram papel importante nas últimas eleições. O Brasil está se tornando um país mais influenciável pelo discurso desse movimento?

Ricardo Gondim: Sim, mesmo porque, é notório o crescimento do número de evangélicos. Mas é importante fazer uma ponderação qualitativa. Quanto mais cresce, mais o movimento evangélico também se deixa influenciar. O rigor doutrinário e os valores típicos dos pequenos grupos se dispersam, e os evangélicos ficam mais próximos do perfil religioso típico do brasileiro.

CC: Como o senhor define esse perfil?

RG: Extremamente eclético e ecumênico. Pela primeira vez, temos evangélicos que pertencem também a comunidades católicas ou espíritas. Já se fala em um “evangelicalismo popular”, nos moldes do catolicismo popular, e em evangélicos não praticantes, o que não existia até pouco tempo atrás. O movimento cresce, mas perde força. E por isso tem de eleger alguns temas que lhe assegurem uma identidade. Nos Estados Unidos, a igreja se apega a três assuntos: aborto, homossexualidade e a influência islâmica no mundo. No Brasil, não é diferente. Existe um conservadorismo extremo nessas áreas, mas um relaxamento em outras. Há aberrações éticas enormes.

CC: O senhor escreveu um artigo intitulado “Deus nos Livre de um Brasil Evangélico”. Por que um pastor evangélico afirma isso?

RG: Porque esse projeto impõe não só a espiritualidade, mas toda a cultura, estética e cosmovisão do mundo evangélico, o que não é de nenhum modo desejável. Seria a talebanização do Brasil. Precisamos da diversidade cultural e religiosa. O movimento evangélico se expande com a proposta de ser a maioria, para poder cada vez mais definir o rumo das eleições e, quem sabe, escolher o presidente da República. Isso fica muito claro no projeto da Igreja Universal. O objetivo de ter o pastor no Congresso, nas instâncias de poder, é o de facilitar a expansão da igreja. E, nesse sentido, o movimento é maquiavélico. Se é para salvar o Brasil da perdição, os fins justificam os meios.

CC: O movimento americano é a grande inspiração para os evangélicos no Brasil?

RG: O movimento brasileiro é filho direto do fundamentalismo norte-americano. Os Estados Unidos exportam seu american way oflife de várias maneiras, e a igreja evangélica é uma das principais. As lideranças daqui leem basicamente os autores norte-americanos e neles buscam toda a sua espiritualidade, teologia e normatização comportamental. A igreja americana é pragmática, gerencial, o que é muito próprio daquela cultura. Funciona como uma agência prestadora de serviços religiosos, de cura, libertação, prosperidade financeira. Em um país como o Brasil, onde quase todos nascem católicos, a igreja evangélica precisa ser extremamente ágil, pragmática e oferecer resultados para se impor. É uma lógica individualista e antiética. Um ensino muito comum nas igrejas é a de que Deus abre portas de emprego para os fiéis. Eu ensino minha comunidade a se desvincular dessa linguagem. Nós nos revoltamos quando ouvimos que algum político abriu uma porta para o apadrinhado. Por que seria diferente com Deus?

CC: O senhor afirma que a igreja evangélica brasileira está em decadência, mas o movimento continua a crescer.

RG: Uma igreja que, para se sustentar, precisa de campanhas cada vez mais mirabolantes, um discurso cada vez mais histriônico e promessas cada vez mais absurdas está em decadência. Se para ter a sua adesão eu preciso apelar a valores cada vez mais primitivos e sensoriais e produzir o medo do mundo mágico, transcendental, então a minha mensagem está fragilizada.

CC: Pode-se dizer o mesmo do movimento norte-americano?

RG: Muitos dizem que sim, apesar dos números. Há um entusiasmo crescente dos mesmos, mas uma rejeição cada vez maior dos que estão de fora. Hoje, nos Estados Unidos, uma pessoa que não tenha sido criada no meio e que tenha um mínimo de senso crítico nunca vai se aproximar dessa igreja, associada ao Bush, à intolerância em todos os sentidos, ao Tea Party, à guerra.

CC: O senhor é a favor da união civil entre homossexuais?

RG: Sou a favor. O Brasil é um país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. A comunidade gay aspira por relacionamentos juridicamente estáveis. A nação tem de considerar essa demanda. E a igreja deve entender que nem todas as relações homossensuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade.

CC: O senhor enfrenta muita oposição de seus pares?

RG: Muita! Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem, então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida.

CC: Mas os movimentos cristãos foram sempre na direção oposta.

RG: Não necessariamente. Para alguns autores, a decadência do protestantismo na Europa não é, verdadeiramente, uma decadência, mas o cumprimento de seus objetivos: igrejas vazias e cidadãos cada vez mais cidadãos, mais preocupados com a questão dos direitos humanos, do bom trato da vida e do meio ambiente.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Requer a realização de audiência pública para discutir a implementação da Lei 10.639/2003


COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA
Requerimento n.º de 2011
(Do Sr. Waldenor Pereira e outros)
Requer a realização de audiência pública para
discutir a implementação da Lei 10.639/2003, que
estabelece as diretrizes e bases de educação nacional,
para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a
obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-
Brasileira”, e dá outras providências.
Senhora Presidente,
Nos termos regimentais, requeiro a realização de audiência pública
para discutir a implementação da Lei 10.639/2003, que estabelece as
diretrizes e bases de educação nacional, para incluir no currículo oficial da
Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-
Brasileira”, e dá outras providências, com os seguintes convidados:
- Ministro Fernando Haddad - Ministério da Educação - MEC;
- Ministra Luiza Bairros - Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade
Racial – SEPPIR; e
- Dra. Gilda Pereira de Carvalho – Procuradora Federal dos Direitos do
Cidadão – Ministério Público Federal.
JUSTIFICAÇÃO
A Lei 10.639/2003 estabelece a obrigatoriedade de inclusão de História e
Cultura Afro-Brasileira e Africana no currículo da rede de ensino oficial. Trata-se,
na verdade, de orientação pedagógica, com fortes conotações políticas,
apontando para a construção de uma sociedade em que prevaleçam valores de
inclusão, combate a todas as formas de discriminação e promoção da igualdade
racial. Com esta medida, reconhece-se que, além de garantir vagas para negros
nos bancos escolares, é preciso valorizar devidamente a história e contribuição de
mulheres e homens negros para a formação social brasileira, buscando reparar
danos, que se reproduzem há cinco séculos, à sua identidade e a seus direitos.
É importante ressaltar que a relevância do estudo de temas decorrentes da
história e cultura afro-brasileira e africana não se restringe à população negra, ao
contrário, dizem respeito a todos os brasileiros, uma vez que devem educar-se
enquanto cidadãos atuantes no seio de uma sociedade multicultural e pluriétnica,
capazes de construir uma nação democrática. É fundamental que o Brasil, país
multi-étnico e pluricultural, todos se vejam incluídos nos conteúdos e práticas
pedagógicas, garantindo a todos os segmentos da população o direito de aprender
e de ampliar conhecimentos, sem que nenhum grupo venha a ser obrigado a
negar a si mesmo.
Cabe aos órgãos do Governo Federal zelar pelo pleno atendimento às
dispositivos legais. Ademais, no caso da efetiva implementação da Lei
10.639/2003, é imprescindível a produção e disseminação de materiais que
possam servir de subsídios aos agentes educacionais, bem como diretamente
utilizados pelo alunado.
Assim, no âmbito da relevante atuação dessa Comissão, é crucial que seja
apresentado à mesma um amplo diagnóstico sobre a implementação da Lei
10.639/2003, a fim de discutirmos quais foram os avanços obtidos e os desafios a
serem superados. Nesse sentido, solicitamos o apoio dos nobres pares a esse
requerimento.
Sala das Comissões, 23 de março de 2011.
Waldenor Pereira Luiz Alberto
Deputado Federal PT/BA Deputado Federal PT/BA
Alice Portugal Nazareno Fonteles
Deputada Federal PCdoB/BA Deputada Federal PT/PI
Fátima Bezerra
Deputada Federal PT/RN

assassinato homofobia e intolerancia religiosa




GRIFO NOSSO:

O JOVEM CAIO ERA FILHO DA TENDA IEMANJAR OGUNTHE SITUADA NAS PROXIMIDADES DO GANCHO DE IGAPO, FICA CLARO A FALTA DE RESPEITO, INTOLERANCIA E MAIS AINDA A NOA TEMERIDADE DA JUSTIÇA MAS GRAÇAS A DEUS "OLORUM O POLICIA JA PRENDEU ACUSADOS DO CRIME E AS INVESTIGAÇÕES CONTINUAM FICA CLARO QUE ESTAMOS DE OLHO ACOMPANHANDO DE PERTO ESSA PERCA DE UM JOVEM BRILHANTE, BONITO E MUITO FELIZ QUE CONCERTEZA TINHA UM FUTURO MARAVLHOSO PELA FRENTE MAIS PELO DESCASO DA SOCIEDADE ATUAL FOI ASSASINADO ONDE FICA CLARO PELO FATO DE SER HOMOSEXUAL TOTALMENTE CONSCIENTE E AFIRMADO DE SUA VIDA E DE SUA RELIGIOSIDADE NOS QUE FAZEMOS A COORDENAÇÃO DA COMISSÃO DE TERREIRO E POVOS DE MATRIZ AFRICANA DO RN, CONEM RN (COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS DO BRASIL), CENERAB, MEMBROS DO CONSELHO ESTADUAL DE PROMOÇÃO DE IGUALDADE RACIAL DO RN (GOVERNO DO ESTADO DO RN/SECRETARIA DE JUSTIÇA E CIDADANIA RN) FICAMOS INDIGUINADOS E LAMENTAMOS MAIS ESSE ABSEURDO EM QUE UM JOVEM LINDO, INTELIGENTE E MUITO RELIGIOSO DE MATRIZ AFRICANA E ASSASSINADO E MALTRATADO A ESTE PONTO COM TANTA CRUELDADE GRAÇAS A OLORUM "DEUS", AS AUTORIDADES JA ESTAO FAZENDO SEU PAPEL E OS CULPADOS JA ESTAO SENDO COPTADOS PARA QUE CUMPRA-SE A JUSTIÇA CIVIL/CRIMINAL IMPLORAMOS A JUSTIÇA DE OLORUM TAMBÉM
RELATOS DO JORNAL LOCAL, ESTAMOS DE OLHO E ACOMPANHANDO OS FATOS E NOS SOLIDARIZAMOS COM FAMILIARES E TODOS OS AMIGOS
AXE A TODOS...

REDE MANDACARU RN:
COORDENAÇÃO EXECUTIVA DA COMISSÃO DE TERREIRO E POVOS DE MATRIZ AFRICANA DO RN, CONEM RN (COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS DO BRASIL), COORDENAÇÃO EXECUTIVA CENERAB, MEMBRO DO CONSELHO ESTADUAL DE PROMOÇÃO DE IGUALDADE RACIAL DO RN (GOVERNO DO ESTADO DO RN/SECRETARIA DE JUSTIÇA E CIDADANIA RN)

Família suspeita de homofobia em assassinato de jovem
Publicação: 31 de Maio de 2011 às 07:34


Marco Carvalho - Repórter

O jovem Caio Lennyson da Silva Costa, de 18 anos, foi cruelmente assassinado na madrugada do domingo passado em São Gonçalo do Amarante – Grande Natal. Caio era homossexual e a família acredita que isso possa ter contribuído para a prática do crime. Delegacia do município já tem suspeitos.

De acordo com informações de familiares, o auxiliar de enfermagem tinha ido a uma festa na casa de show "Shock", na zona Norte. A avó começou a se preocupar quando não o viu já pela manhã e deu início às buscas. O jovem havia sido estrangulado com requintes de tortura e espancamento e o corpo abandonado perto da sua casa, no conjunto Novo Amarante.

Júnior Santos O estudante Caio Lhennyson da Silva Costa, 18 anos, foi assassinado quando saiu de uma casa de show na zona norte de Natal. Caio foi sepultado no cemitério Bom Pastor O estudante Caio Lhennyson da Silva Costa, 18 anos, foi assassinado cquando saiu de uma casa de show na zona norte de Natal. Caio foi sepultado no cemitério Bom Pastor
O pai, sargento Lenilson Costa do Corpo de Bombeiros Militar, diz acreditar na investigação da polícia e no alcance da justiça. "Estive conversando com o delegado e ele já me assegurou que possui suspeitos e o inquérito caminhará rapidamente", declarou. Segundo o sargento, o filho não tinha inimigos nem costumava receber qualquer tipo de ameaça.

A amiga Ingrid Luana levanta a possível motivação. "Acredito que o fato de ele ser homossexual assumido possa ter atraído a raiva de outras pessoas. Ainda não sei bem como isso aconteceu, mas com certeza isso teve muito a ver", afirmou.

O pai confirmou que essa é uma linha com a qual a polícia trabalha, mas não adiantou mais informações. O corpo de Caio foi sepultado na manhã desta segunda-feira, 30, no cemitério Bom Pastor I, na zona Oeste.

O delegado de São Gonçalo, Adson Kepler, ficará responsável pela investigação e responsabilização dos responsáveis.


Polícia prende suspeitos de assassinar jovem por homofobia em São Gonçalo
Publicação: 03 de Junho de 2011 às 12:33



Marco Carvalho - Repórter

Agentes da Polícia Civil de São Gonçalo do Amarante detiveram no final da manhã desta sexta-feira (3) três suspeitos de assassinarem o jovem Caio Lhennyson da Silva Costa, de 18 anos. Os homens foram identificados apenas pelo apelidos de Biro-Biro e Negão e serão ouvidos no início da tarde pelo delegado Adson Maia. O terceiro suspeito é menor de idade.

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Família suspeita de homofobia em assassinato de jovem

O homicídio do jovem chamou atenção pela crueldade com a qual foi executado e pela suspeita de homofobia ter sido a motivação. O crime ocorreu na madrugada do domingo passado (29), quando Caio voltava de uma casa de shows na zona Norte de Natal.

O jovem havia sido estrangulado com requintes de tortura e o corpo abandonado perto da sua casa, no conjunto Novo Amarante, tinha sinais de tentativa de estupro.

De acordo com o delegado Adson Maia, os suspeitos estavam coagindo as testemunhas as forçando a não repassar informações durante os depoimentos. "Talvez por isso os dois maiores sejam autuados em flagrante. Vou ouví-los durante à tarde. Temos todos os encaminhamentos que apontam para eles como autores do crime", disse.

Ainda segundo Adson, os suspeitos eram vizinhos da vítima na rua e eles estavam reunidos na madrugada do crime. "Fizeram por maldade. Ainda não sei se foi motivado por homofobia, mas isso pode ter contribuído para a violência contra o Caio", encerrou.

doe sangue urgencia

Mais neste momento GOSTARIA DE PEDIR COM URGÊNCIA que aqueles que poderem DOAR SANGUE, se dirijam ao HEMOVIDA localizado na avENIida Nilo Peçanha, defronte ao Departamento de Saúde da UFRN/Hospital Onofre Lopes. E HEMONORTE AV ALEXANDRINO DE ALENCAR PROX AO BOSQUE DOS NAMORADOS, Por favor informem na doação o nome DO MEU AMIGO: ESDRAS RODRIGUES GURGEL,
pode ser doado qualquer tipo de sangue e por favor me avisem pelos
fones 84 9974 5483 ou 8726 3031, para que eu possa pegar o comprovante,
ou ainda me envie através deste e-mail em arquivo anexado.
Desde já grato e bom fim de semana.
OU ENTREM EM CONTATO COMIGO 84 88035580 FERNANDES QUE EU PEGAREI COM VOCES ONDE FOR OU PODEM DEIXAR TODOS OS DIAS NA UNP SALGADO FILHO SEMPRE PELA MANHA....
ABCOS A TODOS REPASSEM A CAMPANHA POIS NOSSO AMIGO ESTA EM MUITO PRESCISANDO DE SANGUE qualquer tipo COM URGENCIA....

quinta-feira, 2 de junho de 2011



O QUE É SER UM PROTETOR E ANIMAIS?
por Lilian Rockenbach


Hoje em dia a proteção animal virou um modismo. Muita gente acha bacana dizer que é “Protetor de Animais”, mas o que exatamente ser um “Protetor de Animais”?

Para começar gostaria de esclarecer que proteger animais não é chamar uma ONG ou ligar para um protetor independente quando um animal está sendo mal tratado. Proteger animais também não é ficar no computador apenas repassando pedidos de ajuda, nem se sentir no direito de exigir e cobrar que pessoas ligadas a causa façam o que você considera certo fazer. Estas são apenas formas de divulgar ações e necessidades ligadas a causa, e não a proteção em sua essência.

Em primeiro lugar é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você, eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses eu ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro a uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.

O “protetor de animais” muda sua visão em relação a vida, passa a respeitar toda forma de vida, passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população, contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comercio de animais, etc.

Ninguém muda estes hábitos facilmente, nenhuma pessoa que conheço amanheceu e disse: a partir de hoje sou um protetor de animais e vou deixar de fazer tudo o que fiz a minha vida inteira. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir, com o tempo criamos cada vez mais a consciência em relação aos assuntos relacionados à causa, nossos hábitos são mudados aos poucos e gradativamente. É uma luta pessoal contra nós mesmo, e em alguns casos, contra nossos familiares que não conseguem entender e aceitar essa mudança.

Ser um “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente da caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito dos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa, fazer com que as pessoas enxerguem que o animal tem uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais existem da mesma maneira que todos nós, possuem suas individualidades e não estão aqui para nos servir.

Os defensores dos animais devem ser felizes com sua bandeira, devem se orgulhar do que fazem. Se defender animais te trouxer algum tipo de angústia, talvez seja a hora de repensar e mudar de causa. Os animais precisam de pessoas sensatas, que estejam sempre empenhadas em aprender, que estejam dispostas a tentar mudar o mundo, mas se conseguirem mudar apenas a pessoa que está ao seu lado, já fizeram muito mais do que 99% da população. Os animais não podem se defender, eles só têm a nós, seres humanos, para defendê-los, e exatamente por isso temos que nos manter equilibrados para fazê-lo, e fazer com prazer, paixão e de maneira otimista. Pessoas agressivas e desacreditadas, não apenas na causa animais mas em todas as causas, geralmente não conseguem atingir seus objetivos na sociedade, pois não conseguem desenvolver o potencial necessário para valorizar a causa que defendem.


Tenha sempre a frente, e como referência, pessoas inseridas na causa e que desenvolvam um trabalho baseado na seriedade e, acima de tudo, idoneidade. Fuja dos falsos protetores, pessoas que estão inseridas na causa tentando tirar benefícios materiais ou prestígio. Acredite em você e em seus objetivos, arregace as mangas e faça, não tenha projetos alimentados apenas pela esperança, estabeleça objetivos e metas, faça você também a diferença. Pense qual a melhor forma de ajudar os animais, quais os seus pontos fortes, se você gostaria de trabalhar com resgates, com adoção, com maus tratos, com educação, contra exploração, etc. Acredite em você, e dê o seu melhor.

Abrace uma causa, qualquer causa, mas faça-o com responsabilidade e de coração aberto. Mude seus conceitos, abandone os preconceitos e faça a diferença.
Existem 3 tipos de pessoas: As que fazem acontecer, as que deixam acontecer e as que perguntam o que aconteceu? (John Richardson Jr)


O frio está chegando e os animais sofrem muito nessa época. Em 2000 fizemos uma campanha para onde levamos bacias para abrigar os animais. Foi um sucesso.


Vejam a idéia do Iglú feito com duas bacias, ideal para cães pequenos e gatos.


Sai muito barato, e é extremamente eficáz...
ideia repassada pelkas diversas ONGs de prevenção de animais de todo o Brasil...

terça-feira, 31 de maio de 2011

nao tao feliz aniversario 30 anos da SIDA



AIDS completa 30 anos emJunho


AIDS completa 30 anos em Junho

Descoberta da aids completa 30 anos em junho, destaca Agência AFP

30/05/2011

Há 30 anos, no dia 5 de junho de 1981, o Centro de Controle de Doenças de Atlanta, nos Estados Unidos, descobriu em cinco jovens homossexuais uma estranha pneumonia que até então só afetava pessoas com o sistema imunológico muito debilitado.

Um mês depois, foi diagnosticado um câncer de pele em 26 homossexuais americanos e se começou a falar de "câncer gay". No ano seguinte, a doença foi batizada com o nome de Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, Sida, em inglês aids.

Em 1983 uma equipe francesa isolou o vírus transmitido pelo sangue, secreções vaginais, leite materno ou sêmen, que ataca o sistema imunológico e expõe o paciente a "infecções oportunistas" como a tuberculose ou a pneumonia.

Nestes 30 anos de aids e seus milhões de vítimas, também foi uma época de grandes êxitos contra o vírus. Em 1996, com o desenvolvimento dos antirretrovirais, a doença mortal passou a ser uma enfermidade crônica.

O Fundo Mundial, criado em 2002, já distribuiu 22 bilhões de dólares em subsídios e um "programa de urgência" foi organizado nos Estados Unidos.

"A aids mudou o mundo; uma nova relação social foi criada entre os países do norte e do sul de maneira que nenhuma outra doença já tinha provocado", destacou Michel Sidibé, diretor do Programa das Nações Unidas para o combate a aids (Unaids).

A sua maneira, os doentes participam também na luta e se transformam em "pacientes experts", que relatam aos especialistas sua experiência, definem as necessidades e anotam os efeitos indesejáveis dos tratamentos, segundo Bruno Spira, presidente da associação Aides.

A aids tem matado menos, no entanto ela não desaparece. Pelo contrário, o número de pessoas infectadas tem aumentado nos últimos anos, exigindo mais pesquisas, mais tratamentos e mais dinheiro.

Por enquanto, apenas uma em cada três pessoas que necessitam de tratamento tem acesso às drogas. Ainda pior é que para cada duas pessoas que iniciam o tratamento, cinco outras pessoas são contaminadas.

Os esforços agora são direcionados para a prevenção com novos métodos: a circuncisão, que segundo pesquisas ainda não conclusivas podem diminuir as chances de contágio; um gel microbicida para as mulheres e o tratamento dos doentes que diminui em mais de 90% as chances de transmissão do vírus.
No entanto, mesmo com trinta anos de pesquisas, e muitos investimentos, ainda não há cura e a aids está longe de ser vencida.

Sem contar o fato que, segundo o Fundo Mundial, os financiamentos previstos para os próximos anos são claramente inferiores às necessidades.

Além disso, dois terços dos soropositivos no mundo desconhecem a própria doença e disseminam o vírus. Na França, por exemplo, uma pesquisa revelou que 18% dos clientes de bares e saunas gays estão contaminados e 20% destes desconhecem.

Socialmente, a aids ainda é uma doença pouco comum, e muitos preferem ignorá-la. "Ainda assim, como há 30 anos, é difícil reconhecer uma "doença vergonhosa", que não quer ser discutida mostrada falada e examinada", diz Bruno Spire, também portador do HIV.

"A aids foi a maior epidemia do século XX e é a maior do século XXI", afirma por sua vez o professor Jean-François Delfraissy, da Agência de Pesquisa sobre a Aids.



Fonte: Agência AFP

Biblia e o Gay


A BÍBLIA E OS GAYS
por Frei Beto

É no mínimo surpreendente constatar as pressões sobre o Senado para evitar a
lei que criminaliza a homofobia. Sofrem de amnésia os que insistem em
segregar, discriminar, satanizar e condenar os casais homoafetivos.

No tempo de Jesus, os segregados eram os pagãos, os doentes, os que exerciam
determinadas atividades profissionais, como açougueiros e fiscais de renda.
Com todos esses Jesus teve uma atitude inclusiva.

Mais tarde, vitimizaram indígenas, negros, hereges e judeus. Hoje,
homossexuais, muçulmanos e migrantes pobres (incluídas as "pessoas
diferenciadas"...).

Relações entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em mais de 80 nações.
Em alguns países islâmicos elas são punidas com castigos físicos ou pena de
morte (Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Nigéria etc).

No 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, 27
países-membros da União Europeia assinaram resolução à ONU pela
"despenalização universal da homossexualidade".

A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu catecismo a
exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto,
silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar
contra a homofobia. E, no entanto, se escutou sua discordância à decisão do
STF ao aprovar o direito de união civil dos homoafetivos.

Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do
Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou
hetero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o
próximo, destinatário da graça divina.

São alarmantes os índices de agressões e assassinatos de homossexuais no
Brasil. A urgência de uma lei contra a homofobia não se justifica apenas
pela violência física sofrida por travestis, transexuais, lésbicas etc. Mais
grave é a violência simbólica, que instaura procedimento social e fomenta a
cultura da satanização.

A Igreja Católica já não condena homossexuais, mas impede que eles
manifestem o seu amor por pessoas do mesmo sexo. Ora, todo amor não decorre
de Deus? Não diz a Carta de João (I,7) que "quem ama conhece a Deus"
(observe que João não diz que quem conhece a Deus ama...).Por que fingir
ignorar que o amor exige união e querer que essa união permaneça à margem da
lei? No matrimônio são os noivos os verdadeiros ministros. E não o padre,
como muitos imaginam. Pode a teologia negar a essencial sacramentalidade da
união de duas pessoas que se amam, ainda que do mesmo sexo?

Ora, direis, ouvir a Bíblia! Sim, no contexto patriarcal em que foi escrita
seria estranho aprovar o homossexualismo. Mas muitas passagens o subtendem,
como o amor entre Davi por Jônatas (I Samuel 18), o centurião romano
interessado na cura de seu servo (Lucas 7) e os "eunucos de nascença"
(Mateus 19). E a tomar a Bíblia literalmente, teríamos que passar ao fio da
espada todos que professam crenças diferentes da nossa e odiar pai e mãe
para verdadeiramente seguir a Jesus.

Há que passar da hermenêutica singularizadora para a hermenêutica
pluralizadora. Ontem, a Igreja Católica acusava os judeus de assassinos de
Jesus; condenava ao limbo crianças mortas sem batismo; considerava legítima
a escravidão; e censurava o empréstimo a juros.Por que excluir casais
homoafetivos de direitos civis e religiosos?

Pecado é aceitar os mecanismos de exclusão e selecionar seres humanos por
fatores biológicos, raciais, étnicos ou sexuais. Todos são filhos amados por
Deus. Todos têm como vocação essencial amar e ser amados. A lei é feita para
a pessoa, insiste Jesus, e não a pessoa para a lei.

http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2011/05/23/a-biblia-os-gays-924515082.as

domingo, 29 de maio de 2011

Dia Nacional do Cigano, lembrado hoje (24 de maio)


A falta de políticas públicas específicas para a população cigana, estimada em 800 mil pessoas, é hoje o maior desafio do governo federal para melhorar a qualidade de vida desses povos, respeitando as peculiaridades culturais. Entre as poucas ações governamentais adotadas recentemente está a instituição, em 2006, do Dia Nacional do Cigano, lembrado hoje (24 de maio). A data é uma homenagem à padroeira Santa Sara Kali.

No entanto, desde então, nenhuma ação ligada à educação, saúde e programas assistenciais para os ciganos foi implantada. “Não temos uma política para as comunidades ciganas, mas estamos trabalhando na perspectiva de ter”, afirmou a secretária de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Secretaria de Políticas e Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Ivonete Carvalho.

A ideia é que cada ministério defina ações e destine recursos para execução de políticas voltadas a esses povos. Os ciganos têm representação no Conselho Nacional de Políticas de Igualdade Racial (CNPIR) e na Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. No entanto, os dois órgãos são apenas consultivos.

A ausência de políticas públicas é mais evidente entre as comunidades Calom que, até hoje, mantêm a cultura do nomadismo, mais por necessidade do que por apego à tradição. Essa realidade pôde ser constatada pela reportagem da Agência Brasil em visita a uma comunidade de 150 famílias recém-assentadas pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU), na zona rural da cidade de Planaltina, no Distrito Federal. Eles têm água e luz, mas ainda vivem em barracas, em meio à poeira vermelha típica do Cerrado.

Essa comunidade não dispõe de rede de esgoto e os banheiros são improvisados, com fossas. “Queremos fazer uma vila cigana aqui para os que vêm de fora, que trazem crianças, vêm de longe e não têm onde ficar”, diz o líder do acampamento, Elias Alves da Costa, que pensa em transformar os pouco mais de 2 hectares de terra de chão batido num centro de apoio para calons e ciganos de outros clãs.

Com o apoio da Associação Cigana das Etnias Calons do Distrito Federal, a comunidade está trabalhando para construir um banheiro coletivo que também poderá ser usado por famílias que estejam apenas de passagem pela região. Além disso, a associação negocia com o governo e a Caixa Econômica Federal a liberação de recursos para a construção de uma lavanderia e de um galpão para atividades culturais.

Paralelamente às iniciativas de entidades não governamentais, a Seppir afirma que também atua no sentido de melhorar a qualidade de vida dos ciganos mais pobres. Uma experiência foi a criação do Centro Calom de Desenvolvimento da População Cigana, no município de Souza, na Paraíba. De acordo com a Seppir, o espaço de 300 metros quadrados foi construído para que 600 famílias da região pudessem desenvolver atividades culturais e oficinas de geração de renda. No entanto, o local, que custou R$ 360 mil e foi concluído em 2009, ainda está vazio e não é utilizado.

Para o ex-subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos Perly Cipriano, que ocupou o cargo durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os programas governamentais voltados para os ciganos são executados de forma lenta. “O Poder Público tem uma lentidão em entender como são os povos ciganos. Eles têm muitos direitos aos quais não têm acesso. Os nômades, por exemplo, não recebem o Bolsa Família.”

Ele destaca a falta de acesso à educação como um dos principais problemas enfrentados pelos povos ciganos. Segundo Perly, um dos fatores que levam a essa situação é a própria condição de nômades. “É necessário que o Ministério da Educação, os prefeitos e as autoridades comecem a estabelecer uma política social adequada a essa realidade”, diz, destacando o grande número de adultos e crianças analfabetas.

Ivonete Carvalho, da Seppir, estima que a população cigana, no Brasil, ultrapasse os 800 mil, uma vez que a cultura nômade ainda persiste em muitas comunidades. Estima-se ainda que 90% dessa população sejam analfabetos. O Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou a existência de acampamentos em 291 dos 5.565 municípios brasileiros. “Precisamos verificar agora a quantidade de famílias [ciganas] nesses municípios, quais as demandas dessas comunidades”, diz Ivonete.

coisas da vidaa

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Xirê 2 - Oxalá - ketu

Oxala - Candomblé - Keto

filmes e doc abordam a questao racial

FILMES PARA DOWNLOAD

Filmes Black Grátis
Panteras Negras

FILMES QUE ABORDAM A QUESTÃO ÉTNICO-RACIAL

A Busca Pela Justiça (Dirigido por Terry Green, 2006)

A cor púrpura (Dirigido por Steven Spielberg, 1995)

A cozinha de Toto (Dirigido por Harry Hook, 1987)

A encruzilhada (Dirigido por Walter Hill, 1986)

A hora do show (Dirigido por Spike Lee, 2000)

A morte do profeta Malcom X (Dirigido por Woody King Jr, 1981)

Adivinhem quem vem para jantar (Dirigido por Stanley Kramer, 1967)

Agosto negro (Dirigido por Samm Styles, 2007)

As filhas do vento (Dirigido por Joelzito Araújo)

Atlântico negro - Na rota dos orixás (Dirigido por Renato Barbieri)

Civil brand (Dirigido por Neema Barnette, 2002)

Código das ruas (Dirigido por Spike Lee, 2004)

Crooklin: uma família de pernas pro ar (Dirigido por Spike Lee, 2006)

Cruz e Souza – poeta dos desterro (Dirigido por Sílvio Back)

Em defesa da honra (Dirigido por Bill Duke)

Faça a coisa certa (Dirigido por Spike Lee, 2002)

Família Alcântara (Dirigido por Lilian e Daniel Solá Santiago, 2007)

Feiticeiros da palavra (Dirigido por Eduardo Coutinho, 2001)

Fugindo do inferno

Homens de Honra (2007)

Hotel Ruanda (Dirigido por Terry George, 2006)

Juntos pela vida (Com Queen Latifah, 2007)

Kiriku e a feiticeira (Dirigido por Michael N’Dour)

Mississipi em chamas

No calor da noite (Dirigido por Norman Jewison)

O povo brasileiro (Dirigido por Isa Ferraz)

O que é Movimento Negro? (Documentário, 1998)

O rap do pequeno príncipe contra as almas sebosas (Dirigido por Paulo Caldas e Marcelo Luna, 2000)

Ori (Dirigido por Raquel Gerber, 1989)

Queimada (Dirigido por Gillo Pontecorvo, 1969)

Ray (Dirigido por Taylor Hackford, 2004)

Retratos do Vale (Dirigido por Luiz Bargmann, 2002)

Um por Deus, outro pelo diabo (Dirigido por Sidney Poitier)

Uma onda no ar (Dirigido por Helvécio Ratton)

Xica da Silva (Dirigido por Cacá Diegues)

DOCUMENTÁRIOS PARA DOWNLOAD

A negação do Brasil
A raça humana
Abolição
Atlântico Negro: na rota dos orixás
Brasil: muito além do Cidadão Kane
Café com leite: água e azeite? (Parte 1)
Café com leite: água e azeite? (Parte 2)
Café com leite: água e azeite? (Parte 3)
Café com leite: água e azeite? (Parte 4)
Café com leite: água e azeite? (Parte 5)
Café com leite: água e azeite? (Parte 6)
Casamento na umbanda
COINTELPRO e Panteras Negras
Colors
De olhos azúis
Discriminação, minorias e racismo (Parte 1)
Discriminação, minorias e racismo (Parte 2)
Discriminação, minorias e racismo (Parte 3)
Escritores da liberdade
Eu gosto dela
Mandela: luta pela liberdade
Os Panteras Negras
Quanto vale ou é por quilo
Quilombo São José da Serra
Vista minha pele

Canto a Oxala

Run de Oxalá

ATÉ OXALÁ VAI A GUERRA

quarta-feira, 25 de maio de 2011

legalização


LEGALIZAR MEU TEMPLO? COMO E COM QUEM?

Atabaque

É MUITO IMPORTANTE TER CUIDADO NA HORA DE ESCOLHE SUA FEDERAÇÃO - ASSOCIAÇÃO PARA CUIDAR DA LEGALIZAÇÃO DO SEU TEMPLO E COMO GARANTIR O FUTURO DA NOSSA COMUNIDADE.

Ao longo dos últimos anos, temos trabalhado muito para conscientização das lideranças religiosas de Umbanda e do Candomblé para necessidade de nos adequarmos a realidade social, jurídica e administrativa para que nossos templos e atividades religiosas possam estar devidamente legalizados, para serem preservados e privados de situações que a cada dia piora.

Por mais que possa parecer desnecessário e não seja obrigatório, estar agregado a uma Associação/Federação para evitarmos os constrangimentos e prejuízos, necessitamos contar com uma estrutura administrativa que nos ofereça o apoio, orientação e todo suporte necessário para que os templos e seus participantes não venham sofrer com situações que na maioria das vezes podem ser evitadas.

Uma comunidade para ser respeitada e possa preservar seus direitos, necessita estar organizada e ter instituições que representem o coletivo nas esferas Administrativa, Jurídica e política junto à administração publica. Sendo assim, mesmo que você tenha facilidades e não sofra determinadas ações de intolerância, perseguição e fiscalização, não espere que o pior venha acontecer. Se informe e conheça bem seus direitos e deveres e principalmente quem vai ser seu parceiro nesta empreitada.

Temos conhecimento de templos antigos, que se acomodaram e acreditavam que pelo fato de serem antigos e estarem a muitos anos em atividade, não iriam sofrer nenhum tipo de fiscalização ou punição. Muitos deram créditos a fofocas, intrigas e palpites fitos por pessoas desqualificadas e sem o mínimo de conhecimento.

Muitos templos foram fiscalizados, multados e até fechados, pois não conseguiram arcar com as altas multas impostas pela fiscalização, outros desanimaram e alguns tiveram que se mudar, mas todos só aprenderam a lição depois de sofrer perdas irreparáveis.

As leis Municipais, Estaduais e até as Federais mudam diariamente. Os templos têm que conhecer seus direitos e deveres e estarem atentos a estas mudanças. Existem pontos importantes que justificam a necessidade de um Dirigente estar Associados ou Filiados a uma instituição, que tenha uma estrutura que possa dar o apoio necessário.

As Lideranças Religiosas têm que estar ligadas a uma organização que o reconheça, credencie e legalize sua atividade religiosa como Sacerdote/Ministro religioso. Pois juridicamente ninguém pode se alto declarar ou proclamar, em tal situação. Para que direitos mínimos e básicos possam ser preservados é fundamental estar ligado a uma instituição que de fato e de direito possa representá-lo e apoiá-lo em suas atividades.

Claro que muitas Federações /Associações, são constituída e só existem de fachada. Os seus idealizadores, interessados na renda, status e/ou facilidades fazem destas instituições propriedades particulares e de uso exclusivo para seus interesses.

COMO SABER COM QUEM E COMO LEGALIZAR MEU TEMPLO?

Na hora da escolha, você não pode se deixar levar pelas indicações, comentários e propagandas. Muito menos pela fama, que este ou aquele tem. Não! Você tem que visitar a sede, conhecer a rotina, participar de reuniões e Assembléias.

Uma Federação/ Associação que não tem sede, site, rotina diária de atendimento. Não realiza Assembléias e prestação de conta, que não cobra de seus Associados a participação e cumprimento das leis, nunca poderá dar a Você o apoio necessário na hora de uma fiscalização. Na maioria das vezes, estas instituições de fachada estão irregulares e desconhecem as leis e os procedimentos para estarem legalizados, como poderão dar a Você o suporte necessário para a sua legalização?

É obrigação de uma Associação/Federação saber a origem, formação e a conduta de um PAI ou MÃE para que este possa se filiar. Mas é também obrigação desta instituição, apresentar os documentos (ata registrada e todos os documentos fiscais, contábeis e financeiros) que possam comprovar que ela esteja devidamente legalizada e credenciada para prestar o apoio e cumprir com suas obrigações em conformidade com a Lei.

Toda Associação/Federação deve oferecer aos seus
Associados no mínimo os seguintes benefícios:

Diploma e alvará de filiado: que o reconheça e o credencie como Sacerdote /Ministro religioso.
Carteira/ Credencial de identificação: Que garanta o livre acesso aos Hospitais, Cemitérios, Presídios e lhe garanta os mesmo direitos que as demais vertentes religiosas tem por meio da Administração publica.
Certidão de Casamento e Batizado : É principio básico e fundamental o registro de todos os Casamentos e batizados, pois a cerimônia registrada e livros oficiais, e os documentos entregues as partes envolvidas tem valor jurídico e devem fazer parte da organização e procedimentos de todos os templos.
Certificado de Consagrações religiosas: Nada mais necessário e verdadei ro do que legitimar e acompanhar a formação da vida religiosa das pessoas que fazem parte de nossos templos. Ninguém pode aceitar que sejamos filhos do vento e que do nada apareça pessoas se alto proclamando Ministro Religioso. Cabe as instituições regulamentar, documentar e dar ciência a cada fato histórico. É o único caminho para garantir um futuro organizado.
Promover e destacar: É obrigação de cada Associação/Federação destacar, apresentar, promover e divulgar dentro dos seus eventos e veículos de comunicação quem é seu Filiado ou Associado. Pois somente assim poderemos dar a oportunidade, para que a sociedade possa saber quem é quem, e possam saber como agir contra os falsos templos que são idealizados para explorar e enganar as pessoas na sua fé.
Reuniões, Cursos e Enco ntros: A realidade social e a distância que existe entre as Lideranças Religiosas, por conta de vários costumes negativos cultivados em nossa comunidade, obrigam a todos a rever sua postura e somente através das instituições organizadas é que poderemos realizar atividades que possam promover os esclarecimentos, a aproximação e o intercambio entre os religiosos. Não podemos e não devemos alimentar a cultura de que cada um é senhor de si. Devemos urgentemente promover a interação e a troca de conhecimento para valorização do coletivo e a preservação da nossa cultura religiosa.
Legalização Jurídica: Somente uma estrutura bem organizada e com profissionais de área poderá dar as orientações e o apoio correto para obter o CNPJ e mantê-lo atualizado; Mais ainda, saber quando e para que se deve tirar o CNPJ. Pois existem muitos casos que em vez de ajudar, pode prejudica. E somente uma avaliação individual de cada caso é que pode de fato determinar quais os procedimentos corretos devem ser aplicados. Pois obter o CNPJ, é somente uma etapa de um procedimento, que pode fazer parte ou não da sua legalização, assim o CNPJ é parte de um dos procedimentos, para legalizar um espaço e as atividades jurídicas de um templo.
Projetos e ações Sociais: Criar facilidades para participar em projetos sociais, culturais e educacionais. As instituições em parceria com seus Associados têm obrigação de promover ações que possam gerar renda e trabalho para nossa comunidade, assim como trazer benefícios e facilidades para que faça parte dos nossos templos. Estas ações devem estar direcionadas para grupos e setores, ou seja: Idosos, adolescentes, crianças e casais. Somente assim iremos av ançar contra a injustiça social que sofremos e principalmente cumprir com nossa missão religiosa.
Assessoria jurídica, contábil, fiscal e administrativa: Somente uma estrutura bem organizada poderá dar o apoio e toda orientação necessária para que os Associados possam criar suas ações sociais, projetos e colocar em praticas as iniciativas que possam amparar nossas famílias e filhos e suas necessidades básicas, seja ela de caráter espiritual, educacional, saúde, cultural ou social.

Analise bem todos os benefícios, facilidades e a conduta que as Associações/Federações devem proceder, mas também, não se esqueça que tudo somente será possível se você cumprir com sua parte, ou seja, participar das reuniões, encontros e dos eventos.

É importante saber que uma boa estrutura administrativa depende de recursos financeiros e os Associados devem pagar suas mensalidades em dia e colaborar com as ações que possam gerar renda e trabalho para nossa comunidade. O voluntariado é a força que pode mudar a realidade social de nossa comunidade.

Não basta estar filiado, ter papel na parede e ficar restrito somente as suas atividades internas. Saiba que você faz parte de um coletivo. A escolha da instituição certa é importante, mas a mudança de comportamento e postura de cada um dos Dirigentes é fundamental para a construção de uma nova realidade social.

Esperamos que as informações acima possam ter lhe ajudado a compreender a importância e a necessidade de você estar ligado a uma Instituição e de participar diretamente de tudo que esteja ligada a sua religião. Pois só com organização e participação, faremos frente à injustiça e exclusão social e só com trabalhos, ações e projetos que gerem renda e trabalho que vamos cumprir com nossa missão de religiosos.

Estamos à disposição para dar total apoio e orientações. Veja em nosso site o calendário de palestras e cursos gratuitos, que tem por objetivo orientar e preparar as pessoas da nossa comunidade para que elas possam ter facilidade e tranqüilidade na hora de realizar suas atividades religiosas


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EM BREVE JOAO PESSOA E TOCATINS...

terça-feira, 24 de maio de 2011

um negro, um mito, um homem ou simplesmente um amante da luta cotidiana ABDIAS DO NASCIMENTO

SEGUE CURRICULO DE ABDIAS DO NASCIMENTO

Nascido em Franca, São Paulo, 14 de março de 1914.

Professor Emérito, Universidade do Estado de Nova York, Buffalo (Professor Titular de 1971 a 1981, fundou a cadeira de Cultura Africana no Novo Mundo no Centro de Estudos Porto-riquenhos).

Artista plástico, escritor, poeta, dramaturgo.

Formação acadêmica

Bacharel em Economia, Universidade do Rio de Janeiro, 1938.

Diploma pós-universitário, Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), 1957.

Pós-graduação em Estudos do Mar, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/ Ministério da Marinha, 1967.

Doutor Honoris Causa, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 1993.

Doutor Honoris Causa, Universidade Federal da Bahia, 2000.

Doutor Honoris Causa, Universidade do Estado da Bahia, 2008

Cargos Eletivos e Executivos Exercidos:

Deputado federal (1983-86).

Secretário de Estado, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria Extraordinária de Defesa e Promoção das Populações Afro-Brasileiras (SEAFRO) (1991-1994).

Senador da República (1991-99). Suplente do Senador Darcy Ribeiro, assumiu a cadeira no Senado, representando o Rio de Janeiro pelo PDT em dois períodos: 1991-1992 e 1997-99.



Secretário de Estado de Direitos Humanos e da Cidadania, Governo do Estado do Rio de Janeiro, 1999. Coordenador do Conselho de Direitos Humanos, 1999-2000.

Atividades e Realizações Principais

1930-1936. Alista-se no Exército, e na capital de São Paulo participa da Frente Negra Brasileira. Participa das Revoluções de 1930 e 1932, na qualidade de soldado. Combate a discriminação racial em estabelecimentos comerciais em São Paulo.

1936. Muda para o Rio de Janeiro com o objetivo de continuar seus estudos de economia, iniciados em São Paulo.

1937. Protestando contra a ditadura do Estado Novo, é preso e condenado pelo Tribunal de Segurança Nacional e cumpre pena na Penitenciária da Frei Caneca.

1938. Organiza junto com um grupo de militantes negros em Campinas, SP, o Congresso Afro-Campineiro, com o objetivo de discutir e organizar formas de resistência à discriminação racial.

1938. Diploma-se pela Faculdade de Economia da Universidade do Rio de Janeiro.

1940. Integrante da Santa Hermandad Orquídea, grupo de poetas argentinos e brasileiros, viaja com eles pela América do Sul. Em Lima, Peru, faz uma série de palestras na Universidad Mayor de San Marcos (Escola de Economia). Assiste à peça O Imperador Jones, de Eugene O'Neill, estrelada por um ator branco, Hugo D'Evieri, brochado de preto. A partir das reflexões provocadas por esse fato, planeja criar o Teatro do Negro Brasileiro ao retornar a seu país. Na Argentina, onde mora por mais de um ano, participa de movimentos teatrais com o objetivo de melhor conceitualizar a idéia do Teatro Negro.

1941. Voltando ao Brasil, é preso na Penitenciária de Carandiru, condenado à revelia por haver resistido a agressões racistas em 1936. Funda o Teatro do Sentenciado, organizando um grupo de presos que escrevem, dirigem e interpretam peças dramáticas.

1943. Saindo da prisão, procura em São Paulo apoio para a criação do Teatro do Negro. Não encontrando receptividade junto a intelectuais como o escritor Mário de Andrade, e outros, muda para o Rio de Janeiro.

1944. Funda, com o apoio de um grupo de negros e de setores da intelectualidade carioca, o Teatro Experimental do Negro (TEN). Na sede da UNE, realizaram-se os primeiros cursos de alfabetização, treinamento dramático e cultura geral para os participantes da entidade.

1945. Dirige o TEN na sua estréia no Teatro Municipal com o espetáculo O Imperador Jones, estrelado pelo genial ator negro Aguinaldo Camargo, em 08 de maio, dia da vitória dos aliados na Segunda Guerra Mundial. Daí em diante, até 1968, o TEN teve presença destacada no cenário cultural e teatral brasileiro.

1945. Com um grupo de militantes, funda o Comitê Democrático Afro-Brasileiro, que luta pela anistia dos presos políticos.

1945-46. Organiza a Convenção Nacional do Negro (a primeira plenária realizando-se em São Paulo e a segunda no Rio de Janeiro), que propõe à Assembléia Nacional Constituinte a inclusão de um dispositivo constitucional definindo a discriminação racial como crime de lesa-Pátria. A iniciativa, apresentada à Assembléia Nacional Constituinte pelo Senador Hamilton Nogueira, não é aprovada.

1946. Participa da fundação do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) no Rio de Janeiro.

1948. Funda, junto com Sebastião Rodrigues Alves e outros petebistas, o movimento negro do PTB.

1949. Organiza, com a colaboração do sociólogo Guerreiro Ramos e do etnólogo Édison Carneiro a Conferência Nacional do Negro, preparatória do 1º Congresso do Negro Brasileiro.

1949-1951. Funda e dirige o jornal Quilombo, órgão de divulgação do TEN.

1950. Realiza no Rio de Janeiro o 1º Congresso do Negro Brasileiro, evento organizado pelo TEN.

1955. Realiza o Concurso de Artes Plásticas sobre o tema do Cristo Negro, evento polêmico que mereceu a condenação de setores da Igreja Católica e o apoio do bispo Dom Hélder Câmara.

1957. Forma-se na primeira turma do Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB). Estréia a peça de sua autoria, Sortilégio: Mistério Negro, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e de São Paulo.



1968. Funda o Museu de Arte Negra, que realiza sua exposição inaugural no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Encontra-se alvo de vários Inquéritos Policial-Militares e se vê obrigado a deixar o país. Convidado pela Fairfield Foundation, inicia uma série de palestras nos Estados Unidos.

1968-69. Durante um semestre, atua como Conferencista Visitante da Yale University, School of Dramatic Arts. Inicia sua atuação como artista plástico, pintando telas que transmitem os valores da cultura religiosa afro-brasileira e da luta pelos direitos humanos dos povos africanos em todo o mundo. (Ver lista de exposições abaixo).

1969-70. Convidado pelo Centro para as Humanidades da Wesleyan University (Middletown, Connecticut), participa durante um ano, com intelectuais como Norman Mailer, Norman O. Brown, John Cage, Buckminster Fuller, Leslie Fiedler, e outros, do seminário A Humanidade em Revolta.

1970. É convidado para fundar a cadeira de Culturas Africanas no Novo Mundo, no Centro de Estudos Portorriquenhos da Universidade do Estado de Nova York em Buffalo, na qualidade de professor associado, no ano seguinte titular, e lá permanece até 1981.

1973. Participa da Conferência de Planejamento do 6º Congresso Pan-Africano em Kingston, Jamaica.

1974. Participa do Sexto Congresso Pan-Africano, Dar-es-Salaam, Tanzânia, como único representante da região da América Latina.

1976-77. Convidado pela Universidade de Ife, Ile-Ife, Nigéria, passa um ano como Professor Visitante no Departamento de Línguas e Literaturas Africanas.

1976. Participa, a convite do escritor Wole Soyinka, no Seminário Alternativas para o Mundo Africano, reunião em que funda-se a União de Escritores Africanos, em Dakar.

1977. Participa na qualidade de observador, perseguido pela delegação oficial do regime militar brasileiro, do Segundo Festival Mundial de Artes e Culturas Negras e Africanas, realizado em Lagos. Denuncia, no respectivo Colóquio, a situação de discriminação racista vivida pelo negro no Brasil. Na Europa e Estados Unidos, participa da fundação, desde o exílio, do novo PTB (mais tarde, Partido Democrático Trabalhista - PDT).



1977. Participa, na qualidade de delegado e presidente de grupo de trabalho, do Primeiro Congresso de Cultura Negra nas Américas, realizado em Cáli, Colômbia.

1978. Participa em São Paulo do ato público de fundação e das reuniões organizativas do Movimento Negro Unificado contra a o Racismo e a Discriminação Racial. Participa da reunião internacional de exilados brasileiros O Brasil no Limiar da Década dos Oitenta, em Stockholm, Suécia.

1979. A convite do Bloco Parlamentar Negro (Congressional Black Caucus) do Congresso dos Estados Unidos, e do Sindicato de Trabalhadores do Correio, profere conferência na sede da Câmara dos Deputados em Washington, D.C.

1980. Participa, na qualidade de delegado especial, do Segundo Congresso de Cultura Negra das Américas, realizado no Panamá, e é eleito pelo plenário Coordenador Geral do Terceiro Congresso. No Brasil, lança o livro O Quilombismo e ajuda a fundar o Memorial Zumbi, organização nacional voltada à recuperação, em benefício da comunidade afro-brasileira e do mundo africano, das terras da República dos Palmares, na Serra da Barriga, Alagoas.

1981. Funda o Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (IPEAFRO) na PUC-SP. Integra a executiva nacional do PDT e funda a Secretaria do Movimento Negro do PDT, no Rio de Janeiro e a nível nacional. Participa da coordenação internacional do projeto Kindred Spirits, exposição itinerante de artes afro-americanas.

1982. Organiza e é eleito para presidir o Terceiro Congresso de Cultura Negra das Américas, realizado nas dependências da PUC-SP com representantes de todo o mundo africano exceto o Pacífico.

1983. Assume a cadeira de Deputado Federal, eleito suplente pelo PDT-RJ. É o primeiro deputado afro-brasileiro a exercer o mandato defendendo os direitos humanos e civis do povo afro-brasileiro. A convite da ONU, participa do Simpósio Regional da América Latina em Apoio à Luta do Povo da Namíbia pela sua Independência, em San José, Costa Rica. Visita a antiga sede da UNIA de Marcus Garvey em Limón. Viaja também a Nicarágua, participando de sessões da Assemblea Nacional e conhecendo as populações de origem africana em Bluefields, litoral oriental do país. Em Washington, D.C., participa do seminário Dimensões Internacionais: a Realidade de um Mundo Interdependente, a convite do Bloco Parlamentar Negro (Black Congressional Caucus), na sede do Congresso Nacional dos Estados Unidos.

1984. Cria, junto com um grupo de intelectuais e militantes negros, a Fundação Afro-Brasileira de Arte, Educação e Cultura (FUNAFRO), integrando o IPEAFRO, o Teatro Experimental do Negro, a revista Afrodiaspora, e o Museu de Arte Negra.

1985. A convite da ONU, participa da Simpósio Mundial em apoio à Luta do Povo da Namíbia pela sua Independência, em Nova York. Participa, novamente, de reunião internacional patrocinada pelo Bloco Parlamentar Negro dos Estados Unidos: a Conferência Internacional sobre a Situação dos Povos do Terceiro Mundo, na sede do Congresso norteamericano em Washington, D.C. Integrando comitiva oficial brasileira, visita Israel a convite do respectivo governo.

1987. Participa, na qualidade de delegado de honra,da Conferência Internacional sobre a Negritude e as Culturas Afro nas Américas, Florida International University, Miami. Integra o Conselho de Contribuintes do Município do Rio de Janeiro.

1987-88. Integra o Comitê Dirigente Internacional, Festival Pan-Africano de Artes e Cultura, Dakar, Senegal. Participa da direção internacional do Memorial Gorée, organização dedicada ao projeto de construção de um memorial aos africanos escravizados na ilha senegalesa que serviu como entreposto do comércio escravista. Integra a direção internacional do Instituto dos Povos Negros, organização internacional promovida com o apoio da UNESCO pelo governo de Burkina Faso e de outros países africanos e caribenhos.

1988. Profere a conferência inaugural da Série Anual de Conferências Internacionais W. E. B. DuBois em Accra, República de Gana, promovida pelo Centro de Estudos Pan-Africanos W. E. B. DuBois, e visita o país a convite do governo. Participa da Comissão Nacional para o Centenário da Abolição da Escravatura. Realiza exposição individual intitulada Orixás: os Deuses Vivos da África, na sede do Ministério da Educação e Cultura, o Palácio Gustavo Capanema.

1989. Na qualidade de consultor da UNESCO para assuntos culturais, passa um mês em Angola. É eleito Presidente do Memorial Zumbi e atua no Conselho de Curadores da Fundação Cultural Palmares, Ministério da Cultura. É nomeado Conselheiro representante do Município no Conselho de Contribuintes do Município do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Fazenda.

1990. A convite da SWAPO (movimento de libertação nacional transformado em partido político eleito ao primeiro governo da nação), participa da cerimônia de independência da Namíbia e posse do Governo Sam Nujoma, em Windhoek.



1990-91. Durante um ano atua como Professor Visitante, Departamento de Estudos Africano-Americanos, Temple University, Philadelphia. Acompanha Darcy Ribeiro e Doutel de Andrade na chapa do PDT para o Senado, sendo eleito suplente de senador.

1991. Assume a pasta de Secretário de Estado para a Defesa e Promoção das Populações Afro-Brasileiras (SEAFRO) no Governo do Rio de Janeiro. A convite do Congresso Nacional Africano (ANC) da África do Sul, participa de sua 48a Conferência Nacional presidido por Nelson Mandela, em Durban. É nomeado membro do Conselho de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.

1991-92. Assume a cadeira no Senado. Integra a comitiva presidencial em visita a Angola, Moçambique, Zimbabwe, e Namíbia. Participa no Primeiro Congresso Internacional sobre Direitos Humanos no Mundo Africano, patrocinado pela organização não-governamental AFRIC e realizado em Toronto, Canadá.

1993-94. Retoma a Secretaria Extraordinária de Defesa e Promoção das Populações Afro-Brasileiras.

1995. Participa das atividades do Tricentenário de Zumbi dos Palmares, em vários estados e municípios do Brasil e nos Estados Unidos. Lança o livro Orixás: os Deuses Vivos da África, com reproduções de suas pinturas, texto sobre cultura e experiência afro-brasileiras, e textos críticos de diversos autores (africanos, norteamericanos, caribenhos, e brasileiros) sobre a sua obra de artes plásticas. É Patrono do Congresso Continental dos Povos Negros das Américas, realizado no Parlamento Latinoamericano em São Paulo, em comemoração ao Tricentenário da Imortalidade de Zumbi dos Palmares, 20 de novembro de 1995.

1996. Recebe da Câmara Municipal de São Paulo o título de Cidadão Paulistano.

1997. Assume em caráter definitivo o mandato de senador da República. Recebe o prêmio de Menção Honrosa de Direitos Humanos outorgado pela Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP. Realiza exposição de pintura no Salão Negro do Congresso Nacional.

1998. Participa com um comentário ao Artigo 4º da Declaração de Direitos Humanos por ocasião do cincoentenário desse documento da ONU em 1998, incluído em volume organizado e publicado pelo Conselho Federal da OAB. Outros artigos foram comentados por personalidades como o rabino Henry Sobel, Adolfo Pérez Esquivel, Evandro Lins e Silva, Dalmo de Abreu Dallari, João Luiz Duboc Pinaud, e outros. Realiza exposição de pintura (28 telas) na Galeria Debret em Paris.

1999. Assume, como titular fundador, a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania do Governo do Estado do Rio de Janeiro. É homenageado pela Câmara Municipal de Salvador entre cinco personalidades do mundo africano: Malcolm X, Abdias Nascimento, Martin Luther King, Patrice Lumumba, Samora Machel.

2000. Extinta a Secretaria de Estado de Direitos Humanos, preside provisoriamente o Conselho de Direitos Humanos e volta a dedicar-se às atividades de escritor e pintor. Recebe o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal da Bahia.

2001. É agraciado pelo Schomburg Center for Research in Black Culture, centro de referência mundial que integra o sistema de bibliotecas públicas do município de Nova York, com o Prêmio Herança Africana comemorativo dos 75 anos da fundação daquela instituição. A comissão de seleção dos premiados foi constituída pelo ex-prefeito de Nova York, David N. Dinkins, a poetisa Maya Angelou, o cantor Harry Belafonte, o ator Bill Cosby, a diretora da editora Présence Africaine Mme. Yandé Christian Diop, o professor Henry Louis Gates da Harvard University, a coreógrafa Judith Jamison, o cineasta Spike Lee e o reitor da Universidade das Antilhas Rex Nettleford. As outras cinco personalidades homenageadas com o prêmio em cerimônia realizada na sede da ONU foram o intelectual senegalês e ex-diretor da UNESCO M. Amadou Mahktar M'Bow, a coreógrafa e antropóloga Katherine Dunham, a ativista dos direitos civis e fundadora da Organização das Mulheres Negras dos Estados Unidos Dorothy Height, o fotógrafo Gordon Parks, e músico e fotógrafo Billy Taylor.

Convidado pela Fórum Nacional de Entidades Negras, faz o discurso de abertura da 2ª Plenária de Entidades Negras Rumo à 3ª Conferência Mundial Contra o Racismo, Rio de Janeiro, 11 de maio de 2001.

É agraciado com o Prêmio Cidadania 2001, da Comunidade Bah'ai do Brasil, conferido em Salvador em junho.

Inaugura-se em julho o Núcleo de Referência Abdias Nascimento, contra o Racismo e o Anti-Semitismo, e seu Serviço Disque-Racismo, iniciativas da Fundação Municipal Zumbi dos Palmares, Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro.

Profere discurso de abertura do 1º Encontro Nacional de Parlamentares Negros, Salvador, Bahia, 26 de julho de 2001.



Convidado pela Coalizão de ONGs da África do Sul (SANGOCO), profere palestra na mesa Fontes, Causas e Formas Contemporâneas de Racismo, Fórum das ONGs, 3ª Conferência Mundial Contra o Racismo, Durban, África do Sul, 28 de agosto de 2001.

É agraciado com a Ordem do Rio Branco, no grau de Oficial, Brasília, outubro de 2001.

É agraciado com o Prêmio UNESCO, categoria Direitos Humanos e Cultura de Paz, outubro de 2001.

2002. Lança os livros O Brasil na Mira do Pan-Africanismo (CEAO/ EdUFBA) e O Quilombismo, 2ª ed. (Fundação Cultural Palmares).

É convidado pelo Liceu de Artes e Ofícios da Bahia a ser o palestrante da segunda de suas novas Conferências Populares, continuando essa tradição centenária no seu 130o aniversário.

Participa das comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra em Porto Alegre, 20 de novembro.

É homenageado pela Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia, na sua 4ª Conferência Nacional realizada em Brasília em 11 de dezembro, como personalidade destacada na história dos direitos humanos no Brasil.

Exposição Abdias do Nascimento: Vida e Arte de um Guerreiro, Centro Cultural José Bonifácio, Rio de Janeiro, inaugurada em dezembro.

2003. Discursa, na qualidade de convidado especial, na inauguração da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Brasília, 21 de março.

É homenageado pela Fala Preta! Organização de Mulheres Negras de São Paulo, como personalidade destacada na defesa dos direitos humanos dos afrodescendentes brasileiros, 22 de abril.

Publica em maio edição em fac-símile do jornal Quilombo (São Paulo: Editora 34).

Recebe o Diploma da Camélia, Campanha Ação Afirmativa/ Atitude Positiva, CEAP e Coalizão de ONGs pela Ação Afirmativa para Afrodescendentes, Rio de Janeiro, 17 de novembro.



Recebe o Prêmio Comemorativo das Nações Unidas por Serviços Relevantes em Direitos Humanos, Rio de Janeiro, 26 de novembro.

2004. No Seminário Internacional Políticas de Promoção Racial, recebe o Prêmio de Reconhecimento da Secretária Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro. Brasília, 21 de março de 2004.

Recebe homenagem da Presidência da República aos 90 anos "do maior expoente brasileiro na luta intransigente pelos direitos dos negros no combate à discriminação, ao preconceito e ao racismo". Brasília, 21 de março de 2004.

Recebe prêmio de Reconhecimento 10 Years of Freedom - South Africa 1994-2004, do Governo da África do Sul, abril de 2004.

Profere palestra "Memorial de Luta", no Seminário O Negro na República Brasileira: Pautas de Pesquisa, promovido pelo Núcleo Interdisciplinar de Reflexão e Memória Afro-Descendente da PUC-Rio, maio de 2004.

Participa do VII Congresso da BRASA, Associação de Estudos Brasileiros, na qualidade de homenageado no Painel sobre a sua vida e obra, realizado em sessão plenária do dia 10 de junho de 2004, na PUC-Rio.

Participa do Fórum Cultural Mundial, realizado em São Paulo em julho de 2004, como homenageado no painel Abdias Nascimento, um Brasileiro no Mundo, organizado pela SEPPIR, em que é lançado oficialmente o seu nome para o prêmio Nobel da Paz, ampliando a repercussão da indicação feita pelo Instituto de Advocacia Ambiental e Racial - IARA.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

domingo, 20 de março de 2011 Grupo alemão anuncia provável cura de portador de HIV com uso de células-tronco


Ainda é tudo muito preliminar e os próprios cientistas estão com um pé atrás, mas um grupo alemão acredita ter evidências de cura de um paciente norte-americano com Aids utilizando células-tronco adultas.

Timothy Ray Brown, 44, que vive em Berlim, tinha também leucemia, e por isso recebeu as células-tronco, retiradas da medula óssea de um doador.

O doador das células que Brown recebeu no transplante tinha uma mutação: não produzia a proteína CCR5, fundamental para a multiplicação do vírus HIV no organismo humano.

Após o transplante em 2007, o paciente foi acompanhado pelos pesquisadores da Universidade de Medicina de Berlim.

Em 2009, eles publicaram um artigo científico que falava no "sumiço" do vírus HIV. Agora, na revista científica "Blood", já falam de "evidência de cura".

Os pesquisadores lembram que, como o estudo envolve somente um paciente, é necessário ter cautela antes de dizer com certeza que se chegou a uma cura para a Aids. É necessário repetir o trabalho muitas vezes ainda para que se tenha conclusões mais concretas.

Além disso, transplantes de medula são arriscados. Brown, por ter leucemia, teria de fazer um de qualquer jeito, mas submeter pacientes com Aids ao tratamento seria perigoso, ainda mais sabendo que hoje é possível sobreviver muitos anos sendo portador de HIV.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/845970-grupo-alemao-anuncia-provavel-cura-de-portador-de-hiv-com-uso-de-celulas-tronco.shtml

Associativismo em REDE Identificação e Monitorização

Associativismo EM REDE
Identificação e Monitorização

No âmbito das actividades que a REDE MANDACARU RN e O Diálogo Intercultural pretende levar a efeito com as comunidades TRADICIONAIS,demos início ao processo de identificação e monitorização das Associações Representativas das Comunidades tradicionais.

Este processo visa potenciar o trabalho destas associações, de forma mais articulada, no sentido de:

- Apoiar o reconhecimento das associações da comunidade junto de outras entidades públicas e privadas;
- Aceder ao apoio técnico para o desenvolvimento de projectos que contribuam para a capacitação e a boa inserção das comunidades que representam, nomeadamente nos domínios da educação, saúde, formação, emprego, mobilização e capacitação cívica;
- Participar em acções de formação para dirigentes e membros das associações;
- Participar no processo de eleição dos representantes das Associações Representativas das Comunidades tradicionais no Grupo de Trabalho para a Igualdade e Inserção dos povos tradicionais e suas tradições.

Para a identificação e futura monitorização das associações por parte da REDE MANDACARU RN e seus parceiros e projetos e ações será necessário o envio de uma carta dirigida acompanhada pelos seguintes documentos:

1. Cópia dos estatutos e do respectivo extracto publicado no Diário oficial;
2. Cópia da acta de eleição dos corpos sociais em exercício;
3. Cópia do cartão de identificação de pessoa colectiva;
4. Relatório de actividades do último exercício, ou plano anual de actividades, caso se trate de associação em início de actividade;
5. Declaração em que conste o número total de associados.

A identificação e monitorização por parte da RMRN/RECOSOL só se tornarão efectivas quando a associação demonstre reunir o número mínimo de 25 associados e apresente a sua situação devidamente regularizada INCLUSIVE COM MP (MINISTERIO PUBLICO LOCAL)

Para mais informações, contacte o GACT – Gabinete de Apoio às Comunidades TRADICIONAIS pelo nº 55 084 8803 5580/ 84 9977 7609 / 84 94053604 ou via Email parA MANDACARURN@GMAIL.COM

CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA ligue:0800-61 96 19,

CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA de:

R$ 40,37 (residencial) e R$ 56,08 (comercial)

Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado.

Ligue 0800 - 61 96 19

Digite 1 (um), 1 (um), 1 (um)

Votar a favor do cancelamento da taxa de telefone fixo.

O Projeto de Lei é o de n.º 5476, do ano de 2001.

Esse tipo de assunto NÃO é veiculado na TV ou no rádio, porque eles não têm interesse e não estão preocupados com isso. Então nós é que temos de correr atrás, afinal quem paga somos nós!

O telefone a ser discado ( 0800-61 96 19, de segunda à sexta-feira das 08 às 20h00) é da Câmara dos Deputados Federais.

Passe para frente esta mensagem para o maior número possível.

LIGUE: 0800-619619 (aguarde a mensagem falada).....e



Digite 1 (um), (aguarde a mensagem).....e

Digite 1 (um), (aguarde a mensagem).....e

Digite 1 (um), (a mensagem encerra e só).

Vamos divulgar!!!

Entrando em vigor esta lei, você só pagará pelas ligações efetuadas, acabando com esse roubo que é a assinatura mensal. Este projeto está tramitando na 'COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR', na Câmara.

Quantos mais ligarem, maior a chance.

Não adianta ficar só reclamando.

Quando podemos, temos que tomar alguma atitude contra os ladrões que surrupiam nossas pequenas economias...

Envie uma cópia para TODOS OS SEUS CONTATOS!

domingo, 22 de maio de 2011

animais indefesos sao mortos em serie na rua poeta israel botelho parque dos coqueiros - natal - rn

animais morrem envenenados no parque dos coqueiros, na rua israel botelho foram 08 gatos e um cachorro assassinados por uma coisa que se diz "ser humano"... eu digo que e um cancer a ser estirpado da sociedade...

AUDIÊNCIA PÚBLICA DISCUTE ANO INTERNACIONAL AFRICANIDADES, 2011, LANÇAMENTO DA COLEÇÃO AFRICA/BRASIL DA ONU E FORMAÇÃO E KITS A COR DA CULTURA EM TODO


NAO PODEMOS DEIXAR DE PARTICIPAR AUDIÊNCIA PÚBLICA DISCUTE ANO INTERNACIONAL AFRICANIDADES, 2011, LANÇAMENTO DA COLEÇÃO AFRICA/BRASIL DA ONU E FORMAÇÃO E KITS A COR DA CULTURA EM TODO O BRASIL, NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO RN.

DIA 26 DE MAIO DE 2011
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA RN AS 09:00 AM

ENTIDADES PARCEIRAS:

CONEN RN
CENERAB RN
REDE MANDACARU RN
FORUM DOS RELIGIOSOS DE MATRIZ AFRICANA E DE TEREIROS DO RN
ONG KOLOMBO

FORUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ETINICA DO RN - MEC/SECADI/DF
COMISSÃO DE TERREIROS E POVOS DE MATRIZ AFRICAN DO RN/PROJETO DA REDE MANDACARU RN
FEDERAÇÃO DE POVOS E TRADIÇÕES ANGOLANAS NO RN


ONU proclama 2011 como Ano Internacional para Afro-Descendentes Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova Iorque.* 10/12/2010 As Nações Unidas lançaram, nesta sexta-feira em Nova Iorque, o Ano Internacional para Descendentes de Africanos. Em mensagem à Assembleia-Geral, Ban Ki-moon diz que o evento pretende reforçar o compromisso político para erradicar a discriminação. As Nações Unidas lançaram, nesta sexta-feira em Nova York, o Ano Internacional para Descendentes de Africanos. Erradicar a discriminação Num discurso, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon explicou o objetivo do evento, que será marcado em 2011. Diversidade Segundo ele, o Ano Internacional tentará fortalecer o compromisso político de erradicar a discriminação a descendentes de africanos. A iniciativa também quer promover o respeito à diversidade e herança culturais. Numa entrevista à Rádio ONU, de Cabo Verde, antes do lançamento, o historiador guineense Leopoldo Amado, falou sobre a importância de se conhecer as origens africanas ao comentar o trabalho feito com quilombolas no Brasil. Dimensão "Esses novos quilombolas têm efetivamente o objetivo primordial de fortalecer linhas de contato. No fundo restituir-se. Restituir linhas de contatos, restituir aquilo que foi de alguma forma quebrada, aquilo que foi de alguma forma confiscada dos africanos, que é a possibilidade de reestabelecer a ligação natural entre aqueles que residem em África, que continuam a residir em África e a dimensão diaspórica deste mesmo resgate. A dimensão diaspórica da África é efetivamente larga e grande", disse. Ban lembrou que pessoas de origem africana estão entre as que mais sofrem com o racismo, além de ter negados seus direitos básicos à saúde de qualidade e educação. Declaração de Durban A comunidade internacional já afirmou que o tráfico transatlântico de escravos foi uma tragédia apavorante não apenas por causa das barbáries cometidas, mas pelo desrespeito à humanidade. O Secretário-Geral finalizou a mensagem sobre o Ano Internacional para os Descendentes de Africanos, lembrando a Declaração de Durban e o Programa de Ação que pede a governos para assegurar a integração total de afro-descedentes em todos os aspectos da sociedade. FONTE: Site da ONU

PANELA DE BARRO - COMO SE FAZ

DOAÇÕES DE ORGAOS NAO ESQUEÇA DE AVISA AOS SEUS FAMILIARES UM CASO DE AMOR AO OUTRO...

RN registra crescimento de doações
Publicação: 22 de Maio de 2011 às 00:00


Valdir Julião - Repórter

A criação de um grupo específico e exclusivo de oito profissionais médicos e enfermeiros, aliado à capacitação técnica, foi o bastante para tirar o Rio Grande do Norte de uma posição mediana entre os estados do país que, efetivamente, apareciam como maiores doadores de órgãos para transplantes humanos.

júnior santosRN teve maior número de órgãos captados para transplante no NERN teve maior número de órgãos captados para transplante no NE
O chamado Órgão de Procura de Órgãos (OPO) permitiu o RN passar, de 2010 para o primeiro trimestre deste ano, a ocupar o primeiro lugar na região Nordeste em número de doações efetivas, com um índice de 15,1 doações por milhares de pessoas ao ano. Tal índice também permitiu o RN a ficar em terceiro lugar entre todos os estados brasileiros, atrás apenas de Santa Catarina e São Paulo, que são muito mais populosos e apresentaram um índice de 21,4 e 20,1 pmp/ano.

Outro dado importante é que dentre os 29 doadores em potencial que existiam no primeiro trimestre de 2011, desses 12 tornaram-se doadores efetivos.

Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o RN ocupava o nono lugar entre os estados com o melhor índice de doadores efetivos – 9,1 pmp/ano. Naquela época havia 23 doadores em potencial, mas só só houve a captação efetiva de órgãos de sete doadores.

O coordenador da Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos do RN (CNCDO), médico Rodrigo Furtado, diz que o importante é sensibilizar e trazer tranquilidade para a população quanto a segurança do processo de captação de órgãos: “O procedimento para o diagnóstico de morte encefálica, quando o cérebro não funciona mais e os órgãos podem ser aproveitados, é seguro. É feito um exame clínico minucioso e repetido por outro profissional que não havia feito esse exame”, explica.

Rodrigo Furtado reforça que além de ser um “diagnóstico preciso”, este também leva, às vezes, mais de 24 “para ser fechado com toda segurança”. Tudo é feito de acordo com as normas internacionais da Organização Mundial de Saúde (OMS), tendo como base o chamado “Termo de Declaração de Morte Encefálica”. Todos os dados são mantidos em sigilo.

Segundo Furtado, o que fez a diferença para o RN para chegar ao bom desempenho na captação “foi a qualidade técnica dos gestores e dos profissionais que estão na linha de frente captação de órgãos”, o que anteriormente era feito isoladamente em hospitais privados e públicos, sem o acompanhamento de grupo específico e capacitado para fazer a manutenção de pacientes potencialmente doadores de órgãos.

“Estamos seguindo uma tendência nacional de melhorias nas captações multiorgânicas, com a criação da Organização para Procura de Órgãos (OPO)”, afirmou Furtado, a respeito de convênios feitos com grandes instituições na área de captação e transplantes.

Falta de informação é obstáculo

Os especialistas são unânimes em afirmar que o número de doadores de órgãos no Estado sónão é maior por causa da falta de informação. Veja dúvidas mais frequentes:

1 Como posso ser doador?

Hoje, no Brasil, para ser doador não é necessário deixar nada por escrito, em nenhum documento. Basta comunicar sua família do desejo da doação. A doação de órgãos só acontece depois da autorização do familiar.

2 Que tipos de doador existem?

Doador vivo – Qualquer pessoa saudável que concorde com a doação. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. Pela lei, parentes até quarto grau e cônjuges podem ser doadores, não parentes, somente com autorização judicial.

Doador falecido – São pacientes em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) com morte encefálica, geralmente vítimas de traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral).

A retirada dos órgãos é realizada em centro cirúrgico como qualquer outra cirurgia.

3 Quais órgãos e tecidos podem ser obtidos de uma doador falecido?

Em morte encefálica, podem ser doados os órgãos: coração, pulmão, fígado, pâncreas, intestino e rim. Até seis horas após a morte, podem ser doados os tecidos: córnea, pele e ossos.

4 Para quem vão os órgãos?

Os órgãos doados vão para pacientes que necessitem de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada Estado e controlada pelo Ministério Público.

5 Como posso ter certeza do diagnóstico de morte encefálica?

Não existe dúvida quanto ao diagnóstico. O diagnóstico da morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos de diferentes áreas examinam o paciente, sempre coma comprovação de um exame complementar.

6 Após a doação o corpo fica deformado?

Não. A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra e o doador poderá ser velado normalmente.

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